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Arena Center Norte








FICHA TÉCNICA

LOCAL DA OBRA:
São Paulo / S.P.

ÁREA A SER CONSTRUÍDA:
10.000 m² área coberta
8.000 m² área externa

PRAZO DE EXECUÇÃO:
240 dias

COORDENAÇÃO DOS
PROJETOS:
Depto. De Projetos
Construtora Costa Feitosa

MODALIDADE DA CONTRATAÇÃO:
Administração

AGENTE FINANCIADOR:
Recursos do Cliente

AGENTE REPASSADOR:
Recursos do Cliente

ELABORAÇÃO E
COORDENAÇÃO DO
PROJETO DE
FINANCIAMENTO:
Recursos do Cliente


NOVA ARENA COLOCA SÃO PAULO NO CIRCUITO MUNDIAL DE EVENTOS: A nova arena multiuso do Expo Center Norte, apresentada em primeira mão na Feira das Feiras, e que será realizada com investimentos da ordem de R$ 100 milhões, será construída na frente do Pavilhão Branco, onde acontece a feira, e terá capacidade para receber shows musicais, eventos esportivos, religiosos, políticos, festas e feiras. “Estamos apresentando o projeto da arena na feira para um seleto grupo de empresários em busca de investidores”, afirma o diretor comercial do Expo Center Norte, Sérgio Pasqualin. De acordo com Pasqualin, o Brasil não ainda não conta com uma arena deste tipo. “Estamos colocando a cidade de São Paulo e o Brasil no circuito mundial de destinos que tem equipamentos multiuso para receber eventos com mais de 5 mil pessoas. A nossa nova arena foi projetada para receber 8.200 pessoas e essa capacidade pode ser ampliada para até 10.000 pessoas em eventos de palco”, afirma.

Com projeto já aprovado pela prefeitura, a arena se integrará ao complexo da “Cidade Center Norte”, que ocupa uma área total de 600 mil m2 com dois shoppings que têm 600 lojas, seis pavilhões totalmente climatizados com 60.000 m2 de área para feiras e nove auditórios, e o Novotel Center Norte, com 418 apartamentos de categoria superior e um grande centro de convenções. “Estamos na feira para apresentar nossa estrutura ao mercado, reforçar o relacionamento institucional com os promotores e realizadores e também para captar novos eventos para a Cidade Center Norte como um todo”, afirma Pasqualin.
 

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BAHIA
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Gostei da arena em si, exceto por esse telhado elevado, se ele fosse mais baixo seria mais bonito. :)
 

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Que bizzarra essa cobertura! No render que tá lá na Avenida Otto Baumgart num tem essa coisa não! Será que ele abaixa e levanta? o_O
 

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^^ uahah só pode neh! Pq isso aí seria muita burrice!
 

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Ohh Yeah!
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Que coisa mais feia, parece aqueles Châteaus de pracinha de cidade do interior.
 

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**16º ano**
**17º ano**
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Uma cobertura tão alta nem teria eficiência pois a chuva seria empurrada pelo vento e molharia todo mundo lá dentro quase do mesmo jeito....

mas a notícia é muito boa, ótimo investimento para SP.
 

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- Thiago - said:
Que bizzarra essa cobertura! No render que tá lá na Avenida Otto Baumgart num tem essa coisa não! Será que ele abaixa e levanta? o_O


isso mesmo a cobertura é móvel!!!
 

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CHECKMATE!
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Bela arena! SP ja tava precisando de uma dessas!
Com absoluta certeza o teto só está elevado para podermos enxergar como a arena será por dentro. Jamais alguem construiria uma cobertura tão alta com "pilares" tão finos. Sem contar que na chuva, a primeira brisa ia empurrar toda a agua pra dentro! Na verdade o telhado fica colado à construção:
montagem q acabei de fazer:

 

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Rio Eterno
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Que abaixem essa cobertura! Pq ela de pé parece o telhado de um carrossel.....
 

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Ohh Yeah!
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Assim está melhor !!!
 

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Gabriel
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Muito bom!!!!!!!! E torço muito pra essa Cidade Center Norte ficar excelente, quem sabe assim o Anhembi se coce e tome um banho de loja, porque tá muito largado, que é isso!!!

E sobre o teto, concordo com todo mundo que acha que tava alto assim só pra poder ver o interior... nem faz sentido uma arena dessas poder ficar aberta, os eventos que eles disseram que ele abrigará são pra ambientes fechados, mesmo...

Se bem que nem seria tão ruim assim, vejam a altura do teto em comparação com os carros, quem sabe não passaria a ser nosso maior arranha-céu?????????????????
 

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Mais informações sobre o projeto, e sobre um para o Anhembi nos mesmos moldes tb!!

Abrem-se as portas da Arena

Paulo F. Cunha

Matéria publicada na Revista dos EVENTOS - Edição nº 31 - 2004 - Págs. 23-27

Com um histórico de sucesso na administração de grandes empreendimentos, o Grupo Center Norte mais uma vez inova lançando a Arena Center Norte, um espaço multiuso, cujo modelo obtém grande sucesso no exterior, especialmente projetado para preencher uma lacuna até então existente no país. Nesta entrevista exclusiva à Revista dos Eventos, Sergio Pasqualin, diretor do Center Norte, fala do novo empreendimento, dos investimentos e da importância da construção de um espaço desse porte em São Paulo.



Revista dos Eventos – Como surgiu a idéia deste projeto? Já estava programado para fazer parte do projeto da Cidade Center Norte?

Sérgio Pasqualin – Vínhamos detectando a necessidade de um novo equipamento com o perfil de arena multiuso na cidade de São Paulo. Tivemos grandes eventos na cidade que já evidenciavam isso. Basta lembrar a vinda do Pavarotti há alguns anos, quando teve que se apresentar num estádio de futebol. Choveu e o grandioso espetáculo aconteceu numa situação nada confortável para o artista e para o público. Recentemente, tivemos o Senna In Concert, no mesmo local, e também com chuva. São apenas dois exemplos que reforçam as observações que fizemos ao longo dos anos e que confirmaram a necessidade de se dotar a capital paulista com um equipamento para atender eventos de grande porte. Coletamos informações a respeito por cerca de dez anos, mas antes de iniciarmos esse projeto, focamos nossos investimos nos pavilhões de exposições, agora todos climatizados, depois no hotel e outras expansões.



Para esse projeto visitamos arenas em vários países e, há cerca de um ano e meio, fizemos uma viagem específica para os Estados Unidos, acompanhados de arquitetos e uma consultoria americana especializada neste tipo de espaço, justamente para conhecer o que existe de melhor nesta área. Percorremos várias cidades norte-americanas para analisar os mais diferentes tipos de arenas, voltadas para as mais diversas atividades. Com essa coleta de informações e com o nível de dados que já tínhamos angariado nesses anos todos, desenvolvemos um projeto exclusivo, isto é, não se trata de uma cópia americana ou européia, criamos um produto multiuso especialmente para a capital paulista. Projetamos uma arena multiuso com a mais moderna infra-estrutura e que poderá abrigar desde os grandes eventos esportivos até musicais, religiosos, feiras, políticos, etc. Entre os pisos intermediários da arena teremos várias salas de convenções que podem ser usadas durante o dia para seminários, congressos e workshops, caso esteja ocorrendo algum evento noturno na área de arena. Nosso projeto permite uma utilização mais inteligente do espaço, possuindo características diferentes das adotadas por congêneres do exterior. Terá capacidade para 8.200 pessoas sentadas em eventos que utilizem a quadra e tenham perfil esportivo. Em um dos extremos da quadra, construiremos um grande palco, que poderá ser utilizado para a realização de megashows. A quadra poderá, então, abrigar parte do público, o que aumenta a capacidade da arena para 10 mil pessoas. Vamos colocar a capital paulista e o Brasil dentro do circuito internacional de captação de grandes eventos acima de 5 mil pessoas — capacidade máxima que existe hoje no país. Entramos no mercado internacional com um equipamento que até então não existia e que São Paulo merece. Nossa arena, que será construída de frente para os pavilhões Azul, Branco e Vermelho, exatamente entre o Lar Center e o Expo Center Norte, terá uma quadra multiuso com padrões internacionais, que poderá ser usada em jogos de tênis, basquete, voleyball, futebol de salão, e que pode ser expandida com a arquibancada retrátil, criando um espaço para feiras de 7 mil m². Outra característica que todas as arenas no exterior têm é o chamado "cat walk", o caminho do gato. Trata-se de uma estrutura suspensa no teto, onde são instalados os equipamentos de som e iluminação.

EVENTOS – Qual o investimento deste projeto da Arena em São Paulo?

Pasqualin – Nosso investimento, que envolve todo o desenvolvimento do projeto, é de R$ 100 milhões. É um projeto de grande porte, com uma área construída de 27 mil m², servidos por tecnologia de ponta. Principalmente no que se refere a som, iluminação e climatização, nosso equipamento será totalmente "high tech".

EVENTOS – Muitas das arenas nos Estados Unidos estão ligadas a uma marca ou a uma empresa. No Brasil já temos exemplos como o Credicard Hall e o Estação Embratel Convention. Existe a possibilidade de que a Arena Center Norte siga o mesmo caminho?

Pasqualin – Estamos na fase de negociações e com alguns possíveis parceiros. Com certeza, a arena do Center Norte terá o nome de um parceiro nos moldes de alguns espaços no Brasil com porte diferente, mas dentro da mesma linha.

EVENTOS – Então, por enquanto, o espaço pode ser chamado de Arena Center Norte?

Pasqualin – Ainda estamos na fase de apresentação do projeto para o público corporativo e já temos algumas parcerias estabelecidas – como o escritório de arquitetura BottiRubin, que acompanhou a viagem aos Estados Unidos, a consultoria americana e toda a equipe do Center Norte. Neste momento, quando já contamos com a aprovação do projeto pela prefeitura, voltamos nosso foco para o acordo do "naming right", isto é, a marca ou empresa que estará ligada ao nome da arena. Hoje, esse convite de parceria não encontra muitas dificuldades para ser aceito.

EVENTOS – Portanto, as obras só serão iniciadas quando for definido o "name writing"? Assim sendo, qual a previsão feita?

Pasqualin – Não temos nenhuma preocupação com a data marcada para a inauguração. Nosso compromisso é com a qualidade e com as etapas. A construção está prevista para durar dois anos e a proposta é que o "naming right" dure dez anos. Serão doze anos de divulgação da arena e do nome do parceiro. Hoje oferecemos uma área de mais de 60 mil m², totalmente climatizada e que foi construída, como todas as realizações do Grupo, com recursos próprios. Ao convidar um parceiro, colocamos com clareza que não estamos prometendo nada, só temos como mostrar um histórico de sucesso do que já foi feito por nós nesse setor.

EVENTOS – O lançamento da arena para o grande público só será anunciado à partir do momento em que o nome do parceiro estiver definido?

Pasqualin – Quando tivermos essa parceria oficializada faremos o lançamento do produto junto ao público e então já abriremos o calendário e trabalharemos as captações de eventos.

EVENTOS – Como o senhor vê o quadro atual do mercado de feiras e eventos no Brasil?

Pasqualin – É importante registrar que tenho uma grande preocupação com relação ao mercado de feiras. Podemos fazer um paralelo com coisas que aconteceram com mercados que todos nós conhecemos. Minha primeira citação é o advento do shopping center. Em São Paulo, durante uma época, dezenas deles foram sendo construídos, por uma oferta desenfreada que na época ainda não atendia uma demanda. O mesmo aconteceu, depois, com o mercado hoteleiro, como já citei. Eram pessoas que faziam seus empreendimentos e depois vendiam. Hoje, o que vemos é uma situação caótica do ponto de vista de flats e muito preocupante em relação à hotelaria. A minha preocupação é que existe hoje também uma proliferação de projetos de centros de convenções e pavilhões que, por sua vez, são dois mercados totalmente diferentes. As convenções, que são caracterizadas pelos convention bureaux como qualquer reunião com mais de 50 pessoas, podem ser de pequeno e grande porte e precisam de espaços variados, possuem peculiaridades e representam bons nichos de mercado. Sem dúvida, a área de convenções tem um mercado muito promissor no Brasil. Em contrapartida, o mercado de feiras, que demandam pavilhões é extremamente limitado. Uma limitação que se dá porque os setores da economia também são limitados e o "negócio feiras", se caracteriza pela sua representatividade no setor, no segmento, e não por disputa de feiras do mesmo setor. Afinal, o número de expositores é sempre o mesmo e se existem duas feiras do mesmo setor, vai haver simplesmente uma divisão entre eles – um pouco para cada lado. Já, o o visitante, terá que se deslocar duas vezes, para dois locais e para ver a mesma coisa. Portanto, acho que aumentar a quantidade de novos espaços, principalmente pavilhões de exposições, construídos sem planejamento, pode e irá gerar um problema muito sério futuramente. Acredito que esse é um tema extremamente importante e que deve ser discutido.



Outra arena, junto ao Anhembi??

Anunciado oficialmente o início das obras de construção da Arena Skol Anhembi, projeto patrocinado pela fabricante de bebidas Ambev, em parceria com a Anhembi Turismo e Eventos. Localizado na área de concentração do Sambódromo de São Paulo, no complexo Anhembi, o novo espaço, que deverá estar concluído no final do mês de setembro, faz parte do conjunto de ações que visam recolocar o Anhembi como o maior centro de eventos da América Latina.

A Arena Skol Anhembi foi projetada com a finalidade de facilitar a utilização de várias configurações, de acordo com cada tipo de evento. Com área coberta de 3 mil m² o novo espaço contará com camarote para 400 pessoas, 160 banheiros fixos, seis bares, postos médicos e policiais, bilheterias e salas de controle e organização. Em toda a área ao redor da Arena serão abertos corredores de serviço para facilitar as ações de rotina e também as emergências. A rede de fornecimento de água e energia elétrica e todo o sistema de transmissão de dados serão distribuídos através de canaletas de piso, o que permitirá a distribuição de pontos de ligação em todos os espaços, para atender aos mais diferentes tipos de eventos. Serão instaladas, também, 18 torres em torno da Arena como apoio de infra-estrutura para os sistemas de som, luz, instalação de equipamentos geradores de efeitos especiais e de telecomunicações. Estrategicamente localizadas, em todo o entorno, as torres servirão ainda como espaços para anúncios. Segundo Marcos Henrique Álvares dos Santos, gerente de execução da AmBev, "São Paulo necessitava de um espaço para grandes eventos razão pela qual a Skol resolveu integrar o projeto com a sua marca, que é líder de mercado em seu segmento e que já é uma grife de eventos. Com essa parceria, será reforçado o conceito de inovação e modernidade da marca, já demonstrado com o Skol Beats, o maior evento de música eletrônica da América Latina". O novo espaço – acrescenta o executivo – vai permitir que a empresa invista em novos eventos colocando a cidade de São Paulo na rota das grandes estrelas internacionais. O projeto será custeado com parte dos R$ 370 milhões destinados pela empresa para investimentos em ações de marketing, segundo Santos.



Para o presidente da Anhembi Turismo e Eventos, Celso Marcondes, "apesar de existirem muitos espaços para shows em São Paulo, a cidade ainda é carente na área de megaeventos. Hoje, ainda não temos nenhum equipamento com infra-estrutura fixa que permita receber mais de 30 mil pessoas. A Arena Skol Anhembi foi projetada exatamente para suprir essa carência". Marcondes destaca que o objetivo é trazer de seis a oito grandes eventos ao local todo ano, além dos que já estão no calendário fixo. "Queremos que o Anhembi volte aos bons tempos, que recupere o glamour vivido na década de 80, com grandes eventos acontecendo por aqui", conclui. O processo de reforma e modernização do complexo Anhembi, iniciado em 2001, deverá consumir um total de R$ 6 milhões. O Auditório Elis Regina, foi entregue em 2002, totalmente reformado. As obras de reforma do Grande Auditório do Pavilhão de Convenções foram concluídas para receber a Conferência da ONU – UNCTAD XI. O plano de modernização também prevê a informatização do sistema de controle do estacionamento — cuja cobrança será baseada no tempo de permanência — a climatização do pavilhão de exposições, a construção de uma nova área de exposições, próxima ao Hotel Holiday Inn Parque Anhembi e a criação de um espaço para lazer dentro da área do complexo.



Mesmo ainda sem data e evento definido para a inauguração da novíssima Arena Skol Anhembi, a cidade de São Paulo só tem o que comemorar. O anúncio da construção desse novo espaço para eventos mostrou mais uma vez que boas parcerias estratégicas entre o poder público e a iniciativa privada geram resultados positivos tanto para as empresas como para toda a cidade.

http://www.revistadoseventos.com.br/bn_conteudo.asp?cod=3009
 

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Ótimo, principalmente por ser um espaço moderno de eventos próximo a Zona Norte, ao Centro e a Zona Leste...é um inferno ter que andar toda a Marginal Pinheiros para chegar ao Credicard Hall, além daquela região ser perigosa de madrugada...
 
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