2ª Parte:
A formação da cidade e seus prédios através dos tempos.
A formação da cidade e seus prédios através dos tempos.
Igreja Santo Antonio, foto de 1847
Em 1856, ocasião em que a Vila foi transformada em Cidade de Santo Antônio do Paraibuna, a população urbana ainda era diminuta: contava mais ou menos com seiscentos habitantes.asminasgerais.com.br
Chegada dos colonos em Juiz de Fora
Entre os imigrantes chegados no início de 1856, incluia-se um leque variado de especialistas: mecânicos, ferreiros e técnicos em construções de pontes. A fixação dos imigrantes na cidade, concluido o prazo dos contratos, organizando pequenas indústrias (cervejarias, oficinas de carroças, máquinas agrícolas e de reparos), serrarias, curtumes, fábrica de implementos agrícolas, casas de comércio ou dedicando-se ao setor de serviços, significou, por um lado, a existência de um mercado consumidor para o qual destinavam produtos de suas especializações e, por outro lado, mediante sua incorporação como produtores, a ampliação do mercado consumidor local.
asminasgerais.com.br
Aldeia da Colonia D. Pedro II -1872
O estabelecimento da sede da Cia. União Indústria, a introdução dos imigrantes e a criação da Colônia D. Pedro II, vão ser um forte estímulo ao crescimento urbano. Com a inauguração da rodovia União e Indústria, em l861, Juiz de Fora se transformou no entreposto por excelência da Zona da Mata. Com isto intensificaram-se os processos de divisão social do trabalho e de troca de mercadorias, tendo como resultado a diversificação da economia e a inauguração de uma nova fase de crescimento urbano acelerado.asminasgerais.com.br
Inauguração do Fórum em 1878
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Irmãos Surerus, em 1886
Henrique Surerus e Irmãos, chegados com outros familiares em 1861, iniciaram suas atividades no ramo da construção e, mais tarde, em 1886, estabelecem-se no centro da cidade com artigos de construção, oficina, serraria e fábrica de carroças.acervo Alberto Surerus Moutinho
Lincoln & Cia
Em 1887, fundou-se o primeiro banco: Banco Territorial e Mercantil de Minas Gerais e a Sociedade Promotora da Imigração; Em 1889, criou-se um novo Banco, o Crédito Real de Minas Gerais e inauguraram-se os serviços de iluminação elétrica da cidade. O Censo Federal de 1890 acusou uma população de 17.722 habitantes para o distrito. asminasgerais.com.br
1ª Usina Hidroelétrica da América do Sul
geração de energia elétrica com a Companhia Mineira de Eletricidade (1889) e a sua posterior aplicação como força-motriz à indústria, contribui para o estabelecimento de novos empreendedores.
acervo Ramom Brandão
Tecelagem Bernardo Mascarenhas
Bernardo Mascarenhas consegue trazer em carros de bois os primeiros teares para Minas, montando em 1888 a Tecelagem Bernardo Mascarenhas. É o fundador da Companhia Mineira de Eletricidade, inaugurada em 5 de setembro de 1889. Em 28 de agosto de 1898, pela primeira vez no Brasil, inaugura-se a instalação de dois motores elétricos aplicados à produção industrial.
acervo Marcelo Lemos
Fundição e outras indústrias
O segundo período da industrialização de Juiz de Fora começa a delinear-se nos fins do século XIX, acentuando-se no início do século XX.
acervo Marcelo Lemos
O segundo período da industrialização de Juiz de Fora começa a delinear-se nos fins do século XIX, acentuando-se no início do século XX.
acervo Marcelo Lemos
Curtume Krambeck
A partir de meados do século XIX, surge o primeiro grande curtume da região. O conjunto remanescente do Curtume Krambeck funcionava na Rua Bernardo Mascarenhas, hoje só restou as chaminés no local.
acervo Marcelo Lemos
Estamparia Mineira, foto de 1912
acervo Marcelo Lemos
Tecelagem Antônio Meurer, foto de 1915
acervo Marcelo Lemos
Tecelagem Santa Cruz em 1915
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Tecelagem Antônio Meurer, foto de 1915
acervo Marcelo Lemos
Tecelagem Santa Cruz em 1915
acervo Marcelo Lemos
Cia. Construtora Pantaleone Arcuri
A companhia Construtora Pantaleone Arcuri foi fundada em 1895, destacou-se por suas oficinas onde produzia-se carroças, telhas de amianto, portas, janelas, ladrilho hidráulico, chegando a ter, na década de 20 uma representação de automóveis FIAT importados da Itália.
A sede
acervo Ramom Brandão
Oficinas
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Alfandega da Estrada de Ferro Central do Brasil, 1893
Por ser terminal da rodovia que servia a uma importante região cafeeira e ter-se transformado em polo economico mais importante da Zona da Mata, Juiz de Fora começou a aglutinar grandes interesses, tornando-se palco de grandes negócios, de intensa circulação de mercadorias, de grande concentração e acumulação de capital. O edifício da antiga Alfândega Ferroviária do Estado de Minas Gerais construído em 1893, possui a fachada composta por duas alas de tratamento diferenciado, sendo uma de características mais simples e a outra mais rebuscada, dominada por detalhes vigorosos de inspiração barroca, na qual se encontra o acesso principal destacado por frontão alteado com volutas, que marca o eixo de simetria da composição. Hoje é ocupada por parte do 4º Depósito de Suprimentos do Exército.
asminasgerais.com.br
Lago da Quinta dos Lages, foto de 1861
"Nessa viagem, o imperador e sua comitiva passearam de barco pelo lago da Quinta dos Lage, indo até o rio Paraibuna, através de um canal que contornava a colina onde está a ”Villa“. Segundo a reportagem publicada no ”Jornal do Comércio“, do Rio de Janeiro, na edição de 27 de junho de 1869, ”durante o passeio de Suas Majestades, os alemães da colônia da Companhia formavam em torno do lago uma linha de archotes cujos fogos refletiam nas águas prateadas pelo clarão da lua“. Vinte anos depois, exatamente no dia 15 de novembro de 1889, depois de muitos conflitos entre monarquistas e republicanos, a República era proclamada.E a família imperial, dois dias depois, era embarcada sigilosamente para Portugal, encerrando-se assim 67 anos de monarquia no Brasil. No dia 5 de dezembro de 1891, Dom Pedro II morria em Paris, onde estava exilado". (trecho do livro histórico do museu)
acervo Ramom Brandão
Quinta dos Lage, foto de 1872
acervo José Leite
Museu Mariano Procópio, foto de década de 1920
Da herança deixada por Mariano Procópio a seus filhos estava o castelo por ele construído, mais tarde vendido ao Governo Federal que no local instalou a sede do Quartel General da 4ª Região Militar. Alfredo Ferreira Lage (filho de Mariano Procópio) revelou suas intenções de ali abrigar um acervo que vinha colecionando desde sua juventude. Aos poucos ele foi se tornando possuidor de um acervo de preciosidades artísticas e objetos históricos com o intuito de formar ali um museu. Quando, em 1921, o Conde D’Eu e a Princesa Isabel puderam retornar ao Brasil em virtude do fim do decreto do banimento, estiveram na cidade e visitaram o local que já podia ser considerado um museu. Foi nessa ocasião que Alfredo Lage revelou sua intenção de doar todo seu acervo para a Municipalidade. No ano seguinte, foi inaugurada uma galeria com os bustos de Conde D’Eu e da Princesa Isabel e o parque foi franqueado ao público, mas, a doação efetiva só realizou-se em 1936.
acervo Sérgio Brasil
Academia do Comércio
Estabelecido em Juiz de Fora desde 1882, cujo objetivo era formar comerciantes e administradores.
Estabelecido em Juiz de Fora desde 1882, cujo objetivo era formar comerciantes e administradores.
Foto de 1925
acervo Marcelo Lemos
Anos 40
acervo Marcelo Lemos
Santa Casa de Misericórdia, foto de 1900
acervo Ramom Brandão
Igreja de São Sebastião em 1900
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Parque Halfeld, foto de 1901
Foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna. O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e finalmente, em 1906 foi totalmente reformado passando a chamar Parque Halfeld.
acervo Marcelo Lemos
Prédio da antiga biblioteca municipal que funcionava no Parque Halfeld, foto de 1915
acervo Agnaldo Rocha Marliere
acervo Agnaldo Rocha Marliere
Construção do Cristo de Juiz de Fora em 1906
Esse monumento é considerado o primeiro da América do Sul nesse estilo.
acervo Ramom Brandão
Esse monumento é considerado o primeiro da América do Sul nesse estilo.
acervo Ramom Brandão
Antigo fórum em 1907, hoje atual Câmara Municipal
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Hotel Renascença em 1907
O hotel é um dos primeiros edificados na Praça da Estação com data anterior a 1893, sua implantação repete o esquema remanescente do período colonial de alinhamento nas divisas frontal e laterais do terreno, em forma de “U”. A região da Praça da Estação foi marcada pela fixação de imigrantes que especializaram-se na prática comercial. O hotel abrigou hóspedes ilustres como os presidentes Arthur Bernardes e Getúlio Vargas. Representa um período do auge ferroviário, representado em Juiz de Fora pelo Largo da Estação que teve seu processo de decadência iniciado com a instalação das rodovias.
acervo Ramom Brandão
Mercado Municipal em 1904
Belíssimo exemplar do estilo eclético, construído em 1904 para abrigar o Mercado Municipal de Juiz de Fora.
acervo Eduardo Tipotti
Belíssimo exemplar do estilo eclético, construído em 1904 para abrigar o Mercado Municipal de Juiz de Fora.
acervo Eduardo Tipotti
Foto do prédio em 1930
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Colégio Mineiro, foto do início do século XX
Esse prédio já não existe mais, no lugar foi construído o atual fórum da cidade.
acervo Marcelo Lemos
Esse prédio já não existe mais, no lugar foi construído o atual fórum da cidade.
acervo Marcelo Lemos
Instituto Metodista Granbery, foto de 1940
Colégio tradicional da cidade, fundado em 1889 por padres metodistas.
acervo Ramom Brandão
Colégio tradicional da cidade, fundado em 1889 por padres metodistas.
acervo Ramom Brandão
Projeto do colégio
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Colégio Stella Matutina, fotos de 1940
Data do final do século XIX a criação de escolas secundárias e, posteriormente, de escolas superiores, destinadas a formação de mão de obra.
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Colégio Santa Catarina, foto de 1915
As irmãs da Congregação Sta. Catarina chegaram á cidade em 1900 para ministrarem aulas ás crianças da Colônia Alemã e lecionaram até 1907 quando afastaram-se das salas de aula. Em 1908 a Congregação adquiriu um terreno no Morro da Gratidão (atual Av. dos Andradas) e lá construiu o Colégio Santa Catarina sendo inaugurado em 1908.
acervo Marcelo Lemos
Escola de Engenharia de Juiz de Fora, foto de 1915
Uma das mais antigas do país, foi fundada em 1914, em 1960 foi integrada pelo Presidente Juscelino Kubitschek com as Faculdades de Medicina, Odontologia e Direito da cidade para formar a Universidade Federal de Juiz de Fora.
acervo Marcelo Lemos
Escola de Farmácia e Odontologia, foto de 1915
Foi fundada em 1904, em 1960 o presidente Juscelino Kubitscheck cria a Universidade Federal de Juiz de Fora, englobando a Escola de Farmácia e Odontologia, juntamente com as faculdades de Direito, Engenharia, Ciências Econômicas e Medicina.
acervo Marcelo Lemos
Redação do jornal "O Pharol", foto de 1915
O jornal foi fundado em 1866 em Paraíba do Sul, se transferindo pra Juiz de Fora em 1871.
acervo Ramom Brandão
O jornal foi fundado em 1866 em Paraíba do Sul, se transferindo pra Juiz de Fora em 1871.
acervo Ramom Brandão
Redação do "Diário Mercantil" em 1915
Esse jornal chegou a ser o mais importante da cidade até os anos 50.
acervo Ramom Brandão
Esse jornal chegou a ser o mais importante da cidade até os anos 50.
acervo Ramom Brandão
Cinema Pharol, foto de 1915
Inaugurado em 1908, é considerado a primeira sala de exibição fixa na cidade, já que as outras companhias e empresas normalmente eram itinerantes, permanecendo na cidade por alguns dias ou meses.
acervo Ramom Brandão
Cine Rex, foto de 1950
Uma das raras salas de cinema que funcionavam fora do centro de Juiz de Fora, o Cine Rex era localizado na rua Doutor Duarte de Abreu, nº 58, no bairro Mariano Procópio. Fundado em 1925 foi um dos empreendimentos de exibição cinematográfica com a mais longa história da cidade de Juiz de Fora. O Cine Rex permaneceu em atividade de 1925 até 1979, ano de sua desativação.
acervo Marcelo Lemos
Teatros
Juiz de Fora, em 1925, contava com cerca de oito casas de espetáculos: O Cine-Theatro Paz, o Cine-Theatro Polytheama, o Cine-Theatro Juiz de Fora, o Cine-Theatro Variedades, o Cine-Theatro Popular, de João Carriço, o Cine-Theatro Ideal e os espaços do Palco da Federação Operária e o Anfiteatro da Academia de Comércio, além de palcos em diversas escolas. Este aparato demonstra o porquê Arthur de Azevedo nomeou a cidade de “Atenas Mineira”.
Juiz de Fora, em 1925, contava com cerca de oito casas de espetáculos: O Cine-Theatro Paz, o Cine-Theatro Polytheama, o Cine-Theatro Juiz de Fora, o Cine-Theatro Variedades, o Cine-Theatro Popular, de João Carriço, o Cine-Theatro Ideal e os espaços do Palco da Federação Operária e o Anfiteatro da Academia de Comércio, além de palcos em diversas escolas. Este aparato demonstra o porquê Arthur de Azevedo nomeou a cidade de “Atenas Mineira”.
Theatro Juiz de Fora, foto de 1915
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Palco
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Cine-Theatro Polytheama, foto de 1915
Funcionava onde hoje é o Cine Central.
acervo Marcelo Lemos
Funcionava onde hoje é o Cine Central.
acervo Marcelo Lemos
Construção do Cine Teatro Central, fotos de 1928
A Companhia Central de Diversões, fundada em 1927, tinha como um dos seus objetivos a construção de um grande teatro, em substituição ao Teatro Politheama , dando início à mesma em 1928 com inauguração datando de 1929.
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Sociedade Alemã, foto de 1915
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Sociedade Italiana em 1915
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Sociedade Portuguesa, foto de 1915
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Antigo prédio do Telégrafo Nacional em 1915
Funciona na esquina da Av. Rio Branco com Espírito Santo.
acervo Ramom Brandão
Funciona na esquina da Av. Rio Branco com Espírito Santo.
acervo Ramom Brandão
Vice-consulado italiano, 1915
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Vice-consulado português em 1915
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Igreja de São Roque, década de 1920
acervo Agnaldo Rocha Marliere
acervo Agnaldo Rocha Marliere
Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, foto dos anos 50
A primeira capela de Santo Antônio foi construída em 1847. Em 1924, foi elevada à condição de catedral, passando por reformas substanciais.
acervo Marcelo Lemos
A primeira capela de Santo Antônio foi construída em 1847. Em 1924, foi elevada à condição de catedral, passando por reformas substanciais.
acervo Marcelo Lemos
Antigo palacete na Av. Rio Branco, foto de 1930
Hoje nesse local foi construído o Shopping Rio Branco.
acervo Ramom Brandão
Hoje nesse local foi construído o Shopping Rio Branco.
acervo Ramom Brandão
Palacete de inspiração italiana, década de 30
acervo Agnaldo Rocha Marliere
acervo Agnaldo Rocha Marliere
Edifício Ciampi, foto anos 30
Inaugurado em 1930 com 4 pavimentos, foi precursor dos modernos edifícios urbanos que hoje em dia saturam a cidade.
acervo Ramom Brandão
Inaugurado em 1930 com 4 pavimentos, foi precursor dos modernos edifícios urbanos que hoje em dia saturam a cidade.
acervo Ramom Brandão
Antigo Hotel Palace, foto de 1938
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Primeiro bate-estaca da cidade, construção do Rocha Hotem em 1940
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Edifício Sulacap, foto da década de 1940
A rua Halfeld foi vítima de sua própria valorização, as antigas construções de apenas dois pavimentos, foram demolidas para ceder lugar a arranha-céus e prédios de um novo padrão arquitetônico. Um dos prédios divisor de época é o edifício Sulacap, construído no início da década de 40.
acervo Ramom Brandão
Banco do Brasil, foto de 1954
Em 1941, a cidade é contemplada com um projeto de Oscar Niemeyer para o Banco do Brasil, onde podemos verificar o emprego de pilotis, pano de vidro, mezanino em curva com larga escada helicoidal, planta livre e o brise-soleil, em veneziana, que cobre toda a fachada voltada para a Av. Getúlio Vargas.
acervo Marcelo Lemos
Casa na região da Cidade Alta, foto anos 40
Hoje funciona a boate Privilege
acervo Ramom Brandão
Hoje funciona a boate Privilege
acervo Ramom Brandão
Construção do prédio da Santa Casa em 1950
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Praça da estação, anos 50
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Construção da Igreja Melquita em 1958
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Morro do Imperador, anos 60
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Antiga residência na esquina da Av. Independência com Av. Rio Branco, em 1960
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Aeroclube de Juiz de Fora em 1967
Pouca gente sabe, mas o Aeroclube de Juiz de Fora funcionava onde hoje é o Colégio Militar no bairro Nova Era.
acervo Ramom Brandão
Pouca gente sabe, mas o Aeroclube de Juiz de Fora funcionava onde hoje é o Colégio Militar no bairro Nova Era.
acervo Ramom Brandão
Construção da UFJF em 1969
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Em fase final de construção mas já em pleno funcionamento em 1969
acervo Eduardo Tipotti
acervo Eduardo Tipotti
Igreja de São Mateus, anos 70
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Castelinho da Década de 20, foto da década de 1970
A edificação eclética apalacetada, inspirado na mansão Guinle, no Rio de Janeiro, foi projetada e construída por volta de 1924.
acervo Ramom Brandão
A edificação eclética apalacetada, inspirado na mansão Guinle, no Rio de Janeiro, foi projetada e construída por volta de 1924.
acervo Ramom Brandão
Antiga casa em estilo normando, foto de 1980
Foi demolida para dar lugar a um estacionamento
acervo Ramom Brandão
Foi demolida para dar lugar a um estacionamento
acervo Ramom Brandão
Sites pesquisados:
http://www.pjf.mg.gov.br/funalfa/patrimonio/casteloseg.php
http://www.asminasgerais.com.br/index.asp?intro=1
http://www.pjf.mg.gov.br/funalfa/patrimonio/casteloseg.php
http://www.asminasgerais.com.br/index.asp?intro=1
3ª Parte:
Panorâmicas e vistas aéreas através das décadas e dos séculos.
Panorâmicas e vistas aéreas através das décadas e dos séculos.
A cidade do final do século XIX
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Parcial da cidade, fins do século XIX
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Região da Getúlio Vargas, início do século XX
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Enchente em 1906, até os anos 50 a cidade sofria com as inundações
acervo Agnaldo Rocha Marliere
acervo Agnaldo Rocha Marliere
Vista da cidade em 1915
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Rua Sampaio esquina com Santa Helena em 1922
acervo Alberto Surerus Moutinho
acervo Alberto Surerus Moutinho
Bairro Granbery em 1925
acervo Alberto Surerus Moutinho
acervo Alberto Surerus Moutinho
Parcial em 1930
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Região do Parque Halfeld, anos 30
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Década de 1930
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Uma das primeiras vistas aéreas da cidade em 1939
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Parcial do centro, foto dos anos 40
acervo Marcelo Lemos
Enchente em 1940
Até os anos 50, Juiz de Fora sofria com enchentes costantes que alagavam boa parte do centro da cidade. O rio Paraibuna na época era mais sinuoso e tinha pequenas cachoeiras que favoreciam as inundações. Por volta dos anos 50 o governo federal fez um plano de reestruturação do rio, nivelando a calha e deixando o leito mais retilíneo.
acervo Ramom Brandão
Região da Praça Antônio Carlos nos anos 40
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Vista aérea em 1950
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Parcial do centro em 1950
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Bairros Granbery e Alto dos Passos em 1950
Detalhe para o prédio da Santa Casa sendo construído
acervo Marcelo Lemos
Detalhe para o prédio da Santa Casa sendo construído
acervo Marcelo Lemos
Bairro Santa Helena nos anos 50
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Aérea em 1955
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Vista da cidade, anos 50
Detalhe para o grande número de telhados dos casarões e casas no centro.
acervo Marcelo Lemos
Detalhe para o grande número de telhados dos casarões e casas no centro.
acervo Marcelo Lemos
Final dos anos 50
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Início dos anos 60
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Bairro Bom Pastor em 1960
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Região da Getúlio com Halfeld em 1963
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Bairro Vitorino Braga em 1963
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Aérea em 1969
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Vista aérea em 1970
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
1970
Detalhe para a Av. Independência ainda sem prédios e recém urbanizada com a canalização do córrrego.
acervo Ramom Brandão
Detalhe para a Av. Independência ainda sem prédios e recém urbanizada com a canalização do córrrego.
acervo Ramom Brandão
Rio Branco, anos 70
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
A cidade nos anos 70
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Cartão postal dos anos 70
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Avenida Rio Branco na década de 1970
acervo Marcelo Lemos
acervo Marcelo Lemos
Vista aérea em 1980
acervo Ramom Brandão
acervo Ramom Brandão
Aérea no início da década de 1980
Detalhe que ainda não tinha sido construído o Mergulhão.
acervo Ramom Brandão
Detalhe que ainda não tinha sido construído o Mergulhão.
acervo Ramom Brandão
Parcial da Zona Sul em 1984
acervo Eduardo Tipotti
acervo Eduardo Tipotti
Extras:
Diário da Tarde de 1971, assim seria Juiz de Fora 30 anos depois
acervo Eduardo Tipotti
acervo Eduardo Tipotti
Em 1872 demorava 12 horas a viagem entre Juiz de Fora e Petrópolis de diligência
acervo Sergio Brasil
acervo Sergio Brasil
FIM