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O departamento do Ambiente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) quer criar um parque temático no rio Mondego. O projecto, chamado Mondegário, vai envolver uma "estrutura que vai ser feita de raiz, que envolve actividades diferentes na área da investigação e educação", explicou o vereador do Ambiente da autarquia, Luís Providência.

O novo parque temático vai ser constituído por um auditório com valências para a projecção de filmes e a realização de workshops e seminários, um espaço onde se poderá ver o rio a três dimensões, uma oficina de artes com uma componente pedagógica e um centro de investigação. Para este último "estão a ser solicitadas parcerias com institutos da Universidade de Coimbra e outras entidades, como o Oceanário de Lisboa", afirmou o vereador.

O projecto está a ser coordenado e elaborado por João Pardal, que considera o rio Mondego "uma riqueza única, uma vez que é o maior rio unicamente português". O Mondegário vai abordar todo o circuito do rio, da nascente até à foz, "e pretende dar a conhecer o património natural, os recursos hídricos, morfogeológicos, termais e até energéticos do Mondego", explicou o coordenador do projecto.

Luís Providência adiantou que o projecto, para já, é da responsabilidade da CMC, "mas é possível alargá-lo a outras autarquias, ainda para mais quando há a Associação de Municípios do Baixo Mondego". Quanto ao espaço em que o Mondegário se vai situar, os responsáveis afirmam que está a ser estudado e será anunciado no momento certo.

Fonte: JN
 

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é bem


será que isso tem a ver com o tal Museu da Água, no Parque Verde?
 

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'tou na lua...
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Epá é uma iniciativa excelente, dá para conhecer melhor o rio, a sua fauna, as terras à sua volta... apoio esta ideia!!
 

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Das duas uma, ou percebem que um parque temático é para os ***** se divertirem com coisas "estranhas" e não com estas "secas" ou então não lhe chamem parque temático.
 

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O Fluviário do Rio Mondego

É uma mistura do Oceanário de Lisboa, do Fluviário de Mora e tem mais alguns espaços que aquelas duas estruturas não dispõem. O projecto do Mondegário foi ontem apresentado em Coimbra.

Um museu vivo do rio Mondego é o que pretende a autarquia de Coimbra ao lançar este projecto. Uma ideia de âmbito nacional, como frisou na apresentação o vereador Luís Providência, e que permitirá ao visitante fazer uma viagem ao longo do maior rio nascido em Portugal. Ao mesmo tempo, tomar conhecimento dos habitats aquáticos e terrestres da sua bacia, a riqueza dos recursos geológicos e hídricos, bem como o seu património histórico e cultural.
O Mondegário será constituído por um edifício central, um parque de estacionamento e área verde. O local (nunca inferior a 5.000 metros quadrados) ainda não está definido, mas será fundamental o enquadramento com o rio. Essa é, segundo Luís Providência, a única condição para a escolha do local numa das margens do rio. A zona entre a Ponte da Portela e a Ponte dos Casais foi a escolhida, mas o responsável pela qualidade de vida gostaria que o edifício central surgisse nas imediações da Mata Nacional do Choupal. "É uma questão a estudar posteriormente", referiu.
É que, depois de conhecido o anteprojecto, o vereador e o responsável pelo projecto, João Pardal, vão tentar obter um conjunto de parceiros que permita colocar de pé um projecto com custo estimado de três milhões de euros, criador de 18 novos postos de trabalho e uma previsão anual de visitantes de 250 mil pessoas. A Universidade de Coimbra, através do Departamento de Botânica, Zoologia e Arquitectura (poderá ser o autor do projecto do edifício central), Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Turismo de Coimbra – Empresa Municipal, Instituto Abel Salazar e Oceanário de Lisboa são as entidades que a autarquia pretende ver a seu lado.

Estrutura do projecto

No edifício central, será possível, logo à entrada, tomar contacto com a estrutura do rio a três dimensões, à escala, desde a nascente até à foz, com os aspectos mais relevantes do património natural (fauna, flora, elementos geológicos), relevo, barragens e açudes. Nesta secção, será dada especial importância à ictiofauna (peixes), nomeadamente às diferentes espécies de peixes.
Na Sala da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, destinada à apresentação de exposições, terão lugar mostras sobre as áreas protegidas e de rede natura presentes na bacia hidrográfica do rio, dos principais habitats ribeirinhos e dos recursos naturais e valores do Mondego. A sala de conferências e audiovisuais, para projecção filmes temáticos, a Sala dos Cheiros e Sons, a Oficina das Artes e o Centro de Investigação e Recuperação de Habitats farão parte do edifício principal. À saída, os visitantes terão oportunidade de ver de perto um espaço demonstrativo da Flora Ribeirinha, a que foi chamado Parque Botânico de Flora Ribeirinha.
Quanto a datas, o vereador não quis adiantar, até porque só depois de conhecidos os parceiros, é que é possível candidatar o projecto aos fundos comunitários. Mesmo assim, e se tudo corresse dentro do normal, o Mondegário abrirá as portas em 2012.
Diário as Beiras
 

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Whatever
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deve ser uma cópia de um que vi nos EUA. a melhor coisa era uma maqueta da bacia hidrográfica com botõezinhos para apertarmos e luzinhas a acender!:D
 

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O Prof Godin
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…resolvi ver com os meus olhos…



…e a coisa não começou bem…estava lá um antifascista (o capataz) que começou por dizer que eu não podia tirar fotos — eu não sei para o que é!…tem autorização?…isto é particular…!…começou a fita e um jogo de olhares…ele deitou-me um olhar duro de arrogância…e eu respondi com um olhar de desdém…depois de 10 minutos nesta luta…olho no olho…eu ganhei…















…havia mais gente a espreitar…















…envolvente…











…as casotas desbotaram…com a chuva…





… … … … …
 

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…e a coisa não começou bem…estava lá um antifascista (o capataz) que começou por dizer que eu não podia tirar fotos — eu não sei para o que é!…tem autorização?…isto é particular…!…começou a fita e um jogo de olhares…ele deitou-me um olhar duro de arrogância…e eu respondi com um olhar de desdém…depois de 10 minutos nesta luta…olho no olho…eu ganhei…
o prof tem cara de fiscal.. :lol:


então e opinião sobre o espaço? :)
 

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O Prof Godin
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…canino…mas não está mal…não tenho nada a dizer excepto o tamanho…
 

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este canal deveria ter sido acimentado, porque daqui a nda tem o dobro do tamanho

o resto esta tudo bem

tem se criar destas coisas para o povo nao fugir para o litoral
 

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O Prof Godin
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…isto destina-se para a canalhada, tal como eu no meu tempo…mas enquanto eu tinha 3 piscinas à disposição (4 se contarmos com a das crianças onde eu sempre gostei de nadar…), sendo uma de 50 metros…agora existe esta de 25 metros…
 

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'tou na lua...
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Que piscina pequenina! E um tanquezinho para saltos da prancha nao? Uma do tamanho da antiga da Solum, com varios tanques, é que dava jeito... com aquele relvado, vistas...
 

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Têm todos razão! mas também não nos podemos esquecer que a piscina olímpica da solum existia não com a finalidade de ser um tanque de recreio mas sim porque era a piscina de treinos e provas na altura. Tirando a piscina das crianças, as outras faziam serviço público muito além do lazer... Estas novas piscinas são o 5º complexo de piscinas da cidade... Tudo bem que são muito pior que as antigas, mas no geral, a cidade está muito mais bem servida agora... Eu acho...
 

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Margem esquerda poderá ganhar piscina de saltos

João Rebelo desvaloriza críticas sobre a reduzida dimensão da piscina de lazer, garante que esta pode acolher até 1.800 pessoas por dia e diz que é possível vir a construir-se uma piscina de saltos na margem esquerda.

Falta o mais importante: dinheiro. Mas, se este existir, é certo que o Parque Verde, na margem esquerda do Mondego, irá ganhar uma piscina de saltos, que fará companhia à de lazer, que, apesar das várias críticas quanto à sua reduzida dimensão, deverá ser inaugurada a tempo de ser mais um atractivo à beira-rio deste Verão.
A construção de uma piscina de saltos, de maior dimensão e com maior profundidade, era já um projecto incluído no programa do CoimbraPolis, mas acabou por ter de ficar no papel, depois de ter sido cortado para metade o orçamento disponível para os Polis de todo o país. Neste momento, e apesar de não ser uma prioridade, é um desejo que João Rebelo gostaria de ver a Câmara Municipal de Coimbra concretizar.
«Esta era a nossa ambição inicial, mas face às verbas disponíveis, só nos foi possível atingir uma parte dos objectivos», explica ao Diário de Coimbra o vice-presidente da autarquia, concordando que a oferta naquela zona ficaria «muito mais enriquecida» com uma infra-estrutura do género que, a ser construída, se instalará entre o edifício do Exploratório e as novas piscinas de lazer e terá «o dobro da dimensão» destas últimas. «E com exigências diferentes», acrescentou.
Seja como for, João Rebelo não aceita as críticas feitas recentemente à dimensão das ainda não inauguradas piscinas de lazer (ver edição do Diário de Coimbra do dia 24 de Fevereiro) nomeadamente no que respeita ao facto de ter sido «dinheiro deitado fora», como foi dito por uma das pessoas questionadas, no local, pelo nosso Jornal.
«Não podemos esquecer que os 1,6 milhões de euros serviram para construir a piscina e os serviços de apoio mas também para fazer o tratamento urbanístico de toda a envolvente, numa área de 4,6 hectares», recorda. Para além disso, «exigências técnicas», nomeadamente relacionadas com os níveis freáticos e o leito de cheia «não permitiam alargar muito mais a dimensão da piscina», explica o autarca, acrescentando que «aquela foi a dimensão que se considerou possível mediante todos os condicionantes».
Recorde-se que o complexo, que deverá estar inaugurado este Verão, é composto por piscina principal com dimensões de 23 por 16 metros e com 1,20 metros de altura; e ainda uma outra piscina mais pequena, de sete por sete metros, destinada a crianças. Dimensões que sempre fizeram parte do projecto, mas que, ao vivo, desiludem os mais curiosos que já deram “uma olhadela” pela obra e constatam, como uma das pessoas com as quais o Diário de Coimbra conversou, que «num dia de Verão, com muita gente, não vai dar sequer para ninguém se mexer».
João Rebelo desvaloriza. Até aceita que, inicialmente, poderá haver um pico elevado de procura e com ele alguma confusão, mas também sublinha que «nunca se pode projectar seja o que for a contar com o pico inicial de frequência». Seja como for, o que consta do projecto é que, diariamente, a piscina de lazer da margem esquerda tem capacidade para acolher 1.800 utentes, mas só 400 pessoas podem usar o equipamento em simultâneo. Isto para um tempo médio de ocupação previsto para duas horas.
O vice-presidente explica ainda que aquele complexo, que possui restaurante e bar de apoio, não foi projectado enquanto elemento único, mas sim «enquanto complemento a todos os outros equipamentos existentes, tanto na margem direita, mas especialmente, na margem esquerda», tendo como elemento-chave o Exploratório, recentemente aberto ao público bem perto da futura piscina.
«Não queremos substituir nada, queremos que a piscina seja parte integrante de uma proposta de lazer naquela zona, especialmente para os mais jovens. Todo o parque é uma grande área de lazer» sublinha, aproveitando para dizer que Coimbra tem uma grande oferta no que diz respeito a piscinas (ao todo são cinco, e algumas com dois tanques) e que, portanto, aquela «não é uma piscina para aprender a nadar ou para treinar».
Aliás, a memória descritiva do projecto é clara quanto a isso, nomeadamente quando se refere ao perfil da piscina. «A definição de uma profundidade constante de 1,20 metros assenta na convicção de que ela potencia o universo de utilizadores, já que ao aumentar o plano de água a quem não sabe nadar estamos a acumular utilizadores», pode ler-se no documento, onde também se desaconselha a construção de uma «piscina pouco profunda», devido à proximidade do rio e ao nível freático.

Diario de Coimbra
 
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