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Oportunidade de crescimento


Marconi Oliveira, conselheiro da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), acredita que o Polo de Camaçari tem todas as condições de se destacar na retomada da economia brasileira pós-pandemia. Para ele, isso trará benefícios econômicos para todo o país.

“Eu acredito que as economias de todo mundo devem se fechar um pouco e que nós também vamos nos fechar aqui no Brasil. O modelo de globalização foi impactado pela pandemia. Isso vai criar um 'ensimesmamento'. Vamos nos ensimesmar para produzir”, avalia Oliveira. Ele acredita que haverá um aumento na busca por uma menor dependência externa.

“Camaçari em particular e a Bahia de modo geral tem que aproveitar esse momento. Existem plantas paradas, mas já tem toda uma estrutura pronta, licenciamento ambiental de um Polo e o domínio das funções necessárias para uma operação desta natureza”, enumera.


Para Marcone Oliveira, a pandemia já provocou uma série de alterações em processos que aconteceriam mais lentamente em condições normais. Além disso, ele lembra que o atual patamar de preços do petróleo é favorável para a indústria petroquímica. “Toda vez que há uma queda nos custos da matéria-prima, você ganha em competitividade”, diz.

“Nós temos um dos maiores polos industriais da América Latina. Nasceu com visão exclusivamente petroquímica e se desenvolveu tanto que hoje é maior que o próprio CIA (Centro Industrial de Aratu)”, compara. “O bairro da Pituba cresceu em função do Polo. Salvador se desenvolveu como um todo se desenvolveu em função da renda que era gerada lá”, lembra.

O conselheiro da Fieb acredita que tornar o Polo de Camaçari perene é fundamental para a Bahia. Para tanto, defende, é preciso enfrentar os gargalos que dificultam a sua competitividade, como questões ligadas à infraestrutura de escoamento da produção e dificuldades de custos com matéria-prima, energia, entre outros fatores.

Mesmo com os investimentos da empresa em outros lugares do Brasil e do mundo, Camaçari continua ser a sede do maior complexo da Braskem. O diretor industrial da empresa, Carlos Alfano, lembra que os produtos fabricados em Camaçari são essenciais para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. “Quando a gente olha as nossas operações, são cinco unidades industriais que produzem matérias-primas essenciais para a fabricação de embalagens, produtos de limpeza e até medicamentos”, destaca.

Alfano destaca os investimentos da Braskem na modernização e ampliação da sua operação em Camaçari, como é o caso do projeto Orion, que permite à empresa uma flexibilização em relação à matéria-prima utilizada no Polo. Além disso, a empresa tem buscado melhorar a sua matriz energética, com investimentos em energia limpa e renovável. Hoje, 20% do consumo já se dá a partir das matrizes solar e eólica.


 

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Projeto mudou economia de toda a Bahia


Há 42 anos, o Polo Industrial de Camaçari vem moldando a economia baiana. A influência do complexo industrial projetado inicialmente para fornecer matérias-primas químicas e petroquímicas foi além do gigantesco impacto econômico. O empresário Roberto Fiamengui, presidente do Sinpeq, sindicato que representa a indústria química e petroquímica, conta que o gigante industrial na Região Metropolitana de Salvador (RMS) influenciou as mais diversas áreas da economia e da sociedade baiana.

“A existência do Polo trouxe uma série de oportunidades diretamente ligadas ao empreendimento, mas não só isso. O setor de serviços se desenvolveu muito na Bahia e além disso, os baianos passaram a sonhar em trabalhar lá em Camaçari, o que estimulou a busca por formação profissional”, lembra Fiamengui, que chegou à Bahia dois anos antes do início da operação do polo.

“O polo trouxe muita tecnologia de ponta. Para trabalhar lá, as pessoas precisavam de conhecimento e isso levou a uma evolução na área educacional no estado tão importante quanto o impacto econômico que o empreendimento teve e tem até hoje”, analisa.

“A produção no segmento químico/petroquímico atende a mais da metade das necessidades do país. Além disso, os investimentos sociais das empresas do Polo são superiores a R$ 13 milhões/ano”, destaca o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, João Leão.

“O complexo emprega um total de 45 mil pessoas, sendo 15 mil empregos diretos e 30 mil por meio de empresas contratadas”, ressalta o vice-governador João Leão, lembrando que a média salarial é de R$ 4 mil per capita no segmento químico e petroquímico do pais.

Empresário do setor de alimentação, Ademar Lemos Júnior, diretor do Grupo LemosPassos, ressalta a importância do polo para o setor de serviços, “cumprindo o importante papel de contribuir com o avanço econômico e social da Bahia, gerando renda, emprego e investindo para o aumento da produtividade das empresas que ali estão presentes”. Segundo ele, o grupo tem investido em tecnologia para atender à demanda das empresas instaladas lá.

 

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Empresas evoluem nas boas práticas ambientais

As empresas do Polo Industrial de Camaçari testemunharam e participaram de uma profunda revolução na maneira de produzir bens necessários ao dia a dia do homem moderno. “Saímos de uma realidade, no início dos anos 70, em que a noção de impacto ambiental era algo restrito a uma reduzida parcela de cientistas, e atingimos uma era em que toda a sociedade concorda que não é mais possível pensar o mundo sem levar em consideração questões como tecnologia limpa, sustentabilidade e economia circular”, destaca Mario André Bernardo, Gerente de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade da Tronox.

Entre 2013 e 2018 a Tronox investiu cerca de R$ 47 milhões em novas tecnologias e procedimentos para garantir a melhoria contínua do desempenho ambiental.

“A história do polo coincide e acompanha a própria história do surgimento e desenvolvimento da conscientização ambiental. No início, eram apenas ideias discutidas em conferências internacionais”, lembra. Aos poucos, as discussões foram estimulando a criação de legislações ambientais, que obrigaram empresas de todos os setores a pensarem numa forma diferente de produzir, lembra.

O passo seguinte foi a criação de novas tecnologias. Ele destaca a importância da pressão social feita pela sociedade no processo de mudanças. Atualmente, a indústria química e petroquímica brasileira é regulada por uma das legislações mais rígidas do mundo. “Empresas que têm o nível de governança corporativa maduro, tais como as instaladas no polo de Camaçari, muitas vezes vão além do que pede a legislação e buscam padrões ainda mais altos de sustentabilidade”, pondera.

A Tronox é uma das líderes globais na produção de pigmento de dióxido de titânio.
Mário Andre acredita que a legislação cumpre seu papel de estabelecer padrões ótimos para garantir a saúde das pessoas e a proteção ambiental, “mas as empresas mais maduras procuram dar um passo ainda maior”.


Gestão integrada promove redução de custos

A lógica de um condomínio, onde os integrantes dividem os custos comuns e com isso economizam é um dos grandes atrativos do Polo Industrial de Camaçari. Quem opera lá encontra a possibilidade exclusiva de uma licença ambiental coletiva, além de uma estrutura centralizada para a gestão de resíduos.

Eduardo Fontoura, gerente de gerenciamento ambiental da Cetrel, conta que além de representar uma economia de custos para as empresas, o modelo de atuação em Camaçari garante ganhos de sustentabilidade que são positivos para toda a sociedade.

Segundo ele, desde a fundação do polo, há uma busca pela otimização dos recursos ambientais. Um pequeno exemplo disso é que 2014 a 2018, houve uma redução de 27% na emissão de SO2, produto químico que é gerado a partir da queima de combustíveis utilizados nos transportes.

Outro destaque está na economia dos recursos hídricos. No mesmo período, houve uma redução no consumo de água da ordem de 7%. Fontoura estima que num horizonte de 15 anos a redução no consumo é superior a 15%.

“O Polo já nasce com uma visão de vanguarda, diferente de outras áreas industriais, com modelo integrado, inclusive na questão ambiental”, destaca Fontoura. “Nenhum outro lugar do país tem essa gestão integrada. São mais de 50 unidades industriais. A influencia que essas empresas tem é analisada de maneira conjunta. Imagina se tivesse que fazer individualmente”, destacou.

 

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Governo estuda retomar a economia em todo estado

[Governo estuda retomar a economia em todo estado ]

29 de Junho de 2020 às 08:38 Por: Vagner Souza/BNews Por: Redação BNews 0comentários
A Bahia está discutindo um plano de reabertura da economia com ajuda de cientistas. De acordo com o secretário de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Fábio Vilas-Boas, o pilar que sustenta a volta das atividades é a estabilidade na taxa de crescimento dos novos casos da Covid-19. A declaração foi dada na manhã desta segunda-feira (29), em entrevista à TV Bahia.
O retorno, no entanto, depende de como a doença vai se comportar nos próximos 10 a 15 dias. Ela precisa ficar no mesmo patamar durante esse período para o plano ser colocado em prática. "Enquanto não tivermos isso [estabilização] não é possível pensar em flexibilização, ainda mais sem qualquer base de estudo.", disse o secretário.
Algumas cidades do interior, no entanto, preocupam a pasta estadual, a exemplo de Santo Antônio de Jesus, Feira de Santana e cidades que fazem parte da região do Extremo-sul.
"A região do Extremo-sul está com uma taxa de crescimento superior a do estado. Isso acaba pressionando o número de leitos. O hospital de campanha que foi aberto em Teixeira de Freitas está tendo dificuldades em adquirir medicamentos e alguns outros insumos. A secretaria providenciou para a abertura de mais 20 leitos. Hoje, estamos assinando um contrato com o município de Eunápolis e serão abertos 20 leitos", disse Fábio.

 

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Prefeitura de Salvador e governo da Bahia constroem protocolo conjunto para reabertura do comércio
Prefeitura de Salvador e governo da Bahia constroem protocolo conjunto para reabertura do comércio


A Prefeitura de Salvador e o governo do estado da Bahia devem anunciar nesta terça-feira (30) um protocolo conjunto para a abertura progressiva do comércio. O anúncio foi realizado nesta segunda-feira (29) durante coletiva do prefeito ACM Neto (Democratas). De acordo com o prefeito, uma reunião na última semana entre ele, o governador Rui Costa (PT), o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, e o secretário municipal de Saúde, Léo Prates, começou a conversa da construção de um protocolo comum entre o governo e a prefeitura.

"A expectativa é de que até o fim do dia de hoje a gente consolide uma proposta comum da prefeitura com o governo. Unificar o protocolo tem como objetivo facilitar a vida dos cidadãos, para não acontecer o que ocorre em outros estados em que o estado tem um protocolo e cada prefeitura tem a sua", afirmou Neto.

O prefeito ainda explicou que a ideia é fazer uma abertura progressiva do comércio, com fases de retomada que são ativadas de acordo com indicadores específicos. "Teremos fases de retomada e critérios específicos para que cada fase seja ativada", explicou Neto. ACM Neto não quis adiantar as categorias que serão incluídas no protocolo, mas refutou qualquer perspectiva de retorno das aulas municipais e particulares neste primeiro momento.


 

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COFIC DIZ QUE POLO DE CAMAÇARI É IMPORTANTE PARA ATRAIR INVESTIMENTOS
COFIC DIZ QUE POLO DE CAMAÇARI É IMPORTANTE PARA ATRAIR INVESTIMENTOS
admin 29 Junho, 2020
O superintendente do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari, Mauro Pereira, destaca que o Polo de Camaçari continua a ser importante para a atração de investimentos para o estado. Entre os atrativos, ele destaca o sistema ambiental integrado, gerido pela Cetrel. “Se uma empresa se instala em um outro complexo industrial, ela precisa se preocupar com a montagem de uma estrutura própria para a gestão de seus resíduos, enquanto o Polo oferece isso como um diferencial e um grande atrativo para a indústria que se instala em Camaçari”, diz.
Além disso, um outro destaque está na integração das cadeias de produção. Camaçari tem o maior complexo petroquímico industrial integrado da América do Sul. O processo que se inicia com o refino do petróleo, na Refinaria Landulpho Alves, em São Francisco do Conde. No Polo, estão disponíveis matérias-primas de primeira e segunda geração petroquímicas, o que garante facilidades para atividades industriais que dependem desses insumos. “Você tem numa distância muito curta todo o processo petroquímico, saindo da refinaria, sendo transformado no polo e indo até o seu escoamento pelo Porto de Aratu”, diz Pereira. O superintendente do Cofic acredita que o aproveitamento do potencial que o Polo de Camaçari ainda tem para crescer depende do investimento nas melhorias das condições de infraestrutura.
Marconi Oliveira, conselheiro da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), acredita que o Polo de Camaçari tem todas as condições de se destacar na retomada da economia brasileira pós-pandemia. Para ele, isso trará benefícios econômicos para todo o país. “Eu acredito que as economias de todo mundo devem se fechar um pouco e que nós também vamos nos fechar aqui no Brasil. O modelo de globalização foi impactado pela pandemia. Isso vai criar um ‘ensimesmamento’. Vamos nos ensimesmar para produzir”, avalia Oliveira. Ele acredita que haverá um aumento na busca por uma menor dependência externa. “Camaçari em particular e a Bahia de modo geral tem que aproveitar esse momento. Existem plantas paradas, mas já tem toda uma estrutura pronta, licenciamento ambiental de um Polo e o domínio das funções necessárias para uma operação desta natureza”, enumera.

 

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Pequenos produtores do Sudoeste da Bahia avançam na colheita do algodão





Ascom Abapa

Com 25% da colheita finalizada, os produtores rurais do Sudoeste da Bahia começam a colher os resultados da safra 2019/20. A região deve manter a produtividade média em torno de 150 arrobas/hectare, e repetir a produção de 18.832,5 toneladas de algodão (caroço e pluma). Os agricultores do Sudoeste ocupam 2,5% da área total de algodão da Bahia, totalizando 8.370 mil hectares. Os dados são da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) que monitora três núcleos agrícolas de produtores da fibra na região e tem contribuído com o desenvolvimento da cotonicultura local.
A Abapa vem apoiando os produtores locais com a doação de kits de irrigação por gotejamento, aspersão e microaspersão, para até 1 hectare, e transferência de tecnologia e ações de prevenção e combate ao bicudo do algodoeiro, praga que dizimou a produção na região na década de 90, na época o principal pólo de algodão da Bahia. Contemplado com um kit na última safra, o produtor de Lagoa Real, Zenito Ferreira Pessoa, disse que a tecnologia levou mais produtividade para a lavoura. “Depois do kit, foi mais que o dobro de diferença. No sequeiro foi até 100 arrobas/hectare, e com o irrigado, chegou a 300 arrobas/ hectare”, afirma ele, que já finalizou a colheita e já vendeu a fibra localmente em Guanambi, região polo do Sudoeste da Bahia.


Já o agricultor Donivaldo Oliveira Santana, de Sebastião Laranjeiras, ainda espera a pluma branca desabrochar em suas terras para começar a fase da colheita. “Este kit para a região foi fundamental para continuar trabalhando com o algodão. É uma diferença muito grande, antes era 70 arrobas/hectare. Agradecemos a Abapa pelo apoio na orientação, e tem nos ajudado bastante. É o que está ajudando a sustentar a nossa família’, explica ele, que estima uma colheita de 350 arrobas/hectare.

O projeto iniciado em 2014, já beneficiou cerca de 200 famílias no Oeste e Sudoeste baianos, e ao longo desta safra 2019/2020, a entidade vem investindo um montante de R$ 500 mil para a aquisição de materiais de irrigação com recursos dos produtores de algodão através do Fundeagro.
Para o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, os kits de irrigação destinados aos pequenos produtores são fundamentais para incentivar a produção do algodão e outras culturas de maior valor agregado como pepino, tomate, melancia, dentre outras, aproveitando a vocação agrícola do Sudoeste da Bahia. “A entidade vem cumprindo o seu papel social ao promover a sustentabilidade e maior produtividade nas pequenas e médias lavouras, levando mais geração de renda e oportunidade para que as famílias de agricultores se mantenham no campo”, afirma. Segundo a entidade, a Bahia deverá colher uma safra de 1,5 milhão de toneladas de algodão em uma área total de 313.566 mil hectares, sendo que as propriedades do Oeste representam 98% deste total.

 

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Bahia perdeu 17.033 postos de trabalho com carteira assinada em maio
Em todo o país, 331.901 vagas foram eliminadas; Salvador, Camaçari e Feira de Santana foram os municípios com maiores perdas

Redação
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Foto: Pixabay Imagens Foto: Pixabay Imagens

O mês de maio registrou o fechamento de 17.033 vagas de emprego com carteira assinada. O dado é da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), com base do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério da Economia.
Entre os municípios baianos, Salvador (- 4.129 postos celetistas), por Camaçari (-1.337 postos) e Feira de Santana (-1.300) tiveram as maiores perdas. Nos primeiros cinco meses, Salvador registrou perda acumulada de 18.676 posições celetistas. O município foi acompanhado principalmente por Porto Seguro (-6.238 postos) e Feira de Santana (-4.099 postos).
“Diferentemente do que predomina na série histórica do mês de maio (2010-2020), o resultado foi negativo e ficou muito abaixo do verificado no referido mês do ano imediatamente anterior, quando 2.540 postos de trabalho foram criados”, ressaltou a SEI, em nota. Em abri, 32.482 empregos formais foram fechados.

 

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AEROPORTO DE SSA TERÁ MÉDIA DE 20 VOOS DOMÉSTICOS DIÁRIOS
AEROPORTO DE SSA TERÁ MÉDIA DE 20 VOOS DOMÉSTICOS DIÁRIOS
admin 29 Junho, 2020
O embarque e o check-in no Salvador Bahia Airport voltarão a ser realizados em seu lugar original, no 2º e 1º pisos, respectivamente, a partir de amanhã (30). Com isso, o andar térreo volta a abrigar apenas a área de desembarque.
A reabertura dos pisos superiores é consequência da retomada gradual de voos, que começa em julho. A partir desse mês, o aeroporto terá uma média de 20 voos diários de ligação direta com 13 destinos domésticos. O destaque fica por conta da companhia aérea Gol, que passará a operar 13 destinos a partir de Salvador.

 

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Post original novaes_jequieense

Gasoduto chega a Jequié em 2021, diz secretário da Infraestrutura


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O trecho que liga o gasoduto de Maracás a Jequié já está licitado, e esse serviço chegará a Jequié em 2021. A afirmação é do secretário estadual de Infraestrutura (Seinfra), Marcus Cavalcanti, que participou de mais uma live promovida pelo deputado estadual Zé Cocá (PP). O bate-papo, que discutiu o desenvolvimento econômico e social de Jequié e região, teve a participação de Saulo Pontes, superintendente de Infraestrutura de Transporte da Bahia, e Celso Rodrigues, superintendente de Energia e Comunicações, ambos da Seinfra.

O deputado Zé Cocá afirmou que o anúncio do gasoduto para Jequié é da maior importância para o município e toda região, ¨pois representa um grande diferencial, uma oferta de energia mais barata, que vai atender não só às residências, mas aos hospitais e especialmente ao Distrito Industrial de Jequié, criando novas condições para atração de empresas e negócios, gerando empregos e renda”.

O secretário Marcus Cavalcanti explicou que a meta do governo do estado é interiorizar esse serviço, levando-o a todas as regiões da Bahia. Cavalvanti informou que a Bahiagás está trabalhando para solucionar problema judicial no trecho do gasoduto que liga Itagibá a Jequié, já licitou o segundo trecho entre Maracás e Jequié, e vai licitar o trecho Maracás-Brumado.


Gasoduto chega a Jequié em 2021, diz secretário da Infraestrutura
O trecho que liga o gasoduto de Maracás a Jequié já está licitado, e esse serviço chegará a Jequié em 2021. A afirmação é do secretário
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9,1 milhões de baianos moram em casas onde alguém recebeu auxílio emergencial
Em média, o auxílio ficou em R$ 885 por domicílio na Bahia, aumentando renda média, diz IBGE

A Bahia tinha no mês de maio o segundo maior número de pessoas do país morando em residências em que alguém recebeu o auxílio emergencial do governo por conta da covid-19. Um total de 9,1 milhões de baianos de alguma maneira foram atendidos pelo auxílio, segundo o IBGE, o que significa 6 em cada 10 pessoas no estado, ou 61,2% da população. O estado que ficou à frente da Bahia foi São Paulo, com 15,2 milhões de pessoas vivendo em domicílios atendidos pelo auxílio.

Segundo os dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (30), mais da metade das residências baianas receberam o auxílio em maio - 2,6 milhões de 4,8 milhões. Também é o segundo maior número absoluto, atrás somente de SP.
O auxílio emergencial é voltado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados.
Em média, o auxílio ficou em R$ 885 por domicílio na Bahia - 13º maior entre todas as unidades da federação. Pelo número de residências atendidas, o estado teve o segundo maior valor destinado às famílias nesse combate aos efeitos da pandemia. Foram cerca de R$ 2,4 bilhões. Amapá (R$ 1.028), Amazonas (R$ 983) e Maranhão (R$ 979) tiveram os maiores valores médios por domicílio, em maio.

Com o auxílio, o rendimento domiciliar per capita médio na Bahia aumentou 25,9% em maio, passando de R$ 628,70 para R$ 791,50. Ainda assim, é a quinta menor média entre os estados brasileiros.
O IBGE aponta ainda que cerca de 70% dos recursos do auxílio foram para domicílios com renda per capita de até R$ 374,90. Mas 1 em cada 5 das residências nas duas faixas mais baixas de renda (até R$ 70,70) não receberam o auxílio no mês passado, indica. São 907 mil domicílios baianos nessas duas faixas e 179,5 mil não receberam o auxílio no período. Neles vivem cerca de 476 mil pessoas não atendidas.

 

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Penalty investe R$ 43,7 milhões na ampliação de unidades e gera 235 novos empregos
O valor de R$ 43,7 milhões será aplicado nas unidades instaladas no Sul do Estado, localizadas em Itabuna e Itajuípe

Redação

Foto: Ascom/SDEFoto: Ascom/SDE

A Bahia vai receber investimentos de R$ 45,7 milhões vindos de três fábricas que serão ampliadas. Segundo o governo do estado, a Cambuci, gestora da marca de material esportivo Penalty, será responsável pela maior fatia desse montante.
O valor de R$ 43,7 milhões será aplicado nas unidades instaladas no Sul do Estado, localizadas em Itabuna e Itajuípe. Já as Indústrias Reunidas Santos Carvalho vão investir R$ 2 milhões para ampliar indústria em Feira de Santana. Os protocolos de intenções foram assinados na segunda-feira (29), na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE).
“Se uma empresa amplia seus investimentos, é sinal de que os negócios vão bem e sinaliza uma retomada de crescimento econômico no Estado pós-pandemia. Hoje anunciamos três empreendimentos que serão ampliados no interior do Estado. O trabalho de atração de investimentos do Governo do Estado, por meio da SDE, não para por aqui. Além de atrair novas empresas, mantemos o ambiente de negócios saudável para que outros investimentos possam ser ampliados, gerando oportunidade de emprego para o povo baiano”, afirma o vice-governador João Leão, titular da pasta.
A unidade da Penalty em Itabuna, destinada à fabricação de bolas, receberá investimentos de R$ 31 milhões e produzirá 725,6 mil produtos a mais por ano. Além de manter os 352 empregos diretos, vai gerar 127 novas vagas. Em Itajuípe, onde são produzidos confecções, meias e equipamentos, serão investidos R$ 12,7 milhões. Com a ampliação e modernização, a capacidade de produção terá um aumento de 5,5 milhões de peças ao ano e a geração de 108 novos empregos diretos, além de manter os 202 existentes.

 

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Feira de Santana

Em Feira de Santana, as Indústrias Reunidas Santos Carvalho vão investir R$ 2 milhões na sua ampliação, com incremento da capacidade de produção de 195,3 mil fardos/ano, 206 mil litros/ano e 21,8 mil caixas/ano. A unidade industrial é responsável pela fabricação de removedor, querosene, lubrificante KO e óleo de jacarandá, vaselina KO, naftalina, água sanitária, pedra sanitária, prendedor de roupas, hastes flexíveis, palito de churrasco, palito de dente, álcool e cloro em gel. Serão criados 20 empregos e mantidos 16 já existentes.

 

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Gasoduto Caburé tem autorização de operação definitiva concedida pela ANP
Empreendimento na Bacia do Recôncavo integra sistema com quatro campos, explorados pela Alvopetro e Imetame

Redação

Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília/ Fotos Públicas
Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília/ Fotos Públicas

A canadense Alvopetro tem autorização definitiva para operar o gasoduto Caburé, na Bacia do Recôncavo, na Bahia. O aval da Agência Nacional do Petróleo (ANP) foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (30). O empreendiemnto integra sistema de escoamento dos campos de Cardeal do Nordeste e Cardeal do Nordeste Leste – operados pela capixaba Imetame – e Caburé e Caburé Leste, a cargo também da Alvopetro.
Neste sistema, o gás produzido pela Imetame segue até a Usina Termelétrica Prosperidade 1, em Camaçari, também operada pelo grupo capixaba. Já a Alvopetro vai escoar o proudto até a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) Caburé, em Mata de São João, que deve entrar em operação na quarta-feira (1º).
Operada pela empresa do Canadá,a UPGN será a primeira não operada pelo grupo Petrobras. O gás originado desta unidade será comercializado pela Bahiagás. O volume mensal escoado deve subir de 140 mil metros cúbicos por dia (m3/d) para 300 mil m3/d.

 

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LÍDICE PROPÕE ECONOMIA CRIATIVA COMO SOLUÇÃO EM SALVADOR
LÍDICE PROPÕE ECONOMIA CRIATIVA COMO SOLUÇÃO EM SALVADOR
admin 30 Junho, 2020


A deputada federal Lídice da Mata participou do seu primeiro grande evento como pré-candidata a prefeita de Salvador pelo PSB. Batizada de Ciclo de Debates Salvador e Sua Gente, a iniciativa reuniu pré-candidatas e candidatos da legenda em um encontro online. No evento, a parlamentar alertou que a capital baiana ainda se destaca negativamente pelas desigualdades sociais, apesar de ter o nono maior PIB do Brasil. O seminário discutiu finanças públicas, emprego e renda e economia criativa na cidade.
Lídice destacou que o momento é de discussão dos caminhos para a geração de emprego e renda em Salvador e sinalizou a atenção para os setores de cultura e turismo, que são os mais prejudicados com a pandemia. No entanto, ela acredita na importância do dinamismo da indústria criativa para a recuperação da economia da cidade e para a geração de postos de trabalho e de renda.
O integrante da Executiva Nacional do PSB e coordenador do site Socialismo Criativo, Domingos Leonelli alertou, que os mais ricos precisam se adaptar às mudanças mundiais. E que os capitais que formavam os investimentos das grandes indústrias, já não são capital físico. “O termo serviços precisa ser definido com mais clareza e que possamos destrinchar a economia, a definir quais serviços são mais dinâmicos e quanto representam percentualmente em suas áreas”, sugeriu.
Leonelli também citou a Reforma Trabalhista como necessária, mas não com as mudanças propostas pelos governos Temer e Bolsonaro. Ele corrobora e evidencia que a economia precisa de uma reforma trabalhista que proteja o trabalho e o trabalhador. E indica que são necessárias mudanças nas estruturas dos estados para atender as necessidades dos trabalhos intermitente e autônomo.
“Proteção do trabalho e dos trabalhadores; isso quem pode dar é o estado. Isso tem uma relação direta com a Reforma Tributária no nível federal, estadual e municipal. Somos o único país que não cobramos impostos de dividendos. Precisamos avançar mais. A cultura tem um papel muito importante na economia de Salvador. Precisamos de um sistema tributário que estimule e inclua a redução tributária de setores essenciais na economia criativa. Assegure um planejamento capaz de unir as intervenções políticas, físicas, sociais, culturais e tecnológicas. Para reduzir as desigualdades, precisamos conhecer ainda mais o funcionamento econômico da cidade do Salvador e estimular os setores”, concluiu.
O presidente municipal da legenda, vereador Silvio Humberto, a deputada estadual Fabíola Mansur, o vereador Zé Trindade, integrantes do PSB e representantes da Educação de Salvador também participaram do encontro, que foi mediado pelo presidente arquiteto, Zulu Araújo.

 

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Vinci confirma reabertura gradual do aeroporto em julho
Salvador Bahia Airport vai operar inicialmente com 20 voos diários, a maior parte realizada pela Gol

Redação

Foto: Divulgação/Aeroporto de SalvadorFoto: Divulgação/Aeroporto de Salvador
O aeroporto de Salvador começa nesta quarta-feira (1º) um processo de reabertura gradual após a interrupção de operação em razão da pandemia do novo coronavírus. Concessionária do Salvador Bahia Airport, a Vinci confirmou uma programação incial de 20 voos diários, com ligação direta a 13 destinos domésticos.
Em consequência da retomada, a partir desta terç-feira (30), o embarque e o check-in voltarão a ser realizados em seu lugar original, no 2º e 1º pisos, respectivamente. Com isso, o andar térreo volta a abrigar apenas a área de desembarque.
A maior parte desta operação na capital baiana será feita pela companhia Gol. De acordo com a Vinci, informações detalhadas dos destinos podem ser encontradas nas redes sociais do Aeroporto: @salvadorbahiaairport.
Apesar do deslocamento das operações, o terminal de passageiros continuará aberto apenas parcialmente. Por isso, o viajante irá se deparar com alguns espaços isolados. Os estabelecimentos comerciais serão abertos gradativamente, com destaque para farmácias e serviços essenciais de apoio ao usuário.
Segundo a Vinci, o terminal baiano terá barreiras acrílicas nos balcões de atendimento das companhias aéreas, bloqueou alguns assentos nas longarinas e aplicou marcações de distanciamento em filas, elevadores e escadas rolantes.

vai operar inicialmente com 20 voos diários, a maior parte realizada pela Gol
Redação

Foto: Divulgação/Aeroporto de SalvadorFoto: Divulgação/Aeroporto de Salvador
O aeroporto de Salvador começa nesta quarta-feira (1º) um processo de reabertura gradual após a interrupção de operação em razão da pandemia do novo coronavírus. Concessionária do Salvador Bahia Airport, a Vinci confirmou uma programação incial de 20 voos diários, com ligação direta a 13 destinos domésticos.
Em consequência da retomada, a partir desta terç-feira (30), o embarque e o check-in voltarão a ser realizados em seu lugar original, no 2º e 1º pisos, respectivamente. Com isso, o andar térreo volta a abrigar apenas a área de desembarque.
A maior parte desta operação na capital baiana será feita pela companhia Gol. De acordo com a Vinci, informações detalhadas dos destinos podem ser encontradas nas redes sociais do Aeroporto: @salvadorbahiaairport.
Apesar do deslocamento das operações, o terminal de passageiros continuará aberto apenas parcialmente. Por isso, o viajante irá se deparar com alguns espaços isolados. Os estabelecimentos comerciais serão abertos gradativamente, com destaque para farmácias e serviços essenciais de apoio ao usuário.
Segundo a Vinci, o terminal baiano terá barreiras acrílicas nos balcões de atendimento das companhias aéreas, bloqueou alguns assentos nas longarinas e aplicou marcações de distanciamento em filas, elevadores e escadas rolantes.

 

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Veracel investe em inovação para melhorias nos processos logísticos




A automatização dos processos gera melhores condições de trabalho e reforça a agilidade e a segurança
A Veracel Celulose, indústria que atua na região da Costa do Descobrimento, no Sul da Bahia, investe em tecnologia para melhorar processos logísticos. A companhia conta com inovações, como a automatização dos processos de recepção de insumos e de envio de produtos acabados para o porto Terminal Marítimo de Belmonte – de onde os produtos são enviados, por barcaça, para o Porto de Aracruz (Portocel). O objetivo é aprimorar toda a logística do processo produtivo da empresa, com maior segurança e agilidade, aumentando a organização do fluxo de trabalho e auxiliando condutores e caminhoneiros na rotina de transporte de materiais.
Entre as inovações implementadas, neste ano, está o sistema de RFID (acrônimo para Radio-FrequencyIDentification ou, em português, Identificação por Rádio Frequência). Esse sistema está em fase de testes pela Veracel no deslocamento dos produtos acabados – desde a saída da fábrica até o porto. Com o mecanismo, o dispositivo de leitura detecta e monitora o caminhão, comunicando-se automaticamente com os sensores das portarias, da fábrica e do porto, que anunciam a chegada e a saída dos veículos, trazendo assim maior segurança, facilitando o processo e diminuindo o tempo de espera do caminhoneiro.
Também foi implementado um sistema de monitoramento via satélite, realizado pela empresa Creare – o procedimento é feito no transporte da celulose. Outro recurso novo é a utilização de câmeras dentro das cabines dos caminhoneiros, reforçando a segurança dos profissionais em suas viagens. Essa ferramenta possibilita que possíveis manobras não comuns na condução, estado de sonolência e roubos de cargas sejam detectados. Um alarme dá sinal na torre de controle, que, imediatamente, entra em contato com o condutor para auxiliá-lo e protegê-lo desses riscos.
De acordo com Marlon Santos Sousa, coordenador de logística da Veracel Celulose, a inovação se realiza também com as evoluções e a integração de todos os sistemas implementados. “Esta é uma importante conquista para toda a dinâmica da empresa. Com os sistemas integrados, que conversam entre si, agilizam e trazem uma rentabilidade maior para o processo, melhorando assim a performance operacional, além de proporcionar maiorsegurançaaos colaboradores”, menciona Sousa.
Para Flávia Silva, gerente de Suprimentos e Logítica da Veracel Celulose, a automatização dos processos logísticos, por reforçar o cuidado e a segurança com os colaboradores, está alinhada com o propósito da empresade ser responsável, evalorizar a vida.
“Os novos procedimento aumentam a agilidade dos processos e por isso ganhamos mais tempo para atuar, de maneira mais assertiva e estratégica, em outras necessidades. Assim podemos oferecer à nossa equipe atualizações e novas oportunidades de aprendizado. Aos poucos, vamos deixando para trásas atividades repetitivas e desenvolvemos novas habilidades, motivando e trazendo desafios ao nosso time e à Veracel. Isso é inovação na prática”, finaliza Flávia.

 

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BNDES aprova financiamento de R$208 milhões para parque eólico




O apoio financeiro do BNDES estimula a diversificação da matriz energética brasileira através de fonte limpa e renovável


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou hoje (30) a aprovação de financiamento no valor de R$ 208 milhões para a implantação do parque eólico Ventos de Santa Martina 14, nos municípios de Caiçara do Rio do Vento e Riachuelo, no Rio Grande do Norte. Segundo a instituição, o apoio financeiro estimula a diversificação da matriz energética brasileira através de fonte limpa e renovável.
O parque eólico pertence ao grupo Casa dos Ventos, considerado um dos maiores investidores no desenvolvimento de projetos eólicos no Brasil, e será um dos oito parques localizados no Complexo Eólico Rio do Vento, atualmente em construção. O grupo desenvolve também projetos de geração solar nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia.
O financiamento será concedido à sociedade de propósito específico (SPE) Ventos de Santa Sofia Energias Renováveis S.A. e tem perspectiva de geração de mais de 200 postos de trabalho durante e após a conclusão do projeto, considerando apenas o parque eólico financiado. Estima-se que 1.500 postos de trabalho serão criados durante a implantação de todo o complexo que se estende por três municípios do estado, com capacidade total instalada de 504 megawatts (MW).
O BNDES financiará as obras de implantação e a aquisição de equipamentos nacionais. A previsão é que o parque eólico Ventos de Santa Martina 14 entre em operação comercial daqui a um ano, incorporando 63 megawatts à capacidade total do complexo.
Outros projetos
No último mês de março, o BNDES assinou contrato com a Engie Brasil no valor de R$ 2,7 bilhões. Os recursos serão empregados para implantação de um complexo eólico, na Bahia. O Conjunto Eólico Campo Largo – Fase 2, a ser instalado nos municípios baianos de Umburanas e Sento Sé, vai gerar energia suficiente para atender 850 mil domicílios. (Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil )



 

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Dow anuncia compra de energia solar da Atlas Renewable Energy




A adição de energia solar à matriz energética de Aratu faz parte do recém-anunciado compromisso global da Dow de reduzir suas emissões líquidas anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até o ano de 2030 (Foto: Divulgação)

A Dow passará a usar energia solar nas operações de sua planta em Aratu. Para agregar esta nova fonte de energia à matriz energética da fábrica, a companhia assinou um PPA (Power Purchase Agreement, acordo de compra de energia elétrica, em português) com a Atlas Renewable Energy, empresa comprometida em acelerar o caminho para 100% de energia mais s na América Latina e que já possui parques na Bahia.
Para abastecer a Dow e outras companhias, um novo parque solar será implantado pela Atlas em Juazeiro, no extremo norte do estado.
A usina Jacarandá terá capacidade instalada de 187 MWp. A iniciativa da Dow na Bahia é um dos destaques nas metas globais anunciadas pela companhia de reduzir as emissões líquidas anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030, com a meta de ser neutra em emissões globais de carbono até 2050.
A parceria é válida por 15 anos, com início da operação prevista para o primeiro semestre de 2021
Na mesma linha, em outubro de 2019, a Dow assinou um acordo com a Central Puerto para garantir o fornecimento de energia eólica à sua planta em Bahía Blanca, na Argentina. “A parceria com a Atlas aumentará a competitividade da unidade de Aratu e reforça o compromisso da Dow com suas operações na Bahia”, destaca Diego Arango, diretor geral da planta de Aratu. Além de energia solar, a planta de Aratu continuará a ser abastecida por energia hídrica e de biomassa”, completa.
“Além de conferir maior competitividade e sustentabilidade às operações em Aratu, o contrato com a Atlas contribui para a consolidação da Dow como a líder na indústria química em compra de energia elétrica renovável globalmente, de acordo com dados da Bloomberg”, explica Claudia Schaeffer, diretora global de Negócios da Dow para Energia & Mudanças Climáticas.
“Na Atlas, estamos comprometidos com o desenvolvimento de soluções para a produção de energia mais sustentável, e a Bahia ocupa um espaço importante nessa missão. Já temos no estado três usinas solares em operação e, com o novo projeto, ampliamos nossa capacidade de atendimento a grandes consumidores de energia da região, ajudando-os a reduzir custos e a alcançar ambiciosas metas de sustentabilidade”, observa Luis Pita, gerente geral da Atlas Renewable Energy no Brasil.

Desenvolvimento regional

Durante a construção do projeto Jacarandá, espera-se a contratação de cerca de 1.200 trabalhadores, com cerca de 70% de mão de obra local.
De acordo com Luis Pita, a parceria firmada entre a Atlas e a Dow posiciona a região como importante polo de geração de energia solar e contribui para impulsionar a economia da região, gerando empregos a trabalhadores capacitados pela própria Atlas em projetos anteriores. “Além disso, nossa atuação conjunta com a Dow muito nos orgulha, pois irá possibilitar o desenvolvimento de programas sociais que irão reforçar o bem-estar geral da população local”, afirma.
O acordo reforça o compromisso da Dow de reduzir suas emissões anuais de carbono na América Latina e com seu posicionamento como a empresa química com maiores contratos de energia renovável globalmente
Para Claudia Schaeffer, “a Atlas mostrou-se como um parceiro diferenciado, porque compartilhamos os mesmos princípios de Responsabilidade Social e Governança (ESG), além do seu compromisso com a inovação, operações sustentáveis e iniciativas voltadas à inclusão e diversidade, promovendo o desenvolvimento socioeconômico das comunidades em que estamos localizados”.
Atualmente, a Bahia é líder na geração de energia solar, tendo fechado o ano de 2019 com 33,7%, e eólica (31,8%) da produção nacional, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), que divulgou ainda que os parques que estão em operação já investiram mais de R$ 20 bilhões e criaram mais de 32,2 mil empregos.



:cool::cool::cool:
 

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Bahia é pioneira em medida que orienta regularização fundiária em áreas com potencial eólico

Publicada em 01/07/2020 às 09:06



Ascom SDRBahia


Foi publicada, nesta quarta-feira, 01, no Diário Oficial do Estado da Bahia, uma Instrução Normativa que dispõe sobre a regularização fundiária das áreas dos parques eólicos do estado. A medida, pioneira no país, traz agilidade à emissão dos títulos de terra, beneficiando agricultores e agricultoras familiares que moram e tiram seu sustento nas áreas com potencial de geração de energia eólica, chamadas de Corredores de Vento.
A iniciativa do Governo do Estado foi executada por meio da Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA), unidade da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE).
Com a instrução normativa, os agricultores passam a ser proprietários da terra e podem fazer o arrendamento da área com as empresas, além de garantir segurança jurídica para os empreendedores e de ativar o papel do Estado nos trabalhos de regulação da sua malha fundiária e na promoção do desenvolvimento rural.
O estabelecimento de um parque eólico na propriedade de um agricultor possibilita o desenvolvimento de uma atividade que irá movimentar a economia local, gerar emprego e renda, além de ocupar uma área erma e lhe conferir uma destinação socialmente adequada, aproveitando um dos maiores potenciais de geração de energia eólica do país, situado no nosso Estado, ainda pouco explorado.
“Esta era uma demanda de todo o setor de Renováveis e um desafio para o Estado. A regularização em larga escala vai ajudar a destravar questões fundiárias para os investimentos eólicos e, ao mesmo tempo, ajudar os pequenos produtores dos municípios onde os parques serão implantados. A Bahia, que já é líder nacional no segmento, vai decolar ainda mais e viabilizar muito mais projetos eólicos, sobretudo no Semiárido baiano. Ou seja, haverá o desenvolvimento econômico das regiões, aumentará a arrecadação e renda das famílias, que terão os títulos de terras, e ainda vai gerar inúmeros empregos. É um gol de placa, fruto do trabalho conjunto do Governo do Estado, por meio dessas secretarias envolvidas”, destaca o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.
De acordo com o titular da SDR, Josias Gomes, essas regiões poderão se transformar em novos espaços para atividades da agricultura familiar: “Trabalhamos muito pra chegar até aqui. Uma iniciativa extraordinária, que nós estamos apostando que será um novo nicho econômico a ser explorado pela agricultura familiar. Os Corredores de Vento serão muito importantes nessa nova fase da energia eólica do estado e queremos que seja um exemplo a ser seguido por outros estados nordestinos que já têm grandes áreas ocupadas pelas eólicas”.
A coordenadora executiva da CDA/SDR, Camilla Batista, explica a importância da iniciativa para o fortalecimento da política pública de regularização fundiária baiana: “Esse modelo especial para Corredores de Vento no Estado permitirá a conciliação entre o modo de vida dos agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais, suas atividades produtivas e culturais e empreendimentos de geração de energia eólica evitando a especulação, grilagens e conflitos fundiários”.
Com o domínio da terra, os agricultores poderão arrendar as áreas localizadas nos Corredores de Vento diretamente aos empreendimentos eólicos, o que proporcionará um importante rendimento complementar. “As terras devolutas remanescentes, caracterizadas como aquelas não ocupadas ou com ocupação não passível de regularização fundiária, que apresentem potencial de geração de energia, poderão ser outorgadas, mediante a concessão de direito real de uso onerosa, ao empreendimento eólico que obtiver autorização de geração de energia emitida pela União Federal. Assim, a modelagem assegura o desenvolvimento social e econômico, incluindo os segmentos da agropecuária e da geração de energia sustentável”, destacou a Procuradora do Estado da Bahia, Gertha Mericia de Almeida.

 
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