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Discussion Starter #21
Juazeiro produz queijos finos de cabra com vinho e cachaça







Os primeiros queijos finos de cabra baianos, produzidos conforme as normas sanitárias exigidas pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), já começaram ser produzidos no município de Juazeiro, no norte do estado.

Utilizando tecnologia francesa, o primeiro curso de fabricação de queijos finos utilizando leite de cabra, ministrado pela médica veterinária Maria Helena, consultora do Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), aconteceu nos últimos dias 15, 16 e 17, no laticínio Bom Sabor. “A Bahia sai na frente, com ação pioneira de fabricação de queijos finos, a partir do leite de cabra, tendo na sua composição e tecnologia, vinhos e cachaças produzidos na região do Vale de São Francisco”, declarou o secretário da Agricultura, Vitor Bonfim.

Essa é a primeira ação do Projeto Cabra Produtiva e Rota do Leite, da Seagri, que pretende organizar e profissionalizar a caprinocultura de leite no estado, promovendo a inclusão dos pequenos produtores e fomentando a agroindustrialização, com produção especializada de queijos de cabra.

Os queijos produzidos durante o curso serão apresentados ao público e aos empresários do ramo na Expovale 2016, realizada entre 17 e 22 de maio, em Juazeiro. Foram produzidos os queijos tipo Rreino, Coalho Maturado com Vinho e Cachaça, Boursin, Feta, Perladon, Valençay e Chabichou.

O Cabra Produtiva, através da Rota do Leite, também vai apoiar a realização de torneios leiteiros nas exposições agropecuárias de Salvador, Juazeiro, Uauá e Senhor do Bonfim, atraindo animais e produtores da Bahia e de outros estados, com participação de cabras de melhor produtividade e genética aprovada.

Caprinocultura




A caprinocultura tem representação significativa no semiárido baiano, região que possui o maior rebanho do Brasil, com aproximadamente 2.768.826 milhões de animais, o equivalente a 30,22% do rebanho nacional, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, os dados oficiais da Adab revelam que a Bahia só beneficia 1,5 mil litros inspecionados de leite de cabra por dia e possui apenas três laticínios habilitados para processamento.




http://www.municipiosbaianos.com.br/noticia01.asp?tp=1&nID=27022&tema=euclides
 

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Quantas notícias boas.

Vale destacar que existem ainda vários produtos em que a Bahia é a maior produtora nacional.:) Citaria aqui, por exemplo, mais dois: a graviola ( onde praticamente toda produção nacional é baiana) e o maracujá ( fruta em que o Brasil é o maior produtor do mundo)


Graviola



Maracujá:

 
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Outro produto não citado pelo Juima e que o nosso estado é de longe o maior produtor nacional: o mamão.:)




Bahia lidera produção de mamão

07/JULHO/2015

Com 45% da produção brasileira de mamão, a Bahia é o maior produtor da fruta no país e o segundo maior exportador. O Estado é seguido pelo Espírito Santo, que detém 32% da produção.

O extremo sul da Bahia é onde mais se produz. O mamão é encontrado em nove municípios da região, com destaque para os tipos sunrise solo (havaí), golden e, em menor quantidade, formosa. Produz-se, também, a fruta em Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, no oeste, e em Coco e São Félix do Conde, na Bacia do Rio Corrente.

A produção brasileira de mamão, em 2014, ficou em aproximadamente 1,2 milhão de toneladas, em 25 mil hectares, sendo que a produtividade chegou a 65 toneladas por hectare.

FONTE:http://www.revistacampoenegocios.com.br/bahia-lidera-producao-de-mamao/
 
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BAHIA É O 2º MAIOR ESTADO BRASILEIRO EM PRODUÇÃO DE ENERGIA EÓLICA


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) constatou que a Bahia é o segundo maior estado brasileiro em produção de energia eólica, com 63 usinas em operação e mais de 1,58 GW, ultrapassando o Rio Grande do Sul, que, apesar de ter 67 usinas em operação, produz 1,55 GW. O primeiro lugar continua com o Rio Grande do Norte, com 97 usinas e 2,67 GW de potência instalada.

O estado alcançou a marca na terça-feira (19), quando o Complexo Eólico Assuruá, formado por três usinas, em Gentio do Ouro, no Vale do São Francisco, entrou em operação, com capacidade instalada para produzir 68 Megawatts (MW). A perspectiva é que em maio, mais uma usina entrará em operação na região, a Assuruá VI.

A Companhia de Energias Renováveis (CER), responsável pelo empreendimento, vai inaugurar outros 194 aerogeradores, com capacidade de geração de 456 MW, no Vale do São Francisco, ainda em 2016. Na Bahia, está sob a responsabilidade da companhia 21 projetos eólicos e outros oito solar fotovoltaicos.

Os investimentos em eólica na Bahia são da ordem de R$ 18,5 bilhões em 186 usinas negociadas em leilões pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, com 4,5 GW de potência, distribuídas em 22 municípios do semiárido. Quando soma-se a esta conta o mercado livre, o número de empreendimentos sobe para 214, com um total de 4,88 GW de potência. O estado também começa a se destacar na produção de energia fotovoltaica – a partir da fonte solar – com inversões de R$ 4,2 bilhões em 32 empreendimentos instalados em cinco municípios.

A EPE habilitou 802 projetos no leilão A-5, marcado para o próximo dia 29. Ao todo serão 29.628 MW de capacidade instalada oferecido de diversas fontes, sendo a principal a eólica, com 17.131 MW oriundos de 693 projetos. Segundo a empresa, a Bahia continua concentrando uma grande quantidade de oferta de empreendimentos de energia eólica, somando 246 projetos com capacidade total instalada de 5.979 MW. O Rio Grande do Norte aparece na segunda posição, com 4.169 MW eólicos.




Link: Bahia Econômica
 

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Discussion Starter #27
Uauá vai sediar festival regional do umbu. O festival também vai contar com a Feira de Economia Solidária e Agricultura Familiar





A 8° edição do Festival Regional do Umbu será realizada nos próximos dias 29 e 30 de abril na cidade de Uauá-BA, localizada a 126 km de Juazeiro-BA e a 428 km de Salvador. O evento é organizado desde 2001 pela Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá – COPERCUC, com intuito de promover a visibilidade de ações e itens produzidos pela agricultura familiar, desenvolvidos na região da caatinga.

Nesta edição o Festival tem como tema “Ano Internacional das Leguminosas”, tema trabalhado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e Organização para a Alimentação e Agricultura dasNaçõesUnidas(FAO), em todo o mundo. As leguminosas são fontes de proteínas para os animais.

O festival também vai contar com a Feira de Economia Solidária e Agricultura Familiar. Serão mais de 40 estandes com expositores da Bahia e também de estados do sul e centro-oeste do país.





http://www.sde.ba.gov.br/Noticia.aspx?n=34220
 

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Discussion Starter #29
PREÇOS: com desaceleração, fundos voltam a olhar terras agrícolas







Região do Mapitoba é um área formada por municípios do Maranhão,
Tocantins, Piauí e Bahia.




Com 245 mil hectares de ativos agropecuários sob gestão no Brasil, a Brookfield está olhando oportunidades na região de Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), apurou a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. A estratégia é fazer aquisição no País com um parceiro local, segundo uma fonte próxima à operação.




 

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Discussion Starter #30
Parabéns Bahia!
Também com esse tamanho todo!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

O potencial do Estado ainda não foi devidamente explorado, mas nada impeditivo, estamos a caminho....:cheers:
 
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Bahia envia equipamentos eólicos pelo porto de Salvador​



Agora, o Tecon passa a ter movimentação de saída de equipamentos eólicos produzidos no estado​


A empresa espanhola Acciona Windpower faz nesta terça-feira, 26, no Terminal de Contêineres do Porto de Salvador (Tecon), o embarque de 16 kits de naceles e hubs, peças de aerogeradores produzidas pela companhia em Simões Filho. Os equipamentos seguem para parques eólicos do Rio Grande do Sul.

"É a primeira vez que registramos movimentação de saída de equipamentos do setor produzidos na Bahia, pois até então a movimentação no Tecon foi só de chegada de peças para composição dos parques na Bahia", explica o diretor do Tecon Demir Lourenço.

O estado da Bahia hoje é destaque não apenas na produção de equipamentos, como também na geração de energia por meio da força dos ventos.

Link: A Tarde
 

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Produção na Bahia​


Segundo dados divulgados este mês pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Bahia passou a ocupar a segunda posição em produção de energia eólica, com 63 usinas em operação e mais de 1,58 GW ultrapassando o Rio Grande do Sul que, apesar de ter 67 usinas em operação, produz 1,55 GW. O primeiro lugar continua com o Rio Grande do Norte, com 97 usinas e 2,67 GW de potência instalada.

Com a pujança da cadeia da energia eólica no estado, tanto na fabricação dos equipamentos em Simões Filho e Camaçari; quanto na implantação de parques de geração de energia, na Chapada Diamantina, o segmento tem sido um dos motivadores dos investimentos em alta tecnologia pelo Tecon.
O Terminal já adquiriu até três guindastes elétricos (RTGs) fabricados na China, para empilhamento de contêineres. Cada equipamento custou US$ 1,6 milhão e deve entrar em operação até o primeiro semestre do ano que vem.
De acordo com Demir Lourenço, o setor tem garantido não apenas novos investimentos, como assegurado empregos no segmento de movimentação e transporte de cargas.

"No Tecon, por exemplo, tivemos que investir em capacitação de pessoal e adequação da infraestrutura para atender as especificações das cargas de grandes dimensões", frisou. Apenas no caso dos equipamentos a serem embarcados hoje, cada hub pesa mais de 33 toneladas e a nacele, aproximadamente, 111 toneladas.

Além da Acciona, estão entre os clientes do terminal baiano as empresas Siemens, Gamesa e Alstom/GE, que estariam cada vez mais adeptas ao transporte por meio de navios do que em rodovias. No estado, ainda produzem peças para aerogeradores empresas como Torrebras e Tecsis.



Link: A Tarde
 

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Cabotagem torna operação mais segura para setor​

“O uso da cabotagem (navegação entre portos de um mesmo país) torna a operação mais segura para o setor. O modal ainda diminui o tempo de exposição da carga (de alto valor agregado) nas rodovias, contribuindo para desafogar as vias”, afirma o Tecon em material de divulgação sobre as vantagens do transporte. Ressalta ainda que “se fossem transportados pela rodovia, cada caminhão carregaria uma peça por vez, devido ao volume e peso”.

Leilão

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) habilitou 802 projetos para o leilão de energia renovável, previsto para a próxima sexta-feira. No certame, será contratada energia elétrica para ser fornecida a partir de 2021. Ao todo serão 29.628 megawatts de capacidade instalada ofertados de variadas fontes, sendo a principal a eólica, com 17.131 MW oriundos de 693 projetos.

246 projetos

De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética, a Bahia continua concentrando uma grande quantidade de oferta de empreendimentos de energia eólica, somando 246 projetos com capacidade total instalada de 5.979 MW. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), a instalação de parques eólicos tem alcançado um crescimento médio de 40% ao ano no país, num ritmo que deve ser mantido por, pelo menos, mais dez anos.

Link: A Tarde
 

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EMPREENDIMENTOS DE ENERGIA EÓLICA E SOLAR TERÃO RECURSOS DO FNE​



O Ministério da Integração Nacional (MIR) incluiu o setor de energias renováveis no rol de projetos que podem receber financiamentos dos fundos regionais de desenvolvimento. Com isso, a Bahia pode se beneficiar e ampliar seus investimentos, já que empreendimentos de energia eólica, solar, biomassa e pequenas centrais hidroelétricas poderão ter recursos do FNE.

Até então o setor energético só poderia financiar esses setores em casos específicos ou considerados prioritários pelo governo.

De acordo com o MIR, a expectativa é que os fundos regionais, incluído do Norte e Centro Oeste, financiem algo em torno de R$ 26 bilhões em projetos. Os projetos de energia renovável terão R$ 1,5 bilhão.

Link: Bahia Econômica
 

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Discussion Starter #36 (Edited)
^^

As notícias na área são promissoras, muitos parques ainda estão sendo construídos inclusive alguns irão atuar na produção consorciada de energia eólica e solar, a Bahia tem que apostar nesta produção.:cheers:
 

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Discussion Starter #37
Philip Morris vai investir R$ 168 milhões em projeto de tabaco no oeste da Bahia





Uma das maiores empresas globais da área de tabaco, a Philip Morris anunciou, nesta sexta-feira (11), investimentos de R$ 168 milhões e geração de 400 empregos diretos na produção de tabaco curado no município de Cocos, no oeste da Bahia. O protocolo foi assinado com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). O documento foi firmado entre o titular da pasta estadual, Jorge Hereda, e os gerentes da Philip Morris Brasil, Luís Camarate e Marcos Moraes.

O projeto consiste na implantação de um complexo agroindustrial, compreendido desde a compra das sementes até a colheita de tabaco. “O terreno já está em fase de terraplanagem e a expectativa é que a primeira colheita já seja feita no segundo semestre deste ano. Escolhemos Cocos por causa do clima e solos excelentes, possibilidade de irrigação e mecanização da produção”, explicou Camarate.

Todo tabaco será produzido na Bahia e transferido para o Rio Grande do Sul para o processo de beneficiamento. Tendo em vista a demanda das empresas afiliadas à companhia em diversos países, o volume de produção do tabaco estimado para o projeto será majoritariamente destinado ao mercado externo.

“O investimento e o número de empregos é muito significativo para o oeste baiano, principalmente para Cocos, que é uma extraordinária fronteira agrícola da Bahia, baseada, sobretudo, no agronegócio irrigado. É um investimento, tenho certeza, muito consistente porque está sendo anunciado em um momento de turbulência econômica”, disse Hereda.




http://www.secom.ba.gov.br/2015/12/129865/Philip-Morris-vai-investir-R-168-milhoes-em-projeto-de-tabaco-no-oeste-da-Bahia.html
 

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Discussion Starter #38
Líder mundial





A Philip Morris Brasil é uma afiliada da Philip Morris Internacional, companhia internacional líder de mercado de tabaco, com sete das 15 principais marcas internacionais de cigarro, incluindo Marlboro, a marca número um de cigarro do mundo e L&M, a segunda marca internacional mais comercializada pela Morris.

Para Camarate, o projeto da Bahia é muito importante para os planos da Philip Morris no Brasil. “Além de ser um importante mercado consumidor, o Brasil tem uma importância muito grande no mercado mundial de tabaco, respondendo por cerca de 20% da produção”, afirmou.




http://www.secom.ba.gov.br/2015/12/129865/Philip-Morris-vai-investir-R-168-milhoes-em-projeto-de-tabaco-no-oeste-da-Bahia.html
 

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Discussion Starter #39
Tabaco da Bahia






Segundo o Sindicato da Indústria de Tabaco no Bahia (SindTabaco), a cultura do tabaco é 100% de agricultura familiar e gera dez mil empregos entre os diretos e indiretos no estado. Hoje, o sindicato tem 19 empresas filiadas entre beneficiamento da folha, fábricas e distribuidoras de charutos e uma fábrica de cigarros. No Centro Industrial de Aratu estão instalados também os centros de distribuição da Philip Morris e da Cigarros Golden Leaf.

A cultura do fumo é historicamente a mais importante atividade econômica da região do Recôncavo, com destaque para Cidade de Cruz das Almas, conhecida como "Capital do Fumo", por ser a maior produtora de tabaco da Bahia e possuir muitas indústrias voltadas para a cultura do fumo. A cidade é uma das maiores exportadoras de fumo da América Latina, distribuindo mais de 2.000 toneladas de fumo por ano a países de todo o mundo.

Segundo o diretor executivo do SindTabaco, Marcos Augusto Souza, o solo e o clima são os maiores atrativos do cultivo e beneficiamento do fumo na região, que é 100% para exportação. “O consumidor externo é exigente e no Recôncavo temos clima e solo únicos que oferecem à folha dosagem exatas de alcatrão e nicotina, que dão sabor ao tabaco”, explicou.

Souza afirma que as condições climáticas do município de Cocos, no oeste baiano, são bem parecidas com a do Recôncavo e muito favoráveis para o cultivo do fumo. “Quando a unidade industrial da Philip Morris em Cocos estiver pronta, ela será a maior quarta unidade de produção de tabaco da Bahia, que hoje conta com três fábricas: Danco, Ermo e Fumex”.





http://www.secom.ba.gov.br/2015/12/129865/Philip-Morris-vai-investir-R-168-milhoes-em-projeto-de-tabaco-no-oeste-da-Bahia.html
 

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CAMAÇARI: Centro logístico e industrial é tema de reunião







Para tratar da implantação e da contrapartida do empreendimento BA51 Centro Logístico e Industrial – Condomínio Camaçari, o secretário do Desenvolvimento Urbano e do Desenvolvimento Econômico, Djalma Machado, reuniu na manhã desta terça-feira (26/04) com o diretor da empresa administradora, Roberto de Abreu Pereira, e o engenheiro, Marcelo Cabrita.

O secretário Djalma Machado destacou que este é o primeiro grande projeto logístico do Município. “Camaçari tem uma demanda grande por esse tipo de empreendimento. Depois de pronto deve atrair diversas empresas, que cada vez mais diversifica a estrutura econômica da cidade”.

Em fase de drenagem profunda, a obra do empreendimento abrange 400 mil metros quadrados de área. Para a instalação foram investidos R$ 40 milhões e a previsão é que o investimento total seja de R$ 300 milhões, com a estimativa de geração de 1.800 empregos quando estiver em pleno funcionamento.

A contrapartida da empresa para o Município ainda está em análise. No entanto, já foi entregue um veículo e há um segundo automóvel previsto para ser entregue no próximo mês. Os carros serão utilizados para a execução das ações da Prefeitura.

A BA51 Centro Logístico e Industrial – Condomínio Camaçari está localizada no Polo Industrial.



http://www.camacari.ba.gov.br/2015/detalhe_noticia.php?cod_noticia=21635
 
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