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Avatim antecipa lançamento de e-commerce



Planejado para o fim de 2020, o lançamento do e-commerce da Avatim foi antecipado. A loja virtual já funciona no mesmo endereço da página da marca na internet www.avatim.com.br e oferece as mais de 400 opções do portfólio, que incluem difusores de essências, perfumes para interiores, hidratantes, esfoliantes, sabonetes, colônias, dentre outros produtos voltados para o bem-estar.
“Nesse momento de isolamento social, muitas pessoas buscam itens que ofereçam a sensação de conforto dentro dos lares, seja numa fragrância agradável para o ambiente ou um esfoliante ou creme para cuidar da pele e se sentir bem”, destaca a empresária Mônica Burgos, sócia-fundadora da empresa.
Atualmente, a Avatim conta com um centro de distribuição na capital paulista, de onde partem as entregas para todo o Brasil. Mas o objetivo é, ao fim da pandemia, utilizar as próprias lojas para distribuir os produtos e fazê-los chegar o mais rápido possível aos consumidores.
“Hoje são mais de 150 lojas e utilizamos um conceito integrado dos nossos canais de venda, no qual os franqueados de cada área de origem dos pedidos são remunerados. Isso significa que, mesmo comprando pela internet, você pode seguir sendo um cliente fiel à loja do seu bairro ou da sua cidade”, explica o sócio-fundador Cesar Fávero.
O e-commerce da Avatim já nasce com boa aceitação do público e a expectativa é que, passada essa fase de isolamento, as vendas on-line representem até 10% do faturamento total da empresa. O site oferece frete grátis para compras acima de R$ 200 e parcelamento em até 3 vezes sem juros.


 

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FECOMÉRCIO EMITE COMUNICADO SOBRE ‘MOVIMENTO DOS LOJISTAS DE SALVADOR’ QUE ACONTECERÁ NESTA SEXTA (19)
FECOMÉRCIO EMITE COMUNICADO SOBRE 'MOVIMENTO  DOS LOJISTAS DE SALVADOR' QUE ACONTECERÁ NESTA SEXTA (19)
admin 18 Junho, 2020
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo da Bahia – Fecomércio-BA divulgou um comunicado nesta quinta-feira (18) para esclarecer que não faz parte do ‘movimento dos lojistas de Salvador’, que será realizado na manhã desta sexta-feira (19).
A ação está programada para acontecer às 7h da manhã, em frente ao Salvador Shopping. De acordo com a Fecomércio-BA, a mesma tem mantido um “diálogo permanente e direto com os poderes públicos” diante da crise causada pelo coronavírus. A Federação destaca ainda, que se reúne semanalmente com o prefeito de Salvador e secretários para discutir o andamento e soluções para o setor durante a pandemia.
“A Federação já conseguiu diversos pleitos, como a abertura paulatina de alguns segmentos do comércio, desde o dia 1º de junho, e trabalha para o restabelecimento das atividades comerciais com a cautela e segurança que o momento pede, sempre priorizando a preservação da vida”, conclui o comunicado.

 

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Efeito pandemia: varejo baiano contabiliza perda de R$ 1,74 bilhão em abril
Entre as atividades de peso no comércio baiano, o setor de vestuário teve a maior retração (64,9%)

Redação

Foto: Reprodução Fecomércio-BAFoto: Reprodução Fecomércio-BA

O varejo baiano teve perdas de R$ 1,74 bilhão em abril, primeiro mês integralmente atingido pela quarentena gerada pelo combate ao novo coronvaírus. O montante confirma uma retração de 33,2% no volume de vendas frente ao mesmo mês do ano passado.
Os dados são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e de Turismo (Fecomércio-BA), a partir de sondagem da Pesquisa Mensal do Comércio/IBGE.Das dez atividades analisadas pela PMC, somente os supermercados registraram um resultado positivo. Ainda assim, foi uma variação tímida (0,8%).
“De fato, com o aumento do desemprego, retração da renda e do isolamento social, as famílias fizeram as compras essenciais, do dia a dia, buscando produtos com descontos para tentar manter a mesma qualidade da cesta de compras que faziam anteriormente”, explica o consultor econômico da Fecomércio-BA, Guilherme Dietze.
Vestuário
As maiores quedas foram dos setores de livros, jornais e revistas (-81,4%) e equipamentos e materiais para escritórios (-69%). Entretanto, os dois têm um peso muito pequeno no desempenho geral. Dentre as outras atividades que têm maior influência no varejo do Estado, o destaque ficou com o setor de vestuário, tecidos e calçados, com retração anual de 64,9%.
Guilherme Dietze afirma que esse segmento sofre mais na crise, pois ele é mais difícil de conseguir atrair consumo através do e-commerce. “Os consumidores gostam de provar, pagar e levar na hora e com maior agilidade no caso de troca. Na compra pela internet todo esse processo é mais complicado”.

 

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Ticiana Villas Boas e Tatiana Amorim abrem loja em São Paulo – Home Design será parceira em Salvador
Ticiana Villas Boas e Tatiana Amorim abrem loja em São Paulo – Home Design será parceira em Salvador


A jornalista Ticiana Villas Boas e a empresária Tatiana Amorim estão abrindo, em São Paulo, a +55 Design. A loja, localizada na Alameda Gabriel Monteiro da Silva em um espaço com 500m2 projetado por Arthur Casas, tem o intuito de valorizar o design nacional. A inauguração será online, através de live especial no dia 25 de junho.

Em conversa com o Alô Alô Bahia, Tatiana Amorim revelou que, por lá, poderão ser encontrados produtos, do Studio Arthur Casas, Studio MK27, Ricardo Bello Dias, MOOC, Tina e Lui, Guto Requena, Nildo José, Roberta Banqueri e Bruno de Carvalho, entre outros.

Simultaneamente a inauguração da loja de São Paulo, a Home Design, de Manuela Andrade e Maurício Lins, irá lançar um espaço exclusivo dedicado a +55 em Salvador, representando o Norte/Nordeste.

 

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Coffeetown servirá fornada de donuts para São João



O cliente Coffeetown Salvador aguarda ansiosamente pela fornada semanal de donuts da casa. Na semana do São João, uma edição especial de caixa com 12 mini donuts recheados de paçoca e churros, entrando no clima junino, será servida na terça-feira, 23 de junho.
Encomendas antecipadas podem ser feitas pelo WhatsApp (71 98344-4478) e as 30 primeiras encomendas receberão um mimo adicional. Algumas unidades estarão disponíveis para venda através dos apps iFood, Rappi, Uber Eats e James, a partir de 16hs.
Além dos donuts, a cafeteria bistrô segue a tradição e oferecerá, nos meses de junho e julho, bolos típicos, como milho, aipim, tapioca com doce de leite e carimã. As opções podem ser garantidas tanto em fatia como o bolo inteiro pelos apps. O cliente ainda pode encomendar pelo WhatsApp (com 48h de antecedência).


 

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Tim Live

A Tim ampliou o seu serviço de internet fixa, o Tim Live, para oito bairros de Salvador e chegou a um total de 100 atendidos.

 

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Neto diz que não vai abrir

Apesar das intensas pressões pela reabertura das atividades, ACM Neto não seguiu o rumo de alguns governadores e colegas, o de afrouxar as rédeas quando as estatísticas do corona só sobem.

— Eu não vou colocar a minha assinatura em nenhum ato que possa significar colocar a vida das pessoas em risco. Tenho dito que terei o maior prazer em dar a notícia da reabertura, mas nas circunstâncias atuais, não há como.

E ele está certo.


 

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Gorjeta ao garçom

O vereador Sabá (DC) sugere a ACM Neto que inclua os garçons no auxílio emergencial. Salvador tem 12 mil bares e restaurantes fechados e muitos admitem, estão no sufoco. Seria a melhor das gorjetas.


 

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Fecomércio opta por cautela na reabertura

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio-Ba), divulgou nota oficial, negando-se integrar a organização de movimento dos lojistas de Salvador, convocado para esta sexta, dia 19, às 7 horas.

Segundo o texto da nota, em sua íntegra, “desde o início da pandemia, a Fecomércio-Ba tem mantido o diálogo permanente e direto com os poderes públicos, especialmente a prefeitura de Salvador, reunindo-se semanalmente com o prefeito e os secretários”.

De acordo com a versão da instituição presidida pelo empresário lojista Carlos Andrade, a Federação já conseguiu diversos pleitos, como a abertura paulatina de alguns segmentos do comércio desde o dia primeiro de junho.

“A próxima etapa da luta”, diz a nota, “é trabalhar para o restabelecimento das atividades comerciais com a cautela e segurança que o movimento pede, sempre priorizando a preservação da vida”.


 

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Hiperideal Parque Shopping é inaugurado com super espaço gourmet.


O cuidado no atendimento e a constante busca por novidades para enriquecer a experiência de compra dos clientes sempre foram um diferencial da rede Hiperideal.

A loja inaugurada na última quinta-feira (19), no Parque Shopping Bahia, vai atender a região de Lauro de Freitas com um mix diferenciado de produtos, tecnologia de ponta, conforto e segurança, a nova loja vai ter também um espaço gourmet.

Haverá espaços para algumas marcas já queridinhas dos soteropolitanos, como a doceria Priscilla Diniz e os produtos veganos Andrea Rayol, e também para a inédita Peixe ao Cubo, uma boutique de comida japonesa que tem como embaixadora e sócia a apresentadora Sabrina Sato.

Essas novidades funcionarão de acordo com as medidas de prevenção e cuidado já adotadas pela rede para a quarentena.

A loja do Parque Shopping conta com um acesso de entrada independente ao shopping e funcionará da mesma forma que os outros supermercados Hiperideal, com horário preferencial para idosos e grupos de risco, redução do número de vagas e limite de clientes por espaço.


 

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Mercado Livre terá centro de distribuição na Bahia, o primeiro no Nordeste

https://wiy.com.br/noticias/mercado-livre-tera-centro-de-distribuicao-na-bahia-o-primeiro-no-nordeste/#



O Mercado Livre vai abrir na Bahia seu primeiro centro de distribuição fora de São Paulo e o terceiro no Brasil. O novo espaço ficará localizado na cidade de Lauro de Freitas, a 26 quilômetros de Salvador. O CD faz parte de um plano de investimento de 4 bilhões de reais que a empresa pretende fazer no Brasil até o fim de 2020.
Até então, o Mercado Livre tinha dois centros de distribuição, em Cajamar e Louveira, em São Paulo. O novo CD se enquadra no processo de expansão da capacidade logística da varejista, que nos últimos dois anos vêm aumentando a taxa de produtos que saem de seus próprios centros de distribuição.
O centro terá 35.000 metros quadrados, com possibilidade de expansão, e capacidade para atender mais de 100.000 clientes por dia. Neste começo, serão 50 funcionários no espaço, podendo chegar a 500 pessoas no auge da capacidade.
Juntamente com o CD, a empresa fará um programa social para educação de 120 jovens da região de Lauro de Freitas, assim como já faz em outros lugares da América Latina, e alguns serão contratados ao final do projeto.

Atualmente, pouco mais de 50% do que é vendido pelo Mercado Livre sai do próprio estoque. O objetivo é continuar aumentando esta taxa, segundo informou o novo vice-presidente sênior no Brasil, Fernando Yunes, que chegou ao Mercado Livre em maio após mais de dois anos no Sem Parar, de pagamentos por radiofrequência.
Além dos centros de distribuição, o Mercado Livre também planeja terminar o ano com 2.500 dos chamados service centers, pontos avançados de distribuição, também para melhorar a capacidade logística em outras regiões do Brasil.
O Mercado Livre não vende produtos próprios (na modalidade chamada de 1P), sendo apenas um marketplace (o 3P). Os centros de distribuição são usados para oferecer serviços de logística e entrega aos vendedores de sua plataforma.
Atualmente, mais de 70% dos pedidos que contam com o serviço logístico do Mercado Livre já são entregues em até dois dias. Há um ano, a taxa era de 55%. “A ampliação da malha logística é essencial para continuarmos melhorando esse prazo”, diz Yunes.

Apesar dos avanços em distribuição pelo país, o Mercado Livre segue com a estratégia de não ter pontos de lojas físicas que possam ser acoplados à rede logística. “Os vencedores no mundo não têm rede de lojas”, diz Yunes, citando exemplos do mercado americano e chinês. “O foco é que o produto esteja na casa do cliente o mais rápido possível.”
Yunes concedeu à EXAME sua primeira entrevista como VP do Mercado Livre e falou sobre o processo de expansão da empresa em meio à pandemia do novo coronavírus. O executivo será responsável por toda a operação no Brasil, atuando em conjunto com o diretor de operações global (COO) e co-fundador, Stelleo Tolda.
O Mercado Livre atingiu um terço dos celulares brasileiros, outra marca inédita para a empresa, e acumula hoje mais de 40 milhões de usuários e 250 milhões de produtos. Diante do crescimento na pandemia, anunciou a contratação de mais de 5.000 pessoas na América Latina.
O avanço da companhia e de todo o e-commerce na América Latina animou os investidores: as ações do Mercado Livre acumulam alta de mais de 60% no ano na Nasdaq.
Ainda que a pandemia seja um momento específico, Yunes avalia que, mesmo depois que as lojas físicas reabrirem em sua totalidade, o patamar de participação da internet no varejo brasileiro, que chega a 12% agora, não vai retornar aos 6% antes da quarentena.
No Mercado Livre, após um pico de vendas em produtos de saúde no começo da pandemia, a empresa vem tendo alta em vendas de bens de consumo, cuja oferta a empresa aumentou neste ano, móveis e itens para casa, produtos de ginástica e jogos. “Acreditamos que esse crescimento do e-commerce é um caminho sem volta”, diz Yunes.

 

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Produtos sustentáveis de marcas baianas fazem sucesso em loja colaborativa
Mesmo durante a pandemia, procura por itens se manteve na Guapa

Quando abriu a Guapa em 2017, a empresária Isadora Alves não tinha uma ideia clara de como a sustentabilidade poderia fazer parte do seu dia a dia para além de práticas já disseminadas, como a economia de energia ou a reciclagem de lixo. Ao lado da sócia, Tarsila Ferreira, adotou como princípio para a loja colaborativa localizada no Shopping Rio Vermelho comercializar produtos artesanais, feitos por mãos de mulheres. “Esse é o nosso foco e hoje temos na loja cerca de 30 marcas”, afirma a empresária.
Dora conta que a relação com a sustentabilidade foi sendo construída naturalmente. “Por conta do nosso trabalho já voltado para produtos artesanais, fomos estudando e nos envolvendo também com o Fashion Revolution, descobrindo sobre o upcycling, a reutilização de matéria-prima, até que veio uma parceria nossa, Ana Fernanda e trouxe o Julho sem Plástico. Foi quando abraçamos a causa”, relata.













A partir desse momento, em 2018, a Guapa abraçou definitivamente a causa do meio ambiente e da sustentabilidade. “Fomos captando marcas que trouxessem produtos que substituíssem descartáveis. A gente aumentou nossa oferta de cosméticos artesanais. Anteriormente tínhamos uma marca, hoje são cinco. É um dos produtos mais procurados na loja”, revela Dora. “Sentimos que a pessoas tão começando a mudar mesmo os modos de consumir e utilizar produtos cosméticos que tenham preocupação com o meio ambiente”, acrescenta.
Para atender a demanda, Tarsila e Dora procuram marcas que realmente conversam com a identidade e propósito da Guapa. “Todas as marcas que temos hoje na loja são de mulheres que tem uma produção artesanal, que tem todo o cuidado em relação a embalagem, tanto quanto com o produto, ingredientes e preparo”, conta a empresária.
A própria Dora começou a criar produtos sustentáveis para sua marca de acessórios e roupas. “A partir das demandas, comecei a prestar mais atenção e pensei como o meu trabalho de costura poderia ajudar. Foi aí que fiz os filtros de panos, já produzidos em outros estados, discos atoalhados para substituir o algodão, para tirar a maquiagem e limpar a pele”, explica.
Segundo a empresária, a aceitação do público aumentou muito. Pelo menos 50% dos clientes vão a loja em busca de cosméticos. “Agora na pandemia, trabalhando com delivery, vendas pela internet, foram os únicos produtos que conseguimos manter. Isto, porque a dinâmica de gestão é um pouco mais fácil, por serem poucos produtos. Mesmo com todas as dificuldades, os cosméticos e produtos sustentáveis se mantém vendendo”, revela.

 

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Lojistas protestam para reabrir os shoppings: 'Somos essenciais'
Dia também foi de protesto de motoristas do transporte escolar

Lojistas alegam que não têm mais condições de se manter de portas fechadas (Foto: Marina Silva/CORREIO)

Um grupo de lojistas fez uma carreata nesta sexta-feira (19) com saída do Salvador Shopping em direção à prefeitura de Salvador. O protesto pediu a reabertura dos shoppings centers, classificados pelos manifestantes como essenciais. A organização da carreata aponta que 150 lojistas participaram do ato.

As pautas são três: reabertura dos shoppings, suspensão da cobrança de IPTU com isenção do período proporcional ao fechamento e isenção na Taxa de Fiscalização do Funcionamento (TFF) para o ano de 2020. Presidente da Associação de Lojistas do Salvador Shopping, Humberto Paiva alega que a capacidade dos empresários de se manterem sem operar as lojas está se exaurindo.
"Os shoppings são os mais preparados para reabrir. Já apresentamos um manual de como será feito. Terá uma redução, só 30% de consumidores e 50% das garagens. Além disso, vamos instalar álcool em gel por todo o canto, os vendedores estarão com máscara de pano e acrílico. Os shoppings são mais preparados do que o centro da cidade que tem um movimento louco, hoje eu passei pela Boca do Rio e estava pegando fogo", disse.
Paiva também afirma que os lojistas seguem pagando condomínio, funcionário e outros custos que são elevados. Questionado pelo CORREIO se não tinha medo de uma eventual abertura agravar o número de casos na cidade, o empresário declarou que "ninguém sabe o que vai acontecer, se vai aumentar ou não" e que "shopping center não é o epicentro da pandemia".

"Não é aqui que as pessoas vão se contaminar. Os ônibus estão lotados e contaminando mais do que em qualquer lugar. É o que queremos que as autoridades entendam. É uma coisa enorme, 75% dos shoppings no Brasil já reabriram e estão obedecendo espaçamento, quantidade de garagem. Não queremos abrir para entupir e contaminar todo o mundo", afirma.
Carreata foi composta por vários carros de luxo. Lojistas pedem, entre outras coisas, isenção de IPTU por tempo proporcional (Foto: Marina Silva/CORREIO)
O presidente do Sindicato dos Lojistas da Bahia (Sindilojas), Paulo Motta, diz que entende que o movimento desta sexta foi legítimo, mas que não teve qualquer participação do sindicato.

"Uma série de protocolos precisam ser tomados para dar segurança ao consumidor e ao comerciário. É preciso encontrar mecanismos para atenuar. O sindicato não teve participação, mas entende que foi importante que fosse feita essa demonstração para que as autoridades entendam isso", disse.
A Prefeitura de Salvador declarou, em nota, que tem discutido frequentemente, junto aos lojistas, sobre os protocolos de reabertura desses estabelecimentos para vendas presenciais e que esses comerciários estão autorizados a fazer vendas no sistema de drive-thru.
"Os próprios shoppings entendem que o momento ainda não é de reabrir, pois o percentual de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com covid-19 ainda não alcançou o patamar desejado - de 70% para baixo. A retomada das atividades econômicas está acontecendo de forma gradual na cidade e seguindo protocolos de segurança específicos para cada setor, visando a proteção de todos. Em relação a medidas econômicas, a Prefeitura estuda a questão", diz o comunicado do município.

Em entrevista à TV Bahia, o prefeito ACM Neto reafirmou que a retomada das atividades está relacionada à análise diária dos casos da pandemia. “Se a gente libera tudo de uma vez só, sem segurança, sem a confiança necessária, vai ter gente batendo na porta das UPAs, precisando de internamento hospitalar e não tem leito. E aí? A culpa será de quem? Eu tenho a responsabilidade de decidir”, disse ele.
Quem também afirmou não integrar o movimento encabeçado por lojistas do Salvador Shopping foi a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomercio), que emitiu comunicado logo após a convocação para realização do ato.
Ao encabeçar a manifestação, os lojistas afirmavam, entre outras coisas, que os shoppings centers são "serviços essenciais para milhares de pessoas".

A Fecomercio alegou que mantém diálogo com o poder público e conseguiu avanços, como a abertura paulatina de alguns serviços comerciais desde o dia 1º de junho e finalizou seu posicionamento dizendo que "trabalha para o restabelecimento das atividades comerciais com a cautela e segurança que o momento pede, sempre priorizando a preservação da vida".
Mais protestos
Cerca de 80 motoristas do movimento SOS Transporte Escolar foram à prefeitura para pedir ao Município uma abertura de diálogo para incluir esses trabalhadores em medidas de auxílio financeiro.
Motoristas de transporte escolar pedem que a Prefeitura abra diálogo para ajudá-los durante a pandemia (Foto: Marina Silva/CORREIO)
Integrante do movimento, a motorista Isabel Menezes alega que a prefeitura entende que esses motoristas não se enquadram em casos de vulnerabilidade social.
"Não recebemos auxílio do Governo Federal porque ultrapassamos o teto de R$ 28 mil de renda por ano. Mas nossos carros estão parados há três meses, não temos outra renda e precisamos que a Prefeitura olhe pra nós. Nós existimos, temos que pagar nossas contas de água, luz, alimentação, necessidades...", explica.
De acordo com o SOS Transporte Escolar, Salvador tem cerca de 900 motoristas cadastrados para trabalhar com esse tipo de transporte, mas estima que um público de 700 a 800 pessoas estejam exercendo o ofício.
A reportagem aguarda posicionamento da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

 

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Maioria dos municípios mais populosos da Bahia já reabriu o comércio

Dos 20 maiores municípios da Bahia, pelos menos 12 já iniciaram a retomada das atividades econômicas. Uma reabertura mais ampla já ocorre em Feira de Santana, Vitória da Conquista, Juazeiro, Ilhéus, Teixeira de Freitas, Jequié, Barreiras, Alagoinhas, Porto Seguro, Paulo Afonso, Eunápolis e Luís Eduardo Magalhães. Essas cidades estão entre as mais populosas da Bahia, segundo dados do IBGE.

Em alguns casos, como Itabuna, a ação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) tem levado a um recuo dos gestores. No município do sul baiano, o MP recomendou ao prefeito Fernando Gomes (PTC) que não reabrisse o comércio no último dia 8, como ele chegou a anunciar. Em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo, o prefeito Rogério Andrade (PSD) já alternou períodos de flexibilização e fechamento, mesma situação da cidade de Valença, localizada na mesma região.

Somente cinco das 20 maiores cidades ainda não ensaiaram uma flexibilização maior e mantém fechadas as atividades do comércio desde o início da pandemia do novo coronavírus, em um esforço de tentar conter a propagação da doença. São elas: Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Simões Filho e Candeias, todas localizadas na RMS.

O secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, tem criticado a reabertura do comércio no interior. No Twitter, ele questionou, na última terça-feira, 16, o plano de retomada adotado em Feira de Santana. “Difícil entender como Feira de Santana, em plena rampa de crescimento de novos casos de Covid-19, tem suas regras de distanciamento social flexibilizadas”, escreveu.

O secretário também apontou uma segunda onda de infecção no interior em outros estados. “Vejam o que está acontecendo pelo país. Se repetirmos, seremos nós amanhã após abertura, quando o interior terá segunda onda de infecção de Covid-19”, afirmou o secretário. “Nós não estamos em uma fase de estabilização. Nós já estamos em uma fase de desaceleração do crescimento, mas nós não estamos estabilizados, estamos estabilizados no crescimento”, acrescentou ele.

A reabertura do comércio na maioria das principais cidades baianas acontece em meio à interiorização da Covid-19 em todo o país, com aumento significativo do número de casos já verificado em estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, além do Distrito Federal.

Interiorização da doença

Para entender o “caminho” do coronavírus em direção ao interior, é ilustrativo um estudo da Fiocruz Pernambuco. Capital pernambucana, Recife concentrava 71% dos casos da Covid-19 no estado no começo de abril, mas passou a responder por somente 34% em junho. Inversamente, os demais municípios pernambucanos, que representavam 29% em abril e passaram para 66% de todos os novos registros da doença no estado.

Entre as cidades baianas que já reabriram o comércio, Ilhéus e Vitória da Conquista preferiram não atender às recomendações do Ministério Público, que opinou contra a retomada das atividades, em função do aumento de casos de coronavírus nos municípios.

Em Ilhéus, entretanto, o processo de reabertura não poderá avançar para as fases seguintes por decisão judicial, a pedido do próprio MP. O objetivo é avaliar o impacto da retomada por duas semanas. Na atual fase, está liberado o funcionamento de lojas de artigos esportivos, para casa, tecidos, joalheria, vestuário, acessórios e calçados, móveis e colchões, agências de turismo, perfumaria e higiene pessoal, entre outros segmentos.

Presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro (PSD) aconselha os gestores a fazer uma abertura lenta e com restrições, a exemplo do que vem fazendo o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). Para Eures, a gestão soteropolitana deveria ser um modelo para outros prefeitos nesse ponto.

“Eu não aconselho ninguém a abrir comércio. A gente ainda não está livre da pandemia.A maior zona de contaminação é o comércio, o centro [das cidades] é onde a população mais circula, então não dá para abrir tudo", defende. Em Bom Jesus da Lapa, o funcionamento de estabelecimentos comerciais está permitido três dias na semana, diz o prefeito.

Entre os municípios que ainda mantém o comércio fechado, alguns autorizaram, em horários especiais, o funcionamento de espaços com boxes de gêneros alimentícios. Em Candeias, foi reaberta a Central de Abastecimento. E em Camaçari voltou a funcionar a Feira, nome pelo qual é conhecido o Centro Comercial.

 

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Pressão pelo retorno

A pressão pelo retorno das atividades econômicas tem se intensificado nas últimas semanas. Na quinta-feira, 18, comerciantes de Camaçari realizaram um protesto. A prefeitura diz compreender a dificuldade de comerciantes e lojistas, mas pontua que, no estágio atual da doença no município, a reabertura do comércio não é possível.

“O município tem 100% dos leitos de UTI ocupados e ainda registra aumento no número de casos da covid-19. Neste cenário, uma flexibilização das atividades comerciais poderia não só provocar um aumento ainda maior no número de pessoas contaminadas como também levar a um colapso do sistema de saúde”, afirmou a prefeitura, em nota.

Planos de reabertura

Apesar de recomendação do Ministério Público do Estado (MP-BA) para que determinasse novamente o fechamento do comércio, a prefeitura de Vitória da Conquista disse que a decisão está embasada em orientações e recomendações técnicas da área da saúde. Segundo a gestão, o comércio poderá ser novamente fechado, a depender da evolução dos dados. Os parâmetros utilizados para avanço à fase seguinte do protocolo são ocupação de leitos inferior a 50% e média de novos casos inferior de 10% ao dia.

Na atual fase, já estão liberados comércio atacadista e varejista, salões, barbearias, floriculturas, entre outros. Nesta semana, a gestão pode avançar para a liberação de bares e restaurantes e, dentro de 15 dias, autorizar a reabertura de academias. "A gente entende que pode haver uma ação (do MP), mas estamos muito seguros com o protocolo, que prevê a possibilidade de avançar, se manter ou regredir de fase caso os números atinjam patamares perigosos", disse o secretário de Administração, Kairan Rocha, coordenador do Comitê Gestor de Crise.

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (MDB), também afirmou estar atento ao número de casos e à ocupação de leitos no município e diz que não terá problema em recuar, caso necessário. O gestor reforçou, no entanto, que ainda não é possível avaliar os efeitos da flexibilização mais recente, iniciada na última terça-feira, 16.

Está em vigor no município um plano de “abertura escalonada” do comércio, com a liberação do funcionamento de todos os estabelecimentos de até 200m², em dias alternados conforme o setor. Colbert destaca que a regra é a mesma aplicada em Salvador, em relação ao tamanho dos estabelecimentos. Há, no entanto, uma diferença importante. Em Feira, também está permitida a abertura de shoppings. As normas são válidas inicialmente até a segunda-feira, 22.

“Estamos prontos para rever qualquer decisão, caso precise voltar atrás. Verificamos aqui que, com o comércio fechado ou aberto, tivemos oscilação. No final de abril, quando fizemos uma reabertura, os bancos estavam lotados e o governo do Estado tinha liberado o auxilio aos estudantes. Hoje, as filas diminuíram muito. Deixou de ter aquele nível de aglomeração. As condições de hoje são diferentes. Mas, se entendermos que o nível de transmissão está acima, tomaremos medidas de fechamento”, disse Colbert.

De acordo com o prefeito, a taxa de ocupação dos leitos na cidade está em torno de 80%, tanto na rede pública como particular.

 

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Presença digital

Planejado para o fim de 2020, o lançamento do e-commerce da Avatim foi antecipado. A loja virtual já funciona no mesmo endereço da página da marca na internet –www.avatim.com.br- e oferece as mais de 400 opções de produtos. “Neste momento de isolamento social, muitas pessoas buscam itens que ofereçam a sensação de conforto dentro dos lares”, nos disse Mônica Burgos, sócia-fundadora da empresa.

 
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