Fonte: SEADE - Condições de Vida (http://www.seade.gov.br/index.php?op...emid=39&tema=8)
Dados, Estatísticas, Mapas, Tabelas e Gráficos do Estado de São Paulo
IDH - Municípios (2000)
Fonte: SEADE - Condições de Vida (http://www.seade.gov.br/index.php?op...emid=39&tema=8)
Fonte: SEADE - Condições de Vida (http://www.seade.gov.br/index.php?op...emid=39&tema=8)
Quote:
A construção da Malha Ferroviária Paulista
Vários ramais ficaram de fora, acredito que a maioria nem exista mais.
Vale citar os ramais de Amparo, Espírito Santo do Pinhal e Rio Claro.
Vale citar os ramais de Amparo, Espírito Santo do Pinhal e Rio Claro.
Quote:
A construção da Malha Ferroviária Paulista
Se for considerar as ferrovias desde o início, estão faltando vários ramais aí... :okay:
^^
Estão sim, mas talvez tenham colocado somente os principais, não sei...
Mas daí tem que brigar com o GESP haha.
Foi retirado de um relatório a respeito do Ferroanel elaborado pelo Governo há alguns anos:
http://www.al.sp.gov.br/web/institut.../ferroanel.pdf
Estão sim, mas talvez tenham colocado somente os principais, não sei...
Mas daí tem que brigar com o GESP haha.
Foi retirado de um relatório a respeito do Ferroanel elaborado pelo Governo há alguns anos:
http://www.al.sp.gov.br/web/institut.../ferroanel.pdf
População de São Paulo tem perfil mais velho que restante do País
Levantamento foi feito com base em dados do Censo Demográfico 2010 do IBGE
SÃO PAULO - O estudo Retratos de São Paulo em 2010, elaborado pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), mostra que a população paulista tem um perfil mais velho que a restante do País. A relação de pessoas com até 29 anos no total da população paulista é menor que a proporção desta faixa etária no cenário nacional. Já dos 30 anos em diante, a relação de habitantes no total da população é maior em São Paulo que no restante do Brasil. Em ambos os casos, porém, a faixa etária que vai de 15 a 29 anos responde por mais de 25% da população, o maior contingente tanto no Estado quanto em todo o País.
O levantamento, feito com base nos primeiros dados do Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que São Paulo concentra 21,6% dos brasileiros. No entanto, o aumento populacional dos paulistas fica um pouco abaixo da média nacional, 1,09% ao ano ante 1,17%, respectivamente. Dentro desse crescimento, destaque para a faixa acima dos 45 anos, que subiu 3,58%. Por outro lado, o índice de crescimento da população mais jovem, até 14 anos, foi de -0,95%. A densidade domiciliar média no Estado é de 3,22 habitantes por residência, ante média nacional de 3,33 habitantes por domicílio.
Ao todo, 63,9% dos habitantes paulistas se declararam brancos no Censo 2010, 29,1% pardos, 5,5% pretos, 1,4% amarelos e 0,1% indígenas. Nos outros Estados, conforme o relatório da Seade, a população declarada parda ou preta é majoritária (55,2%). Na relação por gênero, São Paulo é dominado pelas mulheres - para cada 100 delas existem 95 homens. Entre os idosos, essa diferença é ainda maior: oito homens para cada dez mulheres na faixa etária que vai dos 60 aos 69 anos e quatro homens para cada dez mulheres entre as pessoas com mais de 90 anos. A taxa de analfabetismo no Estado é de 4,3%, ante 9,6% no País.
Renda. O estudo informa que 7% da população em situação de extrema pobreza está em São Paulo, o que representa 1,1 milhão ou 2,6% dos habitantes do Estado. Os domicílios com renda per capita de meio a três salários mínimos somam 66,1% em São Paulo. No Brasil são 58%. Já as residências com renda de até meio salário mínimo por morador chegam a 14,8% do total em São Paulo e a 27,7% no restante do País. O acesso a serviços públicos em São Paulo também ficou acima da média nacional. Segundo a pesquisa, 99% das residências paulistas têm abastecimento de água e 92% possuem rede sanitária ou fossa séptica. Os números do restante do Brasil ficam em patamares menores: 93% e 70%, respectivamente.
http://www.estadao.com.br/noticias/c...s,767229,0.htm
Estudo na íntegra:
http://www.seade.gov.br/produtos/retratosdesp/view/
Depois vou tirar SS de alguns gráficos/tabelas e postar aqui.
Levantamento foi feito com base em dados do Censo Demográfico 2010 do IBGE
SÃO PAULO - O estudo Retratos de São Paulo em 2010, elaborado pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), mostra que a população paulista tem um perfil mais velho que a restante do País. A relação de pessoas com até 29 anos no total da população paulista é menor que a proporção desta faixa etária no cenário nacional. Já dos 30 anos em diante, a relação de habitantes no total da população é maior em São Paulo que no restante do Brasil. Em ambos os casos, porém, a faixa etária que vai de 15 a 29 anos responde por mais de 25% da população, o maior contingente tanto no Estado quanto em todo o País.
O levantamento, feito com base nos primeiros dados do Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que São Paulo concentra 21,6% dos brasileiros. No entanto, o aumento populacional dos paulistas fica um pouco abaixo da média nacional, 1,09% ao ano ante 1,17%, respectivamente. Dentro desse crescimento, destaque para a faixa acima dos 45 anos, que subiu 3,58%. Por outro lado, o índice de crescimento da população mais jovem, até 14 anos, foi de -0,95%. A densidade domiciliar média no Estado é de 3,22 habitantes por residência, ante média nacional de 3,33 habitantes por domicílio.
Ao todo, 63,9% dos habitantes paulistas se declararam brancos no Censo 2010, 29,1% pardos, 5,5% pretos, 1,4% amarelos e 0,1% indígenas. Nos outros Estados, conforme o relatório da Seade, a população declarada parda ou preta é majoritária (55,2%). Na relação por gênero, São Paulo é dominado pelas mulheres - para cada 100 delas existem 95 homens. Entre os idosos, essa diferença é ainda maior: oito homens para cada dez mulheres na faixa etária que vai dos 60 aos 69 anos e quatro homens para cada dez mulheres entre as pessoas com mais de 90 anos. A taxa de analfabetismo no Estado é de 4,3%, ante 9,6% no País.
Renda. O estudo informa que 7% da população em situação de extrema pobreza está em São Paulo, o que representa 1,1 milhão ou 2,6% dos habitantes do Estado. Os domicílios com renda per capita de meio a três salários mínimos somam 66,1% em São Paulo. No Brasil são 58%. Já as residências com renda de até meio salário mínimo por morador chegam a 14,8% do total em São Paulo e a 27,7% no restante do País. O acesso a serviços públicos em São Paulo também ficou acima da média nacional. Segundo a pesquisa, 99% das residências paulistas têm abastecimento de água e 92% possuem rede sanitária ou fossa séptica. Os números do restante do Brasil ficam em patamares menores: 93% e 70%, respectivamente.
http://www.estadao.com.br/noticias/c...s,767229,0.htm
Estudo na íntegra:
http://www.seade.gov.br/produtos/retratosdesp/view/
Depois vou tirar SS de alguns gráficos/tabelas e postar aqui.
População do Estado de São Paulo
Por enquanto somente os que abordam a variação da população e a composição da população propriamente...
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Por enquanto somente os que abordam a variação da população e a composição da população propriamente...
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Demais Gráficos
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Gráficos do PPA a respeito do crescimento do PIB Paulista, que valem a pena serem registrados aqui:
[IMG]http://img11.imageshack.us/img11/4093/pibporsetor.png
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[IMG]http://img11.imageshack.us/img11/4093/pibporsetor.png
Quote:
Gráficos do PPA a respeito do crescimento do PIB Paulista, que valem a pena serem registrados aqui:
[IMG]http://img11.imageshack.us/img11/4093/pibporsetor.png
[/IMG]
[IMG]http://img11.imageshack.us/img11/4093/pibporsetor.png
A região de Santos não crescerá nem 5% ao ano, mesmo com o pré-sal? Estranho...
Qual o percentual do PIB de SP em relação ao brasileiro contando com o ano de 2010?
^^
O PIB oficial dos Estados é divulgado com dois anos de defasagem em relação ao PIB nacional pelo IBGE. Mês que vem será divulgado os dados de 2009.
O PIB oficial dos Estados é divulgado com dois anos de defasagem em relação ao PIB nacional pelo IBGE. Mês que vem será divulgado os dados de 2009.
^^ É isso mesmo. E normalmente, dois dias depois divulgam o PIB dos municípios.
Interessante lembrar que os dados de 2009 são aqueles referentes à crise, em que o Brasil teve retração no PIB. Segundo a fundação SEADE, a economia de SP teve um leve crescimento, algo como 1,2% (o que significa que crescemos mais que a média nacional); só espero que essa previsão esteja certa, porque a fundação SEADE costuma ser otimista com as suas contas, e sempre erra pra cima.
Aguardemos...
Salvo engano, em 2009, o estado que mais sofreu com a crise foi MG, que previu queda de 2,7%. Em compensação, o estado cresceu 10,9% em 2010 (óbvio, com uma base fraca em 2009...).
Interessante lembrar que os dados de 2009 são aqueles referentes à crise, em que o Brasil teve retração no PIB. Segundo a fundação SEADE, a economia de SP teve um leve crescimento, algo como 1,2% (o que significa que crescemos mais que a média nacional); só espero que essa previsão esteja certa, porque a fundação SEADE costuma ser otimista com as suas contas, e sempre erra pra cima.
Aguardemos...
Salvo engano, em 2009, o estado que mais sofreu com a crise foi MG, que previu queda de 2,7%. Em compensação, o estado cresceu 10,9% em 2010 (óbvio, com uma base fraca em 2009...).
^^
Sim, e cabe observar também que crescimento real do PIB acima do nacional não é garantia de crescimento nominal do PIB acima do nacional, embora no caso de 2009 eu creio que isso ocorrerá (...), portanto SP deve ampliar a participação no PIB em relação ao ano anterior.
No caso de 2010, segundo a fundação SEADE, o PIB de SP cresceu abaixo da média nacional, mas se somarmos a diferença de crescimento do PIB real de SP em relação ao nacional de 2009 e 2010, ainda apresenta um crescimento bastante acima da média nacional, já que em 2009 a diferença foi bastante razoável, isto é, se a fundação SEADE estiver correta.
Sim, e cabe observar também que crescimento real do PIB acima do nacional não é garantia de crescimento nominal do PIB acima do nacional, embora no caso de 2009 eu creio que isso ocorrerá (...), portanto SP deve ampliar a participação no PIB em relação ao ano anterior.
No caso de 2010, segundo a fundação SEADE, o PIB de SP cresceu abaixo da média nacional, mas se somarmos a diferença de crescimento do PIB real de SP em relação ao nacional de 2009 e 2010, ainda apresenta um crescimento bastante acima da média nacional, já que em 2009 a diferença foi bastante razoável, isto é, se a fundação SEADE estiver correta.
Mapas e tabelas com informações gerais do Estado de São Paulo
Daqui algum tempo irei postar outros com informações a respeito da composição de atividade econômica no Estado, em suas regiões e municípios.
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Daqui algum tempo irei postar outros com informações a respeito da composição de atividade econômica no Estado, em suas regiões e municípios.
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O PIB oficial dos Estados é divulgado com dois anos de defasagem em relação ao PIB nacional pelo IBGE. Mês que vem será divulgado os dados de 2009.
O PIB oficial dos Estados é divulgado com dois anos de defasagem em relação ao PIB nacional pelo IBGE. Mês que vem será divulgado os dados de 2009.
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^^ É isso mesmo. E normalmente, dois dias depois divulgam o PIB dos municípios.
Interessante lembrar que os dados de 2009 são aqueles referentes à crise, em que o Brasil teve retração no PIB. Segundo a fundação SEADE, a economia de SP teve um leve crescimento, algo como 1,2% (o que significa que crescemos mais que a média nacional); só espero que essa previsão esteja certa, porque a fundação SEADE costuma ser otimista com as suas contas, e sempre erra pra cima.
Aguardemos...
Salvo engano, em 2009, o estado que mais sofreu com a crise foi MG, que previu queda de 2,7%. Em compensação, o estado cresceu 10,9% em 2010 (óbvio, com uma base fraca em 2009...).
Interessante lembrar que os dados de 2009 são aqueles referentes à crise, em que o Brasil teve retração no PIB. Segundo a fundação SEADE, a economia de SP teve um leve crescimento, algo como 1,2% (o que significa que crescemos mais que a média nacional); só espero que essa previsão esteja certa, porque a fundação SEADE costuma ser otimista com as suas contas, e sempre erra pra cima.
Aguardemos...
Salvo engano, em 2009, o estado que mais sofreu com a crise foi MG, que previu queda de 2,7%. Em compensação, o estado cresceu 10,9% em 2010 (óbvio, com uma base fraca em 2009...).
Quote:
^^
Sim, e cabe observar também que crescimento real do PIB acima do nacional não é garantia de crescimento nominal do PIB acima do nacional, embora no caso de 2009 eu creio que isso ocorrerá (...), portanto SP deve ampliar a participação no PIB em relação ao ano anterior.
No caso de 2010, segundo a fundação SEADE, o PIB de SP cresceu abaixo da média nacional, mas se somarmos a diferença de crescimento do PIB real de SP em relação ao nacional de 2009 e 2010, ainda apresenta um crescimento bastante acima da média nacional, já que em 2009 a diferença foi bastante razoável, isto é, se a fundação SEADE estiver correta.
Sim, e cabe observar também que crescimento real do PIB acima do nacional não é garantia de crescimento nominal do PIB acima do nacional, embora no caso de 2009 eu creio que isso ocorrerá (...), portanto SP deve ampliar a participação no PIB em relação ao ano anterior.
No caso de 2010, segundo a fundação SEADE, o PIB de SP cresceu abaixo da média nacional, mas se somarmos a diferença de crescimento do PIB real de SP em relação ao nacional de 2009 e 2010, ainda apresenta um crescimento bastante acima da média nacional, já que em 2009 a diferença foi bastante razoável, isto é, se a fundação SEADE estiver correta.
Quote:
Eu já tinha dado uma pesquisada e só tinha achado estimativas, queria saber se tinha algo oficial do IBGE, como eles são lentos hein. O IBGE faz alguma distinção entre PIB real e nominal?
Quote:
Bem, a variação nominal do PIB é basicamente a variação da produção (pib real) + variação dos preços (+/- inflação). Sendo assim, a variação nominal do PIB nada mais é que a diferença percentual do valor do PIB apresentado em um ano em relação ao ano anterior, e esse valor é sempre divulgado. Quando o IBGE divulga os dados, a variação percentual do PIB, mostrada na tabela, sempre se refere à variação real, pois para efeitos de avaliação de crescimento da atividade econômica e enriquecimento, o PIB nominal é irrelevante. Você pode ter um país que 'cresce 0%', mas em que o pib nominal cresce 8%, e esse cenário é denominado estagflação, pois você teria um não crescimento da produção acompanhado a um crescimento dos preços, que é o pior dos cenários econômicos... Enfim, o IBGE sempre trás os dois dados, mas no que se refere ao crescimento nominal, é preciso tirar a porcentagem do ano em questão em relação ao ano anterior para encontrar a variação nominal do PIB.
Quote:
Ahm então,perguntei isso porque vc falou que o estado cresceu há um tempo atrás com o PIB real acima da média nacional e o nominal abaixo.Por exemplo é possível o estado crescer 6%, com a média nacional sendo 5% e mesmo assim perder participação no PIB nacional porque são considerados valores absolutos onde entram a inflação?
Colocando em termos práticos, peguemos o crescimento do PIB Paulista no ano de 2008 em relação a 2007. Em 2008, o PIB real do Estado cresceu 5,9%, enquanto o PIB real nacional cresceu 5,2%. Mesmo assim, a participação de SP no PIB nacional caiu de 33,9% para 33,1%. Entre 2002 e 2008, o PIB real de SP cresceu 29,4%, enquanto o PIB nacional 27,9%, portanto SP cresceu mais que o país em termos reais. Entretanto, a participação nominal de SP no PIB nacional caiu de 34,6% em 2002 para 33,1% em 2008, pois a variação positiva dos preços que incidem sobre a composição do PIB dos demais Estados foi superior ao de SP. Em outras palavras, é como se a inflação dos demais Estados tivesse sido bem maior que a de SP, e há uma série de fatores que podem influenciar isso, tanto internos, quanto externos, e depende também da composição da atividade econômica de cada Estado... Obviamente, todos usamos o Real, mas o "valor real do Real" é distinto dependendo de município, e especialmente dependendo do Estado, de modo que esse "valor real do Real" sofre variações constantes, dependendo da atividade econômica de cada estado. Se, por exemplo, o "valor real do Real" fosse igual no interior de São Paulo e no Interior Nordestino, seria terrível para o pessoal de lá; obviamente, o preço do setor de serviços no nordeste é bem menor do que em SP, mas há muitos fatores que podem incidir nisso...