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A APL – Administração do Porto de Lisboa vai apresentar amanhã as conclusões da fase Zero do Plano Estratégico para o Porto de Lisboa, num encontro com operadores e concessionários do porto da capital, numa viagem pelo rio Tejo que contará com a presença da secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.

Entre outros assuntos a abordar, Manuel Frasquilho, presidente da APL, irá apresentar algumas novidades sobre a optimização do terminal de contentores de Alcântara e o desenvolvimento do tráfego fluvial de mercadorias. Optimização do Terminal de Contentores de Alcântara.

O presidente da APL irá ainda apresentar novidades sobre a nova gare de passageiros e espaço comercial no Jardim do Tabaco (novo terminal de cruzeiros) e respectiva articulação «com a dinâmica da Baixa Pombalina e outras zonas adjacentes da cidade de Lisboa, através do estreitamento de laços com as entidades competentes».

Um relacionamento mais estreito com portos internacionais como o de Roterdão (Holanda), uma das maiores estruturas do tipo a nível mundial, e o de St. Nazaire, em França será outro tema a abordar por Manuel Frasquilho, que irá também anunciar uma parceria com o IPPAR – Instituto Português do Património Arquitectónico, «tendo por objectivo intervenções no património edificado».

A APL é também parceira da escolha de Lisboa para sede da Agência Europeia de Segurança Marítima (AESM) – que numa primeira fase se encontra na área do Parque das Nações mas que, a partir do último trimestre de 2007, ficará instalada na Avenida Ribeira das Naus, entre o Cais do Sodré e a Praça do Comércio, no edifício que em tempos constituiu a sede da APL (vulgo «edifício do relógio»), ao qual serão acrescentadas novas construções.

Prevê-se que a futura instalação da Agência Europeia, cujo projecto é assinado pelo arquitecto Manuel Tainha, sirva de agente indutor para a renovação imobiliária e comercial da zona do Cais do Sodré, para além da valorização patrimonial do Estado português.

«O Presidente da APL terá igualmente a oportunidade para divulgar os últimos dados financeiros da instituição, que, entre outros dados, registam um crescimento dos resultados líquidos de 115%», refere um comunicado da Administração do Porto de Lisboa.

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Porto de Lisboa vai reforçar tráfego de contentores por via férrea e fluvial



A APL – Administração do Porto de Lisboa está em condições de a curto prazo aumentar a movimentação de contentores no terminal de Alcântara dos actuais 350 mil TEUS (unidades-tipo equivalentes a contentores) até cerca de um milhão de TEUS.




Em declarações ao «Jornal de Negócios Online», Manuel Frasquilho, presidente da APL, «agora que está concluída fase Zero» do Plano Estratégico do Porto de Lisboa, «chegámos à conclusão de que podemos em Alcântara aumentar, sem muito conflito com a cidade, nomeadamente através do aumento do número de comboios que saem do terminal por dia, dos actuais três para cerca de 15 ou 16 composições».

Este responsável, que amanhã vai apresentar algumas conclusões da primeira fase do Plano Estratégico do Porto de Lisboa, diz que tem havido uma «grande cooperação com a CP e com a Refer que demonstrou que é possível chegar a este número, através da análise do canal horário deste via férrea».

«Percebemos que temos mais problemas de expansão nas nossas costas da nossa plataforma de Alcântara do que na frente ribeirinha, onde há hipótese de expansão por intermédio de terraplenos», diz Manuel Frasquilho, para acrescentar que «o grande problema é as acessibilidades», nomeadamente com a resolução do nó ferroviário de Alcântara, cujo projecto final deverá estar concluído até ao final de 2007.

«Na situação actual, é possível durante noite a saída de 15 comboios por dia para transporte de contentores, mas muito dependente também de que haja uma solução definitiva para o nó ferroviário de Alcântara. As conclusões do projecto final para o nó têm estado a ser trabalhadas internamente e tem havido uma grande aceitação das soluções propostas por parte dos concessionários», adianta o presidente da APL.

Manuel Frasquilho revela ainda que o porto de Lisboa vai recuperar um antigo modelo de tráfego de contentores, através do transporte fluvial contribuindo, desta forma a associação com o modo ferroviário «para que grande parte dos camiões deixem de andar dentro da cidade».


Em relação à nova aposta no transporte fluvial, o presidente da APL adianta que existem já diversos contactos com diversos operadores e concessionários no sentido de avançar com esta operação ainda no presente ano.


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APL vai ter novo terminal de contentores entre a Trafaria e o Barreiro entre 2010 e 2015

A APL – Administração do Porto de Lisboa concluiu que vai necessitar de uma nova plataforma de contentores na margem Sul do rio Tejo, estando a desenvolver os estudos que lhe permitirão optar entre as localizações da Trafaria (excluindo a várias vezes referida localização do Fecho da Golada) e do Barreiro.

Manuel Frasquilho, presidente da APL, revelou ao «Jornal de Negócios Online» que são estas as duas localizações apontadas previamente pela conclusão da «fase 0» do Plano Estratégico do Porto de Lisboa, a apresentar amanhã, e adiantou que a decisão parte da conclusão que o desenvolvimento do mercado internacional de contentores e o posicionamento do porto da capital deverão requerer a entrada em funcionamento desta nova infra-estrutura no prazo entre 2010 e 2015, altura em que os actuais terminais de contentores já deverão estar completamente saturados.

O presidente da APL destacou que, em relação com a escolha da localização do novo terminal de contentores, «estamos a identificar as possibilidades de plataformas de retaguarda e de plataformas logísticas em que o Porto de Lisboa se irá integrar posteriormente».

Manuel Frasquilho adiantou que este processo está a ser conduzido em estreita associação com a CP, «no sentido de uma crescente integração do porto com o caminho-de-ferro».

O responsável confirmou que a localização do novo terminal de contentores está interdependente da opção pela localização da nova plataforma logística que irá servir o Porto de Lisboa, estando neste momento em cima da mesa as opções de Bobadela ou de Castanheira do Ribatejo.

O facto de estas plataformas logísticas se localizarem na margem Norte do rio Tejo, enquanto os locais onde deverá ser implantado o novo terminal de contentores se encontrarem na margem Sul, só confirma a aposta da APL no tráfego fluvial.

Manuel Frasquilho reconhece que tem havido problemas de legislação laboral a impedir o desenvolvimento do tráfego fluvial na área de influência do Porto de Lisboa, mas considera-os perfeitamente ultrapassáveis através da futura «discussão com os sindicatos porque é interesse de todos que o tráfego fluvial se desenvolva».
 

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Grandes notícias para o porto de Lisboa. Acho que faz mt falta esse novo terminal de cruzeiros pk os existentes já n dão para a procura, especialmente no verão.
 

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Discussion Starter · #6 ·
Carmona ataca Governo

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carmona Rodrigues, diz que há "fortes motivos de preocupação" quanto a algumas decisões do Governo, que considera "lesivas" para o interesse da cidade. "Não me lembro de ter havido uma abordagem tão alargada e negativa como esta", disse, ontem, durante a reunião semanal do executivo camarário, dando como exemplos a anunciada intenção do Porto de Lisboa de aumentar para o triplo, até 20020, a capacidade de carga de contentores em Alcântara, o não prolongamento da linha amarela do Metro para aquela zona e a intenção da Carris de extinguir 36 carreiras de autocarros.



"Há fortes motivos para estarmos preocupados. Temos de estar unidos na defesa de Lisboa", disse, em jeito de apelo aos vereadores, que aprovaram, com a abstenção do PS, uma moção, subscrita pelo autarca, onde manifestam a sua "total oposição" ao alargamento da capacidade do porto para 1,5 milhões de contentores ao ano, "sem que estejam previamente satisfeitas todas as condições de escoamento de carga".

O fecho da CRIL e do Eixo Norte-Sul, o soterramento da linha de mercadorias em Alcântara e a existência de infra-estruturas que garantam uma maior operacionalidade a nível marítimo são algumas das exigências, a par da realização de estudos de incidência ambiental e económicos, "que sustentem o contributo deste investimento para a competitividade de Lisboa".

Carmona Rodrigues voltou a mostrar-se "apreensivo" quanto a esta pretensão, considerando que "há muito a fazer para que o Porto de Lisboa se torne competitivo e não é seguramente com obras de betão para armazenar mais contentores".

Também o projecto de proposta de lei das Finanças Locais, recentemente divulgado pelo Governo, foi criticado pelo executivo que aprovou, por unanimidade, uma moção onde reclama que os edifícios do Estado deixem de estar isentos de IMI e que as viaturas do Governo passem a pagar imposto municipal sobre veículos.
 

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"a capacidade de carga de contentores em Alcântara, o não prolongamento da linha amarela do Metro para aquela zona e a intenção da Carris de extinguir 36 carreiras de autocarros"

-Linha amarela para Alcântara?????Fogo então têm a linha verde a acabar no Cais do Sodré e vão extender a amarela que acaba no Rato?????

-Extinção de 36 carreiras??????Ou querem pôr o pessoal metro dependente ou então não percebo.Quero é depois ver se o metro tiver alguma avaria como de vez em quando acontece como é que as pessoas vão para certos sitios
 

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Les cites obscures
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jluisfer said:
-Linha amarela para Alcântara?????Fogo então têm a linha verde a acabar no Cais do Sodré e vão extender a amarela que acaba no Rato?????
A linha amarela tem mais sentido ser prolongada, porque vai servir outras zonas residenciais importantes da cidade: Estrela e Infante Santo.

Além disso junto ao rio temos comboio. Mesmo que um dia prolonguem a verde, acho que por enquanto tem mais sentido apostar na amarela.
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Parece-me a mim que a linha verde vai estar ali quietinha durante muitos e bons anos. E se pensarem bem verão à espera de quê...;)
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Não existem projectos nem intenções conhecidas para seguir com a linha além de Alcantara. Mas julgo que a par com a falta de 1 estação no aeroporto (que vai ser resolvida em breve) é a maior brecha do metro de Lisboa...
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quer dizer, a maior brecha foi mesmo a do tunel do Terreiro do Paço. Meteu água e tudo!:D
 

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a linha amaraela há muito que está prevista para alcântara, para servir as novas urbanizações e as docas

terá estções na estrela, infante santo, lapa e alcântara

é essencial para todos os bairros que atravessa

a linha verde ficará no cais do sodré, pois não há intenção de enterras a linha do combio.

além disso, o electrico rápido que vai da baixa a belém, só é mesmo rapido até alcântara
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Sim, mas nao vai ser para já. A parte dos prolongamentos em estudo do site do ML foi recentemente actualizada e até 2010 só está prevista que a linha amarela chegue à Estrela e a vermelha a Campolide...
Sabes onde se pode ter acesso a esse plano?:)
 
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