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From: The New York Times


14:16 25/04


Christopher Elliot


As companhias aéreas inventaram uma nova resposta para uma antiga pergunta. Quantos passageiros podem ser apertados na classe econômica?

Muito mais agora, ao que parece, especialmente se uma idéia ainda nos primeiros estágios de desenvolvimento funcionar: espaços para passageiros de pé.

A Airbus tem silenciosamente dado a opção de vagões para passageiros em pé às companhias aéreas asiáticas, mas nenhuma concordou com a proposta. Os passageiros desta classe ficariam apoiados contra uma tábua acolchoada, de acordo com especialistas que viram a proposta.

Mas mesmo sem esta opção, as companhias aéreas têm inserido uma fileira ou duas de poltronas da ala econômica explorando materiais mais leves e fortes desenvolvidos por fabricantes de cadeiras, que permitem encostos mais estreitos. As cadeiras mais finas, teoricamente, poderiam ser usadas para dar aos passageiros mais espaço para as pernas, mas as companhias mantêm o mesmo espaço e, na prática, acrescentam novas fileiras.

O resultado é um acréscimo de seis lugares em um típico Boeing 737, gerando um total de 156 e até 12 novos lugares em um Boeing 757, no total 200.

Que tais possibilidades sejam mesmo consideradas é um resultado de diversos fatores. O alto custo do combustível, por exemplo, está tornando difícil para as companhias aéreas gerarem lucros. A nova tecnologia de cadeiras por si só, quando usada para adicionar novos lugares, pode gerar milhões em ganhos anuais. O novo desenho também reduz o peso de uma cadeira em até 6 quilos, ajudando a diminuir o consumo de gasolina. Uma poltrona comum pesa entre 34 e 37 quilos.

Mesmo assim, enquanto as companhias estão diminuindo o tamanho das cadeiras na classe econômica, elas instalam poltronas mais pesadas e maiores do que nunca na primeira classe e classe executiva. Isso porque cada passageiro nestes lugares geram muitas vezes o valor de um viajante da classe econômica.

Na frente da cabine, a ênfase é em conforto e amenidades como os sofisticados sistemas de entretenimento. Algumas das novas cadeiras têm até massageadores eletrônicos e, é claro, existem as poltronas leito para os passageiros de rotas internacionais.

Os especialistas no assunto dizem que toda a publicidade que as companhias devotam a suas poltronas premium diverge a atenção do que está acontecendo no fundo do avião. Na cabine principal, segundo eles, os fabricantes estão sob intensa pressão de criar cadeiras mais eficientes.

Há uma pequena boa noticia a respeito das cadeiras mais finas da classe econômica. Elas oferecem uma largura maior porque os eletrônicos, antes posicionados no apoio do braço, estão sendo colocados em outros locais.
 
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