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BRUSELAS.- La Comisión Europea (CE) propuso ayer llevar a Brasil al nivel de socio estratégico de la Unión Europea (UE), el mismo estatuto que tienen potencias como Estados Unidos, China, Japón, India y Sudáfrica, y que es pretendido por Rusia.

Esta nueva relación económica y política privilegiada con Brasil se sellaría durante la cumbre UE-Brasil que se realizará en Lisboa el 4 de julio próximo. La idea es establecer mecanismos de diálogo que permitan a la UE y Brasil conciliar sus posiciones en áreas como las negociaciones de la Organización Mundial de Comercio (OMC), los debates en Naciones Unidas o la controvertida situación política en América latina.

En forma paralela, se instaurarían mecanismos de cooperación específicos en materia medioambiental, social, judicial, científica, educativa, comercial, macroeconómica y energética. Una muestra de la importancia de este último capítulo es el anuncio realizado por la CE de que el presidente brasileño, Luiz Inacio Lula da Silva, acudirá a una conferencia sobre biocombustibles en Bruselas tras la cumbre de Lisboa.

"Al proponer un refuerzo de los lazos, reconocemos a Brasil el estatuto de ´actor clave invitado a sumarse al selecto club de nuestro socios estratégicos", indicó el presidente de la CE, José Manuel Durão Barroso, al referirse a la comunicación adoptada por el ejecutivo comunitario.

"No sólo compartimos estrechos lazos históricos y culturales, valores y un fuerte respeto por las instituciones multilaterales, sino que también tenemos en común una capacidad de influir el rumbo de las cosas frente a los numerosos desafíos mundiales, como el cambio climático y la pobreza", agregó Durão Barroso.

En América latina, sólo México y Chile han logrado concluir con la UE un acuerdo de asociación, vínculo por debajo del carácter de "socio estratégico". El entusiasmo de Bruselas con esta iniciativa contrasta con el estancamiento del proceso de asociación que la UE proyecta con el Mercosur, bloque que integra a Brasil con la Argentina, Uruguay, Paraguay y Venezuela. Esta negociación, que se abrió en 1999 con la idea de crear la mayor área de libre comercio del mundo, apenas ha avanzado y está supeditada a la finalización de la Ronda de Doha de negociaciones comerciales multilaterales.

http://www.lanacion.com.ar/exterior/nota.asp?nota_id=913172
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Comissão Europeia quer Brasil como 8º parceiro estratégico:

A Comissão Europeia propôs hoje que o Brasil seja escolhido como parceiro estratégico da União Europeia, um estatuto já reconhecido, por exemplo, aos Estados Unidos, à Rússia e à China.

"O Brasil tem um papel a nível global que deve ser reconhecido", disse o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, acrescentando estar "entusiasmado" com a ideia, que irá reconhecer o aumento da importância internacional e regional do país.

Bruxelas pretende lançar a parceria estratégica na primeira Cimeira UE-Brasil, que se realizará em Lisboa a 4 de Julho, no início da presidência portuguesa dos 27.

Nessa reunião a parte europeia será chefiada por José Sócrates, que assume a presidência da UE durante o segundo semestre do ano, coadjuvado pelo presidente da Comissão Europeia e pelo alto representante para a Política Externa, Javier Solana.

A delegação brasileira será chefiada pelo Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

O Brasil deverá assim passar a beneficiar do mesmo estatuto que já têm os Estados Unidos, a Rússia, a China, a Índia, o Japão, o Canadá e a África do Sul, países com quem a UE mantém reuniões anuais ao mais alto nível.

Passo para acordo de associação UE-Mercosul

A Comissão Europeia sublinha o papel crescente do Brasil na cena internacional, o seu peso a nível regional e os fortes vínculos bilaterais que existem entre o país e a Europa e propõe iniciativas para reforçar as relações entre as duas partes no quadro de uma parceria estratégica.

O documento sublinha igualmente a importância de um diálogo reforçado para apoiar a conclusão de um acordo de associação UE-Mercosul.

As áreas prioritárias de acção incluem o reforço do multilateralismo para trabalhar em conjunto, tendo em vista um sistema das Nações Unidas mais eficaz e a promoção dos direitos humanos.

A Comissão propõe cooperar estreitamente em relação a desafios globais como a pobreza e as desigualdades, as questões ambientais (em especial, as alterações climáticas, as florestas, a gestão dos recursos hídricos e a biodiversidade), a energia, o reforço da estabilidade e da prosperidade na América Latina e a cooperação em matéria de integração regional com o Mercosul.

Salientando que o Brasil é o mais importante mercado da UE na América Latina, o executivo comunitário propõe tratar as questões relativas ao comércio e ao investimento de relevância bilateral específica que complementam as discussões UE-Mercosul e sugere reforçar a cooperação em sectores e áreas de interesse mútuo como as questões económicas e financeiras, a sociedade da informação, os transportes aéreos, os transportes marítimos, a ciência e tecnologia, a navegação por satélite, as questões sociais e o desenvolvimento regional.

Por último, sugere acções para aproximar os povos através do sistema de intercâmbio de estudantes universitários Erasmus Mundus, do diálogo cultural e de uma mesa redonda de empresas, a realizar paralelamente à cimeira.

Durão Barroso também manifestou a sua satisfação pelo "interesse e empenhamento" colocado na questão pela presidência portuguesa da União Europeia.

http://ultimahora.publico.clix.pt/no...spx?id=1295459
 

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MUSE
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Y esto en que afecta al resto de America Latina?
 

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^^
ya oiste hablar de MERCOSUR?!
 

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MUSE
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Troublemaker
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Discussion Starter · #7 ·
^^

O documento sublinha igualmente a importância de um diálogo reforçado para apoiar a conclusão de um acordo de associação UE-Mercosul.

As áreas prioritárias de acção incluem o reforço do multilateralismo para trabalhar em conjunto, tendo em vista um sistema das Nações Unidas mais eficaz e a promoção dos direitos humanos.

A Comissão propõe cooperar estreitamente em relação a desafios globais como a pobreza e as desigualdades, as questões ambientais (em especial, as alterações climáticas, as florestas, a gestão dos recursos hídricos e a biodiversidade), a energia, o reforço da estabilidade e da prosperidade na América Latina e a cooperação em matéria de integração regional com o Mercosul.

Salientando que o Brasil é o mais importante mercado da UE na América Latina, o executivo comunitário propõe tratar as questões relativas ao comércio e ao investimento de relevância bilateral específica que complementam as discussões UE-Mercosul e sugere reforçar a cooperação em sectores e áreas de interesse mútuo como as questões económicas e financeiras, a sociedade da informação, os transportes aéreos, os transportes marítimos, a ciência e tecnologia, a navegação por satélite, as questões sociais e o desenvolvimento regional.
 
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