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Old February 8th, 2010, 09:06 PM   #81
Andre_Filipe
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Municípios do Douro investem 119 milhões de euros na região até 2013

Os 19 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Douro (CIMDOURO) vão investir 119 milhões de euros até 2013 na construção de pólos escolares, requalificação urbana e estradas municipais, zonas empresariais, modernização tecnológica e ambiente.




"O objectivo é ter o Douro a uma só velocidade. O desenvolvimento passa pela coesão social e territorial", afirma o presidente da CIMDOURO e da Câmara de Alijó, Artur Cascarejo.



A CIMDOURO está a gerir o Programa Territorial de Desenvolvimento do Douro, que prevê até 2013 um investimento na ordem dos 119 milhões de euros em projectos municipais, para os quais já dispõem de uma verba assegurada de 83,1 milhões de euros de co-financiamento FEDER.



Os primeiros contratos de financiamento foram assinados hoje no Peso da Régua, envolvendo uma verba de 8,4 milhões de euros e uma comparticipação comunitária de 5,9 milhões de euros.



Estes contratos correspondem às candidaturas a apresentadas pelos concelhos de Torre de Moncorvo e Santa Marta de Penaguião para a construção e requalificação de áreas de acolhimento empresarial e pelos municípios de Armamar, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão Frio, Penedono, Régua, Sabrosa, Tabuaço, Torre de Moncorvo e Vila Real para a requalificação e beneficiação da malha viária municipal.



Artur Cascarejo refere que, até ao momento, o Programa Territorial de Desenvolvimento do Douro conseguiu atingir uma taxa de execução na ordem dos 36%.



O autarca salienta que a prioridade da estratégia da CIMDOURO passou por garantir pelo menos um pólo escolar para cada um dos municípios.



Agora, segundo refere, serão abertos concursos para todos os outros eixos, que passam pela modernização tecnológica, áreas de localização empresarial, requalificação das redes viárias municipais e supra municipais, bem como o ciclo urbano da água, ou seja, tudo o que tenha a ver com o ambiente, desde as estações de tratamento de águas ou tratamentos de resíduos sólidos urbanos.



Questionado sobre o repto de união lançado pelo presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes, Fernando Campos, Artur Cascarejo diz que as duas comunidades sempre estabeleceram relações de diálogo institucional e de preocupações comuns. "Vamos continuar a fazer esse trabalho sem preocupações de formatação, de reorganização de espaços, até porque se vai começar a discutir a regionalização e, como todos sabem, sou um regionalista convicto", frisou.
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Old March 30th, 2010, 08:03 PM   #82
Jorge MCG
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UTAD: Bloco de laboratórios da universidade vai custar 9,4 milhões de euros

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) anunciou um investimento de 9,4 milhões de euros para a construção do edifício de laboratórios, onde se efectuará a investigação em áreas como biologia molecular, genética, bioquímica e nutrição humana.

O vice-reitor Carlos Sequeira disse que as obras de construção do novo edifício, no campus de Vila Real, já arrancaram e têm um prazo previsto de conclusão de 18 meses.

O projeto resultou de uma negociação que, segundo o responsável, demorou "cinco anos" e conta com uma comparticipação de 70 por cento do programa FEDER.

No Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) de 2010, o Governo inscreveu uma verba de 500 mil euros para as Ciências veterinárias/bloco de laboratórios.

"A UTAD precisa de dar um salto para uma investigação de ponta e este edifício vem colmatar a necessidade de infraestruturas de última geração para essa investigação", afirmou.

Segundo o responsável, a nova estrutura vai acomodar algumas especialidades da medicina veterinária e faz uma "forte interface com área que são decisivas na investigação atualmente", como a biologia molecular, a genética, a bioquímica ou a nutrição humana.

Referiu ainda que, naquele espaço, se poderá vir a fazer uma ligação às ciências médicas se a candidatura apresentada pela UTAD, em parceria com um dos maiores grupos privado portugueses ligados ao ensino e saúde, o CESPU, for aprovada.

A UTAD quer criar um mestrado de seis anos, com todos os ciclos dos tradicionais cursos de Medicina, destinando-se a alunos que terminam o 12ºano e se candidatam ao Ensino Superior.

A investigação tem sido uma das apostas da universidade transmontana que, em dois anos, duplicou a investigação produzida e publicada em revistas cientificas internacionais.

O vice-reitor para a investigação, Eduardo Rosa, disse que os investigadores da universidade de Vila Real passaram de 153 publicações em revistas científicas internacionais em 2006 para as 310 em 2008, fazendo atualmente uma forte aposta na valorização dos efluentes e resíduos dos sectores do vinho, azeite ou panificação.

O responsável referiu que, em termos proporcionais, esta foi a universidade e salientou que a sua meta é alcançar os 400 artigos anuais.

Espalhados por oito centros, a instituição possui atualmente 230 investigadores, mais 244 colaboradores desta academia e 258 provenientes de outras instituições de ensino superior.
in Marão Online
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"VILA REAL a porta de entrada no Reino Maravilhoso"
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Old March 31st, 2010, 12:42 AM   #83
Portvscalem
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Muito bom!
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Old April 15th, 2010, 10:13 PM   #84
Cavis Ribeirus
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A pista tem possibilidades de expansão? Que me recorde tem pelo menos uma zona desnivelada num dos extremos... E para aviões de 100 lugares é preciso mais que os 900 metros actuais...
Após cuidada visão do terreno, verifiquei que essa obra é manifestamente impossivel ou desmesuradamente parva...passo a explicar...primeiro de um dos lados tem estrada e logo de seguida 10 metros de desnivel....logo ou fica como o da madeira ou nao se faz....segundo do outro lado tem habitações msm no fim da pista e livres nao tem mais de 500 metros em linha recta com um desnivel inferior a 10m...a unica hipotese sera fazer uma pista na diagonal que implicava a demoliçao do kartdromo e tb de algumas habitações...
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Old May 22nd, 2010, 11:19 AM   #85
pai nosso
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in "Jornal de Notícias"


Ponte metálica vai reabrir para peões


A Estradas de Portugal vai gastar um milhão e seiscentos mil euros para recuperar a ponte metálica do Peso da Régua. O início das obras está previsto para Outubro deste ano, prevendo-se a conclusão para o Verão de 2011.


Ao JN, fonte oficial da EP esclareceu que a empreitada visa a "reabilitação da ponte metálica da Régua para uso exclusivamente pedonal". A intervenção prevê a reposição das "características originais" daquela travessia sobre o rio Douro, com destaque para o pavimento que será em madeira.


Os trabalhos pretendem também reforçar a estrutura, de modo a devolver-lhe "todas as condições de segurança e durabilidade". O objectivo é que "todos os utentes possam usufruir desta magnífica travessia sobre o rio".


Segundo a EP, no âmbito desta empreitada, cujo concurso público foi aberto há dias, também vai proceder-se à electrificação da ponte, "de modo a permitir a instalação de iluminação decorativa que realce beleza a arquitectónica desta obra de arte".


A travessia é considerada na Régua como um elemento de presença urbana marcante na cidade, bem como de toda a região. Daí que seja com "muita satisfação" que o presidente da Câmara, Nuno Gonçalves, encara a reabilitação de uma estrutura que rotula de "monumento histórico".


O autarca pensa que a obra "era inevitável", tendo motivado o seu executivo a dialogar com a EP para ver incluída a empreitada na nova "Frente Douro", no âmbito do plano de regeneração urbana da cidade. Nuno Gonçalves acredita que toda a intervenção na frente ribeirinha, o novo acesso ao rio que vai ser criado na zona das pontes e a possibilidade de as pessoas poderem passear pela velha travessia, "vai criar novas dinâmicas turísticas naquela área".


Entretanto, a EP está a investir quase 18 mil euros na reparação do pilar dois da ponte metálica do Pinhão, em Alijó. Uma intervenção iniciada este mês e que deve durar apenas 15 dias. Consiste no preenchimento da cavidade existente na base do referido pilar.
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Old June 21st, 2010, 11:34 PM   #86
ERVATUGA
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Aldeias alentejanas e transmontanas resistem à morte anunciada

As aldeias do Alentejo e Trás-os-Montes sobrevivem ao passar dos anos e à morte dos seus habitantes mas os resistentes são cada vez menos e com menos confiança no futuro da terra.

Exemplo disso são os casos da aldeia do Arnal, em Vila Real, e Faleiros, no Alandroal. Duas terras com pouco mais de meia dúzia de moradores que resistem a sair e a mudar-se para zonas urbanas.

Na Aldeia de Faleiros, o inglês Peter Bernthal, de 62 anos, é um dos poucos que criou raízes porque quis e não porque nasceu no Alentejo.

“Num raio de 35 quilómetros, tenho bancos, hospital, lojas, supermercado, advogados. Tudo o que preciso para viver está aqui, no Alentejo”, diz. Com a mulher recuperou uma casa comprada em 2002 e até tem um turismo rural que recebe visitantes dos vários “confins” do mundo, mas não atrai nacionais: “Os únicos portugueses que cá vêm são amigos nossos”.

“Uma vez, telefonou um português e a primeira coisa que perguntou foi se havia televisão no quarto. E outro queria saber se tínhamos televisão por cabo. Eu disse que não”, relata a mulher Fernanda.

Agora, o casal gostava de ver um maior apoio ao turismo na região. “A última fábrica que abriu no Alandroal foi há 24 anos… O turismo é muito importante e podia dar trabalho à gente nova”, defende o inglês, apaixonado pela sua casa alentejana, com “tetos brancos com barrotes pretos de madeira” e “uma chaminé para nos sentarmos lá dentro”, que lhe evocam as “casas dos ricos” da sua região natal.

Mais a norte, Alberto da Cruz recorda os bailes, os gritos das crianças ou o barulho do gado que há uns anos animavam a aldeia transmontana de Arnal. Mas isso era “no antigamente”. Agora vivem apenas 15 pessoas nesta aldeia da serra do Alvão, localizada a cerca de 10 quilómetros da cidade de Vila Real.

Agora, aos 82 anos, Alberto da Cruz é uma testemunha do tempo. Desde que chegou viu a escola primária fechar as portas, viu morrer muitos vizinhos, enquanto outros emigraram à procura de melhores condições de vida, assistiu ao fim dos bailes e ao abandono dos terrenos agrícolas.

O silêncio tomou conta dos dias em Arnal. É preciso percorrer uma estrada estreita e íngreme para chegar ao topo da serra, que no inverno fica por inúmeras vezes isolada devido à neve ou ao nevoeiro.

“Não adianta bater à porta. A maior parte destas casas está abandonada ou fechada e só reabrem com a chegada dos emigrantes no verão”, referiu António Gouvinhas, 42 anos.

A batalha para manter vivas estas aldeias é assumida pelos presidentes de Junta mas a guerra está longe de ser ganha.

No Alandroal, o jovem Arlindo Dias, de 33 anos, está no primeiro mandato como presidente da junta de Freguesia e a meta é contrariar a “estagnação” a que a sua terra foi votada.

No interior do país, sobretudo quando se fecham escolas e outros serviços públicos, critica o autarca, trava-se uma “luta desigual contra o Estado”, que “quer acabar com as aldeias e concentrar as pessoas todas nas grandes cidades”.

“O interior está esquecido, mas, para o país ser de excelência, não podemos deixar morrer estes lugares e aldeias. É como uma árvore, que nasce por ter raízes. Até pode estar muito bonita, mas são as raízes que a alimentam e, se estas secam, mais tarde ou mais cedo a árvore morre”, sentencia.

No Arnal, para manter a “aldeia viva”, o presidente da Junta de Vila Marim, João Paulo Nóbrega, quer melhorar os acessos, levar até lá cima o saneamento básico e alterar as regras do Plano Diretor Municipal (PDM) para alargar a área de construção.

“São poucas as pessoas que lá vivem mas têm os mesmos direitos que os outros. Queremos também que mais ninguém se vá embora por não poder construir casa e a partir do verão vamos dar um incentivo financeiro a todos os bebés que nasçam na freguesia”, afirmou.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/66688
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Old July 17th, 2010, 07:13 PM   #87
ERVATUGA
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Só o túnel do Marão e as variantes de Vila Real e Bragança terão portagens

O ministro das Obras Públicas esclareceu hoje que as únicas portagens a pagar nas novas concessões rodoviárias de Trás-os-Montes serão as variantes de Vila Real e Bragança e o túnel do Marão.

Pouco depois de ter afirmado em Vila Flor que todo o investimento rodoviário teria de ser pago, António Mendonça esclareceu que, em Trás-os-Montes, serão instaladas portagens em apenas três locais concretos.

Em causa estão as duas variantes na autoestrada transmontana às duas capitais de distrito, “dois lances que são novos e onde existem alternativas”, e o túnel do Marão, esclareceu o ministro.

Para Trás-os-Montes está previsto um investimento de mais de dois mil milhões de euros para três projetos rodoviários: túnel do Marão, Douro Interior e autoestrada transmontana.

As três obras estão a ser construídas em regime de concessão e apenas o Túnel do Marão foi anunciado pelo Governo como tendo portagens por ser uma alternativa ao sinuoso IP4.

O primeiro ministro José Sócrates já tinha apresentado há mais de um ano a autoestrada Transmontana como a “autoestrada da justiça” sem portagens no troço que atravessa o distrito de Bragança por ser uma região sem vias de comunicação estruturantes e ainda sem um quilómetro de autoestrada.

Quanto à concessão no Douro Interior, que incluiu o IP2 e o IC5, “não estão previstas portagens, até porque não são autoestradas”, assegurou António Mendonça.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/70087
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Old July 17th, 2010, 11:13 PM   #88
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barragens

Novos projectos não vão ter aproveitamento turístico

O investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) Rui Cortes defendeu hoje, na Régua, que a construção das barragens reversíveis, em que há um reaproveitamento da água turbinada, vai impedir o aproveitamento turístico das albufeiras.

A maior parte das barragens previstas no Plano Nacional vão ser reversíveis, o que para o investigador significa que vai haver uma “grande flutuação do nível de água, enchendo durante a noite e baixando durante o dia, período de maior consumo de energia”.

"A ideia idílica de ter uma grande massa de água não se vai verificar. Pelo contrário, será uma situação muito desagradável com grandes variações de cota que não são propícias para fins turísticos”, salientou.

Para o especialista da área de ambiente, as grandes flutuações do caudal dos rios vai provocar “um grande efeito de erosão e uma perda absoluta do solo em redor”.

Rui Cortes alertou ainda para os efeitos na qualidade da água dos rios com a sucessão de barragens, como acontece no Tâmega, para onde estão previstas quatro empreendimentos, destacando a concentração de cianobactérias, que põem em causa o uso da água para fins de abastecimento público.

Alertou ainda para novos estudos que contradizem a teoria do Governo, que tem apresentado as barragens como uma forma de energia que produz entre 50 a 120 vezes menos emissões de CO2 comparadas com as fontes clássicas, os combustíveis fósseis.

“O Governo aceita que existe uma degradação da qualidade de água, mas diz que, por outro lado, existe um ganho a nível da redução das emissões. No entanto, estudos mais recentes dizem que as emissões de gases de efeito de estufa a partir das grandes albufeiras representam cerca de quatro por cento do total de emissões a nível mundial”.

O especialista falava no decorrer do debate “Sim ou não às barragens do Tua e do Sabor”, organizado pelo blogue “Nortadas” em parceria com o Museu do Douro.

Apesar de ter confirmado a presença, a EDP não marcou presença no debate, que contou com a participação de algumas dezenas de pessoas e onde foram feitas muitas críticas à política energética do Governo.

Ao contrário do que era esperado, o debate acabou por focar pouco o Sabor, já em construção, ou o Tua, cujo início dos trabalhos está anunciado para o final do ano.

O especialista em energia nuclear, Sampaio Nunes, afirmou que Portugal está “à beira da falência porque as opções energéticas foram erradas e foram feitas sem se fazerem contas”.

Sampaio Nunes defendeu uma maior “eficiência energética” e a energia nuclear como uma “eventual” alternativa ao que se pretende fazer com as barragens, considerando que a sua construção visa apenas “tentar corrigir o excesso da flutuação da energia eólica”.

Apesar de discordar da opção do nuclear, Joanaz de Melo, investigador universitário e membro do Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), também defendeu que a “prioridade nacional” deve ser a “eficiência energética”, avançando com a necessidade de reduzir em 30 por cento o consumo de energia.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/70153
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Old July 18th, 2010, 04:45 PM   #89
Neptunus
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Central de camionagem de Macedo arranca

A Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros já adjudicou o projecto da central de camionagem, uma obra ansiada há muito pela população.

Os trabalhos para a construção daquela infra-estrutura, que vai nascer onde, actualmente, funciona o parque de máquinas do município, na zona das escolas, devem arrancar em breve.
A central de camionagem representa um investimento de 900 mil euros, comparticipados em cerca de 650 mil euros por fundos comunitários.
A par do edifício principal, a central também vai contar com um restaurante, bar, um parque infantil e parque de estacionamento.

http://www.jornalnordeste.com/notici...Action=noticia
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Old July 24th, 2010, 09:40 PM   #90
ERVATUGA
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Mogadouro propõe festival aéreo RedBurros em vez de RedBull

Não é RedBull, mas sim RedBurros, o festival aéreo que a vila transmontana de Mogadouro vai acolher a 31 de Julho e que pretende juntar os aficionados pelas máquinas voadoras, praticantes de voo planado e público em geral.

O evento serve para assinalar o quinto aniversário do Aeródromo Municipal de Mogadouro e o curioso nome do festival aéreo foi inspirado no famoso Red Bull Air Race e na tradicional feira de gado asinino que anualmente se realiza na aldeia de Azinhoso, do concelho de Mogadouro, afirma o responsável pelo evento João Henriques, vice-presidente da câmara de Mogadouro.

“O nome RedBurros Fly In faz a simbiose com a mais afamada competição aérea [ Red Bull Air Race] com a cultura do local onde está inserido o aeródromo, que a freguesia de Azinhoso”, explica à Lusa João Henriques, acrescentando que nesta aldeia existe há muitos anos a feira dos burros.

O vice-presidente da autarquia mogadourense diz que este festival aéreo “destina-se a todos aqueles que gostam de voar, seja em aviões, planadores, asa delta, helicópteros, parapente e a todos aqueles que gostam de apreciar um espectáculo que não é usual nas nossas terras, mas que é de uma beleza incalculável”.

A presença de vários pilotos nacionais e estrangeiros está confirmada, com destaque para os praticantes do voo à vela.

O festival vai contar com a presença dos planadores da Forças Aérea Portuguesa e do Dornier DO.27, um avião do Museu do Ar. A estas máquinas junta-se o simulador de voo helicóptero Westland Lynx Mk.95 da marinha portuguesa.

Para fazer subir os níveis de adrenalina estarão presentes patrulhas acrobáticas, como os SmokeWings, aerobática com o Pitts S2Be, o Extra 30 e Patrulha Fantasma.

As exibições de voo planado e demonstração de planadores em exposições estática de aeronaves que estará aberta ao público.

No aeródromo de Mogadouro está instalado o Centro Internacional de Voo à Vela (CIVV), “o qual formou, nos últimos três anos, metade dos pilotos de planadores em Portugal”, afirma João Henriques.

O município de Mogadouro, entidade responsável pelo evento, vai fazer um segundo curso de formação de pilotos, o qual conta com nove novos alunos, oriundos um pouco de toda a região Norte.

João Henriques assume que quer colocar Mogadouro como “a capital do voo à vela no país” e festivais deste tipo, como o RedBurros, são importantes para “a dinamização turística do concelho e da região nordestina”.

O Aeródromo Municipal de Mogadouro é composto por uma pista asfaltada com 1275 metros de comprimento, hangar e bloco técnico. Tem um espaço aéreo ilimitado e uma área reservada de 20 milhas náuticas (37 km).

As correntes térmicas da região onde o equipamento aéreo esta instalado, são muito apreciadas pelos pilotos e só comparadas com estrutura idêntica situada em Fuentes de Millano (Espanha).

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/70720
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Old August 1st, 2010, 01:37 AM   #91
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Acrobacias aéreas de Red Burros conquistam cerca de 2000 pessoas

O festival aéreo “Red Burros, Flay-In”, que decorreu hoje em Mogadouro para assinalar o 5º. aniversário do aeródromo municipal, reuniu cerca de 2000 espectadores, estando a câmara municipal a planear registar a marca e repetir o evento anualmente.

“O nome colocado ao evento caiu bem na opinião pública”, afirmou à Lusa o vice-presidente da câmara de Mogadouro, João Henriques, explicando que “o Red significa o sangue, alma e empenhamento dado ao festival” e que “a palavra faz jus a um animal que está na moda e sempre teve ligações à região”.

Agora, adiantou o responsável, “é só registar a marca e continuar com o festival”.

Os aviões e burros foram a principal atração do “Red Burros, Flay-In”, que contou com a presença de mais de 70 pilotos e meia centena de aeronaves.

Organizado pela câmara de Mogadouro para assinalar o 5º aniversário da aeródromo municipal, o festival teve como um dos pontos altos a exposição estática de vários modelos de aviões civis e militares e um simulador de voo de helicópteros da Marinha Portuguesa, além de batismos de voo.

Também as manobras áreas da Patrulha Fantasma, Aerobática e SmokeWings fizeram subir os níveis de adrenalina aos presentes.

Os passeios de burros foram muito concorridos, fazendo jus ao nome do evento, o qual contou ainda com a colaboração do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP).

“É um evento de dignidade nacional. A iniciativa trouxe gente a uma vila do interior, o que veio mexer com a economia local. Vamos continuar a apoiar o evento que orgulha a região”, salientou o vice-presidente da instituição de turismo, Júlio Meirinhos.

O evento serviu ainda para promover o voo planado. No AMM está em funcionamento uma escola que em três anos formou metade dos pilotos de planadores em Portugal, naquele período de tempo.

Também o piloto acrobático Luís Garção considerou que “o nome dado ao evento foi feliz”, lembrando que “tal como o ‘Red Bull’, também se tratou de um festival com aviões que "chamou público".

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/71462
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Old August 1st, 2010, 06:12 PM   #92
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Sete novas estâncias abrem em breve

Sete novas termas estão em condições de abrir em breve, segundo um responsável sanitário, que compara o controlo das águas termais em Portugal ao cuidado que é dado a um medicamento que entra no mercado.

Segundo Paulo Diegues, responsável na Direcção Geral de Saúde (DGS) pelo departamento que autoriza e fiscaliza estâncias termais, estão em vários estádios do processo de abertura termas em Vidago (Chaves), Meda (Guarda), Cró (Sabugal), Luso (Coimbra), Terras do Bouro (Braga), Penamacor (Castelo Branco) e Estoril (Lisboa).

“O Sabugal, provavelmente em Outubro estará feita a vistoria; Meda já tem termas novas aprovadas; no Luso até Setembro o projecto estará para vistoriar; Penamacor em Setembro ou Outubro estará em fase de projetco; o Estoril abrirá em breve”, exemplificou.

Pedras Salgadas (Vila Pouca de Aguiar, Vila Real) abriu há cerca de um mês e Unhais da Serra (Covilhã, Castelo Branco) é também uma das mais recentes, já a funcionar em pleno.

“Muitas destas termas já existiram antes, mas estiveram muito tempo fechadas e tinham surgido numa altura em que não eram exigidas análises com o rigor de hoje”, disse este responsável, salientando que, por exemplo, o Estoril esteve fechado mais de 30 anos.

Segundo dados da Associação Termas de Portugal (ATP) no primeiro semestre de 2010 existiam em Portugal 48 termas licenciadas e com contrato de exploração pela Direcção Geral da Energia e geologia (DGEG), 37 das quais estavam em funcionamento e 40 delas eram associadas da ATP.

Além das termas já referidas, a ATP acrescentou que, entre 2008 e 1010, foram reabertas ou renovadas as termas de Almeida (Guarda), Cabeço de Vide (Portalegre), Monção (Viana do Castelo), São Vicente (Sagres), Nisa (Portalegre) e Monte Real (Leiria).

Este ressurgimento do interesse pelas termas surgiu, segundo Paulo Diegues, sobretudo desde a modificação da lei, em 2004, tendo-se verificado “uma renovação geral de mais de 200 milhões de euros de investimento”.

Este responsável salientou que o processo de construção de umas termas é hoje extremamente completo e rigoroso em termos de estudos médicos e de exigências legais, além da confirmação das propriedades físico-químicas, bacteriológicas e radiológicas das águas que pretendem ser classificadas como termais.

“Este rigor segue hoje a mesma filosofia de quando um medicamento entra no mercado”, considerou, realçando que mesmo depois de percorridos todos os passos e de ser concedida a licença para exploração da água para efeitos termais, “as termas têm ainda de funcionar durante algum tempo com um controlo para que comprovadamente se prove inclusive as propriedades terapêuticas da água”.

Quem classifica as propriedades da água e a sua capacidade para ser engarrafada ou de ajudar na cura de algumas patologias é a Direcção Geral da Energia e Geologia (DGEG).

Depois de autorizada a exploração termal, à DGS e a entidades locais cabe ainda controlar a saúde da água desde a origem até aos pontos de utilização.

“Quem explora tem de apresentar-nos análises de controlo, mas nós também fazemos análises de vigilância”, referiu.

“Tomaram muitas áreas da saúde ter o controlo das termas e com isso digo tudo. A água da maior parte tem o mesmo controlo que têm os produtos alimentares”, acrescentou.

Diegues realçou ainda que “as termas têm hoje valências que vão muito para além do tradicional” e considerou que “existem algumas que não se renovaram, mas, se não o fizerem, com o tempo não se vão conseguir manter”.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/71469
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Old August 3rd, 2010, 09:06 PM   #93
Barragon
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tecnológico do azeite

tecnológico do azeite
Economia
07/09/10, 17:36
OJE/Lusa
A região transmontana tem o primeiro centro tecnológico do azeite do país para modernizar e divulgar um sector que gera 30 milhões de euros por ano e que já contabiliza três dezenas de azeites DOP (Denominação de Origem Protegida).

O ministro da Agricultura, António Serrano, inteirou-se hoje do projecto, durante uma visita a Mirandela, e elogiou o trabalho que as organizações do sector estão a realizar em Trás-os-Montes.

O centro tecnológico do azeite foi financiado com 800 mil euros e reúne sete organizações académicas, agrícolas e autarquia que se propõem trabalhar em conjunto para a valorização da fileira do azeite.

"Este tipo de associação é fundamental", disse o ministro da Agricultura, sublinhando o "trabalho de excelência" que está a ser feito em Trás-os-Montes em torno do olival e no apoio ao agricultor.

O sector do azeite é o segundo com maior peso económico em Trás-os-Montes, só superado pelo do vinho.

A Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD) é a chefe desta fileira numa região com 37 mil olivicultores, proprietários de 80 mil hectares de olival que produzem uma média anual de 90 milhões de quilos de azeitona.

A qualidade dos azeites transmontanos tem sido premiada a nível internacional e é este trabalho de divulgação, além do apoio ao agricultor na inovação e modernização que se propõe continuar o centro tecnológico, que tem já aprovado um projecto de 1,5 milhões de euros para o efeito.

"O que estas organizações pretendem é racionalizar a actividade, criar um verdadeiro balcão do agricultor e prestar apoio a nível da inovação", sintetizou António Branco, presidente da AOTAD.

Dar formação aos agricultores é outro dos propósitos, em parceria com a escola agrícola de Carvalhais, em Mirandela, a única pública do género no país, que, além dos cursos para os 260 jovens alunos, vai passar também a dar formação especializada aos agricultores, segundo o director Manuel Taveira.

O ministro António Serrano remeteu para "um momento oportuno" outra aspiração dos olivicultores da zona, um projecto de regadio de 900 hectares de olival, com um conceito inovador que não recorre às tradicionais barragens.

O ministro teve conhecimento destes projecto durante um debate sobre "a agricultura como bem público", em Mirandela, no distrito de Bragança.
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Old September 10th, 2010, 12:43 AM   #95
Viriatuus
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Luso, Coimbra?
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Old October 1st, 2010, 07:45 PM   #96
Miguel_Arq
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Realiza-se no próximo dia 5 de Outubro, em Famalicão, o almoço de convívio SSC!

Membros que já confirmaram:

Miguel_Arq (Famalicão)
Costa (Famalicão)
Tcpor (Matosinhos)
Barragon (Barreiro)
Xico (Lisboa)
AG (Cacém)
J.Silva (Barcelos)
Johnnymass (Porto)
Viva-a-História (Coimbra)

Os interessados devem inscrever-se AQUI.
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Old October 24th, 2010, 11:10 PM   #97
ERVATUGA
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A barragem de Foz Tua deverá avançar até ao final do ano

http://tv2.rtp.pt/noticias/?headline...ornal=Mzg0ODM2

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Old October 24th, 2010, 11:11 PM   #98
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Mais informações neste website:

http://www.linhadotua.net/3w/index.php
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Old October 26th, 2010, 12:08 AM   #99
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Pai nosso:

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Ponte metálica vai reabrir para peões

A Estradas de Portugal vai gastar um milhão e seiscentos mil euros para recuperar a ponte metálica do Peso da Régua. O início das obras está previsto para Outubro deste ano, prevendo-se a conclusão para o Verão de 2011.
Passei lá já este mês e não se vê nada...
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Old October 26th, 2010, 12:18 PM   #100
pai nosso
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Originally Posted by Viriatuus View Post
Pai nosso:



Passei lá já este mês e não se vê nada...

Deve ser mais uma obra que vai ficar adiada mais uns anos!!!
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