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Évora terá Parque de Ciência e Tecnologia no próximo ano

Projecto promove a passagem de conhecimentos e a criação de novas empresas


Évora vai ver “nascer”, já no início do próximo ano, um Parque de Ciência e Tecnologia que irá albergar laboratórios da universidade daquela cidade, “uma incubadora municipal”, com capacidade para 30 empresas, e “áreas comuns”, revelou hoje à Agência Lusa o presidente do município, José Ernesto Oliveira.

Num investimento que ronda os dez milhões de euros, este projecto tem o intuito de fomentar a instalação de empresas tecnológicas e a transferência de conhecimento científico para o mundo empresarial.

Situado no parque industrial eborense e financiado por apoios comunitários, este centro envolve também a criação de uma empresa gestora e é promovido pelo município e pela Universidade de Évora (UÉvora), com mais parceiros.
Os institutos superiores politécnicos de Beja, Portalegre e Santarém, a Agência Regional de Desenvolvimento do Alentejo (ADRAL), a Associação Nacional de Jovens Empresários e uma entidade bancária são os outros sócios da empresa.

As obras deverão arrancar no início do próximo ano, prevendo-se a sua conclusão para “o final de 2011”, afirmou José Ernesto Oliveira, realçando que a iniciativa está a “despertar o interesse” de várias “grandes empresas”, até porque, junto ao lote onde o parque vai “nascer”, existe “um conjunto de outros lotes” para unidades tecnológicas.

Segundo o autarca, “começa a surgir, da parte dos operadores económicos, um interesse por Évora enquanto centro tecnológico”, o que “é muito importante” para “promover o desenvolvimento com base na inovação e no conhecimento”.

Ligação entre conhecimento científico e mundo empresarial

Também contactado pela Lusa, Manuel Cancela de Abreu, vice-reitor da UÉvora para a Ciência e Cooperação, explicou que o parque pretende fazer a ligação entre conhecimento científico gerado na academia e nos três politécnicos e o mundo empresarial.

O objectivo, sublinhou, “é fomentar, por um lado, esta passagem de conhecimento para as empresas e, por outro, a instalação de novas empresas”, que até podem ser criadas por antigos alunos da UÉvora.




“Uma das funções do parque é, exactamente, ter esse espaço de incubação e pessoas que conhecem bem o tecido científico do Alentejo e que possam ir buscar à universidade ou aos politécnicos o conhecimento que essa empresa poderá necessitar”, disse.

A universidade quer aí criar dois laboratórios, “úteis ao desenvolvimento das empresas”, um dos quais dedicado à interoperabilidade e o outro à instrumentação. O primeiro “é um laboratório de informática que estuda e tenta conjugar programas informáticos que, às vezes, são incompatíveis uns com os outros”, enquanto o segundo vai servir para fornecer “instrumentos e materiais” a quem pretenda desenvolver um protótipo ou tecnologia.

“Reconhecemos que o mundo empresarial do Alentejo não é muito forte e não tem muita vocação para inovar, mas vamos fazer um esforço para facilitar a inovação e ver se conseguimos aumentar a produtividade e sustentabilidade dessas empresas”, argumentou.
 

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Évora constrói Parque de Ciência e Tecnologia num investimento de 10 milhões

Um Parque de Ciência e Tecnologia, num investimento que ronda os 10 milhões de euros, vai ser construído em Évora para fomentar a instalação de empresas tecnológicas e a transferência de conhecimento científico para o mundo empresarial.

O projecto, a situar no parque industrial e financiado por apoios comunitários, envolve a criação de uma empresa gestora e é promovido pelo município e pela Universidade de Évora (UÉvora), com mais parceiros.

Os institutos superiores politécnicos de Beja, Portalegre e Santarém, a Agência Regional de Desenvolvimento do Alentejo (ADRAL), a Associação Nacional de Jovens Empresários e uma entidade bancária são os outros sócios da empresa.

O parque vai acolher "laboratórios da UÉvora, uma incubadora municipal", com capacidade para cerca de 30 empresas, e "áreas comuns", disse hoje à Agência Lusa o presidente do município, José Ernesto Oliveira.

As obras deverão arrancar no início do próximo ano, prevendo-se a sua conclusão para "o final de 2011", afirmou.

José Ernesto Oliveira realçou que a iniciativa está a "despertar o interesse" de várias "grandes empresas", até porque, junto ao lote onde o parque vai "nascer", existe "um conjunto de outros lotes" para unidades tecnológicas.

"Há uma grande multinacional, da área da informática, que está em vias de adquirir um lote para instalação de um centro tecnológico", exemplificou, escusando-se, para já, a divulgar o nome dessa empresa.

Segundo o autarca, "começa a surgir, da parte dos operadores económicos, um interesse por Évora enquanto centro tecnológico", o que "é muito importante" para "promover o desenvolvimento com base na inovação e no conhecimento".

Também contactado pela Lusa, Manuel Cancela de Abreu, vice-reitor da UÉvora para a Ciência e Cooperação, explicou que o parque pretende fazer a ligação entre conhecimento científico gerado na academia e nos três politécnicos e o mundo empresarial.

O objectivo, sublinhou, "é fomentar, por um lado, esta passagem de conhecimento para as empresas e, por outro, a instalação de novas empresas", que até podem ser criadas por antigos alunos da UÉvora.

"Uma das funções do parque é, exactamente, ter esse espaço de incubação e pessoas que conhecem bem o tecido científico do Alentejo e que possam ir buscar à universidade ou aos politécnicos o conhecimento que essa empresa poderá necessitar", disse.

A Universidade quer aí criar dois laboratórios, "úteis ao desenvolvimento das empresas", um dos quais dedicado à interoperabilidade e o outro à instrumentação.

O primeiro "é um laboratório de informática que estuda e tenta conjugar programas informáticos que, às vezes, são incompatíveis uns com os outros", enquanto o segundo vai servir para fornecer "instrumentos e materiais" a quem pretenda desenvolver um protótipo ou tecnologia.

"Reconhecemos que o mundo empresarial do Alentejo não é muito forte e não tem muita vocação para inovar, mas vamos fazer um esforço para facilitar a inovação e ver se conseguimos aumentar a produtividade e sustentabilidade dessas empresas", argumentou.

2010-10-14 16:19
Oje/Lusa
 

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O Presidente da Câmara Municipal de Évora, José Ernesto d’ Oliveira, anunciou a aprovação do financiamento para a construção do Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo. A cerimónia realizar-se-á no dia 26 de Janeiro, na Universidade de Évora. Esta informação recebeu a congratulação unânime de toda a Câmara.

Foi anunciado também pelo Presidente o início da construção do edifício que acolherá a empresa multinacional de informática HP (Hewlett-Packard), nos terrenos já loteados para instalação de empresas de base tecnológica anexos ao Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo. Este é o primeiro projecto empresarial a localizar-se no referido parque e toda a Câmara se congratulou com a informação que o Presidente prestou.
 

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Discussion Starter · #8 ·
Está a ser instalado nos terrenos do Parque Industrial e Tecnológico de Évora (PITE), mais concretamente junto ao futuro Parque de Ciência e Tecnologia (PCTA) um Data Centre de serviços pelas empresas DECSIS e HP Portugal, num lote de terreno com 2.394m2 onde estão em construção 1.250m2, desde Dezembro de 2010, e que virá consolidar a capacidade da cidade em atrair investimentos de empresas tecnológicas.

O projecto em execução inclui tecnologia de última geração, no que respeita aos consumos de energia, à climatização, ao aproveitamento de águas residuais, entre outras.

O investimento previsto é de cerca 2.000.000€, localizado no PITE, em terreno cedido pela Câmara Municipal de Évora e estará em operação total a partir de Abril de 2011. A localização deste investimento, contíguo à área onde surgirá a Incubadora de Base Tecnológica da Câmara Municipal de Évora bem como o PCTA, vem criar sinergias e potenciar a componente tecnológica e de inovação destes equipamentos.

Recorde-se que o Parque de Ciência e Tecnologia, enquanto infra-estrutura pivô do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia, aposta no desenvolvimento e qualificação das competências existentes na região, reforçadas e impulsionadas pelas suas redes nacionais e internacionais e vocacionadas para o mercado, tendo como principal valência o desenvolvimento de produtos e serviços inovadores e de qualidade que diferenciem e promovam a região, através da sua dinâmica empresarial e reforço do empreendedorismo.

O investimento destas duas empresas vem no seguimento das apostas da cidade e do distrito nas tecnologias de informação e comunicação, dos quais têm sido promotores principais a autarquia eborense, a Universidade de Évora, a ADRAL e a CIMAC.

Este projecto, que exigirá mão-de-obra altamente qualificada, visa atender a duas necessidades:

Data Centre – O projecto de Data Centre, tem por base uma parceria entre a DECSIS SA e a HP – Hewlett Packard Portugal, para a implementação de infra-estruturas tecnológicas inovadoras potenciadoras da fixação local do conhecimento.


Centro de Competência – Adjacente ao edifício do Data Centre, o projecto prevê a criação de um centro de investigação em tecnologias de Informação, de acordo com o protocolo celebrado entre a HP e a Universidade de Évora. Esta infra-estrutura tecnológica poderá constituir um projecto âncora no desenvolvimento de um ecossistema gerador de conhecimento e estruturante para o desenvolvimento das TIC no Alentejo, dada a relevância para o contexto nacional que têm empresas como a HP e a DECSIS.
 

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O parque vai acolher "laboratórios da UÉvora, uma incubadora municipal", com capacidade para cerca de 30 empresas, e "áreas comuns", disse hoje à Agência Lusa o presidente do município, José Ernesto Oliveira.
Foi anunciado também pelo Presidente o início da construção do edifício que acolherá a empresa multinacional de informática HP (Hewlett-Packard)
Óptimas notícias
 

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Évora | DECSIS e HP Portugal investem dois milhões num centro de dados

DECSIS e HP Portugal investem dois milhões num centro de dados em Évora

As empresas DECSIS e Hewlett Packard (HP) Portugal estão a construir em Évora um data center (centro de dados) de serviços, num investimento de cerca de dois milhões de euros, que ficará concluído em Abril.

A Câmara Municipal de Évora divulgou hoje que o equipamento está a nascer no Parque Industrial e Tecnológico, na zona onde vai ser instalado o futuro Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA) e uma incubadora destinada a empresas de base tecnológica.

O projecto das duas empresas prevê ainda a criação de um centro de investigação em Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), ao abrigo de um protocolo entre a HP e a Universidade de Évora.

"Esta infra-estrutura tecnológica poderá constituir um projecto âncora no desenvolvimento de um ecossistema gerador de conhecimento e estruturante para o desenvolvimento das TIC no Alentejo", afiançou o município.

O centro de dados, que deverá estar "em operação total em Abril" e vai exigir mão-de-obra "altamente qualificada", pretende implementar "infra-estruturas tecnológicas inovadoras potenciadoras da fixação local do conhecimento".

A Câmara de Évora assegurou ainda que, por ficar localizado junto ao PCTA e à incubadora de empresas, este investimento vai "criar sinergias e potenciar a componente tecnológica e de inovação destes equipamentos".

Com as obras a decorrer desde Dezembro passado, num terreno cedido pela autarquia, o centro de dados vai incluir "tecnologia de última geração no que respeita aos consumos de energia, climatização, aproveitamento de águas residuais", entre outras vertentes.

O PCTA é uma das componentes mais importantes da rede regional de ciência e tecnologia que vai ser criada no Alentejo e Lezíria do Tejo, num investimento de quase 41,8 milhões de euros, cofinanciado por fundos comunitários.
2011-01-19 10:31
Oje/Lusa
 

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Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo

UE participa no reforço científico da região


A Universidade de Évora é um dos parceiros do Programa Estratégico aprovado pelo INAlentejo para a criação do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia. Com o objectivo da criação de condições ímpares para o desenvolvimento científico-tecnológico no Alentejo é assinado, com a presença do Sr. Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, o protocolo de financiamento do Plano Estratégico, no próximo dia 26 de Janeiro, na UE.



A UE associa-se ao Plano Estratégico oferecendo potencial científico que será aproveitado pelas empresas que se vão instalar no Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo. "A filosofia de todo o Plano passa pela transferência de conhecimento, de tecnologia e de inovação entre o sistema científico e as empresas. Este factor levará as empresas a instalarem-se aqui porque sabem que têm por trás um sistema científico-tecnológico que as pode apoiar no seu desenvolvimento," referiu o Professor Manuel Cancela d'Abreu, vice-reitor da UE para a ciência e cooperação.

Este investimento vai permitir a instalação de novos laboratórios e o desenvolvimento de laboratórios que já existam e que possam ter um acréscimo na sua capacidade de relacionamento com as empresas, cooperando com as referidas no desenvolvimento de produtos e de tecnologia.

A UE pretende fomentar o desenvolvimento do conhecimento, a inovação tecnológica e o empreendedorismo, contribuindo para a criação de condições para a instalação de empresas, a um preço relativamente baixo e promovendo o aparecimento de starts-ups ou spin offs.

Manuel Cancela d'Abreu evidenciou as mais-valias desta estrutura que "integrará todo o sistema científico-tecnológico do Alentejo, aumentando a atractividade da região para a instalação de empresas de base tecnológica, sejam elas PME ou grandes empresas, potenciando o crescimento económico e a empregabilidade na região."

A criação e a gestão do Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA), a construir no Parque Industrial de Évora, será da responsabilidade de uma Sociedade Anónima, predominantemente de capitais públicos, a criar e na qual a Câmara Municipal de Évora e a Universidade de Évora serão sócios maioritários. O parque terá outros sócios, como é o caso dos Institutos Politécnicos, da ADRAL e de uma entidade bancária. O valor global do investimento proposto é de 40. 280.000€ (70 % deste valor será coberto por verbas do FEDER), sendo que 13.491.600€ dizem respeito ao PCTA e às incubadoras de base tecnológica e 26.788.400€ às infra-estruturas científicas e tecnológicas.

A UE irá participar no capital do PCTA que será responsável por um investimento na ordem dos 5.800.000€ e 12.974.000€ no desenvolvimento de infra-estruturas científico-tecnológicas.
 

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Discussion Starter · #16 ·
O Presidente da Câmara Municipal de Évora, José Ernesto D’Oliveira, e a vereadora Claudia Sousa Pereira foram algumas das entidades que assistiram à cerimónia de assinatura do protocolo de financiamento do Programa Estratégico do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia (SRTT), que teve lugar esta quarta-feira na Universidade de Évora.

O SRTT vai ser implementado no Alentejo e na Lezíria do Tejo, por um consórcio de 21 parceiros, entre os quais a edilidade eborense, e prevê um investimento global de 41,8 milhões de euros, dos quais 29,3 milhões são fundos comunitários (co-financiamento de 70 por cento), do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

A criação do Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA), a localizar em Évora, é uma das vertentes mais importantes do projecto, que engloba também a criação de incubadoras de empresas (em Évora, Beja, Portalegre, Moura, Santarém e Cartaxo) e a transferência de conhecimento e tecnologia para empresas.

Com o protocolo de financiamento do SRTT assinado, os parceiros podem agora candidatar os seus projectos individuais, que vão também ser apoiados a 70 por cento pelo Programa Operacional da Região Alentejo – InAlentejo, através do FEDER.

A candidatura do Programa Estratégico foi apresentada pela ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, líder do Consórcio que lhe dá suporte (Universidade de Évora, Instituto Politécnico de Beja, Instituto Politécnico de Portalegre, Instituto Politécnico de Santarém, CEVALOR, CEBAL, COTR, ICTVR, INRB/INIA, LNEG, LOGICA EM, Sines Tecnopólo, IDERSANT, Câmara Municipal de Beja, Câmara Municipal do Cartaxo, Câmara Municipal de Évora, Câmara Municipal de Portalegre, Câmara Municipal de Nisa, ANJE, NERE-AE, NERBE-AEBAL).

O SRTT encontra-se estruturado em cinco componentes:

1. O Parque de Ciência e Tecnologia (PCTA), que será localizado no Parque Industrial e Tecnológico de Évora, enquanto infra-estrutura de acolhimento e suporte às iniciativas de promoção e transferência de I&DT no quadro do referido sistema regional

2. O sistema de incubadoras de base tecnológica, cujo objectivo “é a criação de centros de incubação destinados a potenciar o surgimento de iniciativas empresariais inovadoras e de natureza tecnológica”;

3. O sistema de infra-estruturas científicas e tecnológicas que visa consolidar e qualificar a oferta regional de tecnologia com base no reforço das competências regionais;

4. O sistema de infra-estruturas com forte potencial sinérgico que “assenta num conjunto de iniciativas destinadas a potenciar os impactes gerados pelos restantes sistemas, alavancando e potenciando os resultados dos restantes projectos e, especificamente, do PCTA, nomeadamente no que concerne à ligação e interacção com a malha empresarial da Região Alentejo”;

5. O sistema de zonas e parques industriais e tecnológicos que “surge numa óptica de valorização e potenciação de uma estreita articulação entre o SRTT e o tecido empresarial regional, passando pelo estabelecimento de parcerias de colaboração com as suas entidades gestoras”.
 

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Discussion Starter · #17 ·
Carta de Princípios e constituição do consórcio da Rede Regional de Ciência e Tecnologia do Alentejo

No âmbito do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia que perspectiva o desenvolvimento científico, tecnológico e empresarial do Alentejo é assinada a Carta de Princípios e o Consórcio da Rede Regional de Ciência e Tecnologia do Alentejo, por todos os subscritores do Plano Estratégico do SRTT, a 29 de Julho, pelas 9 horas, na Universidade de Évora.




A assinatura da Carta de Princípios e a constituição do consórcio da Rede Regional de Ciência e Tecnologia do Alentejo são um passo determinante para a implementação do SRTT de que também faz parte a constituição do Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo no Parque Industrial e Tecnológico de Évora.

A Universidade de Évora é parceira deste projecto apresentado pela Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL) e aprovado pelo INAlentejo que pretende incentivar a transferência de conhecimento, de tecnologia e de inovação entre o sistema científico e as empresas.

Publicado em 27.07.2011

Fonte: UELINE
 

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Discussion Starter · #18 ·
Assinatura da Escritura do Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo


A Universidade de Évora acolhe a assinatura da escritura da sociedade que vai gerir o Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo. A assinatura tem lugar a 28 de Dezembro, pelas 12 horas, na Sala dos Docentes da Universidade de Évora (Colégio do Espírito Santo).




A sociedade é composta pela Universidade de Évora, sócio maioritário, pelo Banco Espírito Santo, pela Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL), pela Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), pelos Institutos Politécnicos de Beja, Portalegre, e Santarém, pela Decsis e pela Glintt.
 

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Discussion Starter · #19 ·
Parque de Ciência previsto para Évora vai ter laboratórios para apoiar empresas em várias áreas


O Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo, previsto “nascer” em Évora, no próximo ano, vai agregar laboratórios para apoiar empresas em várias vertentes, como energias renováveis, ambiente e clima, agroalimentares, protótipos e mecatrónica ou informática.


“Vários laboratórios vão ser instalados no parque para prestarem serviços a empresas, por exemplo no estudo de materiais e construção de protótipos”, adiantou hoje Manuel Cancela d'Abreu, vice-reitor da Universidade de Évora.

O responsável explicou à Agência Lusa que o parque, assim como todo o Sistema Regional de Transferência de Tecnologia (SRTT) em que está integrado, num projeto para ser implementado no Alentejo e na Lezíria do Tejo, vai abranger várias vertentes de atuação.

“Uma delas, muito importante, é a das indústrias e empresas agroalimentares. Outras são as energias renováveis, a mecatrónica e protótipos, as indústrias ligadas ao ambiente e ao clima e a informática”, revelou.

A ideia é que existam laboratórios e outras estruturas de investigação que promovam a transferência de tecnologia da Universidade de Évora e dos institutos superiores politécnicos de Beja, Portalegre e Santarém para as empresas da região.

“O Parque de Ciência e Tecnologia e o SRTT são importantíssimos porque, hoje em dia, as empresas e as regiões desenvolvem-se e conseguem criar emprego através da inovação, pelo que é fundamental o trabalho em conjunto com as instituições de ensino superior e de investigação”, frisou.

O SRTT vai ser criado por um consórcio de 21 parceiros e prevê um investimento global de quase 42 milhões de euros, dos quais cerca de 30 milhões (70 por cento) são apoios comunitários, através do Programa Operacional InAlentejo.

Uma das vertentes mais importantes do SRTT, que também engloba incubadoras de empresas em vários pontos da região, é o Parque de Ciência e Tecnologia que, no próximo ano, vai ser construído em Évora.

A sociedade gestora do parque, que vai também coordenar todo o SRTT, é constituída formalmente quarta-feira, na Universidade de Évora, com a assinatura da escritura.

O capital da sociedade é de 575 mil euros, detido maioritariamente (quase 76 por cento) pela Universidade de Évora, seguindo-se o Banco Espírito Santo e a empresa Glintt, que atua em várias áreas, nomeadamente a informática e as energias renováveis.

Os restantes parceiros da sociedade são a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, a Associação Nacional de Jovens Empresários, os institutos Politécnicos de Beja, Portalegre e Santarém e a empresa Decsis.

Fonte: Região Sul
 

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Discussion Starter · #20 ·
No âmbito da assinatura dos contratos de financiamento do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SCTN), a Autoridade de Gestão do InAlentejo aprovou o Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA). Com a presença do Secretario de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, Almeida Henriques, a Autoridade de Gestão do InAlentejo assinou esta manhã 26 contratos de financiamento no âmbito do Sistema Científico e Tecnológico Nacional, na Universidade de Évora.

Os contratos correspondem a um montante total de cerca de 21 milhões de euros e uma comparticipação financeira comunitária do FEDER no montante de cerca de 15 milhões de euros.

Há muito ambicionado pelas entidades e parceiros da região, o Alentejo vê agora concretizada no referido acto de assinatura, a aprovação do Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo, no montante de 3,6 milhões de euros para a sua 1ª fase.

O valor total de investimento em capital fixo é de 5.726.167,48 euros através de uma candidatura ao InAlentejo no âmbito do QREN. Contudo, e de acordo com um comunicado, face à necessidade de se reajustar as operações alvo do actual concurso, por forma a viabilizar a reafectação de verbas ao conjunto de projectos que integram o SRTT, conforme indicação do InAlentejo, a entidade gestora do PCTA teve necessidade de reformular o seu projecto.

A administração dividiu a implantação em duas fases:

- a primeira apresenta as componentes de despesa que viabilizarão o mínimo necessário ao arranque da actividade do Parque. O projecto apresenta nesta fase inicial (1ª fase) o valor de 3.627.175,25 euros. “Neste contexto a reprogramação da implementação resultou na concretização dos seguintes investimentos na 1ª fase: Infraestruturas do PCTA, Edifício Central (A3) 3.900,00 m2 e a incubadora de empresas de base tecnológica (A1) da responsabilidade da Câmara Municipal de Évora”, explica um comunicado.

- segunda fase de investimento engloba o restante programa que necessita igualmente de apoio, mediante a formalização de uma candidatura “previsivelmente após 2013”.

O PCTA será o rosto da transferência tecnológica e da rede de ciência e tecnologia da Região do Alentejo, acrescenta o comunicado.
Deverá funcionar como um centro habitacional em torno do qual actuam e se desenvolvem as infra-estruturas tecnológicas, industriais e científicas existentes da região. Será a a infra-estrutura pivot do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia (SRTT) e um elemento chave na interface com as restantes entidades da Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo (RCTA).


Universidade de Évora é accionista principal

Situado no concelho de Évora, a empresa gestora PCTA, S.A tem no total nove accionistas sendo a Universidade de Évora o accionista principal. A entidade iniciou a actividade em Janeiro de 2012 com o objectivo de criar e desenvolver o PCTA.

“O PCTA pretende ser uma infra-estrutura de excelência e inovadora que irá actuar como elemento aglutinador, ambicionando ser, por um lado, uma infra-estrutura regional única, agregadora de todo o conhecimento de base científico e tecnológico existente na região Alentejo, e, por outro lado, mobilizadora, ao proporcionar um ambiente institucional propício à transferência de conhecimento, à inovação competitiva do tecido produtivo, à promoção do que de melhor se faz na região junto da economia global, à atracção de investimento qualificante, visando a afirmação da região, no contexto nacional e internacional, através de uma estratégia conjunta em prol do desenvolvimento sustentado do Alentejo”, explica um comunicado.

Não obstante os objectivos de interligação com estruturas nacionais já existentes, em termos de mercado, “o PCTA assumirá uma forte expectativa com o mercado externo”. O objectivo é constituir-se como uma “alavanca para a internacionalização das entidades e parcerias sediadas no seu espaço, a partir das redes de ligações europeias e internacionais em que pretende estar inserido”.

Enquanto centro de competências críticas para o desenvolvimento de acções inovadoras do tecido económico e da competitividade, o PCTA vai ter como áreas de especialização:

- energia e mobilidade;
- mecatrónica;
- tecnologias de informação e comunicação (TIC);
- tecnologias agro-alimentar,
- materiais;
- biotecnologia;
- ambiente/sustentabilidade,

Espaço de transferência de tecnologia com software de simulação

Enquanto espaço privilegiado de dinamização e promoção da transferência tecnológica, o PCTA vai dispor de:

- Uma rede de partilha avançada de banda larga, que viabilizará a troca de informação interna entre ele e as várias infra-estruturas da RCTA, de forma instantânea, segura e confidencial entre os seus membros;

- Software de simulação e previsão que serão utilizados em estreita ligação com as diferentes empresas e entidades presentes no Parque.

Centro habitacional como ligações a redes internacionais

Enquanto centro habitacional centrará a sua competitividade na:

- oferta de um parque de ciência e tecnologia na região do Alentejo;
- aposta numa estrutura polinuclear com presença física em todas as sub-regiões do Alentejo;
- articulação e criação de complementaridades com outras infra-estruturas de incubação já existentes no Alentejo ou a concretizar no território;
- Oferta de um conjunto de valências ao nível dos sistemas de inteligência criativa e promoção da atractividade económica, investimento, inovação e empreendedorismo regionais;
- Promoção conjunta das infra-estruturas do SRTT;
- Constituição de uma rede e capilaridade de conexões a redes nacionais e internacionais de cooperação entre entidades congéneres;

Área com estrutura de quatro edifícios

O PCTA vai ter uma área total de 25.312,72 m2, integrando as seguintes infraestruturas:
Edifício A – Serviços Centrais, cuja área de implantação é de 4.606,50 m2, que inclui a incubadora de empresas de base tecnológica da Câmara Municipal de Évora e o Centro IDEA da ADRAL;
Edifício C – espaço para instalação de empresas, cuja área de implantação é de 1.490 m2, a construir em 2014;
Edifício D – instalação de laboratórios da Universidade de Évora, e o IPES (Instituto Português de Energia Solar), cuja área de implantação é de 2.267,50 m2;
Edifício B – instalações a construir numa fase posterior, cuja área de implantação é de cerca de 1.500,00 m2;
Área total projectada para arruamentos e passeios de 5.978,21 m2.

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