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Taking On The World
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Não era o Beira Rio o estádio do Rio Grande do Sul para a Copa de 2014?
o Beira Rio é o estádio apontado. Isso não quer dizer que a FIFA vai escolher ele. Pelo cronograma, a Arena do Grêmio estará pronta a tempo de receber inclusive a Copa das Confederações.


E pelo que li hj na Uol as Obras do estádio do Grêmio só começam em Julho.
sim, mas oq já fizeram até agora equivale ao que já fizeram em Manaus. Até um pouco mais. TODA a área já está cercada com tapumes customizados faz mais de mês, e já concretaram uma grande base pra um mastro de 40 metros de altura onde será hasteada uma grande bandeira do Grêmio.

Já temos site, todos estudos de impacto ambiental, urbanistico, etc. Já temos parceira pra obra, garantias de financiamento, etc, etc.

área já cercada





mastro

 

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São Raimundo E.C.
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Mas o estadio aqui tá sendo desmontado e não foi só cercado.
Estão tirando todas as cardeiras e outras coisas pra aproveitar em outros estadios do interior.
 

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A movimentação ao redor do estádio é grande. Dia desses vi grandes caminhoes saindo com entulhos de lá. As obras estão a todo vapor.
 

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The Power Of Green
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^^bem com já foi tudo licitado Terra,a tendência agora é seguir a demolição e as obras.só não sei o porquê não implodiram.seria um quê a mais.
 

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Parece que não postaram essa notícia ainda:


Aprovado a criação de empresas mistas que administrarão projetos da Copa2014



A Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas aprovou no dia 23 de março projeto que autoriza o Governo a criar duas empresas de sociedade anônima e capital misto, a Companhia Amazonense de Transportes Metropolitano e a Amazonas Copa 2014, as quais ficarão responsáveis, respectivamente, pelo sistema de transporte público na região metropolitana de Manaus, e pelo gerenciamento do projeto Manaus Copa 2014.


De acordo com o projeto aprovado, o Estado vai deterá o controle de 51% das ações ordinárias, que garantem poder de voto nas assembléias, das duas empresas. O projeto aprovado permite ao Governo criar por decreto o Regulamento de Procedimentos Licitatório Simplificado para a contratação de obras, serviços, compras e alienação.


O Amazonas é o primeiro Estado a implementar as frentes de trabalho definidas no projeto Manaus Copa 2014. No dia 19 de março, o governador Eduardo Braga lançou a pedra fundamenta das obras da Arena da Amazônia, onde serão realizados os jogos.

O projeto da Arena está estimado em R$ 499 milhões e deve estar concluído até junho de 2013, a tempo de receber os jogos da Copa das Confederações. No dia 5 de março, a Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan) apresentou o estuda ambiental simplificado da Arena da Amazônia elaborado pelo Instituto Piatam, que prevê medidas mitigadoras de impacto sobre o meio ambiente por conta do empreendimento.

Esse estudo subsidiou o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) na concessão da licença para instalação das obras.

http://www.manauscopa2014.com/site/noticia.php?cod=103
 

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Um artigo interessante sobre o Colosso do Norte.

Vivaldão: Epílogo!


Por: Isaac Júnior* em: 31 de março de 2010



O futebol amazonense está prestes a ter mais uma página virada de sua longa trajetória. A história do Vivaldo Lima, que começou há 40 anos, chega ao fim com a demolição do estádio e a construção da Arena da Amazônia. A pedra fundamental já foi lançada, mas bem que esse “rito de passagem” (início da demolição) poderia começar apenas depois do dia 5 de abril. É a data do aniversário, motivo de sobra para o último “parabéns a você” em respeito à história do estádio. Fica a dica.

O tempo é curto, não há como frear o progresso. A Copa do Mundo vem aí e a empreitada vai começar. Não ficará pedra sobre pedra. E como o momento é também de saudosismo, até dá para imaginar como estão Flaviano Limongi, Arnaldo Santos, Orlando Rebelo, Nonato Farias, Chinelinho, Carlos Zamith, Marcos Santos, Édson “Bom Baiano”, Jaime Barreto, Nelson Brilhante, Carlos de Souza, Dudu Monteiro de Paula, Roberto Questa, Amarildo Silva e tantos outros (colegas antigos e mais jovens) que, de uma forma ou de outra, contribuíram para a construção dessa história.

O saudosismo pode até durar muito tempo e a empolgação com o novo complexo tomar conta dos mais jovens, mas uma coisa é certa: o Vivaldão jamais será esquecido. A contribuição que ele deu ao esporte está além dos livros, dos arquivos das TVs, rádios e jornais. Nunca será apagada.

Em 5 de abril de 1970, as seleções A e B do Brasil golearam as seleções A e B do Amazonas por placar igual de 4 a 1. Manaus parou para a festa de inauguração do “Colosso do Norte”. Entre os convidados, o presidente da então Confederação Brasileira de Desporto (CBD), João Havelange; o presidente da Fifa, Stanley Rous; e um público espetacular. Em campo, as feras retribuíram o carinho. Pelé, Tostão, Gerson, Rivelino e companhia deixaram boa impressão. E desse convívio de apenas poucas horas, o Brasil partiu para a conquista do tricampeonato mundial no México. Entre os craques bares estavam os irmãos Piola, Pepeta, Rolinha e Marialvo. Nenhum foi tratado como coadjuvante. Todos mostraram força diante dos ídolos e a festa foi completa.

Integrante de uma geração que começou a entender um pouco da magia do futebol já nos primórdios da década de 70, e apesar de não ter visto a inauguração de 70, sou daqueles que podem testemunhar alguns bons momentos do “velho” Vivaldão.

Acompanhei a reforma e, por conseguinte, a reinauguração do estádio em 1995, marcada pela vitória do Brasil sobre a Colômbia por 3 a 1. Depois vieram a Croácia, Bósnia e o Equador. O velho-novo Vivaldão continuava verde e amarelo.

E o futebol local, hein?! Quase sempre era emocionante ir ao Vivaldão, entre as décadas de 70 e 80, para acompanhar um Rio-Nal, um Pai x Filho e um Rio Negro x Fast. Tínhamos de sair cedo de casa, encarar o ônibus lotado, enfrentar filas, para não perder nenhum detalhe. Mas tudo era motivo de orgulho. Valia a pena.

E na hora de voltar pra casa? Os ônibus estavam mais lotados ainda, e o jeito era ir correndo. E corríamos mesmo, pela Constantino Nery, com destino ao bairro Presidente Vargas (antiga Matinha) e na ânsia de chegar logo. A blusa ficava na mão e o radinho colado ao ouvido, pois não podíamos perder as reportagens e comentários finais.

A história se repetiu por muitos anos. E foi assim também no dia 9 de março de 1980, quando o Fast empatou com o Cosmos de Nova York. Tinha tanta gente no Vivaldão, que eu tive de assistir ao jogo de cócoras, durante todos os 90 minutos. Não houve outro jeito. Imagine como ficaram as pernas depois!?

Em 1986 vi o Nacional – do técnico Aderbal Lana e de craques como Sérgio Duarte, Helinho, Murica, Carlos Alberto Barbosa – dar show no Vivaldão, colocar na roda equipes poderosas como Palmeiras, Atlético Mineiro e Internacional.

E depois de tantos anos acompanhando futebol, acabei percorrendo um caminho ainda mais próximo dele. À beira do campo, como jornalista eu vi a ascensão do São Raimundo. Mesmo escrevendo para um grande jornal da cidade, compartilhei alegrias e tristezas. Vi as vitórias sobre o Paysandu, o Sampaio Correia e Náutico. Testemunhei a conquista do tri da Copa Norte e as vagas na Série B do Campeonato Brasileiro, na Copa dos Campeões e na Conmebol. O Vivaldão é testemunha de tudo isso!

Se fosse contar outros fatos que marcaram a minha relação com o estádio e a do próprio Vivaldão com seus atores principais, torcedores e cronistas, certamente teríamos de escrever um livro.

E toda essa minha relação, que começou em 1973, só podia terminar lá, dentro de campo. Podia, mas jamais imaginaria que fosse possível. Em dezembro passado, pela primeira e única vez tive a oportunidade de jogar no “tapete verde” do estádio. Participei de um torneio promovido pelos funcionários da Rede Amazônica e, apesar de perder a final para a turma do Transporte, senti-me gratificado. A brincadeira foi organizada pelo companheiro Dudu Monteiro de Paula e serviu para darmos o nosso adeus ao Vivaldo Lima.

Por tudo isso e por aqueles que também estão sentindo na pele o que é perder uma coisa tão significante, como é o Vivaldão, deixo aqui os meus agradecimentos.

PS: o mundo esportivo está de luto pela morte de Armando Nogueira. Que Deus o tenha em um bom lugar, pois ele merece tudo de bom e um pouco mais pela pessoa que foi.

http://portalamazonia.globo.com/pscript/artigos/artigo.php?idArtigo=1346
 

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Taking On The World
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http://deolhoem2014.terra.com.br/blog/manaus?id=2&preview=1

Os prazos limite pra começo das obras estão chegando
e os problemas só aumentam.
Vejam:
" todo o sonho de Manaus sediar os jogos da copa do mundo pode ir por água abaixo devido a uma ação popular com pedido de liminar para suspender a demolição do atual estádio Vivaldo Lima, onde está prevista a instalação da Arena da Amazônia. O argumento utilizado pelo Instituto Amazônico da Cidadania (IACI), responsável pela ação, é que a demolição será danosa ao meio ambiente e ao patrimônio artístico do Vivaldão (como é conhecido popularmente o estádio). "



afff... sempre tem gente entrando na justiça pra impedir obras no Brasil... que paisinho que gosta de um retrocesso...
 

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Os prazos limite pra começo das obras estão chegando
e os problemas só aumentam.
Vejam:
" todo o sonho de Manaus sediar os jogos da copa do mundo pode ir por água abaixo devido a uma ação popular com pedido de liminar para suspender a demolição do atual estádio Vivaldo Lima, onde está prevista a instalação da Arena da Amazônia. O argumento utilizado pelo Instituto Amazônico da Cidadania (IACI), responsável pela ação, é que a demolição será danosa ao meio ambiente e ao patrimônio artístico do Vivaldão (como é conhecido popularmente o estádio). "



afff... sempre tem gente entrando na justiça pra impedir obras no Brasil... que paisinho que gosta de um retrocesso...

Tem o Brio de gente grande queimado caso o novo estádio não seja construído...por isso nem me preucupo....essa ação não vai dar em nada!


afff... sempre tem gente entrando na justiça pra impedir obras no Brasil... que paisinho que gosta de um retrocesso...x2
 

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Os prazos limite pra começo das obras estão chegando
e os problemas só aumentam.
Vejam:
" todo o sonho de Manaus sediar os jogos da copa do mundo pode ir por água abaixo devido a uma ação popular com pedido de liminar para suspender a demolição do atual estádio Vivaldo Lima, onde está prevista a instalação da Arena da Amazônia. O argumento utilizado pelo Instituto Amazônico da Cidadania (IACI), responsável pela ação, é que a demolição será danosa ao meio ambiente e ao patrimônio artístico do Vivaldão (como é conhecido popularmente o estádio). "



afff... sempre tem gente entrando na justiça pra impedir obras no Brasil... que paisinho que gosta de um retrocesso...
Milagre se os ecochatos não iam querer aparecer também!
Tinham que acaba com essa corja que só atrasa o país!
 

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Um caboclo amazonense...
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Em poucos quotes... digo meu a novela mexicana politica

Políticos querem evitar demolição do Estádio Vivaldão
06 de abril de 2010 | 17h 08
LIÈGE ALBUQUERQUE - Agência Estado

Políticos de Manaus entraram com uma ação popular no Ministério Público Federal, em Manaus, nesta terça-feira, com o objetivo de impedir a demolição do Estádio Vivaldo Lima, o Vivaldão. Uma nova construção será erguida para sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014.

Os autores da ação, o deputado estadual Luis Castro (PSB), o vereador da capital Mário Frota (PDT) e o Instituto Amazônico de Cidadania (IAC) protestam no texto que a demolição vai gerar um gasto de R$ 25 milhões ao governo estadual enquanto "seria mais barato" uma reforma do estádio atual, para atender às exigências da Fifa para o Mundial.

A ação popular se baseia no alegado dano que a demolição causará ao patrimônio público, já que o Vivaldão foi avaliado em R$ 350 milhões e o projeto da Arena Amazônica, que deve ser construída no mesmo espaço, está orçada em R$ 550 milhões.

http://www.estadao.com.br/noticias/...ar-demolicao-do-estadio-vivaldao,534564,0.htm



Entidades de Manaus pedem a reforma do Vivaldão para Copa 2014

ONG e parlamentares querem impedir a demolição do estádio para evitar gastos de dinheiro público


Novo Vivaldão é contestado por entidade do Amazonas

Paulo Rogério - Manaus
postado em 07/04/2010 11:14 h
atualizado em 07/04/2010 11:59 h
Danos patrimonial, histórico, artístico, ambiental e social. Esses foram os cinco argumentos usados pelo Instituto Amazônico da Cidadania (Iaci) na petição impetrada na Vara Federal na segunda-feira (5/4), com o objetivo de sensibilizar os órgãos públicos e a sociedade em geral de que não há necessidade de demolir o Vivaldão para a Copa 2014. Segundo o órgão, o estádio teria condições de receber os jogos do Mundial se passasse por reformas que o adequassem aos padrões da Fifa.

A ação popular movida pelo presidente do Iaci, Hamilton Leão, com adesão de alguns parlamentares da legislatura municipal e estadual, está gerando uma grande polêmica na cidade de Manaus, pelo risco que a capital amazonense corre de perder o direito de sediar os jogos da Copa das Confederações da Fifa e até mesmo de sediar os jogos do Mundial de 2014. O temor se deve ao atraso no calendário de obras determinados pela Fifa, que pede o início das intervenções até 3 de maio.

Segundo Leão, o motivo principal da contestação é o alto custo da obra. "No pedido, argumentamos os vários danos que poderão ser causados pela demolição. Além do mais, será utilizada uma vultosa soma com a demolição e construção de uma ‘arena’, algo em torno de um bilhão de reais, fora os aditivos que a obra requer... a preocupação do Iaci é que mais uma obra se torne um 'elefante branco' após um curto período de utilização para a Copa 2014", declarou.

O presidente do Iaci declarou estar seguro de sua reivindicação em prol da sociedade amazonense e acredita que terá uma resposta positiva sobre sua solicitação. "Acreditamos no espírito constitucional da Justiça e no entendimento da Fifa para rever um pedido que parte da sociedade civil organizada preocupada em proteger o erário e evitar o endividamento do estado para as futuras gerações", emendou.

O deputado estadual Luiz Castro (PPS) é um dos parlamentares que aderiu ao movimento contra a demolição do Vivaldo Lima. O político explicou que é favorável à utilização do velho palco dos jogos para a Copa do Mundo.

"A adequação do Vivaldo Lima às exigências da Fifa custará aos cofres públicos muito menos do que a construção de um novo estádio. Essa economia, estimada em torno de R$ 250 milhões, pode ser revertida em ações de educação, saúde e no fortalecimento do próprio futebol amazonense, com a construção de parques esportivos na periferia de Manaus e no interior e outras iniciativas inerentes à uma verdadeira política de desporto e lazer", completou.

Na opinião do deputado Luiz Castro, o Vivaldo Lima deveria ser aproveitado, com apenas uma reforma segundo os padrões do caderno de encargos da federação. "Já escrevi uma carta ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, solicitando que oficialmente esclareça os requisitos técnicos. Tenho a convicção de que o Vivaldão pode ser adequado e modernizado, atendendo a esses requisitos, sem causar nenhum prejuízo à escolha de Manaus como cidade-sede da Copa de 2014", frisou.

Em entrevista a rádio CBN Manaus, o governador do Amazonas, Omar Aziz, declarou que não acredita em perseguição política. "Eu respeito a opinião de todos, mas não é momento de ter esse tipo de atitude, pois pode prejudicar a cidade de Manaus", afirmou.

Omar disse ainda que vai aguardar a decisão da Justiça Federal. "Agora é esperar o que vai ser decidido, se for contrário aos nossos objetivos, vamos lutar para garantir o que está no projeto da cidade para sediar os jogos da Copa."

http://www.copa2014.org.br/noticias...DEM+A+REFORMA+DO+VIVALDAO+PARA+COPA+2014.html


Manaus pode ter o sonho de 2014 ameaçado
14ABR2010 às 08h15

Projeto da Arena da Amazônia, na mesma área do estádio Vivaldo Lima

Manaus é a oitava cidade mais populosa do Brasil, com quase dois milhões de habitantes. Considerada a principal economia da região norte do país, possui um pólo industrial de dar inveja a qualquer cidade do mundo e ainda detém uma boa parte de um dos maiores patrimônios da humanidade: a floresta amazônica.

Apontada como a sede ecológica do Mundial de 2014, talvez os seus maiores desafios sejam a execução de um torneio altamente sustentável e a criação de uma infraestrutura capaz de receber os milhares de turistas que visitarão a cidade antes e depois da competição.

Mas todo o sonho de Manaus sediar os jogos da copa do mundo pode ir por água abaixo devido a uma ação popular com pedido de liminar para suspender a demolição do atual estádio Vivaldo Lima, onde está prevista a instalação da Arena da Amazônia. O argumento utilizado pelo Instituto Amazônico da Cidadania (IACI), responsável pela ação, é que a demolição será danosa ao meio ambiente e ao patrimônio artístico do Vivaldão (como é conhecido popularmente o estádio).

Para a atual titular da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Waldívia Alencar, este é "um ato político infundado e fora do prazo". O movimento intitulado “fica Vivaldão” ainda é engrossado por duas figuras políticas conhecidas da cidade: o vereador Mário Frota (PDT) e o deputado estadual Luis Castro (PPS), que afirmam que a haveria uma economia de aproximadamente 300 milhões caso o estádio apenas fosse reformulado seguindo as exigências da FIFA.

O projeto Arena da Amazônia deverá ir além de um simples estádio de futebol. O objetivo é que o equipamento funcione durante os sete dias da semana com atividades esportivas, além de contar com um shopping center. Também está previsto um moderno centro de convenções capacitando a cidade para receber os mais diversos tipos de eventos.

Do ponto de vista ecológico, o Estado acaba de apresentar um Estudo Ambiental Simplificado (EAS), que compreende o controle e monitoramento ambiental e o diagnóstico dos meios físico, biótico e socioeconômico da área no entorno da Arena da Amazônia.

No último dia 19 de março, o agora ex-governador Eduardo Braga (licenciado para concorrer a uma vaga no senado federal) deu o pontapé inicial das obras com o lançamento da pedra fundamental do estádio que abrigará os jogos. Também em março, a construtora Andrade Gutierrez foi declarada vencedora da licitação para a contratação da empresa responsável pela construção da Arena da Amazônia em sessão pública realizada pela Comissão Geral de Licitação (CGL) do Estado do Amazonas. O preço apresentado pela construtora foi de R$ 499 milhões. O valor que constava no edital de licitação era de R$ 505 milhões. A previsão é do projeto estar totalmente finalizado até junho de 2013, quando o estádio deve receber alguns jogos da Copa das Confederações.

Nem é nem o caso, agora, de saber se a ação da oposição é correta ou não. A grande verdade é que qualquer paralisação das obras nesse momento deve comprometer a participação de Manaus como uma das sedes do Mundial de 2014 e fica a seguinte pergunta no ar: por que esses pontos não foram contestados no momento certo na audiência pública que teve a participação de toda a sociedade em seus diversos segmentos?

Infelizmente em nosso país, às vezes, o interesses políticos ficam acima dos benefícios para o bem comum.

Boa sorte Manaus!


http://deolhoem2014.terra.com.br/blog/manaus?id=2&preview=1




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Os prazos limite pra começo das obras estão chegando
e os problemas só aumentam.
Vejam:
" todo o sonho de Manaus sediar os jogos da copa do mundo pode ir por água abaixo devido a uma ação popular com pedido de liminar para suspender a demolição do atual estádio Vivaldo Lima, onde está prevista a instalação da Arena da Amazônia. O argumento utilizado pelo Instituto Amazônico da Cidadania (IACI), responsável pela ação, é que a demolição será danosa ao meio ambiente e ao patrimônio artístico do Vivaldão (como é conhecido popularmente o estádio). "



afff... sempre tem gente entrando na justiça pra impedir obras no Brasil... que paisinho que gosta de um retrocesso...
... Passando por essa noticia

Dia 5 de Abril... Feliz Aniversário "Vivaldão"


http://jmartinsrocha.blogspot.com/

Mais continuando

A deputada federal Rebecca Garcia (PP/AM) foi eleita pelo presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, Silvio Torres (PSDB-SP) como relatora da Subcomissão responsável pela Copa do Mundo de 2014. A deputada ocupará o lugar de Paulo Rattes (PMDB-RJ), que era suplente e não está mais em exercício.

Na última quarta feira ficou acertada também a realização de uma série de audiências com as presenças de membros das cidades-sedes do Mundial.

A primeira será no dia 15 de abril e vai cobrar relatórios sobre as organizações de Cuiabá, Manaus e Brasília.

Todas terão de explicar os atrasos e mostrar os cronogramas a serem seguidos. Ao todo, serão realizadas cerca de quatro ou cinco audiências


http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?idN=103372


O recado...


--- Gente na minha opinião tudo isso é uma palhaçada!!, mais estou confiante no TJAM, pois sei que os autores dessa ação foram infelizes ao iniciar essa ação, o tal político mencionado na noticia deu em entrevista que não imaginou que tal ação poderia prejudicar a candidatura da cidade, como ele mesmo disse "não foi esse meu pensamento" pow! como um cara tão mau informado pode tomar uma atitude tão infeliz desta?
Fico eu aqui me remoendo em poder dizer o que custaria tão mais caro pra nossa cidade! "era ficar sem a copa"
Será que nessa ONG não vêm o tanto de oportunidade que está apenas aflorando em nossa cidade, o turismo, a industria, na educaçao.. em fim são milhares, cara é so abrir o jornal todos os dias e ver... megas projetos, verbas pra saúde, educação... em fim
Apenas ele pode perceber que restaurando o vivaldão pode suportar o tanto q a copa pode trazer e colocar em risco a nossa candidatura!
Acredito fielmente que o Manaus, será o destino da maior fatia dos turistas, (Pow, não precisa nem sair do pais pra saber que o "Amazonas" é a região mais bem falada fora do Brasil") isso eu penso na "copa" e depois? será o fruto do que plantaremos hoje!

Então fico com as palavras da Dep. Rebecca Garcia ^^

"Quem Puder ajudar, que ajude. Quem não puder ajudar, por favor NÃO ATRAPALHE"
 
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