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Blackbird
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2 - Essa desculpa do "vamos fazer para aproveitar os fundos comunitário" é uma das razões para estarmos como estamos.
O problema não são os fundos comunitários em si. E precisamente por haver dificuldades financeiras vão ter de se apoiar nisso.

3 - Não sou especialista nem faço ideia se Alverca é ou não a melhor opção. Só disse que quero uma que já exista e que seja viável. Para que por uma vez na vida deste país, se faça algo rapidamente, eficazmente e de forma poupada.
Neste caso é complicado.

Parece que é tudo para resolver à pressa e mais uma vez sem ouvir a opinião de quem percebe do assunto: o pessoal que está dentro das torres de controlo e dos aviões. Ministro não percebe destas coisas ou pode estar a ser mal aconselhado.
 

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^^ Bien. Em 2007 e recorrendo a valores de 2005 eu tinha estimado por alto um valor não inferior a 100 milhões de € para uma capacidade de 3 milhões de pax/anuais numa coisinha que escrevi para o Montijo. Pequei por defeito aparentemente... Ou no número de passageiros ou no valor do investimento.
 

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Blackbird
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^^ Bien. Em 2007 e recorrendo a valores de 2005 eu tinha estimado por alto um valor não inferior a 100 milhões de € para uma capacidade de 3 milhões de pax/anuais numa coisinha que escrevi para o Montijo. Pequei por defeito aparentemente... Ou no número de passageiros ou no valor do investimento.
Apaguei o link porque... não me parece boa ideia. É melhor que Alverca, Ota e sem qualquer duvida Sintra ou Cascais... mas não me parece boa ideia. Mas como somos bons no desenrascanço...

Aqui está de novo:

Low cost. Montijo custa 172 milhões de euros para meia dúzia de voos e Alverca não é opção.

Está lá um comentário que coincide com a minha "maluqueira" de colocar as low-costs no local do NAL.
 

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Está lá um comentário que coincide com a minha "maluqueira" de colocar as low-costs no local do NAL.
Não é, em absoluto e de todo em todo, uma maluqueira. De todo, mesmo, não o é.

(ali ao lado pus a "Procissão". Aqui ficaria bem a "Rosa Araújo" mas não há no youtube :()
 

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Blackbird
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Aquilo do "mais um" em Alcochete é falado desde os tempos em que o NAL era aposta firme. Vamos ver se o Álvaro tem tempo para ler os dossiers todos e se informar os gajos percebem disto (pilotos e controladores).

Queria perceber o nível de "atrapalhamento" da base do Montijo em relação à Portela.
 

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Apaguei o link porque... não me parece boa ideia. É melhor que Alverca, Ota e sem qualquer duvida Sintra ou Cascais... mas não me parece boa ideia. Mas como somos bons no desenrascanço...

Aqui está de novo:

Low cost. Montijo custa 172 milhões de euros para meia dúzia de voos e Alverca não é opção.
Então gastaram menos de 50 milhões em Beja, mas para o Montijo a factura já subia para os 157... Neste país é sempre tudo a somar :eek:hno:

Porém, o Montijo, além de ser uma base militar e de os militares não serem obrigados a cedê--la, obriga a um investimento superior a 172 milhões de euros para receber voos civis. São necessários no mínimo 15 milhões de investimento em acessos e mais 157 milhões de euros “para viabilizar a operação de tráfego civil na Base do Montijo”, segundo calculou a Naer – promotora do novo aeroporto – no estudo “Aspectos críticos para o sucesso da solução Portela+Alverca ou Portela+Montijo”. Neste documento são calculados em 70,5 milhões os investimentos em pista, taxiways e plataformas, mais 55,1 milhões num terminal de passageiros e outros 17 milhões para expropriações, drenagens e infra--estruturas complementares.
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Então gastaram menos de 50 milhões em Beja, mas para o Montijo a factura já subia para os 157... Neste país é sempre tudo a somar :eek:hno:
Pois, confesso que também ainda não percebi muito bem essa coisa. Julgo ser perfeitamente normal que a reformulação de uma base aérea neste caso (seja Montijo, Alverca, Ota ou outra...) seja mais cara do que o que fizeram em Beja. Mais mais do triplo???:eek:
 

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Uma dúzia de anos disto..
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http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=515091&pn=1

Se for verdade que a EasyJet vai já para o novo e se for verdade este prazo de Março, então a escolha tem de ser rápida e as alterações ao aeroporto praticamente inexistentes.
Mas convenhamos... existe alguma base aérea na zona de Lisboa onde se consiga começar a operar comercialmente na qual seja efectuadas apenas alterações mínimas ao nível do terminal? É porque... antes de Novembro não temos a decisão da escolha; e depois temos, na melhor das hipóteses, 5 meses para pôr tudo operacional. Parece-me um tempo demasiado escasso.
Já agora: em teoria qual seria a base junto a Lisboa que estaria melhor preparada para começar a receber voos com as menores alterações possíveis?

E como é que conseguiram convencer a Easyjet a sair da Portela? Desconto por quantidade?:lol:
 

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É preciso ter em conta o pequenino pormenor que a base aérea em Beja (que nem construída por Portugal foi) ter condições ao nível do lado ar que mais nenhum aeroporto, aerodromo, base militar ou assim-assim em Portugal tinha, daí o investimento ter sido tão barato (porque incidiu essencialmente do lado terra).
O que aconteceu em Beja é irrepetível em qualquer outro lugar do país (em termos de valores de investimento).
 

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Mas de onde é que veio a ideia que a Easyjet já ia para esse tal novo aeroporto?!

A Easyjet deve é ir para o terminal 2 da Portela. Não é para um novo aeroporto.
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Easyjet abre base aérea na capital em Abril com cinco novas rotas

Transportadora britânica assinou hoje um acordo com o Governo que prevê transferência futura para aeroporto exclusivo para as low cost.

A Easyjet vai inaugurar um base aérea em Lisboa, em Abril do próximo ano, depois de uma alteração no calendário inicial. A companhia de aviação assinou hoje um acordo final com o Governo, que prevê a transferência futura da operação para uma nova infra-estrutura, dedicada exclusivamente às companhias low cost.

O objectivo da transportadora britânica é aumentar o tráfego a partir de capital para dois milhões de passageiros, no prazo de um ano, sendo que, para já, irá criar 100 postos de trabalho directos.

Em declarações ao PÚBLICO, o director da Easyjet para Portugal, Javier Gándara, avançou ontem, em primeira mão, que a inauguração "vai ser em Abril".

O projecto, que estava inicialmente previsto para o período do Inverno, atrasou-se devido "à necessidade de ter uma ideia mais clara da operação" e também ao debate que se gerou em redor "do futuro do novo aeroporto e da possibilidade de se estudar novas localizações", explicou.

A mudança de Governo também terá tido uma quota-parte de responsabilidade neste processo. Recorde-se que a empresa britânica já tinha feito um anúncio oficial de abertura da base em Março.

Nessa altura, numa cerimónia em que esteve presente o antigo primeiro-ministro, José Sócrates, e vários membros do anterior executivo, o projecto do novo aeroporto de Lisboa ainda estava em cima da mesa.

Quatro milhões de clientes
"Andamos em negociações há 18 meses. Começámos com o antigo Governo e, assim que o novo tomou posse, a nossa intenção foi continuar as conversações com ele", afirmou Javier Gándara.

O acordo entre o Governo e a companhia britânica foi assinado hoje, estabelecendo como condição a futura transferência da operação para uma infra-estrutura exclusiva para as low cost, cumprindo o objectivo já anunciado pelo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira. "Vamos começar por operar no aeroporto da Portela", avançou o director da Easyjet.

"O modelo de negócio [da empresa] assenta em bases aéreas localizadas em aeroportos principais", explicou. Quando for finalmente escolhida a localização para a infra-estrutura de baixo custo, a operação da empresa será transferida. "Estamos dispostos a discutir alternativas e estamos comprometidos a participar nesse processo", adiantou o responsável.

Em Março, a low cost britânica tinha anunciado um investimento de 300 milhões de euros na base em Lisboa, onde teria a seu serviço três a sete aviões com o objectivo de chegar aos 4,4 milhões de passageiros transportados em Portugal.

O plano não sofreu alterações, à excepção das expectativas da empresa em relação ao tráfego, já que, agora, as previsões apontam para que chegue aos quatro milhões, no primeiro ano de operação.

Rotas com incentivos
Neste período de tempo, a nova base vai contribuir com um acréscimo de 225 mil passageiros, de acordo com contas da empresa, elevando para dois milhões os clientes transportados de e para a capital.

A ideia é fomentar o tráfego com a criação de cinco novas rotas (Amesterdão, Copenhaga, Bordéus, Veneza e Astúrias). Javier Gándara avançou ao PÚBLICO que a estratégia passa por "ligar Lisboa às principais cidades europeias, aumentando o número de portugueses que viajam para fora pela Easyjet".

Estas ligações deverão contar com os incentivos atribuídos pelo Turismo de Portugal e pela ANA, dos quais a empresa já é beneficiária, tendo recebido, desde 2007, apoios para cinco das suas frequências.

Portugal pesa, actualmente, cerca de 7% nas receitas da transportadora. E, apesar da instabilidade económica, o responsável garantiu que é uma boa altura para investir.

"Pensamos na crise como uma oportunidade porque as pessoas tomam decisões mais conscientes no que diz respeito ao preço e nós podemos beneficiar disso", explicou.

Além da Easyjet, também a Ryanair quer abrir uma base em Lisboa, mas as negociações com esta companhia ainda não tiveram um desfecho positivo.

Para a TAP, esta investida pode ter impactos significativos. Um estudo interno da companhia nacional, que o PÚBLICO noticiou recentemente, mostra que a empresa estatal, que está em vias de privatização, poderá perder dois mil milhões de euros por causa das rivais low cost e até ser forçada a encerrar as portas.
Fonte: Publico
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Pois, o outro artigo não era tão claro como este: a easyjet numa primeira fase continua na Portela e depois então logo se muda. Realmente andava entre o "impossível" e o "feito em cima do joelho" uma mudança tão precoçe...
 

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Acho que Portugal tem uma ótima infraestrutura, e acho também que faria ótimos aeroportos (ou reformaria) em qualquer uma destas cidades da enquete ! =)
 

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Metro Lisboa
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Pois, confesso que também ainda não percebi muito bem essa coisa. Julgo ser perfeitamente normal que a reformulação de uma base aérea neste caso (seja Montijo, Alverca, Ota ou outra...) seja mais cara do que o que fizeram em Beja. Mais mais do triplo???:eek:
Só em acessos e expropriações, não seria fácil. O Montijo e o Samouco (em termos de ocupação de terrenos) já estão as portas da base militar.
 

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Governo analisa bases militares de Sintra, Alverca e Montijo para nova infra-estrutura aeroportuária
27 Outubro 2011

“Já fizemos um primeiro levantamento das infra-estruturas existentes à volta de Lisboa que pudessem ser alternativas à Portela”, detalhou Sérgio Monteiro, durante a assinatura do memorando de entendimento com a Easyjet.

O governante referiu que “Beja não foi considerada interessante "porque, volto a sublinhar, estamos preocupados com a racionalidade do investimento. Por isso estamos a analisar bases da Força Aérea e da Nato”. “Temos a opção de juntar o tráfego civil e militar”, referiu Sérgio Monteiro, dando como exemplos Sintra, Alverca e Montijo.

O secretário de Estado das Obras Públicas disse ainda não haver prazo de decisão, contudo admite que esta possa ser tomada até Abril de 2012, altura em que a easyJet abrirá a sua base no aeroporto da Portela.

No entanto, “o investimento será realizado apenas no ambiente de privatização da ANA”, acresentou Sérgio Monteiro.

No memorando assinado hoje com a easyJet já está prevista a transferência da “low cost” para a nova infra-estrutura aeroportuária que será coordenada com a Portela, assim que possível.

Na semana passada, o ministro da Economia adiantou que o Governo estava a ponderar a alternativa Portela+1, uma ideia recuperada já do anterior Executivo. Esta decisão surge após a tomada de decisão de congelar o investimento do novo aeroporto. No entanto, esta opção de utilizar bases militares poderá ter algumas contingências.

Ao nivel das pistas, as bases militares teriam que ser reforçadas, uma vez que os aviões utilizados na aviação civil, denominados “wide bodies”, precisariam de pistas mais resistentes e isso significaria um investimento “avultado” no reforço do pavimento.

Além das pistas, existe o problema do trafego aéreo. Caso a escolha seja Montijo ou Alverca, não poderia haver um aumento do número de movimentos por hora, uma vez não seria possivel ter voos em simultâneo, pelo que o único beneficio seria aumentar o número de slots (espaço de tempo e de espaço para aterrar e descolar um avião). Só a opção de Sintra é que não teria essa contingência.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=515465&pn=1
 
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