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trinta zero zero
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Pesquisa revela que Brasília é a terceira cidade mais promissora no segmento de produtos de alto luxo
Samanta Sallum

Brasília desponta como o terceiro polo consumidor do país e nessa onda temos uma particularidade: um pequeno universo chamado prime. Pequeno pelo número restrito de pessoas que fazem parte dele, mas grande em termos de elegância, qualidade e faturamento. É o mercado de artigos de luxo, que varia de uma gravata aos veículos mais sofisticados, passando por joias, relógios, mobiliário e objetos de arte. A capital federal é apontada em pesquisa como a região mais promissora nesse segmento, fora do eixo Rio-São Paulo. O que faz empresários do setor estarem cada vez mais seduzidos pela elite do cerrado. Em Brasília há consumidores prime insatisfeitos, que buscam em São Paulo e no exterior os produtos que gostariam de comprar aqui.

O conceito de luxo, nesse caso, foge das futilidades e do delírio de ostentação. É a busca pelo que há de mais exclusivo, com mais qualidade, “Artigos de luxo também podem ser básicos e vice-versa. Discreto e elegante é uma boa combinação”, diz a decoradora de eventos, Helen Szervinsk, um exemplo de consumidora prime.

Exclusividade, glamour e tradição são os fatores que justificam o consumo de artigos de luxo, segundo pesquisa da MCF Consultoria e Conhecimento, de São Paulo. Brasília aparece em destaque no levantamento O Mercado do Luxo no Brasil, feito no início desse ano com mais de 100 empresas e 600 consumidores, nas principais capitais do país. Brasília é citada por 48% dos empresários. O Distrito Federal representou no ano passado 23% do total de expansões do mercado nacional de luxo. Ampliações como a do ParkShopping com nova ala de pura sofisticação e a chegada do shopping Iguatemi em 2010, no Lago Norte, também se refletem nisso.

Maioria feminina
A maioria do consumidor prime ou premium é de mulheres e de pessoas entre 26 e 45 anos (veja arte). O mercado movimentou no ano passado cerca de US$ 6 bilhões em todo o país. Para 2009, segundo a pesquisa feita em parceira com a GFK Brasil, a promessa é crescer 8%. E Brasília aparece como um dos impulsos dessa expansão. O novo cenário atrai projetos voltados ao setor na capital federal. “A cidade foi incluída pela primeira vez no circuito de uma das referências do luxo”, diz o consultor Carlos Ferreirinha, que estará no fiml do mês em evento dedicado aos segmentos de elite.

A empresa de Ferreirinha funciona como uma academia do luxo. Analisa mercados, cria estratégias e oferece capacitação a quem pretende entrar ou já está no setor prime. “O que antes era para poucas pessoas, está cada vez mais estrategicamente colocado à disposição de mais consumidores, que buscam o raro, o especial. Esse consumo é emocional”, revela ele.

Na pesquisa, Louis Vuitton(1), Giorgio Armani e Chanel são apontados como as marcas mais lembradas. Hermès, Prada e Victoria Secrets são as que os entrevistados querem que sejam trazidas para Brasília.

Atendimento
O conceito premium envolve também principalmente atendimento. Um dos símbolos de elegância e sucesso empresarial, a designer de jóias brasiliense Carla Amorim tem a receita com simplicidade. “Em todos os setores da minha vida, sigo o mesmo pensamento. Ofereço aos outros o tratamento que eu gostaria de receber”, diz ela, referência na forma de receber clientes. Seu projeto profissional está fazendo o caminho inverso das marcas de luxo. Conseguiu impulso a partir do mercado de Brasília para despontar nacionalmente e internacionalmente. “A joia é um símbolo do luxo, pela sua eternidade, pela sua poesia. Não é o superficial, é a essência do seu simbolismo”, explica.

Em Brasília, o mercado prime reúne sobrenomes, empresários, profissionais liberais e funcionários públicos. As classes A e B compõem 47% dos domicílios brasilienses. A média dos salários dos servidores públicos aqui é alta. No Judiciário, por exemplo, é de R$ 15,3 mil. E ainda há 200 representações diplomáticas sediadas na capital que reforçam esse mercado.

“Eu prefiro ter um artigo de luxo, como por exemplo uma boa bolsa, do que ter vários comprados a preços mais baixos. Se formos somar, no final das contas, as 10 bolsas custariam o preço de uma de luxo. Um produto de luxo se paga ao longo do tempo pela qualidade que oferece”, diz Helen Szervinski.

1 - NOVIDADE
A futura loja da marca está tem previsão de ser inaugurada com o Shopping Iguatemi, no ano que vem. Por enquanto, os consumidores brasilienses procuram as filiais de São Paulo e Rio de Janeiro.

» Leia a íntegra da pesquisa (arquivo em formato PDF)





» ARTIGO - por Marcelo Abreu*
Uma questão de estilo

Ser prime é ser muito, muito mais que chique. E por quê? Porque não basta ser chique. É preciso ser prime. Entendeu? Não? Então vamos a essa história que, embora pareça conto, é verdadeiríssima. Há testemunhas. As vendedoras estão até hoje de queixo caído. Uma moça chega a uma loja num sofisticado shopping de Brasília. Veste calça jeans, uma sandália e camiseta básica. Entra. Experimenta as peças mais caras do local. Tudo é exclusivo. Não há duas peças iguais. Um vestidinho ali não sai por menos de R$ 5 mil. Tem até mais caro que isso. A moça pega as peças que deseja. Sapatos, bolsas, vestidos. Separa tudo que experimentou. Pede para somar e diz à vendedora: “Reserva, por favor. Amanhã venho pegar”.

As mocinhas bem vestidas, de salto, maquiadíssimas, enlouquecidas pela generosa comissão das suas vendas prime, entreolham-se. Duvidam de que aquela moça de jeans volte à loja. No dia seguinte, a moça retornou. Junto com ela, uma pequena maleta. Ela pergunta se as peças estavam separadas. Da maletinha discreta, ela saca um bolo de dinheiro. Em reais, vivinhos da silva, em notas de R$ 100 e R$ 50. Total? R$ 37 mil, o valor de suas comprinhas. A moça levou tudo, à vista. E saiu, com algumas sacolinhas (não muitas, é bom que se diga), linda, leve e saltitante. Não deixou nem nome.

Dia dos namorados. Um homem apaixonado, bem vestido, recém-casado, circula pelo shopping sofisticado. Para na mesma loja da moça da maletinha. Da vitrine, vê uma bolsinha (tipo necessaire). Pensa: “É a cara da minha mulher”. Entra na loja e diz à vendedora que vai levar. Ela lhe pergunta: “O senhor quer dividir em dez vezes?”. Ele devolve: “Não, imagina. Em duas vezes”. A vendedora espantou-se, mas como só convive com gente endinheirada o tempo todo, não questionou. Vamos fazer o belo embrulho da bolsinha.

O moço apaixonado tinha visto o preço da lembracinha errado. O precinho era, na verdade, R$ 14 mil. Podia ser dividido em até dez módicas parcelas de R$ 1,4 mil. Ele saiu dali de mansinho, sem levar a necessaire para a amada. Uma pena. No dia seguinte, a bolsinha foi comprada — à vista —, sem alarde, por outra cliente superprime. Entendeu, leitor, o que é ser prime? “É a discrição, o detalhe, a elegância. Um cliente prime não compra apenas marca, ele compra estilo de vida”, define um assessor da loja pra lá de prime. Então tá. Cada qual no seu quadrado...

* Repórter especial do Correio

http://www.correiobraziliense.com.b...RA+NO+SEGMENTO+DE+PRODUTOS+DE+ALTO+LUXO.shtml
 

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Goldfinger
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^^Para alguns não. Acham os dados suspeitos mas fazer o que né


Brasília está crescendo ano após ano e a prova é a chegada das lojas na capital
 

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Peraí, se vocês baixarem o PDF tem uma coisa muito estranha.

No estudo completo as cidades que mais tem consumidores deste produto são:

São Paulo 51%
Rio de Janeiro 15%
Curitiba 5%
Brasília 2%
Belo Horizonte 2%
Porto Alegre 2%

Eu não estou mentindo é verdade, é só baixar o PDF.
 

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Peraí, se vocês baixarem o PDF tem uma coisa muito estranha.

No estudo completo as cidades que mais tem consumidores deste produto são:

São Paulo 51%
Rio de Janeiro 15%
Curitiba 5%
Brasília 2%
Belo Horizonte 2%
Porto Alegre 2%

Eu não estou mentindo é verdade, é só baixar o PDF.
Eu não consegui baixar o PDF...tá dando erro no meu computer, o que fala lá exatamente?
 

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Exclusividade, glamour e tradição são os fatores que justificam o consumo de artigos de luxo, segundo pesquisa da MCF Consultoria e Conhecimento, de São Paulo. Brasília aparece em destaque no levantamento O Mercado do Luxo no Brasil, feito no início desse ano com mais de 100 empresas e 600 consumidores, nas principais capitais do país. Brasília é citada por 48% dos empresários.



Ok, essa empresa parece ser sim de confiança...

Na pesquisa, Louis Vuitton(1), Giorgio Armani e Chanel são apontados como as marcas mais lembradas. Hermès, Prada e Victoria Secrets são as que os entrevistados querem que sejam trazidas para Brasília.
1 - NOVIDADE
A futura loja da marca está tem previsão de ser inaugurada com o Shopping Iguatemi, no ano que vem. Por enquanto, os consumidores brasilienses procuram as filiais de São Paulo e Rio de Janeiro.
edit...



Em Brasília, o mercado prime reúne sobrenomes, empresários, profissionais liberais e funcionários públicos. As classes A e B compõem 47% dos domicílios brasilienses. A média dos salários dos servidores públicos aqui é alta. No Judiciário, por exemplo, é de R$ 15,3 mil. E ainda há 200 representações diplomáticas sediadas na capital que reforçam esse mercado.
Isso demonstra a capacidade da cidade nesse mercado! por essa e outras que a questão "atendimento" deve ser priorizado, pois esse público preza mais a "excelência" no atendimento em detrimento do preço.

Ser prime é ser muito, muito mais que chique. E por quê? Porque não basta ser chique. É preciso ser prime. Entendeu? Não? Então vamos a essa história que, embora pareça conto, é verdadeiríssima. Há testemunhas. As vendedoras estão até hoje de queixo caído. Uma moça chega a uma loja num sofisticado shopping de Brasília. Veste calça jeans, uma sandália e camiseta básica. Entra. Experimenta as peças mais caras do local. Tudo é exclusivo. Não há duas peças iguais. Um vestidinho ali não sai por menos de R$ 5 mil. Tem até mais caro que isso. A moça pega as peças que deseja. Sapatos, bolsas, vestidos. Separa tudo que experimentou. Pede para somar e diz à vendedora: “Reserva, por favor. Amanhã venho pegar”.
As mocinhas bem vestidas, de salto, maquiadíssimas, enlouquecidas pela generosa comissão das suas vendas prime, entreolham-se. Duvidam de que aquela moça de jeans volte à loja. No dia seguinte, a moça retornou. Junto com ela, uma pequena maleta. Ela pergunta se as peças estavam separadas. Da maletinha discreta, ela saca um bolo de dinheiro. Em reais, vivinhos da silva, em notas de R$ 100 e R$ 50. Total? R$ 37 mil, o valor de suas comprinhas. A moça levou tudo, à vista. E saiu, com algumas sacolinhas (não muitas, é bom que se diga), linda, leve e saltitante. Não deixou nem nome.
^^^^
Adorei a historinha da moça bem vestida!:lol::lol::lol:

A reportagem em si pra mim é real e verdadeira no sentido do crescente aumento de luxo...! Se não me engano é a 3ª reportagem em jornais de grande circulação (nesse ano) falando da mesma matéria e de empresas de consultoria realizando pesquisas diferentes porém com resultados iguais, destacando o mercado de luxo crescente em brasilia como a 3º...
A Exame, o Correio Braziliense (essa) e se não me engano a Carta CApital falando da mesma matéria, tudo no mesmo ano.
 

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Conseguiu Don Quito?
Consegui sim!
Está na pagina 28 do documento de análise dessa empresa de consultoria, a MCF.
Pois bem, ali na pagina 28, brasilia aparece em 4 lugar atrás de SP, RJ, e Curitiba....Mas acredito que aparece nessa posição pq em termos de lojas de luxos estamos em 4º porque não temos tantas lojas como SP, RJ e Curitiba...mas talvez com a crescente ampliação e inauguração de lojas possamos aumentar isso.... So ano que vem na inauguração do iguatemi teremos mais umas 4 lojas...fora as outras que estão vindo pro park shopping, Brasilia shopping e outros shoppings...mas de qq forma deve ter sido um erro do correio ao afirmar que hoje somos o 3º.
É verdade, to tentando entender pq o Correio Braziliense colocou como 3º.
Mas de qq forma como comentei acima, em 3 periodicos desse ano sairam reportagem parecidas de diferentes empresas de consultoria mas falando o mesmo...
 

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^^^^
o título da matéria:
"terceira cidade mais promissora no segmento de produtos de alto luxo"
Em termos de capacidade de crescimento a cidade deve estar como a 3º, não sei..to tentando justificar o pq o correio colocou isso....porém "atualmente no mercado de luxo" ela é a 4º pela pesquisa realizada pela MCF consultoria...acho que foi isso..tudo pra vender matéria.
 

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Consegui sim!
Está na pagina 28 do documento de análise dessa empresa de consultoria, a MCF.
Pois bem, ali na pagina 28, brasilia aparece em 4 lugar atrás de SP, RJ, e Curitiba....Mas acredito que aparece nessa posição pq em termos de lojas de luxos estamos em 4º porque não temos tantas lojas como SP, RJ e Curitiba...mas talvez com a crescente ampliação e inauguração de lojas possamos aumentar isso.... So ano que vem na inauguração do iguatemi teremos mais umas 4 lojas...fora as outras que estão vindo pro park shopping, Brasilia shopping e outros shoppings...mas de qq forma deve ter sido um erro do correio ao afirmar que hoje somos o 3º.
É verdade, to tentando entender pq o Correio Braziliense colocou como 3º.
Mas de qq forma como comentei acima, em 3 periodicos desse ano sairam reportagem parecidas de diferentes empresas de consultoria mas falando o mesmo...
Pelo que eu atendi a reportagem diz: "Brasília ser o 3º mercado mais promissor", isso não está errado, pois a cidade vai ter inaugurações de lojas de luxo em dois shoppings.

Mas a pesquisa diz que os Curitibanos consomem mais que os Brasilienses e Belo Horizontinos (é isso?) juntos.

Acho que Brasília também é um centro de compras de luxo do Centro-Oeste, atraindo pessoas de Goiania, Campo Grande e Cuiabá (cidades que não se destacam neste mercado). Correto isso????

Agora, Curitiba tem algumas lojas exclusivas fora de São Paulo como Gant, e Max Mara, mas as pessoas de Curitiba viajam até SP para fazerem suas compras, e isso não fortalece o mercado da cidade.
 

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Pelo que eu atendi a reportagem diz: "Brasília ser o 3º mercado mais promissor", isso não está errado, pois a cidade vai ter inaugurações de lojas de luxo em dois shoppings.

Mas a pesquisa diz que os Curitibanos consomem mais que os Brasilienses e Belo Horizontinos (é isso?) juntos.

Acho que Brasília também é um centro de compras de luxo do Centro-Oeste, atraindo pessoas de Goiania, Campo Grande e Cuiabá (cidades que não se destacam neste mercado). Correto isso????

Agora, Curitiba tem algumas lojas exclusivas fora de São Paulo como Gant, e Max Mara, mas as pessoas de Curitiba viajam até SP para fazerem suas compras, e isso não fortalece o mercado da cidade.
Acho que é por ai gui!!! Talvez o povo de goiania deve vir mas, cuiaba e campo grande não pq são meio longe....De qq forma ficar atento a essa mídias esquizofrênicas que adoram distorcer as noticias :nuts:!
Aqui em brasilia, tem uma "daslu", uma maison bem ao estilo daslu porém nas devidas proporções, um pouco menor..é um prédio imponente localizado no lago sul, é lindo....é o mesmo padrão daslu..porém o nome é "Magrela"....a Magrela é nossa Daslu aqui! um dia faço um tread e tiro fotos dela!
Lá vc encontra tudo internacional...tudo mesmo! todas as marcas possíveis e impossíveis!
 

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Acho que é por ai gui!!! Talvez o povo de goiania deve vir mas, cuiaba e campo grande não pq são meio longe....De qq forma ficar atento a essa mídias esquizofrênicas que adoram distorcer as noticias :nuts:!
Aqui em brasilia, tem uma "daslu", uma maison bem ao estilo daslu porém nas devidas proporções, um pouco menor..é um prédio imponente localizado no lago sul, é lindo....é o mesmo padrão daslu..porém o nome é "Magrela"....a Magrela é nossa Daslu aqui! um dia faço um tread e tiro fotos dela!
Lá vc encontra tudo internacional...tudo mesmo! todas as marcas possíveis e impossíveis!
Em Curitiba também tem o nome é Capoani, e revende Diesel, Zegna, Hugo Boss e mais umas outras.É uma loja muito bonita em estilo neo-clássico no Batel, e tem uma loja no shopping Crystal também.

Mas eu acho que Curitiba não se destaca muito em roupas, mas sim em CARROS.

A cidade é um verdadeiro luxo, para quem gosta de ver carrões como eu :D.
Tem concessionárias como Porsche, aí em Brasília não tem ainda.

Mas ainda é comum ver nas colunas sociais socialites que comemoram o aniversário levando um bando de mulheres nos seus jatinhos particulares, para SP passarem o dia fazendo compras.:eek:hno:
 

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Em Curitiba também tem o nome é Capoani, e revende Diesel, Zegna, Hugo Boss e mais umas outras.É uma loja muito bonita em estilo neo-clássico no Batel, e tem uma loja no shopping Crystal também.

Mas eu acho que Curitiba não se destaca muito em roupas, mas sim em CARROS.

A cidade é um verdadeiro luxo, para quem gosta de ver carrões como eu :D.
Tem concessionárias como Porsche, aí em Brasília não tem ainda.

Mas ainda é comum ver nas colunas sociais socialites que comemoram o aniversário levando um bando de mulheres nos seus jatinhos particulares, para SP passarem o dia fazendo compras.:eek:hno:
pois é...a Magrella aqui é uma maison, não é uma loja comum..é uma maison..é até grande: são dois mil metros quadrados distribuídos em três pavimentos, mas não tanto como o "castelo da daslu"..ehehhe...se achar a foto eu posto aqui, mas dá uma olhada no site da magrella: http://www.magrella.com.br.

pois é...de carros aqui (ainda:))não temos a porsche(sniff)....
 

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trinta zero zero
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Discussion Starter · #15 ·
Só uma observação, a louis vitton já existe em Brasilia há uns dois anos, lá no brasilia shopping tem uma loja na esquina ao lado de um cafe, portanto não é tão novidade, faltou o correio informar que essa loja já temos...
Acho que vc tá confundindo com a Victor Hugo, fio. Ela é chique mas nem tanto, a LV é beeeem mais cara.
 

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trinta zero zero
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Discussion Starter · #17 ·
Eu não consegui baixar o PDF...tá dando erro no meu computer, o que fala lá exatamente?
Pronto, editei o post original, o link do PDF agora está correto.

O Gui tem toda razão, no pdf Curitiba aparece em terceiro em número de consumidores de luxo (e o Paraná também se destaca muito!). A matéria do CB ficou mal explicada, para não dizer tendenciosa.

Pelo que entendi, BSB aparece em terceiro nas intenções de investimento dos empresários do mercado de luxo (isso não consta do PDF, apenas da matéria), apesar de ter menos consumidores do que Curitiba. Vai ver que é porque ainda tem um mercado menos desenvolvido, com mais espaço para investir, ou talvez pq tenha uma renda per capita maior ou talvez até por razões estratégicas, pois como foi dito, a cidade atende a vários outros mercados além do DF. Mas isso não ficou claro na matéria, que realmente está mal escrita.
 

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Pronto, editei o post original, o link do PDF agora está correto.

O Gui tem toda razão, no pdf Curitiba aparece em terceiro em número de consumidores de luxo (e o Paraná também se destaca muito!). A matéria do CB ficou mal explicada, para não dizer tendenciosa.

Pelo que entendi, BSB aparece em terceiro nas intenções de investimento dos empresários do mercado de luxo (isso não consta do PDF, apenas da matéria), apesar de ter menos consumidores do que Curitiba. Vai ver que é porque ainda tem um mercado menos desenvolvido, com mais espaço para investir, ou talvez pq tenha uma renda per capita maior ou talvez até por razões estratégicas, pois como foi dito, a cidade atende a vários outros mercados além do DF. Mas isso não ficou claro na matéria, que realmente está mal escrita.

foi exatamente isso que eu falei no post 10...e o gui no post 11...mais menos por ai mesmo trinta zero zero!
 

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Em sabia que Curitiba era uma cidade acima da média, mas nem tanto assim... ter mais consumidores que BH e Brasília somados. Isso porque são cidades com população se somada de 5 milhões de habitantes, contra 1,8 milhão de Curitiba.

Se fosse uma cidade desigual, com concentração de renda até justificaria mas não.
Segundo o IBGE, Curitiba é a 2ª capital menos desigual do país perdendo apenas para Florianópolis.
 
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