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Existe algum projeto pra incluir uma ciclovia na ponte 25 de abril?
Projectos de visionários sim. De pessoas com os pés assentes na terra não. Havendo Fertagus ao preço da uva mijona...

...esqueci-me que o navegante deixou o fertagus sem resposta porque isto de viajar de Setúbal a Mafra pelo mesmo preço tem os seus problemas...
 

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O CICLOP 7 – Rede Ciclável e Pedonal da Península de Setúbal inscreve-se numa lógica de promoção dos modos suaves de deslocação e de ligações de curta distância nos espaços urbanos e seus contextos periurbanos, prevendo a intermodalidade a partir das principais estações rodoferroviárias e marítimas-fluviais, promovendo utilização da bicicleta e a adoção do percurso pedonal nas deslocações quotidianas da população (casa-trabalho e casa-escola).
O projeto prevê evoluir numa mais ampla ligação entre as redes principais cicláveis dos municípios que constituem a Península de Setúbal, permitindo o acesso aos destinos pretendidos no território peninsular e valorizando a ligação à cidade das duas margens, utilizando para tal modos suaves de mobilidade, mais ecológicos e inclusivos. No território dos municípios da Arrábida, o projeto, que abrange 17 troços, com cerca de 27 quilómetros, tem um valor estimado na ordem dos quatro milhões de euros, e um cofinanciamento FEDER de 50 por cento, obtido através dos três PEDU municipais aprovados pelo POR Lisboa 2020.


Fonte: https://territorioarrabida.pt/apresentacao/ciclop7-2/

(Texto acima colocado foi ipsis verbis copiado, pelo que está redigido na norma ortográfica da discórdia "AO90")
Em Palmela, pacote de investimento em eco/ciclovias:
https://www.osetubalense.com/local/palmela/2020/03/10/palmela-ja-investiu-24-milhoes-em-ciclovias-e-promete-mais/

Na Quinta do Anjo, qual é o trajecto?
 

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1. Ecopista do Vouga
A Linha do Vouga, originalmente conhecida como Linha do Vale do Vouga, e alcunhada de Linha do Vale das Voltas devido ao seu sinuoso traçado, é um troço ferroviário que liga a Linha do Norte, em Espinho, à Linha do Dão, em Viseu, numa extensão de 140 quilómetros. A Linha do Vouga foi inaugurada totalmente em 5 de Fevereiro de 1914. Actualmente só existe movimento ferroviário entre Espinho e Sernada do Vouga, uma vez que em 1 de Janeiro de 1990 foi encerrado o troço entre Sernada do Vouga e Viseu.

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Com esta Ecopista pretendem transformar o antigo troço ferroviário num circuito ciclável e pedonal que se estenderá por quase 80 quilómetros de extremo valor paisagístico, turístico e ambiental. A futura Ecopista do Vale do Vouga irá abranger a recuperação/reabilitação de estações de caminho-de-ferro e apeadeiros que se encontram espalhados pelos sete municípios, sendo também um incentivo à prática desportiva com segurança.
 

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2. Ecopista do Montado
Resultante da parceria entre a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e a REFER, a Ecopista do Montado é uma infra-estrutura desportiva, recreativa e de lazer que possibilita a prática de actividades ao ar livre, nomeadamente, caminhadas, Passeios Cicloturísticos e de BTT, passeios a cavalo e, passeios em patins e similares. Este troço desenvolve-se no sentido nordeste-sudoeste. Começa na antiga Estação CP da cidade de Montemor-o-Novo, passa pela povoação e respectivo apeadeiro de Paião, terminando na estação de Torre da Gadanha, onde se estabelece a ligação com a Rede Local de Turismo de Natureza, já implementada.

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A Ecopista de Montemor atravessa uma importante área natural – o Sítio de Monfurado, que alberga espécies de flora e fauna de interesse comunitário. Trata-se de uma área dominada por importantes montados de sobro e azinho, bastante bem conservados, sendo considerada uma zona de grande importância para a conservação de diversas espécies de morcegos. A entrada da Ecopista e a Ponte de caminho de ferro, junto à antiga estação de Montemor, o apeadeiro de Paião e o Largo de Torre da Gadanha, foram alvo de requalificação e arranjo paisagístico. Também foram construídas áreas de descanso e um miradouro.
 

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3. Ecopista do Minho
O ramal ferroviário que ligava Valença a Monção foi desactivado há vários anos, sofrendo uma progressiva degradação pela ausência de utilização. Perante isto, os Municípios de Monção e Valença celebraram protocolos com a Refer para que, em 2004, abrisse ao público uma Ecopista destinada ao Cicloturismo e a passeios pedonais, o que fez desta via ecológica a segunda em Portugal a aproveitar antigas linhas ferroviárias – então desactivadas. Uma via destinada ao uso público como forma privilegiada de circulação para o lazer, o desporto, actividades lúdicas e recreativas, culturais e, de protecção do meio ambiente. O objectivo da Ecopista do Rio Minho é contribuir para a promoção do desenvolvimento integrado da região, reunindo pontos de interesse histórico/culturais, o turismo, o recreio e o lazer, incentivando à conservação da natureza e valorização dos sistemas naturais existentes.

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Ao longo do Percurso os painéis de interpretação e toda a sinalética fornecem os elementos necessários para que os seus utentes, na ausência de guias, possam compreender os recursos culturais, naturais e paisagísticos que vão percorrendo. Com a criação da Rede de Grandes Rotas de Percursos Pedestres do Vale do Minho – Grande Rota da Travessia da Ribeira Minho, a Ecopista ficou ainda mais rica no que respeita à observação da natureza. Na Veiga de Friestase Lapela foi criado um Observatório de Avifauna, que permitirá aos turistas visionar as várias espécies que aqui habitam. Em 2009 a Ecopista do Rio Minho foi galardoada com o 4º Prémio da Associação Europeia de Vias Verdes, na categoria “Sustainable Development and Tourism”.
 

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4. Ecopista do Tâmega
A Linha do Tâmega – inicialmente denominada Caminho de Ferro do Valle do Tâmega – ligava a estação de Livração (Marco de Canavezes), da Linha do Douro, à estação de Arco de Baúlhe (Cabeceiras de Basto), numa extensão total de 51,733 quilómetros. No dia 1 de Janeiro de 1990 foi desactivado todo o serviço comercial entre Amarante e Arco de Baúlhe, deste ramal ferroviário, dando assim lugar a uma via verde destinada a passeios pedestres, de bicicleta ou qualquer outro meio não poluente. Em 2007 as Autarquias envolvidas, a Refer e o Estado assinaram um protocolo que resultaria na construção da Ecopista da Linha do Tâmega, uma via que atravessa três Municípios ao longo de quase 40 quilómetros, Amarante, Celorico de Basto e Cabeceiras de Basto.

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Esta Ecopista percorre uma das mais belas linhas ferroviárias do país, permitindo o contacto directo com o património histórico e natural envolvente, nomeadamente as muitas aldeias e pontes que atravessa em toda a sua extensão, as paisagens verdejantes de inigualável beleza e, o Rio Tâmega, ex-líbris desta região, e que acompanha quase sempre, de muito perto. Este projecto, que se inclui na Rede Europeia de Vias Verdes, tem o seu início ao km 12,467, na cidade de Amarante, e términos ao km 51,733 na Freguesia Cabeceirense de Arco de Baúlhe.
 

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5. Ecopista do Corgo
A Linha do Corgo (originalmente denominada Linha do Valle do Corgo ou Caminho de Ferro da Regoa a Chaves) é uma linha de caminho-de-ferro desactivada, que unia as localidades de Peso da Régua e Chaves, passando por Vila Real e Vila Pouca de Aguiar. Foi inaugurada em 1 de Abril de 1910 com a chegada do comboio a Vila Real, e concluída a 28 de Agosto de 1921 com a chegada a Chaves. O troço entre Vila Real e Chaves foi encerrado em 1990, enquanto que a ligação entre a Régua e Vila Real foi desactivada para obras em 25 de Março de 2009, sendo totalmente encerrada pela Rede Ferroviária Nacional em Julho de 2010.

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Em 2005 Vila Pouca de Aguiar inaugurou o primeiro Percurso da Ecopista entre a Vila e Pedras Salgadas. Posteriormente foi a vez de Vila Real construir também o seu Percurso concelhio, enquanto Vila Pouca de Aguiar concluía a totalidade do seu traçado municipal. A Autarquia de Chaves está, actualmente, a proceder também à requalificação do seu Percurso, pelo que, a partir de agora já é possível percorrer o antigo traçado ferroviário entre Vila Real e Chaves de forma cómoda, pois a maioria do trajecto encontra-se alcatroado. Trata-se de uma via panorâmica com zonas de lazer, pois ao longo da Ecopista foram plantadas árvores, colocados bancos e candeeiros e criadas áreas de lazer e espaços verdes. Há também acessos para o socorro de emergência.
 

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6. Ecopista do Dão
A Ecopista do Dão é a mais longa do país com uma extensão de 49,2 quilómetros. Foi inaugurada em 2011, após um encerramento de 23 anos da antiga Linha do Dão, que havia sido criada em 1890. É um percurso que exige uns bons pulmões para quem tiver a ousadia de o percorrer a pé, pelo que levar uma bicicleta é a melhor e a mais comum opção por quem lá passa. Este trilho começa em Santa Comba Dão junto à margem do rio Dão e do seu afluente, o rio Paiva. Trata-se de um caminho que percorre a antiga linha de comboios, seguindo o curso do rio e as suas curvas, tendo sempre como paisagem de fundo a natureza típica da região. Faz a ligação entre os concelhos de Dão, Tondela e Viseu. Há ainda 11 percursos diferentes que pode fazer pela ecopista.

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O caminho é feito praticamente a descer e tem uma duração de aproximadamente três horas. Não tem grandes desníveis e o pavimento de cimento está organizado por cores: azul para Dão, verde para Tondela e vermelho para Viseu. Quando deixar de ver o rio, vai entrar numa zona onde predomina a flora autóctone das serras beirãs, entre os quais se destacam os sobreiros, os castanheiros e os carvalhos. Ao chegar a Viseu, vai deparar-se com várias aldeias, vinhas e campos cultivados. Prepare-se, equipe bem a bicicleta e vá à aventura.
 

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7. Ecopista do Sabor
Utilizando uma antiga linha ferroviária, o Percurso de Torre de Moncorvo liga a sede do concelho à aldeia de Carviçais, palco do tradicional Festival Rock. A Ecopista que se desenvolve em toda a sua extensão no sopé, Norte/Nascente, da Serra do Reboredo oferece uma nova Rota turística, ecológica e desportiva, vocacionada para o lazer.

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Desfrute da excepcional paisagem do Vale do Sabor e da Serra do Reboredo fazendo uma pausa nos vários Miradouros disponibilizados ao longo de todo o percurso e aprecie as aldeias de Larinho, Carvalhal e Carviçais, atravessadas pela Ecopista. Descubra o Convento Carmelo da Sagrada Família, de Torre de Moncorvo, as Minas do Carvalhal ou a Albufeira de Vale Ferreiros.
 

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Não é bem de ecovias, mas dá para entender a ideia do artigo:
(se houver melhor tópico informem)

Também tenho, muitas vezes, dúvidas entre os utilizadores vs dinheiro gasto em muitos projectos destes. Apesar que o Passadiço do Paiva é um projecto ganho ao nível de atracção turística.
Já a questão dos observatórios de aves, acompanho o raciocínio, para mais que são mal utilizados (sexo ou "festas") ou vandalizados, os que estão mais próximos da malha urbana. Os outros, ou são pouco conhecidos, mais inacessíveis ou controlado o seu acesso, sendo a única forma de se ter estas estruturas sem "danos".
 
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