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25.05.2007, Carlos Cipriano - PUBLICO

O Centro Tecnológico Ferroviário é apresentado hoje; os trabalhadores
da multinacional canadiana mudam-se para Oriente

Tem o nome pomposo de Centro Tecnológico Ferroviário, mas, para já, o investimento que o Governo - através da EMEF (participada da CP para a manutenção e reparação de comboios) - vai fazer nas antigas instalações da Bombardier limita-se à construção de um protótipo de um vagão-plataforma para ser vendido nos mercados internacionais.

Este projecto é hoje apresentado na Amadora pela secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, numa das naves onde outrora a Bombardier fabricava comboios. Aquelas instalações foram adquiridas por 7 milhões de euros e ocupam cerca de 40 por cento da totalidade da antiga fábrica. Nelas funcionará a sede da EMEF (que poupará 18 mil euros de rendas por mês ao sair de um prédio alugado no centro de Lisboa) e um pólo tecnológico com jovens engenheiros da área do material ferroviário.

Paradoxalmente, a Bombardier, que ainda ali mantém os seus escritórios com cerca de 50 quadros, vai mudar-se para a zona de influência da gare do Oriente, onde ficará a representação portuguesa daquela multinacional. Esta empresa tem ainda meia centena de pessoas no Porto ligadas ao projecto do metro.

A aposta da CP/EMEF no fabrico de vagões prende-se com o crescimento deste mercado a nível internacional. A ideia é construir um protótipo "made in Portugal" de um vagão-plataforma (no qual assentam um ou dois contentores) para ser exposto nas feiras internacionais. Bósnia (que já tem uma encomenda em curso) Sérvia, Montenegro e Argentina são mercados potenciais.

O investimento do Centro Tecnológico Ferroviário na Amadora não ultrapassa os seis milhões de euros, um valor muito aquém dos 15,5 milhões anunciados em Março do ano passado por Ana Paula Vitorino, durante a apresentação do plano estratégico da EMEF que, como veio a saber-se mais tarde, não passou de um power point. Nessa altura, anunciou-se que a vocação da Amadora seria a electrónica, o interiorismo e a manutenção dos suburbanos da Grande Lisboa, num investimento que seria financiado com a venda de terrenos da Refer em Campolide. Contudo, nada disto se concretizou e o Governo reviu em baixa os seus projectos para manter a antiga Sorefame afecta ao sector ferroviário.

Hoje, a secretária de Estado dos Transportes apresentará as unidades da linha de Sintra que foram alvo de uma profunda renovação aproveitando a revisão técnica a que são sujeitas a meio do seu período de vida útil. Trata-se de um investimento de 18 milhões de euros.
 

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Quantos empregos foram recuperados?
 

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isto é so p encher chouriços... o investimento já foi baixo, pq sabem q mais tarde ou mais cedo vao vender isso td p urbanizações.... com 2 estacoes d metro, 1 d comboio e bons acessos à ic-19 e no futuro a cril.....lolol... nemq ero imaginar a pressão urbanisticas.. por isso investem pouco, mandam areia p os olhos das pessoas e depois recuperam isso daqui a uns 5 anos c a venda dos terrenos...
 
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