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POUCAS & BOAS


Uma parceria entre a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e a Secretaria de Agricultura e Tecnologia de Barreiras visa otimizar a produção em pequenas áreas na zona rural do município. Durante esta semana uma equipe multidisciplinar participou da entrega de kits de irrigação para famílias de agricultores que produzem hortaliças, frutas e verduras de cinco comunidades. Além de receber os equipamentos, os produtores serão orientados para instalação e correta utilização dos kits, bem como no suporte para o preparo do solo, plantio e colheita.

 

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Varejo tradicional busca reduzir os efeitos da pandemia

Com mais de 170 mil negócios na Bahia e 86% deles apresentando queda no faturamento, o varejo tradicional é um dos 14 setores mais afetados pela pandemia, segundo mapeamento realizado pelo Sebrae. Mas os segmentos varejistas têm se movimentado para minimizar os impactos. E hoje já é comum funcionários limitando a entrada de clientes nas lojas – como medida para evitar a proliferação da Covid-19 – e produtos como calçados, maquiagens e até material de escritório abastecendo a mochila de entrega de motoboys.

A Fecomércio-BA estima que só no mês de abril o prejuízo para o varejo baiano foi de cerca de R$ 1,74 bilhão – pior resultado desde 2006. Já dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em abril, o comércio baiano registrou uma retração de 33,2% nas vendas, em comparação com o mesmo mês de 2019. A analista de comércio e serviços do Sebrae Bahia, Ana Paula Almeida, alerta, no entanto, para a diversidade do varejo. “O setor é composto por vários segmentos e alguns foram mais impactados que outros”.

Mais afetados

Das atividades varejistas analisadas pela pesquisa do IBGE, as maiores quedas nas vendas ficaram entre os segmentos de livros, jornais e revistas, com retração de 81,4%, e o de equipamentos e materiais de escritório, com queda de 69%. A Papelote (@lojapapelote), loja de presentes, papelaria e material de escritório, comprovou esse número. Camile Wolf, coordenadora de marketing do estabelecimento, revela que as vendas da loja ficam em torno de 50% da média antes da pandemia. Mas, para que ela não fosse ainda menor, a estratégia foi investir no delivery e no e-commerce, que já existia mas era responsável por menos de 10% das vendas.

A loja física reabriu há duas semanas, mas com uma operação totalmente diferente. Agora só é autorizada a entrada de um cliente por vez no estabelecimento e o atendimento é feito diretamente no balcão, “não é permitido circular pela loja”. Para informar sobre novas medidas de segurança, adesivos foram aplicados na vitrine.

Quem também precisou recorrer ao delivery foi a loja de maquiagens Make Box (@makeboxssa). João Paulo Paixão, um dos sócios, conta que o estabelecimento não tinha o costume de fazer esse tipo de entrega, “apenas uma ou duas vezes por semana, depois do expediente da loja”. Agora ele e o sócio se dividem nas entregas que passaram para uma média semanal de 80, mas o faturamento da loja ainda fica em torno de 70% da média original.

A estratégia na Make Box é investir em datas comemorativas – com kits especiais, por exemplo, para o Dia das Mães e Dia dos Namorados – e nas redes sociais. Desde o início da pandemia, foram quase três mil novos seguidores no perfil do Instagram da loja, e a ajuda veio de uma das funcionárias, que agora trabalha apresentando e divulgando produtos na rede social da empresa. A analista do Sebrae aprova a medida e ainda orienta que empresários do varejo fiquem atentos a seus funcionários, “pode haver um talento entre eles”.

O segmento de vestuário, tecidos e calçados também se destaca negativamente na pesquisa do IBGE, com uma retração de 64,9%. Segundo a analista do Sebrae, o impacto nesses negócios pode ser ainda maior e a retomada mais lenta, “porque a demanda perdida não será recuperada, não é acumulada”. Fernanda Nunes, franqueada da loja Nunes Calçados do Shopping Center Lapa (@nunesshopinglapa), atribui a dificuldade também à necessidade do contato direto antes da compra.

“Como estamos em um shopping, funcionamos só com delivery, drive-thru, mas comprar calçado exige calçar, sentir o conforto. Não é um CD, que você sabe como é. E ainda tem a questão da troca. Dependendo do material do calçado, não posso trocar, porque depois não tem como higienizar sem danificar”, explica.

 

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FORD ANUNCIA RETORNO DAS ATIVIDADES HOJE EM CAMAÇARI
FORD ANUNCIA RETORNO DAS ATIVIDADES HOJE EM CAMAÇARI
admin 22 Junho, 2020
A fábrica da Ford na Bahia, no município de Camaçari, retorna às atividades a partir da próxima segunda-feira (22). Em comunicado à imprensa, nesta sexta-feira (19), a empresa divulgou o protocolo de segurança sanitária que será adotado. “Temos monitorado de perto o estado da pandemia no Brasil nas últimas semanas”, assegurou Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul e Grupo de Mercados Internacionais. A montadora se guia também por um procedimento padrão global, que avalia as condições de saúde, recomendações das autoridades e disponibilidade dos fornecedores.
A aceleração da produção será feita gradualmente. A planta no Pólo Industrial de Camaçari vai operar em um turno a partir de segunda. “Os funcionários que podem fazer seu trabalho remotamente continuarão a atuar dessa forma”, informou a empresa.
A montadora criou um Guia de Retorno ao Trabalho na Manufatura, com normas e recomendações aos funcionários.O documento prevê a auto-avaliação diária de saúde, feita por empregados e visitantes; verificação de temperatura na chegada; máscaras faciais obrigatórias e uso de óculos de segurança com proteção lateral ou facial para trabalhos que não permitam o distanciamento entre as pessoas.

 

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Discussion Starter #10,744
Negócio local dribla pandemia para manter as portas abertas


Com o advento da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), a economia global sofreu impactos severos em sua estrutura. Segundo dados da Boa Vista Serviços, no Brasil, os pedidos de falência subiram 30% em maio em comparação ao mês anterior.

Em razão disso, muitos negócios tiveram que se adaptar para manter o funcionamento, e não foi diferente com o Atacadão das Polpas Sempre Viva, uma empresa familiar baiana que atua no segmento de congelados desde 2014.

Oferecendo uma gama de produtos que variam entre frutas, legumes, sobremesas, açaí, paletas mexicanas, e claro – o “carro-chefe” da casa – polpa de frutas, a loja, representante oficial da marca Sempre Viva, precisou adotar estratégias para manter o negócio vivo.

Além de abranger o delivery para Salvador e região metropolitana, a empresa disponibilizou um canal de atendimento personalizado no Instagram (@atacadaodaspolpasoficial) e WhatsApp, tudo para facilitar a comunicação com o cliente e o escoamento de suas mercadorias, já que lida com produtos que precisam se manter refrigerados por serem perecíveis.

Outra medida foi a implantação de valores atrativos no cardápio, com itens partir de R$1 (um real). Para Alexandre Araújo, proprietário do Atacadão das Polpas, e sua sócia, Suziane Araújo, o cenário atual deve ser encarado como uma oportunidade de crescimento. “Fizemos comercial em Tv e rádio, apostamos em ações pontuais com digitais influencers, negociamos com fornecedores sobre produtos e prazos e aplicamos preços mais acessíveis. Assim ficamos mais perto de quem consome nossos congelados” , disseram.

Com fornecimento amplo para hotéis, restaurantes, hospitais, lanchonetes, cozinhas e pequeno empreendedor, o Atacadão das Polpas Sempre Viva tem loja física situada na Rua do Paraíso, bairro da Boca do Rio. A empresa atende no perfil do instagram @atacadaodaspolpasoficial ou através do WhatsApp 71 999770472.
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Discussion Starter #10,745
Foton fecha a venda de 6 caminhões para o transporte de bebidas na BA





Com a venda, marca avança com a aplicação do modelo 3.5-11 DT para variados segmentos de operação

A Foton, por meio da concessionária Grupo Peça Fácil/Ideal Veículos, localizada na Bahia, vendeu seis caminhões 3.5-11 DT para a empresa Trend Brasil, especializada em transporte rodoviário e logística. De acordo com Sérgio Rosado, gerente da concessionária, esta foi a primeira venda feita para a transportadora e pela primeira vez os caminhões da marca serão utilizados para o transporte de bebidas no estado da Bahia.
Trata-se de uma venda importante para a presença da marca no estado, que avança com a aplicação do produto em variados segmentos de atividades. Além de levar produtos ao consumidor final integrando a cadeia de logística urbana, os caminhões da Foton atendem as configurações de um VUC (Veículo Urbano de Carga), por isso têm livre acesso às zonas de restrições existentes nas maiores cidades do País.
Além do segmento de bebidas, o modelo 3.5-11 DT da Foton estão sendo aplicados para diversos outros segmentos de transporte no Brasil, pois são ideais para o transporte de cargas municipal e intermunicipal de curtas e médias distâncias.
Rosado explica que a Trend Brasil tem tradição e conhecimento no setor de transportes e adquiriu o produto após fazer um comparativo sobre preço e qualidade em relação ao que há disponível no mercado. “Hoje com o advento da internet fica muito fácil de se comparar produtos e, com isso, saber que a Foton possui atributos de qualidade em seus caminhões comparáveis às líderes de mercado, disse.
O Foton Minitruck 3.5-11 DT é equipado com motor Cummins, transmissão ZF e vem com ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo, ABS, rodagem traseira dupla, rádio MP3 com entrada USB, e outros itens de série. Entre seus destaques ainda está a alta robustez, o baixo consumo de combustível e a possibilidade de conduzi-lo com habilitação categoria B.
“A concessionária Peça Fácil/Ideal Veículos está situada em Salvador, próxima à principal rota de saída da cidade (BR-324), o que facilita o atendimento de venda e pós-venda aos clientes”, finaliza Sérgio Rosado.


 

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Agro brasileiro quebra recorde

Em meio a tantas notícias negativas, por causa da pandemia, as exportações do agro brasileiro constituem exceção à regra, ao anunciar o recorde no acumulado de janeiro a maio. São US$ 42 bilhões, de acordo com informações oficiais: trata-se do maior valor registrado para os cinco meses do ano em toda a história, representando alta de 8% em relação ao mesmo período de 2019.

Os dados foram distribuídos pelo Ministério da Economia para compilação pelos técnicos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Considerando as vendas externas do agro brasileiro, de janeiro a maio, o volume alcança os 87 milhões de toneladas, 15% maiores em relação ao mesmo período do ano passado.

Na balança comercial, o superávit considerando exportações menos importações chegou a US$ 36 bilhões, superando o recorde anterior verificado nos primeiros meses de 2018.

Bahia – A participação baiana no bom desempenho nacional está diretamente relacionada a soja em grãos, com US$ 16 bilhões, a carne bovina in natura, com US$ 2,8 bilhões e a celulose, com US$ 2,6 bilhões.

A China foi o principal importador do Brasil, com 39,3% dos embarques dos produtos do agro. A receita gerada com as exportações para a república popular foi de US$ 16,5 bilhões no período.

 

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INICIATIVA BAIANA REPARA MAIS DE 1500 RESPIRADORES
INICIATIVA BAIANA REPARA MAIS DE 1500 RESPIRADORES
admin 23 Junho, 2020
A manutenção de respiradores mecânicos, uma iniciativa do Senai Cimatec, em parceria com o Governo do Estado, foi replicada pelo Senai Nacional e já devolveu, até esta terça-feira (23), mais de 1.500 destes equipamentos a instituições de saúde de todo país. A Bahia lidera a lista, com 209 equipamentos já consertados.
“Diversas indústrias, principalmente do setor automotivo, aderiram a esta iniciativa que nasceu aqui no nosso Senai Cimatec, disponibilizando equipes e infraestrutura para a realização das manutenções em diversos estados do País. O Senai Cimatec capacitou todos 39 pontos de manutenção de respiradores mecânicos no Brasil, envolvendo mais de 700 pessoas. Além da capacitação nacional, estamos contribuindo para equipes formadas em outros países da América Latina e África”, destaca o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, Ricardo Alban.
Segundo o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, “a capacidade de inovação do Senai Cimatec fica evidenciada nesta e nas diversas outras ações que estão sendo realizadas pela instituição, em parceria com o Governo do Estado, como forma de combater o Coronavírus”.
“É uma grande honra para o SENAI coordenar essa rede do bem, de solidariedade que, certamente, ajudou a salvar muitas vidas. A rede voluntária espera continuar a ter apoio para consertar todos os aparelhos que estão sem uso no país por falta de manutenção”, ressaltou o diretor geral do Senai Nacional, Rafael Lucchesi.
A rede voluntária formada para esta ação em todo o país é formada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), ArcelorMittal, BMW Group, Fiat Chrysler Automóveis (FCA), Estúdios Globo, Ford, General Motors, Honda, Hyundai Motor Brasil, Instituto Votorantim, Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e POLI-USP, Jaguar Land Rover, Mercedes-Benz do Brasil, Moto Honda, Petrobrás, Renault, Scania, Toyota, Troller, Usiminas, Vale, Volkswagen do Brasil e Volvo do Brasil, com o apoio do Ministério da Saúde, do Ministério da Economia, do Ministério da Defesa, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da ABEClin.

 

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Discussion Starter #10,748
GOVERNO DO ESTADO PREVÊ ENTREGA DE OBRAS MILIONÁRIAS EM MEIO À PANDEMIA
GOVERNO DO ESTADO PREVÊ ENTREGA DE OBRAS MILIONÁRIAS EM MEIO À PANDEMIA
admin 23 Junho, 2020

Mesmo com os esforços concentrados no combate à pandemia de Covid-19 na Bahia, o Governo do Estado mantém um ritmo constante de obras e ações para melhorar e garantir mais desenvolvimento. Intervenções na infraestrutura, mobilidade, saúde e agricultura familiar têm assegurado oportunidades de emprego em todas as regiões e aberto o caminho para o processo de retomada das atividades econômicas, que depende do controle das taxas de contágio do novo coronavírus e melhores índices de distanciamento social.
Com obras concluídas, a ponte do Pontal, em Ilhéus, deve ser entregue à população ainda em junho de 2020, após o término das últimas intervenções de paisagismo. Com um investimento de R$ 99,5 milhões, o equipamento de 533 metros sobre o Rio Cachoeira vai incentivar a atração turística da região sul, além de melhorar a mobilidade de 511 mil pessoas que moram nas cidades de Ilhéus, Itabuna, Uma, Canavieiras, Buerarema, Itacaré e Uruçuca. A ponte tem uma formatação moderna, que valoriza as belezas da Baía do Pontal. A estrutura também dá condições de escoamento da produção da região para outros modais, como o Porto de Malhada e o futuro Porto Sul.
Com a construção da ponte do Pontal, houve a necessidade de restaurar e duplicar um trecho da BA-001 (Hotel Opaba), em Ilhéus, até o entroncamento da BR-251 para dar mais fluidez ao fluxo de motoristas na rodovia. Os serviços estão em andamento em 2,7 quilômetros na Orla Sul da cidade. O investimento é de R$ 11 milhões.

Na região oeste, as obras da ponte que vai ligar os municípios de Barra e Xique-Xique já foram iniciadas. Serão 547 quilômetros de intervenções, incluindo a recuperação da BA-160, que liga as duas localidades, beneficiando 2,7 milhões de habitantes da região. A ponte sobre o Rio São Francisco, que terá cerca de um quilômetro de extensão e 13,55 metros de largura, faz parte do projeto Sistema Viário da BA-052. A obra vai tornar mais rápida a travessia entre os dois municípios, que hoje é feita por meio de balsas, passando de 20 minutos para pouco mais de um minuto. O investimento total é de R$ 705 milhões ao longo de 20 anos de concessão.

Saúde

Na segunda-feira (22), o governador Rui Costa entregou a reforma de uma ala e um centro cirúrgico do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS). Ao todo, os baianos contam com mais 60 leitos clínicos e cirúrgicos, para as áreas de nefrologia e cirurgia vascular, além de um centro cirúrgico com dez salas. Uma ala ainda está em reforma e o refeitório, para mais de cinco mil funcionários, está em fase de conclusão. O investimento total na reestruturação da unidade de saúde é de mais de R$ 23 milhões.

O novo Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA 2), em Feira de Santana, deve entrar em funcionamento no próximo dia 29 de junho, fortalecendo a rede de saúde com mais 40 leitos de UTI, disponíveis nesse primeiro momento para o tratamento dos pacientes mais graves da Covid-19. Com investimento de R$ 50 milhões, entre obras físicas e equipamentos, a nova unidade possui 8.000 metros quadrados, divididos em três pavimentos. A unidade inclui o setor de bioimagem, com dois tomógrafos e ressonância, e o maior Centro de Hemorragia Digestiva do interior do estado, além do segundo maior centro cirúrgico do estado, com 12 salas operatórias.

Infraestrutura

A Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), por meio da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), lançou a licitação para contratação de empresa que irá realizar os serviços para recuperação da Barragem de Serra Preta, no município de Barra do Choça, no sudoeste baiano. A abertura das propostas está prevista para o dia 30 de junho.

Com fonte de recursos próprios da Embasa, a obra vai beneficiar mais de 28 mil habitantes e alguns dos principais serviços a serem executados consistem na execução de caminho de serviço na ombreira direita, serviços de drenagem de águas pluviais, impermeabilização profunda da fundação rochosa, impermeabilização da laje vertical de montante, implantação de sistemas de iluminação da galeria de drenagem, construção de escadaria de acesso, além da implantação de sistemas de ventilação na galeria de drenagem.
Investimentos
Além de obras estruturantes, a atração de novos empreendimentos para a Bahia, até o mês de maio, gerou uma possibilidade de investimentos privados na ordem de R$ 1,5 bilhão e estimativa de criar 1,5 mil novos postos de trabalho. Os números são resultado de 25 protocolos de intenções assinados por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) em 2020. Ao todo, o Estado tem 359 empreendimentos em processo de implantação, com aporte de R$ 33,5 bilhões e oferta potencial de 47,9 mil postos de trabalho. Desse total, 60% dos investimentos estão previstos para entrarem em operação até 2022. O segmento de Energias Renováveis vai investir R$ 14,7 bilhões e gerar 2,9 mil empregos.

Agricultura familiar


Parar fortalecer a agricultura familiar durante a pandemia, o edital de Segurança Alimentar e Nutricional, do projeto Bahia Produtiva, garante um auxílio emergencial para as associações e cooperativas de pequenos produtores da Bahia. São R$15 milhões destinados para apoiar 10 mil famílias de agricultores familiares que produzem alimentos como hortaliças, frutas, raízes, tubérculos e plantas alimentícias não convencionais (Panc). A meta é financiar 300 propostas, cada uma no valor de até R$ 50 mil. As inscrições podem ser feitas até esta terça-feira (23).





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Discussion Starter #10,749
ENTREVISTA JOÃO LEÃO VICE GOVERNADOR DA BAHIA
ENTREVISTA JOÃO LEÃO VICE GOVERNADOR DA BAHIA
admin 22 Junho, 2020
Por: João Paulo Almeida

BE- Como vai o projeto da Ponte Salvador Itaparica?
JL-
O projeto da Ponte Salvador Itaparica está caminhando. Eu recebi uma visita dos empresários que ganharam a obra e eles me disseram no olho no olho que estão ansiosos para começar a obra. Assim que a normalidade dos voos voltar nós vamos iniciar esse projeto. Os navios chineses que vão fazer a fundação já estão na china prontos para vim para cá fazer essa fundação. Vamos apostar nisso e essa obra vai sair do papel ainda esse ano se a pandemia acabar.

BE- Como está o projeto do porto de Ilheus
JL-
A Bamim está responsável pelo porto e as obras já começaram. Essa também é uma obra grandiosa. Veja você que nós temos soja, algodão e vários outros materiais que vão ser exportados por esse porto. Hoje temos que ir para Santos para exportar. Então essa obra é de suma importância.

 

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Sebrae orienta MEIs para declaração


O Sebrae Bahia (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) manteve o atendimento às vésperas de declaração do microempreendedor, que já havia sido prorrogada de 20 para o dia 30 de junho, coincidindo com o prazo final de ajuste do imposto de renda.

O apoio é totalmente remoto, pois as agências de atendimento do Sebrae estão fechadas, em razão da política de evitar o contágio com o coronavírus, cuja disseminação, apesar dos cuidados, continua em ritmo crescente.

Todo o atendimento possível aos empreendedores vem sendo realizado em ambiente remoto. Os microempreendedores individuais, chamados MEIs, podem ligar para a Central de Relacionamento Sebrae, gratuitamente, por meio do número 0800 570 0800.

Embora o documento seja considerado de fácil preenchimento, há uma equipe à disposição para tirar todas as dúvidas, até o dia 30, antes do envio da declaração anual, conforme a legislação.

Fazer a declaração através da plataforma do próprio MEI, sem precisar sair de casa, com segurança, leva em média três minutos, e há suporte especializado para o caso de dúvidas.

 

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POUCAS & BOAS

O Senai Cimatec ultrapassou esta semana a marca de 200 respiradores mecânicos recuperados, tornando-se o pólo que mais respiradores recuperou desde o início da ação coordenada pelo Senai nacional.

 

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Investimentos

Além de lançar uma nova campanha publicitária, a Singular Pharma, empresa farmacêutica criada por Edza Brasil e Bruno Brandão, também tem feito investimentos para aprimorar o atendimento do cliente. Houve melhorias no call center da marca e a criação da modalidade Easy Delivery, que simplifica o atendimento e faz a entrega gratuita dos pedidos.

 

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Produtores de camarão apostam no mercado externo para compensar crise
O produto estava fora do mercado internacional há 15 anos




Além de criatórios em cinco estados, incluindo a Bahia, a Carapitanga tem unidade de beneficiamento do produto (Foto: Divulgação)

Com bares, restaurantes e hotéis fechados, a indústria brasileira de camarão está buscando no mercado externo caminhos para superar a crise provocada pelo avanço do coronavírus. No último mês de maio, os produtores baianos voltaram a exportar o produto após mais de 15 anos, de acordo com dados da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). De lá para cá, já foram enviados para o exterior 88 toneladas do produto, sendo 66 delas a partir da Carapitanga, empresa que possui unidades em Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Piauí.

A redução na demanda pelo produto provocou quedas de 9% nos preços do camarão e de 23% na Ceagesp, um dos principais locais de comercialização de produtos agropecuários do país, de acordo com a CNA. “O setor de food service (bares, restaurantes e hotelaria), que é onde atuamos, sofreu demais”, conta Marcelo Varela, sócio diretor da Carapitanga. Aqui na Bahia, a empresa fornece os produtos em estabelecimentos da Região Metropolitana de Salvador (RMS), Litoral Sul, Litoral Norte e na região de Porto Seguro.
O caminho encontrado para driblar a crise foi a aposta no mercado externo. Na Carapitanga, as vendas no exterior saíram de zero para representar 5% da produção e agora a expectativa é de consolidar esse mercado. “Com a pandemia, nossa ideia foi de diversificar as fontes de receitas. Apostamos nas exportações para compensar as perdas com o food service. No médio e longo prazo, esperamos contar com entre 30% e 40% da produção global sendo exportada”, projeta Marcelo Varela.

 

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Olho no mercado

Já dizia a frase atribuída a Alexandre o Grande, “a sorte sorri para os audazes”. Foi o que aconteceu com os produtores brasileiros de camarão. Antes da crise, a Carapitanga participou de uma grande feira de frutos do mar na China, maior mercado mundial. Lá fez contatos, apresentou os produtos e iniciou um processo de busca por novos mercados.


Em maio, foram enviadas as primeiras 22 toneladas para os Emirados Árabes Unidos. Em junho, foram mais 66 toneladas para Taiwan e Estados Unidos. Também estão na agenda para este ano encomendas para a China, Rússia, Malásia e Coreia do Sul.

A empresa trabalhou junto à Associação Camarão BR, Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Secretaria da Aquicultura e Pesca e o e Ministério da Agricultura. “Depois que conseguimos voltar a vender para América do Norte, Oriente Médio e Ásia, estamos trabalhando a reabertura do mercado europeu”, diz Marcelo Varela.

Segundo o empresário, a atividade tem grande potencial para crescimento no mercado externo. Como exemplo, ele cita a China, que importa por ano 600 mil toneladas de camarão – cinco vezes mais que toda a produção nacional. “A Ásia vem se tornando o maior comprador. Estamos indo nesta direção, até porque tiveram uma recuperação mais rápida da pandemia do coronavírus”, destaca.


Além disso, a empresa está apostando na venda dos produtos em redes de supermercados.

“Estamos diversificando a parte de varejo e esperando que os restaurantes voltem para o que será esse novo normal. Torcemos muito pelo retorno do turismo, porque o camarão vende muito neste cenário”, explica.
A venda dos produtos em supermercados está prevista para os próximos 20 dias, conta. “Para o próximo semestre, estamos preparando lançamento inédito, camarão fresco, pré-cozido, pronto para consumo e com longo prazo de validade”, afirma Marcelo Varela.

A Carapitanga produz atualmente 6,3 mil toneladas por ano, em 14 fazendas. Em 2019, inaugurou uma unidade de beneficiamento própria em Jaboatão dos Guararapes (PE). Atualmente, são mais de 500 colaboradores, 120 destes na unidade baiana, em Jandaíra.

 

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Sem São João, Bahia deve ter prejuízo de mais de R$ 500 milhões

O cancelamento e adiamento das festas de São João, por causa da pandemia da Covid-19 (novo coronavírus), devem provocar um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão na economia dos principais estados da região Nordeste. A estimativa é referente apenas às maiores festas juninas dos estados da Bahia, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. O impacto é muito maior, uma vez que são realizados arraiás de pequeno porte em quase todas as cidades dos nove estados da região.
Na Bahia, onde as principais festas são espalhadas em várias cidades de médio porte, o governo do estado estima que o São João movimenta aproximadamente R$ 550 milhões na economia. No ano passado, por exemplo, apenas as prefeituras baianas investiram R$ 190 milhões em serviços relacionados às festas, como a montagem de estruturas, atividades culturais e contratação de artistas.
Já as 60 maiores festas privadas de São João, São Pedro e Santo Antônio arrecadaram em torno de R$ 110 milhões e atraíram mais ou menos 500 mil pessoas. No mês de junho, a Bahia costuma gerar entre 40 mil e 50 mil postos de trabalho temporários.

 

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Em crise, empreendedores sofrem para conseguir crédito e sair do vermelho
Na Bahia, duas linhas de crédito e capital de giro estão disponíveis

(Shutterstock)
A pandemia do novo coronavírus alterou rotinas e afetou a vida de milhões de brasileiros. Para os empreendedores, os dias têm sido ainda mais difíceis. Com as restrições e os comércios fechados, médias e pequenas empresas estão se virando para pagar as contas e manter as atividades.

Pegar uma das linhas de crédito disponibilizadas por uma das instituições públicas pode ser uma boa saída em tempos de crise, mas é preciso ficar atento e saber o que está disponível em cada região.
Para facilitar a vida de quem precisa de dinheiro de forma rápida, o Fórum Regional Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno porte do Estado da Bahia (FRPMPE-BA), presidido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), e pelo Fórum Nacional Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE) mapeou 25 linhas de crédito que estão disponíveis em todo o Nordeste durante a pandemia.
"Nós sabemos que neste momento de pandemia do coronavírus, a divulgação das várias linhas de crédito nos vários bancos e agências de desenvolvimento, com os comparativos de melhores taxas, prazos e carências, bem como vindo a informação de fonte confiável, é de extrema importância”, destaca Edivan Miranda, presidente do FPMPE.

Na Bahia, duas linhas de crédito e capital de giro estão disponíveis. Enquanto a FUNGETUR é voltada para o segmento do turismo e tem a expectativa de beneficiar as empresas com faturamento fiscal de até R$ 4,8 milhões e que estão cadastradas no CADASTUR, os microempresários podem recorrer ao crédito do BNDES MPME.
A modalidade é disponibilizada por meio da Agência de Fomento do Estado (Desenbahia) e tem como objetivo a manutenção e geração de empregos durante a pandemia. Por conta do surto do coronavírus, as taxas de juros foram reduzidas de 0,82% a.m para 0,67% a.m. Enquanto isso, o prazo para o pagamento foi esticado de 36 para 60 meses, com carência de um ano.
“Para capital de giro, as condições oferecidas pela Desenbahia são diferenciadas para apoiar o setor produtivo. Nosso atendimento ao empresariado foi ampliado e temos focado na simplificação e redução de documentos para agilizar o acesso ao crédito”, explica o presidente da Desenbahia, Francisco Miranda.

Dificuldade Apesar da disponibilização de linhas de crédito, muitos microempreendedores têm tido dificuldade para conseguir o dinheiro. De acordo com Raquel Santos (@souraquelsantos), diretora financeira da Associação de Jovens Empreendedores da Bahia (Aje Bahia), a burocracia cobrada na hora de conceder o crédito acaba afastando as microempresas.
“Sempre houve uma dificuldade para empreendedores na hora de buscar dinheiro. As pequenas empresas não têm o hábito de pegar dinheiro em banco para investimentos. Eles pegam dinheiro apenas em momentos de incêndio e que precisam pagar dívidas. Isso gera um alto índice de inadimplência e uma maior burocracia por parte dos bancos”, explica Raquel antes de completar:
“Nesse momento de pandemia algumas linhas de crédito têm sido disponibilizadas, mas é preciso que exista uma flexibilização na parte burocrática. Por não ter esse costume de pegar dinheiro, as empresas têm o perfil analisado, mas o banco não conhece o histórico, se a empresa está boa ou não. Aí é preciso mais documentos, aumenta a burocracia e acaba afastando os microempresários”, conta.

Para a diretora financeira da Aje Bahia, além de superar as questões burocráticas, é preciso colocar na ponta do lápis o crédito que vai ser tomado e pegar apenas o que a empresa precisa. Ela lembra ainda que os empreendedores devem estar cientes de que o dinheiro disponibilizado no momento de dificuldade precisa ser pago.
De acordo com dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), apenas no primeiro mês da pandemia 762 empresas fecharam as portas na Bahia. De acordo com Raquel Santos, o surto do coronavírus escancarou um problema entre os microempreendedores: a falta de planejamento.
“A pandemia trouxe uma lente de aumento para problemas que já existiam, mas que a gente jogava para debaixo do tapete. Muitas empresas quebraram porque não tinham uma boa saúde financeira. É preciso ter reserva de emergência para momentos complicados, mas muito empreendedor vende o almoço para pagar a janta. O problema é que agora não tem mais almoço”, explica.

Além do crédito Raquel Santos conta que as empresas podem apostar em soluções criativas antes de recorrem aos bancos. Para ela, é preciso saber se adaptar ao novo cenário e saber o que o consumidor precisa neste momento.
“Uma solução interessante, e que já está sendo colocada em prática por algumas empresas, é vender produtos e serviços antecipados com desconto para gerar caixa agora, e só depois esse produto ou serviço vai ser entregue ao consumidor. Essa pode ser uma alternativa. É preciso adequar os serviços aos clientes”, diz ela.
Portal ajuda a cadastrar produtos e a divulgar delivery
Recentemente a Secretaria de Desenvolvimento Econômico lançou o portal ‘Fique no Lar’, em parceria com a Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação (Secti) e o Instituto Federal do Ceará (IFCE). Na página, as empresas podem divulgar os serviços de forma gratuita.
“Seguimos com a atração de Investimentos para o estado da Bahia, e, além deste mapeamento de linhas de crédito para MPEs, lançamos o portal Fique no Lar, com cadastros gratuitos de pequenas empresas para divulgar o serviço de delivery e retirada na loja durante a pandemia . Está um sucesso. Em 60 dias já temos mais de 2.880 cadastros em todo estado e em 255 cidades”, explica Rodrigo Newton, Diretor de Comércio e Serviços da SDE.
As linhas de crédito também surgem como uma oportunidade de impulsionar o crescimento. E é dessa forma que o empresário e diretor da JR Gestão e Consultoria, Jeferson Gomes, 35, planeja utilizar os R$25 mil que tenta conseguir através da modalidade.
A empresa dele presta serviços de terceirização financeira por BPO (Business Outsourcing), ou seja, gerencia ações como pagamento de folha, fluxo de caixa e contas a pagar. “ Fazemos a parte financeira operacional, e esse ano entramos num processo de expansão. Nesse momento de crise, outras empresas precisam de um setor financeiro redondo, com diminuição de custo, então era a hora certa para crescermos”, contou Jeferson, que presta serviços principalmente para escolas, óticas e clínicas médicas.
Entretanto, o dinheiro da linha de crédito não foi liberado de primeira pela Caixa Econômica, então o empresário precisará comparecer a uma agência do banco para tentar conseguir o investimento. O dinheiro seria utilizado para a compra de dois novos computadores, com processadores mais rápidos e eficiente para atender os clientes, além de obter um upgrade no sistema de BPO que usam, para ampliar a rede de empresas para todo o país.
“Diferente de algumas outras empresas no país que, nesse momento, procuram a linha de crédito para se manter e continuar funcionando, para pagar as despesas, nós estamos num processo de expansão. A linha de crédito é uma oportunidade de crescimento, mas se não conseguirmos vamos focar no crescimento orgânico, a partir do nosso faturamento”, finalizou o empresário.

 

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Banco do Brasil começa a contratar crédito do Pronampe
Micro e pequenas empresas da Bahia já podem apresentar propostas; recurso pode ser usado para capital de giro ou investimentos

Foto: Arquivo/Agência Brasil Foto: Arquivo/Agência Brasil

As agências do Banco do Brasil na Bahia iniciaram a contratação de operações de crédito pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). A informação foi divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-BA), após contato com o superintendente do BB na Bahia, Pedo Marques.
Os recursos podem ser utilizados para capital de giro ou investimentos. O Pronampe é assegurado pelo Fundo de Garantia de Operações (FGO). Tem prazo de pagamento de até 36 meses – com carência de oito meses – e juro composto de Selic mais 1,25% ao ano. Bancos privados só começam a contratar a partir de 15 de julho.
O presidente da Fecomércio-BA, Carlos de Souza Andrade, considerou a informação importante para o setor. “As empresas baianas, especialmente os micro e pequenos empresários, precisam de fôlego para atravessar a crise provocada pela pandemia. Os bancos necessitam liberar os recursos necessários com celeridade num momento como esse para que empresas e empregos sejam salvos”, declara.

 

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20 MIL VAGAS TEMPORÁRIAS DEIXAM DE SER OFERTADAS EM SALVADOR
20 MIL VAGAS TEMPORÁRIAS DEIXAM DE SER OFERTADAS EM SALVADOR
admin 24 Junho, 2020
O Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado da Bahia (Sindilojas-BA) aponta que cerca de 20 mil pessoas seriam contratadas temporariamente para trabahar neste mês de junho em todo o terrirório baiano. No entanto, isso não ocorreu por causa da pandemia do novo coronavírus, que afeta a economia no mundo todo.
De acordo com o presidente do Sindilojas-BA, Paulo Mota, o segmento perdeu 70% em termos de atividade econômica. Junho era o quarto mês mais importante para o varejo, pois, além do São João, envolve o Dia dos Namorados. Fica atrás apenas de dezembro, maio e março (Liquida Salvador).
O diretor Jurídico do Sindicato dos Comerciários de Salvador, Alfredo Santiago, estima que a perspectiva de novas contratações para o período junino é de 2% a 3%, puxada pelos setores de supermercados, farmácias e panificadoras. Ainda assim, por conta da crise causada pelo coronavírus, 30% das pequenas e médias empresas, que são as maiores empregadoras da capital baiana, devem fechar as portas este ano.

 

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Petrobras começa a receber propostas pela Landulpho Alves nesta quinta
Petrobras começa a receber propostas pela Landulpho Alves nesta quinta

Foto: Reprodução / Sindipetro BA
A Petrobras começa a receber nesta quinta-feira (25) ofertas vinculantes pela Refinaria Landulpho Alves (Rlam), segunda maior do Brasil e localizada em São Francisco do Conde, no interior da Bahia.

De acordo com a Época Negócios, os possíveis candidatos a compradores estão o fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos, Mubadala Investment Co e a gigante de refino chinesa Sinopec.

Caso a venda seja concluída, a Petrobras daria o primeiro passo nas tentativas de encerrar o quase monopólio de refino no Brasil e abrir um dos dez principais mercados de combustível do mundo para investidores privados.

A estatal tem desde o ano passado o plano de vender a refinaria. A ideia é vender metade de sua capacidade de refino, ou oito refinarias, começando pela Landulpho Alves, construída em 1950.

Nenhum grupo interessado na compra antes da pandemia recuou dos planos, mas os preços foram recalculados em virtude da desvalorização causada pelos efeitos da doença.

 

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Laticínios e pandemia

A pandemia teria modificado os hábitos alimentares dos consumidores de produtos lácteos? Alguma marca destacou-se no período de março para cá, enquanto outra teria de superar-se por motivo a ser identificado para voltar a cativar a freguesia?

Estas e outras perguntas estão na pauta diária da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e suas filiadas, entre
as quais a federação da Bahia, como um dos principais estados produtores de leite.

Como tornou-se praxe, o formato videoconferência vem ajudando os produtores a debater estas questões, como ocorreu recentemente, sob a coordenação do presidente da Comissão Nacional de Bovinocultura de Leite da CNA, Ronei Volpi.

– A pandemia nos trouxe diversas incertezas, entre elas a preocupação dos consumidores em relação a uma possibilidade remota de desabastecimento de produtos lácteos no País – disse Volpi, durante o encontro digital.

Entre as tendências de consumo, o presidente da Associação Brasileira de Indústria de Alimentos, João Dornelas, acredita terem chegado para ficar as experiências de compras online de alimentos pré-prontos

para finalização do preparo em casa, no micro-ondas ou forno.

– Além disso, as pessoas estarão ainda mais atentas em saber a origem dos alimentos que consomem. Para os produtores rurais brasileiros isso não é uma preocupação, pois já adotam boas práticas de produção: o Brasil exporta alimentos para mais de 180 países – acrescentou Dornelas.

 
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