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Braskem doa 27 toneladas de alimentos para catadores e recicladores baianos
Distribuição de cestas básicas beneficiou mais de seis mil pessoas


Braskem doa 27 toneladas de alimentos para catadores e recicladores baianos
(Divulgação)

Instituições sociais e catadores vinculados a cooperativas de reciclagem na Bahia receberam mais de 27 toneladas de alimentos nesta sexta-feira (7). A doação foi realizada pela Braskem, com o objetivo de minimizar os impactos causados pela crise econômica provocada pelo novo coronavírus.

Foram beneficiadas mais de seis mil pessoas em Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Dias d’Ávila e no distrito de Porto de Sauípe, em Entre Rios.
De acordo com Edmundo Góes, presidente da Cooperguary, uma das empresas cujos trabalhadores foram beneficiados, os catadores estavam com dificuldade para sustentar suas famílias, já que o rendimento médio deles caiu significativamente por conta da pandemia.
"Praticamente paramos a produção porque existe risco de contaminação com o material reciclável. Ao mesmo tempo, eles estão gastando mais com alimentação e produtos de higiene, já que está todo mundo em casa. Muitos têm quatro, cinco filhos. Então, a cesta ajudou muito", disse.

As primeiras entregas de cestas básicas foram realizadas em abril. Inicialmente foram entregues 12 toneladas para 179 trabalhadores participantes das cooperativas Coopmarc (Camaçari), Camapet, Cooperguary e Cooperbrava (Salvador), Caelf (Lauro de Freitas) e Verdecoop (Distrito de Porto de Sauípe, em Entre Rios), que participam do Programa Ser+, apoiado pela indústria para fomentar a cadeia da reciclagem na Bahia.
Posteriormente, foram distribuídas 1.298 cestas básicas para 19 instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social em comunidades do entorno das unidades industriais da Braskem na Bahia.
Todos os alimentos foram entregues seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, com uso de máscara, luvas, respeitando o distanciamento necessário e evitando aglomeração.

 

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Pandemia traz incertezas para festas literárias e frustra previsão de crescimento do setor
por Jamile Amine / Ailma Teixeira
Pandemia traz incertezas para festas literárias e frustra previsão de crescimento do setor

Foto: Divulgação

Com alguns eventos emblemáticos já consolidados no calendário cultural baiano e a criação recente de novas iniciativas, o cenário para as feiras literárias no estado era dos mais animadores para 2020. A pandemia do novo coronavírus, no entanto, frustrou as perspectivas, levando várias delas a cancelar, adiar ou modificar drasticamente sua configuração diante das incertezas do futuro próximo.


Em 2019, a secretária estadual de Cultura, Arany Santana, projetou a realização de 25 eventos para este ano (veja aqui) e a Fundação Pedro Calmon (FPC), vinculada à Secult-BA, anunciou o interesse em apoiar iniciativas de escolas baianas neste sentido (saiba mais). Os esforços, por meio de políticas públicas, parecem ter tido efeito, pois um levantamento da Diretoria do Livro e Leitura da FPC aponta que 30 festas literárias haviam sido catalogadas para 2020, distribuídas em diversos territórios de identidade.



Sem uma perspectiva concreta a respeito da possibilidade do fim do isolamento social, entretanto, esta conjuntura favorável segue em suspenso. “Com a pandemia, praticamente todas as festas literárias foram suspensas. Algumas delas, em torno de seis ou sete, têm tentado — e digo que está em tentativa porque não há nada consolidado — migrar para o formato virtual”, explica Zulu Araújo, diretor da FPC, órgão responsável pela preservação e divulgação de acervos documentais, além do estímulo e promoção de atividades relacionadas às bibliotecas e arquivos.

“Na verdade, todo mundo está inseguro. Festa literária sem você ter aglomeração, o aconchego, a conversa, o abraço, o diálogo, ainda nós não temos na nossa cabeça. Então, a verdade é que é uma coisa nova para todos nós. Acho que temos que admitir que não sabemos ainda como resolver essa questão, sem que antes tenha uma orientação do campo da ciência”, avalia Zulu, pontuando, por outro lado, que após este período crítico a retomada dos eventos literários deve ser ascendente na Bahia.

Com o objetivo de traçar um panorama do atual cenário, o Bahia Notícias apurou os preparativos de alguns eventos literários realizados no estado nos últimos anos e que estavam programados para ter uma nova edição em 2020. São eles: a Bienal do Livro de Salvador, Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), Festival Literário Nacional (Flin), Feira Literária de Canudos (Flican), Festa Literária de Uauá (Fliu), Festa Literária Internacional da Praia do Forte (FLIPF) e Feira Literária de Mucugê (Fligê).


FLICA

Foto: Ricardo Prado

Entre os eventos mais tradicionais no calendário baiano, a Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) completaria 10 edições em 2020. Mas com as medidas de distanciamento impostas pela Covid-19, a realização do evento, que tradicionalmente ocorre em outubro, não está definida. O coordenador-geral da Flica, Emmanuel Mirdad, disse que a equipe ainda discute as possibilidades para este ano. A decisão será anunciada até o fim deste mês.


BIENAL DO LIVRO

Foto: Igor Santos / Secom

Realizada pela última vez em 2013, a Bienal do Livro Bahia chegou a ser anunciada pelo prefeito ACM Neto para os dias 4 a 13 de setembro, no Novo Centro de Convenções, em Salvador, como a “maior de todos os tempos em todo Brasil” (relembre). A data estipulada se aproxima, mas a reconfiguração do evento segue em aberto.

“A definição da data vai obedecer muito ao comportamento da Covid, com relação ao estágio que ele está, para que nós possamos realmente receber esse evento aqui, que é um evento que vai ter que contar com aglomeração de pessoas, e não pode ser feito neste momento”, explica o secretário municipal de Cultura e Turismo, Pablo Barrozo. “Fazer esse planejamento com tanta antecedência seria irresponsável da nossa parte. A vontade da prefeitura, a vontade da Secretaria de Cultura e Turismo, a vontade da GL Eventos, que é quem faz a gestão do Centro de Convenções, é que a próxima Bienal do Livro seja em Salvador, mas nós não sabemos a data. Estava para agora no meio do ano, mas foi adiado, e a gente vai adequar ao momento melhor para a bienal”, pondera.

Sem confirmar, mas também não descartando a possibilidade de realização em 2020, Barrozo estipula que entre setembro e outubro a prefeitura terá “uma maior clareza” para bater o martelo sobre a data da Bienal do Livro. “Realmente é um evento grande, precisa de planejamento, e a gente está ganhando um tempo”, diz o secretário.


FLIPELÔ

Foto: Reprodução / Facebook

Com a quarta edição programada para o mês de agosto e posteriormente adiada para dezembro, por causa da pandemia, a Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) também não tem uma definição.

“Normalmente, desde o nascimento da Flipelô, a gente promove em torno do dia 10 de agosto, que é o aniversário de Jorge Amado, mas quando a gente viu esse cenário da pandemia se estabelecer, até pra gente planejar as coisas, a gente acreditou que seria impossível isso acontecer e resolveu adiar para dezembro, de 9 a 13 de dezembro”, explica Angela Fraga de Sá, diretora executiva da Fundação Casa de Jorge Amado, responsável pela realização do evento.

“O nosso sonho é que a gente consiga realizar nos mesmos moldes, tomando as devidas precauções que são necessárias, ocupando os espaços do Pelourinho, fazendo com que as pessoas circulem, porque essa é a verdadeira essência do evento, a gente levar a literatura para o espaço do Pelourinho, para que as pessoas passem a frequentar aquele espaço, que conheçam as instituições que nunca tiveram oportunidade de ir. Mesmo a pessoa que mora na cidade, às vezes, tem o mote da festa para ir visitar, e não só os turistas, que normalmente já vão”, pontua Angela, destacando, no entanto, que os organizadores estão “numa incerteza muito grande” por não saber se haverá condições sanitárias para a realização da festa e lembrando que os próprios convidados estão inseguros em viajar. “Está todo mundo com muito receio disso, então, se a vacina acontecer agora em setembro, a Flipelô acontece igual, mas se não acontecer o que a gente pode pensar é trabalhar de alguma forma virtual pra não perder o calendário do evento”, explica.

Caso seja descartada qualquer possibilidade presencial, segundo Angela, a ideia é fazer algo pontual, com menor duração, em dezembro, para marcar a edição 2020. “A gente poderia chamar alguém pra fazer uma live, comemorar aquela data, falar do nosso escritor homenageado, que é Graciliano Ramos, de algum jeito. Agora, obviamente não é o mesmo projeto, seria só uma coisa mesmo simbólica de naquela data a gente estar lembrando da Flipelô, da literatura, de Graciliano e Jorge Amado, mas sem aquela festa do Pelourinho”, detalha, citando ainda a dificuldade de encontrar apoio para uma iniciativa virtual, menos atraente para patrocinadores.


FLIGÊ

Foto: Reprodução / Facebook

Lançada em 2016, na região da Chapada Diamantina, a Feira Literária de Mucugê (Fligê) também viu sua quinta edição — programada para 13 a 16 de agosto — ser impactada pela pandemia do novo coronavírus. A situação levou os organizadores a cancelar a edição presencial este ano, mas ainda sem excluir a possibilidade de uma versão virtual em novembro.

“Nós havíamos adiado para novembro, mas a gente tomou a decisão de não realizar presencialmente por causa de todo esse cenário da pandemia e a ausência de segurança sanitária. A Fligê tem um público cativo grande, cada ano se amplia, então na verdade a gente não teve opção, foi uma imposição essa decisão nossa de não realizar presencialmente”, explica a curadora, Ester Figueiredo, lembrando que o evento se desenvolve para além da data pontual da feira e que este ano também se dará nestes moldes.

“A Fligê, desde a primeira edição, não é um evento só localizado na data de culminância, que sempre é em agosto. Ao longo do ano sempre são desenvolvidas atividades no município de Mucugê, no entorno da Chapada Diamantina, de produção do conhecimento literário. Então, em maio nós iniciamos com as tradicionais lives, com a participação de escritores e artistas que participaram de edições anteriores”, detalha o “Fligê na Quarentena”, lembrando que até então ainda havia a perspectiva da feira acontecer presencialmente.

Após a decisão de cancelar a versão original, os organizadores criaram mais um projeto, com início em setembro e foco no tema deste ano: “Literatura e Ancestralidade”. “A gente vai voltar novamente todos os contatos que estavam sendo feitos para a realização presencial, com a integração mesmo da literatura com outras artes. Estamos tentando inovar dentro desse cenário virtual, que seria ‘Trilhas Virtuais Fligê’”, conta Ester Figueiredo.

Com a expectativa de realizar um evento totalmente online este ano, a curadora lembra que a Fligê já teve algumas pequenas atividades na internet anteriormente, mas destaca a complexidade do novo desafio. “Lá na região de Mucugê existe a limitação de acesso ainda, precisa ter uma política pública para poder universalizar essas questões de acesso à tecnologia”, avalia. Ester pontua que uma programação mais robusta exigiria um aparato tecnológico mais eficiente que os celulares usados no “Fligê na Quarentena” e explica que o novo formato ainda está em fase de estudo, provavelmente concentrado em quatro dias de novembro, só “pra poder ocupar esse espaço já definido na agenda de eventos do estado da Bahia”.


FLIN

Foto: Reprodução / Facebook

A cena registrada em novembro do ano passado, com estudantes e amantes da leitura de todas as idades aglomerados em Cajazeiras, não vai se repetir em 2020. A Fundação Pedro Calmon (FPC) chegou a cogitar uma edição virtual para o Festival Literário Nacional (Flin), mas depois concluiu que isso “fugiria muito do objetivo” e resolveu suspender a segunda edição do evento.

“Nossa ideia é que o Flin seja realizado em agosto do próximo ano, no período relativo à celebração do Dia do Estudante, 11 de agosto, então a gente ressaltaria e aumentaria a ênfase do Flin ser um evento voltado para a juventude daquela região ali de Cajazeiras, que tem mais de um milhão de pessoas, mais de 20 escolas estaduais, com mais de 20 mil alunos dessa faixa do objetivo que a gente tem”, estima Zulu Araújo, presidente da FPC.

Para este ano, apenas o Pré-Flin está confirmado, intensificando o que foi feito na edição anterior, com uma série de atividades remotas que visam envolver a comunidade local com a literatura. O plano é realizá-lo em novembro, reunindo a produção dos jovens, que este ano, muito influenciada pela conjuntura, aborda também a pandemia do novo coronavírus e as consequências que ela trouxe para a comunidade estudantil e para a cultura, de forma geral.

Com isso, o evento principal fica para 2021, subordinado aos protocolos de segurança que venham a ser estabelecidos. Se possível, a FPC espera retomar o projeto original do Flin com espaço infantil, editoras, palco principal e feira de empreendedores.


FLIPF

Foto: Mateus Pereira / GOVBA

Como outros eventos da Bahia, a Festa Literária Internacional da Praia do Forte (FLIPF) também precisou adiar sua segunda edição, que passou de 29 de abril a 3 de maio, para o período de 11 a 15 novembro de 2020. O remanejamento, entretanto, não foi suficiente e a data terá que ser alterada outra vez. E há ainda a possibilidade de acontecer apenas online.

“A gente teve recentemente a notícia de que as eleições foram também adiadas para esse final de semana que a gente tinha previsto a realização da FLIPF. Então, estamos estudando algumas possibilidades de pequena mudança de data, ainda para novembro”, explica a produtora Vanessa Vieira, uma das organizadoras da festa, destacando que tem sido levado em consideração também a agenda local, para evitar concorrência entre os eventos da mesma natureza.

Vanessa conta que a perspectiva é a realização de uma programação mista, com atividades presenciais e virtuais, mas ressalta que o clima de incertezas ainda é predominante. Ela admite a possibilidade de que em 2020 o evento tenha apenas em uma versão online, o que para a organização não seria o cenário ideal.

“A gente está vendo de que forma conseguiria isso, mas ao mesmo tempo, relacionando a Praia do Forte, porque a gente sabe que o grande charme da Flipf é estar na Praia do Forte. Tem toda essa questão das belezas naturais, da relação com os projetos de conservação ambiental. Estar num evento literário na Praia do Forte é o nosso grande diferencial, então a gente está estudando essas possibilidades de, se acontecendo somente de forma virtual, como a gente fazer para transportar as pessoas para a Praia do Forte, para que elas se sintam mais próximas do local, da cultura, das pessoas, da comunidade, porque são muitas riquezas”, pondera.


FLICAN

Foto: Reprodução / FPC

A situação da Festa Literária de Canudos também segue indefinida. O professor Luis Paulo Neiva, curador do evento, revelou ao BN que a projeção era de cancelamento até que foi procurado pela Fundação Pedro Calmon (FPC) na semana passada para compartilhar o que vinha sendo produzido e averiguar a possibilidade de realização de forma remota. “Eu imagino que tem alguém tentando fazer alguma coisa, mesmo que não seja algo no formato total, e que sirva de uma animação para o próximo ano”, afirma o professor, que espera conseguir viabilizar uma edição online.

Em 2019, primeiro ano da Flican, a festa foi realizada em quatro dias, com homenagens ao líder religioso Antônio Conselheiro e ao escritor Euclides da Cunha (veja aqui). Para este ano, um dos nomes cotados para homenagear foi o escritor paraibano Ariano Suassuna.


FLIU

Foto: Manuela Cavadas

Com as reuniões suspensas para respeitar as regras de distanciamento social durante a pandemia, a organização da Festa Literária de Uauá (Fliu) chegou a desistir da segunda edição do evento, marcada anteriormente para os dias 12, 13 e 14 de novembro. No entanto, uma esperança surgiu depois.

Em mensagem enviada ao BN, o poeta Maviael Melo, curador da Fliu, disse que a equipe vai rever a decisão depois que alguns parceiros demonstraram interesse em apoiar uma versão online. “A gente está tentando ver como é que funciona isso. Até então, a gente tinha suspendido a festa pra fazer só ano que vem, mas surgiu aí a oportunidade de fazer uma festa reduzida, com as mesas importantes”, conta Melo. Para ele, é relevante realizar essa edição para que uma eventual “brecha” no histórico do evento não dificulte a captação de recursos para a Fliu de 2021.

 

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EMPRESA DE TECNOLOGIA OFERTA EMPREGOS EM SALVADOR
EMPRESA DE TECNOLOGIA OFERTA EMPREGOS EM SALVADOR
admin 7 Agosto, 2020
As mudanças provocadas pela pandemia do novo Coronavírus, a exemplo da maior adesão ao modelo de trabalho home office e serviços remotos, têm auxiliado empresas no ramo de tecnologia a sentirem com menor intensidade os impactos da crise econômica. Algumas empresas do setor tem conseguido estabilizar a situação através de serviços
que tiveram aumento de procura neste período, e da oferta de soluções específicas para o momento de pandemia e isolamento social.
Em Salvador, a Teletalk é uma empresa especializada em soluções de infraestrutura de redes e segurança como vídeo monitoramento e controle de acesso. Durante a pandemia, a empresa passou a oferecer também o serviço de tecnologias antiepidêmicas, como câmeras termográficas. A unidade abriu um processo seletivo para ocupação
de três vagas na empresa.
As oportunidades são na área de Consultor Comercial, Coordenador de Vendas, e uma vaga de estágio em engenharia elétrica. Camila Quintella, responsável pelo departamento de Recursos Humanos da empresa conta que, apesar dos impactos da pandemia também atingirem o setor, a empresa tem conseguido se adaptar ao cenário e estruturar ações positivas para o mercado: “Estamos em um momento de reestruturação forçada pela pandemia do Coronavírus, mas há também um aumento de demanda para os serviços que oferecemos, daí a necessidade de contratação de mais profissionais. Uma das nossas adaptações foi passar a oferecer o serviço de tecnologias
antiepidêmicas, que entendemos ser fundamental neste momento em que estamos todos pensando em estratégias para conter o avanço da pandemia”.
Para a vaga de coordenador de vendas, os requisitos são experiência comprovada em telecomunicações, provedor de internet, empresa de segurança e áreas afins e os benefícios são salário compatível com o mercado, assistência médica e odontológica. Para a vaga de consultor comercial, os benefícios são salário compatível com o mercado, plano de saúde, vale transporte e refeição. Estudantes de Engenharia Elétrica que desejem se candidatar à vaga de estágio precisam estar cursando entre o 3º e 6º semestre, ser comunicativo, proativo e organizado. Neste caso, os benefícios são bolsa estágio, vale transporte e vale refeição. Os interessados devem mandar currículo para o e-mail [email protected].

 

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Prefeitura tem novo PPI

Após o lançamento, na última quinta-feira, do seu novo Programa de Parcelamento Incentivado (PPI), a expectativa da prefeitura de Salvador é reduzir o número de ações judiciais de devedores contra o município. A iniciativa é parte de um pacote tributário e fiscal para ajudar pessoas físicas e jurídicas atingidas pelos efeitos da pandemia. “Esperamos que muitos contribuintes aproveitem as condições excelentes de negociação que estamos oferecendo agora e desistam de ações contra a prefeitura, quitando essas dívidas”, disse o secretário municipal da Fazenda, Paulo Souto. Caso seja aprovado pela Câmara, vai oferecer desde o desconto de 20% no valor da dívida, sem juros ou multas, até o parcelamento em 48 vezes, com 80% de abatimento sobre multas e juros, e correção pela taxa Selic.

 

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PIB do agro cresce 4,6%

No período entre janeiro e maio deste ano, já em contexto de efeitos da pandemia, a soma das riquezas acumuladas, chamada Produto Interno Bruto, cresceu 4,62% no agronegócio brasileiro. Embora positiva, a porcentagem não implica distribuição, pois o resultado final pode incluir empreendimentos de faturamento muito elevado, compensando a pulverização dos números entre médias e pequenas propriedades. Milho, café, cacau, arroz, soja e trigo, todos com elevações superiores a 15% nos preços, foram os destaques. Na produção, as maiores estimativas de safra são para algodão, arroz, cacau, café, feijão, laranja, milho, soja, trigo e madeira para celulose.

 

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#Bahia: Ponte entre Barra e Xique-Xique deve beneficiar 2,5 milhões de habitantes e ajudar a desenvolver a região
A obra visa desenvolver a economia da região do Vale do São Francisco e o Oeste, melhorando o escoamento agropecuário, mineral e facilitando o fluxo de veículos.





A obra tem investimento de R$133 milhões | FOTO: Divulgação/SDE |

As obras da ponte que liga os municípios de Barra e Xique-Xique foram vistoriadas pelo vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta sexta-feira (7). Leão chefia uma comitiva formada por representantes do Governo do Estado, do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), que visita a região do Médio São Francisco para potencializar o Polo Agroindustrial e Bioenergético.
Beneficiando mais de 2,5 milhões de habitantes, a obra visa desenvolver a economia da região do Vale do São Francisco e o Oeste da Bahia, melhorando o escoamento agropecuário, mineral e facilitando o fluxo de veículos. Para o vice-governador, a obra vai levar mais desenvolvimento para toda a região. “Essa ponte, um sonho antigo da região, é o pontapé inicial para o desenvolvimento do Oeste do estado. É um passo importante para industrializar essa importante região da Bahia, através da implantação do Polo Agroindustrial e Bioenergético. A obra está uma beleza e muito avançada”.
Gerando aproximadamente 300 empregos diretos e indiretos, a obra está sendo executada pela concessionária Estrada do Feijão, com investimentos no valor de R$133 milhões, via financiamento do Banco do Nordeste, com 1 km de extensão sobre o Rio São Francisco, interligando os municípios de Barra e Xique-Xique pela BA-160.
A delegação, liderada por Leão que também visitou as áreas onde será implantado o Polo Agroindustrial e Bioenergético contou com as presenças dos assessores especiais do MDR, Francisco Soares de Lima Junior e Aldo Aloísio Dantas da Silva, Humberto Miranda, presidente da Faeb, Luis Napoleão, diretor de Irrigação da Codevasf, e os secretários estaduais Lucas Costa (Seagri) e Josias Gomes (SDR).

 

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Agricultura familiar baiana diversifica produção de chocolates para atender mercado
Para apoiar o sistema produtivo do cacau, o Governo Estado está investindo R$ 30 milhões


Foto: SDRBahia Foto: SDRBahia

Agricultores e agricultoras familiares, que produzem cacau na Bahia, estão atentos à tendência de mercado que exige cada vez mais produtos diferenciados, que primam pela qualidade, com a preservação ambiental. A produção da agricultura familiar atende a diversos mercados, como de chocolate sem lactose, sem glúten, sem açúcar, vegano, e geram renda, sustentabilidade e melhoria na qualidade de vida dos produtores.
São dezenas de marcas de chocolates especiais, com percentuais de 35% a 80% de cacau, produzidos por agricultores e agricultoras familiares reunidos em associações e cooperativas, que estão se qualificando e diversificando a produção.
Os chocolates estão disponíveis em barras, tabletes, gotas e bombons recheados com nibs ou frutas. O mix de produtos inclui também em outros à base de cacau, a exemplo do nibs, achocolatado, mel de cacau, cacau em pó, chocolate em pó, amêndoa torrada, amêndoa caramelizada, geleia de cacau e cacauada. Os produtos estão disponíveis em lojas especializadas na capital e no interior baiano, ou podem ser adquiridos por meio de plataformas digitais, com o serviço de entrega.
Para apoiar o sistema produtivo do cacau, o Governo Estado está investindo R$ 30 milhões, somente pelo projeto Bahia Produtiva. Os recursos são aplicados em assistência técnica e extensão rural (Ater), para o melhoramento no manejo da planta e com a aquisição de equipamentos, que possibilitarão, desde a preparação adequada da amêndoa, até o beneficiamento na fábrica. Estão incluídas também iniciativas voltadas para o acesso ao mercado. O Bahia Produtiva é executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial.
Um desses exemplos de produtos diversificados e qualificados é o da Bahia Cacau, primeira fábrica de chocolate da agricultura familiar do país, implantada em 2010, no município de Ibicaraí, no Sul do estado. A fábrica conta a gestão da Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bacia do Rio Salgado e Adjacências (Coopfesba), formada com 20% de famílias assentadas de reforma agrária.
Para o presidente da Coopfesba, Osaná Crisóstomo, a produção da Bahia Cacau se diferencia por contar com a estrutura de uma agroindústria, uma matéria-prima de qualidade, e também pela força e coragem do agricultor familiar, que vem sendo cada vez mais valorizado e sua qualidade de vida melhorada: “Hoje muitas famílias incrementam suas rendas com a cultura do cacau. No nosso caso, são 264 famílias da região, vivendo em áreas de Mata Atlântica, com cultivo tradicional, que vem mudando para agregar valor ao cacau, e produzir uma amêndoa com mais de qualidade, além do mel cacau, geleia de cacau e outros produtos”.
Com base nos dados de 2019, a média de processamento mensal de amêndoas de cacau da Coopfesba foi de 2.500 quilos, a produção de 1.000 quilos de Nibs, de 1.500 quilos de chocolate e o faturamento no ano de R$900 mil. A expectativa, com os investimentos do Governo do Estado, é aumentar a produção, produtividade, melhorar a qualidade dos produtos e a renda das famílias produtoras.

Produtos veganos

Seguindo uma tendência de mercado, que vem crescendo a cada dia, e visando atender a um público específico e crescente por produtos veganos, sem a utilização nenhuma substância de origem animal em sua elaboração, e com uma proposta de sustentabilidade, tanto para quem produz, quanto para a natureza, a cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia (Coopessba), de Ilhéus oferece aos consumidores, não só chocolates finos, mas outros derivados de cacau, com certificação vegana e de origem.
A cooperativa possui 27 famílias filiadas e produz, mensalmente, 20 toneladas, com os investimentos voltados para o fortalecimento da produção do cacau-cabruca, sistema ecológico de cultivo agroflorestal, o que e melhora ainda mais da qualidade do cacau e das amêndoas. A previsão é que a produção dobre ou até triplique, podendo alcançar o processamento de até 60 toneladas ao mês.
A presidente da Coopessba, Carine Assunção, explica que a cooperativa não é apenas mais um fabricante de chocolates finos: “A gente prioriza usar o cacau de origem, com o selo de Identificação Geográfica (IG), que dá uma garantia da qualidade do cacau, e porque a gente quer que a região Sul da Bahia tenha visibilidade, não só com o chocolate de qualidade, mas também com o cacau de qualidade. A gente quer fortalecer a produção da região para que lá fora seja visto que a Bahia também tem cacau de qualidade”.

 
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Primeira fase da retomada econômica em Salvador foi um sucesso, diz ACM Neto
Taxa de ocupação de leitos na cidade foi fechada em 59% nesta sexta-feira (7), abaixo do índice mínimo para início da segunda fase

[Primeira fase da retomada econômica em Salvador foi um sucesso, diz ACM Neto]
Foto : Max Haack/Secom/PMS
Por Danielle Campos no dia 08 de Agosto de 2020 ⋅ 10:53
O prefeito de Salvador, ACM Neto, afirmou hoje (8) em transmissão ao vivo, que a análise da prefeitura é de que a primeira fase da retomada econômica foi um sucesso, dentro das expectativas da gestão. A taxa de ocupação de leitos na cidade foi fechada em 59% nesta sexta-feira (7), abaixo do índice mínimo para início da segunda fase.
De acordo com ACM Neto, em 14 de maio, Salvador concentrava 70% dos casos de coronavírus da Bahia, e 71% dos óbitos. Atualmente, a cidade concentra 33% dos casos baianos e 55% dos óbitos pela doença. Além disso, o prefeito disse que, mesmo após a primeira fase de reabertura, a cidade conseguiu manter a tendência de queda no número de casos, assim como observado na curva de óbitos.
Neto também afirmou que o fator Rt, que indica o nível de transmissão de coronavírus, que atualmente está em 0,3 - o mais baixo já registrado - aponta um cenário favorável de avanço para a nova fase de reabertura.
Segundo Neto, dos 674 leitos clínicos, 340 estão ocupados, totalizando 50% da ocupação. Já nos leitos de UTI, de 692 disponíveis, 409 estão em ocupação, sendo 59%. Além disso, o prefeito comunicou que na segunda-feira (10) a prefeitura irá apresentar 55 novos respiradores, fruto de doações da iniciativa privada.

 

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Pandemia acelera interiorização de empreendimentos imobiliários



A máxima que diz que toda crise costuma ser também momento de oportunidade parece cair como luva na atual fase do mercado imobiliário. Como a maioria dos setores, sentiu o baque inicial da pandemia – com todo mundo em casa, sem muita ideia do futuro, tendo de se reinventar. Mas o tempo foi passando, a quarentena “ensinando”. Passados quatro meses, os especialistas são unânimes ao falar em uma reação em junho, julho.
Em várias frentes: venda, locação; de casa, apartamento; com varanda, quintal; segunda residência, condomínio-clube no interior, na praia; com piscina de onda, campo de golfe. Aliás, a interiorização dos projetos, uma das diretrizes da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi) para 2021, inicialmente prejudicada com a crise, já surfa a mudança de comportamento do consumidor.
De acordo com o presidente da Ademi no estado, Cláudio Cunha, o home office, ou a possibilidade de trabalho a distância; o adiamento dos planos de viagens internacionais entre as famílias; bem como a necessidade de se ter uma “válvula de escape”, ou seja, um lugar maior, ou para descansar, passar os dias, temporada, férias; ou para mudar, ficar mais perto dos pais. Tudo isso está em jogo e movimenta o setor.
Dados do Grupo Zap, que reúne os portais imobiliários Viva Real e Zap, apontam que a procura por imóveis no interior de São Paulo cresceu 340% na pandemia, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo a economista da holding, Deborah Seabra, de 16 de março a 30 de junho, o aumento da busca por “casas” na capital baiana foi de 47%, em relação a 2019. Números de todo o estado não foram fornecidos.
“Existe um aumento na procura de imóveis perto da capital, fora do cinturão urbano, bastante direcionado para casas. Um movimento interessante, que ganha cada vez mais espaço, mesmo nas capitais, e para aluguel. O home office, sem dúvida, influencia, as pessoas podem ou querem ir para o interior, litoral. De forma permanente ou temporária. Em busca de calmaria. Todo mundo tem uma necessidade de morar”, diz ela.
Recentemente, dois empreendimentos de alto padrão no interior paulista chamaram a atenção do noticiário nacional pelo porte da obra. Um é o Boa Vista Village, lançamento da JHSF na cidade de Porto Feliz, com mais de 1,5 milhão de metros quadrados, lotes residenciais, pequenos hotéis, campos de golfe, arena de tênis e piscina para surfe.
Outro é o complexo Fazenda da Grama, em Itupeva, produto da incorporadora KSM, com ondas artificiais, faixa de areia natural de meio quilômetro de extensão, centro hípico, agrofloresta. Ambos a 100 km de São Paulo, a capital, mais ou menos.

Litoral baiano

Diretor comercial da Prima Empreendimentos, Franklin Mira conta que a procura por unidades no Ponta de Inhambupe, em Baixios, no litoral norte baiano, a 120 km de Salvador, cresceu significativamente nos últimos dois meses.
“E performamos de maneira surpreendente em Salvador, em junho e julho. Com várias negociações, o que provocou uma mudança nos nossos planos com relação ao cronograma (das obras), que pretendemos retomar de forma mais célere. Estamos, inclusive, revisitando o masterplan, buscando adaptá-lo a este novo momento, de demanda por segunda residência, que deixou de ser um luxo para se tornar uma necessidade”.
De acordo com o presidente da Ademi na Bahia, Cláudio Cunha, Juazeiro, Ilhéus, Itabuna, Feira de Santana, Vitória da Conquista, o litoral norte, todas essas praças registram aumento na procura por imóvel e/ou estão na mira dos novos investimentos de construtoras associadas. Cunha diz que, em destinos como Itacaré, Porto Seguro e Trancoso, fusões entre incorporadoras devem resultar em novos projetos.
“É evidente a procura por imóvel maior, por mais conforto, a busca por casa, apartamento, mais distantes da capital. Tem gente voltando para a cidade onde nasceu porque quer ficar perto da família, reduzir custos. E essa regressão se dá nos níveis local e nacional. Tem gente que trabalhava no Rio (de Janeiro) e São Paulo, e com o home office está podendo voltar. O mercado no interior deve se desenvolver a partir daí”, conta.
Gestor comercial para o interior da Bahia na MRV, Vitor Cunha comemora o desempenho nas cidades de Vitória da Conquista e Feira de Santana, foco da companhia no estado. Em Feira, está em fase de pré-lançamento o Flor do Mandacaru, condomínio de casas e infraestrutura de clube.
Já a OR divulgou esta semana que foram comercializados 100% dos lotes da 1ª fase do Reserva Sauipe, no litoral norte baiano, “tendência segunda moradia” , fala o líder de negócios da OR, Eduardo Pedreira.

 

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CAMAÇARI

Prefeitura lança campanha nacional para atrair empresas e investimentos
Material de divulgação é pautado em questões como estrutura industrial, turística, ambiental, de logística e pesquisa para facilitar a chegada de novos negócios


Foto: Divulgação/Prefeitura de Camaçari

Foto: Divulgação/Prefeitura de Camaçari

A Prefeitura de Camaçari lançou neste sábado (8), uma campanha de abrangência nacional para atrair empresas e investimentos para o município, com o objetivo de impulsionar a retomada da economia após a crise sanitária provocada pela pandemia do novo coronavírus.
O material de divulgação é pautado em questões como estrutura industrial, turística, ambiental, de logística e pesquisa para facilitar a chegada de novos negócios.
Entre os atrativos utilizados na campanha está a infraestrutura do município, que já tem à disposição galpões e terrenos que podem ser ocupados imediatamente. De acordo com a prefeitura, as empresas podem contar com um programa de incentivo fiscal e licenciamento simplificado, que visa agilizar a implantação dos negócios.
“Nosso objetivo é mostrar que Camaçari não só tem condições adequadas para atrair investimentos como está entre os destinos mais estratégicos do país para a implantação de novos negócios, devido à sua infraestrutura privilegiada e à localização estratégica, próxima ao aeroporto, aos portos e a grandes rodovias. Além disso, temos uma bela costa com 42 quilômetros de praias, com infraestrutura turística, o que a torna uma excelente opção para empreender, investir e morar”, ressaltou o prefeito Elinaldo Araújo (Democratas).
A campanha ressalta também que o município tem o maior Complexo Petroquímico do Hemisfério Sul e o primeiro polo automobilístico do Nordeste, com a Ford, indústrias-satélites, além de grupos de porte, como Bridgestone, Continental, O Boticário, BASF, Braskem e Unigel.
Ainda segundo a campanha de atração de investidores e novoas empresas, Camaçari conta com infraestrutura ambiental, com a maior central de tratamento de efluentes da América Latina, estrutura para tratamento de resíduos sólidos e a disponibilidade de energia e água, além da localização, nas proximidades do aeroporto de Salvador, aos portos de Aratu e da capital baiana, além das rodovias BRs 116 e 101.


 

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Retorno do turismo anima Praia do Forte



Praia do Forte, um dos encantos do litoral norte, em Mata de São João, começa a ensaiar um retorno, mesmo por etapas, à atividade turística, adaptada às condições de proteção máxima da pandemia.
Ontem foi a vez de o Espaço Baleia Jubarte reabrir, seguindo os protocolos de segurança, jargão criado para referir as orientações da Organização Mundial da Saúde a fim de reduzir os riscos.
A reabertura combina com o período de temporada reprodutiva das baleias jubarte, daí a necessidade de organizar os grupos, inicialmente de no máximo 25 pessoas para cada 3,5 mil metros quadrados de área.
Reduzir o risco de contaminação, sem poder eliminá-lo, é o desafio da reabertura gradual das atividades, considerando o clima especialmente frio deste mês de agosto. No Espaço Baleia Jubarte, as visitas serão, nesta primeira fase de adaptação, de quarta a domingo, das 10 às 16 horas.
– Nossos colaboradores foram especialmente treinados para garantir a segurança dos clientes – disse o coordenador de comunicação e gestor Enrico Marcovaldi.
A tendência é aumentar o número de interessados, devido ao trabalho desenvolvido em parceria com operadores de turismo de observação de baleia, para voltar a oferecer o contato com as jubartes.

 

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E os velhos ventos sopram novos horizontes na Bahia

Já que os rios brasileiros exauriram a capacidade de instalação de hidrelétricas, os ventos passaram literalmente a soprar a favor de quem os tem. Segundo João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, é “fantástico” o impacto da implantação de unidades de energia eólica e solar no sertão.

Temos 171 parques eólicos implantados, ao custo de R$ 16,7 bilhões, e temos 124 outros em implantação, mais R$ 13,2 bilhões. Isso significa, logo de saída, 54 mil empregos.

Outro nicho alternativo às hidrelétricas, o da energia solar, também vai bem: 29 parques implantados, ao custo de R$ 3,4 bilhões, e 44 outros em implantação, R$ 10,7 bilhões.


O melhor: ainda há vasto espaço para os dois.

 

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Odebrecht coloca à venda petroquímica Braskem

[Odebrecht coloca à venda petroquímica Braskem ]

09 de Agosto de 2020 às 13:51 Por: Arquivo/ Agência Brasil Por: Redação BNews 0comentários

A empreteira Odebrecht iniciou o processo de venda da totalidade de sua participação na Braskem. A informação foi dada pela Braskem, maior empresa brasileira no setor de petroquímica, em um comunicado enviado ao mercado na noite de sexta-feira (7).
Com valor de mercado aproximado de R$ 19 bilhões, as ações preferenciais negociadas na B3 (a bolsa brasileira) acumulam queda de 22% em 2020.
O dinheiro da venda da Braskem deve ser utilizado em parte para pagar credores da Odebrecht. A dívida estimada da empreiteira é de cerca de R$ 100 bilhões, mas a companhia se comprometeu a pagar R$ 54 bilhões em 30 anos, já que está em processo de recuperação judiciial.

 

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Economia circular e pulsante: empreendedores sociais driblam crise com propostas inovadoras
Pandemia trouxe lado positivo para empreendedores sociais que atuam em Salvador

A IN PACTO pretende ampliar o número de negócios sociais contemplado na capital baiana
A IN PACTO pretende ampliar o número de negócios sociais contemplado na capital baiana (Divulgação)

Quando a quarentena foi decretada, a startup Wakanda, que atua com educação empreendedora ajudando a potencializar os negócios que operam por necessidade, como tantos outros negócios, também paralisou as atividades sem compreender direito como iriam promover a renda das famílias assistidas. Depois de algum tempo, perceberam que a fabricação de máscaras poderia ser uma boa saída e criaram o projeto máscaras por nós e conseguiram organizar a produção com 25 famílias.

Como não poderiam manter contato pessoal, a Wakanda se incumbiu de organizar a rede, acompanhar remotamente e organizar a venda das máscaras que foram coletadas e entregues por meio de uma outra startup: o Traz Favela, serviço de aplicativo que atende as áreas periféricas da cidade. Na primeira leva de produção, o lucro de R$45 mil foi distribuído entre as famílias envolvidas.
A Wakanda ([email protected]) é uma das 13 iniciativas que atuam no Espaço Colabore, no Parque da Cidade, que atuam numa perspectiva de negócios sociais, que integrem a chamada economia circular. Para quem ainda não sabe como isso funciona ou pensa que a iniciativa é muito utópica, vale lembrar que dos dados do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), que apontam que a economia circular deve movimentar 1 trilhão de dólares mundialmente na próxima década. Em Salvador, esses projetos são incubados no Parque Social e já fazem diferença na vida de muitas pessoas que, direta ou indiretamente, compreendem que a economia circular é o caminho do futuro.
Crescimento constante
Se a quarentena e a pandemia abalaram profundamente alguns negócios, os empreendedores sociais conseguiram vencer as adversidades com propostas inovadoras, mesmo durante esse período.

De acordo com a idealizadora da proposta, a empreendedora social Karine Oliveira, o grupo permanece produzindo, gerando renda e agora se prepara para lançar as máscaras acessíveis, feitas com material transparente, que possibilita que os portadores de deficiência auditiva consigam realizar a leitura labial, mesmo se o interlocutor estiver de máscaras. “Estamos em fase de testes, mas muito felizes com os resultados obtidos durante esse período que, apesar de desafiador e difícil, nos mostrou que estamos fortes”, comemorou.
Karine Oliveira conseguiu usar a quarentena e a necessidade de produção de máscaras para fornecer renda para 25 famílias e organizar uma rede de produção (Foto: Divulgação)
Para Karine, que atua com economia circular desde 2018, a proposta de trabalhar com o social, possibilita garantir uma distribuição de renda mais justa, qualidade de vida para a comunidade, onde ninguém enriquece, é verdade, mas também todos podem ganhar.

A Humma+ iniciou suas atividades em plena pandemia, interligando as empresas que tem interesse em contratar pessoas que, em regra, são excluídas do mercado de trabalho formal. De acordo com uma das idealizadoras, a advogada Cídia Vieira (que é sócia de Amanda Trinchão), a parada forçada possibilitou que as empresas repensassem seus conceitos e facilitou que a empresa pudesse desenvolver diagnósticos e estratégias para efetivar a remodelagem desses espaços.
“Trabalhar diversidade não é apenas para preencher cotas, pois os estudos mostram que uma empresa realmente diversa consegue aumentar sua lucratividade em uma média de 33%”, diz, ressaltando que agora a Humma+ está fechando parcerias.

 

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Microfranquias: fundamentais na retomada da economia
Negócio próprio pode ser adquirido por até R$ 20 mil

Camila Miglhorini, da Mr. Fit, diz que valor de investimento inicial, além de baixo pode ser financiado
Camila Miglhorini, da Mr. Fit, diz que valor de investimento inicial, além de baixo pode ser financiado (Divulgação)

A pesquisa mensal da Associação Brasileira de Franchising(ABF) mostrou que, em junho desse ano, houve uma queda média no faturamento do setor de franquias como um todo de 30%. Apesar desse índice, elas continuam sendo um empreendimento seguro para quem quer investir. Com a pandemia, as microfranquias, por sua vez, vêm apresentando algumas vantagens, especialmente aquelas que atuam com serviços de limpeza, automotivo, marketing e comunicação digital.

Para os analistas de mercado, as microfranquias terão um papel muito importante na retomada da economia brasileira, recebendo profissionais em busca de uma nova ocupação, especialmente as que atuam com limpeza e pequenos negócios de alimentação.
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De acordo com o diretor regional da ABF no nordeste Leonardo Lamartine, antes de abraçar uma microfranquia, é preciso ter em mente que uma franquias de baixo investimento inicial é, de qualquer maneira, um negócio que demanda atenção, tempo e envolvimento direto do empreendedor. Mesmo a microfranquia também exigirá uma preparação prévia, tanto em relação ao sistema de franchising, como em relação a gestão de negócios e das características do mercado em que se vai investir. “Por ter um investimento inicial mais baixo, em geral, é necessário também que o empreendedor coloque mais a ‘mão na massa’, ou seja, seja ele mesmo executor das atividades”, ressalta. Lamartine salienta ainda que é importante que o empreendedor tenha um capital de reserva para se sustentar até que o negócio esteja mais maduro.
Leonardo Lamartine faz questão de reforçar que o fato de ser um investimento com baixo custo não significa que o empreendedor não precise esforçar pelo negócio (foto: Divulgação)

Facilidades ampliadas
O diretor da ABF pontua ainda que, por conta da crise, iniciativas variadas foram adotadas por parte das redes franqueadoras para facilitar o acesso dos empreendedores. “As mais comuns são diminuição ou parcelamento da taxa de franquias, negociação de royalties e outras taxas de franquia e acesso facilitado a crédito. Em alguns casos, é oferecido também uma unidade já em funcionamento, processo de chamamos de repasse, em condições também atrativas”, diz.
O coordenador de Negócios Inovadores do Sebrae Tauan Sousa destaca que, entre as microfranquias, o setor de serviços vem se destacando no momento em que se vive. “Exatamente em função da grande incerteza e necessidade de investir de forma segura, a franquia se apresenta como a melhor alternativa”, destaca o representante do Sebrae.

"Uma franquia, normalmente, é formatada para atender diferentes tipos de interessados com valores e estruturas diferenciadas, mas todas as unidades recebem as mesmas comodidades das demais. Considerando que a franquia atua baseada em lei específica, todas as franqueadoras encontram segurança nas operações e minimização dos riscos do investimento", completa.
Tauan Sousa lembra que a franqueadora é responsável por garantir toda a logística necessária para que suas unidades em rede mantenham o padrão do negócio franqueado. Entre as unidades, a troca de experiência assegura uma maior consolidação da marca na região onde está inserida. “A Bahia não vem se destacando no segmento de microfranquias, que são caracterizadas pelo faturamento de até 80 mil por ano. Praticamente, não existe fomento para esse interessantíssimo modelo de negócios. A predominância é de franquias de micro e pequeno porte”, lamenta.

 

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Governo da Bahia apresenta potencial do Polo Agroindustrial para ministério
"Queremos promover o desenvolvimento sustentável e social da região do Rio São Francisco", diz vice-governador João Leão


Foto: Divulgação/SDEFoto: Divulgação/SDE

O potencial do Polo Agroindustrial e Bioenergético, em implantação na região do Médio São Francisco pelo Governo do Estado, foi apresentado ao Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) durante missão institucional que visitou a região entre os dias 05 e 07 de agosto, nos municípios baianos de Ibotirama, Barra, Muquém do São Francisco, Casa Nova, Juazeiro, além de Petrolina e Lagoa Grande, em Pernambuco.
Chefiada pelo vice-governador da Bahia, João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico, a delegação conseguiu articular um termo de cooperação técnica que será assinado entre o governo baiano, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) e a Embrapa. A ideia é que a expertise destas entidades contribuam com o desenvolvimento dos projetos de irrigação, fruticultura e de pecuária.
“O objetivo da visita foi apresentar o potencial do projeto ao MDR, para que o ministério possa apoiar a viabilização dos empreendimentos. Este polo já foi referendado como viável por empresários, agrônomos, bancos de fomento e fundos de investimentos. Estamos agora buscando a integração do MDR ao projeto. Queremos, com isso, promover o desenvolvimento sustentável e social da região do Rio São Francisco e Rio Grande. Já temos uma usina sucroalcooleira em execução, outras quatro já prospectadas e a certeza que outros investidores vão se interessar”, afirma Leão.
O Polo Agroindustrial é foco do Governo do Estado para potencializar econômica e socialmente o Médio São Francisco baiano, por meio das Secretarias de Desenvolvimento Econômico (SDE), da Agricultura (Seagri) e de Desenvolvimento Rural (SDR). Há previsão inicial de investimentos privados na ordem dos R$ 2,2 bilhões, nos cinco projetos, com capacidade instalada anual de 10,5 milhões de toneladas de cana (TCH) e possibilidade de gerar 21,2 mil empregos diretos e indiretos.
Para o assessor especial do MDR, Aldo Aloísio Dantas, que compôs a comitiva, o Governo Federal, por meio do ministério, tem buscado a interação entre a iniciativa privada e o poder público. “Uma questão fundamental, e esse projeto traz com todo vigor, é a integração das empresas âncoras. Nós estamos no Oeste da Bahia, com desenvolvimento fantástico, estou surpreso inclusive pela pujança do projeto de irrigação que vai alavancar de vez essa região de Barra”, declara.
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), Humberto Miranda, defende que a região de Barra do Rio Grande está se tornando um novo polo de desenvolvimento da agropecuária no estado: “Estamos em uma região pobre, de índices sociais muito baixos e a gente entende que o setor agropecuário é capaz de fazer essa promoção social tão esperada pela população baiana”.

Vocação agrícola

“A região tem uma aptidão agrícola muito forte. Temos aqui uma logística e uma série de fatores favoráveis que proporcionam o sucesso desse polo. Não tenho dúvida que um projeto dessa natureza vem promover desenvolvimento para região, com geração de empregos e renda. O povo baiano está de parabéns. A ideia do Governo do Estado, em parceria com Governo Federal, só vem fortalecer o desenvolvimento da região e quem ganha é a sociedade”, destaca Luís Napoleão, diretor de Irrigação da Codevasf.
Lucas Costa, secretário estadual de Agricultura, destaca que fica motivado com a vocação agrícola que existe na região. “Essa aptidão hídrica é espetacular. Eu tenho certeza que a cana-de-açúcar vem para somar, pois é uma cultura que tem um valor interessante quando se aplica por hectare. Essas agroindústrias que estão para chegar vão empregar a população”, ressalta.

‘Vitrine’

A Fazenda Escola Modelo, que vai desenvolver técnicas agrícolas dentro do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Águas, no município de Barra, servirá de “vitrine” para o Polo Agroindustrial, mas também como referencial na formação agrotécnica e agroindustrial. No local, com uma área de 140 hectares, está sendo implantado um complexo de agroindústrias, projetos de irrigação e de pecuária. A escola já conta com a parceria da Universidade Federal do Oeste Baiano (Ufob) e de diversos empresas.
Uma delas é a Agrovale, de Juazeiro, que também foi visitada pela comitiva técnica. Maior produtora de açúcar, etanol e bioeletricidade da Bahia, com mais de 5 mil funcionários, a empresa vai integrar o projeto. “Esse Polo Agroindustrial será um novo vetor de crescimento e promete mudanças significativas em vários segmentos produtivos regionais. Contribuiremos com o desenvolvimento de técnicas agrícolas e a formação de novos quadros profissionais, com a implantação de um sistema de irrigação por gotejamento na Fazenda Escola Modelo”, reforça o diretor Financeiro e TI da Agrovale, Guilherme Colaço Filho.

“A ideia do polo é importante, pois trata-se de uma região cujo desenvolvimento agrícola ainda está por se definir. A produção de cana-de-açúcar será uma âncora para que outros projetos agrícolas possam se incorporar a este projeto principal, por isso, eu acho que é uma das medidas mais acertadas do Governo do Estado”, diz Josias Gomes, secretário de Desenvolvimento Rural.
Para Celestino Zanella, presidente da Associação de Produtores e Irrigantes da Bahia (Aiba), o projeto começa da forma certa, por uma escola. “Temos aqui, um horário de sol excelente, água, vamos ter energia e um momento excelente no Brasil, há conhecimento na área de solo, fertilidade, semente, tecnologia de máquina e o mais importante, a demanda”, declara. Já o reitor da Univasf, Paulo Fagundes, explica que os pesquisadores da universidade, com suas expertises, poderão contribuir para o futuro dos jovens da região, com o desenvolvimento de pesquisa e da extensão.

Uvas do Vale

A comitiva do Governo do Estado esteve ainda na região do Vale do São Francisco para visitar os três casos de sucesso de agricultura irrigada: Miolo Wine Group, Rio Sol e Grandvalle. É lá, no sertão baiano, que são produzidas uvas viníferas de qualidade, vinhos e espumantes com rótulos premiados.

“Esta é uma região abençoada, além da aptidão agrícola, da produção de vinhos premiados, espumantes de qualidade, sucos, doces e geleias, a vocação para o enoturismo começa a chamar a atenção e atrair interesses de turistas. Queremos, no pós-pandemia, incentivar ainda mais para que o desenvolvimento continue crescente”, destaca o vice-governador João Leão, titular da SDE.

 

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Cerca de 40 mil pessoas do setor turístico foram demitidas na Bahia, estima presidente da ABIH



Aproximadamente 40 mil pessoas foram demitidas do setor de turismo no estado da Bahia, segundo estimativa do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Bahia (ABIH-BA), Luciano Lopes. Para ele, com a reabertura econômica, estes empregos devem ser recuperados.
“A previsão é que esses empregos sejam recuperados com o passar do tempo, até abril ou maio”, disse o gestor da ABIH em entrevista ao programa 'Isso é Bahia', da rádio A TARDE FM, na manhã desta segunda-feira, 10.
De acordo com uma pesquisa do Observatório do Turismo, a maioria das empresas fechou durante a pandemia, representando 84,6%. Ainda conforme o levantamento, que pesquisou 716 empresas na Bahia entre junho e julho, 87,7% dos hoteis fecharam as portas no período. Destas, 55,2% afirmaram ter feito demissões.
Luciano também criticou a dificuldade de empresas do setor hoteleiro de ter acesso a linhas de crédito, que facilitariam a recuperação econômica das empresas.
“O acesso ao crédito é muito difícil, fizemos convênios para acompanhar o setor hoteleiro e percebemos que ainda muitos noteis não conseguiram ter acesso. Não só noteis mas como outras empresas dos seguimento. De forma geral poucos conseguiram”, explicou Lopes.
Ainda conforme a pesquisa realizada pelo Observatório do turismo, a maioria dos empresários pesquisados, afirmou ter necessidade de crédito no momento, representando 88,6%. Entretanto, 65,5% afirmou não ter participado de nenhum programa de incentivo.
A expectativa com a reabertura de restaurantes, bares, academias, salões de beleza e museus, que começaram a poder reabrir suas portas a partir desta segunda-feira, 10, é que isso volte a aquecer o setor hoteleiro e a retomada dos empregos seja gradual.
Destinos requisitados, como Praia do Forte, em Mata de São João, também começaram a ensaiar um retorno, mesmo por etapas, da atividade turística.

 

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Ministro do Turismo vai a Porto Seguro na quinta debater retomada do setor



Porto Seguro recebe nesta quinta-feira, 13, as visitas do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, do presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, e do presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim. Eles vão debater, no município do extremo-sul baiano, a retomada do turismo após a pandemia do coronavírus – num evento que está sendo promovido pelos deputados baianos do PL, Jonga Bacelar (federal) e Jânio Natal (estadual).
Ao destacar a importância da retomada do turismo para a economia do estado e do país, Bacelar lembrou que o segmento foi o primeiro a parar por causa da pandemia e será o último a retomar suas atividades. “Porto Seguro, onde o país começou, é um bom exemplo disso. A cidade que recebia cerca de 30 vôos por mês passou os três meses da quarentena sem receber um vôo sequer”, pontuou o deputado.
Ele contou que Porto Seguro começa a agora a retomar as atividades, mas ainda forma de forma gradativa. “Os hotéis, bares e restaurantes, que ficaram fechados durante todo esse tempo, estão começando a reabrir”, explicou ele.
A idéia dos deputados é que representantes do trade turístico não só do estado, mas também de outras regiões do país, participem do evento. De acordo com Bacelar, os convites já foram feitos aos representantes do segmento, a exemplo da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) e da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), entre outras entidades representativas do setor.
“Pretendemos discutir, inclusive, a abertura de linhas de financiamento para os pequenos e médios empresários do turismo que, durante essa pandemia, têm encontrado muitas dificuldades para obter crédito”, observou Bacelar, explicando o motivo da presença do presidente do Banco do Nordeste. “Nada como discutir a retomada e redescoberta do Turismo no Brasil no lugar onde o país começou”, acrescentou.

 

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Busca por saúde impacta a venda de agroecológicos



A origem dos alimentos consumidos no dia a dia virou uma preocupação mais comum durante a pandemia de Covid-19, essa é a leitura comum entre os que comercializam produtos agroecológicos e aqueles que os consomem. Eles atribuem o aumento do interesse nesses alimentos, sobretudo, a um maior foco na promoção da saúde.

Segundo o coordenador da Rede Raízes do Brasil na Bahia, Anderson Amaro, os clientes que chegaram durante a pandemia querem uma alimentação mais saudável. “O agroecológico busca aproveitar os defensivos que a própria natureza oferece, gerando equilíbrio ecológico para que essa planta não necessite de, digamos assim, intervenção externa”, explica Amaro.

De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado pelo Ministério da Saúde, os alimentos de base agroecológica são oriundos de sistemas que promovem o uso sustentável dos recursos naturais, com produção livre de contaminantes, além de proteger a biodiversidade, contribuir para a desconcentração das terras e respeitar formas de produção tradicionais.

Amaro acredita que a atração de novos públicos também é resultado da sensibilização, por parte de alguns segmentos sociais, para apoio a economias locais. “Se você não viabilizar os pequenos produtores, que produzem cerca de 70% da alimentação do brasileiro, segundo o IBGE, eles vão quebrar. Então vai começar a faltar alimentos, gerando inflação nos preços e, consequentemente, fome”, avalia.

Antes das restrições, a Rede, que atua na Bahia desde o ano passado, vendia os produtos em feiras periódicas e pontos de revenda, mas já organizava uma plataforma para venda online. A Covid-19 acelerou esse processo e logo começaram a trabalhar com o sistema de encomendas e entrega em casa, o que ocorre quinzenalmente.

Com um formato diferente de venda pela internet, a Feira da Uneb (Universidade do Estado da Bahia) também ocorre duas vezes por mês, como explica Francisco Brito, um dos coordenadores. Nos períodos determinados, agricultores de assentamentos localizados em Mata de São João, São Sebastião do Passé e Dias D’Ávila enviam a relação de produtos, que são enviadas por e-mail para os clientes cadastrados, então os interessados fazem suas listas de encomenda e retiram na Uneb no dia definido.

Francisco conta que na primeira feira virtual tiveram um recorde de 41 encomendas, com a chegada de novos clientes e também aumento de produtos pedidos, mas depois estabilizaram com demanda entre 33 e 35 encomendas, que é o limite atual de atendimento. Ele recorda que os agricultores tiveram dificuldade de adaptação no primeiro momento, mas agora a relação de produtos aumenta a cada edição.

Na casa da terapeuta e doula Sayô Adinkra, 40 anos, os produtos são entregues semanalmente. Ela já consumia alimentos agroecológicos antes da pandemia, mas acredita que aumentou o foco e passou a contar com maior acesso. “Antes precisava me deslocar entre várias feiras para achar tudo que eu queria e nem sempre conseguia essa logística favorável”, recorda.

Com o fim das feiras, a terapeuta também fez sua própria composteira e iniciou pequenos plantios em casa, mas a produção é recente. “Todo meu hortifruti, assim como feijão, óleo de coco, café, ovos, farinha de mandioca, flocos de milho, entre outros alimentos, vem da agricultura familiar e agroecológica e isso também inclui os quintais e territórios urbanos”, explica.

Sayô ressalta que não dissocia o alimento da “luta dos povos, da luta pela terra, da luta contra várias pandemias, inclusive a dos agrotóxicos, a luta pelo entendimento que estamos também morrendo envenenados”.

Para a professora Lídia Barreto da Silva, 45, a principal mudança trazida pela pandemia foi na quantidade de alimentos agroecológicos adquiridos. Antes, ela almoçava em restaurantes entre segunda e sexta-feira, no intervalo do expediente, mas agora sua jornada de trabalho é cumprida em casa.

Lídia conta com a ajuda do filho adolescente no preparo das refeições e diz que com o tempo foi desenvolvendo estratégias para aumentar a praticidade desse cotidiano. Ela acredita que após a pandemia, irá ser mais adepta da marmita preparada em casa em substituição ao almoço em restaurantes.

 

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Artesanato da Bahia ganha plataforma digital
Artesanato da Bahia ganha plataforma digital
Criativo e cheio de identidade, o Artesanato da Bahia vai ganhar mais uma plataforma de visibilidade com o lançamento do portal www.artesanatodabahia.com.br. Ágil e moderno, o site tem o objetivo de ampliar o contato do público com a produção de artesãs e artesãos no ambiente digital.

Pautada na interatividade, a plataforma oferece, de uma maneira simples, informações sobre produtos, vendas online ou em loja física, conteúdos exclusivos e informações sobre o artesanato produzido no estado, além de links para atendimento aos artesão, participação em pesquisas e contato com os órgãos responsáveis.

“O artesanato da Bahia ganha um novo aliado para expor e comercializar seus produtos, especialmente neste momento em que o distanciamento social dificulta as vendas presenciais. Com o lançamento do site, a loja se adapta às tendências de mercado e possibilita que o trabalho de artesãs e artesãos do estado, reconhecido pela qualidade e originalidade, alcance mais consumidores”, destaca o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães.

Artesanato da Bahia ganha plataforma digital
 
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