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Discussion Starter #1 (Edited)
Economia da Bahia






Agropecuária





A economia da Bahia é composta basicamente por agropecuária, indústria, mineração, turismo e nos serviços. A Bahia responde por 36% do PIB do Nordeste e mais da metade das exportações da região. Dentre os estados brasileiros, conta com sétimo maior PIB.

A Bahia é o primeiro produtor nacional de cacau, sisal, mamona, coco, feijão e mandioca, sendo os dois últimos mais voltados para a subsistência do que para a comercialização. A região de Ilhéus é uma das mais propícias áreas para o cultivo do cacau em toda a Bahia. Tem bons índices também na produção de milho e cana-de-açúcar.

Fator prioritário da economia baiana, a pecuária bovina ocupa hoje o sexto lugar nacional, enquanto a caprina registra atualmente os maiores números do setor em todo o Brasil.

Além de ser o principal produtor de cacau, é também o principal exportador de cacau no Brasil. Recentemente, o cultivo da soja e a rizicultura aumentaram substancialmente no oeste do estado.


Destaque para três áreas promissoras: a produção de grãos no Oeste, a fruticultura no Vale do São Francisco e a indústria madeireira no Sul.



Mineração




O Estado da Bahia, com base em características de sua Geologia, mantêm posição de destaque em nível nacional, estando em 4º lugar na produção de bens minerais. A Bahia tem reservas consideráveis de minérios e de petróleo. A mineração baseia-se essencialmente no ouro, cobre, magnesita, cromita, sal-gema, barita, manganês, chumbo e talco.

Em 2013, a mineração foi afirmada como um setor promissor, com destaque para as atividades relacionadas ao minério de ferro em Caetité, à bauxita na região de Jaguaquara, sem falar do exploração de vanádio e tálio.



Indústria



A indústria na Bahia tem forte participação econômica no estado, volta-se para os setores da química, petroquímica, agroindústria, informática, automobilística e suas peças.

As áreas de tecnologia da informação e comunicação, petróleo e gás e indústria naval, e indústria de transformação plástica são três de sete promessas da economia baiana listadas em 2013, o que remete ao Polo de Informática de Ilhéus, as bacias do petróleo pré-sal ao longo do litoral baiano, os estaleiros Enseada do Paraguaçu, da Bahia e São Roque do Paraguaçu, e outras atividades desenvolvidas principalmente no Polo Industrial de Camaçari e entorno dos projetos de infraestrutura do Porto Sul e da Ferrovia Leste-Oeste.



https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_da_Bahia



PIB do interior dos estados do Nordeste sem as RMs das capitais.









PIB Nordeste/2013



Alagoas

-Estado: 37.223.276


Bahia

-Estado: 204.265.321


Ceará

-Estado: 108.796.325


Maranhão

-Estado: 67.592.890


Paraíba

-Estado: 46.325.355


Pernambuco

-Estado: 140.727. 623


Piauí

-Estado: 31.239.986


Rio Grande do Norte

-Estado: 51.445.700


Sergipe

-Estado: 35.192.685



Fonte: IBGE







 

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Discussion Starter #2
Agricultura Sustentável praticada no Oeste da Bahia contribui para a redução de CO2 na atmosfera




Vista por muito tempo como um dos principais emissores de dióxido de carbono (CO2) no meio ambiente, a agricultura há algum tempo ostenta do triste título de contribuir para o efeito estufa no planeta. Um estudo conjunto realizado recentemente por pesquisadores da Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e da Faculdade São Francisco de Barreiras (Fasb), desmistifica essa ideia, mostrando que a atividade praticada de modo sustentável pode contribuir para a redução do gás poluente, através da absorção e retenção do CO2 no solo.

Intitulada de “Agricultura sequestradora de carbono”, a pesquisa foi realizada em dez sub-regiões do cerrado do Oeste baiano, totalizando uma área de aproximadamente 1,98 milhão de hectares, onde foram coletadas aleatoriamente 800 amostras de solos, em três profundidades, avaliando o teor de matéria orgânica em cada uma delas.

O resultado foi surpreendente: as análises comprovaram que as áreas de produção agrícola no Oeste baiano acumulam, em média, cerca de 12,30 milhões de toneladas de MOS (Matéria Orgânica no Solo) e 16,4 milhões de toneladas de CC (Crédito de Carbono) a mais do que os solos do cerrado natural.

O diretor de Águas e Irrigação da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Cisino Lopes, que integra a equipe de pesquisadores, explica o processo: “Ao se plantar culturas anuais, em ciclos repetitivos, o solo passa a receber todos os anos uma quantidade significativa de matéria orgânica, e em pouco tempo ocorre um acúmulo desta matéria no solo das áreas sob plantio em relação ao cerrado natural, configurando, assim, o sequestro do CO2 atmosférico, por meio do processo de fotossíntese, pois a planta absorve o gás da atmosfera, transforma em fibras e nutrientes necessários para o seu desenvolvimento e acumula matéria orgânica no solo”,

A tese é confirmada também por alguns estudos feitos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que atestam que práticas, como o manejo adequado do solo, podem contribuir para que a agricultura seja uma das principais atividades sequestradora do gás causador do desequilíbrio climático.

O estudo revelou ainda que o Oeste da Bahia tem um bioma equilibrado com o acúmulo crescente de carbono por hectare em áreas exploradas por culturas anuais de soja, milho e algodão. Isso significa que a agricultura de alta produtividade praticada na região é sustentável, ou seja, não poluente, e contribui para o equilíbrio ambiental.




http://aiba.org.br/noticias/agricult.../#.VxaZQvkrLIU
 

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Discussion Starter #3
Com investimentos de r$ 200 milhões, nordestina, no semi -árido Baiano, começa a produzir, em junho deste ano, diamantes a partir da extração
direta da rocha, na primeira mina do gênero na américa latina.



A mina de Nordestina é resultado de oito anos de pesquisas e investimentos de cerca de R$ 200 milhões da Lipari Mineração — joint venture entre a Aftergut & Zonen, da Bélgica, e a Favourite Company, da China — comandada pelo geólogo canadense Kenneth W. Johnson. O tipo de diamante encontrado na região — chamada de Green Stone Belt Itapicuru — está entre os cinco mais preciosos e cobiçados do mundo.



 
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Discussion Starter #4
Sudoeste baiano também aposta na “umbueconomia”






Fundada em 2010 – sete anos depois da Coopercuc – a Cooproaf – Cooperativa de Produção e Comercialização dos produtos da Agricultura Familiar do Sudoeste da Bahia, reúne 63 cooperados e beneficia mais de 500 famílias em torno da produção, beneficiamento e comercialização do umbu, além de outras frutas nativas, em três unidades industriais nos municípios de Manoel Vitorino e Mirante, no Sudoeste da Bahia, região onde se concentra a maior produção da fruta.




http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/imagens/revista-pdf-9450.pdf
 

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Discussion Starter #5
Bridgestone investe R$ 262 milhões na Bahia





A Bridgestone Firestone, uma das maiores fabricantes de pneus do mundo, investirá, em 2016, R$ 262 milhões na ampliação da sua planta industrial Bahia, sendo R$ 252 milhões no incremento da produção e R$ 10
milhões na construção de um centro de distribuição. Atualmente a fábrica trabalha em três turnos e espera chegar, com a ampliação, a produzir 8,1 mil pneus/dia.



http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/imagens/revista-pdf-9450.pdf
 

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Discussion Starter #6
Bahia será contemplada com investimentos de r$ 1,6 Bilhão da Suzano Papel e Celulose. Fábrica de mucuri, no extremo-sul será ampliada com uma unidade de produção de papel higiênico.



A Bahia será um dos estados contemplados no pacote de projetos anunciados em 2015 pela Suzano Papel e Celulose. A companhia vai investir um total de R$ 1,625 bilhão na expansão da capacidade produtiva de celulose, na entrada do segmento de papel tissue (para fins sanitários) e em tratamento de efluentes, até o primeiro trimestre de 2018. Segundo Jorge Emanuel Reis Cajazeira, Diretor de Relações Institucionais da empresa, os projetos atendem os pilares estratégicos da Suzano que são competitividade estrutural (projeto 5.1) e negócios adjacentes (tissue).




http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/imagens/revista-pdf-9450.pdf
 

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Discussion Starter #8
Bons ventos trazem Tecsis para a Bahia


Nova fábrica de pás eólicas entra em operação com investimento de R$ 200 milhões e geração de 1.500 empregos diretos para os baianos


Com o selo 100% brasileira, a Tecsis, uma das maiores fabricantes mundiais de pás customizadas para energia eólica, firma uma nova base de operação na Bahia. Instalada no Polo Industrial de Camaçari, a segunda unidade de produção de pás eólicas da companhia já está operacional e prevê iniciar a produção ainda em janeiro.
Com um investimento totalizado em R$ 200 milhões — R$ 170 milhões divididos entre investidor imobiliário e adiantamento de recursos de clientes e R$ 30 milhões da própria Tecsis —, a nova fábrica foi projetada para
operar com oito linhas de produção ativas. Na primeira etapa, a capacidade estimada de produção é de 1.000 pás por ano, com estimativa de dobrar o número em menos de dois anos.




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Discussion Starter #9
CADEIA PRODUTIVA DA ENERGIA EÓLICA







Com a chegada da Tecsis, a Bahia já abriga seis empreendimentos industriais para completar a cadeia produtiva da energia eólica. Além das pás customizadas, há fábricas de torres eólicas, pás, nacelles e montagem de turbinas. As outras empresas são as espanholas Gamesa, Acciona Windpower e Torrebras, a joint venture entre a brasileira Andrade Gutierrez e o grupo francês Alstom denominada TEN e a Wobben Windpower, subsidiária da alemã Enercon GmbH.





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Discussion Starter #10
Camaçari será sede de uma unidade CIMATEC Industrial
Centro de pesquisa e inovação vai apoiar na atração de novas empresas de base tecnológica




Camaçari foi escolhida para receber a instalação do CIMATEC Industrial, que será planejado para ter um aspecto muito parecido com um ambiente industrial e está sendo concebido para operar com serviços tecnológicos em grande escala e com projetos de pesquisa e inovação, cujas execuções demandem estruturas, espaços, utilidades ou segurança típicos de uma área industrial.
“O município ganhará um centro de pesquisa e inovação respeitado nacionalmente e internacionalmente, capaz de apoiar a Bahia na atração de novas empresas de base tecnológica, além de oportunizar a região a desenvolver suas próprias empresas baseadas na inovação”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Ricardo Alban.




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Discussion Starter #11
Flor de Algodão




A Icofort - uma das maiores empresas do Norte e Nordeste em processamento de algodão - vai concluir neste primeiro semestre de 2016 um investimento de R$ 45 milhões em seu parque industrial em Juazeiro, no Vale do São Francisco. A meta é dobrar a capacidade de re no de óleo bruto de algodão das atuais 200 toneladas por dia para 400 toneladas/dia, além de inaugurar uma nova linha industrial para a produção de margarinas e gorduras vegetais.




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Discussion Starter #12
PARANAPANEMA





A Paranapanema, maior produtora de cobre do Brasil, investiu R$ 65 milhões na modernização da Unidade de Ácido Sulfúrico (UAS) da planta de Dias d’Ávila. A UAS garante que o gás gerado no forno durante a fundição do cobre – essencialmente dióxido de enxofre – seja tratado e convertido em ácido sulfúrico e ar limpo, evitando assim a emissão de gases na atmosfera. A planta baiana da companhia produz cerca de 40 mil toneladas de ácido sulfúrico/mês.




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Discussion Starter #13
Brumado, Dom Basílio e Rio de Contas





A Enel Green Power está investindo cerca de R$ 3 bilhões em usinas eólicas e solares na Bahia. Somente R$ 440 milhões estão na construção de dois parques eólicos Cristalândia I e II, com capacidade instalada de 30 MW (15 turbinas) e 60 MW (30 turbinas) respectivamente, que devem entrar em funcionamento em 2018. As usinas serão instaladas em Brumado (37 aerogeradores), Dom Basílio (6 aerogeradores) e Rio de Contas (2 aerogeradores).



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Discussion Starter #14
Mais garrafas PET




A Engepack vai investir R$ 100 milhões na modernização e ampliação da fábrica na Bahia, no Centro Industrial de Aratu, em Simões Filho.
A companhia está entre as maiores empresas do mercado nacional e conta com capacidade anual de produção acima de 4,2 bilhões de embalagens. A companhia, que divide entre refrigerantes, água mineral e óleo comestível a sua produção de garrafas PET (politere alato de etileno), quer entrar com força no envase de cerveja e leite.





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Discussion Starter #15
Grupo Cicopal: Pipoca doce em Passé




Fundada há 23 anos, o Grupo Cicopal anunciou investimentos de R$ 18 milhões e geração de 225 empregos diretos em uma nova fábrica no município de São Sebastião do Passé, na Região Metropolitana de Salvador. A indústria terá capacidade de produção de 400 toneladas/mês de salgadinho de milho, bebida mista, refrigerante e pipoca doce das marcas Mico’s e Sullper. O grupo já possui outras três fábricas na Bahia, Goiás e Pará.




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Discussion Starter #16
Votorantim Cimentos consolida compromisso com a Bahia



Com uma participação de 3,8% no produto interno bruto do Brasil e o maior PIB do Nordeste, a Bahia é estratégica para a indústria da construção civil, setor que responde por 8% da economia local. A importância decisiva do Estado para o segmento levou a Votorantim Cimentos a apostar em uma nova fábrica. Em Camaçari, um dos maiores polos industriais da América Latina, a empresa investiu R$ 25 milhões em sua primeira unidade exclusiva de produção de argamassas no mercado nordestino. A planta, inaugurada em novembro de 2015, gera 80 empregos diretos e indiretos. Tem capacidade para 206 mil toneladas por ano.




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Discussion Starter #17
Braskem investe R$ 380 milhões para tornar ‘flex’ o Polo de Camaçari









A Braskem vai investir R$ 380 milhões no Porto de Aratu e na Unidade de Petroquímicos Básicos da empresa em Camaçari para poder utilizar matéria-prima importada dos Estados Unidos aqui na Bahia.

O investimento será utilizado para adaptar a infraestrutura logística de Aratu, na construção de um duto para interligar o porto ao Polo e na adequação tecnológica da unidade da Braskem, no Polo. As obras, que começam no segundo semestre deste ano, devem ser concluídas em outubro de 2017.

Com o investimento, a Braskem vai preparar a sua unidade no Polo para operar com até 15% de etano, produzido a partir do shale gás, ou o gás de xisto norte-americano. Atualmente, o complexo da empresa na Bahia utiliza apenas a nafta como matéria-prima. O investimento vai dar à empresa a possibilidade de substituir parte da nafta por eteno, a depender das condições de mercado. Para abastecer a unidade industrial, a Braskem assinou acordo de longo prazo com a empresa norte-americana Enterprise Products, que fornecerá o etano a partir do segundo semestre de 2017.

Hoje, a nafta representa 85% da matéria-prima consumida pela Braskem no Brasil. A partir do ano que vem, esta proporção vai cair para 80%, com o gás elevando a participação para 20%. Este aumento na participação do gás é uma tendência do mercado petroquímico mundial, por conta da abundância de shale gás no mercado norte-americano.

Em Camaçari, a Braskem tem duas linhas de produção, chamadas de “trens”. A de número dois vai parar para manutenção em outubro. É ela que será adaptada para operar à base de etano.

A maior parte do investimento da Braskem, 55%, será direcionado para o Porto de Aratu. “Há muito tempo que não se tem um investimento deste porte em Aratu. Nós estamos felizes que o Conselho de Administração da Braskem tenha autorizado este projeto”, ressalta o vice-presidente da Unidade de Petroquímicos Básicos da Braskem, Marcelo Cerqueira.

O etano vai substituir parte das 10 milhões de toneladas de nafta que historicamente são importadas por ano pela Braskem. Cerqueira diz que há algum tempo a empresa vinha estudando como aproveitar o excedente de produção do shale gás nos Estados Unidos. A partir deste ano, os norte-americanos passarão a exportar o excedente do produto, graças à construção de terminais adequados à operação.

“Quando se olha do ponto de vista geográfico, de acessos e da logística, a Bahia é o ponto mais estratégico que a gente tem, é quem está mais perto dos Estados Unidos”, destaca Cerqueira.



Do Texas para a Bahia




O gás etano comercializado pela Enterprise Products sairá do porto de Morgan’s Point, em Houston, no Texas, será transportado em estado líquido dentro de navios especiais, capazes de manter a temperatura em 90°C negativos até a chegada no Terminal de Gases Liquefeitos (Tegal), em Aratu. Do terminal portuário, o produto seguirá por meio de duto até a Unidade de Petroquímicos Básicos, em Camaçari, onde novamente será transformado em gás para ser utilizado como matéria-prima. “Hoje no Brasil não existe uma estrutura portuária para receber este produto. É um investimento dentro da área portuária. Já é relevante por si só, mas a gente sabe que Aratu há muito tempo que não recebe um investimento deste porte”, comemora Cerqueira.




http://www.correio24horas.com.br/blogs/farol-economico/
 

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Discussion Starter #18
Dezoito novas usinas eólicas entraram em operação na Bahia




Dezoito novas usinas eólicas entraram em funcionamento no semi-árido baiano neste primeiro trimestre de 2016, representando investimentos de R$ 1,7 bilhão e mais 458.500 MW adicionados à rede elétrica.

Sento Sé, com quatro usinas – Banda de Couro, Baraúnas I e II, Morro Branco I e Mussambê – e um total de R$ 495 milhões em investimentos foi o município que mais se destacou neste período como produtor de energia através da força dos ventos.

Campo Formoso foi outro município da caatinga que também começou a produzir energia eólica com as usinas Campo Formoso I, Andorinha, Morrinhos e Sertão, onde as empresas Renova e Atlantic investiram R$ 495 milhões.

A Renova também botou pra funcionar, em Caetité, três novas usinas eólicas – Borgo, Serra do Espinhaço e Caetité – com inversões da ordem de R$ 275,5 milhões.

Em Igaporã, a companhia investiu R$ 127,6 milhões nas usinas Espigão e Pelourinho.

Pindaí, município da microrregião de Guanambi, com cerca de 15 mil habitantes, também passa a ser produtor de energia eólica com a ativação das usinas Angical, Caititu, Coqueirinho e Tamanduá Mirim.

Nelas, o consórcio Brazil Energy/Sequóia Capital investiu R$ 326,2 milhões.

– Com o acréscimo dessas novas usinas, a Bahia completa um total de 60 usinas em operação e mais de 1,53 GW em potência instalada na produção de energia eólica – destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda.




http://www.correio24horas.com.br/blogs/farol-economico/
 

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Discussion Starter #19
Bahia é segundo maior produtor de energia eólica






A Bahia torna-se o segundo maior estado brasileiro em produção de energia eólica, com 63 usinas em operação e mais de 1,58 GW ultrapassando o Rio Grande do Sul, que apesar de ter 67 usinas em operação, produz 1,55 GW, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel.

O primeiro lugar continua com o Rio Grande do Norte, com 97 usinas e 2,67 GW de potência instalada.

O estado alcançou a marca na última terça-feira, quando o Complexo Eólico Assuruá, formado por três usinas, em Gentio do Ouro, no Vale do São Francisco, entrou em operação, com capacidade instalada para produzir 68 Megawatts (MW).

Em maio, mais uma usina entrará em operação na região, a Assuruá VI, de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE).

Os investimentos em eólica na Bahia são da ordem de R$ 18,5 bilhões em 186 usinas negociadas nos leilões organizados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, com 4,5 GW de potência, distribuídas em 22 municípios do semi-árido.

Quando soma-se a esta conta o mercado livre, o número de empreendimentos sobe para 214, com um total de 4,88 GW de potência.

O Estado também começa a se destacar na produção de energia fotovoltaica – a partir da fonte solar – com inversões de R$ 4,2 bilhões em 32 empreendimentos instalados em cinco municípios.




http://www.correio24horas.com.br/blogs/farol-economico/
 

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Discussion Starter #20
Produtores do oeste renegociam crédito












Produtores de milho, soja e algodão da região oeste da Bahia, a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) se reúne com bancos e fornecedores em rodadas de negociações para pedir mais crédito. A estimativa é que o prejuízo chegue a R$ 1 bilhão.
A falta de chuvas no período e intensidades adequados é a causa apontada para o problema.Com uma produtividade necessária de 40 sacas/hectares para bancar os custos, a região vê na atual safra muitas propreidades com 30 sacas/hectares e, alguns casos, a metade disso.
“O nosso histórico é de produtividade, de crescimento. O que nós precisamos agora é que o crédito seja mantido na região e os produtores que tiverem que fazer renegociação caso a caso que tenham acesso a isso, como o manual de crédito rural permite”, diz o presidente da Aiba, Júlio Busato.




http://www.genteemercado.com.br/prod...ociam-credito/
 
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