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Mais de um ano após o desabamento do Edifício Liberdade no centro do Rio de Janeiro, um outro edifício poderá se tornar em breve mais um a ameaçar com o colapso em um dos bairros mais nobres da segunda maior cidade do país e, assim como o que ruiu no ano passado, carregar outros juntos com ele.

Com 36 andares e 120 metros, a mesma quantidade de andares e a mesma altura da também niemeyeriana JK de Belo Horizonte, a Torre H ou Torre Abraham Lincoln pode vir a expor a riscos cidadãos e edificações próximas caso obras em suas estruturas não sejam realizadas, segundo especialistas do CREA-RJ e do Clube de Engenharia.
 

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Autor: Jornal O Globo (Digitalizado da capa do encarte Barra de 08/05/2014)
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Autor: Jornal O Globo (Digitalizado da página 12 do encarte Barra de 08/05/2014)
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Autor: Jornal O Globo (Digitalizado da página 13 do encarte Barra de 08/05/2014)
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Autor: Jornal O Globo (Digitalizado da página 16 do encarte Barra de 08/05/2014)
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^^ Eu não acho elas feias.
Mas o estado da torre H está lamentável.
 

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Já era para ter derrubado isso a muito tempo. Provavelmente o custo para reformar o prédio não vale a pena.

No lugar da Torre H dá fácil para construir duas torres, diminuindo assim o prejuízo dos compradores.
 

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Por mim podia demolir e construir outra coisa. Acho que só não fizeram isso ainda porque é do Niemeyer.
Pois é...
E ser do Niemeyer faz com que pouco importe o estado de conservação.

Mas o fato é que se houver problemas de propriedade, responsabilidade ou qualquer coisa assim, vire simplesmente um esqueleto sem valor. Mesmo sendo do velhinho...
 

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Mais um dos abacaxis plantados pelo senhor Múcio Athayde, famoso golpista do ramo imobiliário que fez fortuna enganando os compradores/investidores do ramo imobiliário, lá nos anos 1970.

Este ele plantou com estilo, aliando-se à grife de um arquiteto preocupado com "causas sociais": uma das ironias mais amargas da história urbana recente do Rio de Janeiro do qual eu consigo me lembrar.
 

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Mais um dos abacaxis plantados pelo senhor Múcio Athayde, famoso golpista do ramo imobiliário que fez fortuna enganando os compradores/investidores do ramo imobiliário, lá nos anos 1970.

Este ele plantou com estilo, aliando-se à grife de um arquiteto preocupado com "causas sociais": uma das ironias mais amargas da história urbana recente do Rio de Janeiro do qual eu consigo me lembrar.
Esse é o tal criador do Athaydeville? Eu já li sobre isso, mas não foi no SSC. Seria ótimo haver artigos aqui sobre ele.
 

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Esse é o tal criador do Athaydeville? Eu já li sobre isso, mas não foi no SSC. Seria ótimo haver artigos aqui sobre ele.

Esse empresário mesmo: ele criou estes condomínios com seu nome, em várias capitais brasileiras, e pelo que sei deixou muitos deles, senão todos, inacabados, mas não sem antes vender o que não entregou para muita gente.

Coloquei logo abaixo dois artigos da Wikipédia dedicados a este empresário, que também foi político: todos poderão ver que ele teve uma vida bem agitada nos dois setores.
 

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Esse é o tal criador do Athaydeville? Eu já li sobre isso, mas não foi no SSC. Seria ótimo haver artigos aqui sobre ele.
Artigos sobre este empresário, direto do Wikipédia:

Múcio Athayde


Deputado federal de Minas Gerais Minas Gerais

Mandato 3 de abril de 1963
até 14 de abril de 1964

Deputado federal de Rondônia Rondônia

Mandato 1 de fevereiro de 1983
até 31 de janeiro de 1987

Vida

Nome completo José Múcio Ataíde Fróisnota 1
Nacionalidade Brasil brasileiro
Progenitores Mãe: Augusta Ataíde Fróis
Pai: Hermes Fróis


Dados pessoais


Alma mater Universidade de Minas Gerais
Esposa Staël Abelha
Partido UDN
PTB
PMDB
Profissão Empresário

José Múcio Ataíde Fróisnota 2 (Montes Claros, 25 de agosto de 19361 2 -- Rio de Janeiro, 20103 ), conhecido como Múcio Athaydenota 3 , foi um empresário e político brasileiro. Ele se tornou conhecido por seus empreendimentos imobiliários, com destaque, a partir da década de 1970, para o Centro da Barra (mais tarde Athaydeville), projeto na Barra da Tijuca que resultou em edifícios inacabados e apartamentos não entregues. Athayde também foi deputado federal duas vezes e foi dono de vários veículos de comunicação.

Carreira

Filho de Hermes Fróis e Augusta Ataíde Fróisnota 4 4 , Múcio Athayde estudou em seminários em Diamantina e Mariana e, em 1958, formou-se em Direito pela Universidade de Minas Gerais.

À frente da Múcio Athayde Construtora, executou vários empreendimentos em Belo Horizonte, como o Iate Clube da Pampulha5 e os edifícios Lagoa Dourada, Jaguaraçu, Cidade de Cláudio e Superbuilding Valente6 . Foi um construtor pioneiro em Brasília, onde lançou os edifícios comerciais Márcia e Maristela 7 : esses prédios foram entregues sem elevadores, o que levou Athayde a ser acionado na Justiça pelos compradores lesados.8

Em 1962, Athayde envolveu-se em polêmica ao ser acusado de promover campanha contra o Banco da Lavoura de Minas Gerais através de boletins lançados por avião e divulgação pela imprensa e pelo rádio. Ele foi processado como incurso na Lei da Economia Popular e na Lei de Segurança Nacional9 , sendo defendido pelo advogado Sobral Pinto.10

Depois de passagem pela União Democrática Nacional11 , Athayde filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro. Em 3 de abril de 1963 assumiu, como suplente do deputado Paulo Freire, cadeira na Câmara dos Deputados12 em coligação com o Partido Social Trabalhista e o Partido Libertador13 . Em 1963, Athayde apresentou pré-candidatura à sucessão do governador José de Magalhães Pinto14 , mas sua intenção foi rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais em face da Constituição estadual, que exigia idade mínima de 30 anos.15 .

Athayde apoiou ativamente as reformas de base do presidente João Goulart, promovendo concentrações populares em prol do governo.16 Com a instalação do regime militar, foi acusado de corrupção17 e teve seus direitos políticos cassados por dez anos por força do Ato Complementar Número Quatro, de 13 de abril de 1964. Em 11 de fevereiro de 2010 o Ministério da Justiça declarou Athayde anistiado político, com direito a indenização de R$ 100 mil.18 .

Centro da Barra/Athaydeville

Ver artigo principal: Athaydeville
Em 1968 Athayde comprou de Ivete Palumbo uma área na Barra da Tijuca destinada a seus projetos imobiliários. Dúvidas sobre a propriedade original da terra levaram Athayde e Palumbo a moverem ações um contra o outro.19 . O empreendimento, intitulado Centro da Barra, foi lançado no fim da década de 1960, com projeto de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. Falhas, atrasos e irregularidades de registro marcaram as obras desde o início. Renomeado Athaydeville, o projeto foi reduzido de 76 torres residenciais para apenas quatro (três foram erguidas, das quais duas foram entregues aos adquirentes e uma segue desocupada), e várias parcelas de terreno foram transferidas a outros empresários. A Desenvolvimento Engenharia, empresa de Athayde responsável pelo empreendimento, teve sua falência decretada em 2005.

Retorno à política

Com a abertura política, em 1979, Athayde filiou-se ao PMDB, e em 1982 tornou-se o deputado federal mais votado do recém-criado estado de Rondônia. Nessa legislatura ele atuou como membro titular da Comissão de Finanças e suplente da Comissão de Economia, Indústria e Comércio e participou de várias missões oficiais em entidades internacionais de combate ao câncer20 .

Athayde buscou criar uma base política em Brasília durante seu mandato de deputado federal. Na expectativa de ser nomeado governador do Distrito Federal, deu forte apoio à campanha presidencial de Tancredo Neves, mas o governo distrital foi assumido por José Aparecido de Oliveira. Athayde apresentou emenda constitucional pela introdução de eleições diretas no Distrito Federal21 , mobilizou lideranças comunitárias e fez intensa autopromoção como "o homem do chapéu" na periferia da capital; ao mesmo tempo, ele adquiriu jornais, rádios e TVs em vários estados, formando uma rede de comunicação para apoiar seus projetos políticos e criticar a administração de José Aparecido.22 . Porém, o registro de sua candidatura ao Senado Federal, em 1986, foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral por abuso de poder econômico23 . Em 1987, findo seu mandato na Câmara dos Deputados, Athayde encerrou sua carreira política.

Outras atividades

Durante seu período de cassação política, Athayde liderou grupo que adquiriu o controle acionário do Banco Santa Cruz24 , depois renomeado Banco da Província de Minas Gerais.

Ele criou o Instituto Múcio Athayde de Combate ao Câncer25 , responsável por premiação de pesquisas no setor.26

Arrendatário do jornal O Guaporé27 e de uma rádio em Rondônia, Athayde comprou o combalido jornal Última Hora de Brasília (renomeado Correio do Povo e O Povo de Brasília) e, em Goiânia, tornou-se dono da TV Goyá e da Rádio Formosa AM.28 .

Em agosto de 1988, adquiriu do empresário Claudio Macário 49% da segunda versão da TV Rio em negócio que envolveu imóveis no Athaydeville e permutas comerciais29 . As ações de Athayde na TV Rio foram vendidas em 1992 a um grupo de empresários cariocas encabeçados por Claudomir de Andrade.30

Com planos de emigração, Athayde vendeu seus outros veículos de comunicação e afastou-se do noticiário brasileiro, apesar das inúmeras pendências judiciais contra suas empresas -- ele argumentava que a demora na entrega dos imóveis do Athaydeville se devia a um bloqueio econômico do BNH e da Caixa Econômica Federal.31

Athayde manteve negócios com imóveis de luxo em Miami através da empresa New Florida Properties. A empresa faliu, mas foi reativada em 2002.

Vida pessoal

Athayde casou-se em 21 de dezembro de 1963, em Belo Horizonte, com Staël Abelha, Miss Brasil de 1961. Anteriormente, Athayde namorou Márcia Kubitschek, filha do presidente Juscelino Kubitschek.

Morte

São escassas as referências à morte de Múcio Athayde. Roberto Hely Barchilón, advogado da Associação dos Moradores e Adquirentes do Centro da Barra, informou em seu blog que Athayde morreu em 2010 numa clínica do Rio de Janeiro. Na cerimônia de 6 de dezembro de 2012 que devolveu simbolicamente os mandatos aos deputados federais cassados pelo regime militar32 , Athayde foi homenageado in memoriam33 .


Athaydeville

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Athaydeville (originalmente denominado Centro da Barra) foi um projeto de construção de residências, lojas e escritórios na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, lançado em 1969, que resultou em um dos maiores escândalos imobiliários do Brasil. Depois de grandes atrasos nas obras, reduções drásticas nas dimensões do projeto e pendências judiciais, ergueram-se três torres residenciais; uma delas, apesar de vendida a centenas de adquirentes, ainda aguarda ocupação.



Índice
1 O projeto
2 Remanescentes
3 Ligações externas
4 Referências


O projeto

No fim da década de 1960, na sequência do lançamento do Plano Piloto da Barra da Tijuca, a Desenvolvimento Engenharia (empresa de Múcio Athayde) lançou o Centro da Barra, com projeto urbanístico de Lúcio Costa, na região então pouco explorada. Segundo o projeto oferecido pela Desenvolvimento, seriam construídas 76 torres residenciais cilíndricas de 36 andares, projetadas por Oscar Niemeyer, combinadas com áreas de comércio, lazer e serviços. O cronograma original previa a inauguração das primeiras unidades em 1974, e todas as obras estariam concluídas em 19801

No entanto, desde o começo várias falhas comprometeram o Centro da Barra. Sem conseguir apoio do governo da Guanabara para o cumprimento dos gabaritos do Plano Piloto, Lúcio Costa se desligou do projeto, e o tamanho reduzido dos apartamentos em forma de "fatia de pizza" desagradou muitos interessados.2 As obras da Torre H, iniciadas em 19703 , foram paralisadas em 1972 por preocupações com a integridade da estrutura4 , sendo reiniciadas mais tarde.

Diante dos atrasos nas obras, os mutuários devolviam suas cotas à Desenvolvimento por preço abaixo do mercado; essas cotas eram revendidas a outros mutuários, sem que essas transações fossem registradas em cartório. Essa manobra, exacerbada pela elevada inflação do período, teria gerado grandes lucros à Desenvolvimento. Por sua vez, Múcio Athayde publicava matérias pagas em jornais para declarar-se vítima de um bloqueio econômico do governo, que lhe dificultava o acesso a financiamentos do BNH em condições favoráveis.

Renomeado Athaydeville no fim da década de 1970, o empreendimento foi reformulado e reduzido para quatro torres, mas continuou a controvérsia em torno da viabilidade do projeto. Em 1984, uma comissão especial de inquérito da Câmara Municipal do Rio de Janeiro chegou a recomendar à prefeitura que não renovasse licenças para construção de novas torres no Athaydeville diante de irregularidades no pagamento de impostos.5

Das quatro torres, três foram completadas e duas entregues:
Torre Abraham Lincoln (Torre H) (Avenida das Américas, 1245). Construção inciada em 19706 , paralisada em 19847 , sem conclusão e sem habite-se;
Torre Ernest Hemingway (Avenida Sernambetiba, 3400). Construção entre 1973 e 19778 , não concluída pela Desenvolvimento; transferida à Encol, que a inaugurou em 19949 ;
Torre Charles de Gaulle (Torre A) (Avenida das Américas, 1245), construída entre 1974 e 1990 e entregue pela Desenvolvimento aos adquirentes10 .

Com 36 andares e 120 metros de altura, os três edifícios são até hoje as estruturas mais altas da Barra da Tijuca.

Apesar dos problemas, o empreendimento continuou sendo oferecido em constantes campanhas publicitárias até a década de 1990. Restou desocupado o esqueleto da Torre H, que teve 250 de seus 454 apartamentos vendidos. Por cerca de um mês, em 2004, o edifício vazio chegou a ser ocupado por habitantes de uma favela próxima. A crise da invasão acelerou o processo de falência da Desenvolvimento Engenharia, decretada em 2005. 190 apartamentos da Torre H foram levados a leilão em 2007, e a Associação de Adquirentes da Torre H decidiu completar as obras com recursos próprios. As obras seguem indefinidas e, caso não seja reformado e ocupado regularmente, o edifício corre o risco de ser implodido.11

Remanescentes

Com a redução do projeto original, a maior parte das terras de Múcio Athayde na Barra da Tijuca -- agora substancialmente valorizadas com o progresso do bairro -- acabou sendo negociada com outros empresários. Em uma parcela, trocada por um jornal em Brasília, Sérgio Naya construiu o Palace II e outros edifícios12 ; outra foi recebida pelo incorporador Cláudio Macário em troca de cotas da Radiodifusora Ebenezer (embrião da segunda versão da TV Rio) -- a empresa de Macário idealizou, no início da década de 1990, os condomínios Villa Borghese e San Filippo, que começaram a ser construídos pela Encol em regime de permuta13 . Nos anos 1970, com o objetivo de construir novos estúdios, a TV Globo recebeu de Athayde uma parcela de terreno na região em troca de espaço de propaganda para o Athaydeville; em 1980 esse terreno foi negociado por uma área maior em Jacarepaguá, onde foi construído o Projac.

A região do projeto continuou sendo chamada Athaydeville, até que lei municipal de 2003 renomeou seus dois trechos como Bosque Marapendi e Parque Lúcio Costa.14 Várias vias públicas da área, incluindo a Ponte Lúcio Costa, foram construídas pela Desenvolvimento Engenharia como parte do Athaydeville ou para valorização do conjunto.

Em 2012 o projeto artístico Paraíso Ocupado, dos artistas holandeses Wouter Osterholt e Elke Uitentuis, foi instituído com o objetivo de completar as obras da Torre H e restaurar os planos socialistas de Lúcio Costa para o empreendimento.15 O projeto incluía uma réplica virtual do prédio e um levantamento do contexto histórico do empreendimento.16


fontes; http://pt.wikipedia.org/wiki/Athaydeville e http://pt.wikipedia.org/wiki/Múcio_Athayde#Centro_da_Barra.2FAthaydeville
 

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Ainda bem que só três foram construídas...

Por mais que torça que os donos dos apartamentos ganhem a causa (que já deve estar na justiça há quase três décadas :eek:hno:) o fato é que cada ano fica mais difícil e dispendiosa a recuperação do edifício. Com laudos negativos desde os anos 80 é muito provável que a estrutura esteja muito próxima de estar condenada. Será que o tal Athayde deixou bens suficientes para pagar as indenizações?

Alguém conhece o interior desses edifícios? Sempre tive a impressão de que são pombais gigantescos. Pelo que li os apartamentos são pequenos em em formato de fatia de pizza, o que faz todo sentido por ser um edifício cilíndrico.
 

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Ainda bem que só três foram construídas...

Por mais que torça que os donos dos apartamentos ganhem a causa (que já deve estar na justiça há quase três décadas :eek:hno:) o fato é que cada ano fica mais difícil e dispendiosa a recuperação do edifício. Com laudos negativos desde os anos 80 é muito provável que a estrutura esteja muito próxima de estar condenada. Será que o tal Athayde deixou bens suficientes para pagar as indenizações?

Alguém conhece o interior desses edifícios? Sempre tive a impressão de que são pombais gigantescos. Pelo que li os apartamentos são pequenos em em formato de fatia de pizza, o que faz todo sentido por ser um edifício cilíndrico.

Eu já vi plantas dos apartamentos em livros: a forma de fatia de pizza sem bico torna difícil até arrumar a mobília...
 

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Moro exatamente em frente a Torre A e da Torre H. Ninguém aqui tem medo da Torre cair, se um dia começar a acontecer como no Palace, ouvirá de primeira um estrondo e vão tentar evacuar todo mundo, vai ser um caos.

Realmente o custo de reformá-la é maior que de construir um novo prédio. Não sei a quantas anda na justiça, se realmente está perto do fim essa novela.
 

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Bem, se botam no chão, deveriam erguer algo maior e mais interessante pra dar aquele skyline bonito.
 

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Poderia vir um mais alto e belo mesmo, já que a torre até onde se sabe não é tombada. Porém, uma recuperação também poderia ser algo a se pensar, até que o processo transite em julgado.
 
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