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Old January 16th, 2010, 10:16 AM   #81
Sesnando
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É a espinha dorsal do distrito de Coimbra.
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Old January 16th, 2010, 03:14 PM   #82
rpc08
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Mas para espinha dorsal podia ficar melhor, apesar de tudo...um perfil transversal 1+1 e intersecções através de rotundas deixam a desejar...
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rpc08 @ SSC-PT
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Old January 16th, 2010, 03:45 PM   #83
marciomaco
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Talvez um 2+1 com entradas desniveladas (p. ex. rotundas aéreas)
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Old January 16th, 2010, 08:30 PM   #84
marciomaco
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Alguém me sabe dizer se existe IC7. Se existir, onde?

E já agora, a IC11...
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Last edited by marciomaco; January 16th, 2010 at 11:16 PM.
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Old January 17th, 2010, 12:04 AM   #85
Montemuro
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IC7 existe apenas «no papel». Podes informar-te melhor no tópico sobre o assunto:https://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=798442

IC11 começa onde a A10 curva para nascente para atravessar o rio tejo, e continua-se como A13 para Sul até terminar na A2 no mesmo sítio que onde começa a A6. (Os restantes troços dessas duas auto-estradas fazem parte, respectivamente, do IC2 e IC3.
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Old January 19th, 2010, 03:58 PM   #86
Portvscalem
a revolta da francesinha
 
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Vem nas noticias uma espécie de AE para desconggestionar a N14, desde o nó do jumbo da maia, até Famalicão, com ligação à A3 e A7...
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Old January 19th, 2010, 05:18 PM   #87
Barragon
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Já se tinha falado disso no thread dos estudos de impacto ambientel.
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Old January 22nd, 2010, 11:25 PM   #88
AG239
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A CREL está cortada entre Queluz e Belas e assim ficará por alguns dias, devido ao deslizamento de terras.

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Soc...tent_id=160413

Hoje às 08.00, no sentido Queluz-Alverca, a faixa do lado direito, próximo da saída para Belas, estava já cortada. Não se percebia o motivo...

De tarde, havia um grande aparato, só com uma faixa a escoar o trânsito, que estava em fila compacta. Na A16, quem saia das portagens da Idanha, era encaminhado para o sentido Belas-Estádio.
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Old January 23rd, 2010, 02:23 PM   #89
pedrodepinto
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Não há nenhuma foto ?
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Old January 23rd, 2010, 02:55 PM   #90
Wolf2009
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Vê o Jornal na tv.
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Dizer que não existe alternativa é o contrário da Liberdade
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Old January 24th, 2010, 01:47 AM   #91
Sky11
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http://sic.sapo.pt/online/video/info...2010-14720.htm
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Old January 24th, 2010, 01:59 AM   #92
pedrodepinto
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Obrigado !
Também vi na RTP. É estranho como o desmoronamento foi tão grande...
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Old January 24th, 2010, 03:51 AM   #93
Sun_Tze
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E eu, devido a falta de informação na entrada do Zambujal apanhei a mesma e fui obrigado a ir atravessar Queluz para apanhar o IC19 em direcção a Atrozela
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Old January 24th, 2010, 01:34 PM   #94
pedrodepinto
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Realmente, deveria haver uma melhor e maior informação !
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Old January 24th, 2010, 01:49 PM   #95
Wolf2009
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Obrigado !
Também vi na RTP. É estranho como o desmoronamento foi tão grande...
Não foi por falta de aviso.
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Dizer que não existe alternativa é o contrário da Liberdade
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Old January 24th, 2010, 02:23 PM   #96
pedrodepinto
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Eu não sabia de nada... Aliás, nem ando na A9, portanto nunca poderia sabê-lo , nao sou vidente!
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Old January 24th, 2010, 02:25 PM   #97
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Os riscos da auto-estrada que colocou uma região no mapa: o Oeste

Bela e perigosa, a Auto-estrada 8 recebe nota negativa do Observatório de Segurança de Estradas e Cidades devido a violações de normas de construção, que colocam em perigo os automobilistas. Não deixa, porém, de ser uma ligação importante para a economia e a vida de milhares de pessoas e empresas do Oeste.

Auto-estrada 8 (A8) aproximou o Oeste de Lisboa. Há mesmo quem a prefira como alternativa à A1 para chegar ao Porto. Mas o Observatório de Segurança de Estradas e Cidades (OSEC) avaliou as condições de perigo rodoviário que subsistem nesta ligação entre a capital e Leiria e alerta para a necessidade de serem adoptadas medidas que atenuem o risco de acidentes provocados por hidroplanagem e reduzida visibilidade em curvas mais apertadas.

Francisco Salpico, coordenador do levantamento realizado pelo OSEC, alerta que a auto-estrada do Oeste "está entre as mais perigosas do país". Este engenheiro, responsável pelo relatório preliminar da peritagem à A8, conclui que se impõe a execução de trabalhos "que reponham as condições de segurança rodoviária", que consistam na correcção do traçado, do pavimento e das ranhuras no piso para drenar com eficácia o excesso de água. E defende que devem ser desencadeadas intervenções urgentes "para modelar a velocidade de tráfego para níveis correctos".

Instado há mais de uma semana a fornecer dados sobre acidentes na A8, e quais as zonas de maior acumulação de sinistros, o comando-geral da GNR prometeu disponibilizar as informações. Um dia depois, o gabinete de imprensa da força policial fez saber que não podia satisfazer o pedido, encaminhando para a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Este organismo, que coordena a política do Governo em matéria de segurança rodoviária, também não respondeu. Como frisava recentemente o ex-ministro Luís Campos e Cunha, sempre que percorre a A8 e tem de pagar como se fosse uma auto-estrada, "gostaria de chamar o gerente, mas não há ninguém para responder, ninguém é responsável".

A caminho do Oeste

O quilómetro zero da A8 nasce ao fundo da Calçada de Carriche, nos limites dos concelhos de Lisboa e de Odivelas. Os pouco mais de 132 quilómetros até Leiria estão devidamente sinalizados nos pórticos que orientam para o caminho do Oeste.

Na travessia da várzea de Loures, logo ao quilómetro dois, o anúncio de obras impõe a limitação de circulação para 80 quilómetros por hora, com estreitamento das vias de rodagem. A entrada a partir do Eixo Norte-Sul (através do túnel do Grilo), entupida a qualquer hora do dia, despeja na faixa da A8 uma fila compacta de viaturas ao longo de umas centenas de metros até à saída para Frielas e Santo António dos Cavaleiros. De um lado da estrada, densas urbanizações encavalitam-se em altura nos montes, numa mancha contínua que se espalha desde o concelho de Odivelas. No lado oposto, impõe-se o mastodôntico Loureshopping, um dos muitos centros comerciais plantados em terrenos outrora destinados à agricultura.

Os trabalhos em curso, a cargo da empresa Auto-estradas do Atlântico, participada pela Brisa e que detém a concessão da A8, fazem parte da empreitada de reabilitação e alargamento do lanço CRIL (Circular Regional Interior de Lisboa)-Loures, numa extensão de 6,3 quilómetros. O investimento é de 34,1 milhões de euros, deve ficar concluído até ao final do ano.

No traçado plano e com curvas pouco acentuadas até à saída para Loures e Bucelas, a generalidade dos automobilistas circula dezenas de quilómetros acima da velocidade permitida. Isto, apesar da redução da largura das vias e do mau estado do piso. E de existirem, segundo o tal estudo do OSEC às condições de segurança na A8, diversas zonas de risco de hidroplanagem (aquaplaning), ou seja, zonas de acumulação de água no pavimento, por deficiente escoamento, o que cria condições propícias a despistes.

Só a aproximação à praça de portagem impõe algum abrandamento. Porém, mesmo aqui, há quem teime em quase colar-se ao carro da frente nos corredores da Via Verde.

As obras de Loures

As três vias de circulação vão escoando o tráfego até à saída para a A9 (Circular Regional Exterior de Lisboa). Na subida íngreme, muitos sinais das obras de alargamento estão tombados. Presume-se que devido ao mau tempo. Neste lanço entre Loures e a Malveira, a concessionária está a investir 35 milhões de euros no alargamento para três vias (também no sentido norte-sul, onde agora só tem duas vias) ao longo de cerca de dez quilómetros. A empreitada, que deve ficar pronta durante 2010, inclui o aumento de mais uma via para lá da área de serviço de Loures (onde actualmente passa a duas), no sentido sul-norte, até à saída para Ericeira/Mafra/Malveira. A necessidade do alargamento é ditada pelo facto de o tráfego médio diário anual entre Loures e a Malveira já ultrapassar os 35 mil veículos.

O piso irregular em betão, em notório mau estado, será substituído por uma mistura betuminosa modificada a partir de borracha reciclada de pneus. Esta solução permite reduzir o barulho provocado pela circulação de tráfego - além de aumentar o conforto para os utilizadores e, espera-se, assegurar também melhores condições da drenagem transversal e longitudinal à auto-estrada.

A este nível, Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Clube de Portugal, é taxativo: "É urgente acabar rapidamente com o alargamento, porque aquilo é um perigo assim." Barbosa admite utilizar a A8 como alternativa à A1 em deslocações ao Porto - através da ligação à A17 e à A29 "fica a 500 metros da Ponte da Arrábida". Reconhece, contudo, que o traçado inicial, "como foi feito à pressa", não reúne as condições de segurança para uma auto-estrada. No troço entre Loures e Torres Vedras, nota, "há sítios onde para se fazer a 120 [quilómetros por hora] é preciso ter-se cuidado".

Nesta zona, o estudo do OSEC, organismo não governamental composto por magistrados, técnicos e autoridades de segurança, salienta a violação das normas técnicas relativas à inclinação excessiva da via, com descidas em distâncias muito superiores ao estabelecido. Além disso, há inúmeros pontos de risco de hidroplanagem, incumprimento dos raios para as curvas verticais (lombas) o que reduz "de forma grave" as distâncias de visibilidade e de paragem. Mais problemas detectados por aquele organismo: curvas em planta muito apertadas, geradoras de elevadas acelerações centrífugas, que potenciam a perda de controlo da direcção do veículo.

Francisco Salpico destaca um caso entre as inúmeras situações de violação: uma curva, pouco antes do quilómetro 19, com um raio de 430 metros, onde a velocidade específica (factor que define até onde estão asseguradas condições mínimas de segurança) é de apenas 97 quilómetros/hora. Este valor é muito inferior à velocidade de tráfego (que se admite ser praticada por 85 por cento dos condutores) e que ronda os 145 quilómetros por hora. Mesmo circulando à velocidade máxima permitida na auto-estrada, o automobilista corre perigo de acidente muito acima do valor limite de segurança do traçado da via.

Torres queixa-se do preço

Um condutor atento à estrada só de relance pode contemplar a paisagem que se estende desde o cabeço vulcânico de Montachique, ainda no concelho de Loures, até para lá de Torres Vedras. Isto porque a auto-estrada serpenteante possui apenas duas vias até à saída para Sobral de Monte Agraço, o que dificulta a vida a quem queira apreciar o contraste entre as encostas bucólicas pintalgadas com moinhos em ruínas e, do lado contrário, as modernas e gigantescas hélices de ferro das torres eólicas. Mais adiante, ainda se pode aproveitar durante uns quantos quilómetros o alargamento para três vias e deixar para trás os camiões de mercadorias. Isto, se toda a faixa de rodagem não ficar ocupada com pesados a ultrapassarem outros - como acontece frequente. Em Portugal, parece ser assim: quando não é a via que complica, são os condutores que insistem em colocar em risco a sua segurança e a dos outros...

Em Torres Vedras, que conta com duas saídas (sul e centro), a auto-estrada motiva elogios e críticas. O presidente da câmara, Carlos Miguel (PS), disse ao Cidades, através de um assessor, "que não tem nada a dizer sobre o assunto [A8]". Fica por se saber se o autarca socialista mantém a opinião, expressa num relatório elaborado pela sua própria assembleia municipal e apresentado ao executivo em Março de 2009, de que, "subtraindo questões técnicas como a má qualidade do piso, partes do traçado com curvas demasiado pronunciadas e locais com mau escoamento de águas pluviais, a A8 tem servido muitíssimo bem Torres Vedras e o Oeste".

Com a auto-estrada, a região ficou a meia hora da distânciade Lisboa, atraiu investimento estrangeiro, traduzido nomeadamente em empreendimentos turísticos.

"O que se passa na A8 é uma vergonha, quer ao nível da qualidade do piso, quer dos preços praticados", contrapõe, em declarações ao Cidades, o vereador Paulo Bento (PSD), da oposição em Torres Vedras. Este autarca apoia-se no relatório de avaliação das portagens para salientar que se trata da "mais cara" do país.

A comissão da assembleia municipal concluiu que o troço Malveira-Torres Vedras Sul (17,9 km/1,45 euros), comparado com o troço Loures-Malveira (11,4 km/0,75 euros), "tem um valor de portagem substancialmente mais caro". A diferença resulta de contratos de concessão assinados em épocas distintas. Essa foi, aliás, a explicação avançada pelo presidente da Auto-estradas do Atlântico, José Costa Braga. Num ofício remetido à câmara, o responsável sustenta que "os sublanços com mais anos de serviço têm uma tarifa (euro/km) mais baixa, devido a coeficientes de actualização inferiores". O presidente da câmara recorreu da diferença de preços para a associação de defesa do consumidor Deco, mas em Torres desconhece-se o resultado dessa diligência.

O recente temporal deixou marcas nas áreas de serviço de Torres Vedras. Os ventos dobraram os grossos ferros de uma protecção do parque de estacionamento (sentido norte) e deixaram meio tombada a placa informativa do acesso na direcção sul. A via nesta zona, para o OSCE, apresenta sobretudo deficientes condições de visibilidade, devido a curvas verticais e algumas planas e riscos de hidroplanagem, em diferentes pontos nos dois sentidos. O troço entre a saída para o Bombarral e Óbidos padece dos mesmos problemas. Esta última vila, cujo casario muralhado se avista da auto-estrada, tem sabido tirar partido desta ligação. O presidente da câmara, Telmo Faria (PSD), já lhe chamou mesmo "a coluna vertebral do Oeste".

A sorte das Caldas

"A saída da zona industrial é perigosa." Quem o admite é o presidente da Câmara das Caldas da Rainha, Fernando Costa (PSD), esclarecendo, por seu lado, que se trata de um acesso à A8 que foi projectado inicialmente para servir uma variante à cidade e que acabou por ser transformado em auto-estrada. O social-democrata não poupa nos elogios pelo que a via representa para a região. Os motivos para sorrir também se devem ao facto de os oito quilómetros (sem portagem), com quatro acessos à volta das Caldas, terem retirado "cerca de 60 por cento do trânsito do centro da cidade". E sublinha que a auto-estrada, além de aproximar o concelho de Lisboa e de Santarém, constitui uma alternativa a ter em conta na ligação ao Porto.

O perfil a partir das Caldas da Rainha torna-se menos acidentado, para benefício do conforto.

Jorge Barroso, presidente da Câmara da Nazaré, independente eleito pelo PSD, também aprova a infra-estrutura rodoviária, apesar de a vila piscatória não ficar logo à beira da A8. "As auto-estradas são boas para trazer, mas também levam mais facilmente", salienta o autarca numa alusão à necessidade de os municípios saberem tirar partido do dinamismo económico proporcionado pela melhoria das acessibilidades. "Não podemos dizer que não queremos pagar portagens e depois ter a estrada alcatifada. A A8 de hoje não é igual à de anteontem", afirma Jorge Barroso. Tal não o impede de lamentar que os valores praticados no troço após as Caldas da Rainha e a ligação ao seu município sejam dos "mais caros do país". Por isso, defende que, se "o preço fosse igual para todos, o pagamento seria mais justo". Em termos de segurança, o autarca destaca que "o traçado é bastante melhor", apesar dos riscos acrescidos de hidroplanagem na zona de Alfeizerão. Problema que também é assinalado pelo estudo do OSEC.

A ligação à Marinha Grande é garantida através da A17, a via que depois permite continuar pela A29 até ao Porto. O socialista Raul Castro, presidente da Câmara de Leiria, onde termina a A8, realça que a via proporciona um "acesso mais rápido ao litoral do Oeste". O autarca da cidade do Lis salienta que esta acessibilidade tem sido um dos principais motores para a produtividade industrial da cidade, uma vez que "facilita muito a vida das empresas". Em termos de segurança, Raul Castro chama a atenção para "alguns pontos de maior acumulação de água", que aumentam o risco de acidentes provocados por aquaplaning, mas garante que "a própria concessionária tem mostrado preocupação em melhorar o pavimento e resolver estes problemas".

Fonte: Público, 24/01/10
pedrodepinto no está en línea  
Old January 24th, 2010, 02:26 PM   #98
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Um texto interessante sobre a A8, que, ainda assim, não explora os anos de construção das diferentes partes da auto-estrada, que justificam as diferenças referidas.
Para quem a conhece, o texto não traz nenhuma novidade, mas é sempre bom saber que reflecte o nosso ponto de vista, como é o meu caso, que a vejo como uma excelente alterantiva à A1 até Leiria !
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Old January 24th, 2010, 06:36 PM   #99
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Um texto interessante sobre a A8, que, ainda assim, não explora os anos de construção das diferentes partes da auto-estrada, que justificam as diferenças referidas.
Para quem a conhece, o texto não traz nenhuma novidade, mas é sempre bom saber que reflecte o nosso ponto de vista, como é o meu caso, que a vejo como uma excelente alterantiva à A1 até Leiria !
Então, mas já estão a fazer algo para acabarem com os problemas levantados?
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Old January 24th, 2010, 07:43 PM   #100
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Pelo menos até Mafra estão a fazer alargamentos e a renovar o piso... Já tratar daquele acesso a Santo António dos Cavaleiros vai ser mais difícil !
Por acaso desconhecia que tivesse risco de aquaplaning... Mas é sobretudo na parte mais antiga !
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