MT | VLT de Cuiabá e Várzea Grande - Page 252 - SkyscraperCity
 

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Old March 14th, 2017, 07:21 PM   #5021
mopc
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Old March 22nd, 2017, 04:57 AM   #5022
mattCGB
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Taques diz ter apoio de Temer e VLT pode ser retomado até junho



O governador Pedro Taques (PSDB) revelou ter recebido “sinal positivo” do presidente Michel Temer (PMDB) para a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ainda neste primeiro semestre do ano.

Eles se encontraram no Palácio do Planalto, na manhã desta terça-feira (21), em Brasília.

Segundo o tucano, Temer irá ajudar Mato Grosso com recursos do Orçamento Geral da União.

A obra está paralisada desde 2014 e uma ação corre na Justiça Federal. O consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande é formado pelas empresas Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda.

“Precisamos de dinheiro da União Federal. Estamos buscando juntos construir uma operação de crédito. Recebemos do presidente o sinal positivo no sentido de que a União estará conosco para terminar esta obra”, disse em conversa com a imprensa logo após o encontro.

“Nós já podemos retomar essa obra neste semestre. Isso já é possível. Estamos nas tratativas finais com o Consórcio. Isso está sendo conduzido por uma equipe do Governo e da Secretaria de Cidades”, afirmou.

De acordo com Taques, também existe uma carta-consulta na Caixa Econômica a respeito de um montante para ajudar na conclusão da obra. Ele, porém, preferiu não revelar nenhum valor.

“O VLT é uma obra que o Estado gastou R$ 1,6 bilhão. Deste valor, já pagamos R$ 540 milhões e não tem um metro do VLT andando nos trilhos. Desde o início da nossa administração, afirmamos que vamos concluir as obras do VLT, mas não vamos jogar o lixo para debaixo do tapete”, disse.

“Então, o contrato seria via Caixa Econômica e parte desses recursos do Orçamento Geral da União. Nós temos espaço orçamentário para adquirir mais essa operação de crédito”, completou.

O VLT

Orçada em R$ 1,477 bilhão, a obra do VLT foi iniciada em agosto de 2012 e deveria ter sido entregue em junho de 2014, antes mesmo do início dos jogos da Copa do Mundo em Cuiabá.

Entretanto, os sucessivos atrasos levaram a gestão anterior do Governo do Estado a fazer um aditivo prevendo o término para 31 de dezembro daquele ano.

Porém, as obras foram paralisadas antes deste prazo, já que o Estado não realizou os pagamentos solicitados pelo consórcio. Desde então, a gestão Pedro Taques vem travando uma batalha judicial por conta de erros encontrados nas obras e até mesmo no contrato.

No final de 2016, o juiz Ciro Arapiraca, da 1ª Vara Federal em Mato Grosso, chegou a estabelecer um prazo de 30 dias para que haja um entendimento entre as partes. Caso contrário, o contrato seria rescindido. O prazo, em seguida, foi estendido.

O secretário de Cidades Wilson Santos tem se encontrado constantemente com as empresas para chegar a um valor final da obra. Nenhum acordo foi divulgado até o momento.


http://www.midianews.com.br/politica...e-junho/291602
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Old March 24th, 2017, 06:14 AM   #5023
mattCGB
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Wilson anuncia que Temer vem a Cuiabá dar ordem de serviço para obra


O secretário de Cidades espera que Michel Temer solicitou à presidência da CEF prioridade na análise do empréstimo na ordem de R$ 600 milhões para MT terminar a obra


O secretário de Cidades do Estado, Wilson Santos afirmou nesta quinta-feira (23), ao ReporterMT, que o presidente da República Michel Temer (PMDB), vem a Cuiabá para dar a ordem de serviço das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos, que devem ser retomadas ainda neste semestre.

Ele está em Brasília para tratar deste assunto e terá uma reunião com a diretoria da CEF para definir o empréstimo que o Estado vai fazer para executar a obra do VLT.

Wilson diz que foi o próprio presidente Michel Temer solicitou à presidência da CEF prioridade na análise do empréstimo na ordem de R$ 600 milhões ao Governo de Mato Grosso, para a conclusão do modal.

“Michel Temer deve vir a Cuiabá dar a ordem de serviço e nós temos o prazo de concluir em até 24 meses”, declarou o secretário.

Ele ressalta que aguarda o aval do Ministério Público do Estado (MPE) e de empréstimo concedido pela Caixa Econômica Federal (CEF) para iniciar as obras.

O secretário garante que o Estado tem capacidade de endividamento, mas mesmo assim a Caixa vai fazer uma análise rigorosa de risco e só vai conceder o empréstimo mediante aval da Secretaria do Tesouro Nacional.

“A gente espera de dez a 15 dias para consolidar esse empréstimo. Temos plenas condições de pagar a dívida”, disse.

Wilson diz que trabalha agora na conclusão do projeto.

“O acordo financeiro é um dos pontos pendentes no projeto, mas só vamos fechar acordo com aprovação do Ministério Público e até amanhã, os demais os itens pendentes devem ser resolvidos para finalizar o projeto”, disse Wilson.

Ao todo, o VLT deve custar R$ 1,066 bilhão. O Estado já pagou R$ 550 milhões da dívida que fez para iniciar as obras.

Os vagões chegaram à Cuiabá em 2014 e apesar de certa deteriozação, o secertário diz que estão em plenas condições de uso.

Ilha da Banana

Wilson também destacou a necessidade da demolição da área localizada na região central da capital, conhecida como Ilha da Banana, para a conclusão do projeto.

“Nós vamos começar o programa de demolições para a passagem do VLT naquela área, porque não tem como fazer omelete sem quebrar os ovos”, comparou.


http://www.reportermt.com.br/geral/w...ara-obra/65582
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Old March 24th, 2017, 03:51 PM   #5024
Luiz Vilela
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Wilson anuncia que Temer vem a Cuiabá dar ordem de serviço para obra

http://www.reportermt.com.br/geral/w...ara-obra/65582
Hahaha... É pagar pra ver!
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Old April 2nd, 2017, 07:13 AM   #5025
mattCGB
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Governo anuncia acordo com consórcio para retomar obra do VLT


Cronograma prevê a entrega de um trecho, entre VG e o Bairro do Porto, até março de 2018



O Governo do Estado de Mato Grosso chegou a um acordo com o Consórcio VLT Cuiabá – Várzea Grande para a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Pelo entendimento entre as partes, o Estado vai pagar R$ 922 milhões para a conclusão integral da implantação do modal. A previsão é de que as obras sejam retomadas em maio deste ano com prazo de conclusão total de 24 meses.

Entretanto, no acordo entre Governo e Consórcio, o cronograma das obras prevê a entrega da primeira etapa, em março de 2018, no trecho entre o aeroporto de Várzea Grande até a estação do Porto, em Cuiabá.

Até dezembro de 2018 deverá entrar em funcionado todo o trecho da linha 1, num total de 15 quilômetro, entre o aeroporto de Várzea Grande e o Terminal do Comando Geral, em Cuiabá.

Já a linha 2, que compreende o trecho de 7,2 km entre a avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha) e o Parque Ohara, no Coxipó, será entregue até maio de 2019.

O termo do acordo foi discutido nos últimos meses em inúmeras reuniões entre o governador Pedro Taques, o secretário de Estado das Cidades, Wilson Santos, o controlador-geral do Estado, Ciro Rodolpho Gonçalves, o procurador-geral do Estado, Rogério Gallo, e suas respectivas equipes, com representantes do Consórcio VLT. Agora, o acordo depende apenas da homologação da Justiça Federal, após concordância do MPE e MPF.

Para financiar o valor necessário para a conclusão das obras, o Governo de Mato Grosso já obteve sinalização da União de empréstimo de R$ 600 milhões junto à Caixa Econômica Federal, faltando apenas aval da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Dos R$ 322 milhões restantes, o Governo já tem R$ 193 milhões em caixa do empréstimo anterior.

A renegociação para a retomada das obras ocorre quase três anos após a data inicialmente prevista para a entrega do modal, que era 31 de março de 2014.

Economia

Com a renegociação feita pelo Governo de Mato Grosso com o Consórcio VLT, o modal de Mato Grosso terá o menor preço por quilômetro do Brasil. O VLT de Cuiabá – Várzea Grande custará, ao final, R$ 44,8 milhões por quilômetro, enquanto o da cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, custou R$ 56 milhões.

Já o VLT de Goiânia, cujas obras ainda não foram iniciadas, foi contratado por R$ 62,1 milhões por quilômetro.

“Isso é resultado da determinação do governador Pedro Taques para que tratássemos esse assunto com o máximo zelo, transparência e seriedade, para que a obra fosse retomada com o menor prejuízo ao povo de Mato Grosso”, disse o Controlador Geral do Estado, Ciro Gonçalves.


http://www.midianews.com.br/politica...-do-vlt/292472
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Old April 2nd, 2017, 07:00 PM   #5026
Celso Jorge
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Finalmente as obras serão retomadas a partir do mês que vem, que desta vez as concluam de fato e que Cuiabá passe a contar com um transporte público de qualidade e, para que seja atendida uma demanda satisfatória a faça com que a operação do VLT não seja tão onerosa ao Estado, que Mato Grosso procure planejar alguns empreendimentos associados ao novo modal junto à iniciativa privada e também ações de propagandas nos veículos e estações. Acredito que assim, além da integração com os ônibus de uma forma bem planejada, o VLT dará certo em Cuiabá.
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Old April 2nd, 2017, 08:13 PM   #5027
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As comparações com o VLT do Rio são meio inapropriadas. O VLT de Cuiabá é de maior capacidade, maior segregação de via e maior performance.

Se de fato concluído, será o VLT de mais alta performance no Brasil.
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Old April 3rd, 2017, 12:35 AM   #5028
Luiz Vilela
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Esta performance estará diretamente ligada aos preços dos bilhetes, por sua vez diretamente dependente da integração tarifária e física com o VLT.
Este GEMT e as prefeituras de Cuiabá e Várzea seguem fugindo da questão tão importante. Lamentável, porque estes atrasos e discussões dão espaço pra avançar nisto.
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Old April 3rd, 2017, 12:40 AM   #5029
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Esta performance estará diretamente ligada aos preços dos bilhetes, por sua vez diretamente dependente da integração tarifária e física com o VLT.
Este GEMT e as prefeituras de Cuiabá e Várzea seguem fugindo da questão tão importante. Lamentável, porque estes atrasos e discussões dão espaço pra avançar nisto.
Estava me referindo à performance técnica de design do projeto. O VLT de Cuiabá tem muito mais capacidade por hora do que o da Baixada Santista e mais ainda que o do Rio de Janeiro.
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Old April 3rd, 2017, 07:34 PM   #5030
Luiz Vilela
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Concorda com um bocado dos amigos daqui que a capacidade de projeto é bastante superestimada para a RM que ocupará?
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Old April 3rd, 2017, 08:45 PM   #5031
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Concorda com um bocado dos amigos daqui que a capacidade de projeto é bastante superestimada para a RM que ocupará?
Não necessariamente. O VLT de Cuiabá tem a capacidade de se tornar o modo dominante de mobilidade na RM Cuiabá, mais do que o VLT da Baixada (ao menos nas fases já em construção/licitadas) - o VLT do Rio é um modo acessório, projeto e realidade diferente.

Os dois eixos do VLT Cuiabá contemplam quase todos os principais pólos atrativos de tráfego da RM. Desde que não cometam a besteira de não resdesenhar completamente o sistema de ônibus, o VLT de Cuiabá será mais essencial e central à mobilidade daquela RM do que outros projetos de VLT no Brasil. Não quer dizer que seja melhor, ou pior, é um projeto diferente.

E, uma vez que a mobilidade de ônibus seja rearranjada para alimentar o VLT, os eixos do VLT se tornarão ainda mais interessantes para novos empreendimentos imobiliários. Assim, torna-se mais importante com o tempo também.
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Old April 3rd, 2017, 09:36 PM   #5032
Celso Jorge
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Sim, Sub, sua análise faz sentido e o importante agora é que as obras sejam mesmo retomadas e que dentro de um planejamento minucioso com relação a uma integração racional com os ônibus e com o incentivo de empreendimentos associados - o governo do Mato Grosso consiga fazer com que o novo modal daquela RM necessite de o menor subsídio possível na tarifa. Acredito que o VLT será de um grande sucesso em Cuiabá e região como um transporte rápido, moderno, confortável, funcional e digno para a população e que o governo daquele estado tenha sempre uma visão moderna e eficiente com relação à operação do VLT e que ele dure muito tempo.
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Old April 4th, 2017, 11:18 PM   #5033
mattCGB
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Demolição da Ilha da Banana começa no domingo; custo será de R$ 4 milhões



O processo de demolição da Ilha da Banana, no Centro de Cuiabá, deve iniciar no domingo (09), para dar espaço à passagem do Veículo Leve sobre Trilhos, conforme prevê o projeto de mobilidade urbana da Copa do Mundo.

Nesta terça-feira (04), o Governo do Estado publicou no Diário Oficial a homologação do contrato com a empresa cuiabana Material Forte para executar a demolição de 199 imóveis localizados ao longo das linhas por onde passará o VLT.

A empresa contratada por R$ 4 milhões ainda não divulgou o projeto da sequência das demolições.

Na área da Ilha da Banana, a demolição de um imóvel foi impedida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A assessoria de imprensa a Secretaria de Estado de Cidade (Secid) informou que a medida refere-se apenas à casa do senhor Augusto Addor Nunes da Silva, portanto os demais imóveis da área já estão liberados para demolição.

A assessoria explica que a Secid já recorreu e que aguarda a revogação da decisão. Assim que for definida a situação deste imóvel em questão, ele também será demolido.

A área da Ilha da Banana faz parte do traçado do VLT que vai dar lugar ao eixo 2 que ligará a estação do Centro à do Coxipó.

A região é conhecida por abrigar casarões históricos e ser uma área de ocupação tradicional. A decisão de que os imóveis precisariam ser demolidos para realizar a obra gerou polêmica e alguns processos judiciais.


http://www.reportermt.com.br/geral/d...-milhoes/66033



Finalmente, a praça que sera implantada no local vai dar um novo visual para essa região!
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Old April 8th, 2017, 05:11 PM   #5034
Celso Jorge
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Alguém aí de Cuiabá sabe se já estão contratando alguns operários para a retomada das obras do VLT a partir do mês que vem? Como é que estão cuidando dos veículos que estão parados no pátio? Será que será necessário uma revisão nos veículos antes de iniciarem os testes e a operação assistida e comercial ao término das obras?
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Old April 16th, 2017, 03:25 AM   #5035
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Ilha da Banana será demolida com marretas para não abalar centro histórico



A demolição dos imóveis seria feita por explosivos, mas foi barrada pelo MPF a pedido do IPHAN-MT


A região conhecida como “Ilha da Banana” deve ser demolida nos próximos dias, após aval do Ministério Público Federal (MPF). A ação será realizada de forma manual e mecânica, sem o uso de explosivos para que o entorno do Centro Histórico não seja atingido.

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) informou que a demolição dos imóveis da Ilha da Banana está amparada em autorização concedida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional de Mato Grosso (IPHAN-MT).

A ação, que estava marcada para o último dia 9 de abril, foi adiada a pedido do MPF. O órgão de controle questionou a forma como as demolições seriam feitas e se não abalariam as demais estruturas.

A área está localizada entre a Avenida Coronel Escolástico e o Morro da Luz, no Centro de Cuiabá.

“Não estamos agredindo absolutamente nada e vamos respeitar rigorosamente as orientações do Iphan durante as demolições. Por isso, aguardo com serenidade um trabalho legal, transparente e célere do MPF, pois a ação (demolições) realizada pelo Governo do Estado e a Prefeitura de Cuiabá é amplamente aprovada pela população cuiabana”, destacou Santos, que respondia pela Secretaria de Estado de Cidades (Secid) até a última semana.

Ele deve retornar para a Pasta nos próximos dias.

“Os trabalhadores farão o serviço manualmente, retirando pedra por pedra. No que for possível o serviço será realizado por tratores, mas tudo com extremo cuidado para que nada, além dos casarões em demolição, seja abalado”, explicou.

Wilson Santos observou que a medida leva ainda em consideração questões de saúde e segurança pública, já que parte dos imóveis é ocupada por usuários de drogas, que estão sendo retirados do local em uma ação conjunta com a Prefeitura de Cuiabá.

A autorização do Iphan-MT para demolição dos imóveis no entorno do Largo do Rosário/Ilha da Banana consta de ofício enviado à Secretaria de Estado das Cidades em setembro de 2016.

“Este instituto autoriza a retirada das edificações da Ilha da Banana, exceto três imóveis (Casa Singer e outros dois imóveis que na época ainda não eram de propriedade do Estado)”, afirmou o Iphan em ofício, indicando a necessidade de limpeza e retirada do entulho da área, bem como a apresentação do projeto de revitalização do local.

Demolições

Quando liberado, o serviço de demolição e recolhimento de entulhos será realizado pela empresa cuiabana Material Forte Incorporadora Ldta, vencedora do pregão eletrônico de registro de preços realizado pela Secretaria de Estado de Gestão (Seges-MT) em março.

A construtora saiu vitoriosa do certame que prevê a derrubada, total ou parcial, de até 199 imóveis ao longo das linhas do VLT e de obras de mobilidade urbana, idealizadas para Copa de 2014.

O custo das operações é de R$ 4,02 milhões. Entre os itens previstos para demolição, estão: área coberta, muretas, muros, piso de concreto e edificações.

Inicialmente, quatro casas instaladas nas imediações da Igreja do Rosário/São Benedito serão preservadas porque a desapropriação dos moradores ainda está sendo discutida judicialmente. Sanados os entraves, todos imóveis serão retirados.

O projeto do VLT contempla a revitalização do local para ser entregue à população cuiabana.

No total, as desapropriações na Ilha da Banana custaram ao Governo do Estado R$ 6,35 milhões.


http://www.reportermt.com.br/geral/i...istorico/66397
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Old April 16th, 2017, 03:28 AM   #5036
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Obras do VLT no Coxipó serão realizadas à noite e secretário estima criação de dois mil empregos



As obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na Avenida Fernando Corrêa, na região do Coxipó, em Cuiabá, devem ser realizadas no período noturno, segundo o secretário adjunto do VLT, José Picolli. Em entrevista exclusiva ao Olhar Direto, ele avalia que a retomada do projeto deve criar pelo menos dois mil empregos de forma direta. A intenção, com as obras a noite, é minimizar os impactos para a sociedade.

“O trecho mais complicado na questão de obras e impacto para a sociedade é do Coxipó. Então, provavelmente, nós vamos trabalhar sempre no período noturno para que não impacte nos motoristas que utilizam a via. Hoje, durante o dia, o trânsito já é pesado sem nenhuma intervenção, imagina com a gente mexendo”, disse o secretário ao Olhar Direto.

Picolli ainda explica que a medida também é importante para a qualidade da obra: “Imagina que está vindo um caminhão de concreto neste trânsito e demora duas horas para chegar. O concreto acaba perdendo qualidade, começa a ‘dar pega’ dentro do caminhão. Além do que você vai ficar com sua obra parada duas horas esperando o veículo chegar. Por isso a noite é bem melhor, sem contar o clima para os trabalhadores”.

A situação não deve ser a mesma na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA): “Lá não tem tanto movimento durante o dia. Então poderemos trabalhar tranquilamente, naquela parte depois do Shopping Pantanal e do Grande Templo. Não se compara ao fluxo de veículos da avenida Fernando Corrêa e as vias são maiores”, explica o secretário.

Picolli, que foi diretor de implantação do VLT carioca, adianta que serão “várias frentes, no mínimo oito. Se necessário, para cumprir o cronograma, podemos abrir mais cinco, seis, oito. Se eu tiver problema em algum trecho, eu vou para outro e depois que estiver resolvido eu volto para lá. É engenharia isso. Não preciso daquela parte para seguir em frente”.

A expectativa do secretário adjunto é que com a retomada das obras do novo modal, entre 1.500 e 2 mil empregos sejam criados de forma direta: “Acredito que indiretamente, serão quase seis mil pessoas tendo uma oportunidade. Tem o pessoal da marmita, de outras partes que são necessárias na obra. É bom para todos”.

Projeto

O modal terá dois eixos, Aeroporto-CPA e Centro-Coxipó, e será implantado no canteiro central das avenidas João Ponce de Arruda e FEB, em Várzea Grande; XV de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Historiador Rubens de Mendonça, Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, totalizando 22 km de extensão.

Análise e acordo

O Ministério Público Estadual (MPE) iniciou a análise do acordo firmado entre o Governo do Estado e o consórcio responsável pela retomada das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). O documento foi entregue no último dia 31, pelo governador do Estado, Pedro Taques, e sua equipe, ao promotor de Justiça André Luis de Almeida, do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa da Capital.

O Estado acordou em pagar R$ 922 milhões para a conclusão integral da implantação do modal. A previsão é de as obras sejam concluídas em 24 meses.

No acordo firmado entre o Governo e Consórcio, a primeira etapa da obra será finalizada em março de 2018 e compreende o trecho entre o aeroporto de Várzea Grande até a estação do Porto, em Cuiabá.

Até dezembro de 2018 deverá entrar em funcionado todo o trecho da linha 1, num total de 15 quilômetros, entre o aeroporto de Várzea Grande e o Terminal do Comando Geral, na Capital. Já a linha 2, que compreende o trecho de 7,2 km entre a avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha) e o Parque Ohara, no Coxipó, será entregue até maio de 2019.


http://www.olhardireto.com.br/notici...s-mil-empregos
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Só acredito vendo.
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Old April 19th, 2017, 10:47 PM   #5038
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Wilson retorna à AL e quer mudar pontos de relatório final

http://www.midianews.com.br/politica...nsorcio/293981


Ele negou que irá apresentar um relatório separado, mas, sim, dialogar com presidente da Comissão


O deputado estadual Wilson Santos, que retornou nesta quarta-feira (12) à Assembleia
DOUGLAS TRIELLI
DA REDAÇÃO
De volta ao Legislativo nesta quarta-feira (12), o deputado estadual Wilson Santos (PSDB) negou que tenha o objetivo de “patrolar” a votação do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Obras da Copa.

A acusação foi feita pelo seu colega de parlamento, Oscar Bezerra (PSB), que presidiu a comissão. O relatório, apresentado em outubro do ano passado, pediu o indiciamento do Consórcio VLT e apontou, por exemplo, que houve superfaturamento de R$ 315 milhões nas obras feitas durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

Segundo Wilson, seu retorno será para tomar conhecimento do relatório final, o que segundo ele não ocorreu ainda.

Além disso, o parlamentar disse que irá conversar com os membros da Comissão sobre a possibilidade de se mudar alguns pontos do relatório.

Vamos dialogar e aquilo que ele me convencer, pode ter certeza, vou sair daqui com a cabeça mudada nesse ponto. Só quero a oportunidade, a chance de esclarecer.
“Estou falando supostamente, porque nunca recebi o relatório. Me parece que o relatório orienta a não continuação da obra. Mas nós vamos defender a continuação, a retomada da obra no caminho que o juiz federal [Ciro de Andrade Arapiraca] nos sugeriu. Há uma sugestão do juiz federal para que haja entendimento das partes e nós vamos ficar com essa orientação”, disse.

“Com relação a valores, me parece que a CPI sugere uma economia de R$ 315 milhões. Na negociação, conseguimos uma economia de mais de R$ 550 milhões. E vamos explicar como isso aconteceu. São esses dois pontos”, afirmou.

O tucano ressaltou que, como membro suplente, foi convocado por diversas vezes para os encontros de modo a dar quórum às reuniões. Disse que cumpriu a todos os pedidos de Oscar e que espera, agora, a abertura de um diálogo.

O tucano afirmou, ainda, que está disposto a não propor nenhuma mudança, caso Oscar assim o convença.

“Sempre tive boa relação com ele e não tenho dúvida de que temos portas abertas. Vamos dialogar e aquilo que ele me convencer, pode ter certeza, vou sair daqui com a cabeça mudada nesse ponto. Só quero a oportunidade, a chance de esclarecer. Não há nenhuma afronta”, disse.

Conhecimento aprofundado

O tucano disse ter mudado de posicionamento em relação ao Consórcio VLT por ter, agora, conhecimento “mais aprofundado” sobre o assunto.

À época da CPI, ele chegou a dizer que o processo do VLT foi o “maior roubo da história do Estado”. Chamou de “safadeza” a troca do Bus Rapid Transport (BRT) pelo Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Disse, ainda, que o Consórcio - formado pelas empresas Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda - estaria “desesperado” com a auditoria da KPMG Consultoria.

“Em relação as minhas falas, todas foram públicas, todas ocorreram publicamente na CPI e estão gravadas. Como outras posições que tive e depois mudei quando aprofundei o conhecimento, quando fui estudar com mais cautela, mais cuidado. Às vezes, você dá uma opinião sobre um assunto que você conhece apenas superficialmente. E o que quero nesse período é mostrar um pouco mais profundamente, abrir o diálogo”, afirmou.

“Temos, hoje, uma visão muito mais profunda. Quando disse isso, não sabia que várias vezes o Consórcio não avançou com as obras porque o Estado não havia resolvido a questão da desapropriação. Não sabia que o Consórcio trabalhou por oito meses sem receber nada. Hoje, estamos em condições de trazer todas as informações atualizadas, documentos abertos para esclarecer, confrontar alguns números, algumas ideias”, completou.

A retomada

O Governo do Estado de Mato Grosso chegou a um acordo com o Consórcio VLT Cuiabá e vai pagar R$ 922 milhões para a conclusão integral da implantação do modal.

A previsão é de que as obras sejam retomadas em maio deste ano com prazo de conclusão total de 24 meses.

Segundo Wilson, caso uma nova licitação fosse feita, a obra ficaria acima de R$ 2 bilhões para sua conclusão.
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Old April 19th, 2017, 10:53 PM   #5039
BRMTCBA
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Apareceu agora a Assembleia Legislativa para atrapalhar tudo que ja estava emcaminhado. O secretário de mobilidade Wilson Santos a pelo menos 2 anos vem trabalhando com o consórcio, o Ministerio Público e os Governos Federal e Estadual para retomar a obra e tudo ficou orçado em 900 milhões. Até dinheiro ja tem.. heis que surge a Assembleia Legislativa que pode aprovar um relatório para extinguir o contrato com o consórcio VLT, em outras palavras, isso pode levar anos pois terá nova concorrência, novos prazos, novos questionamentos na justiça etc..

No fundo são deputados que querem inviabilizar o modal em Cuiabá por ciumeiras politico eleitorais e regionais. É uma pena.. Ficamos mais uma vez refém de bandidos institucionalizados.
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Old April 20th, 2017, 04:30 PM   #5040
Ramos
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Apareceu agora a Assembleia Legislativa para atrapalhar tudo que ja estava emcaminhado....
Não há nada encaminhado.

Só existem intenções vagas de retomada da obra. Considerando que o consórcio enganou o governo de Mato Grosso e desviou recursos das obra,s nada mais natural que propor a extinção do contrato.

Não dá para tocar essa obra sem um estudo de viabilidade, sem saber como e por quem será operado o VLT e como será a integração com os ônibus.

A Assembléia está mais do que correta, pena que não cobrou isso antes do início das obras desse ferrorama. Sim, o VLT de Cuiabá do jeito que está (sem estudo de viabilidade) não passa de um ferrorama.
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