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Requalificação, respeitando o edificado existente, é a regra para a 1.ª Unidade de Intervenção da Baixa. As obras deverão começar no próximo semestre e fica a promessa de que não teremos um «segundo Bota-Abaixo»

A equipa de projectistas responsável pela 1.ª Unidade de Intervenção (UI) da Baixa de Coimbra garante que os trabalhos realizados nos três quarteirões, envolvendo as ruas da Moeda, Direita, João Cabreira e da Nogueira, «não serão rupturas morfológicas com o que existe na Baixa, como já aconteceu» com o edifício do Bota-Abaixo, que consideraram ser «um ruptura morfológica» com o resto do edificado.

«Queremos recuperar as construções e requalificar a esfera pública, mantendo as mesmas volumetrias, o mesmo ritmo de linguagem e de construção dos edifícios», garantiram, durante a apresentação pública do projecto da 1.ª UI que decorreu ontem à tarde na Câmara de Coimbra.
Um cidadão questionava se o que se vai realizar naquele espaço não será «um segundo Bota-Abaixo», uma «coisa moderna» que descaracterize a Baixa, e a equipa responsável pelo documento admitiu ter sido essa «uma das principais preocupações» de quem realizou o projecto-base que agora está – e até 9 de Junho – para consulta pública, no Largo da Fornalhinha.
Requalificação e revitalização são, por isso, exigências, tanto para as funções e actividades instaladas, como para o edificado, o espaço público e as infra-estruturas ali existentes. Ressalta do projecto a intenção de «preservar todos os valores» (fachadas, volumetrias, paredes meeiras, traseiras, pés direitos), aumentando-lhes, no entanto, «os padrões de habitabilidade e conforto» para cumprir um dos objectivos desta intervenção: «trazer mais pessoas para esta área da cidade», de preferência a população mais jovem.
É certo que haverá novas construções, nomeadamente na Rua João Cabreira, mas fica a garantia de que também aqui se seguirão regras de coerência construtiva em relação ao edificado existente.

Com a inserção do metro a marcar «profundamente» a intervenção nestes três quarteirões, o que é proposto é que, depois de recuperados os edifícios e melhorados os espaços de fruição pública (com a criação de largos, praças e lagos), os pisos superiores dos prédios sejam para habitação – estão ensaiados 360 fogos de tipologias diversas – e os pisos térreos passam a ser para comércio e serviços, preferencialmente de proximidade, para que «se reforce a centralidade da Baixa».
Obras sem interrupções

As regras estão criadas, agora é preciso que os proprietários estejam dispostos a realizar as obras, quando convidados pela Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU). Se isso acontecer, o papel da SRU será de apoio técnico e financeiro, para que se cumpram os critérios definidos no documento estratégico. A venda dos imóveis será, nesta circunstância, da responsabilidade dos privados.
Se os proprietários não quiserem fazer obras, terá que ser a SRU a avançar (sozinha ou com parceiros), ficando depois na posse dos edifícios e com a responsabilidade de estabelecer preços para futura venda. Uma coisa é certa, garantiu ontem João Paulo Craveiro, uma vez iniciado este processo não há como o deixar a meio.

«A legislação obriga-nos a levar a obras de qualquer UI até ao fim», adiantou o presidente da SRU, explicando que «tudo terá que ser feito de seguida, e de acordo com as regras do documento estratégico». João Paulo Craveiro confirma que durante o próximo semestre se iniciam as obras nos três quarteirões que compõem esta primeira UI e que o processo das unidades seguintes se fará de uma forma encadeada. «É para ver se acabamos com esta vergonha colectiva para todos nós, que é a Baixa de Coimbra», rematou.
A sessão contou com a presença de João Rebelo, em substituição de Carlos Encarnação, que se encontrava ausente, em Viseu. O vereador desejou que esta seja «uma intervenção exemplar do ponto de vista ambiental, urbanístico e também económico», até porque, como terão de ser os proprietários a definir se fazem ou não as obras, ainda não há valores definitivos do investimento público no projecto.

As palavras do vice-presidente do Conselho Directivo do Instituto Nacional de Habitação (INH) - que se passará a chamar em breve Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana - foram também neste sentido. Ricardo Bexiga está convencido de que este projecto será «um exemplo para outras cidades médias», especialmente por se tratar de «uma cidade muito rica, mas com problemas graves e situações sociais que têm de ser rapidamente resolvidas».

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Discussion Starter · #5 ·
o q lá está agora são edificios antigos.. q supostamente devem vir abaixo e akele em arco será construido de raiz..
nós estivemos mesmo aì. onde tá escrito rua da sofia é a caixa geral de depositos e onde tirámos a foto é naqeuele espaço branco no canto esquerdo da imagem
 

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sim, sim, eu sei onde aquilo é, eu estava era a perguntar se o edifício em arco iria substituir um antigo, mas a ver pelo meu livro aquele preciso edifício não é dos mais antigos!:eek:kay:
 

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Discussion Starter · #7 ·
mas deve vir abaixo quase de certeza... duvido q o edificio tivesse sido projectado para q as vigas suportassem os pisos acima sem qq apoio por baixo, onde fica o arco...
 

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Discussion Starter · #9 ·
aquelas "gaiolas" a meio da avenida é q n tou a perceber o q é....
 

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Whatever
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aquelas gaiolas parecem-me um tipo qq de estrutura a imitar os edifícios que ladeiam a rua direita e que vão ser deitados abaixo...é uma tentativa, se calhar falhada, de manter a unidade da rua.
 

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Discussion Starter · #19 ·
os edificios da rua da sofia encontram-se em relativo bom estado com alguns recuperados hà 5/6 anos..
mas no interior da "baixinha", onde vai passar a nova avenida estão abandonados e mt degradados..
penso q c esta nova avenida e com a quantidade de movimento q vai passar por lá essa zona se revitalize.
naquela zona têm-se modernizado mt os edificios.. mtas edificios de linhas modernas e fachadas envidraçadas.. até agora (tirando a loja do cidadão) n vi grandes aberrações mas...
 

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Força coimbra. :applause:
 
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