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A volta do malandro
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Expansão fluminense

Construção Mercado, Guilherme Conte, mai/08


Arco Metropolitano do Rio de Janeiro vira chamariz de investimentos em habitação e indústrias.

Passados 34 anos do primeiro projeto, o Arco Metropolitano do Rio de Janeiro finalmente começa a sair do papel. A obra viária ligará as cidades de Itaboraí e Itaguaí, cortando ao todo oito municípios e os principais eixos rodoviários da região, e está entre as prioridades do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Estado.

O Arco terá 145 km de extensão e custará cerca de R$ 800 milhões, segundo a Seobras (Secretaria de Obras Públicas do Rio de Janeiro). A conta será dividida entre os governos federal e estadual. Espera-se que sejam gerados mais de 55 mil empregos durante a construção. Os empregos indiretos chegariam a 30 mil.

Com o início das licitações para as obras, a área coberta pelo Arco e suas regiões vizinhas já estão se tornando um importante foco de investimento no Estado do Rio de Janeiro. Fora os oito municípios diretamente cortados pela via (Itaboraí, Guapimirim, Magé, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Japeri, Seropédica e Itaguaí), cidades contíguas como Maricá e Niterói também devem ser impactadas. "A construção do Arco é fundamental para se pensar em expansão econômica no Estado", afirma Rodrigo Caldas, vice-presidente da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas Imobiliárias do Rio de Janeiro). "Com certeza serão geradas muitas oportunidades de negócios."

Os primeiros investidores interessados em investir na região do Arco são as grandes indústrias, visto que as estradas farão a ligação de pontos importantes da indústria fluminense, como o Porto de Itaguaí e o Pólo Petroquímico de Itaboraí, cujas obras foram iniciadas em abril último. As vias também farão o contato com as duas rotas rodoviárias mais importantes da malha do Estado: a ligação com São Paulo (pela BR-116, Rodovia Presidente Dutra) e com Belo Horizonte e Brasília (BR-040, Rio-Juiz de Fora).

No extremo oeste do Arco fica o Porto de Itaguaí - antigo Porto de Sepetiba -, operando com um movimento médio de 200 mil contêineres por ano e com planos de expansão. É nessa região que estão dois dos principais focos de investimento abarcados na área do projeto: com orçamento preliminar de US$ 8,4 bilhões, estão sendo construídas uma nova usina da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) e a ambiciosa ThyssenKrupp CSA Companhia Siderúrgica Associação entre a ThyssenKrupp e a Companhia Vale do Rio Doce, será a maior siderúrgica em implantação em todo o mundo.

Já mais ao centro do Arco, no município de Duque de Caxias e próximo à BR-040, há planos de expansão para indústrias importantes, como a Rio Polímeros S/A (Riopol) e a Refinaria Duque de Caxias (Reduc).

A leste, por fim, está outro dos grandes projetos de infra-estrutura: o Pólo Petroquímico de Itaboraí (Comperj). Associação entre a Petrobrás e o Grupo Ultra, sua construção custará cerca de US$ 8,5 bilhões. A expectativa é que processe 150 mil barris de petróleo por dia.

Habitação

Com tantos investimentos de indústrias, é natural que a região também atraia empreendimentos residenciais. "Há espaço para investimentos em residências dos mais diferentes padrões, pelo amplo perfil de empregos que serão gerados", afirma Marcos Levy, presidente da Brascan Residential Properties. "Esse vai ser um alvo importante de investimentos. Estamos estudando essa área bem de perto", afirma.

A Brascan, inclusive, já realizou um investimento de peso na área de influência do Arco, comprando dois grandes terrenos vizinhos no município de Maricá: um de 5,5 milhões de m², na Ponta Negra, e uma fazenda de 8 milhões de m2. Os terrenos abrigarão empreendimentos hoteleiros e, sobretudo, residenciais.

Longe de ser apenas uma oportunidade de negócios decorrente dos investimentos das indústrias, a área de influência do Arco representa uma saída estratégica para o saturado mercado imobiliário da capital carioca. Afinal, há muito se aponta a falta de locais para expansão geográfica da cidade e, mais recentemente, o aumento de preços decorrente da falta de oferta de novos espaços. "O Arco será importante por isso", afirma Flavio Neves, diretor comercial da InPar. Ele conta que a empresa já está estudando terrenos em Nova Iguaçu e que também pensa em investir em Seropédica e Itaguaí. "Com o desenvolvimento das indústrias da Baixada e da infra-estrutura, as pessoas estão se enraizando e trabalhando em seu local de origem. Isso terá sérias conseqüências, inclusive para desafogar o trânsito da chegada ao Rio."

"O processo de transformação que a região vem sofrendo é muito importante de se destacar", avalia Paulo Pinheiro, diretor de atendimento da Lopes no Rio de Janeiro. "A mudança é impressionante." É um processo de revalorização que já vem ocorrendo e que o Arco só tende a impulsionar.

Pinheiro conta como a valorização se deu em um período muito curto de tempo em uma série de empreendimentos da Lopes na Barra da Tijuca. "Fizemos um lançamento em agosto de 2006 a R$ 2.600 o metro quadrado. Agora, vamos lançar uma torre a R$ 3.500, R$ 3.600 o metro quadrado."

Esse caso exemplifica e corrobora a análise de vários entrevistados: a de que os dois vetores atuais de crescimento habitacional em termos geográficos no município do Rio são as regiões localizadas após a Barra da Tijuca, como Guaratiba, e ao norte da cidade do Rio de Janeiro. Niterói, na área de influência do Arco, acaba sofrendo efeitos dessa expansão.

Tendência de valorização

No que diz respeito ao crescimento, o mercado imobiliário do Rio já sofreu um boom, por conta do crédito farto, dos financiamentos alongados e do aumento de renda que a população experimentou no segundo semestre", avalia Paulo Pinheiro, da Lopes. "Há diversos bairros que receberam empreendimentos que foram sucesso retumbante de vendas." Ele cita Irajá, Vila da Penha, Quintino, Caxambi, Abolição, Caxias, São Gonçalo e Alcântara como exemplos dessa situação. "E esse processo seguramente vai continuar."

A tese de Pinheiro encontra respaldo no mercado. Essa valorização de terrenos na Baixada Fluminense já atraiu o interesse de diversas construtoras à região. A RJZ Cyrela acabou de lançar o Florae, de alto padrão, em Nova Iguaçu. São 216 apartamentos de 64 m² a 80 m². A chegada do Arco só tende a valorizar esse tipo de empreendimento. Já há projetos de peso e a tendência é que haja ainda grande espaço para crescimento. "O Arco Rodoviário, com o Pólo Petroquímico de Itaboraí, está trazendo investimentos da ordem dos bilhões de dólares", afirma Marcos Levy, da Brascan. "Esse será o grande boom imobiliário do Rio."

Conheça a obra

O Arco Metropolitano do Rio de Janeiro é o principal projeto de infra-estrutura do Estado do Rio de Janeiro na atualidade. São 145 km de extensão, consumindo um total estimado de R$ 800 milhões. Ele cortará oito municípios: Itaguaí, Seropédica, Japeri, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Magé, Guapimirim e Itaboraí, atendendo a 2,2 milhões de pessoas.Ele funcionará como ligação entre os grandes pólos industriais da região com as ligações para a cidade do Rio de Janeiro, além das rodovias que vão em direção a São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. A idéia, além de facilitar os acessos e o transporte entre esses pontos, é reduzir o fluxo de veículos na capital, em especial na Avenida Brasil e na Ponte Rio-Niterói.

A obra foi dividida em quatro segmentos, todos em processo de licitação. O primeiro a ser construído terá 72 km de extensão, entre Itaguaí e a BR-040. No projeto está previsto um plano de expansão para que, com o tempo, o arco se expanda até Maricá e Niterói, indo de mar a mar.
 

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A volta do malandro
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Depois comento os pontos mais importantes da reportagem... tem muitas novidades aí. Por agora, boa noite!
 

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Thiago Agom
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O grande problema é q o acesso ao distrito industrial de santa cruz coninuará com um enorme gargalo, mesmo com a duplicação da Rio-Santos. Eu to estudando um projeto de uma nova via ligando Itacuruçá à Barra das Tijuca, passando pelo porto e distrito industrial, passando pelo litoral da Baía de Sepetiba.
 

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Eduardo Lima
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Essa obra realmente promete mudar a vida dos fluminenses!
O boom já está acontecendo, depois do Arco pronto, vai ser incrível!

E que venha logo essa expansão para Maricá!

Tenho curiosidade de ver o Rio em 2015, depois de prontas essas megaconstruções! ;D
 

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A Abolição realmente está se valorizando bastante.O bairro tem recebido reformas no setor urbanístico(o aspecto subúrbio antigo e degradado tem dado espaço à um ar moderno e próspero), além de alguns lançamentos estarem sendo feitos, o principal o Riverside, um verdadeiro condomínio/clube.O Cachambi também tá se valorizando bastante, principalmente o entorno do Norte Shopping!
 

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A volta do malandro
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Discussion Starter · #7 ·
20/06/2008 13h19

Arco Metropolitano recebe licença ambiental

Por Ascom da Secretaria do Ambiente

As obras de um dos maiores projetos do governo do estado do Rio, o Arco Metropolitano, já podem ser iniciadas. A Comissão Estadual de Controle Ambiental e a Feema, vinculado à Secretaria do Ambiente, na quinta-feira (19/6), concedeu licença ambiental que permite a instalação do canteiro de obras para o início dos trabalhos. O documento foi assinado pela secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, e o presidente da Feema, Axel Grael.

Com a licença, a Secretaria de Obras e o DER podem começar as obras na prática. O projeto do Arco Metropolitano consiste na construção de uma rodovia que terá 145 quilômetros de extensão total. Ela vai ligar o município de Itaboraí ao Porto de Itaguaí, cortando a Baixada Fluminense. O projeto está previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal e orçado em cerca de R$ 928 milhões.

O trecho a ser construído pelo governo do estado terá cerca de 70 quilômetros de extensão e foi dividido em quatro lotes de obras. São eles: lote 1: do Km 48,5 ao Km 63, com extensão de 14,5 quilômetros; lote 2: do Km 63 ao Km 82,6, com 19,6 quilômetros; lote 3: do Km 82,6 ao Km 99,5, com extensão de 16,9 quilômetros; e lote 4 do Km 99,5 ao Km 119,4, com 19,9 quilômetros de extensão.

Além de desafogar o tráfego da Região Metropolitana, em especial da Avenida Brasil e Ponte Rio-Niterói, a estrada também vai facilitar o transporte de cargas de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo ao Porto de Itaguaí, viabilizando este terminal.

- O Arco Metropolitano é estratégico para o desenvolvimento econômico não só do Rio de Janeiro, mas também do país, além de ser um grande gerador de empregos – tem, afirmado o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão. O primeiro segmento da via compreende um trecho da BR-493, de 25 quilômetros, que vai do entroncamento da BR-101, em Manilha, ao entroncamento com a BR-116, em Santa Guilhermina. Este trecho será duplicado pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit). O segundo, já pronto, é de responsabilidade da concessionária, ou seja, o trecho da BR-116, com 22 quilômetros, que vai do entroncamento com a BR-040 em Saracuruna, Duque de Caxias, ao entroncamento com a BR-493, em Santa Guilhermina.

O terceiro segmento a ser construído pelo Estado, com aproximadamente 70 quilômetros, vai de Duque de Caxias ao Porto de Itaguaí, cortando as BR-040 (Rio-Juiz de Fora), BR-465 (antiga Rio-São Paulo), BR-116 (Via Dutra) e BR-101 (Rio-Santos). O quarto segmento fica na BR-101 (Rio-Santos), de 22 quilômetros, e está sendo duplicado pelo governo federal. Este vai de Itacuruçá à Avenida Brasil (altura de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio).

O estado vem desenvolvendo com os prefeitos da região um Plano Diretor Estratégico de Desenvolvimento Sustentável da Meso Região do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, buscando analisar a melhor integração entre a obra e as comunidades por onde passará. Um dos primeiros assuntos escolhidos é a capacitação de mão-deobra, para os futuros empreendimentos de forma que, quando da instalação das empresas, haja profissionais qualificados.
 

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A volta do malandro
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Discussion Starter · #8 ·
Não sabia que a Reduque vai receber investimentos para modernização... muito bom!
 

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A volta do malandro
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Discussion Starter · #10 ·
^^
Outro trecho interessante da reportagem:

"A Brascan, inclusive, já realizou um investimento de peso na área de influência do Arco, comprando dois grandes terrenos vizinhos no município de Maricá: um de 5,5 milhões de m², na Ponta Negra, e uma fazenda de 8 milhões de m2. Os terrenos abrigarão empreendimentos hoteleiros e, sobretudo, residenciais. "
 

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Thiago Agom
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É a Fazenda São bento da Lagoa, que Abrange parte da restinga de maricá.

Ponta Negra é o melhor de Maricá.
O litoral da cidade é bravo demais. Isso de certa forma freia Maricá. Sempre foi assim. Veja Itaipuaçú.. :(

Espero que a cidade consiga sair do marasmo. Pq hj até então tava virando subúrbio de Niterói.
 

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A volta do malandro
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Discussion Starter · #12 ·
^^
Essa fazenda aí... tinha um projeto imenso, acho que dos portugueses ou espanhóis, de construir um mega-resort lá... alguém sabe a quantas anda isso?
 

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A volta do malandro
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Discussion Starter · #14 ·
^^
Putz... então já devem até ter desistido de investir lá...
 

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A volta do malandro
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Discussion Starter · #16 ·
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Pois é... lembro que era coisa de R$8 bilhões. Lembro que fiquei impressionado com esse valor para um empreendimento hoteleiro. O Reserva do Peró eu conheço... esse aí já está com todas as licenças perfeitas. É um belo projeto!
 

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Thiago Agom
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Pois é... lembro que era coisa de R$8 bilhões. Lembro que fiquei impressionado com esse valor para um empreendimento hoteleiro. O Reserva do Peró eu conheço... esse aí já está com todas as licenças perfeitas. É um belo projeto!
Embora esteja também junto à APA Pau-Brasil
 

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É a Fazenda São bento da Lagoa, que Abrange parte da restinga de maricá.

Ponta Negra é o melhor de Maricá.
O litoral da cidade é bravo demais. Isso de certa forma freia Maricá. Sempre foi assim. Veja Itaipuaçú.. :(

Espero que a cidade consiga sair do marasmo. Pq hj até então tava virando subúrbio de Niterói.
tá louco, Ponta Negra é a praia mais violenta de Maricá, essa região não possui nenhum obstáculo natural pra tornar o mar mais calmo.
 

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A volta do malandro
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Discussion Starter · #19 ·
Já começaram as obras do arco metropolitano? e quando fica pronto?
Cabral inaugura obras do Arco Rodoviário

Publicada em 26/06/2008 às 12h01m
Cristiane de Cássia - O Globo e O Globo Online


RIO - O governador Sérgio Cabral inaugurou nesta quinta-feira as obras do Arco Rodoviário em Seropédica, na Baixada Fluminense. A obra, que deve ficar pronta em 2010, vai interligar as cinco rodovias federais que cortam o Rio e que dão acesso a outros estados. ( Assista ao vídeo do projeto do Arco Rodoviário )

- Esta é uma obra estratégica do ponto de vista do escoamento de produção. É uma obra estruturante para o Rio, por isso foi tão falada e estamos tirando do papel. Este é um dia histórico! Como dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: 'registrem em suas retinas' - comemorou Cabral.

Com 145 quilômetros, o arco vai ligar a região de Seropédica, na Baixada, a Itaboraí. Ele vai cruzar as principais estradas do Rio (Avenida Brasil, Presidente Dutra e Washington Luiz) e terminar na BR-101 norte. Dois trechos deles já estão feitos: um é a BR-493 (Rio-Teresópolis), que já é duplicado e tem pedágio, e outro é o trecho da BR-116 entre Manilha e Santa Guilhermina que será duplicado. Segundo o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), o convênio que delega ao Rio a execução da obra prevê a construção de 70,9 quilômetros, divididos em 4 lotes.

- Essa é uma estrada de suma importância para o desenvolvimento de nosso estado, já que irá integrar inúmeros grandes complexos industriais e transformar a região da Baixada Fluminense em uma grande área de logística. O Arco Metropolitano vai impulsionar ainda o Porto de Itaguaí e o Porto do Rio - afirmou o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão.

O arco rodoviário será uma rodovia de pista dupla e prevê a construção de 9 pontes, 5 viadutos, 3 passagens inferiores e 3 passarelas. A obra desafogará as vias de acesso à região metropolitana do Rio, como o trânsito de veículos pesados pela Avenida Brasil, pela Ponte Rio-Niterói e pelos trechos metropolitanos das rodovias Rio-São Paulo (BR-116) e Rio-Petrópolis (BR-040).

A construção faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, e está orçada em cerca de R$ 800 milhões. O projeto foi elaborado há cerca de 30 anos e será fundamental para o desenvolvimento da Região Sudeste. Segundo os engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o Arco permitirá a exploração do potencial do Porto de Itaguaí e criará uma alternativa de desenvolvimento social e econômico, uma vez que induz novos empreendimentos na região.

- Essa obra vai mudar a história do Estado do Rio de Janeiro. O Arco, ao longo dos próximos anos, será um grande gerador de empregos e trará ao estado grandes investimentos - enfatizou o presidente do DER, Henrique Ribeiro.
 
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