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Apresentados os projectos de requalificação do Jardim do Campo Grande e do edifício Caleidoscópio
No dia 24 de Março, Dia do Estudante, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, e o reitor da Universidade de Lisboa, António Sampaio da Nóvoa, apresentaram os projectos de qualificação do Jardim do Campo Grande (zona norte) e do edifício Caleidoscópio, onde ficará sedeado o novo Centro Académico. Veja aqui a reportagem video
O edifício Caleidoscópio, que foi cedido pela Câmara à Universidade de Lisboa para instalação de um Centro Académico mediante um protocolo assinado pelas duas instituições, vai ser alvo de remodelação integral do seu interior, a cargo da Universidade. Como explicou Pedro Oliveira, arquitecto responsável por este projecto, o que se pretende é fazer deste edifício mais uma "porta de entrada" para o Jardim do Campo Grande em ligação com o campus universitário e um "ponto de encontro" das diversas instituições universitárias adjacentes. Assim, em parceria com a CML, a zona do envolvente do edifício será alvo de arranjo específico, com a remoção dos espaços de estacionamento fronteiros ao edifício, entre este e zona universitária, e a criação de um pátio do lado do jardim e de uma esplanada sobre o lago.
Enquanto a fisionomia exterior do edifício se mantém inalterada (apenas serão removidos os elementos que foram acrescentados, restituindo a originalidade do edifício, e acoplada uma pala luminosa), o interior será objecto de profunda remodelação para instalação de salas para as associações académicas e associações ambientalistas, galeria, auditório, um grande salão, áreas de estudo, cafetaria e restaurante.
Paralelamente, conforme os termos do protocolo assinado entre as duas instituições, o Jardim do Campo Grande (zona norte) também será objecto de uma intervenção qualificadora de monta, a cargo da Câmara Municipal. Conforme explicou o arquitecto João Castro, da Direcção Municipal de Ambiente Urbano, o projecto (da arquitecta Rosário Salema) visa criar melhor ambiente (isolando-o melhor do ruído e visão das faixas de rodagem que o cercam a poente e nascente) mas reduzindo a opacidade interna com a redução da densidade arbustiva (melhor transparência para melhores condições de segurança). Um aterro junto ao lago (que será totalmente renovado e habilitado a suportar ecossistemas aquáticos) permitirá criar uma área relvada entre o Caleidoscópio e o lago e, ali perto, surgirá um parque canino, com área sanitária para os cães, para recreação dos animais e seus donos (numa experiência que, revelando-se positiva, se poderá alargar a outros espaços verdes da cidade). Também será introduzido novo mobiliário urbano (com duas tipologias), refeito o sistema de circulação com novos percursos de pavimento permeável e criada uma área de jogos matemáticos.
Na ocasião da apresentação dos projectos - a que também assistiram a presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Simonetta Luz Afonso, os vereadores José Sá Fernandes, responsável por esta intervenção, e Manuel Salgado, bem como o presidente da Associação Académica da Universidade de Lisboa - o presidente da Câmara e o reitor da Universidade elogiaram os projectos, que consideraram "muito importantes" para a revitalização de toda esta zona.
António Sampaio da Nóvoa, depois de agradecer o contributo dos serviços municipais que garantiram que se pudesse atempadamente fazer esta apresentação no Dia do Estudante, considerou que o renovado edifíco do Caleidoscópio vai permitir três coisas de que gosta: estudar, só ou em grupo, a participação na vida associativa e consequente animação estudantil (incluindo a recepção a estudantes estrangeiros) e a ligação da Universidade à cidade onde se insere, com a reanimação desta zona central da cidade.
António Costa, por seu lado, destacando a coincidência desta apresentação com duas efemérides (o Dia do Estudante e o ano do Centenário da Universidade de Lisboa), sublinhou a importância do papel das Universidades na vida da cidade, que considerou serem uma "mais valia", sobretudo quando têm a dimensão que adquirem em Lisboa (um dos maiores centros universitários em toda a Europa, malgrado a dispersão das suas instalações). Para o autarca, este projecto de um Centro Académico "é bom para a cidade", defendendo que a sua instalação neste edifício vem permitir, à partida, a sua reabilitação e assegurar a revitalização da zona, posto que "não basta fazer a obra de reabilitação do Jardim, é preciso também criar animação na área, e a instalação do Centro Académico no edifício Caleidoscópio é uma âncora nesse sentido".
Na ocasião, o presidente da Câmara assegurou ainda que, concluida esta reabilitação da zona norte do Jardim do Campo Grande (o que deverá acontecer até finais do primeiro semestre do próximo ano), se seguirá a reabilitação da metade sul do Jardim, na sequência do concurso que já atribuiu a concessão para a reabilitação e exploração das piscinas dessa zona.
No dia 24 de Março, Dia do Estudante, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, e o reitor da Universidade de Lisboa, António Sampaio da Nóvoa, apresentaram os projectos de qualificação do Jardim do Campo Grande (zona norte) e do edifício Caleidoscópio, onde ficará sedeado o novo Centro Académico. Veja aqui a reportagem video
O edifício Caleidoscópio, que foi cedido pela Câmara à Universidade de Lisboa para instalação de um Centro Académico mediante um protocolo assinado pelas duas instituições, vai ser alvo de remodelação integral do seu interior, a cargo da Universidade. Como explicou Pedro Oliveira, arquitecto responsável por este projecto, o que se pretende é fazer deste edifício mais uma "porta de entrada" para o Jardim do Campo Grande em ligação com o campus universitário e um "ponto de encontro" das diversas instituições universitárias adjacentes. Assim, em parceria com a CML, a zona do envolvente do edifício será alvo de arranjo específico, com a remoção dos espaços de estacionamento fronteiros ao edifício, entre este e zona universitária, e a criação de um pátio do lado do jardim e de uma esplanada sobre o lago.
Enquanto a fisionomia exterior do edifício se mantém inalterada (apenas serão removidos os elementos que foram acrescentados, restituindo a originalidade do edifício, e acoplada uma pala luminosa), o interior será objecto de profunda remodelação para instalação de salas para as associações académicas e associações ambientalistas, galeria, auditório, um grande salão, áreas de estudo, cafetaria e restaurante.
Paralelamente, conforme os termos do protocolo assinado entre as duas instituições, o Jardim do Campo Grande (zona norte) também será objecto de uma intervenção qualificadora de monta, a cargo da Câmara Municipal. Conforme explicou o arquitecto João Castro, da Direcção Municipal de Ambiente Urbano, o projecto (da arquitecta Rosário Salema) visa criar melhor ambiente (isolando-o melhor do ruído e visão das faixas de rodagem que o cercam a poente e nascente) mas reduzindo a opacidade interna com a redução da densidade arbustiva (melhor transparência para melhores condições de segurança). Um aterro junto ao lago (que será totalmente renovado e habilitado a suportar ecossistemas aquáticos) permitirá criar uma área relvada entre o Caleidoscópio e o lago e, ali perto, surgirá um parque canino, com área sanitária para os cães, para recreação dos animais e seus donos (numa experiência que, revelando-se positiva, se poderá alargar a outros espaços verdes da cidade). Também será introduzido novo mobiliário urbano (com duas tipologias), refeito o sistema de circulação com novos percursos de pavimento permeável e criada uma área de jogos matemáticos.
Na ocasião da apresentação dos projectos - a que também assistiram a presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Simonetta Luz Afonso, os vereadores José Sá Fernandes, responsável por esta intervenção, e Manuel Salgado, bem como o presidente da Associação Académica da Universidade de Lisboa - o presidente da Câmara e o reitor da Universidade elogiaram os projectos, que consideraram "muito importantes" para a revitalização de toda esta zona.
António Sampaio da Nóvoa, depois de agradecer o contributo dos serviços municipais que garantiram que se pudesse atempadamente fazer esta apresentação no Dia do Estudante, considerou que o renovado edifíco do Caleidoscópio vai permitir três coisas de que gosta: estudar, só ou em grupo, a participação na vida associativa e consequente animação estudantil (incluindo a recepção a estudantes estrangeiros) e a ligação da Universidade à cidade onde se insere, com a reanimação desta zona central da cidade.
António Costa, por seu lado, destacando a coincidência desta apresentação com duas efemérides (o Dia do Estudante e o ano do Centenário da Universidade de Lisboa), sublinhou a importância do papel das Universidades na vida da cidade, que considerou serem uma "mais valia", sobretudo quando têm a dimensão que adquirem em Lisboa (um dos maiores centros universitários em toda a Europa, malgrado a dispersão das suas instalações). Para o autarca, este projecto de um Centro Académico "é bom para a cidade", defendendo que a sua instalação neste edifício vem permitir, à partida, a sua reabilitação e assegurar a revitalização da zona, posto que "não basta fazer a obra de reabilitação do Jardim, é preciso também criar animação na área, e a instalação do Centro Académico no edifício Caleidoscópio é uma âncora nesse sentido".
Na ocasião, o presidente da Câmara assegurou ainda que, concluida esta reabilitação da zona norte do Jardim do Campo Grande (o que deverá acontecer até finais do primeiro semestre do próximo ano), se seguirá a reabilitação da metade sul do Jardim, na sequência do concurso que já atribuiu a concessão para a reabilitação e exploração das piscinas dessa zona.
FICHEIROS
http://www.cm-lisboa.pt/archive/doc/Campo_Grande_2.pdf
http://www.cm-lisboa.pt/archive/doc/...ampoGrande.pdf
http://www.cm-lisboa.pt/archive/doc/...ampogrande.pdf
http://www.cm-lisboa.pt/archive/doc/...ampogrande.pdf