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3. Castelinho de São João do Estoril
Esta é uma das mais famosas histórias sobre locais assombrados no nosso país. Já muitos famosos tentaram comprar a casa, mas as descrições arrepiantes sobre o fantasma da menina que morreu nos penhascos perto desta habitação afastaram os futuros proprietários. Em 1983, José Castelo Branco confessou que estava interessado em comprar o castelinho, mas quando visitou esta propriedade acabou por desistir, dizendo que viu uma menina na falésia e que um impulso, que acabou por controlar, quase o fez atirar-se ao mar.

Esta experiência sobrenatural que diz ter vivido, afastou-se para sempre do local. Também a mãe de Lili Caneças esteve perto de ficar com esta casa, mas os rumores sobre os fantasmas que habitavam o local tiraram-lhe essa ideia da mente. O Castelinho de São João do Estoril, situado na linha Cascais, em São João, e bem pertinho do mar estará para sempre associado à paranormalidade. Diz quem já visitou a casa, que as ondas do mar produzem um barulho medonho dentro da habitação, o que só por si torna o local bastante assustador.

A Câmara Municipal de Cascais tenta explicar este fenómeno e desvenda que por detrás dos relatos de arrepiar poderá estar a história da menina cega, que morava numa casa perto do castelinho, e que terá caído acidentalmente das arribas. Reza a lenda que os pais dessa criança, em sua memória, ofereceram a moradia à Santa Casa da Misericórdia, que durante dez anos a usou como uma instituição de apoio aos cegos.

Porém, há quem diga que esta menina que morreu na falésia era a filha dos primeiros proprietários do Castelinho. Há quem conte então, tal como José Castelo Branco relatou, que uma menina com uma boneca na mão passeia pelos muros da propriedade. Diz-se então, que ao longo de vários anos muitos foram os proprietários desta casa, mas todos acabaram por abandoná-la, com receio daquilo que por lá passava e porque sempre viam a sua família envolvida nalguma desgraça, facto que atribuíam aos poderes maléficos daquela habitação.



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4. Casa de chá de Caxias

A zona da linha de Cascais é povoada de zonas onde as histórias de fantasmas são uma constante. Em Caxias, junto à curva que dá acesso à A5 e bem próximo do farol da Gibalta situa-se uma casa ruínas, famosa por ser assombrada pelos antigos donos, que não querem que o local volte a ser habitado ou que ali se estabeleça um novo negócio.

Nesta moradia, hoje em ruínas, funcionava uma famosa Casa de Chá. Prevê-se que toda aquela zona seja recuperada e transformada em zona habitacional e comercial.


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5. Pátio do Carrasco – Lisboa

Ao que parece, o nome deste pátio deve-se ao facto de ali viver o ultimo carrasco português, de nome Luís Alves. Ao que parece, os sons estranhos e os lamentos do senhor (falecido em 1873) ainda são ouvidos com frequência neste lugar.

Dizem que haveria ali um túnel subterrâneo por onde Luís caminhava até à prisão do Limoeiro, mesmo ao lado. No local onde estaria essa passagem, ainda hoje se ouvem gritos. Os moradores pensam que são do próprio Luís, atormentado pelas mortes que causou e que fizeram dele «o último carrasco de Portugal», com um salário de 4.100 réis e direito a referência num livro de Camilo Castelo Branco.

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6. Casa Amarela de Ovar

Sobre esta misteriosa casa situada no norte correm duas versões sobre os fantasmas que por lá habitam. A primeira conta que lá vivia um pai com a sua jovem filha e que esta começou a namorar às escondidas do seu progenitor, já sabendo que este não iria aprovar a relação.

No entanto, o pai encontrou os dois namorados inesperadamente e enraivecido atirou-os a um poço. Consta também que dias depois desta desgraça, o pai foi encontrado enforcado no poço.

A segunda versão diz que naquela casa vivia um empresário de sucesso, que acabou por perder tudo devido a negócios arriscados. Quiseram também retirar-lhe essa mansão onde vivia para pagar dívidas, mas eles recusou-se a sair e acabou por se matar na propriedade.

A história conta que quem adquire esta casa, de lá sai rapidamente, assustados com os fenómenos paranormais da habitação. Há quem diga também que já se tentou demolir a Casa Amarela, mas que as máquinas se desligaram sem explicação, não conseguindo concluir os trabalhos.

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7. Sanatório de Valongo

O sanatório de Valongo foi construído em 1910 com a finalidade de abrigar doentes com tuberculose. Hoje, parece que esses doentes ainda se mantém por lá, pelo menos é isso que se afirmam alguns dos relatos desta lugar tão assustador. Barulhos e vultos parecem ser uma constante neste lugar.

Esteve activo entre 1958 e 1975 acolheu numerosos pacientes com tuberculose, tendo alguns morrido nesse local de formas horripilantes. Chegaram a estar internadas cerca de 350 pessoas em simultâneo, apesar de a lotação inicial ser de 50 camas.

Após o seu encerramento, foi pilhado, vandalizado e danificado por incêndios. Actualmente está abandonado, sendo um local popular na região para os amantes de paintball. Intrinsecamente relacionadas com este local estão as lendas e rumores relacionados com fantasmas, tráfico de droga e rituais satânicos.

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8. Palácio Beau Séjour – Lisboa

O Palácio do Beau Séjour foi mandado construir pela Viscondessa da Regaleira em 1849, na Quinta Campainhas. Adquirida posteriormente pelo Barão da Glória, sofreu algumas modificações, tendo sido a fachada do Palácio revestida a azulejo e o jardim aumentado. Por sua morte, os seus sobrinhos e herdeiros encetam uma profunda remodelação dos interiores, contratando para a empreender os irmãos Bordalo Pinheiro, Maria Augusta, Rafael e Columbano, e o decorador Francisco Vilaça.

Relatos de alguns empregados afirmam que o Barão da Glória ainda anda por lá a fazer das suas… os livros e arquivos aparecem constantemente em lugares onde supostamente ninguém os colocou, e os barulhos estranhos também fazem parte desses relatos assustadores.

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9. Casa das Pedras – Cascais

Situada na Parede, no concelho de Cascais, esta moradia construída no século XX, com conchas e pedras da praia tem sido alvo de muitas conversas que relatam situações assombradas. Nesta mansão diz-se que se passam fenómenos estranhos, que as luzes se apagam e acendem, que os vultos nas janelas são uma constante e que as portas e as janelas batem constantemente.

Quem por lá passa diz que a casa está desabitada e que ninguém a quer comprar, porque os fantasmas atormentam quem já tentou ocupá-la. Neste caso específico, está mais que provado que os relatos não passam de puras fantasias.

A Casa das Pedras é habitada por Fernanda Benedita Azevedo Gomes, de 91 anos, e pelo seu irmão, João Paulo, também nonagenário. A moradia foi mandada construir pelo seu avô, o capitão Manuel de Azevedo Gomes, em 1930, que tinha uma paixão enorme pelo mar e ali tentou recriar um ambiente que lhe fizesse lembrar o oceano. Inicialmente, esta propriedade servia de casa de férias para a família de Fernanda, o que explica o facto de poucas pessoas conhecerem as pessoas que a habitavam. A sua dona actua diz que ali nunca viu uma assombração. A Casa das Pedras foi classificada como património arquitectónico em 1997.

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10. Palácio de Valenças – Sintra

O Palácio Valenças, em Sintra, antiga residência do conde de Valenças, genro do rico proprietário António Ferreira dos Anjos, que o mandou construir, tem vindo a ser referido num livro sobre casas assombradas de Portugal, nomeadamente por nele se relatar a história do fantasma de Palmira, uma serviçal do conde, que, apaixonada por ele e por um amor impossível, lá se terá suicidado.

Com o passar dos anos, tendo a Câmara de Sintra aí instalado a Biblioteca, e tendo uma Palmira, antiga empregada, habitado numa zona inferior do edifício durante alguns anos ainda após a instalação da biblioteca, quando esta faleceu, funcionários mais brincalhões, a fim de assustarem os colegas mais crédulos, começaram a pregar partidas em torno do seu suposto fantasma, provocando o ranger de tábuas, ruídos silvantes ou manipulando os relógios, dando a impressão de os ponteiros andarem sozinhos.

Tais histórias são conhecidas, e antigos funcionários da biblioteca, como o Ferrão, o Rodrigues ou o Félix, delas poderiam dar testemunho, se vivos fossem, tendo o “boca a boca” conduzido à pitoresca história que hoje consta de alguns livros, e que, diga-se de passagem, conferem um perturbante mistério a Sintra, para azar da pobre Palmira, eternamente condenada a alma penada.

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11. Sanatório da Serra da Estrela

Está lá em cima, a mais de 1000 metros de altitude, e mostra-se vaidoso a quem lhe põe o olho. Custa acreditar que o hotel de luxo de portas abertas desde 2014 tenha nascido das raízes de um sanatório que acolheu trabalhadores tuberculosos na Serra da Estrela.

O ar puro da serra foi o mote para, em 1944, ser inaugurado o hotel-hospital. Ali terão morrido centenas de pacientes que não resistiram à doença e, com o tempo, o sanatório acabaria por cair no esquecimento e ficar em ruínas.

Não admira que a fama de edifício assombrado ganhasse vida própria: dizem que os espíritos atormentados dos doentes que ali viveram e morreram deambulam pelos corredores do antigo sanatório que, entretanto, deu lugar à pousada, após uma intervenção profunda a cargo de Eduardo Souto de Moura, Prémio Pritzker 2011. Nervos em franja? Apesar das histórias, não existe registo de queixas dos hóspedes que aí já pernoitaram, num dos 90 quartos da novíssima unidade.

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12. Teatro Lethes – Faro

Na mística do Teatro Lethes existem dois episódios marcantes: o de uma bailarina que se terá suicidado no palco por razão de amor não correspondido; e o de um militar napoleónico, cujo esqueleto foi encontrado, emparedado, no local onde hoje está instalada a cabina eléctrica.

Diz-se que por vezes e quando tudo está em silêncio, se pode escutar passos e a madeira do palco principal do Teatro de Lethes, em Faro, a ranger. Conta-se que uma bailarina, exausta pela exigência, ali se suicidou, enforcando-se no palco do teatro e que a alma da bailaria, ainda hoje anda (ou dança!) por ali…

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7. Sanatório de Valongo



Após o seu encerramento, foi pilhado, vandalizado e danificado por incêndios. Actualmente está abandonado, sendo um local popular na região para os amantes de paintball. Intrinsecamente relacionadas com este local estão as lendas e rumores relacionados com fantasmas, tráfico de droga e rituais satânicos.

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Pois, não é aconselhável passar desse local das madrugadas de Sextas-Feiras para Sábados.......:devilish:
 
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