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Αλέξανδρ&#
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Discussion Starter #1 (Edited by Moderator)
Mosteiro do Salvador de Travanca - Amarante

O Mosteiro de Travanca compreendendo o convento, a igreja e a torre, localiza-se na freguesia de Travanca, Amarante, Portugal.

O mosteiro beneditino com três naves foi fundado em meados do século XII.
Conserva grande parte da estrutura românica, à excepção da capela-mor, ampliada no século XVII.

Está classificado como Monumento Nacional desde 27 de Janeiro de 1916.

Em 2016 o mosteiro integrou o programa ‘Revive’, projeto do Estado português que prevê a abertura do património ao investimento privado para o desenvolvimento de projetos turísticos.

Área a afetar a uso turístico será total, com exceção da Igreja que está afeta ao culto, e o modelo jurídico será o de concessão.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_Travanca

O mosteiro é anterior á nacionalidade, a igreja Românica e a torre anexa sera uma construção datada dos sec. XI/XII/XIII (XIV ameias e matacães da torre), do conjunto apenas se mantem inalterada a igreja tendo sido convertida a unidade hoteleira a parte conventual:















 

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Αλέξανδρ&#
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Discussion Starter #3
ya alem de k a parte conventual ja nada tem a ver com a edificação original!!
 

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Αλέξανδρ&#
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Discussion Starter #9 (Edited by Moderator)
Convento de São Gonçalo de Amarante

Convento de São Gonçalo de Amarante Integrado no complexo monástico dominicano dos séculos XVI/XVII, integra a Igreja de São Gonçalo, implantada no centro histórico de Amarante, junto à ponte sobre o Rio Tâmega, de arquitectura Renascentista/Maneirista, mandado erguer no reinado de D. João III (1540). A Igreja é em cruz latina, de transepto inscrito, com cruzeiro coberto por abóbada, e naves com capelas colaterais precedidas por galilé, tendo um claustro quadrado de dois pisos na ala norte.
O pórtico apresenta uma decoração rica, tipo retábulo, e é aberto na fachada lateral virada a sul. Quanto ao retábulo-mor, tem características barrocas, de estilo joanino. A torre, de três andares, é rematada por arcos balaustrados e por pirâmides de recorte oriental. A Varanda dos Reis, aberta ao nível do último andar do pórtico, é de cinco arcos de volta perfeita, assentes em pilastras toscanas, junto das quais se inserem as estátuas dos quatro monarcas que patrocinaram a construção do edifício (D. João III, D. Sebastião, D. Henrique e Filipe I).
Na cornija, por cima da galeria, sobressaem seis pirâmides, assentes em pedestais, e no paramento à esquerda do pórtico abre-se o janelão setecentista que ilumina o transepto. No interior, as seis capelas têm arcos de volta perfeita, assentes em pilastras de grosseiros capitéis jónicos. O tecto da nave é de abóbada rebocada, e de caixotões nas capelas. Destas, merece particular destaque a de Santa Rita Cássia, com retábulo de talha dourada.
No transepto, destacam-se os altares de Santa Luzia, do Coração de Maria e do Santíssimo. Um assinalável arco triunfal ergue-se junto às estátuas de São Pedro e São Paulo, com ligação à capela-mor. O claustro, formado por dois pisos, é constituído por alas com cinco arcos plenos. A edificação do mosteiro dominicano foi lançada em 1543, tendo a obra ficado a cargo de frei Julião Romero. Quando Portugal perdeu a independência (1580), as obras, então sob a tutela de frei António dos Santos, decorriam em bom ritmo.
No ano seguinte, teve início a construção da nova igreja. Em 1585, os dominicanos solicitaram a Filipe I de Portugal que lhes desse autorização para fazerem uma colecta em prol das obras. Cinco anos mais tarde, o monarca escreve ao arcebispo de Braga a inteirar-se do andamento da construção e da verba gasta. No início do século XVII, João Lopes Amorim celebra contrato (1606) para construir uma escada no claustro e um chafariz. Conclui-se depois a edificação do segundo claustro.
Em 1641, Domingos de Freitas é contratado para a construção das abóbadas do transepto. No final do século XVII, conclui-se a torre sineira. Já em 1733, têm início obras na capela-mor, a cargo de mestre António Gomes, para que se incluísse uma nova tribuna no altar.
No século XIX, parte do conjunto monumental passa a servir de cenário às sessões camarárias (1838). Outras parcelas do mosteiro são utilizadas como mercado, prisão, quartel, escola e liceu. Em 1852, o edifício é cedido à Câmara Municipal de Amarante, que ali se instala definitivamente em 1867.
fachada da igreja do convento:


uma pecadora k vai "expiar" os seus pecados :lol:


a varanda dos reis:


o interior com o altar mor Barroco ao fundo e um orgão do sec. XVII:



o claustro Renascentista, o primeiro claustro a ser feito no convento, com fonte datada de 1606:

 

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Αλέξανδρ&#
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Discussion Starter #15 (Edited)
JohnnyMass said:
afinal ainda posso lá ir fazer a minha reportagem!:D
:yes: :D


o piso em frente ao convento esta um mimo, olhando para o chão parece ver-se a sombra do mosteiro mas é o portal impresso em pedra :)
 

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Αλέξανδρ&#
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Discussion Starter #18
isto repetiu-me o mesmo post 3 veses :dunno:
 

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É lindíssimo. :drool:
 
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