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Monumentos de Lisboa - Um Pouco de História

02:50 AM July 31st, 2008
#1
NewTomorrow
Padrão dos Descobrimentos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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O Monumento aos Descobrimentos, bem destacado na margem do rio, em Belém, Lisboa foi construído em 1960 para assinalar os 500 anos da morte de D.Henrique o Navegador.
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Foi encomendado pelo regime de Salazar, tem 52 metros de altura e celebra os marinheiros, patronos reais e todos os que participaram no desenvolvimento da Era dos Descobrimentos.
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O padrão dos descobrimentos que podemos hoje observar já não é o original. O original foi desmontado em 1958. Com efeito o actual foi inaugurado em 1960, e é, construído em betão e com esculturas em pedra de lioz, uma réplica do original, construído em materiais frágeis, que fora construído para a Exposição do Mundo Português, em 1940, pelos arquitectos Cottinelli Telmo (1897-1948) e Leopoldo de Almeida (1898-1975).

O monumento tem a forma de uma caravela com o escudo de Portugal nos lados e a espada da Casa Real de Avis sobre a entrada. D. Henrique, o Navegador, ergue-se à proa, com uma caravela nas mãos. Em duas filas descendentes, de cada lado do monumento, estão as estátuas de heróis portugueses ligados aos Descobrimentos. Na face ocidental encontram-se D. Manuel I, que segura uma esfera armilar, o poeta Camões, com um exemplar de Os Lusíadas, o pintor Nuno Gonçalves com uma paleta, bem como famosos navegadores, cartógrafos e reis.

A norte do monumento uma rosa-dos-ventos de 50 metros de diâmetro, desenhada no chão, foi uma oferta da África do Sul em 1960. O mapa central, pontilhado de galeões e sereias, mostra as rotas dos descobridores nos séculos XV e XVI.
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No interior do monumento existe um elevador que vai até ao sexto andar, e uma escada que vai até ao topo de onde se tem um belo panorama de Belém e do rio. A cave é usada para exposições temporárias.

Uma das mais interessantes perspectivas do monumento pode ser observada a partir de oeste, à luz do pôr do sol.


















A vista do Alto


A Vista desde o Centro Cultural de Belen


COm a Ponte ao Longe
03:13 AM July 31st, 2008
#2
NewTomorrow
O Arco de São Bento aka Arco da Praça de Espanha


Imaginado por Manuel da Maia numa celebração do Aqueduto, era um dos mais majestosos da cidade, assim como o das Amoreiras, fazendo parte das Galeria da Esperança que ia desde a Mãe d'Água nas Amoreiras e desce paralela à rua de São Bento e à avenida D. Carlos I até à zona do Conde Barão.




Assim vejamos: mentes iluminados resolvem demoli-lo em 1938 para o alargamento da rua de São Bento . Fica assim orfâ a rua e o actual Parlamento menos nobre. E a marca nas paredes, ragadas que foram.










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Os restos , pobres pedras, são despejados para o Convento das Francesinhas e depois para a Ajuda. Até 1988. O presidente Abecasis resolveu recolher as peças do puzzle e mandar colocá-las na Praça de Espanha. Mas resta um gigantesco enigma.
Como se reconstrói? Alguns dizem que faltavam pedras, outros os planos originais. O certo é que durante quase dez anos o panorama do Arco foi quase igual ao desta foto.




11:00 AM July 31st, 2008
#3
Barragon
Há fotos que não consigo ver :dunno: secalhar não dá para meter directamente.
01:15 AM August 1st, 2008
#4
NewTomorrow
eu vejo todas
qual é que não ves
11:05 PM August 1st, 2008
#5
pauloluso
Quote:
Originally Posted by NewTomorrow
eu vejo todas
qual é que não ves
São todas as do pbase.
Engraçado. Se fizer copy-paste da url da foto na barra de endereço e voltar a pagina anterior, já dá para ver a foto na pagina :banana:
12:27 PM August 14th, 2008
#6
Barragon
Agora já vejo todas :yes:
06:18 PM August 14th, 2008
#7
moyanapolit
Texto retirado de: http://aps-ruasdelisboacomhistria.bl...to-anto-i.html


"CADEIA MUNICIPAL DO TRONCO

Com entrada pela rua das Portas de Santo Antão existe o Pátio do Tronco. Neste Pátio existiu no século XVI a Cadeia Municipal do Tronco.
Diz-nos a história que, com 28 anos de idade, em 15 de Junho de 1552 dia do Corpo de Deus, Luís de Camões passeava entre o Rossio e as Portas de Santo Antão. Tinha regressado um ano antes de Ceuta, onde num combate com os Mouros perdera uma vista. Em dado momento repara numa briga e reconhece que nela estavam dois amigos seus; não hesitou em envolver-se na desordem, ferindo com um golpe de espada na nuca um criado do Paço, de nome Gonçalo Borges.
Camões foi preso e levado para a Cadeia do Tronco de Lisboa, onde permanece largos meses (apesar de perdoado pelo ofendido) foi libertado em 24 de Março de 1553 por carta régia do dia 7 desse mês. A carta dizia «Mancebo pobre que me vai este ano servir à ÍNDIA». Assim apesar do perdão real, foi forçado a seguir como soldado raso para a Índia, o homem o génio que escreveu a grande obra épica de "OS LUSÍADAS".
Pela passagem do nosso poeta por esta prisão, o túnel que dá acesso ao Pátio do Tronco está assinalada por um painel de azulejos de Leonel Moura, inaugurado em 1992.
O Pátio que pertenceu à prisão serve hoje para estacionamento de carros."