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Estado investe R$19 milhões em recuperação de estrada em Saubara





Obra de pavimentação do trecho de 27,5 quilômetros da BA-878 beneficia 75 mil pessoas (Foto: Mateus Pereira/GOVBA)
Cerca de 75 mil moradores do Recôncavo baiano são os principais beneficiados pela pavimentação feita no trecho de 27,5 quilômetros da BA-878 até o distrito de Bom Jesus dos Pobres. A obra, que contou com cerca de R$19 milhões em investimentos do Estado, foi inaugurada pelo governador Rui Costa, durante visita ao município de Saubara, na manhã desta quarta-feira (8).
Rui lembrou que a pavimentação e requalificação de rodovias em todo o território estadual é uma das prioridades do governo. “Os investimentos do Governo do Estado continuam na área da infraestrutura. Estrada em boas condições significa segurança, geração de empregos e a garantia de uma boa trafegabilidade e mobilidade. Esta, em especial, beneficia não somente os moradores da região, como também as pessoas que visitam o município, já que aqui é um ponto de atração turística”, explicou.
Executada pela Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), a intervenção foi feita na BA-878 até o entroncamento com a BR-420 e envolveu a colocação de asfalto do tipo CBUQ. A obra beneficia, além dos moradores de Saubara, os habitantes da vizinha Santo Amaro.
Motoristas que trafegam pela região também celebram a pavimentação da rodovia. O comerciante Adailton Gomes é um deles e garante que “antes levava muito mais tempo no trajeto entre Saubara e Bom Jesus, mesmo estando de moto, e, agora, não gasta mais do que 10 minutos no mesmo percurso”.
Água
Na oportunidade, o governador vistoriou as intervenções de ampliação da rede de abastecimento de água realizadas no município de Saubara, no valor de R$ 24 milhões. A obra já foi mais de 50% executada e irá beneficiar, além dos moradores, um grande número de turistas que freqüenta a região, principalmente nos finais de semana. “A obra vai resolver o problema de abastecimento que a cidade enfrenta, principalmente em finais de semanas e períodos de feriados, época que Saubara recebe muitos visitantes”, destacou Rui Costa.

 

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EM MAIO, VENDAS DO VAREJO BAIANO RETRAEM 20,8%
EM MAIO, VENDAS DO VAREJO BAIANO RETRAEM 20,8%
admin 8 Julho, 2020
As vendas no comércio varejista baiano registraram em maio de 2020 recuo de 20,8%, na comparação com igual mês do ano anterior. A retração no volume de negócios no país foi de 7,2%, em relação à mesma base de comparação. Na análise sazonal, o comércio varejista no estado baiano registrou variação positiva de 10,3%. No acumulado do ano a taxa do volume de negócios foi negativa em 11,1%. Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – realizada em âmbito nacional – e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.
O resultado registrado para o varejo baiano nesse mês releva que o setor continua sendo intensamente impactado, após isolamento social por conta da pandemia do coronavírus. Embora mostre uma perda de ritmo dos impactos das ações de combate à pandemia de Covid -19, quando observado o mês imediatamente anterior (-26,5%), o recuo ainda é bastante expressivo. Com o orçamento comprometido dado a redução de renda por demissão, suspensão de trabalho ou redução proporcional de salários e jornada de trabalho, os consumidores tem sido cautelosos nos seus gastos. Esse comportamento comprometeram as vendas do varejo na comemoração do Dia das Mães, considerada a segunda data mais importante para o setor.
Por atividade, em maio de 2020, os dados do comércio varejista do estado baiano, quando comparados aos de maio de 2019, revelam que apenas um dos oito segmentos que compõem o indicador do volume de vendas registraram comportamento positivo. Assim, o desempenho positivo nesse mês ficou por conta do segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,7%). Nos demais segmentos, as variações foram negativas. Listados pelo grau de magnitude das taxas em ordem decrescente destacaram-se: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-13,4%), Combustíveis e lubrificantes (-21,3%), Móveis e eletrodomésticos (-22,9%), Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-44,5%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-45,8%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-73,2%), e Tecidos, vestuário e calçados (-81,3%). No que diz respeito aos subgrupos, verifica-se que registrou variação positiva as vendas de Hipermercados e supermercados com a taxa de 5,9%. Nas demais, as taxas foram negativas em 20,1% e 24,2%, respectivamente, para Móveis, e Eletrodomésticos.
Por outro lado, as maiores influências negativas para o setor vieram dos segmentos de Tecidos, vestuário e calçados, Outros artigos de uso pessoal e doméstico, e Combustíveis e lubrificantes. Os impactos do isolamento social em razão do Covid – 19 comprometeram o ritmo das vendas nessas atividades. Como uma forma de conter a disseminação do novo vírus, governos restringiram o funcionamento de empresas e a circulação de pessoas, levando uma redução na oferta de emprego e uma piora da situação financeira das famílias.
O segmento de Tecidos, vestuário e calçados teve suas vendas comprometidas com as medidas de isolamento social para conter a disseminação do Coronavírus como fechamento do comércio tanto nas ruas como em centros comerciais e shopping centers. Além do que a quarentena por conta da pandemia provocou mudanças de hábitos de consumo nos brasileiros. Nesse período, o consumidor passou a buscar mais serviços de compras, a exemplo de serviços de delivery, assim como as vendas no formato compre e retire.
Outros artigos de uso pessoal e doméstico apesar de também terem suas vendas comprometidas por contas das medidas preventivas mostrou perda de ritmo de queda em relação ao resultado de abril (-61,9%), pois os consumidores passaram a realizar suas compras por telefone, recebendo o seu produto na sua residência. Já as vendas de Combustíveis e lubrificantes foram atingidas de forma indireta pela redução de veículos circulando nas ruas.
O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção apresentou retração nas vendas em 27,2%, em relação à igual mês do ano anterior. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação foi negativa em 4,1%. O segmento Veículos, motos, partes e peças teve queda de 53,0% nas vendas em maio de 2020, em relação à igual mês do ano anterior. Atividade fortemente influenciada pelo crédito teve suas vendas comprometidas dado ao “oceano” de incertezas quanto ao comportamento da atividade econômica no país provocada Covid – 19. Esse cenário levou as instituições financeiras a restringirem a liberação de crédito, dada a iminente elevação da taxa de inadimplência nos próximos meses. Para a análise dos últimos 12 meses a taxa foi negativa em 8,8%.
Em relação a Material de construção, as vendas no mês de maio foram negativas em 5,1%, na comparação com o mesmo mês de 2019. Embora o comportamento desse segmento se mantenha negativa, observa-se que houve uma redução no ritmo de queda, sinalizando apesar do cenário adverso, uma suave redução do pessimismo em relação aos meses seguintes, ratificado pelo Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas que subiu 3,9 pontos em maio, para 62,1 pontos. Esse desempenho resultou para o acumulado dos últimos 12 meses recuo de 0,7%.
Foto: divulgação


Em valores, Bahia teve queda nas exportações de 8,8% no primeiro semestre
Em volume comercializado, informa a SEI, houve aumento tanto no semestre (30,8%) como no mês passado (12,3%)

Redação

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

De janeiro a junho deste ano as exportações baianas somaram US$ 3,549 bilhões, queda de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Em junho, o quadro foi mais grave: recuo de 25,6% em relação ao mesmo mês de 2019. As transações alcançaram US$ 518,8 milhões. As importações somaram US$ 2,372 bilhões (recuo de 31,1%) no semestre.
Os dados são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI). Segundo o órgão do governo baiano, o enfraquecimento em valores no semestre é explicado por uma retração na cotação internacional de uma série deitens da pauta de exportação estadual.
Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, a quantidade exportada registrou aumento tanto no semestre (30,8%), ou o equivalente a 6,695 milhões de toneladas, quanto no mês de junho (12,3%) – 1,062 milhão de toneladas. No primeiro semestre de 2020, o saldo acumulado pelo estado em sua balança comercial foi de US$ 1,18 bilhão, 164% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

^^
Tombos gigantes!!!!
 

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Mercado de gás natural na Bahia passa a ser mais competitivo
BAHIA




A busca por novos supridores de gás natural no estado deu um importante passo com o início do fornecimento do energético da Alvopetro (produtor independente) para a Companhia de Gás da Bahia – Bahiagás. O novo supridor passa a fornecer à companhia baiana o gás processado na sua recém-construída unidade de processamento de gás natural (UPGN), no Campo de Caburé (Bacia do Recôncavo). O gás recebido por um custo menor será distribuído pela Bahiagás ao mercado de forma mais competitiva.

“É a primeira vez que o processamento do gás natural não será feito pela Petrobras. Essa ação traz benefícios para o mercado, que pode obter melhores preços, e para o consumidor. Além de ser um marco, pois é a primeira compra de um produtor local (com uma rede totalmente conectada à rede da Bahiagás) e com um preço menor”, explica o secretário de Infraestrutura da Bahia, Marcus Cavalcanti.

A previsão é de que a capacidade de escoamento do gás proveniente da Bacia do Recôncavo seja ampliada. De acordo com informações da Bahiagás, o contrato com o produtor prevê o fornecimento de até 500 mil m³/dia.

 

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Estimativa é de que safra baiana de grãos em 2020 seja recorde: 9,4 mi de ton
É a maior da série histórica do levantamento realizado pelo IGBT desde 1972



(Divulgação)

A estimativa de junho para a safra baiana de cereais, leguminosas e oleaginosas (também conhecidos como grãos) em 2020 prevê uma produção recorde de 9.359.331 toneladas neste ano - a maior da série histórica do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE) desde 1972.

A safra de grãos 2020, na Bahia, deve ficar 13,0% acima (ou mais 1.075.671 toneladas) da colhida em 2019 (8.283.660 toneladas). A previsão de junho para o estado ficou 3,2% maior que a de maio, quando a estimativa era de uma safra de 9.065.031 toneladas de grãos neste ano.
Isso, segundo o IBGE, ocorreu por conta da revisão para cima na estimativa de produção baiana de soja em 2020, que ficou em 6.027.500 toneladas em junho, 3,8% maior (mais 220,5 mil toneladas) que a do mês anterior (que tinha sido de 5.807.000 toneladas).
O aumento na previsão de safra de soja na Bahia se deu em razão de uma expectativa de crescimento na área plantada, de 1,600 milhão para 1,620 milhão de hectares, na passagem de maio para junho (+1,2%).

Com isso, a produção de soja na Bahia em 2020 (6,027 milhões de toneladas) deve ficar 13,5% maior que a de 2019 (5,309 milhões de toneladas).
No país como um todo, também houve revisão para cima na estimativa de produção de soja neste ano. Em junho, a previsão é de uma safra nacional recorde de 119,9 milhões de toneladas, 0,4% acima da previsão de maio e 5,6% maior que a de 2019.

 

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A Bahia é o sexto maior produtor de soja do Brasil

Em nível nacional, a estimativa de junho para a safra de grãos 2020 é de recorde na série histórica do IBGE, chegando a 247,4 milhões de toneladas, 2,5% superior à de 2019 (que foi de 241,5 milhões de toneladas), e 0,6% maior (1,5 milhões de toneladas) em relação ao estimado em maio.


As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado mensalmente pelo IBGE. O grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas (grãos) engloba os seguintes produtos: arroz, milho, aveia, centeio, cevada, sorgo, trigo, triticale, amendoim, feijão, caroço de algodão, mamona, soja e girassol.

A partir das informações desta sexta estimativa, a Bahia deve se manter, em 2020, com a oitava maior produção de grãos do país, respondendo por 3,8% do total nacional. Mato Grosso deverá continuar na liderança, com 28,4%, seguido, mais uma vez, por Paraná (16,4%) e Rio Grande do Sul (10,7%).

Apesar da revisão para cima na estimativa de produção baiana de soja em 2020, a previsão agora é que 11 das 25 safras de produtos investigadas pelo LSPA no estado sejam maiores que as de 2019. Em maio, a previsão era de 12 safras maiores neste ano.


A queda se deu por conta das revisão para baixo na produção de tomate, que de maio para junho apresentou queda de 15,3%, fazendo que houvesse uma redução de 34.600 toneladas em relação ao resultado de 2019 (-12,5%).

As produções com previsão de maior crescimento, em termos absolutos, no estado são as de cana-de-açúcar (+944.000 toneladas ou +22,4%), soja (+718.100 toneladas ou +13,5%) e milho 1ª safra (+259.600 toneladas ou +19,0%).

 

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Post original, Cerrado

Luis Eduardo Magalhães/BA


 

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Venda de refinarias gera debate


Impedir a venda pela Petrobras de suas refinarias vem mobilizando recursos das mesas da Câmara dos Deputados e do Senado, ao pedirem liminar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a fim de impedir a polêmica negociação.

O pedido repercutiu entre os industriais baianos, insatisfeitos com o posicionamento dos parlamentares, especialmente a venda em curso da Refinaria Landulpho Alves-Mataripe, conhecida por RLAM.

Em nota pública distribuída ontem, pelo site da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), os defensores da venda dos ativos da RLAM tentaram demonstrar a ausência de caracterização de venda direta, ao observar princípios do artigo 37 da Constituição Federal.

Os industriais entendem na proposta em curso de venda de refinarias a quebra de fato de antigo monopólio da Petrobras, com amplo conhecimento da sociedade e respaldo do Conselho Nacional de Política Energética pela Resolução nº 9, de maio de 2019.

– A Petrobras incluiu em seu projeto de desinvestimento oito refinarias, totalizando 1,1 milhão de capacidade diária de processamento de petróleo, o equivalente a cerca de 50% do parque de refino brasileiro – lembrou o documento.

Alienação – Sete refinarias, além da RLAM, poderão ser alienadas até 2021, de acordo com o termo de compromisso de cessação de prática celebrado, em junho de 2019, entre a Petrobras e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Para a Fieb, o movimento de venda do controle da RLAM é positivo para o país e, especialmente, para a economia da Bahia. Acreditam que a compra da RLAM torna provável a injeção de recursos na empresa, visando sua modernização e ampliação.

 

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Certificação do algodão

A certificação do programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que atesta sustentabilidade do algodão da Bahia, acontece nesta safra 2019-2020 em 81 propriedades da região oeste do estado. A certificação abrange uma área de 245.219 hectares, representando 78,20% de todo o algodão produzido na Bahia nesta safra.

As auditorias para atestar o cumprimento dos protocolos – que levam em consideração o respeito às legislações ambientais, sociais, saúde e segurança dos empregados além da adoção de critérios de responsabilidade social e sustentabilidade dentro e fora das propriedades – foram encerradas esta semana pala equipe técnica da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

 

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PREFEITO DE ALAGOINHAS, COMEMORA VINDA DE NOVA CERVEJARIA PARA ALAGOINHAS
PREFEITO DE ALAGOINHAS, COMEMORA VINDA DE NOVA  CERVEJARIA PARA ALAGOINHAS
admin 9 Julho, 2020
Por: Kamila Silva
Joaquim Neto (PSD), atual prefeito de Alagoinhas, disse ao portal Bahia Econômica que o investimento de R$ 1,2 bilhão da cervejaria Cidade Imperial, de Petrópolis, em Alagoinha “é a maior de todo o polo cervejeiro na história de Alagoinhas”.
” É o investimento mais importante dos últimos quatro anos” na cidade. A implantação da cervejaria foi divulgada com exclusividade pelo Bahia Econômica. Veja aqui.
“Vai aumentar emprego e renda justamente em tempos de pandemia, de dificuldades econômicas”, disse o Prefeito, e acrescentou ” Vamos empregar na construção civil muita gente. E depois que a fábrica estiver pronta, teremos mais empregos de pessoas qualificadas para trabalhar na própria fábrica e, consequentemente, [aumentará] a renda para a nossa cidade. Então Alagoinhas ganha muito, é o maior polo cervejeiro do Nordeste e do Brasil e isso nos orgulha muito”, aponta o gestor.
Neto aponta ainda que a cidade está estruturalmente preparada para receber o novo empreendimento. “Nós aqui em Alagoinhas, além de estarmos geograficamente plantados, temos também toda a logística e a infraestrutura do polo cervejeiro. Então há uma facilidade com força de energia elétrica, a força do gás natural que passa por toda a cidade e economiza nos custos de uma fábrica de cerveja. Temos também as descidas para os rios, onde vão jogar a estação de tratamento, os líquidos e dejetos. Então temos toda a estrutura”, pontua.
O pesedebista considera que a maior atração para o polo cervejeiro e de outras bebidas na cidade, como água mineral e refrigerante, é “simplesmente porque nós sabemos que Alagoinhas tem a segunda melhor água do planeta. Então nós temos esse orgulho de dizer que a nossa água é a melhor do Brasil e a segunda do planeta”, diz, e acrescenta a participação do governo do estado e da gestão municipal nos investimentos levados ao município:
“Temos também, lógico, a ajuda do governo do estado com suas concessões, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – SDE e a gestão municipal, que facilita e dá incentivos também de ISS – Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza, junto com a Câmara de Vereadores. Alagoinhas é uma das cidades mais atrativas, temos todas as condições de facilidade e mobilidade”, encerra o prefeito.

 

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HÁ UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL


Após quase quatro meses de isolamento social e em pleno pico da pandemia na Bahia, surge uma tênue luz no fim do túnel. A luz vem da constatação de que Salvador apresenta sinais de que está chegando a um platô de casos de Covid-19, uma estabilizacão que ainda pode levar algumas semanas, mas que tem como resultado a queda dos casos. A luz surge também do lançamento pelo governador Rui Costa e pelo Prefeito ACM Neto dos protocolos necessários para a retomada das atividades econômicas e o estabelecimento de definições sobre quando e como será a reabertura.
É verdade que uma certa frustação ficou pairando no ar, pois os empresários queriam uma retomada imediata, mas registre-se aqui a preocupação tanto do governador quanto do prefeito com a vida das pessoas ao condicionarem a retomada à taxa de ocupação das UTIs em Salvador. Note-se que ao fazer isso, prefeitura e governo vincularam a situação da capital a dos demais municípios da região metropolitana e, em última análise, ao estado como um todo. Em outras palavras: a curva da pandemia em Salvador já está se estabilizando, mas ainda não atingiu o pico na Bahia, assim, adotando outros indicadores como o fator R e a taxa de contágio, a capital já estaria em condições de entrar na fase 1 da reabertura.
Mas, infelizmente, isso não seria possível pois as UTIs da capital são utilizadas pelos municípios da RMS e de várias regiões. Nesse sentido, a decretação pelo governo do toque de recolher nos municípios da RMS tinha de fazer parte do plano e precisa dar resultados, forçando a queda de novos casos de coronavírus na área metropolitana, para assim permitir a redução para 75% na taxa de ocupação das UTIs em Salvador. Mas a boa notícia é que 75 novos leitos de UTI serão criados na Arena Fonte Nova nas próximas semanas e podem viabilizar a meta e assim dar o start na reabertura ainda este mês.
Mas atenção: será preciso muita fiscalização e a consciência dos soteropolitanos e dos metropolitanos para manter os níveis de isolamento social, sob pena da reabertura ser adiada para agosto. No entanto, há luz no fim do túnel, não só porque com o estabelecimento do critério de reabertura os agentes econômicos poderão se planejar, mas também porque os protocolos anunciados são técnicos e racionais. E isso era indispensável, pois não basta apenas decretar a reabertura, é preciso dar segurança a população de modo a que ela possa ter de volta o comércio e os serviços, mas com a garantia de que está sendo protegida das aglomerações e do contágio.

 

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A REABERTURA DA FAFEN

O berço político do governador Rui Costa foi o Polo Petroquímico, por isso a reabertura da Fafen – Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados, fechada pela Petrobras, era questão de honra. E esta semana a Secretaria de Desenvolvimento Econômico assinou um protocolo de intenções que vai viabilizar a retomada da produção, com um investimento de R$ 95 milhões. Arrendada pela Proquigel, a Fafen é a única produtora nacional de fertilizante nitrogenados, insumo fundamental para o agronegócio e, se fosse fechada, seria necessário a importação do produto. E a Fafen e toda cadeia de gás e óleo terão redução do preço do gás viabilizada pela Secretaria de Infraestrutura com a liberação de compra no mercado livre.

 

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UMA NOVA CERVEJA NA BAHIA

O portal Bahia Econômica noticiou ontem com exclusividade que o governo do Estado, através da Secretária de Desenvolvimento Econômico, está negociando a vinda da Cervejaria Cidade Imperial para Alagoinhas, num investimento que pode chegar a R$ 1,2 bilhão, com a criação de 350 empregos. O secretário e vice-governador João Leão está comemorando, afinal Alagoinhas já é a capital da cerveja, e sede de um dos maiores polos de bebidas do país e o novo investimento fortalece essa posição. Lá já estão instalados o grupo Kirin Brasil, comprado pela Heineken, e o grupo Petropólis, da Cerveja Itaipava, além de indústrias de refrigerantes. Cerveja se faz com água, e a de Alagoinhas é a melhor do país.

 

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PETROBAHIA PEDE RETOMADA GRADUAL DA ECONOMIA
PETROBAHIA PEDE RETOMADA GRADUAL DA ECONOMIA
admin 9 Julho, 2020
A distribuidora de combustível Petrobahia, com sede em Salvador, continua sua expansão e inicia as operações da mais nova filial, a Base de Itabuna – Bauna. Para Thiago Andrade, diretor comercial e presidente em exercício da Petrobahia, em tempos de pandemia esse é um marco histórico para a organização. Para completar, o plano de flexibilização anunciado, ontem, 08/07, pelo prefeito de Salvador e o governador da Bahia, traz fôlego para a retomada gradual das atividades econômicas.
“Como distribuidora de combustíveis, atividade de bem essencial, mantivemos as operações normalizadas firmando nosso compromisso para que as demais empresas e profissionais não parassem. Este é um momento das empresas unirem força com o propósito de recuperar a economia no nosso Estado, auxiliando na garantia de emprego e renda”, evidencia.
Petrobahia: Agora são cinco bases de operação própria, três compartilhadas e uma rede com cerca de 100 postos revendedores espalhados entre Bahia, Sergipe, Minas Gerais, Piauí, Pernambuco e Tocantins. “O conhecimento adquirido ao longo de 24 anos permitiram aperfeiçoar nossa capacidade de construir e operar bases. Essa filial é a mais moderna e contempla melhorias tecnológicas que priorizam segurança e eficiência”, enfatiza.


 

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Mineradoras baianas doam mais de R$9 milhões em ações contra o coronavírus
Segundo sindicato que representa a categoria, dentre os itens doados estão 8 mil testes rápidos, 332 mil máscaras e 42 mil cestas básicas

Redação

Foto: Doação de cestas básicas pela Atlantic Nickel em Itagibá. (Foto: Divulgação/Assessoria) Foto: Doação de cestas básicas pela Atlantic Nickel em Itagibá. (Foto: Divulgação/Assessoria)

As doações de mineradoras baianas em ações para combate e prevenção ao novo coronavírus já somam mais de R$ 9 milhões. Segundo o Sindimiba, sindicato que representa a categoria, dentre os itens doados estão 8 mil testes rápidos, 332 mil máscaras e 42 mil cestas básicas.
Também foram feitas doações de 15 respiradores para os hospitais de campanha, 40 mil litros de álcool em gel e 329 termômetros a laser. Além da produção de vídeos informativos e apoio a ações locais nos municípios onde as empresas estão instaladas.
Um dos exemplos vem da Atlantic Nickel, empresa que extrai níquel no município de Itagibá através de contrato assinado com a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM). Desde que a pandemia se instalou pelo país, a mineradora já realizou a entrega de mais de 400 cestas básicas para as prefeituras de Itagibá e Ipiaú, para distribuição entre a população. Também foram doados testes rápidos, termômetros digitais e esterilizadores.
Em Maracás, a mineradora Largo Resources doou quatro respiradores para o hospital do município, além de cestas básicas, testes rápidos, máscaras e equipamentos de proteção individual (EPIs). Também estão sendo fornecidas refeições para motoristas de caminhão que passam pela cidade, para evitar a entrada no município. A Largo opera a única mina de Vanádio da América Latina, também por contrato com a CBPM.
Segundo o Sindimiba, as ações desenvolvidas pelas mineradoras baianas também incluem a manutenção de hotéis nos municípios para solamento de profissionais de saúde e pessoas infectadas, contratação de costureiras locais para confecção de máscaras, doação de tecido para o projeto “Máscaras para Todos”, do Governo do Estado, e capacitação de professores para ensino à distância.

 

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Discussion Starter #10,876
Oi investe mais de R$91 milhões na Bahia no primeiro trimestre





Oi Fibra, a companhia registrou aumento de 21% no número de clientes na Bahia de janeiro a março

A Oi investiu na Bahia mais de R$ 91 milhões no primeiro trimestre de 2020, com foco na expansão da fibra ótica. Com a sua estratégia de ampliar o número de casas conectadas com a Oi Fibra, a companhia registrou aumento de 21% no número de clientes na Bahia de janeiro a março desse ano. A operadora disponibiliza internet por fibra ótica em oito cidades do estado: Salvador, Barreiras, Feira de Santana, Itabuna, Jequie, Juazeiro, Lauro de Freitas e Vitoria da Conquista.
Em nota, a empresa diz que segue com o seu plano de transformação em curso, que tem estratégia centrada nos investimentos em infraestrutura de fibra ótica, que possibilitam expansão da banda larga residencial, e que dão sustentação também para as atividades no mercado B2B e no Atacado. No mercado corporativo a companhia vem investindo em soluções digitais, por meio da Oi Soluções, onde registrou aumento de 67,3% em receita de TI na Bahia no mesmo período.

 

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Discussion Starter #10,877
ALEX DA PIATÃ ARTICULA APROVAÇÃO DO SELO ‘MADE IN BAHIA’
ALEX DA PIATÃ ARTICULA APROVAÇÃO DO SELO 'MADE IN BAHIA'
admin 9 Julho, 2020
O deputado estadual Alex da Piatã (PSD) protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia um que visa tornar obrigatório as industrias e fábricas situadas no Estado a etiquetarem os produtos para o comércio e consumo geral com os dizeres: “made in Bahia/Brasil”. Em tramitação na Casa desde 2018, o líder do PSD articula com as bancadas e a Frente Parlamentar do Empreendedorismo a apreciação e aprovação da matéria.
Caso a proposta seja aprovada e sancionada, as empresas terão até um ano para se regularizarem. De acordo com Alex, os produtos, que já são respeitados, serão ainda mais valorizados. “Os baianos e aqueles que habitam o nosso estado e as fábricas e indústrias serão beneficiadas, pois será um importante incentivo para o consumo, dada a divulgação”, disse.
Ainda segundo o pessedista, que é formado em Economia, o maior consumo dos produtos gera mais lucro para as empresas e consequentemente possibilidade de expansão com resultado de criação de novos empregos. “O orgulho já existente em nosso povo se elevará ainda mais”, concluiu.


 

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Discussion Starter #10,878
Em junho, IBGE estima crescimento de 13% da produção de grãos na Bahia
As informações foram sistematizadas e analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia


Foto: Alberto Coutinho/ GOVBA

Foto: Alberto Coutinho/ GOVBA

O sexto Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativo a junho, projetou a produção baiana de cereais, oleaginosas e leguminosas, para este ano, em torno de 9,3 milhões de toneladas, o que representa uma expansão de 13,% na comparação com 2019.
Em maio, o levantamento apontava uma safra de nove milhões de toneladas. Em relação à área, o IBGE projeta uma ligeira retração de 0,8% na plantada e de 1,4% na colhida na comparação anual, registrando, em ambos os casos, uma extensão aproximada de 3,1 milhões de hectares.
As informações, divulgadas nesta quinta-feira (9), foram sistematizadas e analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).
“Esta expansão da safra baiana de cereais, oleaginosas e leguminosas, mesmo neste ano de enfrentamento da pandemia, comprova a eficiência das políticas públicas do Governo da Bahia de estímulo à produção agrícola. Como vinha ocorrendo nos meses anteriores, os principais destaques são a soja, milho, feijão, cana-de-açúcar, cacau e café, além do crescimento da safra de cebola”, disse o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

 

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Discussion Starter #10,879
Em nota, Federação das Indústrias defende venda de refinaria Landulpho Alves
Entidade avalia que entrada de um novo player estimulará novos investimentos e modernização da planta industrial

Foto: Divulgação/ Petrobras

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Um dos alvos de disputa entre o executivo federal e o Congresso Nacional, a venda pela Petrobras da refinaria Landulpho Alves-Mataripe (Rlam) recebeu o apoio da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). “Entendemos o movimento de venda do controle da Rlam como positivo para o país e, especialmente, para a economia da Bahia”, afirmou a federação, em nota divulgada na quarta-feira.
A Fieb ressalta que a estatal petrolífera foca seus esforços na exploração no pré-sal, atividade mais rentável para a companhia e sem a participação da Bahia. “Acreditamos que a compra da Rlam por um player global, novo entrante no mercado de combustíveis brasileiro, torna provável a injeção de recursos na empresa, visando sua modernização/ampliação” avaliou, no documento.
O posicionamento dos representantes da indústria foi uma resposta à ação das mesas da Câmara dos Deputados e do Senado que pediram liminar junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a venda das oito refinarias que Petrobras pretende se desfazer, entre elas a unidade baiana.
A Fieb ressalta que em junho de 2019 o STF concluiu, em votação plenária, não haver exigência de autorização legislativa para a alienação de subsidiárias, apenas das holdings (negócio principal) de uma estatal. “A proposta em curso de venda de refinarias, quebrando de fato o atual monopólio da Petrobras, foi anunciada em abril de 2019, com amplo conhecimento da sociedade, tendo sido respaldada pelo Conselho Nacional de Política Energética”,destaca a federação.

 

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Devido à crise, produção baiana de automóveis despenca quase 100%
A Ford que atua em Camaçari é responsável por este saldo negativo na Bahia


09/07/2020



Foto:Romildo de Jesus
Por: Lício Ferreira

A produção de automóveis na Bahia caiu 97,6% frente a maio do ano passado e, assim como em abril, foi a principal influência negativa no resultado da indústria baiana em geral. Segmentos de derivados de petróleo (27,9%) e celulose (1,1%) foram os únicos que tiveram alta, neste período da pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações são da supervisora de Disseminação de Informações, da Unidade Estadual do IBGE na Bahia, Mariana Viveiros.
Pelo espelho retrovisor da pesquisa, a montadora Ford - que atua no município de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador -, é a principal culpada deste resultado negativo. A empresa retomou suas atividades, no final de junho passado, com uma produção de forma gradual, conforme o ajuste dos trabalhadores aos novos protocolos de saúde e segurança. Nesta retomada, os funcionários trabalharam, apenas, um único turno, o da manhã, após a suspensão da operação, em março, por causa da pandemia do coronavírus.

 
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