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Accor anuncia Ibis em Copacabana (RJ) e Santarém (PA)

A Accor Hospitality irá inaugurar duas unidade Ibis até 2011, uma em Copacabana, no Rio de Janeiro, e outra em Santarém, no Pará.

O hotel do Rio, que será construído na rua Ministro Viveiros de Castro, próximo aos principais pontos turísticos da cidade (perto do Leme e paralela à avenida N.S. de Copacabana), contará com 122 apartamentos e receberá investimento aproximado de R$ 18 milhões (a Accor apenas administrará o imóvel da construtira Galwan). Com esse empreendimento, que estará pronto para ocupação no réveillon de 2011, serão gerados mais de 30 empregos diretos.

Este será o quarto hotel da rede ibis na cidade do Rio de Janeiro, que já conta com empreendimentos no Centro, Santos Dumont e Botafogo (a ser inaugurado no primeiro semestre de 2011).

Abel Alves de Castro Jr., diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da Accor Hospitality, comenta disse que são “muitos os motivos para comemorar esta conquista". "Oferecer um hotel ibis aos nossos clientes, em Copacabana, era um sonho antigo. O Rio de Janeiro apresenta um bom nível de ocupação e alta diária média, o que torna a cidade desejada por todas as redes hoteleiras mundiais. E é nesta cidade, onde a competição é tão acirrada, que temos o orgulho de assinar este contrato para nosso quarto hotel Ibis. Outro motivo de orgulho neste projeto é a parceria com a construtora capixaba Galwan, que, desde 1996, desenvolve hotéis de sucesso com a Accor”, completou ele.

SANTARÉM
O hotel paraense, previsto para o segundo semestre de 2011, será construído na Avenida Mendonça Furtado próximo aos principais pontos turísticos da cidade, contará com 100 apartamentos e terá um investimento aproximado de R$ 10 milhões. Com o empreendimento serão gerados 60 empregos diretos e indiretos.

A Accor Hospitality irá operar o hotel em sistema de franquia. Hoje, 10% dos hotéis do grupo no Brasil já são franquias das marcas Ibis e Mercure. O modelo franquia, segundo a rede permite um crescimento rápido para a Accor por meio de parceiros locais e, além disso, "possibilita ao franqueado associar-se a uma marca de sucesso e com extensa malha no País".

Segundo Amilcar Mielmiczuk, gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios da Accor Hospitality, a presença da nova unidade em Santarém vai introduzir no mercado local os padrões Accor de conforto e segurança. “Estar em Santarém é importante para o grupo, pois a cidade é um polo do agronegócio na região norte do país, do comércio e serviços; e, além disso, representa um marco, um símbolo da expansão da marca, por estarmos em lugares tão distantes e diferentes como Rio Grande-RS, João Pessoa-PB e a própria Santarém-PA”, finaliza.


Fonte: Panrotas
 

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MUito bom!!

Isso vai ajudar a desenvolver ainda mais aquela região, em relação ao turismo. Só faltam mais hotéis nos outros pólos turísticos do Pará, pra desenvolver ainda mais o estado como um todo e não apenas aqui a capital :banana:
Olha. Eu acho nossas cidades do interior paraense com o grande futuro. Acho que o Pará, Rondônia e Tocantins têm os interiores com cidades mais desenvolvidas em relação aos outros estados da região. Eu fico muito surperso (positivamente) quando vejo notícias dessas cidades, pois sempre são em relação a algo bom, captação de empreendimentos, etc... Vi o render daquela prefeitura de Ariquemes no outro thread e a maquete da prefeitura de Parauapebas e percebi que são melhores ate de que algumas capitais. Isso pode demonstrar todo o crescimento que o nosso interior está crescendo, desvinculando-se das capitais. E isso é muito bom.
 

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/lixa
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Pois é! Achei o interior de Rondônia, principalmente, bem desenvolvido. As cidades não parecem depender muito da capital e isso é bom. No Pará a gente tem vários exemplos de cidades que não precisam de Belém pra sobreviver, como Marabá, Parauapebas, Santarém, Castanhal(acho que essa também).

Em relação ao turismo, essas cidades todas tem potencial
Segundo uma pesquisa, que não achei mais o link, o Pará concentra cerca de 49% do potencial turístico do Norte. (se eu achar posto aqui a link)

A pesquisa já mostrou que potencial nós temos, só falta investimentos :cheers:
 

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Pois é! Achei o interior de Rondônia, principalmente, bem desenvolvido. As cidades não parecem depender muito da capital e isso é bom. No Pará a gente tem vários exemplos de cidades que não precisam de Belém pra sobreviver, como Marabá, Parauapebas, Santarém, Castanhal(acho que essa também).

Em relação ao turismo, essas cidades todas tem potencial
Segundo uma pesquisa, que não achei mais o link, o Pará concentra cerca de 49% do potencial turístico do Norte. (se eu achar posto aqui a link)

A pesquisa já mostrou que potencial nós temos, só falta investimentos :cheers:
Disse tudo !!!!!!
 

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...
Em relação ao turismo, essas cidades todas tem potencial
Segundo uma pesquisa, que não achei mais o link, o Pará concentra cerca de 49% do potencial turístico do Norte. (se eu achar posto aqui a link)

A pesquisa já mostrou que potencial nós temos, só falta investimentos :cheers:
Seria essa reportagem :D

Dos Estados da Amazônia brasileira, o Pará é um dos que tem maior vocação e infra-estrutura para o turismo. Com um território de aproximadamente 1.248.042 km2, o que corresponde a 26% do território amazônico, o Estado é dividido em 143 municípios, onde vivem cerca de seis milhões de pessoas, que dedicam a atividades nos três setores principais da economia: primário, secundário e terciário. Atualmente, a economia do Estado está focada em uma tríade que se baseia nas vocações naturais do território paraense: agroindústria, verticalização mineral e turismo.
Destas três atividades, o turismo é, com certeza, a atividade que tem grande chance de se consolidar como um dos setores de maior atração para o emprego e geração de renda. O Estado oferece grandes atrativos turísticos, principalmente de origem natural, fato atestado pela Organização dos Estados Americanos (OEA), que concluiu que o Pará é dono de 49% das atrações naturais da Amazônia. O estímulo à atividade turística se dá por dois fatores: a execução de obras que embelezam cidades paraenses e a divisão do Estado em seis pólos turísticos, que contemplam diversas vertentes da atividade.
Obras como a Estação das Docas, Ver-o-Rio, Parque da Residência e Aeroporto Internacional de Belém ajudaram a impulsionar a atividade turística na capital, sendo atração permanente para pessoas de todas as partes do País e do mundo durante o ano inteiro e não apenas no Círio de Nazaré, que é uma época tradicional para o turismo no Estado.
Em relação aos pólos turísticos, a divisão ocorreu baseada em uma política de desenvolvimento sócio-econômico e no baixo nível de agressão ambiental. Estes seis pólos contemplam o turismo de negócios, de lazer, de cultura, de aventura, ecológico, além do turismo religioso, impulsionado pelo Círio de Nazaré e pela beleza das Igrejas seculares da Cidade Velha.

Conheça os seis pólos turísticos paraenses:

Belém/Costa Atlântica: Uma região voltada basicamente para o turismo de negócios, lazer e cultura. Abrange a cidade de Belém e municípios da região do Salgado, como Salinópolis, Bragança e Marapanim, banhados pelo oceano Atlântico. No caso de Belém, o turista vai encontrar museus, teatros, bosques e praias de rio com ondas, como as de Mosqueiro, Icoaraci e Outeiro.
Conheça os principais pontos turísticos de Belém.

Tapajós: No pólo natural do Tapajós, há o encontro das águas do rio Amazonas e do Tapajós. A região também oferece a possibilidade do turismo de aventura com belas cachoeiras e formações rochosas, que permitem a prática de esportes radicais como rapel e escalada.
Araguaia-Tocantins: Também voltado para o turismo de aventura, este pólo concentra atrações como o torneio de pesca, que acontece anualmente no lago da usina de Tucuruí e praias fluviais, que só estão disponíveis ao público no verão amazônico.

Marajó: O Marajó é o pólo turístico paraense em que o turismo ecológico está melhor desenvolvido. Na maior ilha fluvial do mundo, localizada na foz do rio Amazonas, as atrações vão desde a pororoca até a culinária. As praias do Marajó são recantos visitados não só por turistas paraenses. A região é constantemente visitada por estrangeiros e já foi tema de diversas reportagens para a televisão européia.

Xingu: Pela divisão que instituiu os pólos turísticos paraenses, esta microregião é representada pelo município de Altamira, conhecido como o maior do mundo em termos de extensão. O município é dono de belas praias e de uma riqueza cultural muito bem preservada pelos descendentes de índios e portugueses da região. O rio que dá nome ao pólo é um dos principais corredores de pesca esportiva do Estado. A paisagem da região é completada por cachoeiras, corredeiras e praias de água doce.
 

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Leão
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éh...gostaria do almir também
mais axo q num dar mais p ele...ja estah mto velhinho...

soh o JAJÁ msm agora

concerteza se o Jatene vir...ele ganha...ou entaun eu mudo meu nome
se isso naum acontecer
 

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/lixa
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Pois é, qualquer um dos dois está bom. No governo deles foi que o turismo aqui deu uma "senhora" levantada.

Eu acho interessante essa divisão do estado em Pólos Turísticos. Assim o turista pode decidir qual pólo o agrada mais. Se quiser conhecer a rica história do estado, vai pra Belém. Se quiser cachoeiras, vai pro Xingú e se quiser eco turismo, vai pro Marajó. Se bem que todos tem um pouco de cada :cheers:
 

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Leão
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Seria essa reportagem :D

Dos Estados da Amazônia brasileira, o Pará é um dos que tem maior vocação e infra-estrutura para o turismo. Com um território de aproximadamente 1.248.042 km2, o que corresponde a 26% do território amazônico, o Estado é dividido em 143 municípios, onde vivem cerca de seis milhões de pessoas, que dedicam a atividades nos três setores principais da economia: primário, secundário e terciário. Atualmente, a economia do Estado está focada em uma tríade que se baseia nas vocações naturais do território paraense: agroindústria, verticalização mineral e turismo.
Destas três atividades, o turismo é, com certeza, a atividade que tem grande chance de se consolidar como um dos setores de maior atração para o emprego e geração de renda. O Estado oferece grandes atrativos turísticos, principalmente de origem natural, fato atestado pela Organização dos Estados Americanos (OEA), que concluiu que o Pará é dono de 49% das atrações naturais da Amazônia. O estímulo à atividade turística se dá por dois fatores: a execução de obras que embelezam cidades paraenses e a divisão do Estado em seis pólos turísticos, que contemplam diversas vertentes da atividade.
Obras como a Estação das Docas, Ver-o-Rio, Parque da Residência e Aeroporto Internacional de Belém ajudaram a impulsionar a atividade turística na capital, sendo atração permanente para pessoas de todas as partes do País e do mundo durante o ano inteiro e não apenas no Círio de Nazaré, que é uma época tradicional para o turismo no Estado.
Em relação aos pólos turísticos, a divisão ocorreu baseada em uma política de desenvolvimento sócio-econômico e no baixo nível de agressão ambiental. Estes seis pólos contemplam o turismo de negócios, de lazer, de cultura, de aventura, ecológico, além do turismo religioso, impulsionado pelo Círio de Nazaré e pela beleza das Igrejas seculares da Cidade Velha.

Conheça os seis pólos turísticos paraenses:

Belém/Costa Atlântica: Uma região voltada basicamente para o turismo de negócios, lazer e cultura. Abrange a cidade de Belém e municípios da região do Salgado, como Salinópolis, Bragança e Marapanim, banhados pelo oceano Atlântico. No caso de Belém, o turista vai encontrar museus, teatros, bosques e praias de rio com ondas, como as de Mosqueiro, Icoaraci e Outeiro.
Conheça os principais pontos turísticos de Belém.

Tapajós: No pólo natural do Tapajós, há o encontro das águas do rio Amazonas e do Tapajós. A região também oferece a possibilidade do turismo de aventura com belas cachoeiras e formações rochosas, que permitem a prática de esportes radicais como rapel e escalada.
Araguaia-Tocantins: Também voltado para o turismo de aventura, este pólo concentra atrações como o torneio de pesca, que acontece anualmente no lago da usina de Tucuruí e praias fluviais, que só estão disponíveis ao público no verão amazônico.

Marajó: O Marajó é o pólo turístico paraense em que o turismo ecológico está melhor desenvolvido. Na maior ilha fluvial do mundo, localizada na foz do rio Amazonas, as atrações vão desde a pororoca até a culinária. As praias do Marajó são recantos visitados não só por turistas paraenses. A região é constantemente visitada por estrangeiros e já foi tema de diversas reportagens para a televisão européia.

Xingu: Pela divisão que instituiu os pólos turísticos paraenses, esta microregião é representada pelo município de Altamira, conhecido como o maior do mundo em termos de extensão. O município é dono de belas praias e de uma riqueza cultural muito bem preservada pelos descendentes de índios e portugueses da região. O rio que dá nome ao pólo é um dos principais corredores de pesca esportiva do Estado. A paisagem da região é completada por cachoeiras, corredeiras e praias de água doce.
é ja sabia disso...quando eu fazia o curso tecnico de turismo no IFPA...a professora citou que o Pará tem a Metade do potencial turistico da Amazônia

que bom neh!!!
 

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Leão
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Pois é, qualquer um dos dois está bom. No governo deles foi que o turismo aqui deu uma "senhora" levantada.

Eu acho interessante essa divisão do estado em Pólos Turísticos. Assim o turista pode decidir qual pólo o agrada mais. Se quiser conhecer a rica história do estado, vai pra Belém. Se quiser cachoeiras, vai pro Xingú e se quiser eco turismo, vai pro Marajó. Se bem que todos tem um pouco de cada :cheers:
também nossas praias de oceano...se o turista quiser ir... vai para Costa Atlântica...
um dos pontos turisticos q eu acho fantastico em Belém do Pará
é o Museu de Arte Sacra que compõe em seu acervo 320 peças exposta no primeiro pavimento no corpo da igreja e do palácio episcopal
do seculo 18 e 19

unico ponto turistico que ainda naum fui em Belém foi a Corveta Solimôes
o primeiro navio museu do norte do país...mais com certeza pretendo visitar
 
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