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Old October 31st, 2010, 08:26 PM   #101
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Cinema fecha portas por falta de público

A única sala de cinema de Chaves fecha portas por causa “do reduzidíssimo número de pessoas que vinham ver cinema”, avançou hoje à Lusa o presidente do Teatro Experimental Flaviense (TEF), responsável pela exibição dos filmes, Rufino Martins.

Segundo Rufino Martins, “o valor obtido na bilheteira, na grande maioria das vezes, não chegava para pagar nem metade do seu custo às empresas distribuidoras de filmes”.

Por isso, disse, “tornou-se insustentável continuar com este serviço cultural que prestávamos ao concelho de Chaves e concelhos vizinhos”.

Com o encerramento da única sala de cinema da cidade, Rufino Martins considera que “Chaves fica muito mais pobre em termos culturais”.

A decadência do cinema flaviense não é um problema de agora: “Começou há cerca de quatro anos com o aparecimento dos DVD e com os jovens a terem acesso aos filmes na internet antes de chegarem às salas de cinema”, justificou o presidente do TEF.

Contudo, acrescentou, “o agravamento do custo de vida também pode estar na origem das pessoas virem menos ao cinema porque há outras prioridades”.

Rufino Martins revelou à agência Lusa que “há duas semanas, no domingo, estavam doze pessoas na sala e, há três semanas, eram só seis, quando costumavam ser cerca de 80 espectadores”.

Contudo, a decisão de encerrar a única sala de cinema da cidade “não foi tomada de ânimo leve”, disse, adiantando que foram “sondados alguns organismos no sentido de procurar apoios para manter a sala aberta, mas ninguém se mostrou disponível a ajudar”.

Para o dirigente do TEF, “por vezes, temos um bem e não o sabemos aproveitar”.

Este fim-de-semana, o auditório do TEF já não exibe sessões de cinema.

A partir de agora, os flavienses que queiram ir ao cinema terão de percorrer 66 quilómetros até Vila Real, sala de cinema mais próxima da cidade de Chaves.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/78346-ci...lta-de-publico

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Old May 22nd, 2011, 09:39 PM   #102
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Museu do Douro vence menção honrosa no Prémio Museu Europeu 2011

O Museu do Douro, em Peso da Régua, foi uma das seis instituições que receberam menção honrosa no Prémio Museu Europeu do Ano 2011, uma competição em que o Museu Galo-Romano de Tongeren, Bélgica, arrecadou a vitória.

Ao lado do museu português, as outras menções honrosas foram para a Experiência Musical Britânica, no Reino Unido, para o Museu do Artista e do Contador de Histórias, na Rússia, para o museu espanhol da Memória da Andaluzia, para o alemão Museu Nacional Schiller e para o Museu da Guerra Civil Finlandesa.

O prémio do Museu Europeu do Ano 2011 é organizado pelo European Museum Fórum, uma organização europeia independente e sem fins lucrativos criada nos anos 1970 para promover a qualidade das instituições museológicas.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/95943-mu...u-europeu-2011



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Old October 21st, 2011, 10:20 PM   #103
Barragon
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Old October 26th, 2011, 11:30 AM   #104
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Novidades da Bila:

- A "nouvelle" piscina municipal vai ser mesmo construida segundo a camara municipal, dado que segundo eles andam a construir o campo de treino na Monte da Forca para libertar o Estadio do Calvario no centro da cidade para a construção da piscina...

- O centro escolar do Sudeste do concelho de Vila Real já foi adjudicado à Santana e Companhia e terá inicio brevemente. A sua localização é em Andraes na zona onde vai ser instalado o Centro Ciencia Viva junto á A24.

- A M.Coutinho vai reconstruir e aumentar o antigo stand da MErcedes da Auto Miro em Mateus junto ao centro de Saude 2(estou a concorrer para a obra e posso vos dar informações privilegiada sobre a mesma.


Pequenas considerações que tenho a fazer:

As piscinas são realmente necessárias mas não nos moldes em que irão ser executadas. O calvario não é um sitio onde possamos facilmente estacionar ou ir a pé para as piscinas.

Segundo o complexo apenas vai ter um piscina de 25 m com 8 pistas e tanque de 20m sendo apenas um upgrade da actual situação.

Quanto a mim deveria ter apenas 4/6 pistas a de 25 metros e deveria ter uma piscina olimpica.

O centro Escolar pelo contrario foi mt bem pensado na sua localização dado que o mesmo se encontra localizado basicamente dentro do futuro parque de ciencia tecnologia a construir e que ira trazer empregos. Logo ajudou a criar uma frente urbana em andraes e irá ter sustentabilidade a longo prazo...

Quanto á Mercedes, pelo menos um investimento privado na cidade que desde o shopping tem sido basicamente nulo e pode neste caso aumentar uns postos de trabalho.


Cumprimentos
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Old October 29th, 2011, 10:30 AM   #105
Cavis Ribeirus
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Mais uma boa noticia para a Bila:

A nova escola das arvores vai ser aumentada com um pavilhão gimnodesportivo, aumentando a oferta da cidade ao nivel dos mais pequenos na area do desporto.

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Old April 11th, 2012, 04:06 PM   #106
pai nosso
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in "Jornal de Notícias"


Investimento de 612 mil euros para requalificar cais do Pinhão


O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos anunciou, esta quarta-feira, a ampliação e requalificação do cais fluvial do Pinhão, num investimento de 612 mil euros para melhorar o acolhimento e segurança dos clientes da via navegável do Douro.


A Delegação do Norte e Douro do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) disse, em comunicado, que foi lançado o concurso público do projeto de requalificação do cais do Pinhão, situado no concelho de Alijó.
A intervenção, que representa um investimento de cerca de 612 mil euros, conta com o financiamento do Programa ON.2 - O Novo Norte (Programa Operacional Regional do Norte 2007/2013).


Esta ação vai incidir em duas vertentes principais. O projeto prevê a ampliação e requalificação do cais do Pinhão e a instalação de um novo cais flutuante turístico-fluvial, com 84 metros de frente acostável, para embarcações de turismo de cerca de 80 metros de comprimento, da classe barco-hotel.


Para o efeito será reaproveitado o equipamento flutuante do quebra-mar flutuante da marina da Régua, que será desmontado e transferido para o Pinhão.


A intervenção prevê ainda o rearranjo e beneficiação da margem esquerda do rio Pinhão.


Esta ação consiste na requalificação de uma faixa marginal da área terrestre, através da criação de um caminho pedonal em calçada de blocos de granito, arranjos exteriores e instalação de novos equipamentos flutuantes.


O objetivo do projeto é dotar o rio Douro e afluentes de melhores condições para o desenvolvimento das atividades de animação turístico-fluvial.


O IPTM assegura, durante a realização dos trabalhos, o normal funcionamento no cais do Pinhão.


Com vista à melhoria no acolhimento e segurança dos clientes da via navegável, a delegação Norte e Douro do IPTM está também a realizar requalificações nos cais da Régua e do Pocinho, num investimento que ronda os três milhões de euros.
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Old April 17th, 2012, 12:11 AM   #107
pai nosso
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Museu do Douro: Roteiro das pontes do rio Douro é inaugurado na quarta-feira


O Museu do Douro inaugura, na quarta-feira, no Peso da Régua, a exposição “Pontes do Rio Douro” que retrata 18 obras de arte ainda em atividade e que foram construídas ao longo de dois séculos.


Esta exposição, que assinala o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios – Do Património Mundial ao Património Local: proteger e gerir a mudança, estará patente até 17 de junho.


A mostra irá percorrer a Região Demarcada do Douro a partir de 2013.


Para além de dar a conhecer as pontes que unem as margens do Rio Douro, o diretor da unidade museológica, Fernando Seara, referiu que se trata também de uma mostra de obras de arte.


Este trabalho resulta de uma parceria entre o Museu do Douro e a Ordem dos Engenheiros, que este ano comemora 75 anos de existência.


A exposição foi coordenada pelo engenheiro António Vasconcelos, autor do livro “As Pontes dos Rios Douro e Tejo”.


Pretende ainda reconhecer o trabalho dos muitos engenheiros portugueses que têm "ultrapassado as barreiras físicas impostas pela natureza, com vista à criação de condições mais ajustáveis às necessidades e dimensão do homem".


“Hoje, mas com um olhar no futuro, é fundamental construir pontes que liguem e unam as pessoas, as instituições, os lugares e os países e fundamentalmente que nos aproximem ao outro”, afirmou à Lusa Fernando Seara.


Já o bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Matias Ramos, considera que esta instituição e a Fundação Museu do Douro encontraram nas pontes, que ao longo dos tempos foram sendo projetadas e erguidas pelo rio Douro, um motivo de encontro para, em parceria, darem vida à exposição “Pontes do Rio Douro”.


A mostra revela as 18 pontes ainda em atividade, mas também as já desativadas, demolidas e a antiga Ponte Hintze Ribeiro, de António Araújo e Silva, construída em 1886 e que colapsou em 2001.


Algumas das obras de arte que integram a exposição são a Ponte Pênsil do Porto, projetada por Estanislau Bigot em 1843 e demolida em 1887, a Ponte da Arrábida (1963), de Edgar Cardoso, a Ponte Luís I (1886), de Théophile Seyrig e António Reis (adaptação para o Metro) e a Ponte Infante D. Henrique (2003), de Adão da Fonseca e José Fernandez Ordonez.


Ainda a Ponte Maria Pia (construída em 1877 e desativada em 1991), de Gustave Eiffel e Théophile Seyrig e a Ponte São João (1991), de Edgar Cardoso.


A mostra revela a nova Ponte Hintze Ribeiro (2002) projetada por Victor Barata, retrata ainda a Ponte de Entre-os-Rios (2004) de J. L. Câncio Martins, a antiga Ponte de Mosteirô (1896), a Ponte de Mosteirô (1973) de Edgar Cardoso e a Ponte da Ermida (1998) de Mário Veloso.


No Peso da Régua encontra-se a Ponte Metálica, da autoria de W. Liebe, datada de 1872, desativada em 1949 e reabilitada para tráfego pedonal em 2011 e a Ponte de Alvenaria de Avelar Ruas, construída em 1932 e que foi adaptada para tráfego rodoviário em 1949.


Em 1997, foi construída a Miguel Torga, projetada por Armando Rito para a obra da Autoestrada 24 (A24) e, mais a norte, encontra-se a Ponte do Pinhão, construída em 1907 e reabilitada em 2006.



Fonte: http://www.welcomenordeste.net/museu...-quarta-feira/
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Old June 2nd, 2012, 11:27 PM   #108
pai nosso
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in "Público"


Contrato assinado em breve


O maior investimento estrangeiro de sempre em Portugal pode nascer nas minas de Moncorvo


Nestas minas ricas em ferro pode nascer o maio investimento estrangeiro em Portugal


O essencial das negociações entre o Governo e a multinacional anglo-australiana Rio Tinto, para a exploração de ferro nas minas de Moncorvo, no Nordeste do país, está concluída e a assinatura do contrato está prevista para a semana entre 11 e 15 de Junho.


O PÚBLICO apurou que o contrato a assinar, que deverá representar o maior investimento estrangeiro alguma vez realizado em Portugal, assumirá a forma de "concessão experimental". Tecnicamente, a concessão experimental é uma fase intermédia até ao contrato de exploração final, e visa aprofundar o conhecimento do jazigo, que se admite ser um dos maiores da Europa.


A concessão experimental apresenta ainda outra vantagem, que é a de permitir adiar as licenças e os estudos finais de impacte ambiental para a fase em que há certeza absoluta de que a riqueza é compatível com o investimento necessário. Esta concessão intermédia permite, assim, diminuir o risco do investimento, que, tendo como referência outras explorações semelhantes a nível mundial, poderá ultrapassar os mil milhões de euros.


O grosso do investimento no coração de Trás-os-Montes só será feito na fase da concessão definitiva, o que deverá acontecer no prazo de cinco a oito anos. Durante a primeira fase de concessão, já haverá algum investimento, dado que será feita uma grande movimentação de materiais, a pré-concentração do minério à boca da mina e o seu transporte para tratamento definitiva.


O PÚBLICO apurou junto de fonte conhecedora do processo que os estudos recentes sobre a qualidade do minério "são bastante animadores, apontando para uma mina de classe mundial". Animadora é também a evolução da cotação de ferro nos mercados internacionais, que continua em alta. A impulsionar a exploração está ainda a elevada dependência da Europa em relação a esta matéria-prima, superando os 90%, o que deixa várias indústrias europeias, incluindo a automóvel, na mão de fornecedores internacionais.


Contactado pelo PÚBLICO, o Ministério da Economia (ME) não prestou, até ao fecho da edição, qualquer esclarecimento sobre este assunto. A última posição oficial do ME sobre este projecto de investimento foi a de que "não comentava negociações em curso".


Dificuldades de escoamento


As negociações arrastam-se há mais de meio ano, por diversas questões, entre as quais os prazos de exploração experimental e o transporte do minério, que envolve quantidades elevadas, sendo uma componente importante para a rentabilização da exploração.


Na questão do transporte, uma das soluções equacionadas, e que está referenciada inclusive na página de Internet da MTI - a empresa de capitais portugueses e estrangeiros que detém a concessão de prospecção e pesquisa das minas de ferro de Moncorvo -, é o transporte fluvial, através do rio Douro.


Esta solução poderá estar afastada, pelo menos numa fase inicial, devido a limitações de navegabilidade do rio, que actualmente não comporta barcos com grande capacidade de carga.


Equacionada e também referida no site da empresa tem sido a construção de um mineroduto, canal de transporte de minério como existe para o gás ou para combustíveis, solução utilizada em vários países do mundo. Esta infra-estrutura, que poderia aproveitar parte da rede de auto-estradas, ligaria Moncorvo directamente ao Porto de Aveiro, com capacidade de atracagem de grandes navios de carga se forem realizados investimentos para o desassoreamento do Porto. De acordo com a informação da MTI, esta seria uma solução mais económica, permitindo elevada capacidade de escoamento.


Para já, a solução que poderá garantir o escoamento de minério na fase de exploração experimental será a ferroviária, o que implicará a construção de um troço, na antiga linha ferroviária do Sabor, entre Moncorvo e Pocinho, utilizando depois a já existente, no Douro, até ao Porto de Leixões ou até ao Porto de Aveiro. O Porto de Leixões tem condições de profundidade para a atracagem de grandes navios de carga, mas apresenta algumas limitações de capacidade, numa altura em que o alargamento do Canal do Panamá faz aumentar a navegação desse tipo de barcos no porto nortenho.


Uma soluções discutida no passado para o escoamento de mercadorias do Nordeste para Lisboa/Sines, mas também para Espanha, passava pela construção de uma ligação ferroviária do Pocinho a Vila Franca das Naves, permitindo a ligação à linha ferroviária da Beira Alta.


O PÚBLICO sabe que durante as negociações entre a Rio Tinto, uma das três maiores mineiras a nível mundial, e o Governo terá sido equacionada a possibilidade de escoamento do minério via Espanha, solução que terá desagradado ao Ministério da Economia.


É de notar que foi o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que no final de Outubro do ano passado referiu que estava a ser negociado um projecto de investimento estrangeiro que seria o maior alguma vez realizado em Portugal. Poucos dias depois, ficou a saber-se que a negociação envolvia a exploração das minas de Moncorvo e multinacional anglo-australiana, que está presente em mais de 20 países do mundo.
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Old June 6th, 2012, 05:58 PM   #109
1. Caravaggio
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Old June 7th, 2012, 08:23 PM   #110
Viriatuus
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Portugal no seu pior...
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Old June 22nd, 2012, 05:36 AM   #111
luisribeiro
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Contrato assinado em breve


O maior investimento estrangeiro de sempre em Portugal pode nascer nas minas de Moncorvo


Nestas minas ricas em ferro pode nascer o maio investimento estrangeiro em Portugal


O essencial das negociações entre o Governo e a multinacional anglo-australiana Rio Tinto, para a exploração de ferro nas minas de Moncorvo, no Nordeste do país, está concluída e a assinatura do contrato está prevista para a semana entre 11 e 15 de Junho.


O PÚBLICO apurou que o contrato a assinar, que deverá representar o maior investimento estrangeiro alguma vez realizado em Portugal, assumirá a forma de "concessão experimental". Tecnicamente, a concessão experimental é uma fase intermédia até ao contrato de exploração final, e visa aprofundar o conhecimento do jazigo, que se admite ser um dos maiores da Europa.


A concessão experimental apresenta ainda outra vantagem, que é a de permitir adiar as licenças e os estudos finais de impacte ambiental para a fase em que há certeza absoluta de que a riqueza é compatível com o investimento necessário. Esta concessão intermédia permite, assim, diminuir o risco do investimento, que, tendo como referência outras explorações semelhantes a nível mundial, poderá ultrapassar os mil milhões de euros.


O grosso do investimento no coração de Trás-os-Montes só será feito na fase da concessão definitiva, o que deverá acontecer no prazo de cinco a oito anos. Durante a primeira fase de concessão, já haverá algum investimento, dado que será feita uma grande movimentação de materiais, a pré-concentração do minério à boca da mina e o seu transporte para tratamento definitiva.


O PÚBLICO apurou junto de fonte conhecedora do processo que os estudos recentes sobre a qualidade do minério "são bastante animadores, apontando para uma mina de classe mundial". Animadora é também a evolução da cotação de ferro nos mercados internacionais, que continua em alta. A impulsionar a exploração está ainda a elevada dependência da Europa em relação a esta matéria-prima, superando os 90%, o que deixa várias indústrias europeias, incluindo a automóvel, na mão de fornecedores internacionais.


Contactado pelo PÚBLICO, o Ministério da Economia (ME) não prestou, até ao fecho da edição, qualquer esclarecimento sobre este assunto. A última posição oficial do ME sobre este projecto de investimento foi a de que "não comentava negociações em curso".


Dificuldades de escoamento


As negociações arrastam-se há mais de meio ano, por diversas questões, entre as quais os prazos de exploração experimental e o transporte do minério, que envolve quantidades elevadas, sendo uma componente importante para a rentabilização da exploração.


Na questão do transporte, uma das soluções equacionadas, e que está referenciada inclusive na página de Internet da MTI - a empresa de capitais portugueses e estrangeiros que detém a concessão de prospecção e pesquisa das minas de ferro de Moncorvo -, é o transporte fluvial, através do rio Douro.


Esta solução poderá estar afastada, pelo menos numa fase inicial, devido a limitações de navegabilidade do rio, que actualmente não comporta barcos com grande capacidade de carga.


Equacionada e também referida no site da empresa tem sido a construção de um mineroduto, canal de transporte de minério como existe para o gás ou para combustíveis, solução utilizada em vários países do mundo. Esta infra-estrutura, que poderia aproveitar parte da rede de auto-estradas, ligaria Moncorvo directamente ao Porto de Aveiro, com capacidade de atracagem de grandes navios de carga se forem realizados investimentos para o desassoreamento do Porto. De acordo com a informação da MTI, esta seria uma solução mais económica, permitindo elevada capacidade de escoamento.


Para já, a solução que poderá garantir o escoamento de minério na fase de exploração experimental será a ferroviária, o que implicará a construção de um troço, na antiga linha ferroviária do Sabor, entre Moncorvo e Pocinho, utilizando depois a já existente, no Douro, até ao Porto de Leixões ou até ao Porto de Aveiro. O Porto de Leixões tem condições de profundidade para a atracagem de grandes navios de carga, mas apresenta algumas limitações de capacidade, numa altura em que o alargamento do Canal do Panamá faz aumentar a navegação desse tipo de barcos no porto nortenho.


Uma soluções discutida no passado para o escoamento de mercadorias do Nordeste para Lisboa/Sines, mas também para Espanha, passava pela construção de uma ligação ferroviária do Pocinho a Vila Franca das Naves, permitindo a ligação à linha ferroviária da Beira Alta.


O PÚBLICO sabe que durante as negociações entre a Rio Tinto, uma das três maiores mineiras a nível mundial, e o Governo terá sido equacionada a possibilidade de escoamento do minério via Espanha, solução que terá desagradado ao Ministério da Economia.


É de notar que foi o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que no final de Outubro do ano passado referiu que estava a ser negociado um projecto de investimento estrangeiro que seria o maior alguma vez realizado em Portugal. Poucos dias depois, ficou a saber-se que a negociação envolvia a exploração das minas de Moncorvo e multinacional anglo-australiana, que está presente em mais de 20 países do mundo.
Relativamente a esta notícia, há alguma novidade ou não passa de bluff como também foi dito??
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Old July 8th, 2012, 12:46 AM   #112
pai nosso
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Projecto inovador em Vila de Ala





Douro Equus Resort Natur é o nome de um empreendimento, virado para o turismo equestre, que vai nascer em Vila de Ala, no concelho de Mogadouro. Trata-se de um investimento de mais de 7,6 milhões de euros, que vai criar 27 postos de trabalho directos.


O projecto foi apresentado, na passada quarta-feira, e tem o apoio do Turismo do Porto e Norte de Portugal. Júlio Meirinhos, vice-presidente daquele organismo, enaltece o espírito inovador do empreendimento turístico.
“É construir uma infra-estrutura que nos permita orientar parte dos 3 milhões de turistas que já visitam o Porto e Norte. Esta infra-estrutura é inédita. Tem uma vertente raríssima a Norte de Lisboa para a prática de concursos equestres para o Inverno, que é única, a par de uma qualidade quatro estrelas”, realça Júlio Meirinhos.


Depois de cinco anos de trabalho no terreno, o projecto começa, agora, a dar os primeiros passos. José Oliveira, promotor do empreendimento, reconhece que é um investimento arriscado e diz que a construção do IC5 foi determinante para avançar com o projecto.


“Montar um projecto desta envergadura não é fácil, principalmente numa região como o Nordeste Transmontano. É um projecto arriscado foi preciso ponderar muito bem antes de avançar”, salienta o empresário.


Projecto pode vir a ser financiado em mais de 50 por cento dos fundos comunitários


Para o presidente da Câmara Municipal de Mogadouro, Moraes Machado, este investimento é fundamental para o desenvolvimento do concelho.


“É um empreendimento muito útil para o concelho de Mogadouro, na medida em que prevê a criação de 27 postos de trabalho e além disso ainda vêm mais postos de trabalho laterais e vão trabalhar dentro daquilo que são as nossas actividades, conciliando a agricultura e a natureza”, salienta o autarca.


O resort foi candidatado a fundos do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) e Júlio Meirinhos garante a aprovação do projecto, que poderá ser financiado em mais de 50 por cento.


“Depois de imensas reuniões, o Turismo Porto e Norte pode dizer que está em condições maduras de ser aprovado”, garante o responsável.


O projecto contempla a construção de um centro hípico, com condições para competições mundiais, um espaço de restauração especializado na confecção de produtos locais, um biocampus e um hotel.


O promotor do projecto espera começar as obras em Setembro. O prazo de conclusão do empreendimento depois da aprovação é de dois anos.



Fonte: http://www.jornalnordeste.com/notici...Action=noticia
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Old July 8th, 2012, 01:22 PM   #113
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Bragança vai ter cinema outra vez (Mensageiro de Bragança)



Negociações com um operador privado estão praticamente fechadas e vão permitir a ocupação das 3 salas de cinema do 'Bragança Shopping'.

Sete meses depois do encerramento do único operador privado a trabalhar na capital de distrito (a única do país que, desde essa altura, não tem qualquer sala de cinema a funcionar), as negociações para o regresso do cinema comercial a Bragança estão praticamente fechadas. Mariema Gonçalves, diretora do Bragança Shopping, adiantou ao Mensageiro que “muito brevemente o cinema deverá regressar” àquele espaço.

“As negociações estão no bom caminho”, garantiu. Ao que foi possível apurar, nesta altura falta apenas a compra de máquinas projetoras por parte do operador escolhido.

Por outro lado, Bragança vai também acolher dois projetos diferentes, do INATEL e da secretaria de Estado da Cultura, que apostam em cinema de autor, com filmes alternativos ao circuito comercial (ver textos à parte).

Após sete meses sem qualquer sala a funcionar, nas ruas já se sente alguma impaciência. Mas, a verdade é que o cinema parece ter entrado numa crise profunda, um pouco por todo o país. Os canais por cabo, a pirataria informática e a crise económica têm afastado espectadores das salas de cinema que têm estado a encerrar por todo o país e a levar mesmo as grandes operadoras a uma situação difícil, como é o caso da Castello Lopes que explorava as três salas no centro comercial de Bragança.

João Caldeira, que já explorou a sala da antiga Torralta, tem a seu cargo os cinemas de Macedo de Cavaleiros e Alfândega da Fé. Para além disso, distribuiu filmes em quatro distritos (Bragança, Vila Real, Viseu e Guarda), em praticamente todos os concelhos do Interior Norte. Nota um grande decréscimo de espectadores.

“Há meia dúzia de anos, quando estava na Torralta, já se notava um pouco, mas agora é pior. Antes, as pessoas já pirateavam, mas também tinham dinheiro para continuar a ir ao cinema. Agora não”, explica. E foi o excesso de oferta a levar ao encerramento das três salas existentes nessa altura, aquando da abertura do centro comercial. Para além desta, com cerca de 800 lugares, também as duas de José Fernandes acabaram por fechar.

“Enquanto não abriu o shopping, estávamos a trabalhar razoavelmente bem. A partir daí, a procura diminuiu”, recorda. O problema, na sua opinião, é generalizado, porque “há muitas ofertas através da internet”. “Há filmes que ainda não saíram e já estão lá”, lamenta. Pela sua experiência, acredita que Bragança ainda tem mercado para o cinema, apesar de garantir que, agora, reformado, já não se volta a meter nessa aventura. Até porque os novos equipamentos, digitais, são muito caros.

“Já quase não há filmes em 35 mm e um bom projetor digital custa uns cem mil euros”, frisa. As suas duas salas tinham, em média, cerca de 30 mil espectadores por ano. As três do centro comercial tinham, em 2010, um pouco mais, cerca de 34 mil, mas, em 2011, sofreram uma forte quebra, de quase dez mil espectadores, para cerca de 25 mil.

“Todos os operadores estão a atravessar uma situação complicada”, diz Mariema Gonçalves que, mesmo assim, acredita numa recuperação. “Espero que o cinema não tenha os dias contados. Ver um filme numa sala não é a mesma coisa que vê-lo em casa. E há muita gente com vontade que o cinema regresse a Bragança”, garante.

Link: http://www.mdb.pt/noticia/4053
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Old August 5th, 2012, 08:05 PM   #115
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Secretaria de Estado da Cultura considera "inútil" construção de mais um museu na região


A Secretaria de Estado da Cultura considerou hoje "inútil" a ideia de construir "mais um" museu no Vale do Tua, projeto que está incluído nas contrapartidas pela construção da barragem de Foz Tua.

"A ideia avançada de construção de mais um museu no Vale do Tua "carece de qualquer efeito positivo e seria, em si mesma, inútil se levada avante", referiu fonte da Secretaria de Estado da Cultura num comunicado enviado à agência Lusa.

Uma missão da UNESCO está de visita ao Alto Douro Vinhateiro (ADV), para fazer uma avaliação dos impactos provocados pela construção da Barragem de Foz Tua no património mundial.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/135789-s...useu-na-regiao
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Old August 5th, 2012, 09:35 PM   #116
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Construtora

Lucios conclui empreitadas no valor de 6,5 milhões


A Lucios acaba de anunciar a conclusão de mais 3 projectos – a ampliação do Hospital de Vila Real, o Palácio de Valada e Azambuja, em Lisboa, e o ‘Espaço Porto Cruz’, em Vila Nova de Gaia – os quais valeram à construtora um encaixe na ordem dos €6,5M.

No Hospital de Vila Real, intervenção avaliada pela Lucios em mais de €3,2M, os trabalhos da construtora centraram-se na ampliação de várias unidades, com o objectivo de as aproximar do Bloco Operatório, o que implicou a reformulação das redes de energia eléctrica, de telefones, de água, de gases medicinais, de drenagem de águas pluviais e de saneamento.

Construíram-se também novas redes informáticas, de ventilação e ar condicionado e um novo elevador monta-camas. Já no Palácio de Valada e Azambuja, obra que assinalou a entrada da Lucios no mercado de Lisboa, a construtora arrecadou cerca de €2M, ao proceder à remodelação e restauro daquela estrutura datada da segunda metade do século XVIII. Para executar este projecto, adjudicado à Lucios pelo Fundo Santa Casa 2004, a construtora demoliu o interior do 3º e 4º pisos, que passam agora a contar com um conjunto de 10 apartamentos, de tipologias T0, T1 e T2, introduziu um elevador para acesso aos vários pisos e ainda remodelou a totalidade da cobertura do edifício.

Refira-se que o Palácio de Valada e Azambuja está, desde 1982, classificadocomo imóvel de Interesse Público e que a classificação do ‘Ascensor da Bica’ e área envolvente como Monumento Nacional, em 2002, englobou também o palácio. No terceiro projecto concluído pela Lucios, o ‘Espaço Porto Cruz’, o que era um velho edifício debilitado, situado no largo Miguel Bombarda, na zona ribeirinha de V.N. Gaia, é hoje um centro multimédia dedicado ao universo dos vinhos do Porto.

A acção da Lucios nesta estrutura de 4 pisos e terraço com vista panorâmica sobre o rio Douro dotou-a de uma área expositiva para a venda e degustação de vinhos, de um pequeno auditório para conferências e de uma sala de projecção multimédia, criando as valências necessárias para a tornar num espaço inovador e de lazer, optimizado para promover a marca de vinhos Porto Cruz. O valor global deste projecto, adjudicado à Lucios pela Gran Cruz Turismo, ascende aos €3M, cabendo à construtora uma fatia na ordem dos €1.27M

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/134205-l...-de-65-milhoes
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Old August 23rd, 2012, 07:19 AM   #117
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Old August 23rd, 2012, 04:16 PM   #118
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Portugal no seu melhor...
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Old February 28th, 2013, 02:18 AM   #119
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Câmara de Sabrosa garante abertura do Espaço Torga este ano


O presidente da Câmara de Sabrosa garantiu hoje que o Espaço Miguel Torga, um projeto desenhado pelo arquiteto Souto Moura e cuja obra já está concluída há vários meses, vai abrir as portas este ano.


"Irá abrir este ano. Houve diversos problemas que estão associados à sua implementação e abertura, tendo em conta os constrangimentos financeiros que sentimos", afirmou à agência Lusa José Marques.

O edifício, projetado por Souto Moura, é constituído por uma estrutura de betão armado revestido exteriormente a esteios de xisto de Foz Côa.

A obra contou com o apoio pessoal de José Sócrates que, enquanto primeiro-ministro, lançou a primeira pedra a 20 de dezembro de 2008. Inicialmente, a estrutura tinha um plano de prazo de execução de 16 meses.

Neste momento, segundo José Marques, "a obra está de facto concluída, mesmo ao nível dos arranjos exteriores".

O autarca referiu que se está a ultimar a programação cultural e a trabalhar na exposição permanente, que prevê poder ser instalada em breve.

"Estou convencido que em finais deste semestre [ou] início do próximo semestre, teremos o espaço aberto", salientou.

Para além dos constrangimentos financeiros, o autarca considerou ainda que a implementação do projeto tem sido dificultada pelas alterações verificadas na tutela da Cultura: primeiro, a extinção do Ministério da Cultura e a criação da secretaria de Estado, depois a substituição do secretário de Estado Francisco José Viegas por Jorge Barreto Xavier.

De todas as vezes foi necessário, segundo José Marques, "dar a conhecer de novo o projeto".

O presidente disse que já pediu uma audiência com o novo secretário de Estado "não só para dar a conhecer como estudar a forma do envolvimento da tutela no Espaço Torga".

"Mas, neste momento, a estratégia que foi definida é que não iremos estar à espera do apoio governamental", sublinhou.

O espaço, que representa um investimento de três milhões de euros, terá uma exposição permanente com objetos e outras representações do universo torguiano.

Terá ainda uma biblioteca das obras de Torga e de outros escritores ligados à região, um bar, livraria, sala de estudo e auditório.

O escritor, cujo nome de batismo era Adolfo Correia da Rocha, nasceu a 12 de agosto de 1907 em São Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, e morreu a 17 de janeiro de 1995, em Coimbra.

A intenção da autarquia é também estimular o turismo cultural, sendo que, atualmente, centenas de pessoas já se deslocam à região transmontana para ver os locais que serviram de inspiração ao escritor.

A partir deste espaço serão também organizados percursos pelos locais descritos na obra do autor, como a casa onde nasceu, o seu primeiro consultório e o negrilho, localizado no centro da vila, que foi muitas vezes descrito nos seus poemas e curiosamente, segundo diz a população local, secou no mesmo ano da morte de Miguel Torga.

Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/index.php...=121&visual=49

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Old March 4th, 2013, 12:07 AM   #120
krake
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Vila Real descobriu o valor da biodiversidade, para além da ecologia
Concelho juntou-se à Universidade de Trás-os-Montes e a outros parceiros num projecto que visa conservar e valorizar, social e economicamente, as suas riquezas ambientais
É um concelho que tem, muito provavelmente, o maior jardim botânico da Europa. Mas quase não o deu a conhecer, até hoje. A invisibilidade deste tesouro criado em pleno campus da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), na década de 1980, diz bem da relação de Vila Real com o seu património biológico. Mas isso está a mudar, graças ao Programa de Preservação da Biodiversidade, que, soube-se anteontem, acaba de ser considerado um dos cinco melhores em curso em 300 municípios de todo o mundo, pela Associação Internacional de Cidades Educadoras.

A distinção por esta rede de cidades foi anunciada em plena Bolsa de Turismo de Lisboa, onde o concelho de Vila Real se apresentou como destino interessante para quem gosta de associar férias e ecologia. Entre outras novidades, essas pessoas vão ter, já a partir do Verão, dez biopercursos assinalados no terreno, nos quais, além de tratarem da saúde ao andar a pé, poderão descobrir alguma da fauna, flora e ainda património geológico, com informações disponíveis, em cada lugar, no seu smartphone, se este tiver um GPS.

Vila Real activou o seu "GPS" há três anos, quando, após discussões em torno da Agenda XXI local, virada para as questões da sustentabilidade, percebeu que se quer posicionar entre os sítios do mundo conhecidos por uma relação positiva com a natureza, explicou Carlos Lima, do Departamento de Planeamento e Desenvolvimento Sustentável da autarquia. Com metade do território alvo de medidas de protecção, quer fazer disso um valor.

O termo "uso condicionado", utilizado para falar de áreas onde não se pode edificar, nem sequer foi pronunciado pelo vereador do Ambiente, Miguel Esteves, muito satisfeito com esta parceria. E se, noutros municípios com áreas em parques naturais, o discurso é habitualmente crítico, por causa de oportunidades que tal classificação "impede", aqui, ter 40% da área inserida no Parque Natural do Alvão e no sítio Alvão-Marão da Rede Natura 2000 é visto como uma vantagem.

E há muito para proteger, conhecer e ver. Só entre as aves há 126 espécies em Vila Real, território do lobo-ibérico e de outros mamíferos, como os morcegos (21 espécies), a lontra ou o gato-bravo; habitat de uma vintena de répteis; e de 14 espécies de micromamíferos, como a vulnerável toupeira-de-água. Este é ainda território de bivalves, como os mexilhões-de-rio, de anfíbios como a rã-de-focinho-pontiagudo ou a Salamandra lusitanica, ambos em situação de vulnerabilidade também, e de uma borboleta, entre várias, a Maculinea alcon, famosa pelo risco de desaparecimento e por ter aqui o seu poiso favorito em Portugal.

O reaparecimento da borboleta-azul simboliza uma espécie de reconciliação do homem - a actividade mineira no Vale da Campeã foi abandonada - com a natureza, que voltou a criar condições para este leptidóptero. Outros projectos, como o da renaturalização das margens do rio Corgo, visam proteger as espécies de flora e fauna identificadas ao longo deste importante afluente do Douro. Algo só possível depois de concluído um invisível trabalho de monitorização, feito, ao longo dos anos, por investigadores da UTAD, pelo Parque Natural do Alvão ou por associações parceiras.

Coordenador pelo lado da autarquia, Carlos Lima assume que, no fundo, o município tratou de agarrar "várias pontas soltas", agregando num mesmo projecto dezenas de pessoas que, sem o saberem, trabalhavam para um objectivo comum. Em "tempo de vacas magras", o apoio de 1,7 milhões de euros de fundos europeus, por via do Programa Operacional do Norte, foi essencial para um conjunto de iniciativas que, além dos objectivos conservacionistas, não esconde a intenção de transformar a sociedade local, chamando-a a participar em acções como as "rogas dos rios" - raides de limpeza de margens de cursos de água. O projecto contempla iniciativas de dinamização de algumas actividades, agrícolas, comerciais e turísticas, de baixo impacto na natureza. E segundo o coordenador científico, Mascarenhas Fernandes, há condições para, no futuro, alargar ao resto da região transmontana, pontuada por vários parques e com alguns projectos ligados à biodiversidade, o conceito que está a ser aplicado em Vila Real. Uma cidade que até tem um jardim botânico de 130 hectares, maior do que os famosos Royal Kew Gardens, de Londres, e que pretende dá-lo a conhecer ao país. Os participantes no Fórum da Biodiversidade, a 21 e 22 de Março na cidade, podem apreciá-lo.
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