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Discussion Starter · #1 · (Edited)
Governador Arruda está na Europa para negociar com fabricantes preço e outras vantagens. Indefinição é quanto ao sistema a ser implantado: veículo sobre trilhos ou o modelo com pneus

Madri (Espanha) — O governador José Roberto Arruda chega hoje a Madri com uma certeza e uma dúvida. Está convencido de que um dos pilares do projeto de integração do transporte local é a construção de trens urbanos. Por enquanto, persiste a indefinição sobre qual o melhor sistema — o que funciona sobre trilhos ou sobre pneus. Mas antes de embarcar para a Europa, Arruda se comprometeu a voltar com a resposta. Ter acesso aos detalhes sobre as alternativas para construir esse tipo de transporte motivou a quarta viagem de Arruda ao exterior para tratar do assunto depois das eleições em outubro de 2006. O chefe do Executivo pretende durante a viagem a Espanha, Alemanha e França retomar os contatos com as tecnologias possíveis para a construção dos trens urbanos.

No período em que vai passar na Europa — durante esta semana — o governador discutirá a possibilidade de importar a técnica dos trens com dois fabricantes, com os quais pretende negociar preço e vantagens. A implantação dos chamados “bondes modernos” em uma extensão de 45km na capital deverá repercutir na vida de, pelo menos, 1,5 milhão de pessoas. A maior parte delas moradoras do Entorno Sul do DF que, a partir da construção do trecho que ligará Gama a Santa Maria e esta cidade ao Plano Piloto, terão maior facilidade de chegar ao centro de Brasília, além de acesso a um sistema mais seguro e barato de transporte. Há a possibilidade de que os trilhos alcancem o canteiro central da W3 e o Eixo Monumental.

A comitiva do governador Arruda (que inclui o secretário de Transporte, Alberto Fraga, além do consultor nessa área Renato Grillo Ely) terá reuniões com executivos da Alston Transportes (fabricante francesa que tem subsidiária no Brasil) e da Siemens (com sede em 190 países, segundo informa a página da empresa na Internet). As duas multinacionais têm o know-how para a construção do Veículo Leve sobre Trilhos, uma espécie de trem próprio para circular dentro das cidades.

Elétrico
O VLT, em geral, é movido à eletricidade e tem a fiação subterrânea e automática. Essa característica foi uma das que mais chamou a atenção dos gestores locais porque é mais segura e agride menos o desenho arquitetônico da cidade. Essa opção não necessita de corredores exclusivos — como ocorre no caso do Veículo Leve sobre Pneus (VLP) — e a eletricidade dos trilhos só é ativada à medida que o trem passa, evitando acidentes com pedestres, por exemplo.

Uma das desvantagens do VLT é o custo. Trata-se de uma tecnologia que pode custar até três vezes mais do que o sistema sobre pneus, beirando a marca de R$ 1,6 bilhão. E o tempo de construção também é maior. Enquanto o trem sobre pneus leva dois anos para ficar pronto, o sobre trilhos pode demorar quase o dobro do tempo. “A diferença absurda de preço se apresenta quase como um determinante na escolha pelo sistema sobre pneus”, acredita o secretário Alberto Fraga, que está na Europa na expectativa de conseguir acertar preço mais compatível com a realidade orçamentária do GDF.

Rodoviário
O doutor em política de transporte e professor da Universidade de Brasília (UnB) Joaquim Aragão, no entanto, tem a opinião de que o alto custo de investimento para a construção dos Veículos Leves sobre Trilhos pode trazer um retorno compensador. Mas o professor adverte que a viabilidade dessa opção de trens urbanos depende do interesse do governo em não restringir o projeto em um sistema de transporte. “Essa tecnologia precisa estar aliada a um projeto de desenvolvimento urbano para que uma iniciativa se fortaleça com a outra. Se for o caso de só transportar pessoas, é melhor usar o sistema rodoviário que é mais barato e dá resultados a curto prazo”, diz Joaquim. No caso do DF, Joaquim avalia que paralelamente à implantação do VLT, o governo precisa dar prosseguimento ao projeto de revitalização da W3, lugar onde há previsão de passar uma linha de trem.

Joaquim também cita que a escolha pelos trens ou metrôs tem mais possibilidades de ser definitiva do que o investimento na alternativa rodoviária. Ele lembra que os corredores para ônibus, como a experiência feita em São Paulo, deixam a política de transportes mais vulnerável ao fracasso. “Um governo constrói e o outro abandona ou destrói, já que não se trata de uma obra tão cara, o que deixa o sucesso ou não do sistema à mercê dos políticos”, denuncia o professor.

A escolha do modelo de trens a que os moradores da capital vão ter acesso é apenas uma etapa para implantar o sistema. Uma outra fase, a de financiamento do projeto que poderá definir o prazo de início das obras, depende ainda de mais uma rodada de negociações, neste caso com bancos internacionais de desenvolvimento, como o Banco Mundial (Bird) e o Banco Interamericano (BID), além de outras instituições européias que o GDF tem procurado.


Fracasso do metrô

O desempenho mediano do metrô no DF e as experiências estrangeiras bem- sucedidas com os veículos leves colocam os trens urbanos no status da melhor opção para avançar no projeto do transporte local. O Governo do Distrito Federal banca o déficit causado pelos 41 km do metrô.

A Secretaria de Transportes calcula que o preço para operar as 16 linhas existentes é de R$ 120 milhões ao ano, porque a capacidade do metrô está subestimada. Para tornar o sistema viável ele teria de transportar entre 220 mil e 250 mil usuários por dia. Hoje, 80 mil passageiros usam o metrô.

Além de caro, o metrô é também a tecnologia de transporte que mais interfere no meio ambiente. Apesar das desvantagens, o metro costuma gerar desenvolvimento por onde passa. “Mas no Distrito Federal, ele ficou isolado, o que minimizou tal potencial”, acredita Joaquim Aragão.

Apesar de ter assumido papel secundário no plano do governo de remodelar o sistema de transporte na capital, o GDF se comprometeu a terminar as estações que faltam para a conclusão das obras do metrô que começaram em 1992. Estão reservados no orçamento para essa finalidade R$ 110 milhões. E a previsão de abertura de quatro estações no Plano Piloto, além de trechos em Ceilândia Centro e Norte, é o dia 21 de abril do ano que vem. (LT)



Fonte: Correio Braziliense
 

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Discussion Starter · #2 ·
Eu ainda continuo com a idéia que vai ser um sistema hibrido, do Gama/Santa Maria por VLP até perto do Nucleo Bandeirante e apartir dali em diante VLT.
 

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spca
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^^ O sistema híbrido pode funcionar bem, mas da forma como vc colocou acho que nao ficaria bom.

Imagine o cidadão pega um ônibus alimentador até um terminal em Gama ou Santa Maria. Ali ele troca de ônibus e pega um VLP até um outro terminal no núcleo Bandeirante, onde ele troca de condução e pega o bonde até a rodoviária. É muita conexão pra quem vai ao centro (grande parte dos deslocamentos). Sem contar que hj da pra ir direto com um só ônibus, ou seja, vai causar revolta para alguns usuários. Nesse caso o mais racional é o VLP ir direto até a rodoviária, possibilitando a viage com uma baldeação apenas.

O VLT poderia ser utilizado em linhas menores, como W3 norte até a W3 Sul, ou atravessando o eixo monumental desde a rodoferroviária até a praça dos 3 poderes.
 

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Prefiro sobre trilhos..acho mais bonito, mas como deve escolher o mais barato...e o mais barato deve ser o mais feio........
 

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Discussion Starter · #5 ·
Mas pelo que fiquei sabendo, vai ser mesmo um sistema hibrido, até mesmo pq, o sistema do Aeroporto até a W3. Vai ser construido independente do Brasilia Integrada, isso é fato, então ele vai ser VLT
 

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Discussion Starter · #6 ·
Arruda examina nova tecnologia

Governador se reúne hoje com executivos da Alstom. Projeto de revitalização da W3 prevê transformar parte da avenida em uma grande praça para permitir o tráfego subterrâneo dos trens urbanos

Madri (Espanha) — As praças são pontos turísticos típicos da capital espanhola. Espaços retangulares emoldurados por prédios onde funcionam hotéis, teatros e até residências e que no centro se espalham cafés, restaurantes e muita gente. A mais famosa é a Plaza Mayor. É num local como esse que o Governo do Distrito Federal planeja transformar o trecho da W3 em frente ao Setor Comercial Sul. O local hoje concentra um dos maiores fluxos de carros no Plano Piloto em horário de rush. O projeto de revitalização da W3 — inserido no programa de alteração do transporte no DF — prevê acabar com o tráfego na altura do shopping Pátio Brasil e transformar a região em uma grande praça pública.

A idéia faz parte do projeto que o governador José Roberto Arruda trouxe à Europa e de onde pretende sair certo quanto à tecnologia de transporte que vai usar para tornar o redesenho da W3 possível. A proposta estudada pela equipe técnica sugere que o governo adapte toda a extensão da avenida que corta o Plano Piloto da Asa Sul à Asa Norte para operar o chamado trem urbano em uma das faixas da pista. É justamente para conhecer mais detalhes sobre esse sistema de transporte que a comitiva do governador viajou à Europa. Em Madri, o governador, o secretário de Transportes, Alberto Fraga, além do consultor Renato Grillo Ely, se reúnem hoje com executivos da fabricante de trens francesa Alstom. Arruda conhecerá duas das três linhas construídas e operadas pela empresa, alem de participar de um almoço com o presidente da organização na Espanha, Antonio Porto.

Trens
A Alstom é uma das empresas que o GDF iniciou contatos ainda nos primeiros meses de gestão para discutir a possibilidade de fazer negócio. A fabricante domina a tecnologia dos trens urbanos, os chamados Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). Mas Arruda não está convencido de que essa é a melhor alternativa. Ele ainda cogita adotar a opção dos ônibus biarticulados, que trafegam por corredores exclusivos. Há duas diferenças que pesam a favor dos Veículos Leves sobre Pneus (VLP). O custo é um terço do estimado para os carros sobre trilhos e o prazo de construção é menor. A vantagem do VLT, no entanto, é o fato de se mostrar um sistema mais moderno, com maior capacidade de passageiros e menor interferência urbanística.

Sobre trilhos ou pneus, a mudança na paisagem da W3 é praticamente certa. Há duas semanas, Arruda recebeu um esboço do projeto — uma apresentação animada de dois minutos elaborado em programa de computador — e se interessou com a idéia de desviar o fluxo de carros de uma região crítica no centro de Brasília. Segundo a alternativa proposta pelos técnicos, os carros seriam desviados da superfície para um túnel que cortaria o miolo entre a Asa Sul e a Asa Norte. O redirecionamento do tráfego no local diminuiria o trânsito nas vias S2 e S3, que ficam congestionadas nos horários de rush em função da disputa com os veículos provenientes da W3.

Depois da visita a Madri, Arruda seguirá para a Alemanha. Amanhã tem encontros agendados com representantes da alemã Siemens, concorrente da fabricante Alstom. Na cidade de Düsseldorf, o governador pretende comparar preços e condições para importar a tecnologia dos trens urbanos. Na quinta-feira, o governador e sua comitiva vão até Paris onde serão recebidos pelo prefeito da capital francesa, Bertrand Delanoë. O chefe do Executivo no Distrito Federal está interessado em conhecer melhor não só o projeto de transporte pesado, como a utilização do metrô e dos trens urbanos em cidades francesas, mas também quer ver de perto o projeto de ciclovias de Paris que foi decisivo na política de melhoria do transporte na capital francesa.


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Os números

7 km é a extensão do trecho de trem entre o Setor Comercial Sul e o final da Asa Norte previsto no projeto sugerido pela equipe técnica do governo para alterar o sistema de transporte na cidade

23 km é o comprimento total do percurso que poderá ser feito de trem no Plano Piloto, segundo a proposta de se adotar veículos leves para melhorar o fluxo no centro da cidade


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Proposta em quatro etapas

A proposta de construir trens urbanos na capital federal está dividida em quatro etapas. A sugestão da equipe técnica do governador José Roberto Arruda para esse assunto é que o GDF inicie o projeto pelo percurso entre o início da W3 Sul até o final da Asa Norte. A justificativa para a escolha é que a demanda por transporte na Asa Norte é maior do que a da Asa Sul, já que nesse último trecho só há lojas em uma das margens e no outro caso os dois lados são comerciais.

Se for implantado, o primeiro percurso adaptado para o trem urbano terá 7km. Além dele, outras três linhas estão em análise. Entre elas, a do aeroporto ao metrô da Asa Sul. A plataforma já existe e fica perto da 1ª Primeira Delegacia de Polícia. Dados da Infraero obtidos pelo Metrô DF indicam que, a cada 10 turistas que desembarcam em Brasília, oito procuram saber se há como chegar ao centro da cidade de metrô.

Depois da linha vinda do aeroporto, seria construída a etapa entre o final da Asa Sul e o início da Asa Norte. Ainda existe a idéia de criar uma linha que comece a operar na altura do Congresso Nacional, passe pela Esplanada dos Ministérios e dê a volta atrás do Memorial JK. O governo também discute a possibilidade de adotar o trem para fazer o percurso entre Gama e Santa Maria e dessas duas cidades até o Plano Piloto. (LT)
 

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Discussion Starter · #7 ·
Bem que eu sabia disso querem fazer o que eu tinha falado aqui bem antes de ter o Forum de Transporte, que infelizmente não pude participar.

Mas eu tive acesso alguns documentos e mapas dos projetos sugeridos, e até mesmo para viabilizar esse meio de transporte, em determinados lugares como a travessia do Brasília Shopping para o Setor Comercial Norte e Shopping Pátio Brasil para o Setor Comercial Sul serão subterraneos e deixando livre aquele ponto sensivel do transito, e ai em vez das pessoas atravessarem a pista para pegar o meio de transporte, utilizaram o tunel, bem semelhante o existente na entrequadra 114/115 sul, com facil acesso a deficientes, com rampas, escadas rolantes e elevadores.

E ai acabaria com aquela muvuca que existe ali na frente, e como não teria ambulantes na plataforma, eles iriam ter que mudar de profissão.
 

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GRANDE RIO CAMPEÃ 2013!
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Porque o metrô de Brasília é deficitário ? É caro demais, passa por locais que não possuem demanda, etc ?
 

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ontogeny recapitulates...
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Porque o metrô de Brasília é deficitário ? É caro demais, passa por locais que não possuem demanda, etc ?
Basicamente por 3 fatores:

- construção incompleta;

- sistema não-integrado aos demais modais de transporte (ônibus, vans);

- horários reduzidos de funcionamento.
 

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Discussion Starter · #10 ·
Basicamente por 3 fatores:

- construção incompleta;

- sistema não-integrado aos demais modais de transporte (ônibus, vans);

- horários reduzidos de funcionamento.
Ai se enganou, horario reduzido? de Segunda/Sexta de 6 hs a 23:30hs é reduzido?

A construção está completa sim.

Agora o sistema não é integrado em apenas alguns bairros, pois o bairro de Águas Claras fora feito para andar de metrô, não para andar de vans e onibus.

Foi o primeiro bairro do Brasil estruturado para receber o metrô, quando a cidade surgiu o metrô já existia.
 

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ontogeny recapitulates...
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Ai se enganou, horario reduzido? de Segunda/Sexta de 6 hs a 23:30hs é reduzido?
Ah.. sim! me expressei mal.. não horário reduzido, mas DIAS reduzidos, uma vez que o sistema tem a peculiar característica de não operar em fds e feriados. Lembremos que até recentemente ele circulava até as 20h e alguma coisa, apenas.

A construção está completa sim.
Sim.. todas as estações 10X Sul da vida, assim como a maior parte de Ceilândia, "estão prontas"! :)


Agora o sistema não é integrado em apenas alguns bairros, pois o bairro de Águas Claras fora feito para andar de metrô, não para andar de vans e onibus.

Foi o primeiro bairro do Brasil estruturado para receber o metrô, quando a cidade surgiu o metrô já existia.
Nisso ponto positivo pro metropolitano brasiliense; planejamento urbano e de transportes sempre devem andar juntos! :)
 

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Discussion Starter · #12 ·
Ah.. sim! me expressei mal.. não horário reduzido, mas DIAS reduzidos, uma vez que o sistema tem a peculiar característica de não operar em fds e feriados. Lembremos que até recentemente ele circulava até as 20h e alguma coisa, apenas.



Sim.. todas as estações 10X Sul da vida, assim como a maior parte de Ceilândia, "estão prontas"! :)




Nisso ponto positivo pro metropolitano brasiliense; planejamento urbano e de transportes sempre devem andar juntos! :)
Acho que vc não conhece o metrô, todas as estações do Plano Piloto estão prontas sim, o que falta construir são as galerias comerciais, a proxima estação a ser inaugurada será a 108 sul.
 

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Se aprovarem o VLP e com fiações aereas no Plano piloto será o cúmulo do descaso com a urbanização....se for assim espero que o IPHAN não aprove.
 

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SP BSB
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^^ Acho que isso nunca foi cogitado.

Acho que vc não conhece o metrô, todas as estações do Plano Piloto estão prontas sim, o que falta construir são as galerias comerciais, a proxima estação a ser inaugurada será a 108 sul.
O que todo mundo entende como estação pronta é que ela está com as obras concluídas e em plena operação, o que definitivamente não é o caso das estações da Asa Sul, que além de não receberem acabamentos não estão em operação, ou seja, atualmente não contribuem para o sistema. Não consigo entender sua definição para "pronto". E não faltam apenas as galerias comerciais, a única coisa que está pronta é a base de alvenaria das estações, faltam acabamento, equipamentos, paisagismo, sinalização e por aí vai.
 

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Discussion Starter · #15 ·
^^ Acho que isso nunca foi cogitado.



O que todo mundo entende como estação pronta é que ela está com as obras concluídas e em plena operação, o que definitivamente não é o caso das estações da Asa Sul, que além de não receberem acabamentos não estão em operação, ou seja, atualmente não contribuem para o sistema. Não consigo entender sua definição para "pronto". E não faltam apenas as galerias comerciais, a única coisa que está pronta é a base de alvenaria das estações, faltam acabamento, equipamentos, paisagismo, sinalização e por aí vai.
^^ ^^ ^^
Vc não concorda comigo que falta muito pouco para concluir? É bem diferente de ter o projeto de uma estação, igual do Guará que somente aparece uma placa indicativa, do que as estações da Asa Sul, literalmente prontas, ela só colocar os reboques e escadas rolantes e pronto.
 

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O PLano Piloto ficaria lindo com um VLT branco com vidros negros , combinaria com a estética da cidade :yes:
 

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Ubique patria memor
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Agora me digam uma coisa: quando a nova rodoviaria intermunicipal for inaugurada proximo ao Park Shopping, o que sera feito da antiga rodoferroviaria??

Não sei se a coisa de transformar toda a W3-Sul em parque daria certo. Tenho minhas duvidas. O IPHAN permitiria isso??
 

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SP BSB
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^^ O processo de concessão da nova Rodoviária que foi iniciado pelo governo passado foi contestado pelo tribunal de contas e no diário oficial da semana passada foi anulado e as empresas chamadas para receberem de volta do caução. Não sei se a nova licitação já foi lançada, imagino que não, mas as obras começam esse ano. A Rodoferroviária pertence ao governo federal, cogitou-se a devolução, mas com essa possibilidade de trem do Entorno devem manter ela para servir como terminal metropolitano, até lá o GDF deve dar algum destino para ela, principalmente por causa do Shopping Popular que está sendo construído ao lado, um complementa o outro.

O túnel da W3 Sul seria apenas em frente ao Pátio Brasil, fazendo um calçadão direto até o setor Comercial Sul, sendo que este também será revitalizado de forma a priorizar o pedestre, lembrando que ele já possui um caminho central, que só precisaria ser revitalizado já que foi cercado em alguns pontos e tomado por camelôs em outros, desta forma o pedreste poderia caminhar quase que sem interrupção até a galeria do Estados, lá no Eixo Rodoviário. Achei a idéia excelente, mas o IPHAN realmente pode vetar, depende da interpretação deles, eu sou ferrenho dfensor do tombamento, mas acho que nesse caso a mudança é para melhor. MAs se vetarem podem usar a idéia do projeto vencedor para a revitalização da W3, que previa que a passagem do pedestres por uma galeria subterr?ânea bem elaborada, com atividades comerciais e culturais. No restante da avenida as intervenções devem seguir o plano deste projeto vencedor que eu citei, com a inclusão da faixa exclusiva, junto ao canteiro central, para ônibus ou o VLT. Basicamente seriam reformadas as calçadas, construídas ou revitalizadas todas as praças, e incentivadas atividades culturais e de diversão. O que é perfeitamente possível, quem arriscou mudar-se para W3 antes mesmo da revitalização está muito bem, vide Bar Brasília e Mercado Municipal (ao melhor estilo paulista)
 

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SP BSB
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O PLano Piloto ficaria lindo com um VLT branco com vidros negros , combinaria com a estética da cidade :yes:
Branco não, não dá certo com a típica poeira da cidade em certas épocas, ficaria com aspecto de sujo, os ônibus que só possuem pedaços em branco já ficam com esse aspecto.
 
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