Projectos no Arquipelago da Madeira - Obras Públicas - SkyscraperCity
 

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Old March 10th, 2008, 06:30 PM   #1
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Projectos no Arquipelago da Madeira - Obras Públicas

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Old March 10th, 2008, 06:49 PM   #2
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Boa NT!

Na parte das fotos também podias ir controlando aquilo
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Old March 11th, 2008, 04:09 PM   #3
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Grupo Parlamentar do PSD anunciou ontem após reunião com o Comando da PSP
Três novas esquadras previstas para a Região






Os concelhos da Ponta do Sol, Santa Cruz e Porto Santo vão ter novas esquadras de Polícia de Segurança Pública (PSP). Noutros concelhos as actuais infra-estruturas serão remodeladas.
Entre as esquadras que serão alvo de obras contam-se a da Penteada, a da Ribeira Brava (que será ampliada), Calheta e Machico.
O anúncio foi feito ontem pela deputada social-democrata, Nivalda Gonçalves, após reunião de uma representação do Grupo Parlamentar do PSD/Madeira com o comandante regional da PSP.
A deputada disse não saber a data exacta do início da construção destes novos edifícios de raiz, embora preveja que sejam iniciados durante o ano em curso.
O objectivo do encontro foi o de apurar quais as necessidades que o Comando Regional sente em termos de meios humanos e materiais, explicou Nivalda Gonçalves.
Neste contexto, o principal problema reconhecido pelo novo comandante da PSP, conforme disse a deputada, foi a falta de meios humanos (vide caixa junto a este artigo).
Nivalda Gonçalves disse que o comandante terá transmitido que, para ter um quadro de efectivos razoável para a dimensão da Região, seria necessário um aumento de 100 a 150 agentes.
Quanto a veículos, apesar de o Comando ter recebido recentemente 12 viaturas, o PSD considera serem necessários mais meios, pois «isso é que permite que a polícia esteja mais próxima na acção de segurança aos cidadãos».
A porta-voz do grupo social-democrata que ontem se reuniu com o comandante da PSP sublinhou que os níveis de insegurança na Região são inferiores aos que se sentem no Continente. Até porque, como disse, «o nível de criminalidade na Região não é superior ao de outras regiões e cidades do País».
Apesar disso, a deputada reconheceu a importância do aumento da toxicodependência e da criminalidade a ela associada no sentimento de insegurança que os madeirenses possam ter.

Faltam 100 a 150 polícias na RAM

A deputada do Grupo Parlamentar do PSD/Madeira, Nivalda Gonçalves, disse ontem que o novo comandante da PSP admitiu que a Região necessita ainda de 100 a 150 novos agentes policiais.
«A principal dificuldade que a PSP enfrenta é com o número de efectivos de polícias existentes nas várias esquadras, e essa será a grande necessidade desta polícia», disse a deputada, garantindo que o Grupo Parlamentar do PSD «vai tentar lutar em parceria e em colaboração com a PSP nesta questão da segurança dos cidadãos».
Tendo em conta o recente anúncio feito pelo governo socialista da abertura de concurso para a entrada de mais agentes para a PSP e GNR, o Grupo Parlamentar do PSD comprometeu-se a lutar para que alguns desses novos agentes sejam destacados para a Madeira.
Nivalda Gonçalves lembrou que o PSD já apresentou algumas iniciativas legislativas nesse sentido, junto da Assembleia da República.


Jornal da Madeira
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Old March 12th, 2008, 05:59 PM   #4
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Santos Costa garante que o Executivo Regional está a governar
Governo tem 50 obras em fase de construção




O Governo Regional, em funções há quase nove meses, está a executar o Plano de Investimentos, tendo neste momento em construção cerca de meia centena de obras.
A garantia foi dada, ontem, pelo secretário regional do Equipamento Social, durante uma visita que efectuou às obras da Escola Básica do 1.º Ciclo da Ribeira Brava.
«Esta é uma obra que ainda não foi mostrada pela secretaria, sendo uma das cinco dezenas que, neste momento, estão em curso, algumas delas a serem inauguradas até ao final do próximo mês», garantiu Santos Costa.
O governante recusou a tese de o Executivo Regional não estar a governar, razão pela qual, entendeu oportuno, nesta altura, mostrar as infra-estruturas em construção. «Surgiram recentemente algumas críticas, partindo do pressuposto de que o Governo não estaria a desenvolver o seu trabalho, pelo que entendi mostrar à população o que estamos a fazer», salientou o responsável pelo Equipamento Social.

Investimento ronda
cinco milhões de euros

Segundo Santos Costa, algumas das obras transitaram do anterior Executivo para o actual, a par de outras que entretanto foram lançadas.
A Escola Básica do 1.º Ciclo da Ribeira Brava promove a generalização do projecto ETI (Escola a Tempo Inteiro) e a frequência do pré-escolar, dotando a freguesia de um equipamento constituído por várias valências e que possibilitará a entrada em funcionamento de um Centro de Actividades Ocupacionais e Centro de Apoio Psico-Pedagógico, de um Conservatório de Música e de Delegação Escolar.
Segundo Santos Costa, a obra está orçada em aproximadamente cinco milhões de euros e está preparada para acolher cerca de 300 alunos já a partir do terceiro período, visto as férias da Páscoa, possibilitarem a transferência de alguns equipamentos para o novo estabelecimento de ensino.
A infra-estrutura contemplou, ainda, a construção de um campo polidesportivo exterior, zonas de recreio, jardins, parque de estacionamento coberto e no exterior.



Jornal da Madeira
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Old March 12th, 2008, 06:00 PM   #5
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Celebração dos contratos-programa aconteceu no Salão Nobre do Governo
Governo dá 51,6 milhões às Câmaras Municipais




O Governo Regional assinou ontem contratos-programa no valor global de 51,6 milhões de euros com os onze municípios da Região para co-financiar 105 projectos. Cerca de 40 milhões de euros são referentes a apoios a conceder ao longo deste ano e os restantes mais de 11 milhões são relativos a compromissos plurianuais.
As assinaturas foram feitas ontem no Salão Nobre do Governo Regional, onde o secretário regional do Plano e Finanças disse que «os cerca de 40 milhões de euros a atribuir no corrente ano consubstanciam um grande esforço do Governo Regional no sentido de garantir a solidariedade que os municípios e os seus mais altos representantes nos merecem, apesar das dificuldades financeiras resultantes das medidas impostas pelo Governo da República».
Ventura Garcês alertou os autarcas para «não facilitarem» nem darem «quaisquer argumentos para que sejam efectuadas retenções dos fundos do Orçamento do Estado para os municípios da Região».
O presidente da Associação de Municípios da Região Autónoma, Roberto Silva, também se insurgiu contra a política do governo central, nomeadamente contra a «desadequada» Lei de Finanças Locais e outras que «pretendem fazer dos autarcas meros gestores» «sem capacidade para fazer face aos problemas do dia-a-dia».
Pelo contrário, destacou a «colaboração estratégica» do Governo Regional com os municípios, apesar de não estar «obrigado» a assinar os contratos-programa.
Quanto aos apoios, o Funchal é o que recebe mais (6,3 milhões para 18 projectos), seguido de Santa Cruz (6,2 milhões para oito projectos). Santana é o que recebe menos (1,7 milhões para cinco projectos). Apesar da contenção, nenhum dos projectos previstos foi posto em causa, garantiu Roberto Silva.


Jornal da Madeira
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Old March 12th, 2008, 06:17 PM   #6
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Obras paradas na Igreja das Feiteiras por erro de projecto
O PROJECTO INICIAL NÃO É EXECUTÁVEL, POR ISSO TEM DE SER REAVALIADO
Data: 12-03-2008



Os trabalhos de ampliação da Igreja das Feiteiras, em São Vicente, têm gerado uma acesa discussão por parte da população desta localidade. Isto porque o projecto elaborado pelo arquitecto Paredes (que previa a construção de um piso por cima da estrutura já existente, destinado à realização de aulas de catequese, enquanto no andar de baixo manter-se-ia o espaço para realizar a missa) não é exequível.

Os engenheiros da construtora que ganhou o concurso público, a Edimade, concluíram, através da avaliação da estrutura actual, que o projecto concebido não poderia ser executado porque a estrutura existente não suportaria o peso da construção do andar previsto.

O arquitecto Paredes, responsável pelo projecto, explica a situação. "Não sabíamos bem como estava toda a estrutura existente. Só depois de o padre ter-se mudado para outra igreja (numa garagem) é que pudemos fazer uma análise pormenorizada daquela estrutura".

Isto porque a estrutura ali existente é considerada precária por não ter fundações e por estar em cima da terra. "Aí percebemos que o pavilhão existente não suportaria o projecto previsto".

Reavaliação financeira

A discussão actual gira em redor da possibilidade do edifício existente ter de ser demolido (o que implica que este seja construído de raiz), ou da possibilidade da manutenção da estrutura actual, mas que obriga a que se gaste uma verba avultada para a consolidação da estrutura existente. Este inesperado problema vem aumentar o custo total da obra e obriga a uma reavaliação de todo o projecto. A Edimade encontra-se a fazer quantificação financeira dos custos das duas soluções existentes e aponta para uma conclusão no prazo de uma semana.

Nestes entretantos, as obras que já se tinham iniciado foram interrompidas e estão por agora paradas, para que as entidades competentes (paróquia, Diocese do Funchal e secretaria Regional do Equipamento Social) tomem uma decisão, baseada na análise financeira da Edimade.

Apesar da identificação sentimental da população para com esta igreja, as pessoas com quem o DIÁRIO falou são unânimes na resposta, preferem a demolição por uma questão de segurança.

A população nesta fase de 'despedida' da antiga igreja, lembra que esta foi construída graças ao trabalho e dedicação dos paroquianos do sítio das Feiteiras, mas infelizmente por causa disso mesmo esta não reúne as condições necessárias de segurança.

Ilda Gouveia Capontes é uma das paroquianas que defende que a nova igreja seja feita de raiz. "Eu acho que a igreja tem de ser toda nova. A igreja velha já tem muitos anos e não oferece segurança". Apesar desta posição, Ilda Capontes compreende que os idosos se identifiquem com o edifício ali existente. No entanto lembra que "ir à missa tem mais a ver com a devoção do que com a própria igreja".

Já Teresa Medeiros, doméstica, de 53 anos, 'afina pelo mesmo diapasão'. "Já que há essa possibilidade prefiro que a igreja seja feita toda de novo. Já que se constrói que se faça com segurança".

Esta católica praticante que vai à missa sempre que pode, recorda que o edifício que ali existia não se parecia com uma igreja. "Aquilo parecia mais um armazém que uma igreja" por isso não vai deixar saudades. Teresa Medeiros conhece o projecto para a nova igreja. "A igreja nova parece-se mesmo com uma igreja. Tem uma torre, sinos. Esta não se parecia nada com isso, nem um sino tinha". Apesar da aparência exterior, esta paroquiana gostaria que o interior se mantivesse parecido. Ivo Nunes é uma das pessoas mais conhecidas das Feiteiras. É quase obrigatório ouvi-lo. Afável, explora um pequeno bar uns metros acima da igreja. Categórico afirma que prefere a demolição. "Acho que é errado manter o que lá existe. Prefiro que tudo seja demolido e feito de novo". Justifica a sua posição por entender que é melhor a segurança à identidade sentimental. Conhecedor do novo projecto, Ivo Nunes prefere-o ao edifício existente, mas não deixa de fazer uma observação. "A única coisa que não gosto no novo projecto é que a porta de entrada para a nova igreja fique numa parede lateral". E explica porquê: "A porta de entrada numa igreja deve ficar sempre de frente para o altar e não de lado".


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Old March 13th, 2008, 12:39 PM   #7
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Bons projectos!
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"We must face the grim necessity, with full knowledge that the task is to be solved, and we must proceed with a full realization that no statute enacted by man can repeal the inexorable laws of nature."
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Old March 14th, 2008, 10:36 PM   #8
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Grupo Parlamentar do PSD reuniu com os autarcas locais
Machico tem 83 por cento do programa executado




Cerca de 83 por cento do programa da Câmara Municipal de Machico já está executado.
O anúncio foi feito, ontem, pelo presidente do Grupo Parlamentar do PSD, após uma reunião de trabalho com o Executivo municipal e com os presidentes das juntas de freguesia do concelho.
Na análise ao trabalho que tem sido feito naquele concelho, o deputado Jaime Ramos sublinhou o facto de, desde que o PSD ganhou as eleições autárquicas (em 2001 e em 2005), ter conseguido transformar um dos concelhos mais atrasados da Região num «concelho exemplar».
De acordo com o líder parlamentar, esta mudança que foi operada no concelho é a prova de que o facto de a população ter votado no PSD «beneficiou-a directamente».
Neste momento, Jaime Ramos diz que o programa de 2005 está executado em cerca de 83 por cento e sublinha o desenvolvimento registado nos campos da rede viária, da saúde, da cultura, da educação, da distribuição de água potável e do saneamento básico.
Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal de Machico destacou o investimento que tem sido feito a vários níveis, com o apoio do Governo Regional. No que concerne à cultura, Emanuel Gomes adiantou que em breve será apresentada a nova Biblioteca Municipal, que vai integrar a Rede Nacional de Bibliotecas e que já está a funcionar, no edifício do Fórum Machico.
A questão do planeamento urbano também não foi esquecida, tendo o autarca falado na «rigidez» quase absoluta de leis que são feitas da Assembleia da República, que «são adaptadas ao todo nacional e que dificultam a acção diária dos autarcas, que muitas vezes querem ajudar as pessoas e são impedidos por via de leis que não compreendem a situação regional e local». Por isso, Emanuel Gomes pediu ao Grupo Parlamentar que desenvolva iniciativas no sentido de tentar agilizar algumas destas situações.
À margem do encontro, questionado sobre a proposta de Luís Filipe Menezes de alterar a cor e o símbolo do PSD, Jaime Ramos disse que «não vamos alterar nada», porque «não temos nada com Lisboa».


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Old March 14th, 2008, 10:39 PM   #9
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Santos Costa visita obras de polidesportivo no Estreito



O Secretário Regional do Equipamento Social, Luís Santos Costa, visita, no próximo dia 14 de Março, as obras de construção do novo Polidesportivo das Romeiras, na freguesia do Estreito de Câmara de Lobos, e as obras de beneficiação e ampliação da Escola Básica do 1º Ciclo do Foro, no Jardim da Serra.
A obra, a cargo da Secretaria Regional do Equipamento Social, complementa o conjunto escolar da Escola Básica do 1º Ciclo com Pré Escolar das Romeiras, mas assegura também a acessibilidade directa ao exterior, por forma a que o novo conjunto desportivo possa ser utilizado no período extra-escolar por outras entidades e pela população em geral. Para além de proporcionar à população vivências desportivas que valorizem e incrementem a qualidade de vida e o bem-estar, a intervenção da Secretaria Regional, através da Direcção Regional de Edifícios Públicos, vem dotar este estabelecimento escolar de todas as condições para poder funcionar em pleno e no regime de Escola a Tempo Inteiro‚ tanto nas áreas teóricas como nas actividades desportivas.


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Old March 14th, 2008, 10:46 PM   #10
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Avançam as obras na praia
São Três milhões de euros para pouco mais de cem metros de areal dourado
Data: 14-03-2008


(Areia deverá cobrir uma largura de 70 metros junto ao enrocamento e terá 150 metros de extensão.)

Já estão no terreno as obras para a requalificação da praia de Machico, que prevê a introdução de areia amarela na parte Este da foz da ribeira local e que vão custar ao erário público cerca de três milhões de euros.

Os trabalhos há muito anunciados começaram finalmente nesta semana. Para já e enquanto junto ao calhau ainda ocorrem os preparativos para a intervenção de fundo que mudará a face deste espaço, numa das extremidades, junto à foz da ribeira, já é visível os trabalhos mar adentro para a construção de um enrocamento de protecção à infra-estrutura balnear a ser ali criada.

O novo areal do litoral madeirense ficará localizado na praia da Banda D'Além, entre a foz da ribeira de Machico e o porto de recreio local. Uma área não muito extensa, mas que promete vir a ser um grande atractivo para os banhistas locais e visitantes, sobretudo na época balnear. Contudo a estreia 'oficial' fica adiada para o Verão do próximo ano, uma vez que os trabalhos deverão estender-se até depois da época estival.

Areia 'presa' por esporão A obra do Governo Regional sob a chancela da Secretaria Regional do Equipamento Social vai ser desenvolvida nos próximos tempos. O projecto cuja empreitada está orçada em cerca de três milhões de euros prevê a criação de uma praia artificial de areia amarela, rampa de acesso ao mar e consequente esporão de protecção.

Valorizar o litoral através da requalificação da orla marítima local e fazer também da praia um atractivo na cidade de Machico, são objectivos que justificam a construção deste novo espaço balnear. No seguimento da profunda intervenção que já foi realizada num passado ainda recente em toda a frente-mar de Machico, desde a zona de São Roque até ao antigo cais, esta intervenção que agora se verifica ao nível da orla marítima vem complementar a grande transformação que a baía machiquense tem vindo a registar desde 2002.

A 'nova' praia, criada através de enchimento artificial com a deposição de areia dourada, terá mais de cem metros de extensão, sendo a largura variável atendendo à 'linha' de costa, devendo oscilar entre os 25 metros do lado do porto de recreio e os 70 metros junto ao enrocamento. Este esporão de protecção em forma de 'L' terá uma orientação paralela ao alinhamento do passeio marítimo da marginal com uma extensão total que deverá aproximar-se dos 150 metros. Está prevista a construção de uma rampa de acesso para facilitar a mobilidade dos utentes.

De resto, o projecto inclui a construção de vários acessos ao mar na frente-mar do lado oposto desta baía, na zona de calhau da praia de São Roque, colmatando assim uma lacuna daquela estância balnear.


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Old March 15th, 2008, 05:55 AM   #11
Viriatox
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Na Madeira parece que não gostam de ter as maquinas paradas, é só obras, pequenas e grandes, mas sempre para melhorar.
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Old March 15th, 2008, 08:20 AM   #12
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Santos Costa visitou obras do polidesportivo dos Romeiras e a escola do Foro
Novas infra-estruturas para educação no Estreito




No final de Abril, as obras de beneficiação e ampliação da Escola Básica do 1.º ciclo do Foro, no Jardim da Serra, e as obras do polidesportivo das Romeiras serão inauguradas pelo presidente do Governo Regional.
Na manhã de ontem, o secretáro regional do Equipamento Social, Santos Costa, esteve no Estreito de Câmara de Lobos para se inteirar do andamento das duas infra-estruturas educativas. O governante explicou que a Escola Básica do primeiro ciclo do Foro está a ser redimensionada para passar a funcionar a tempo inteiro. Uma novidade é que aquela infra-estrutura educativa vai ter três salas para o pré-escolar. Terá ainda gabinetes e novos espaços de pátios cobertos. O edifício da escola tem acessos livres de barreiras.
A intervenção passou também pela renovação do polivalente existente, com a recuperação do edifício dos balneáreos e a colocação de um novo pavimento sintético.
Segundo Santos Costa, este é um investimento na ordem dos cem mil euros.
O secretário regional esteve também no sítio das Romeiras, ainda no Estreito de Câmara de Lobos, onde está a ser construído um novo polidesportivo, uma promessa feita pelo presidente do Governo Regional, quando se deslocou ao local para inaugurar a escola. O polidesportivo exterior é um investimento na ordem dos 450 mil euros e a sua construção «era fundamental não só para os alunos da escola, mas também para a população, porque vai ter uma ligação directa ao exterior para permitir a sua utilização fora dos tempos escolares». A infra-estrutura tem balneáreos, um piso sintético e ao lado está a ser construído um parque infantil.




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Old March 15th, 2008, 08:26 AM   #13
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Lar em Santana avança neste mandato
Data: 15-03-2008

O Governo Regional (GR) vai avançar com a construção de um lar em Santana. A intenção foi transmitida pelo secretário regional dos Assuntos Sociais, Francisco Jardim Ramos, ontem na abertura oficial da XII Semana de São José, no Centro Cívico do Arco de São Jorge. Perante uma plateia atenta e, na maioria, idosa, Francisco Jardim Ramos frisou que o GR vai continuar a desenvolver apoios aos idosos, nomeadamente através da Rede Regional de Cuidados Continuados Integrados, para que as pessoas se sintam apoiadas no próprio lar. O secretário regional garantiu que, na Região, não haverá os desenvolvimentos registados no continente, como o fecho de centros de saúde e pagamentos de taxas moderadoras em consultas.

A respeito do novo lar em Santana, o presidente da direcção da Casa do Povo do Arco de São Jorge, Rui Moisés, manifestou satisfação, explicando que se trata de uma reivindicação com largos anos e de "uma necessidade do concelho, apesar de todo o apoio que existe". O responsável garantiu ainda que o terreno para a construção desta infra-estrutura já foi expropriado e que deverá estar concluída ainda no final deste mandato, apesar de Francisco Jardim Ramos não ter indicado uma data para a conclusão desta obra, prevista no Programa do Governo.

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Old March 16th, 2008, 09:29 AM   #14
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Sílvio Santos prefere um novo centro de saúde
Parque de campismo é medida incoerente



O responsável pelo grupo SIRAM, Sílvio Santos crê que os madeirenses têm agora um poder de compra suficientemente alto para substituir o parque pela comodidade de um hotel no Porto Santo.
Mas o presidente da Sociedade de Desenvolvimento da ilha, Francisco Taboada, clarificou logo que o parque de campismo será mesmo construído.
A solução de investir num novo centro de saúde avançada por Sílvio Santos surgiu depois das declarações feitas pelo antigo e pelo actual presidente de Câmara, Góis Mendonça e Roberto Silva, respectivamente, sobre a necessidade do Porto Santo ter um novo equipamento de saúde que vá ao encontro da «qualidade» e «excelência» que Porto Santo quer ter.
No debate, Sílvio Santos, que também defende uma nova unidade, confessou já ter desafiado os responsáveis do Madeira Medical Center a criarem uma estrutura semelhante no Porto Santo, mas até agora ainda nada está decidido.
De qualquer dos modos, Sílvio Santos diz estar disponível para parcerias, até nesta área.
«Contem connosco», disse ontem o empresário, que esteve a explicar a filosofia de trabalho do seu grupo durante a conferência sobre o desenvolvimento do Porto Santo. Sílvio Santos fez notar que a «excelência» e a «diferenciação» são dois vectores pelos quais a SIRAM se guia.



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Old March 16th, 2008, 02:43 PM   #15
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Tantas notícias

NT poderias ainda separar mais....

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Old March 16th, 2008, 06:18 PM   #16
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ainda podia separar mais... fazendo um thread para cada um.
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Old March 17th, 2008, 09:48 PM   #17
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Quote:
Originally Posted by JohnnyMass View Post
ainda podia separar mais... fazendo um thread para cada um.

meu nick não é traveller
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Old March 17th, 2008, 09:49 PM   #18
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Dois milhões de euros para a Ribeira grande
Ordenamento gera críticas, com a Câmara a negar violação ao POTRAM e a anunciar novos acessos e um investimento de 900 mil euros no bairro social
Data: 17-03-2008



A construção de espaços para estacionamento e de novos acessos aos armazéns situados na zona da Ribeira Grande vão custar cerca de 2 milhões de euros à Câmara Municipal do Funchal (CMF).

O projecto está já a ser alvo de análise e deve implicar custos com as expropriações de terrenos. Bruno Pereira, vice-presidente da Câmara do Funchal, adianta que, numa primeira análise, a edificação de novas infra-estruturas deve suportar custos da ordem de um milhão e 600 mil euros. "Juntando a isso as expropriações, estimámos que as despesas ascendam aos dois milhões de euros", avançou ao DIÁRIO o ex-director regional do Turismo, que dá também conta da intenção da Câmara em melhorar o enquadramento paisagístico da área, nomeadamente com a plantação de árvores.

"Vamos tentar avançar com a obra o mais rapidamente possível mas, neste momento, não é possível avançar com prazos", acrescenta Bruno Pereira.

A intervenção prevista pela CMF dá resposta às críticas frequentemente manifestadas pelos dirigentes da CDU, no que diz respeito às acessibilidades. Por responder, ficam contudo as questões relacionadas com a falta de condições nos armazéns que operam actualmente na Ribeira Grande.

Edgar Silva, coordenador do partido da Rua da Carreira, diz que a Ribeira Grande continua a albergar unidades dos mais variados ramos, numa operação que "está à margem do que a lei prevê para o licenciamento industrial e comercial".

No reverso da medalha, Miguel Albuquerque, líder da CMF, contraria as denúncias comunistas sobre uma alegada violação ao Plano de Ordenamento do Território da Região Autónoma da Madeira (POTRAM) e garante que actualmente só existem armazéns na Ribeira Grande.

Já a Direcção Regional de Comércio, Indústria e Energia confirma a existência de unidades que exercem actividades nos mais diversos sectores, incluindo prestação de serviços, armazéns, comércio, atribuindo à autarquia funchalense a "responsabilidade de licenciamento".

Alheia às questões do ordenamento territorial está a população residente no bairro social da Ribeira Grande, que centra as suas reivindicações na necessidade de uma limpeza "urgente" ao canal.

"Para além das ervas, há muito lixo e o problema das ratazanas", queixa-se Norberto Silva, alertando para as consequências da falta de limpeza. "Quando houve a enxurrada, há mais anos, a água da ribeira transbordou e assustou toda a gente", recorda o ajudante de pedreiro.

Bairro custa 900 mil euros até 2010

Outra das queixas dos moradores do Bairro da Ribeira Grande prende-se com o estado avançado de degradação de alguns edifícios, um problema que a Câmara do Funchal pretende resolver até 2010.

"O início das obras de recuperação do bairro está previsto para este ano", afirma Rubina Leal.

São 30 os fogos sociais sob a gestão da edilidade. Segundo a vereadora com o pelouro da habitação, o concurso público para o investimento deve ser lançado brevemente e prevê uma execução faseada das obras de recuperação. Até 2010, a CMF conta investir 900 mil euros no bairro da Ribeira Grande. "Serão investidos 300 mil euros, por cada ano", esclarece Rubina Leal.

A vereadora lembra, contudo, que não está em causa uma ampliação do número de fogos. A propósito das queixas de moradores sobre casos de habitações sobrelotadas, Rubina Leal lembra, face às restrições orçamentais, a prioridade da CMF passa por colmatar as necessidades mais prementes, aconselhando as pessoas a procurarem a inscreverem-se na Habitação.

Seringas 'a olho nu' num bairro marcado pelo medo À primeira vista, o bairro da Ribeira Grande parece calmo. Só quando se tenta chegar à conversa os moradores é que nos apercebemos do medo que cala as vozes do descontentamento. Cecília Araújo é uma das excepções entre o role de pessoas que se recusa a falar da droga, alegadamente com medo das represálias.

"Os mais velhos sentem-se inseguros por causa dos assaltos, é normal que não queiram falar", explica a empregada de limpeza.

Enquanto aguarda pelo autocarro, Cecília Araújo dá conta da realidade do bairro marcado pela toxicodependência. "Mais polícia, era uma coisa que dava jeito", desabafa. A sujidade e o desleixo visível em algumas das áreas ajardinadas são outras das queixas da funchalense. "Havia um jardineiro, mas deixou de vir porque foi ameaçado de porrada", refere.

Por detrás do que resta do parque infantil, Rui Spínola encarrega-se da limpeza do recinto situado em frente ao seu apartamento. O parque onde "antigamente brincavam os miúdos" esta coberto de ervas e de lixo. "Está assim há anos e é um perigo para as crianças", critica o operário da construção civil.

Rui vive com a mulher, os cinco filhos, o pai e os quatro irmãos num T2, pelo que a prioridade é mudar para uma casa maior. "A minha filha de nove anos dorme na mesma cama que o meu irmão de 20", conta.

Aos 29 anos, o trabalhador da construção civil diz não ter condições financeiras para sair do bairro social. O que mais o incomoda, afirma, são as seringas deixadas ao ar livre, em espaços frequentados pelos filhos.

Quem também não tem ambições de sair do bairro é Norberto Silva. À espera de um emprego a tempo inteiro, o servente de pedreiro dedica-se "a fazer biscates" como servente de pedreiro. Enquanto aguarda, Norberto cuida dos jardins do Bairro da Ribeira Grande e até já teve de "picar" o muro de protecção à ribeira para fazer escoar a água que corria sem ordem pelo complexo habitacional.

"Eu e o Rui é que tivemos de cavar parte deste jardim, tirámos baldes de lixo, até fraldas as pessoas jogam para ali", declara Norberto Silva, queixando-se também da recolha do lixo. "Como não vem o carro da recolha, os pequenos jogam o lixo para a Ribeira", declara.

Apesar do lixo e da insegurança, Norberto não tem planos para sair do bairro. "Nasci aqui, estou acostumado ". Norberto despede-se. "Há que continuar a cuidar das flores".

Diario de Noticias Madeira
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Old March 18th, 2008, 07:47 PM   #19
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Até final do mandato, alienação de património que não está a ser rentabilizado
Ribeira Brava vai vender escolas antigas




O presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, Ismael Fernandes, anunciou ontem em declarações ao JORNAL da MADEIRA, qu a autarquia prepara-se para vender, durante este ano e até final do mandato, património que não está a ser rentabilizado. É o caso, já anunciado, do campo de futebol, e também de algumas escolas do concelho, entretanto desactivadas ou a desactivar até final do mandato, em Outubro de 2009.
O edil falava ao JM, à margem das sétimas Jornadas Autárquicas das Regiões Ultraperiféricas da União Europeia e Cabo Verde, que estão a decorrer em São Vicente, em Cabo Verde.
Ismael Fernandes sublinha que duas ou três das escolas antigas vão ser vendidas, enquanto que outras vão ser transformadas em centros comunitários e centros de dia, para serviço das populações locais.
O autarca ainda não sabe quais é que serão as escolas a vender, lembrando que tudo passará por um levantamento que a Câmara Municipal da Ribeira Brava vai realizar, tendo em vista apurar as suas condições e o interesse do mercado imobiliário. O presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava lembra que o Governo Regional, em colaboração com a autarquia, construiu, de raiz, novas escolas e redimensionou outras, de forma a acolher o regime de escola a tempo inteiro.
Esse programa permitiu libertar antigos edifícios, alguns dos quais arrendados e que já foram devolvidos aos seus donos, enquanto que outros, na maioria, eram libertados para a Câmara, enquanto proprietária dos mesmos. São esses imóveis que vão, agora, ser vendidos ou então ser redimensionados para outras funções.
Depois de ser decidido o destino a dar aos imóveis que vão continuar na posse da edilidade, os trabalhos deverão iniciar-se apenas durante o próximo mandato autárquico.
Quanto ao campo de futebol, Ismael Fernandes não adianta muito mais do que aquilo que vem afirmando: é para alienar, sendo uma parte significativa para fins habitacionais e comerciais. Quanto à outra parcela, lembra que será a Sociedade de Desenvolvimento Ponta do Oeste, entidade tutelada pela Vice Presidência do Governo Regional, a avançar com as obras. No entanto, diz que gostaria que fosse contemplado um auditório no local, bem como espaços verdes.
Finalmente, instado a pronunciar-se acerca do estacionamento na Ribeira Brava, que vem sendo apontado pela oposição como um dos elementos que vem levando a que os visitantes já não procurem a vila da mesma forma como antes o faziam, o autarca lembra que a edilidade poderia tornar os estacionamentos gratuitos. No entanto, afiança que não pode ser assim, por questões financeiras e de rentabilidade dos investimentos efectuados. Mas, sobretudo, porque os estacionamentos gratuitos não beneficiaram os visitantes, antes pelo contrário.
«Se os estacionamentos fossem gratuitos, pelas oito horas já estavam os espaços todos ocupados pelas pessoas que trabalham na vila e que, hoje em dia, até deixam o carro mais longe ou até, por vezes, não os trazem para a baixa, libertando, mesmo assim, alguns lugares para os visitantes. Compreendo que haja a tentação, quando se está na oposição, de fazer demagogia, mas há que ter cuidado com o que se diz» conclui.


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Old March 19th, 2008, 09:15 AM   #20
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Secretário do Equipamento Social visitou obras de construção
Centro Cívico S. Martinho pronto em finais de Abril




No final do próximo mês, o Centro Cívico de São Martinho vai estar de portas abertas para servir a população local.
O secretário regional do Equipamento Social, Santos Costa visitou, ontem, as obras e garantiu que até o final de Abril, aquela infra-estrutura vai estar concluída.
No âmbito desta visita, Santos Costa explicou aos jornalistas que mais do que construir o edifício, foi feita a requalificação urbana do Largo de São Martinho.
Esta obra da Secretaria Regional do Equipamento Social, através da Direcção Regional do Ordenamento do Território pretendeu, desta forma, dignificar um espaço que se encontrava descaracterizado e sem quaisquer relações espaciais e estruturais.
O projecto de “Requalificação Urbana do Largo de São Martinho” foi aproveitado para dotar aquela zona de alguns equipamentos, a destacar um parque de estacionamento para 180 viaturas. Esta era uma “grande necessidade, sobretudo, devido à proximidade do cemitério”, apontou.
Tendo em conta a elevada importância para a dinâmica e desenvolvimento de São Martinho, uma das maiores e mais populosas freguesias do Funchal, este projecto inclui as instalações da Junta de Freguesia.
Contempla, também, uma área anexa com um espaço polivalente de usos múltiplos e respectivos apoios, como sejam balneários e camarins de apoio às diversas actividades lúdicas.
Vai contemplar, ainda, um espaço para um bar com esplanada e uma florista que existiam, anteriormente, naquela zona e um auditório público na parte de cima, com um palco ao ar livre para a realização de eventos variados.
No âmbito desta obra houve o cuidado de proceder ao arranjo urbanístico que envolve a construção de uma rotunda no centro e um acesso à igreja, para além de uma zona ajardinada.
Esta obra consta do Programa de Governo e representa um investimento de seis milhões de euros. É um edifício com linhas modernas, onde se destacam enormes janelas de vidro que permitem a entrada de muita luz natural. A madeira, também, é muito utilizada tanto para os móveis como para determinados acabamentos.



Jornal da Madeira


///////////////////

180 lugares para estacionamento
A REQUALIFICAÇÃO DO CENTRO DE SÃO MARTINHO VAI ESTAR PRONTA NO FINAL DE ABRIL
Data: 19-03-2008

Os 180 lugares disponíveis no novo parque de estacionamento subterrâneo, projectado para o Largo de São Martinho, vão estar ao serviço da população já no final de Abril. Esta infra-estrutura, que pretende solucionar os problemas de estacionamento naquela área, consta do projecto de requalificação do centro de São Martinho, que engloba também novas instalações para a Junta de Freguesia e um espaço polivalente.

Ontem, numa visita ao local das obras, Luís Santos Costa, secretário regional do Equipamento Social, garantiu que o projecto de 'Requalificação Urbana do Largo de São Martinho' já está a ser concluído, e será inaugurado no final de Abril. Nessa altura, a população terá então ao seu dispor, além do novo silo automóvel, um edifício de arquitectura moderna destinado à Junta de Freguesia e um espaço polivalente para fins culturais, com balneários e camarins de apoio às actividades lúdicas. Aproveitando a recuperação urbanística, foi também criado um auditório público com um palco ao ar livre para a realização de eventos, explicou Santos Costa.

A Secretaria Regional do Equipamento Social teve também a preocupação de criar novos espaços para realojar os comerciantes dessa zona. "Há um espaço para um bar e uma florista que eram equipamentos que existiam neste Largo", disse Santos Costa. "Nós estamos assim a realojá-los, de certo modo, neste edifício".

Os 6 milhões de euros destinados a este projecto estão também a ser aplicados no arranjo das zonas verdes, no alargamento da rotunda aí existente e na requalificação dos acessos à igreja e ao cemitério de São Martinho.

Diario de Noticias Madeura

Last edited by NewTomorrow; March 19th, 2008 at 09:27 AM.
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