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São Raimundo E.C.
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É um projeto bastante arrojado, com uma proposta vanguardista inclusive..espero que não alterem absolutamente nada! É simplesmente perfeito e poderá ser um ícone da Copa!
Alguém tem notícias de quando será demolida a atual estrutura>
Já comecou as obras aonde é o estacionamento atual e o estadio vai pro chão no começo de novembro parece.
 

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De um rincão distante
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^^Seu ponto de vista é correto. Como o próprio Ministro dos Esportes disse, o BR tem quem evitar projetos megalômanos e espero que esta maravilha não se inclua nisso.

Mas, em contrapartida, se o futebol do AM não é desenvolvido agora, poderá, com incentivos, tornar-se futuramente dinâmico e dar ao estádio a serventia que merece.

Aliás, nem só de futebol de times locais vive um estádio desta envergadura. Shows, eventos culturais e jogos de futebol da seleção brasileira (tenho certeza que será usado em todas as eliminatórias das Copas seguintes), amistosos da seleção brasileira e até de outras, certamente vão acontecer neste estádio.

O importante é que será a única arena desta metrópole, e com isso tem-se a perspectiva que os grandes eventos do AM concentrarão nela. Os foristas do AM saberiam melhor que eu dizer que tipos de eventos poderia ele sediar após a Copa.
 

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Vida que Segue
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Estamos chegando no momento crítico!!! Está chegando a hora de sabermos os investidores.... AGORA É QUE A COPA VAI COMEÇAR

Cronograma
 

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São Raimundo E.C.
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O ABC ficou um tempo sem aparecer na serie B e teve um tempo sem ir pra c.
Nesse tempo eles fizeram o estadio proprio e depois subiram de volta.
O São raimundo vai fazer um estadio proprio e com isso pode voltar pra serie b.
 

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Entrevista: Ralph Amann
O arquiteto fala sobre o projeto do estádio Vivaldão, em Manaus​

Ralf Amann, do GMP Architects (crédito: Time Arquitetos da Copa)

Rafael Massimino - São Paulo
postado em 06/07/2009 12:43 h
atualizado em 06/07/2009 17:34 h


Ralf Amann é engenheiro-arquiteto e membro do escritório alemão GMP, conhecido mundialmente por obras que se tornaram ícones, como o "Ninho de Pássaro", estádio símbolo das últimas olimpíadas, na China, ou o Estádio de Berlim, restaurado para ser o palco da Copa de 2006. Radicado no Brasil desde 2007, o arquiteto assumiu o desenvolvimento do projeto de Manaus para o novo estádio Vivaldo Lima. Além disso, colabora no desenvolvimento das coberturas dos estádios de Belo Horizonte e Brasília. Nesta entrevista, realizada em São Paulo, Ralf Amman fala sobre o projeto do Vivaldão e destaca os principais aspectos de sustentabilidade que deverão marcar as arenas de 2014.

Como você vê a possibilidade de os estádios brasileiros incorporarem tecnologias limpas, dentro do conceito Green Goal, da Fifa?
O Green Goal prioriza três metas: transporte, redução de resíduos e economia de água e energia elétrica. Isso se traduz no uso de transporte coletivo, no uso de materiais recicláveis e em evitar, o máximo possível, a geração de lixo. Outra questão é tentar valorizar a cidade com intervenções que promovam o intercâmbio social, especialmente no entorno. Sustentabilidade também significa a recuperação de áreas degradadas, que não é o caso de Manaus. Enfim, o principal é que devemos entender que sustentabilidade não é apenas tecnologia, mas também envolve aspectos financeiros e sociais.

O Vivaldão tem projetos para a geração de energia solar?
Não está previsto, mas poderá ter. É importante dizer que as placas fotovoltaicas não são sempre o melhor remédio para tudo. No Brasil, 90% da energia elétrica é limpa, gerada por hidrelétricas, e seu custo também é baixo. A discussão sobre a energia solar é inevitável hoje em dia, só que caímos novamente na questão da sustentabilidade financeira. No momento, a questão da energia solar é mais um apelo político do que econômico, porque é difícil que ela concorra com a energia limpa daqui.

No caso do Vivaldão não é viável?
Estamos estudando essa possibilidade, mas aplicamos esses conceitos também no estádio de Brasília e no Mineirão. Em Brasília, por exemplo, devido à forma relativamente plana da cobertura, há mais espaço para a instalação de painéis fotovoltaicos. No Vivaldão a arquitetura permite, mas com técnicas diferentes. Existe, por exemplo, a tecnologia de elementos fotovoltaicos que são integrados em mantas ópticas de cobertura ou em placas de vidro, transparentes.

No Brasil, 90% da energia elétrica é limpa, gerada por hidrelétricas, e seu custo também é baixo. A discussão da energia solar é inevitável hoje em dia, mas depende da sustentabilidade financeira. No momento, a questão da energia solar tem mais apelo político e educativo do que econômico

Como funciona o sistema de reciclagem de água do Vivaldão?
Quando se fala nesse assunto, geralmente pensamos na captação da água da chuva que cai na cobertura. Nesse caso, ela é estocada numa cisterna subterrânea e tem vários usos. Um deles é a irrigação do campo. Mas, para isso, essa água deverá ser tratada, porque o gramado é uma "ciência em si mesmo". Existem engenheiros especializados apenas em gramados, e guardam suas fórmulas como se fossem a receita da Coca-Cola.

Que outros fins pode ter a água reciclada?
Ela pode ser usada em vasos sanitários e também para aquecimento e resfriamento do sistema de ar-condicionado, o que economiza energia elétrica. Para esse sistema em particular também pode ser usada água do lençol freático, que é uma coisa de que poucos falam. Hoje em dia é recomendável fazer pisos e revestimentos permeáveis. Eles determinam a quantidade de água que será armazenada e a que vai para a irrigação do solo.

E a reciclagem do lixo, gerado dentro do estádio? O que o projeto prevê para lidar com essa situação?
A reciclagem não é feita no estádio, ele é levado para uma usina de reciclagem. O que está sendo previsto para o Vivaldão são pontos estratégicos para coleta e separação de lixo. Também está previsto que as empresas que participem do evento (patrocinadoras da Fifa) também utilizem materiais recicláveis.

O custo do Vivaldão gira em torno de R$ 580 milhões. Quanto desse valor será usado nesses sistemas?
A questão da energia limpa não envolve valores extraordinários. É simplesmente usar de maneira inteligente e lógica a tecnologia de última geração disponível. Energia fotovoltaica é o único item em que há investimento adicional. O resto são instalações mais ou menos comuns. A questão é o know-how que você precisa para aplicar essa tecnologia.

A construção de uma cobertura no estádio não entra em contradição com o conceito de sustentabilidade, já que ela usa mais material e gera custos de manutenção?
Mas qual a alternativa? Estádios sem cobertura? Em primeiro lugar, a Fifa recomenda fortemente a instalação das coberturas. Esta é uma tendência que observamos das últimas Copas para cá. Em outras Copas havia estádios sem cobertura, mas isso está se transformando. Na Alemanha, por exemplo, todos os estádios têm cobertura.

A cobertura também interfere na qualidade do gramado, que é um dos itens mais caros do estádio. Como minimizar os prejuízos?
Nós fazemos estudos de incidência da luz solar no estádio de modo que o gramado sempre receba essa luz. Em estádios onde o raio de incidência solar é mais baixo, aumentamos o grau de elementos translúcidos da cobertura. Em Manaus, por exemplo, usaremos membranas de PTFE, que possui vários graus de translucidez.

Qual foi o critério para a escolha dos materias que serão usados na construção do Vivaldão?
Para nós é importante sempre usar o máximo possível o material que existe no país, mas principalmente na região. Isso economiza custos. A única coisa que não existe aqui é a membrana de PTFE. Mas está sendo estudada sua produção no país. Em Manaus é fundamental usar o máximo possível de concreto, porque existe uma alta capacidade das empresas brasileiras para trabalhar com esse material. A cobertura é de vigas quadrangulares de aço, feitas sob medida, mas por empresas brasileiras.

O antigo Vivaldão será demolido. O que será feito com o entulho da demolição?
Uma parte será usada na construção, e outra para fazer aterros em locais próximos ao estádio. O objetivo é reutilizar o máximo do material no próprio local.

Você considera sustentável usar tecnologias avançadas em um lugar como Manaus, que tem problemas sociais graves como os de saneamento básico? Será que Manaus precisaria de um estádio de 500 milhões em vez de resolver seus problemas mais básicos?
Isso está sendo feito paralelamente. Existe o Prosamin (programa estadual), internacionalmente elogiado, de saneamento e moradia, construindo casas e apartamentos para a classe baixa com alto nível de qualidade. Esses investimentos continuarão. O estádio faz parte de uma visão mais ampla. O evento é muito importante para a visibilidade internacional de Manaus e ajudará a atrair investimentos que trarão mais renda que o custo do estádio.

Já que Manaus não tem campeonatos de futebol muito ativos, é possível evitar que o Vivaldão fique parado depois da Copa?
Nós somos os projetistas do estádio e deixamos de atuar assim que ele estiver pronto. Agora, pela nossa experiência, sabemos que hoje em dia os estádios não são usados só para futebol. Eventos que trazem renda, como shows, exposições, cultos religiosos e outras modalidades esportivas podem ser explorados.


Proposta para o novo Vivaldão, em Manaus (crédito: GMP Architects)
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Nossa experiência mostra que o atletismo é mais um obstáculo do que um fator de rentabilidade nos estádios, porque suas instalações exigem mais área e isso aumenta muito o custo da obra

Existe alguma exigência para transformar o Vivaldão em estádio de múltiplo uso, principalmente para receber outras modalidades esportivas?
Isso está sendo uma exigência. Mas não o atletismo, por exemplo. Segundo nossa experiência, o atletismo é mais um obstáculo do que um fator de rentabilidade nos estádios, porque suas instalações exigem mais área e isso aumenta muito o custo da obra.

Haverá espaço para lojas e outros equipamentos que gerem renda para o estádio?
Não dentro do estádio, mas o governo está estudando opções de comércio no entorno. O estádio está assentado numa área que terá equipamentos de esporte e de lazer, portanto altamente interessante para investimentos privados em comércio e emprendimentos imobiliários.

Para concluir, uma pergunta sobre a fidelidade ao projeto. No Brasil é comum haver modificação dos projetos de arquitetura durante as obra. Sob este aspecto, como foi a experiência da GMP na Alemanha, Áfica do Sul e China?
Cada país tem a sua característica e a sua cultura. Em alguns países o acompanhamento é mais forte. Na África do Sul e na China mantivemos equipes no local. Isso não é o mesmo que o gerenciamento da obra, mas uma questão de controle de qualidade. No Brasil estamos prevendo a mesma coisa.

http://www.copa2014.org.br/noticias/693/ENTREVISTA+RALPH+AMANN.html
 

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Ja existem projetos detalhados de infraestrutura de transporte a ser construída para a Copa? Estão disponíveis?

Até agora vi renders e mais renders somente do estádio....
 

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Rudie Can't Fail
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Ja existem projetos detalhados de infraestrutura de transporte a ser construída para a Copa? Estão disponíveis?

Até agora vi renders e mais renders somente do estádio....
A prefeitura tem diversos projetos (infra-estrutura, transporte, revitalização do centro, limpeza e revitalização de igarapés) que já estavam prontos (antes do anúncio das sedes) e em andamento, bastante detalhados, e que servirão para a Copa também. Inclusive em outra postagem eu detalhei que tive acesso a uma parte desse projeto, e tirei fotos com meu celular, mas não ficaram muito boas.

Quanto aos projetos do governo, como ampliação do aeroporto, VLT, e entorno do estádio, parece que a grande maioria ainda está em fase de análise e licitação.
 

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Parabéns Manaus, e o estado do Amazonas pelo excelente projeto! :cheers:


Concerteza o projeto mais avançado para a COPA de 2014 e o que traz mais transparência!
Espero que siga assim firme até o fim e que já esteja pronto para a Copa das Confederações de 2013! :banana:
 

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O estádio é lindo. Mas como outros aqui no SSC fico com medo dele ser entregue as moscas após o mundial.
 

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O estádio é lindo. Mas como outros aqui no SSC fico com medo dele ser entregue as moscas após o mundial.
Quem viver, verá. Os manauenses são apaixonados por futebol e sonham em ver os times amazonenses novamente disputando a série A do Brasileirão. Um novo estádio pode ser encarado como mola propulsora ao incentivo para a retomada de crescimento de nossos times locais, que outrora fizeram parte da elite do futebol brasileiro, nos anos 70 e 80.
Ademais, a Arena da Amazônia não servirá apenas como palco para jogos de futebol. Manaus (AM) é uma metrópole de mais de 1,7 milhão de habitantes e frequentemente recebe shows e eventos que reúnem grande público. O novo estádio será um espaço multiuso.
Outro detalhe a ser considerado é que o legado da Copa de 2014 não se restringirá apenas ao novo estádio. Várias obras viárias e intervenções urbanas serão realizadas em toda a capital amazonense (implantação de monotrilhos, corredores de ônibus, requalificação urbanística do entorno do Vivaldão, ampliação da rede hoteleira, divulgação da cidade nos quatro cantos do mundo etc).
 

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O ABC ficou um tempo sem aparecer na serie B e teve um tempo sem ir pra c.
Nesse tempo eles fizeram o estadio proprio e depois subiram de volta.
O São raimundo vai fazer um estadio proprio e com isso pode voltar pra serie b.
Vc tem alguma imagem desse projeto do São raimundo??
 
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