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Concessão de aeroportos brasileiros

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Governo define concessão de obras em 3 aeroportos


O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, disse nesta terça-feira (26), sem dar detalhes, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que o governo definiu a concessão de obras e serviços nos terminais dos aeroportos de Viracopos (SP), Brasília (DF) e Guarulhos (SP).

“No dia de ontem a presidente definiu uma série de medidas, em particular os critérios de concessão dos terminais de Viracopos, Brasília e Guarulhos. Vamos ter obras em regime de concessão nos terminais de três principais aeroportos”, disse.

A medida serve para acelerar as obras necessárias para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Relatório divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) revelou que as obras em 9 dos 13 aeroportos em cidades-sede da Copa não ficarão prontas a tempo do mundial.

Palocci afirmou ainda que outros dois aeroportos, Confins, em Belo Horizonte, e Galeão, no Rio de Janeiro, também deverão ter execução de serviços em regime de concessão.

"Também pediu a presidenta que a Secretaria da Aviação Civil avance seus estudos sobre Confins e Galeão, que são dois aeroportos prioritários. Cinco aeroportos terão iniciativas de curto espaço de tempo em regime de concessão porque queremos combinar a urgência das obras com a necessidade de investimento público e privado para que a gente possa dar resposta a essas questões no menor espaço de tempo possível", disse.

Globo
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^^
Agosto de 2020??? Não dá para agilizar as concessões?
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CGR vão fazer um puxadão esse ano, com a verba já aprovada! :eek:hno:
Mas concessão nada! :cry:
Campo Grande será na última rodada de concessões.

Vai integrar o mesmo bloco de Congonhas.
^^
Sim disso sabia..
Porém o governo que bancará a reforma e ampliação do TP, que será 40 milhões de reais, que segundo eles quase "DUPLICARÁ" a capacidade. :eek:hno:
Não seria mais viável concedê-lo a privatização antes desse investimento?

Que convenhamos é bem porcaria..
(caso queira ver: https://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1184229&page=182)
A decolagem da economia
Leilão de aeroportos arrecada R$ 2,37 bilhões e traça um novo roteiro para as concessões no segmento de infraestrutura


O Estado brasileiro sempre foi caro e ineficiente. A despeito de correntes ideológicas, essa frase traduz o sentimento de boa parte da população quanto à vocação histórica do País para a má gestão e aplicação de recursos públicos. Reduzir o Estado tornou-se o mantra para os defensores da agenda liberal como a única alternativa capaz de estimular o desenvolvimento social e econômico. Porém, mesmo entre os partidários dessa doutrina, há quem entenda que a simples transferência de ativos para a iniciativa privada não garante, necessariamente, o reforço dos cofres públicos – seja da União, dos estados ou municípios – e nem a melhora efetiva nos serviços prestados. Esse contexto desafiador ganhou uma nova perspectiva na manhã de 15 de março, quando Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura, bateu o martelo em um leilão realizado na B3, em São Paulo.

O quinto certame de concessões de aeroportos rendeu R$ 2,37 bilhões aos cofres públicos, um ágio de 1.000% sobre o lance mínimo estipulado. A espanhola Aena desembarcou no Brasil ao arrematar os seis ativos do bloco Nordeste, por R$ 1,9 bilhão. Já a suíça Zurich desembolsou R$ 437 milhões pelos dois aeroportos do lote do Sudeste. Enquanto o consórcio Aeroeste, encabeçado pela brasileira Socicam, pagou R$ 40 milhões por quatro terminais do Centro-Oeste. Com vigência de 30 anos, os contratos abrangem um investimento de R$ 3,5 bilhões no período.


Em obras: com um aporte de R$ 550 milhões, a Zurich programa a inauguração de um novo terminal no aeroporto de Florianópolis (SC) para o início de outubro​

Carente de boas notícias e com dificuldades para decolar, o governo federal vibrou com o resultado da rodada, cujo desenho nasceu na gestão de Michel Temer. “É o Brasil voltando a crescer! Grande vitória!”, escreveu o presidente Jair Bolsonaro no Twitter. A passagem de bastão entre os dois governos foi um ponto ressaltado. “Pela primeira vez em uma troca de gestão no País, tivemos continuidade administrativa no segmento de infraestrutura”, diz Adalberto Santos de Vasconcelos, secretário especial da Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e integrante da equipe responsável pela estruturação dos dois últimos leilões de aeroportos. “Os resultados mostram que foi uma decisão acertada. Em cem dias de governo, fomos a área que entregou tudo o que prometeu.”

E o saldo positivo vai além da cifra bilionária. Os ganhos se estendem, principalmente, às mudanças no modelo de concessão de aeroportos. Mais que simples correções de rota na política iniciada em 2011, durante o primeiro mandato da então presidente Dilma Rousseff, o formato abre caminho para a consolidação de um novo mapa aéreo no País e a possibilidade de voos mais ambiciosos. “Trouxemos segurança jurídica, previsibilidade e a perspectiva da melhoria na prestação de serviços”, afirma Vasconcelos. “E já estamos buscando exportar parte dessas novas regras para outros leilões de infraestrutura.”

JOIAS DA COROA Uma das principais inovações foi a oferta das concessões por blocos. “Para ficar com as joias da coroa, o operador precisa levar também aeroportos deficitários que, até então, eram financiados pela Infraero”, diz Francisco Lyra, sócio da consultoria C-Fly Aviation. Ele ressalta que, em seu auge, a estatal tinha mais de 60 aeroportos sob a sua gestão, o que dificultava na escolha do destino das verbas, já escassas. “Existia muita pressão política nesse contexto. Quem gritasse mais, levava.” A participação da empresa na gestão dessa rede, no entanto, deve ficar no passado. O governo federal já acenou com a possibilidade da extinção da operação. Nesse caminho, os 44 ativos que ainda estão sob a responsabilidade da companhia serão leiloados em dois pacotes, até 2022. A próxima rodada está programada para o segundo semestre de 2020, com 22 terminais divididos nos blocos Sul, Norte e Central.


Na pista: o aeroporto de Guarulhos (SP) é apontado como um dos bons exemplos das concessões, com recordes sucessivos de movimentação (Crédito:Renato Luiz Ferreira/Folhapress)​

Outra iniciativa no radar é a venda das fatias de 49% que a Infraero ainda detém em concessões dos aeroportos de Brasília (DF), Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Galeão (RJ) e Confins (MG). A estratégia está ligada a mais uma iniciativa recente. Até a terceira rodada, a companhia era incluída como sócia minoritária nos consórcios vencedores. A partir do leilão seguinte, essa premissa deixou de existir. De um lado, a participação obrigatória engessava as decisões, sobretudo pela lentidão inerente a uma estatal. “Ao mesmo tempo, o envolvimento da companhia diluía muito o risco do concessionário privado, pois, na prática, o governo assumia praticamente 50% de qualquer investimento”, observa Thiago Nykiel, sócio da consultoria Infraway.

Como reflexo, as primeiras concessões despertaram o interesse de consórcios que contavam com a participação de empreiteiras, como Odebrecht, UTC e Engevix. “As construtoras chegaram com um viés de fazer obras. Estavam de olho nos três primeiros anos do ativo e não em sua operação no longo prazo.” A necessidade de aprimorar e preparar a infraestrutura dos aeroportos para a Copa do Mundo e a Rio 2016, só fortaleceu esse movimento. “Essa distorção fez com que muitos consórcios entrassem com valores extremamente agressivos de ágio”, acrescenta David Goldberg, sócio da consultoria Terrafirma. Outro componente negativo foi o fato de o valor do ágio ser rateado em parcelas durante a vigência dos contratos.

PLANOS DE VOO No modelo adotado a partir da última rodada, a cobrança total do ágio passou a ser feita na largada, juntamente com a metade do lance mínimo de cada bloco. Ao mesmo tempo, as vencedoras têm direito a uma carência de 5 anos para começar a pagar as outorgas, que antes eram divididas em prestações fixas e variáveis durante todo o contrato. Agora, a partir do sexto ano, o valor é atrelado a um percentual crescente da receita bruta da operação. “Isso atraiu um investidor interessado em obter rentabilidade no longo prazo, com base na melhoria e na expansão da prestação de serviços”, diz Venilton Tadini, presidente-executivo da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). Ele destaca que o Brasil entrou definitivamente na rota de operadores estrangeiros, especializados e com maior acesso a financiamento, por meio do mercado de capitais e de fontes do exterior. A bagagem acumulada na gestão de aeroportos em regiões mais maduras também reforça a tendência do investimento em projetos mais eficientes e racionais, do ponto de vista operacional e de exploração comercial, nos moldes dos terminais europeus.


Olho no lance: o ministro da infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas (à dir.) bate o martelo no leilão realizado na B3 (Crédito:Nelson Almeida / AFP)​

Maior operadora do mundo em número de passageiros, com 335 milhões de pessoas embarcadas em 2018, a espanhola Aena foi a grande estrela do quinto leilão. À reportagem da DINHEIRO, a companhia ressaltou o potencial ainda inexplorado do mercado brasileiro e afirmou que enxerga grandes sinergias na vocação turística de suas operações e dos seis aeroportos arrematados no bloco Nordeste – Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE), João Pessoa (PB) e Campina Grande (PB). “O aeroporto do Recife é um hub doméstico e pode ser uma plataforma para aprimorar nossas operações a partir de Madri e de Barcelona”, escreveu, em nota, o porta-voz do grupo. No mercado, a expectativa é de que a chegada da empresa vai impulsionar a competição na região, especialmente com os terminais de Fortaleza (CE) e Salvador, operados, respectivamente, pela alemã Frankfurt Airport Services e pela francesa Vinci Airports.

Questionada sobre o interesse em investir em novos terminais no País, a Aena observou que está sempre analisando oportunidades que se enquadrem em seu plano estratégico, entre elas, as próximas rodadas previstas pelo governo brasileiro. “Ganhar um bloco nessa rodada é muito importante para que a companhia possa sentir o mercado”, diz Nykiel, da Infraway. “Nenhum país do mundo tem um portfólio de 44 aeroportos para ser concessionado no curto prazo. Isso naturalmente pesou para que a Aena pagasse um ágio de 1.010% nesse último leilão.”

Enquanto a Aena “sobrevoa” o mercado brasileiro, a suíça Zurich já pousou definitivamente no País. A companhia opera o aeroporto de Florianópolis (SC), por meio da Floripa Airport, e tem 25% de participação no Consórcio BH Airport, responsável pela gestão de Confins (MG). E acaba de arrematar os terminais de Vitória (ES) e Macaé (RJ), de olho nas indústrias petrolífera e de aço na região. A empresa também já manifestou seu interesse em participar dos próximos leilões programados pelo governo e fez uma proposta em parceria com o fundo IG4 para a compra do aeroporto de Viracopos. Conforme apurou a DINHEIRO, outros seis grupos estão no páreo para a aquisição do ativo.


No compasso de espera por esses certames, a Zurich segue investindo nos aeroportos sob a sua gestão. No início de outubro, o grupo inaugura em Florianópolis um terminal quatro vezes maior que o atual, com capacidade para receber 8 milhões de passageiros por ano. O projeto de R$ 550 milhões, no entanto, é um bom exemplo dos desafios de infraestrutura no Brasil. Sob responsabilidade do governo de Santa Catarina, a via de acesso ao terminal não está pronta. A obra é antiga e envolve desapropriações. A promessa é de que ao menos a pista simples seja concluída até a inauguração. Outro foco é a atração de novas rotas. “A construção do terminal garantirá uma infraestrutura aeroportuária moderna e inovadora, mas ela, sozinha, não trará novas rotas e voos internacionais”, diz Tobias Market, CEO da Floripa Airport, que destaca a necessidade de um trabalho conjunto para desenvolver o potencial turístico do Estado.

SOB DEMANDA Na comparação com as primeiras concessionárias, o trio formado por Aena, Zurich e Aeroeste também terá um arcabouço mais favorável em um outro componente: antes, os contratos iniciais traziam a obrigação de pesados investimentos predeterminados pelo governo. Muitos deles com base em projeções feitas antes da crise que se instaurou no País em 2014. Esse contexto levou à construção de estruturas faraônicas que, tempos depois, passaram a operar com grande capacidade ociosa. O aeroporto do Galeão é um dos exemplos. “Houve uma grande frustração na demanda e os contratos não previam mecanismos para amortecer esse impacto”, afirma Fernando Vernalha, sócio-fundador do VGP Advogados. Entre 2014 e 2016, o transporte de passageiros caiu de 216,4 milhões para 201,2 milhões.

O modelo da quinta rodada, por sua vez, prevê aportes iniciais em projetos de melhoria, manutenção e de segurança. Já as iniciativas de maior fôlego, como a ampliação ou construção de terminais, estão atreladas a gatilhos de demanda. “É uma medida muito positiva. O Estado não tem conhecimento e capacidade de determinar os investimentos em seus mínimos detalhes”, afirma Filipe Reis, diretor regional de aeroportos da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata, na sigla em inglês). Ele também destaca que, a partir da última concessão, houve uma abertura para que as companhias aéreas pudessem contribuir com informações sobre as reais necessidades de cada terminal.


Ocioso: o novo terminal do Galeão (RJ) é uma das obras faraônicas das primeiras concessões (Crédito:Fabio Motta/Estadão)​

A percepção dos avanços não está restrita aos especialistas e executivos das novas concessionárias. “O novo modelo é muito mais lógico. É uma pena que não conseguimos embarcar num formato similar”, diz Gustavo Müssnich, presidente de Viracopos, um dos casos mais emblemáticos dos problemas enfrentados nas primeiras concessões. Com outorgas atrasadas de R$ 445,95 milhões, a empresa entrou em recuperação judicial em maio do ano passado. Antes, chegou a tentar devolver o ativo. Hoje é alvo de um processo para a retomada da concessão. A ação foi interrompida por uma liminar, em dezembro. A venda do aeroporto ou mesmo uma relicitação são outras opções na mesa. O descompasso entre os investimentos predeterminados em contrato e a real demanda observada são apontadas pelo executivo como a raiz de todos esses imbróglios. “No fim do dia, tivemos que construir um terminal para 25 milhões de passageiros e hoje eu atendo a fluxo de 9 milhões.”

Apesar dos percalços, há um consenso entre as fontes ouvidas pela DINHEIRO de que as concessões realizadas desde 2011 evitaram um colapso aéreo no País. Essa visão é atestada pela pesquisa da Secretária Nacional da Aviação Civil, que mede a satisfação dos passageiros. No período, os índices saíram de 3,86 para 4,35, em um ranking com nota máxima de 5. “O melhor exemplo é o aeroporto de Guarulhos, que tem a pressão de ser o maior do Hemisfério Sul e tem batido recorde atrás de recorde de movimentação”, ressalta Lyra, da C-Fly Aviation. “Muitos dos benefícios dessa política ainda não foram percebidos por conta da recessão”, completa Goldberg, da Terraprima. As perspectivas para a sexta e a sétima rodadas também são positivas, com a provável participação de mais operadores especializados, internacionais e regionais. Os pacotes também incluem bons ativos, como o aeroporto de Curitiba (PR) e joias da coroa, como Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ).

Alguns desafios aguardam os investidores. Todos concordam que a manutenção do capital intelectual e a definição de um novo papel para a Infraero são pontos essenciais. A provável saturação nos aeroportos de São Paulo é mais um ponto a ser avaliado. “Construir uma terceira pista em Guarulhos é fácil sob o ponto de vista de engenharia. Agora, qual é o custo de desapropriar 100 mil pessoas?”, questiona Respício do Espírito Santo Jr., professor de transporte aéreo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele ressalta ainda a necessidade de se pensar em um formato para impulsionar a aviação regional a partir dos cerca de 4 mil aeródromos distribuídos em cidades de menor porte. “Eles não precisam ter capacidade de receber um Airbus, mas sim, aeronaves de até 30 assentos. Cada um deles tem a sua vocação e a sua importância no desenvolvimento do País.”


fonte:
https://www.istoedinheiro.com.br/a-decolagem-da-economia-2/
Resultado do leilão de aeroportos da 5ª rodada de concessões é homologado pela ANAC

Assinatura dos contratos está prevista para ocorrer em setembro.

A Agência Nacional de Aviação Civil publicou a homologação do resultado licitatório do Leilão nº 1/2018, relativo à concessão dos aeroportos integrantes dos blocos Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. O processo, aprovado durante a 9ª Reunião Deliberativa da Diretoria, valida os resultados das propostas, bem como a documentação de habilitação apresentada pelas empresas vencedoras. A sessão pública ocorreu na bolsa de valores de São Paulo, no último dia 15 de março.

Agrupados em três blocos, os 12 aeroportos foram arrematados com ágio médio de R$ 2,158 bilhões (986%) em relação ao lance mínimo total de R$ 218,7 milhões. Somadas, as propostas vencedoras renderam R$ 2,377 bilhões ao Governo Federal. Os três blocos foram formados da seguinte forma: Recife, Maceió, João Pessoa, Aracaju, Juazeiro do Norte e Campina Grande, no Bloco Nordeste; Vitória e Macaé, no Bloco Sudeste; Cuiabá, Sinop, Rondonópolis e Alta Floresta, no Bloco Centro-Oeste. Mais informações no portal www.anac.gov.br.

http://www.revistaflap.com.br/web/a...a-rodada-de-concessoes-e-homologado-pela-anac
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DAS PESSOAS AUTORIZADAS

1.1 Ficam autorizadas as empresas abaixo listadas a apresentarem projetos, levantamentos, investigações e estudos técnicos que subsidiarão a modelagem da concessão para expansão, exploração e manutenção dos objetos 1, 2 e 3 do Edital de Chamamento Público de Estudos nº 002/2019:

http://www.in.gov.br/web/dou/-/edital-de-chamamento-publico-de-estudos-n-3/2019/gm-149971592

Será que teremos empresas de fora? Acho que as duas últimas empresas de consultoria são para empresas de fora do País.
Onde tem a Infraway, vi no site que ela fez projetos para Fraport em Fortaleza e Porto Alegre. Acho que a Fraport vem novamente.

Fiquei curioso em saber ref. as duas últimas da lista para quem seria.
Estudo para privatização de aeroportos do Bloco Sul já está em andamento


Além de Navegantes e Joinville, o Bloco Sul também inclui Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina e Bacacheri, no Paraná, e Pelotas, Uruguaiana e Bagé, no Rio Grande do Sul.

Oito empresas e consórcios foram selecionados para elaborar os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental para a 6ª rodada de concessões de aeroportos do país. Ao todo, 22 aeroportos serão leiloados, entre eles os importantes terminais de Navegantes, Curitiva, Foz do Iguaçu e Joinville.

Os resultados da concorrência pública foram divulgados pelo Ministério da Infraestrutura no Diário Oficial da União. A partir de então, as empresas escolhidas terão 150 dias para apresentarem os estudos de valor mínimo da outorga, padrão de operação e das obras que deverão ser executadas pelos consórcios vencedores da licitação.

Após essa etapa, a Secretaria Nacional de Aviação Civil irá escolher as melhores propostas para cada bloco de concessão – o prazo para a seleção é de 45 dias. Depois, o Tribunal de Contas da União (TCU) irá analisar os estudos e a realização de consultas e audiência públicas para aprovar os termos de concessão.

Os leilões acontecerão em três blocos. A fim de conseguir liquidar terminais com pouco atrativo financeiro, nos leilões em bloco as concessionárias poderão levar todos os aeroportos em um só “pacote”, sendo que cada um deles terá terminais-chamariz, e outros com menor potencial.

Além de Navegantes e Joinville, o Bloco Sul também inclui Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina e Bacacheri, no Paraná, e Pelotas, Uruguaiana e Bagé, no Rio Grande do Sul. Os próximos blocos a irem a leilão serão o Norte, com sete aeroportos, e o Central, com seis terminais.

Fonte:https://www.mercadoeeventos.com.br/...aeroportos-do-bloco-sul-ja-esta-em-andamento/
não, não seria a melhor solução, contando todo o prazo até ter esse leilão mais o início das operações, estaríamos falando em final de 2022, não seria lógico deixar parado como está até lá.
^^
Sim disso sabia..
Porém o governo que bancará a reforma e ampliação do TP, que será 40 milhões de reais, que segundo eles quase "DUPLICARÁ" a capacidade. :eek:hno:
Não seria mais viável concedê-lo a privatização antes desse investimento?

Que convenhamos é bem porcaria..
(caso queira ver: https://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1184229&page=182)
Aeroportos: metas do governo para 2022 incluem 41 concessões, obras e venda de participação


Ministros Santa Cruz, da Secretaria de Governo e Tarcisio Freitas, da Infraestrutura, com os vencedores da quinta rodada de concessões

O Ministério da Infraestrutura divulgou na última segunda-feira (15) um programa de metas a ser concluído até 2022. A lista, denominada “Carteira de Projetos”, inclui a concessão de 41 aeroportos em todas cinco regiões do país. Deste total, 22 já integram o estudo que resultará na 6ª rodada de concessões. Todos já estão qualificadas pelo PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).

Nós temos o maior programa de concessão de ativos de infraestrutura do mundo. Existe um interesse claro dos investidores estrangeiros em investir no Brasil e nosso trabalho é atrair esse mercado”, observa o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Gomes Freitas.

O leilão da próxima rodada está previsto para o início do segundo semestre de 2020. Somente da região Sul farão parte do certame nove aeroportos: Curitiba (PR), Bacacheri (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Joinville (SC), Navegantes (SC), Pelotas (RS), Bagé (RS) e Uruguaiana (RS).

Na região Norte serão sete: Manaus (AM), Boa Vista (RR), Porto Velho (RO), Tefé (AM), Tabatinga (AM), Rio Branco (AC) e Cruzeiro do Sul (AC). A região Centro-Oeste terá seis aeroportos concedidos: Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Teresina (PI), Imperatriz (MA) e Petrolina (PE). Para este grupo da 6ª rodada está prevista a arrecadação de R$5 bilhões.

7ª RODADA

Fechando as metas do governo, a sétima rodada de concessões contará com três blocos e uma arrecadação prevista de R$ 5,28 bilhões. Esta rodada é considerada a principal, por englobar os aeroportos de Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP), que foram deixados para o final para garantir a sustentabilidade da Infraero.

O primeiro bloco reunirá aeroportos de Rio de Janeiro e Minas Gerais, incluindo S antos-Dumont (RJ), Jacarepaguá (RJ), Uberlândia (MG), Montes Claros (MG), Pampulha (MG), Carlos Prates (MG), Uberaba (MG). Esta rodada englobara outro bloco com terminais da região Norte, desta vez com Belém (PA), Júlio César (PA), Santarém (PA), Marabá (PA), Carajás (PA), Altamira (PA), Macapá (AP).

O último bloco contará com cinco aeroportos de São Paulo e Mato Grosso do Sul: Congonhas (SP), Campo de Marte (SP), Campo Grande (MS), Corumbá (MS), Ponta Porã (MS).

OUTROS AEROPORTOS

Além dos aeroportos previstos para as duas rodadas, o Ministério da Infraestrutura também já inclui na carteira de projetos os estudos para uma nova concessão em Viracopos e para a venda de participação em Guarulhos, Brasília, Galeão e Confins.

OBRAS PÚBLICAS

Já na lista das obras, uma das metas deve ser concluída já no próximo dia 23, com a inauguração do aeroporto de Vitória da Conquista (BA). A lista ainda inclui a reforma e ampliação do terminal de passageiros dos aeroportos de Navegantes (SC) e Campo Grande (MS). Ainda estão previstas obras de recuperação da pista principal em Santos Dumont e Congonhas.

Fonte:https://www.mercadoeeventos.com.br/...-41-concessoes-obras-e-venda-de-participacao/
Governo Bolsonaro vai privatizar 53 aeroportos até 2021

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, anunciou, nesta quarta-feira (16), em Brasília, que o Governo Federal pretende entregar para a iniciativa privada 53 aeroportos até 2021. "Além das concessões dos aeroportos operados pela Infraero, o governo pretende investir no desenvolvimento da aviação regional. Este ano já foram licitados 12 aeroportos", pontuou.

A previsão é que, no próximo ano, sejam concedidos mais 22 terminais. No final de 2021, serão mais 19 aeroportos. "Já estamos terminando os estudos do novo pacote de concessões - estamos acabando este mês aquilo que vamos licitar no ano que vem. Não paramos. Estamos com o pé no acelerador", disse o ministro. "Nosso plano aéreo nacional está em pleno desenvolvimento, e estamos usando os recursos que vêm das concessões, os recursos das outorgas para fazer investimento nos equipamentos da aviação regional".

https://www.panrotas.com.br/aviacao...privatizar-53-aeroportos-ate-2021_168503.html
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Concessionárias dos blocos Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste iniciam transição

Emissão de ordens de serviço conferem eficácia aos contratos de concessão da 5ª rodada de aeroportos

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) concluiu, nesta semana, a publicação no Diário Oficial da União (DOU) dos extratos das ordens de serviço que conferem eficácia aos contratos de concessão, iniciando a fase de transição operacional das concessionárias dos três blocos de aeroportos da 5ª rodada de concessões.

A concessionária do Bloco Sudeste, Aeroportos do Sudeste do Brasil S/A, teve a eficácia de seu contrato em 3 de outubro. No dia 4, foi a vez da concessionária do Bloco Centro-Oeste, Aeroeste Aeroportos S/A, obter a eficácia de seu contrato. A eficácia do contrato do Bloco Nordeste, concedido à Aeroportos do Nordeste do Brasil S/A, deu-se em 9 de outubro.

Emitida e publicada pela ANAC, a ordem de serviço permite que as concessionárias iniciem a fase de transferência das operações e de ampliação do aeroporto para adequação da infraestrutura e melhoria do nível de serviço. O documento é exigido para a eficácia do contrato e demais obrigações contratuais.

Após a emissão da ordem de serviço, a concessionária tem 40 dias para apresentar o Plano de Transferência Operacional (PTO) à ANAC, que terá mais 40 dias para analisar e emitir parecer (favorável ou não) ao documento. Com a aprovação, a operação do aeroporto é feita pela Infraero com acompanhamento da concessionária, o que pode durar até 15 dias para aeroportos com movimentação até 1 milhão de passageiros ao ano e até 45 dias para aeroportos com movimentação superior. Ao final desses prazos, a operação dos aeroportos passa a ser de responsabilidade das concessionárias, cabendo a elas a obrigação de executar todas as atividades previstas.


Obras

Após assumir as operações, as concessionárias deverão realizar ações imediatas de melhorias. Na sequência, elas terão o prazo de 3 anos para realizar investimentos em infraestrutura visando a melhoria do nível de serviço e das operações. No caso do Aeroporto de Vitória, esse prazo é reduzido, de 18 meses, em virtude de investimentos recentes feitos no terminal. Para os aeroportos de Cuiabá e Macaé, ante a necessidade de investimentos maiores para adequação das operações, o prazo para melhorias nos sistemas de pistas e área operacional é de 5 anos.

https://www.anac.gov.br/noticias/20...este-sudeste-e-centro-oeste-iniciam-transicao
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Cinco consórcios entregam estudos técnicos da 6ª rodada de concessões de aeroportos

Ministério da Infraestrutura vai selecionar os melhores EVTEAs para subsidiar modelagem dos leilões em 2020

O programa do Ministério da Infraestrutura de concessões em bloco de 22 aeroportos, referentes à 6ª rodada, avançou mais um passo, nesta quinta-feira (31), com a finalização do prazo para a entrega dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEAs). Dos oito consórcios e empresas autorizados pelo edital de chamamento, cinco grupos entregaram, até às 18h desta quinta-feira, os estudos técnicos que subsidiarão a modelagem da 6ª rodada de concessões dos blocos Sul (liderado pelo Aeroporto de Curitiba/PR), Norte I (Manaus/AM) e Central (Goiânia/GO). Os leilões estão previstos para o 4º trimestre de 2020.

Cabe agora à Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura selecionar um estudo referencial para cada um dos três blocos regionais. Além da avaliação econômico-financeira dos blocos Sul, Norte I e Central, o conjunto de relatórios inclui estudos de mercado, de engenharia e afins, ambientais e avaliação econômico-financeira de cada um dos 22 aeroportos.

Dos cinco grupos participantes da fase de estudos, três elaboraram EVTEAs para todos os blocos, um apenas para o bloco Sul e outro apenas para os blocos Norte e Central. Após a seleção dos estudos, a próxima etapa do cronograma da 6ª rodada será a realização de audiências públicas no 1º trimestre do ano que vem.

6ª RODADA DE CONCESSÕES AEROPORTUÁRIAS EM BLOCO:

BLOCO SUL


Aeroporto Afonso Pena em Curitiba/PR, Aeroporto de Cataratas em Foz do Iguaçu/PR, Aeroporto Ministro Victor Konder em Navegantes/SC, Aeroporto Governador José Richa em Londrina/PR, Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola em Joinville/SC, Aeroporto Bacacheri em Curitiba/PR, Aeroporto de Pelotas/RS, Aeroporto Rubem Berta em Uruguaiana/RS e Aeroporto Comandante Gustavo Kraemer em Bagé/RS.

BLOCO NORTE I

Aeroporto Eduardo Gomes em Manaus/AM, Aeroporto Governador Jorge Teixeira de Oliveira em Porto Velho/RO, Aeroporto Plácido de Castro em Rio Branco/AC, Aeroporto Atlas Brasil Cantanhede em Boa Vista/RR, Aeroporto de Cruzeiro do Sul/AC, Aeroporto de Tabatinga/AM e Aeroporto de Tefé/AM.

BLOCO CENTRAL

Santa Genoveva em Goiânia/GO, Marechal Cunha Machado em São Luís/MA, Senador Petrônio Portella em Teresina/PI, Brigadeiro Lysias Rodrigues em Palmas/TO, Senador Nilo Coelho em Petrolina/PE e Prefeito Renato Moreira em Imperatriz/MA.

EMPRESAS PARTICIPANTES DA FASE DE ESTUDOS DA 6ª RODADA DE CONCESSÕES AEROPORTUÁRIAS:

Protocolaram estudos para os blocos SUL, NORTE e CENTRAL:

- Grupo de Consultores em Aeroportos:

BACCO Arquitetos Associados Ltda.;

CPEA Consultoria, Planejamento e Estudos Ambientais Ltda.;

INFRAWAY Engenharia Ltda;

MOYSÉS & PIRES Sociedade de Advogados;

PROFICENTER Negócios em Infraestrutura Ltda.;

TERRAFIRMA Consultoria Empresarial e de Projetos Ltda.;

- Grupo AEROQUIP - BF CAPITAL - BORELLI E MERIGO - JGP - LOGIT - QUEIROZ MALUF:

AEROQUIP Equipamentos e Operação de Aeroportos Ltda.;

BF CAPITAL Assessoria em Operações Financeiras;

BORELLI E MERIGO Arquitetura e Urbanismo Ltda.;

JGP Consultoria e Participações Ltda.;

LOGIT Engenharia Consultiva Ltda.;

QUEIROZ MALUF Sociedade de Advogados.;

- Consórcio ENGEVIX / HV / LUNICA / MPB / QUANTA:

ENGEVIX Engenharia e Projetos S/A;

HV Engenharia EIRELI EPP;

LUNICA Consultoria e Treinamento Ltda.;

MPB Saneamento Limitada;

QUANTA Consultoria Ltda.;

Protocolou estudo para o bloco SUL:

- Consórcio Concessões Aeroportuárias:

EBEI - Empresa Brasileira de Engenharia de Infraestrutura Ltda.;

FERNANDES Arquitetos Associados S/S - EPP;

WALM Engenharia e Tecnologia Ambiental;

WINGSPLAN Engenharia e Arquitetura Ltda.;

COBRAPE - Cia. Brasileira de Projetos e Empreendimentos;

BRASILPAR Serviços Financeiros Ltda.;

GIAMUNDO NETO Sociedade de Advogados.

Protocolou estudo para os blocos NORTE e CENTRAL:

- AIR LIFT Soluções Aeronáuticas Ltda.

Assessoria Especial de Comunicação

Ministério da Infraestrutura


http://transportes.gov.br/ultimas-n...da-6ª-rodada-de-concessões-de-aeroportos.html
Governo autoriza empresas a estudar modelos de concessão para aeródromos de Caruaru, Serra Talhada e Fernando de Noronha


Aeroporto de Fernando de Noronha - Governador Carlos Wilson

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e da Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos (Seinfra), autorizou, nesta quinta-feira (31), que quatro empresas realizem estudos técnicos para subsidiar a modelagem de concessão para expansão, exploração e manutenção dos aeródromos de Caruaru, Serra Talhada e do Arquipélago de Fernando de Noronha. A autorização concedida pela Comissão Especial de Avaliação e Seleção é resultado do edital de chamamento público lançado no final de setembro. As empresas selecionadas terão prazo de 120 dias para apresentação dos resultados.

As autorizadas são:
1. Infracea Controle do Espaço Aéreo, Aeroportos e Capacitação LTDA.
2. Proficenter Negócios em Infraestrutura LTDA.
3. Consórcio formado pelas empresas Dix Empreendimentos LTDA e TPF Engenharia LTDA.
4. Future ATP Serviço de Engenharia Consultiva LTDA.

O objetivo é estruturar os diferentes aspectos relacionados à concessão dos aeródromos, através de relatórios sobre estudos de mercado, de engenharia, ambientais e avaliação econômico-financeira. Após esse período de 120 dias, a comissão fará uma análise técnica para escolher os modelos adequados que irão orientar futura licitação de parceria com a iniciativa privada. As quatro empresas irão apresentar modelagens para o bloco dos três aeródromos e separadamente para cada um deles. Os estudos podem ser aproveitados na íntegra ou em partes, conforme consta no edital de chamamento público.

O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Bruto, explica que essa novo Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) deverá conter algumas características específicas que auxiliem em um futuro modelo de parceria com a iniciativa privada. “Esperamos que os projetos contenham projeções de custos e receitas individualizados e em bloco, visando ganhos de escala, para um período de até 25 anos. Também temos a necessidade que os interessados indiquem a projeção de demanda, considerando cada segmento: passageiros, aeronaves, cargas, além do perfil dos voos, se regulares, não regulares, domésticos, internacionais, conexões, entre outros. Com todo esse levantamento, será possível escolher o melhor modelo, que pode ser uma PPP, uma concessão comum ou outro modelo indicado”, salientou.

A secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, reforça que o desenvolvimento dos aeródromos regionais é uma prioridade da gestão, que tem atuado no sentido de fortalecer os equipamentos e potencializar o crescimento da economia de Pernambuco. “O objetivo é melhorar a infraestrutura logística no Estado, integrando os modais rodoviário e aeroviário. Queremos ampliar os investimentos e garantir a operação de voos regulares, no caso dos aeródromos de Caruaru e Serra Talhada, com o intuito de garantir o crescimento dessas regiões, a partir da geração de mais emprego e renda. Além disso, buscamos alcançar as melhorias necessárias para o Aeroporto de Fernando de Noronha, que é uma vitrine sustentável e importante destino turístico para o país”, destaca.

http://www.pe.gov.br/blog/2019/10/3...-caruaru-serra-talhada-e-fernando-de-noronha/
Segundo o site do Ministério da Infraestrutura, o próximo leilão de aeroportos será em Dezembro de 2020.

Achei bem longe ainda. Só daqui há um ano. =/
^^
O atual ministro da infraestrutura está mais interessado em lacrar no Twitter do que acelerar as concessões no Brasil. Basta ver a cretinice que ele fez contra o ministério da economia com relação à cabotagem.
Nada de novo, as concessões sempre demoraram em torno de 1 ano e meio a 2 anos entre uma e outra.

São trocentos mil trâmites necessários.
Segundo o site do Ministério da Infraestrutura, o próximo leilão de aeroportos será em Dezembro de 2020.

Achei bem longe ainda. Só daqui há um ano. =/
Anac abre prazo de consulta para 6ª rodada de concessões de aeroportos



Leilão da 6ª rodada está previsto para o segundo semestre

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) abriu nesta sexta-feira (14) o período de consulta pública para contribuições nas minutas de edital e de contrato de concessão da 6ª rodada de concessões de aeroportos. A rodada repetirá o modelo de blocos, dividindo os 22 aeroportos entre as áreas Sul, Central e Norte. O período de contribuição será de 45 dias. O leilão está previsto para o segundo semestre

Além da consulta online, a Anac realizará também quatro audiências públicas durante o mês de março, sendo a primeira em Goiânia (2/3) e as demais em Manaus (6/3), Curitiba (9/3) e Brasília (11/3). Os documentos da Consulta Pública nº 3/2020 estarão disponíveis no Portal da Anac assim que a abertura de consulta pública estiver publicada no Diário Oficial da União. As contribuições poderão ser encaminhadas até o dia 1º de abril de 2020 por meio de formulário eletrônico que será disponibilizado no mesmo endereço eletrônico.

LEILÃO

Ao todo, serão leiloados 22 aeroportos em 3 blocos regionais definidos conforme a localização geográfica. Juntos, os terminais respondem por 11% dos passageiros pagos movimentados no mercado brasileiro de transporte aéreo. Em 2019, foram 23,9 milhões de embarques e desembarques. A duração dos contratos de concessão de todos os aeroportos é de 30 anos.

Nesta rodada estão inclusos terminais de capitais como Goiânia, Palmas, Teresina, São Luís, Porto Velho, Manaus, Rio Branco, Boa Vista e Curitiba, além de aeroportos de grande potencial de movimentação turística como Navegantes (SC) e Foz do Iguaçu (PR).



A exemplo da 5ª rodada de concessões, a 6ª rodada propõe regulação flexível, compatível e proporcional ao porte de cada aeroporto em relação a tarifas, investimentos e qualidade dos serviços. A exigência quanto ao nível de serviço será aderente à realidade de cada aeroporto, sem que se abra mão de um melhor atendimento ao usuário.

Também como na última rodada, não haverá participação da Infraero nos aeroportos e um mesmo proponente pode arrematar os três blocos. A concessionária participante do leilão deverá ter em sua composição um operador aeroportuário com, no mínimo, 15% de participação societária. Para concorrer ao leilão dos blocos Central e Norte, a participante precisa ainda ter experiência mínima de um ano no processamento de pelo menos 1 milhão de passageiros. Para o bloco Sul, a exigência de experiência mínima de um ano no processamento de pelo menos 5 milhões de passageiros.

BLOCOS

BLOCO SUL – composto por nove aeroportos: Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina e Bacacheri, no Paraná; Navegantes e Joinville, em Santa Catarina; e Pelotas, Uruguaiana e Bagé, no Rio Grande do Sul. A contribuição inicial mínima é de R$ 516.278.067,20 (quinhentos e dezesseis milhões, duzentos e setenta e oito mil e sessenta e sete reais e vinte centavos). O valor estimado para todo o contrato da concessão é de: R$ 8.954.000.938,86 (oito bilhões, novecentos e cinquenta e quatro milhões, novecentos e trinta e oito reais e setenta e trinta e nove centavos).

BLOCO NORTE – formado por Manaus, Tabatinga e Tefé, no Amazonas; Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre; Porto Velho (RO) e Boa Vista (RR), totalizando sete terminais. A contribuição inicial mínima é de R$ 43.736.988,96 (quarenta e três milhões, setecentos e trinta e seis mil, novecentos e oitenta e oito reais e noventa e seis centavos). O valor estimado para todo o contrato da concessão é de: R$ 4.058.068.961,41 (quatro bilhões, cinquenta e oito milhões, sessenta e oito mil, novecentos e sessenta e um reais e quarenta e um centavos).

BLOCO CENTRAL – com seis aeroportos nas cidades de Goiânia (GO), Palmas (TO), Teresina (PI), Petrolina (PE), São Luís e Imperatriz, no Maranhão. A contribuição inicial mínima é de R$ 49.696.447,47 (quarenta e nove milhões, seiscentos e noventa e seis mil, quatrocentos e quarenta e sete reais e quarenta e sete centavos). O valor estimado para todo o contrato de concessão é de R$ 4.503.989.621,39 (quatro bilhões, quinhentos e três milhões, novecentos e oitenta e nove mil, seiscentos e vinte e um reais e trinta e nove centavos).

Fonte:https://www.mercadoeeventos.com.br/...a-para-6a-rodada-de-concessoes-de-aeroportos/
trazendo pra cá:

SP divide aeroportos em dois lotes e quer leilão em novembro

Concessão de 22 terminais, por 30 anos, exigirá investimento total de cerca de R$ 700 milhões


Por Daniel Rittner — De Brasília


O governo João Doria (PSDB) definiu a modelagem para concessão da rede de 22 aeroportos regionais administrados pelo Estado de São Paulo, que era aguardada pelo mercado desde 2019. Eles serão divididos em dois blocos: um encabeçado por Ribeirão Preto e outro por Rio Preto. Quem vencer a disputa deverá investir em torno de R$ 700 milhões – R$ 400 milhões em melhorias de curto prazo na infraestrutura aeroportuária e R$ 300 milhões para manter a operação dos terminais ao longo dos 30 anos de vigência do contrato.

Os estudos de viabilidade foram elaborados pela consultoria americana IOS Partners. O conselho gestor de parcerias público-privadas (PPPs), que é presidido pelo vice-governador Rodrigo Garcia (DEM), deve ter uma reunião nos próximos dias para bater o martelo sobre os números.

Inicialmente, a dúvida era leiloar todos os aeroportos em um único pacote ou separá-los por lotes. Também havia preocupação com unidades que ainda não são lucrativas. Após meses de estudos, a solução encontrada foi misturar ativos mais e menos rentáveis – modelo conhecido no mercado como “filé com osso”.

Com o aeroporto de Ribeirão Preto à frente, o Bloco Sudeste terá nove terminais ao todo (Franca, São Carlos, Bauru, Sorocaba, Marília e Guaratinguetá são outras unidades importantes desse lote). O Bloco Noroeste, que tem Rio Preto como carro-chefe, junta 13 aeroportos (Barretos, Assis, Araçatuba e Presidente Prudente também fazem parte do grupo).

O governo estadual já tem, inclusive, um cronograma preliminar para a privatização. Está sujeito a mudanças, obviamente, mas a tentativa é lançar minutas de edital e de contratos no dia 15 de março. Os documentos ficarão em audiência pública por 30 dias. Se der tudo certo, o leilão na B3 ocorrerá no dia 1º de novembro. Após um período de transição operacional, a virada de chave – quando as concessionárias vão assumir definitivamente – está prevista para abril de 2021.

“A primeira pergunta que nos fazíamos era se seria ou não viável ou conceder 100% da malha aeroportuária de São Paulo, mas vimos que isso é plenamente possível”, disse Rodrigo Garcia ao Valor. “O esforço do governo para ampliar o número de voos, com a redução do ICMS sobre o combustível de aviação, aumentou o interesse por esses ativos.”

Já a redução da alíquota de ICMS cobrada do querosene de aviação, de 25% para 12%, tinha como contrapartida das empresas a criação de 450 frequências semanais no Estado. Acabaram sendo 706 voos. Aeroportos de cidades como Araraquara, São Carlos, Barretos e Franca estavam ociosos ou sem nenhuma atividade. Ganharam operações regulares. A movimentação total na rede – que não conta a demanda de Guarulhos, Viracopos e Congonhas – subiu 7% no ano passado e chegou a 2,44 milhões de passageiros. Os estudos da IOS projetam 8 milhões por ano até 2050.

Claret lista uma série de oportunidades ainda pouco exploradas, que dão valor aos ativos oferecidos para o mercado. Bauru, por exemplo, tem um sítio aeroportuário de 450 hectares. Uma nova fábrica de celulose está sendo erguida a 30 quilômetros do terminal e esse espaço detém importante valor imobiliário, que pode ser explorado com hotéis, escritórios e centros comerciais.

O aeroporto de Sorocaba tem alto potencial para aviação executivo e abriga um centro de manutenção de aeronaves da Embraer. Há um processo em andamento de internacionalização do terminal. Em Guaratinguetá, o turismo religioso pode ser impulsionado. A Basílica de Aparecida e o santuário da comunidade Canção Nova estão nas redondezas. Além disso, uma rodovia estadual permite acesso à estância de Campos do Jordão a apenas 40 quilômetros do terminal.

Claret afirma que “cerca de dez operadoras”, incluindo estrangeiras de renome internacional, já manifestaram interesse e abriram interlocução com o governo de São Paulo sobre os aeroportos a serem licitados. O leilão dos 22 aeroportos terá valor de outorga baixo, segundo o executivo, um “dinheiro só para fechar a porta e apagar a luz”. Ele acredita que o Daesp, sem outros terminais para administrar, deverá ser substituído por uma agência reguladora específica para fiscalizar o setor.

“Resolvemos dar mais força no investimento do que na outorga”, justifica Claret, lembrando que se trata do mesmo princípio seguido na concessão do lote rodoviário Piracicaba-Panorama (Pipa). Com um modelo bem-feito e a atração de investidores, a concorrência pode elevar também a outorga, como ocorreu na rodovia – o ágio foi de 7.200%.

Além dos atuais aeroportos em oferta, cinco foram repassados à iniciativa privada em 2017, na gestão do ex-governador Geraldo Alckmin. O consórcio Voa SP opera os terminais de Jundiaí, Amarais (Campinas), Bragança Paulista, Ubatuba e Itanhaém.

Ex-executivo da siderúrgica Vallourec & Mannesmann, Claret exalta a agilidade e o viés pró-mercado do governo Doria. “O modelo de gestão adotado pelo governador e pelo vice levaram essas boas práticas para a máquina pública.”

https://valor.globo.com/brasil/noti...em-dois-lotes-e-quer-leilao-em-novembro.ghtml
Projetos de Ampliação dos Estudos de Concessão de Aeroportos da 6ª Rodada de Concessões, 2020
Fonte: ftp://ftpaeroportos.transportes.gov.br/SEXTA_RODADA/DADOS_070_20200205_EVTEAS_pre_AP/



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CENTRO

Goiânia, GO:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Imperatriz, MA:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Palmas, TO:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Petrolina, PE:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

São Luís, MA:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Teresina, PI:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

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NORTE

Boa Vista, RR:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Cruzeiro do Sul, AC:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Manaus, AM:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Porto Velho, RO:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Rio Branco, AC:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Tefé, AM:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Tabatinga, AM:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

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SUL

Curitiba-Bacacherri, PR:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Curitiba-Alfonso Pena, PR:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_2.00.pdf

Foz do Iguaçu, PR:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Joinville, SC:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Londrina, PR:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Navegantes, SC:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Pelotas, RS:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Uruguaiana, RS:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf

Bagé, RS:
https://conesulva.files.wordpress.c...envolvimento-implantac3a7c3a3o-final_1.00.pdf
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