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Para atender à ampliação do sistema de esgotamento de Salvador, que em 2010 terá capacidade de cobertura de 88% dos domicílios, a Embasa iniciou as obras do Sistema de Disposição Oceânica do Jaguaribe – o emissário da Boca do Rio. Um milhão e 100 mil pessoas serão beneficiadas na capital e no município de Lauro de Freitas.

Após longa negociação com o consórcio Jaguaribe, liderado pela construtora Odebrecht, o governo estadual conseguiu diminuir o valor do contrato em 20%. A obra vai custar R$ 205 milhões, recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e será concluída em dois anos.

Até 2010, também com recursos do PAC, a Embasa vai investir R$ 215 milhões em esgotamento. São R$ 110 milhões da Caixa para implantação da Bacia Cambunas-Trobogy-Águas Claras e mais R$ 105 milhões, da Caixa e do Orçamento Geral da União, para adensamento (implantação de ramais para coleta de esgoto e ligações domiciliares) das demais 12 bacias de Salvador e Região Metropolitana, contribuindo desta forma para a despoluição dos rios urbanos da capital.

O consórcio, além de construir o sistema de disposição oceânica do Jaguaribe, do qual faz parte o emissário submarino da Boca do Rio e uma estação de condicionamento prévio, vai operar e explorar esse sistema por 18 anos, período em que a Embasa pagará ao consórcio contraprestações mensais no valor de R$ 3,385 milhões.

O presidente da Embasa, Abelardo Oliveira informou que antes da revisão do contrato, as contraprestações estavam orçadas em R$ 4,036 milhões. Além da diminuição de R$ 651 mil mensais no valor das contraprestações, 73 cláusulas foram reeditadas visando o aperfeiçoamento do texto e a redefinição das relações de obrigação entre as partes.
 
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