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Sinopses
Antes de continuar, é importante você saber do que os filmes tratam. Abaixo vão as sinopses, ligeiramente adaptadas, e os vídeos já embedados, que você vai voltar pra ver depois que ler o texto todo, combinado?

Café com Canela (2017 | ficção | 100 minutos): “Margarida vive em São Félix, isolada pela dor da perda do filho. Violeta segue a vida em Cachoeira, entre adversidades do dia a dia e traumas do passado. Quando Violeta reencontra Margarida inicia-se um processo de transformação, marcado por visitas, faxinas e cafés com canela, capazes de despertar novos amigos e antigos amores.”

Ilha (2018 | ficção | 94 minutos): “Emerson quer fazer um filme sobre sua história na Ilha, apenas as partes mais importantes de sua vida naquele lugar, onde quem nasce nunca consegue sair. O plano começa, não há mais limites, afinal, cinema também é jogo.”

Até o Fim (2020 | ficção | 90 minutos): “Geralda está trabalhando em seu quiosque à beira de uma praia no Recôncavo, ela recebe um telefonema do hospital dizendo que seu pai pode morrer a qualquer momento. Ela avisa suas irmãs. O encontro promovido pela espera da morte se torna um momento de desabafo e reconhecimentos das irmãs que não se reúnem desde a morte da mãe, há 15 anos.”

Crítica
Chamei os filmes de ‘Trilogia do Recôncavo’ por pura ousadia que, dentro em breve, vai virar erro de cálculo com o lançamento de novas obras da dupla dentro do mesmo espaço/estética. Mas por que os filmes de Glenda e Ary são fodásticos, e por que devem ser assistidos? Com a palavra, meu amigo cineasta Álvaro Andrade, que saiu da Bahia e foi viver em Minas, caminho inverso dos diretores.

“São filmes corajosos, que se arriscam em muitos sentidos, principalmente na forma. Mas ao mesmo tempo não são herméticos, nem apáticos ou distantes. Pelo contrário, são filmes pulsantes, à flor da pele, que não temem o exagero, o brega, então eu poderia dizer que são filmes que também têm uma vocação popular. Juntar tudo isso de modo convincente é difícil, raro, e eu acho que eles conseguem”, analisa Alvinho, que viu de perto quando ‘Café com Canela’ foi ovacionado no Festival de Brasília de 2017.

Foi uma largada realmente impressionante para a dupla, com direito a Candango de Melhor Roteiro (Ary Rosa) e Melhor Atriz (Valdinéia Soriano), além de Melhor Filme pelo Júri Popular.

Mas hoje, três anos depois, e com bem mais prêmios nacionais e internacionais, como a cena os enxerga? “Os filmes de um modo geral têm sido muito bem recebidos. Quando novos cineastas chamam a atenção, a expectativa é sempre por mais filmes. É uma vontade de ver como aquele olhar irá se desenvolver, se continuará a apostar nas mesmas escolhas, se os filmes manterão o vigor dos primeiros”, torce o crítico de ocasião.

Ary já indica que fôlego não falta. “Mais do que uma trilogia, é uma filmografia do Recôncavo que a gente tá propondo porque, apesar de a gente ter três filmes prontos, estamos editando outro, gravando outro e tá começando a pré-produção de um sexto filme”, explica ele, destacando ainda o papel de outras produtoras associadas e outros realizadores da região de São Félix/Cachoeira que trabalham com intuitos e intentos em comum.

 

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Plataforma incentiva produção acadêmica
A paralisação dos encontros presenciais, em razão do risco de contágio, produziu mais uma ferramenta de convívio por internet na comunidade acadêmica com a criação do Ihac Digital.

Trata-se da plataforma especialmente desenhada por professores e estudantes do Instituto de Humanidades, Arte e Ciências Professor Milton Santos, da Universidade Federal da Bahia.

Segundo os idealizadores, o ambiente virtual promove a diversidade de produções desenvolvidas no Ihac, neste período de pandemia, mas com chance de manter-se mesmo se o isolamento for interrompido.

O objetivo da nova plataforma é acolher todo o conteúdo em construção, incluindo textos, vídeos e áudios, viabilizando as transmissões ao vivo de debates, conferências, oficinas e minicursos, entre outros formatos.

Resposta à pandemia – O projeto é uma forma de responder aos impactos causados pela pandemia do novo coronavírus, pois a ameaça de disseminação da doença, devido às aglomerações, torna proibitiva a realização de aulas com a proposta tradicional.

A ideia de armazenar todo o conteúdo em um só espaço virtual favorece o acesso de quem precisa mobilizar recursos por enfrentar um contexto social desfavorável a fim de acompanhar atividades online.

Como forma de minimizar os efeitos destas diferenças de oportunidades entre os alunos, todo o conteúdo poderá ser consultado a qualquer tempo, e, assim, a plataforma será acessada no momento em que lhe esteja ao alcance do discente do Ihac.

 

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Feira de empregos e estágios

O Centro Universitário Estácio iniciou ontem e seguirá até dia 3 de julho, sexta-feira, a quarta edição da Feira Virtual de Estágios e Empregos, com a oferta de vagas em instituições corporativas. Poderão participar da iniciativa estudantes de todo o país desde que preencham formulário virtual no cadastro disponível no endereço portal.estacio.br/feira-empregabilidade.

A feira aumenta de importância, à medida que o contexto desafiador da Covid-19 vem produzindo redução na oferta de trabalho.

Durante a feira, será possível avaliar as carreiras em evidência e conferir oportunidades em empresas como Cielo, Baker, Universia, B2W, MC Donald’s, Super Estágios, Grupo Cia. de Talentos, entre outras.
 

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Live

E por falar em turismo, Fausto Franco, o secretário da Bahia, e Cláudio Tinôco, o ex-de Salvador, estarão hoje (20h) no Flotilha Live Day, no YouTube da Flotilha. Pauta: o turismo no pós-pandemia.

 

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Live de Gilberto Gil tem mais de um milhão de visualizações e Devassa estende período de doações
Live de Gilberto Gil tem mais de um milhão de visualizações e Devassa estende período de doações


Na última sexta-feira (26), Gilberto Gil comemorou seus 78 anos com show que integrou a iniciativa #DevassaTropicalAoVivo, que dá suporte aos profissionais do backstage da música que tiveram suas rendas afetadas pela Covid-19. A live, que já foi vista por mais de um milhão de pessoas, contou com um QR Code para que os espectadores pudessem ajudar na causa #UnidosPelaMusicaBrasileira.

Após o sucesso do evento online, a Devassa disponibilizou o show completo no Youtube e estendeu o período de doações até sexta-feira (03). As instituições selecionadas para receber as doações desta edição do projeto foram Apoie um Freela e Backstage Invisível.

 

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Série baiana que revela Salvador sombria chega ao Amazon Prime
Produção tem roteiro e direção de Julia Ferreira, baiana que estudou cinema em

Brunno Pastori em Sonhadores (fotos: Ricardo Prado/divulgação)

No lugar daquela Salvador dos cartões-postais, ensolarada, carnavalesca e alegre, você verá uma cidade sombria, meio fúnebre, gótica. Em vez do axé, o rock. É assim que a capital baiana aparece em Sonhadores, minissérie produzida aqui mesmo e que chega neste domingo (5) ao Amazon Prime Video. No sábado, às 21h, será exibida na íntegra no canal Kirimurê (10.2), emissora local sintonizada na TV digital.

A produção é dirigida pela baiana Julia Ferreira, 39 anos, que tinha experiência em curtas-metragens como O Menino e o Louco e Duas Marias. Julia, que é também a roteirista da série, estudou cinema em Londres e Madri e é jornalista de formação, tendo trabalhado no CORREIO como repórter. Para escrever o roteiro de Sonhadores, ela se baseou em sua própria adolescência e nos conflitos típicos dessa fase.
A série conta a história de Rafa (Brunno Pastori), um menino de 14 anos muito ligado ao pai, Miguel (Fernando Alves Pinto), que é expulso de casa por Ângela, sua esposa e mãe de Rafa. Pai e filho têm muito em comum: os dois são fãs de rock, adoram desenhar e têm uma evidente vocação artística. Quando Miguel sai de casa, Rafa fica desorientado, pois perdeu sua maior referência.
Antonio Pitanga e Fernando Alves Pinto em Sonhadores

A situação do adolescente é muito semelhante à que a própria Julia viveu, como ela lembra: "A adolescência é um período muito conturbado e o que ocorre na série aconteceu comigo. Meu pai foi expulso de casa e não tinha para onde ir. E ele sempre foi boêmio, muito parecido com Miguel. Claro que eu exagerei nessa semelhança, mas, quando meu pai foi embora de casa, eu me senti sem chão, porque puxei muito a ele: sempre desenhei, criei histórias, cresic no underground...".
Alter ego
Para viver seu alter ego, Julia convocou Brunno Pastori, um jovem nascido em Santo Antonio de Jesus que não tinha experiência profissional como ator. O rapaz foi descoberto pela produtora executiva da série, Fabiola Aquino, quando participava de uma edição do The Voice Kids. Foi convidado para um teste e seu desempenho impressionou.

"Fiquei impressionada com o nível de naturalidade dele, é um excelente ator. Devo ter visto uns 200 adolescentes e ele nunca tinha feito curso de teatro, nada... não tinha vícios do teatro e sabia ser ele mesmo. E Brunno tem uma realidade parecida com o Rafa: gosta de se vestir de drag, sofreu bullying na escola... as cenas em que Rafa apanha mexeram muito com Brunno", observa Julia.
Brunno, que é estudante do 3º ano do médio, tinha 14 anos na época das gravações, em 2018. Hoje, aos 16, vive no Rio e pretende estudar artes cênicas. Ele confirma que se identifica com seu personagem: "Nós dois somos artistas e nos expressamos de forma muito clara na arte, lutando contra uma sociedade homofóbica e machista. Eu vivo esses desafios e já vivi a homofobia e o preconceito".
Julia, no set de Sonhadores

O pai de Rafa, Miguel, é vivido por Fernando Alves Pinto, ator paulista que estreou em Terra Estrangeira (1995) e estrelou filmes como Para Minha Amada Morta (2016), do baiano Aly Muritiba. Embora não seja um rosto muito conhecido do espectador médio, já que raramente aparece na TV, Fernando é reconhecidamente um dos grandes talentos de sua geração, muito respeitado pela crítica e desejado por muitos diretores. Muito experiente, já esteve em mais de 30 longas.

 

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Desfile do 2 de Julho não vai acontecer pela primeira vez na história
Tradição acontece há 197 anos; homenagens serão simbólicas e sem público



As comemorações da Independência da Bahia nunca passaram por um baque como o do próximo Doisde Julho em seus quase 200 anos de história. A pandemia do coronavírus impôs uma nova rotina e impediu que baianos e turistas acompanhem o cortejo pelas ruas do Centro Histórico de Salvador. Ou mesmo que o fogo simbólico saia de Cachoeira em desfile, com destino à capital.

O CORREIO foi atrás de historiadores para procurar saber sobre eventuais crises que a festa do Dois de Julho sofreu no decorrer da história e a resposta foi unânime: não há registros que tenham freado o dia da Independência de forma tão brusca.
Membro do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Bahia, Milton Moura conta que durante a II Guerra Mundial (1939-1945) o Carnaval chegou a ficar suspenso, mas o Dois de Julho continuou acontecendo normalmente.
No ano de 1943, por exemplo, a festa aconteceu debaixo de uma chuva muito forte. Há registros de uma multidão protegida com guarda-chuvas fazendo o cortejo.

Um dos maiores revezes que a festa da Independência da Bahia sofreu foi justamente no ano de seu centenário, em 1923, quando o Brasil vivia o chamado período da República Velha.
A escravidão tinha sido abolida menos de 40 anos antes, em 1888, e Milton Moura explica que essa abolição foi jurídica e formal, mas as pessoas negras escravizadas e seus descendentes seguiam sendo vistas como inferiores para as elites do país, que naquela época vivia o auge de seu processo de eugenia, com a imigração de europeus no intuito de embranquecer o país e torná-lo mais parecido com a Inglaterra e a França, as duas potências europeias da época.
Por conta disso, a imagem do Caboclo foi abolida. Não era um europeu ou um homem branco e portanto não fazia parte da imagem que o país queria ter.

"As elites baianas e brasileiras de um modo geral queriam fazer um embraquecimento do Brasil. E o Caboclo era a marca de uma independência representada por um elemento mestiço vestido de índio. E eles queriam tudo branco. Nesse tempo se acirrou a perseguição aos batuques de candomblé. Era uma coisa obsessiva de fazer o Brasil parecer um país europeu", diz Milton Moura.
O historiador Daniel Rebouças classifica esse ato de retirar o Caboclo para colocar o Senhor do Bonfim no desfile da Independência como o ápice da eugenia que se tentava no Brasil.
Ele também afirma que nem mesmo no período da Gripe Espanhola, que assolou o mundo a partir de 2018, houve algo assim, com a proibição de pessoas nas ruas.

"O 2 de Julho foi meio cambaleante durante a história. Há a procissão cívica e a popular, que normalmente é materializado nos carros do Caboclo e da Cabocla. Teve anos que o carro da Cabocla ficou preso dentro do Pavilhão da Lapinha, mas havia comemoração da Independência nas ruas, no Instituto Histórico... mas assim zero de comemoração zero, pública, na rua, eu realmente desconheço", conta.
O prefeito ACM Neto afirmou que uma parte da Fundação Gregório de Mattos até chegou a sugerir que o Caboclo desfilasse sem aglomeração e sem pessoas na ruas. Contudo, ele acredita que essa medida seria arriscada: pessoas poderiam querer seguir o percurso e moradores do Centro poderiam sair para as sacadas de suas casas para acompanhar o desfile.
"Decidimos que não haverá nenhum tipo de desfile, mesmo que fosse só do Caboclo. O que vai ocorrer é um ato pela manhã com as presenças minha e do governador. Nós vamos fazer o hasteamento da bandeira, a deposição das flores na Lapinha, sem que as pessoas tenham acesso. Será proibido o acesso de qualquer pessoa", disse o prefeito de Salvador.
Em nota, a Prefeitura de Cachoeira, município de onde sai o Fogo Simbólico na antevéspera do dia da Independência, afirmou que "reafirma seu compromisso em continuar servindo o povo cachoeirano, principalmente neste momento difícil de enfrentamento ao Coronavírus. E, de forma simbólica, lembramos e homenageamos as heroínas e heróis desta data".
Após sair de Cachoeira, a tocha passa por Saubara, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Candeias e Simões Filho, até chegar em Pirajá no primeiro dia de julho.
Neste dia, são realizados atos simbólicos como o acendimento da Pira do largo de Pirajá, hasteamento de bandeiras e colocação de flores no túmulo de General Labatut, o mercenário francês que liderou o Exército Pacificador na Bahia.
O grande dia começa numa alvorada com queima de fogos na Lapinha, seguida do hasteamento da bandeira por autoridades.
Em seguida, acontece a colocação de Flores no monumento ao General Labatut e, na sequência, os carros emblemáticos do caboclo e da cabocla iniciam o desfile pelas ruas do bairro da Liberdade, Santo Antônio Além do Carmo, Pelourinho e Avenida Sete de Setembro, em direção ao Largo Dois de Julho.
Presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Fernando Guerreiro confessa que tem uma relação profunda com a festa e por isso postergou a decisão de cancelar os festejos o mais tarde possível.
No entanto, a FGM não vai deixar o dia da Independência da Bahia passar batido: fará uma série de ações como a exibição de documentários, palestras e outras iniciativas que, nas palavras de Guerreiro, "darão oportunidade de ver a festa de binóculo e voltar com mais estudo e animação".
"O Fois de Julho é uma festa absolutamente identitária. Só tem aqui na Bahia e não existe nada parecido em lugar nenhum do mundo. É uma festa cívica, religiosa e profana. Foi uma dor muito grande cancelar o desfile, mas é um evento que tem aglomeração por si só e realmente não seria possível de fazer", disse Guerreiro.
O tema, que já estava definido antes mesmo da pandemia, dialoga muito com o que se vive na capital, no estado, no país e no mundo. "Sonho de Liberdade". Um mote simbólico, forte e resistente. Combina com a Independência. Combina com a Bahia.

 

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Escritor baiano, Edgard Abbehusen, prepara trabalho para plataforma de streaming
A produção é uma parceria com o roteirista e humorista Dudu Guimarães, que trabalhou no Programa do Porchat
Bianca Andrade

Foto: Catherine AvilésFoto: Catherine Avilés

Quem conheceu o escritor baiano Edgard Abbehusen falando de amor nas redes sociais, pode esperar em breve ver o nome do jornalista estampando os créditos de uma série em uma plataforma de streaming.
O escritor vem trabalhando para transformar um dos seus sonhos em realidade, ao levar suas palavras para um terceiro palco.
Após conquistar as redes sociais e atualmente ocupar espaço no jornal Correio* como colunista, o jornalista contou ao bahia.ba em live, que pretende levar o piloto de uma série roteirizada em dupla com Dudu Guimarães, para frente.
“Já estou inclusive escrevendo uma série com um colega roteirista lá de São Paulo, Dudu Guimarães, a gente já tem o piloto de uma série pronta. Ele foi roteirista do Programa do Porchat, faz alguns roteiros com Paulo Vieira. É uma série que a gente já tem uma abertura para entregar tanto a Globoplay, quanto a Netflix, eu já tenho passeado nos bastidores com esse objetivo, para chegar lá”, contou.
Para o escritor, essa possibilidade só foi possível devido ao sucesso que seus textos fazem nas redes sociais. “Tudo é uma consequência do que esse público que me acompanha me deu”.
Em tempo, o baiano lança seu terceiro livro, ‘Acredite Na Sua Capacidade de Superar’, que traz um momento de reflexão para os leitores e incentiva a buscar novos caminhos, fazer novas escolhas e aprender a conviver com o que ficou.

 

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Filarmônicas realizam encontro musical virtual para celebrar o Dois de Julho
Nove bandas de várias regiões da Bahia participam com seus maestros
Redação
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Foto:: Camila Souza/GOVBA
Foto:: Camila Souza/GOVBA


Todos os anos o sol nasce diferente na Bahia no dia 2 de julho. Todos os anos, as filarmônicas da Bahia fazem um encontro em Salvador sob o céu do Dois de Julho. Este ano elas não deixarão de celebrar a grande vitória do povo da Bahia, do Brasil, mas farão cada uma sob o céu de sua cidade, no Primeiro Encontro Virtual de Filarmônicas da Bahia/29º Encontro de Filarmônicas, que marca o 29º ano consecutivo em que elas se encontram para tocar.
Tudo começa na live que acontece a partir das 18h no Facebook da FUB – Filarmônicas Unidas da Bahia e no Youtube da Fundação Gregório de Mattos, que está apoiando o evento. Com mediação de Felipe Dias, que contará com a parceria do maestro Fred Dantas na apresentação, uma extensa programação será realizada.
Na abertura, um vídeo com o Hino ao 2 de Julho, com novo arranjo feito pelo maestro Fred Dantas, dá início à celebração. Executado de forma isolada pela “Filarmônica Virtual Unida da Bahia”, com partituras editadas por Ronald Magnavita Filho, vídeo editado por Gival Filho e tocado por músicos de filarmônicas das cidades de Cachoeira, Camaçari, Caravelas, Central, Irará, Itiúba, Jacobina, Maragogipe, Morro do Chapéu, Salvador, Senhor do Bonfim e Serrinha.
As nove filarmônicas que participarão farão então suas apresentações através de vídeos e para cada filarmônica que mostrar sua música na live haverá uma entrevista ao vivo com o seu maestro. A live também estará aberta para que o público se manifeste e faça perguntas e será encerrada com o Hino ao 2 de Julho.

 

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Drive Thru solidário do Núcleo de Decoração da Bahia recebe doações na Alameda das Espatódeas



A principal associação de lojistas do segmento de arquitetura do estado, o Núcleo de Decoração da Bahia, vai realizar uma campanha para arrecadar donativos que serão destinados a instituições de caridade da Bahia, que passam por um momento ainda mais delicado por conta da pandemia do Coronavírus. A ação vai acontecer entre os dias 02 e 03 de julho, das 10h às 16h, em forma de drive thru, que estará instalado na Alameda das Espatódeas, 341, ao lado da loja ProHome Colchões.
A campanha vai receber doações de cestas básicas, alimentos não perecíveis, materiais de limpeza, produtos de higiene pessoal, lençol e toalhas de banho. Todo o material recolhido será doado às instituições: Abrigo São Gabriel, Grupo Mulheres do Brasil, Lar da Criança, Lar Vida e Paróquia São Jorge. O NDB é uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de promover ações promocionais e atividades voltadas para os profissionais de decoração, lojistas e seus colaboradores.


 

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Leilão do Bem surge para beneficiar instituições filantrópicas da Bahia



Com as mãos unidas, a Qualité Eventos e a Reserva Baronesa decidiram realizar o Leilão do Bem, convidando grupos de empresários e empreendedores de diversos setores da cadeia produtiva e que tenham interesse na soma e multiplicação do progresso das instituições filantrópicas: OSID (Obras Sociais Irma Dulce), que abriga um dos maiores complexos de saúde 100% SUS do país, com cerca de 3,5 milhões de procedimentos ambulatoriais por ano, e o CAENA (Centro Avançado Empreendedorismo Nordeste de Amaralina), que consiste em uma iniciativa da Ordem Mercedária em parceria com a Paróquia Nossa Senhora da Luz e a sua Pastoral do Empreendedor. A entidade proporciona a jovens e adultos do Nordeste de Amaralina e bairros vizinhos, com enormes desafios socioeconômicos, formação na área do empreendedorismo.
O leilão será realizado em formato online e exclusivo com as peças ou serviços doados, com até 500 Lotes divididos em duas noites. O convite para o evento será enviado a mais de 130 mil cadastrados em todo o Brasil, além de divulgação do evento nas redes sociais das entidades envolvidas. O nome e a marca de cada doador serão divulgados nacionalmente no Bahia Leilões, site em que acontecerá o leilão, durante a apresentação das respectivas peças ou serviços.


 

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Lives do dois de Julho

CORREIO e História - O CORREIO começa nesta terça-feira, 30, uma série de lives sobre o Dois de Julho. As lives serão apresentadas pela subeditora do jornal e graduanda em História, Clarissa Pacheco, e terá as participações dos historiadores Marcelo Siquara e Rafael Dantas e do colunista do CORREIO Nelson Cadena. Sempre às 17h, as lives serão transmitidas no Instagram (@correio24horas), e vão debater temas relacionados à Independência da Bahia, como a situação da população da capital, que não conseguiu fugir para o Recôncavo, as transformações na cidade após a guerra e a cobertura da imprensa sobre a festa.
Multimídia - Além das lives no Instagram, o CORREIO vai publicar ao longo da semana um amplo conteúdo multimídia sobre o Dois de Julho, com videos, ilustrações, artigos e um podcast especial sobre a data. Fique atento ao www.correio24horas.com.br e às redes sociais para não perder nada.
 

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Bohemia apresenta live em comemoração à Independência da Bahia com Margareth Menezes



“Nasce o sol a 2 de julho, brilha mais que no primeiro”, e a Bohemia chega ao fim de tarde desta quinta feira (2) re-afirmando que “o sol é brasileiro”. A cerveja mais antiga do Brasil apresenta a live em homenagem da cantora Margareth Menezes e da Bohemia, à Independência da Bahia.
O show virtual acontece à partir das 20h, no canal oficial da artista e trará convidados especiais, como os cantores Tatau e Jau, que trazem nas suas vozes, a beleza e a força da cultura da Bahia. O protagonismo feminino, tão forte nas lutas pela independência, será protagonizado desta vez, na voz da cantora Margareth, que preparou um repertório especialmente para a data, que conta com sucessos como Faraó, Toda Menina Baiana, DandaLunda e Elegibô. O cenário será a exuberante Baía de Todos os Santos.
“Pra mim é um prazer participar desta ação, a convite da Cervejaria Bohemia. Mesmo em tempo de pandemia é importante celebrar esta grande conquista que faz parte da história do Brasil. A Independência da Bahia foi um marco de total libertação do povo brasileiro, do Brasil Colônia, naquela época”, afirma Maga.
Com apresentação de Alessandro Timbó, a live trará elementos que reforçam toda a baianidade, tradição e cultura da Bahia. Personagens como o Caboclo e a Cabocla, serão lembrados através de pessoas que hoje, não deixam essa história morrer. Para acompanhar a live, basta acessar o youtube.com/margarethmenezes


 

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"Cortejo virtual" do Dois de Julho tem programação divulgada


Este ano, por conta dos limites gerados pela pandemia da Covid-19, a Academia de Ciências da Bahia (ACB) vai comemorar o 2 de julho, que marca as celebrações pelas lutas de Independência do Brasil na Bahia, de forma virtual. Substituindo o tradicional cortejo que percorre o Centro Histórico de Salvador, encontro ao vivo na rede reunirá instituições como Universidade Federal da Bahia e outras universidades e entidades federais e estaduais.
Além de nomes de destaque, como o presidente da Academia Brasileira de Ciências, Luiz Davidovich, o presidente da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) e reitor da UFBA, João Carlos Salles, e a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia, Adélia Pinheiro também estão inseridos na programação.
“O 2 de Julho é uma data de grande importância para a Bahia e o Brasil. Simboliza a verdadeira Independência do país. Nesse sentido, a ACB resolveu, mais uma vez, liderar uma manifestação neste dia. O nosso objetivo é despertar e reforçar na população o “valor da ciência”, bem como revelar o perigo que a atual situação de penúria orçamentaria representa para o seu futuro”, observa Jailson Andrade, presidente da Academia de Ciências da Bahia.
A comemoração virtual do 2 de Julho será marcada por um ampla programação de atividades, a partir das 9 horas, quando acontece a mesa de abertura, com pronunciamentos do presidente da ACB, Jailson Andrade, e convidados. Na parte da tarde, das 14 às 17 horas, estão concentradas as mesas de discussões, que abordarão temas como o próprio significado histórico, político e social da data, além de questões relacionadas com a pesquisa e o desenvolvimento científico na Bahia.
O sistema de transmissão online da programação é o mesmo que foi adotado recentemente pelo Congresso Virtual da UFBA, que teve uma grande audiência em todas as suas sessões. Importante observar que a Academia de Ciências da Bahia mantém o seu pioneirismo em articular as diversas áreas de atuação da ciência com um objetivo comum. “Somos a única academia do Brasil que possui representação das diferentes manifestações das ciências, pois na Academia estão reunidos pesquisadores das Ciências da Vida, Humanas, da Cultura e das Artes, presentes de forma expressiva neste ato”, lembra Jailson Andrade.
Programação
A programação do “Dois de Julho em Defesa da Ciência” terá início às 9hs, com a mesa de abertura coordenada pelo presidente da Academia de Ciências da Bahia, Jailson Andrade, com participação do presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira; do presidente da Academia Brasileira de Ciências, Luiz Davidovich; do presidente da ANDIFES (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) e reitor da UFBA, João Carlos Salles; do presidente da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (ABRUEM), Antônio Guedes Rangel Junior; e do presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (CONIF), Jadir José Pela.
Às 10 horas, a programação prossegue com uma Sessão em homenagem aos 120 anos da FIOCRUZ, que terá a participação da diretora da entidade na Bahia, Marilda de Souza Gonçalves; do presidente da Academia de Ciências da Bahia, Jailson Andrade; do presidente da Academia Bahiana de Medicina, Antônio Carlos Vieira Lopes; da secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, Adelia Pinheiro, da presidente da Fundação Oswaldo Cruz, Nisia Trindade Lima.
Na parte da tarde, entre 14 e 17 horas, serão realizadas mesas de debates paralelas sobre temas como “Água e Desenvolvimento Sustentável”, “A Bahia e seu Papel na Década dos Oceanos”, “As Ciências Básicas”, “Os Desafios da Economia em Tempos de Covid-19 ”, “Redução das Desigualdades”, “Cultura e Arte”, além da conferência “Dois de Julho: o portal da Independência”.
Na sessão de encerramento, as 16h30, participarão o presidente da Academia de Ciências da Bahia, Jailson Andrade; a secretária da Secti, Adélia Pinheiro; o secretário estadual de Educação da Bahia, Jeronimo Rodrigues; e o diretor geral da Fapesb, Márcio Costa.

 

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PROGRAME-SE!

MESAS

1. Água e Desenvolvimento Sustentável: desafios para a Bahia no século XXI 14:00h
Moderador: Pedro Afonso Pereira (ACB/UFBA)
a. Química social da água: da dessalinização ao impacto da poluição, Profa. Vania Palmeira Campos (UFBA)

b. Qualidade da água da bacia hidrográfica do Rio Grande, Prof. José Domingos Santos da Silva (UFOB)

c. Novas tecnologias digitais na quantificação de substâncias, Prof. Valfredo Azevedo Lemos (UESB)


2. As Ciências básicas 14:00h

Moderador: Manoel Barral Neto(ACB / FIOCRUZ / UFBA)

a. Pesquisa básica no envolvimento da pandemia, Profa. Raquel Guimarães Benevides (UEFS)

b. Uma visão da pesquisa básica em física na Bahia, Prof. Thiago Albuquerque de Assis (UFBA)

c. Ciências básicas: das sete pontes de Königsberg ao gerenciamento da pandemia da Covid-19”, Prof. Mirco K. Solé (UESC)


3. Redução das Desigualdades 14:00h

Moderador: Othon Jambeiro (ACB/UFBA)

a. As desigualdades e o desafio de formar mulheres pesquisadoras, Profa. Maria Cláudia Cardoso Ferreira (UNILAB)

b. Educação Quilombola no Estado da Bahia, Profa. Amélia Tereza Santa Rosa Maraux (UNEB)

c. LibrasInterConect Interconexão dos profissionais intérpretes de Libras com os profissionais da saúde no atendimento às Pessoas Surdas e no combate ao novo Coronavírus (SARS-Cov-2/Covid-19)”, Prof. Aisamaque Gomes de Souza (IF BAIANO)


4. A Bahia e seu Papel na Década dos Oceanos 15:00h

Moderador: Zelinda Leão (ACB/UFBA)

a. Novas fronteiras da pesquisa oceânica e a década dos oceanos (2021-2030), Profa. Gisele Olimpio da Rocha (UFBA)

b. Águas costeiras – como (vi)vemos o mar que nos cerca, Profa. Erminda da Conceição Guerreiro Couto(UESC)

c. Poluição Marinha: navegando por um mar de mistérios, Prof. Silvio Sasak (UFSB)


5. Os Desafios da Economia em Tempos de Covid-19 15:00h

Moderador: Amilcar Baiardi (ACB / UFBA)

a. Desigualdade de Renda e Pandemia no Brasil, Prof. Fabrício Pitombo(UFBA)

b. Perspectivas da economia pós-pandemia na região Oeste, Prof. Erick Samuel Rojas Cajavilca (UFOB)

c. Turismo na Bahia: panorama atual e perspectivas no Pós-Covid, Profa. Lúcia Aquino de Queiroz (UFRB)


6. Cultura e Arte 15:00h

Moderadora: Viga Gordilho (ACB / UFBA)

a. Arte, Cultura e Universidade: cenário e perspectivas, Profa. Dra. Daniele Canedo (UFBA)

b. Cultura, Arte e as Questões Indígenas no Sul da Bahia em Tempos de Pandemia, Profa. Carla Camuso(IFBA)

c. Arte e cultura em tempo de pandemia, Prof. Paulo Cesar Miguez de Oliveira(UFBA)


7. Conferência: 2 de Julho, o portal da Independência 16:00h

Coordenação: Jocélio Teles dos Santos(UFBA) e Wlamyra Albuquerque (UFBA)



 

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Festival online busca novos talentos da música na Bahia; veja como concorrer
Etapa inicial do Festival Mugunzá escolherá 30 intérpretes e composições inéditas; vencedor(a) leva EP, clipe e gerenciamento de carreira




O I Festival Mugunzá de Música da Bahia, que visa selecionar inicialmente 30 intérpretes com composições musicais inéditas, em todo o estado, para concorrer à gravação de um EP, videoclipe e contrato de gerenciamento da carreira, está com inscrições abertas até o próximo dia 19 de julho.

Para se inscrever, é necessário enviar um vídeo cantando uma composição que seja inédita, de qualquer gênero musical, além de preencher a ficha de inscrição.
A ideia do projeto é, além de promover entretenimento, descobrir canções autorais, conhecendo artistas baianos, e estimulando o cenário musical.
Como são tempos de quarentena, a primeira edição do Festival Mugunzá teve de ser realizada via internet, o que não impede o público de se aproximar do trabalho de novos artistas, expandido os acessos e também os afetos, neste período de pandemia.

Após a seleção dos 30 intérpretes, o público conectado passa a decidir quem permanecena disputa. Serão quatro etapas e a revelação do vencedor do Festival Mugunzá ocorrerá no dia 13 de setembro.
Para acompanhar de perto o evento, curta o perfil do estúdio de gravação Mugunzá Records.
As inscrições seguem até o dia 19 de julho pelo email [email protected].

O I Festival Mugunzá de Música da Bahia é uma realização Mugunzá Records, em parceria com a Rosza Filmes, a LadeiraLoop e a Tribuzana Filmes.

 

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Dois de Julho: Nove filarmônicas farão concerto virtual com hino renovado
Desfile deixará de acontecer pela primeira vez na história, mas orquestras não deixarão de celebrar a data

O som das bandas filarmônicas ecoando pelas ruas históricas de Salvador é, sem dúvida, um dos elementos mais emocionantes do desfile cívico em comemoração ao 2 de Julho. A beleza da marchinha em fila, dos instrumentos e das roupas leva muita gente a sair de casa para celebrar a data magna. Pela primeira vez na história, este desfile não vai acontecer devido à pandemia, mas as filarmônicas não deixarão de festejar a vitória do povo baiano. Nove orquestras de diferentes cidades da Bahia decidiram fazer uma apresentação em live nesta quinta-feira, às 18h, pelo Facebook e YouTube.

À frente da ideia, o maestro Fred Dantas, da Oficina de Frevos e Dobrados, observa que a festa mexe não só com o orgulho patriótico, mas também com a religiosidade do baiano e o bairrismo. “Tem essas relações com promessas, o hábito de jogar flor no Caboclo, jogar moedas. No passado, eu mesmo não me conformava enquanto eu não tocasse, é a coisa do pegar mesmo”, diz.
Por causa destas questões, o maestro acredita que as aglomerações seriam certas e não há viabilidade para a realização do cortejo pelas ruas.
“Esse susto de não haver desfile, isso a humanidade inteira está tendo que absorver. Imagine que as Olimpíadas também foram adiadas, nunca houve isso. Teremos que aprender a conviver com isso. Seria uma temeridade se fosse liberado”, reconhece ele, ao mesmo tempo que garante que as filarmônicas ficarão bonitas nas telas.
A abertura da programação vem logo com novidade. Será exibido um vídeo com o Hino ao 2 de Julho sob novo arranjo musical, feito por Fred Dantas, e executado de forma isolada pela “Filarmônica Virtual Unida da Bahia”, formada por 14 orquestras. Participam do projeto inteiro, em média, 270 músicos. O filme compila tanto imagens gravadas em apresentações passadas quanto vídeos gravados em casa pelos instrumentistas, que foram enviados por e-mail.
Ao CORREIO, o maestro anfitrião antecipou que a nova música do hino está mais dinamizada. Dantas explica que o hino possui três estrofes principais, que mudam a letra, mas a partitura original pode parecer repetitiva aos ouvidos acostumados. “Ficava uma chatice, porque muda o discurso musical, no caso a letra, e música permanece a mesma, então eu criei dois novos contrapontos. Cada estrofe agora tem um contraponto diferente”, conta.
Em seguida, as nove filarmônicas participantes farão apresentações e entrevistas ao vivo a partir de suas cidades de origem. São elas: Sociedade Lítero Musical 25 de Dezembro (Irará); Lira Musical Deolindo Lima (Barra); Filarmônica União dos Ferroviários Bonfinenses (Senhor do Bonfim); Sociedade Filarmônica Minerva (Morro do Chapéu); Filarmônica 15 de Setembro (Belmonte); Filarmônica 2 de Janeiro (Jacobina); Sociedade Filarmônica União Sanfelixta (São Félix); Filarmônica Erato Nazarena (Nazaré das Farinhas) e a anfitriã Oficina de Frevos e Dobrados, de Salvador.

Com previsão de duração de até 2h, a live tem apoio da Fundação Gregório de Mattos (FGM) e terá execução de uma música por orquestra, entre elas Os Bohêmios, de Anacleto de Medeiros, Tudo é do Pai, de Padre Marcelo Rossi e New York, de John Kander-Fred Eber, sob regência de maestro Lourival.

 

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Margareth Menezes realiza live em comemoração à Independência da Bahia
A artista recebe os amigos Tatau e Jau no show virtual apresentado pela Bohemia
Redação

Foto: Leo Costa/ Divulgação
Foto: Leo Costa/ Divulgação

Sem o tradicional desfile de 2 de julho, para celebrar a Independência da Bahia, a cantora Margareth Menezes fará uma homenagem a data com uma live musical nesta quinta-feira (2), a partir das 20h no canal oficial do YouTube da artista.
O show virtual apresentado pela Bohemia, terá Alexandre Timbó como mestre de cerimônia e participação dos amigos de cena, Tatau e Jau, que reforçam a cultura baiana em suas canções.
“Pra mim é um prazer participar desta ação, a convite da Cervejaria Bohemia. Mesmo em tempo de pandemia é importante celebrar esta grande conquista que faz parte da história do Brasil. A Independência da Bahia foi um marco de total libertação do povo brasileiro, do Brasil Colônia, naquela época”.
Para a apresentação, Margareth prepara um repertório recheado de sucessos como Faraó, Toda Menina Baiana, DandaLunda e Elegibô.

 

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Artesanato da Bahia chega na Bemglô, de Glória Pires
Artesanato da Bahia chega na Bemglô, de Glória Pires


O Artesanato da Bahia acaba de chegar na Bemglô, plataforma colaborativa dos sócios Gloria Pires, Orlando Moraes, Betty Prado e Nelson Carneiro. A parceria surge a partir das Ações de Qualificação, Promoção e Comercialização do Artesanato da Bahia, realizadas pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte - SETRE, através da Coordenação de Fomento ao Artesanato, e pela Associação Fábrica Cultural, na busca de novos espaços para comercialização e divulgação da produção artesanal do estado.

As peças de artesãs e artesãos baianos já podem ser adquiridas através do site www.bemglo.com. São acessórios e objetos utilitários selecionados pela sua beleza e qualidade, como pulseiras, colares de cerâmica, pentes de madeira com osso, echarpe e cestos de fibras naturais. A parceria vai dar uma maior visibilidade aos produtos e seus criadores.

Pioneira no formato de e-commerce com conteúdo sobre consumo consciente, a Bemglô oferece produtos dentro da filosofia do comércio justo, contribuindo para um caminho e desenvolvimento mais sustentável. A plataforma também conta a história de quem faz, com afeto, proximidade e consciência de consumo.

A ideia da parceria com o Artesanato da Bahia surgiu através de uma conversa dos sócios da Bemglô com a cantora Margareth Menezes, presidente da Fábrica Cultural. Depois do encontro em São Paulo, não demorou para a curadora e sócia Betty Prado desembarcar em Salvador, onde se encantou com as criações de artesãs e artesãos baianos durante a visita ao Centro de Comercialização do Artesanato da Bahia, no Porto da Barra.


 
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