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Discussion Starter · #1 · (Edited)
After all, Twitter is Portuguese!

By CatarinaF.

The limit was 160 characters and the technology sat on the phone. Each person could create a channel itself, writing about what he liked and disseminate information to all the followers who signed the service. Recognizes this technology? Not Twitter, is the Jarbas. It was created in Portugal in 2003, long before Biz Stone and Evan Williams not even dream of having the most popular social network of the moment.
At the height of popularity, Jarbas has had over a thousand users. Contrary to what the creator had predicted, the most enthusiastic were entities with more foreign occupations. There was an organization of potato producers in Golegã which gave a useful information for farmers, cultural associations giving information about the calendar of activities and even mayors who spread bulletins cinema. The general public was not prepared for the social networking phenomenon that would emerge a few years later.
They told me that 160 characters was very little, worthless, and that people liked was to sit on the couch waiting for the information they were stuck by the throats, "remembers the software developer. It is clear that they were sadly mistaken such as YouTube and Twitter have proven shortly thereafter.

When Twitter first came out in 2007, the creator could not ignore the similarity to the service that had developed. Mario, who at the time was 41 years, argues that "Portugal is averse to innovation" and that the incentive policies are nothing more than "crap". The truth is that there are many examples like this in Portugal: technologies invented before the time and failed, to be international successes of other companies. And even when they are successful, as the prepaid card invented by Portugal Telecom in 1995, remembered not to patent the invention. Outside, it ignores that the invention is Portuguese.
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And as always, when Portugal are inventing something that others get the credit sometimes come to be ashamed of Portugal, but it is a country I love. We've been owners of the world the moment we are a zero on the left, are the first on the bad things. At least the Portuguese who invented the flush toilet not forgotten the patent, but it must have been because nobody wanted to be famous so much that it was a Portuguese no one remembers and nobody wants to know.
Home sweet home!

Oh yes, I almost forgot in the midst of my revolt, the article is on my blog, if you want to see are at ease.
 

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Discussion Starter · #2 ·
Tecnologia
Houve um tempo em que o Twitter era português. Chamava-se Jarbas
por Ana Rita Guerra, Publicado em 14 de Outubro de 2009
Em 2003, um microblogue com limite de 160 caracteres revelou-se uma inovação tecnológica antes do tempo
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Um grupo de protugueses criou em 1998 um sistema semelhante ao Google Earth, mas nunca teve financiamento. Foi um falhanço como o Jarbas
Um grupo de protugueses criou em 1998 um sistema semelhante ao Google Earth, mas nunca teve financiamento. Foi um falhanço como o Jarbas

O limite era de 160 caracteres e a tecnologia assentava no telemóvel. Cada pessoa podia criar um canal próprio, escrever sobre o que lhe apetecesse e difundir a informação para todos os seguidores que subscrevessem o serviço. Reconhece esta tecnologia? Não é o Twitter, é o Jarbas. Foi criado em Portugal em 2003, muito antes de Biz Stone e Evan Williams sequer sonharem em ter a rede social mais popular do momento.

"A criação do boletim custava 0,35 euros e cada mensagem tinha um custo residual de 0,06 euros", recorda o programador que desenvolveu o Jarbas, no início da década. Mário, especialista em novas tecnologias e que prefere não revelar o apelido, chegou a imprimir panfletos com publicidade a dizer "faça o seu microblogue". Contudo, a inovação tinha chegado muito antes do tempo. A Google tinha acabado de comprar o Blogger e o fenómeno dos blogues estava a explodir em Portugal, ao mesmo tempo que começavam a surgir os primeiros telemóveis com câmara e MMS.

No auge da popularidade, o Jarbas chegou a ter mais de mil utilizadores. Ao contrário do que o criador previra, os mais entusiastas eram entidades com as mais estranhas ocupações. Havia uma organização de produtores de batata na Golegã que emitia informações úteis para os agricultores, associações culturais que davam informações sobre a agenda de actividades e até câmaras municipais que difundiam boletins de cinema. O público em geral ainda não estava preparado para o fenómeno da rede social que surgiria poucos anos depois.

"Achava que os conteúdos nos telemóveis eram muito limitados", continua o criador do Jarbas, explicando porque se lembrou de criar um serviço desta natureza. O problema é que não tinha recursos de marketing e não conseguiu convencer as operadoras de telecomunicações a tornar o serviço gratuito. Na fase final do Jarbas, "apareceram os toques de telemóvel pagos e as meninas nuas", adianta Mário, e as operadoras acreditaram que tinham encontrado a galinha dos ovos de ouro. O Jarbas não se enquadrava neste novo negócio.

"Diziam-me que 160 caracteres era muito pouco, que não valia nada, e que as pessoas gostavam era de se sentar no sofá à espera que a informação lhes fosse enfiada pelas goelas", lembra o programador de software. É claro que estavam redondamente enganados, como o YouTube e o Twitter vieram provar pouco tempo depois.

Quando o Twitter apareceu, em 2007, o criador não conseguiu ignorar a semelhança em relação ao serviço que tinha desenvolvido. Mário, que na altura tinha 41 anos, defende que "Portugal é avesso à inovação" e que as políticas de incentivo não passam de "tretas". A verdade é que há vários exemplos como este em Portugal: tecnologias inventadas antes do tempo e que falharam, para serem sucessos internacionais de outras empresas. E mesmo quando são bem-sucedidas, como o cartão pré-pago inventado pela Portugal Telecom em 1995, não se lembraram de patentear o invento. Lá fora, ignora-se que a invenção é portuguesa.
 

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'tou na lua...
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O nosso multibanco é superior ao alemão e ao italiano, tenho que dizer. Podemos fazer n consultas e pagamentos com meia dúzia de toques, operações que noutros são impensáveis...
 

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Nunca ouvi falar do Jarbas... Mas uma coisa é certa o gajo se fez o jarbas só virado para portugal nunca na vida ia ter sucesso, se fez virado para o mundo não o soube fazer deploy da tecnologia ganhou o twitter e muito bem até porque o twitter usa uma das melhores plataformas de desenvolvimento de nova geração o rails...
 

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Metro Lisboa
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Uma inovação portuguesa também não foi avante e penso que um dia mais tarde, irá vingar.
É o PMB ou seja porta moeda electrónico.

Já não faz sentido andar com moedas nos bolsos, mas o problema é os comerciantes e maquinas de pagamento aceitarem esse cartão.

Os grandes culpados deste fiasco foram os comerciantes pelo que dizem.
Lembro-me que aderi logo e queria utiliza-lo, mas nunca havia maquinas para ler o cartão.
Ainda cheguei a pagar o metro com ele e alguns parquímetros e comprei alguns gelados na baixa lisboeta.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/outros/domingo/porta-moedas-multibanco-uma-aposta-falhada

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/outros/domingo/porta-moedas-multibanco-uma-aposta-falhada
 

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Uma inovação portuguesa também não foi avante e penso que um dia mais tarde, irá vingar.
Tanto a VISA como a MarterCard andam desde há 2 anos a promover o seu «PMB» mas tal como o PMB original tem sido um flop jeitoso, as pessoas não acham muito piada a andar com um cartão que não precisa nem de código nem de assinatura para ser usado. Para resolver isso meteram um limite de 25€ para as pessoas não terem medo de o perder, mas para que é que servem 25€ hoje em dia? Dá mais trabalho passar a vida a carregá-lo do que ter as moedas na carteira.
 

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'tou na lua...
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E em muitos lados nem aceitam cartão... ao menos com as moedas controlamos melhor o que gastamos, se eu tenho 3€ em moedas só tenho esse plaffon para gastar.
 
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