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NASA prepara anúncio sobre vida extraterrestre

A agência espacial americana está a criar um enorme suspense em torno da conferência de imprensa de amanhã sobre uma descoberta científica ligada à vida extraterrestre.

"A NASA vai realizar uma conferência de imprensa às 14h00 (19h00 em Portugal Continental)) na quinta-feira, dia 2 de Dezembro, para discutir uma descoberta em astrobiologia com consequências para a pesquisa de provas da existência de vida extraterrestre", informou a agência no seu site na Internet.

A descoberta de oxigénio e dióxido de carbono na densa atmosfera da lua Rhea, a segunda lua na órbita de Saturno, poderá estar estar relacionada com esta declaração que será feita pela NASA, avançam algumas revistas especializadas.
fonte: dn

NASA pode ter descoberto vida extraterrestre

A NASA anunciou que na próxima quinta-feira, dia 2, organiza uma conferência de imprensa sobre "Astrobiologia", para discutir "uma descoberta que terá um enorme impacto na procura de vida extraterrestre".


A NASA publicou ontem no seu site a informação de uma conferência de imprensa sobre "Astrobiologia".

"Astrobiologia é o estudo da origem, evolução, distribuição e vida futura no universo" lê-se na informação sobre a conferência que irá decorrer na próxima quinta-feira, dia 2 de dezembro , que também adianta os participantes.

O currículo desses participantes levanta agora a questão: qual a "descoberta astrobiológica" que motivou a NASA a convocar uma conferência de imprensa?
Quem irá discursar na conferência

Quem irá discursar na conferência

Para além de Mary Voytek, diretora do Programa Astrobiológico da NASA, estará presente Felisa Wolf-Simon, uma oceanógrafa que já escreveu uma longa lista de artigos sobre fotossíntese baseada em arsénio e a sua implicação na evolução de espécies.

Também irá discursar Pamela Conrad, uma geobiologista que em 2009 publicou um ensaio sobre a geologia e a hipótese de vida em Marte.

James Elser será outro dos cientistas participantes. Elser é um ecologista que integra o programa de astrobiologia "Follow the Elements", que investiga os elementos químicos em ambientes onde haja a possibilidade de evolução de seres vivos.

O último participante que consta da informação da NASA é Steven Benner, um biologista que faz parte da "Equipa Titan", o grupo da NASA responsável por explorar a maior das 62 luas de Saturno, a Titan. Benner também está envolvido na missão da sonda Cassini, que recentemente entrou na densa atmosfera da lua Rhea e recolheu amostras de oxigénio e dióxido de carbono.
Rhea contém elementos químicos necessários à vida

Rhea contém elementos químicos necessários à vida

Estes últimos dados que mostraram a existência de oxigénio e dióxido de carbono foram divulgados na última sexta-feira. A sonda Cassini encontrou pela primeira vez vestígios destes dois elementos químicos diretamente na atmosfera noutro mundo, neste caso na segunda maior lua de Saturno, o astro Rhea.

Dada a proximidade com o anúncio da próxima conferência, presume-se que o assunto da conferência esteja relacionado com a descoberta da última sexta-feira, ou seja, a densa atmosfera de uma das luas de Saturno contém os elementos químicos necessários para a formação de vida extraterrestre.

Mas são apenas suposições, já que existe um embargo sobre mais informação sobre a conferência até... quinta-feira.

São conhecidos os vários cortes nos fundos das missões da NASA e talvez o evento de quinta-feira sirva para reforçar os factos divulgados na passada sexta-feira e seja uma forma de reunir verbas para continuar com o projeto Titan. Quem quiser poderá acompanhar a conferência em direto através do site da NASA .

A NASA é reconhecida por vários fracassos nos últimos anos e a última grande conferência de imprensa que a agência espacial acolheu foi para "apenas" anunciar a presença de um buraco negro perto da nossa galáxia.
fonte: expresso
 

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para mim nao ser novidade nenhuma o que a Nasa amanha vai comunicar ao mundo, claro que nao estamos sozinhos no universo e o mais engraçado disto tudo eles andam entre nos.
 

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Aposto em noticias sobre Titan ou Europa. Sempre foi aí que apostamos em termos de vida e vai estar presente um dos membro da missão a Titan
 

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'tou na lua...
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Já não vão a tempo, já nos anos 90 um dos Kelly Family se apaixonou por uma Alien... :tongue2:
Não estamos sozinhos, the truth is out there...
Chamem o Mulder, que eu vou dar uma volta com a Scully
 

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Houvi dizer que eles encontrarão organismos na Terra que em vez de terem fósforo no ADN deles, têm Arsênio. Isso quer dizer que a vida começou cá mais que uma vez.
 

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Ainda não foi desta (http://www.publico.pt/Ciências/nasa...em-possibilidades-de-vida-no-universo_1469204)

A janela com que procuramos vida no Universo acabou de aumentar depois de uma equipa de cientistas encontrar pela primeira vez uma bactéria que se alimenta de arsénio. A descoberta é publicada hoje na edição online da revista Science e amanhã na edição impressa, e é o mistério que a NASA revela na sua conferência de imprensa.


Toda a vida que se conhece é construída com base em seis elementos: o carbono, o oxigénio, o hidrogénio, o azoto, o enxofre e o fósforo. São estes átomos que fazem as moléculas de ADN, as proteínas, as gorduras que compõem as células dos animais, das plantas, dos fungos e das bactérias.

Quando se olha para fora do planeta Terra para encontrar vida, os cientistas têm o hábito de procurar por ambientes que podem disponibilizar estes elementos. “A vida como a conhecemos necessita de alguns elementos e exclui outros”, disse Arial Anbar, um dos autores do artigo, da NASA. “Mas serão estas as únicas opções? Quão diferente é que a vida pode ser?”, questionou o cientista, citado num comunicado de imprensa.

A descoberta feita por Felisa Wolfe-Simon, primeira autora do artigo, que trabalha no Instituto de Astrobiologia da NASA, responde esta pergunta. O artigo começa por explicar que existem seres vivos que conseguem substituir átomos específicos de moléculas raras por outros que têm propriedades semelhantes. Como por exemplo, alguns artrópodes que têm cobre em vez de ferro no seu sangue.

A cientista tentou verificar esta possibilidade com um dos seis elementos principais – o fósforo. Este átomo, que compõe a estrutura do ADN e é importantíssimo para a composição de proteínas e gorduras, poderia ser substituído pelo arsénio, um átomo maior, altamente venenoso, mas que está exactamente abaixo do fósforo na coluna da Tabela Periódica, o que indica que tem muitas propriedades semelhantes.

“Nós pusemos não só a hipótese que sistemas bioquímicos análogos aos que conhecemos hoje poderiam utilizar arsénio com a função biológica equivalente ao fosfato”, explicou em comunicado Wolfe-Simon, “mas também que estes organismo tivessem evoluído no início da Terra e pudessem persistir até hoje em ambientes invulgares.”

Para isso, a astrobióloga foi até ao lago Mono na Califórnia, rico em arsénio, para retirar amostras de sedimentos com populações de bactérias. No laboratório, colocou estas amostras numa cultura rica em arsénio e sem nenhum fósforo. Ao final de algum tempo verificou que tinha bactérias a crescer.

A estirpe que cresceu chama-se GFAJ-1 e pertence à família das bactérias Halomonadaceae. Apesar de crescer melhor em ambientes com fósforo, a equipa fez vários testes e encontrou provas que o arsénio foi incorporado no ADN e nas proteínas.

“Este organismo tem uma capacidade dupla. Pode crescer tanto com fósforo como com arsénio. Isso torna-o muito peculiar; no entanto [esta bactéria] está longe de ser uma verdadeira forma de vida alienígena que deriva de uma árvore diferente da vida”, explicou Paul Davies, um dos autores do artigo e físico teórico, grande interessado em astrobiologia, director do BEYOND Centro para os Conceitos Fundamentais de Ciência, da Universidade do Arizona, acrescentando que esta descoberta pode ser a ponta de um iceberg de diferentes tipos de vida que até agora a comunidade científica não prestou atenção.

Segundo Felisa Wolfe-Simon, o mais importante é que estes resultados voltam a lembrar a flexibilidade da vida. “Esta história não é sobre o arsénio ou sobre o lago Mono”, explicou. “Se existem seres aqui na Terra que podem fazer algo tão surpreendente, o que é que a vida ainda pode mostrar que nós não vimos?”
 

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'tou na lua...
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Bem tentei ver no site da NASA, mas nada. Eles enganaram-nos mais uma vez, mas é, ainda assim, impressionante, sabendo nós a toxicidade do arsénico...
 

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Como dizia um ex-namorada da minha quasi-ex-cunhada há 15 anos atrás quem nos garante que não outros seres vivos que em vez de baseados no carbono não são baseados em ácido-sulfúrico. O que ele queria dizer é que não podemos cingir à vida tal como a conhecemos.
O que esta descoberta mostrou foi isto mesmo, que não podemos dizer que um planeta é impróprio para ter vida. Simplesmente pode ser impróprio para a vida tal como a conhecemos

A questão é: como é que agora vamos procurar vida de forma indirecta, se ela pode-se apresentar em múltiplas formas. Ou seja por agora manter-se-á tudo na mesma não poderemos é descartar um planeta/lua, como por exemplo titan.
Obviamente que temos mais um elemento para fazer pesquisa indirecta. Até que descubramos outro e outro e no final concluamos que a vida possa ser mais normal do que esperávamos
 

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I Love You... Soraia
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Uma bactéria??????????

Por amor do GOD!!!
Uma bactéria é um organismo vivo. E à escala universal, tem o mesmo significado que tu. Ou seja, composição de energia (quarks up, quarks down e electrões). Tudo é energia. E a diferença dimensional entre ti e uma bactéria é ínfima face à proporção de um humano com o Infinito. Os seres humanos dão demasiada importância ao planeta Terra. (E com justa causa, é a sua casa). Mas acredita... não somos nada.

Já agora, uma pequeníssima lição:

Dois quarks up e um down formam um protão, e dois quarks down e um up formam um neutrão. Estes dois encontram-se encurralados por uma força energética mais poderosa, o electrão, formando assim o núcleo atómico. Os electrões giram em torno do núcleo à velocidade da luz. Um átomo é 99,999% de espaço vazio, e a sua aparente solidez deve-se ao facto dos electrões se moverem À velocidade da luz num espaço ínfimo, parecendo, aparentemente, que estão em todo o lado ao mesmo tempo. De resto, 99,999% do espaço de um átomo é "nada". Logo, dado que são os átomos que constituem tudo o resto, podemos concluir que 99,999% de TUDO o que existe no Universo é espaço VAZIO. Incluindo o mais sólido dos objectos.

Toda a "solidez" aparente deve-se à relação do Espaço/Tempo. (Como uma ventoínha, onde podes enfiar uma vara de pau entre as hélices cajo esteja parada. Mas, se a ligares, devido à relação Espaço/Tempo, surge uma aparente sensação de opacidade total, fazendo daquele objecto semi-vazio, um objecto absolutamente opaco e intransponível). Logo, reduzir uma bactéria a algo insignificante é de um extremo desconhecimento sobre o que realmente forma tudo.

A unidade de matéria mais ínfima conhecida pelo homem são os Leptons. Um quark up e quark down (os elementos responsáveis pela formação dos átomos), são apenas dois dos vários tipos de Leptons. Os outros Leptons são energias de alta frequência normalmente encontrados apenas no Universo.

Tens o Ultravioleta, os Raios X (frequência de onda do tamanho de um átomo, daí possibilitar que se veja através de coisas opacas), os Raios Gamma (frequência de onda do tamanho de um núcleo atómico, daí serem radioactivos e poderem criar mutações genéticos, e serem, também, usados na cura do Cancro) e depois os Raios Cósmicos (existentes no Universo. A sua frequência de onda é tão ínfima e rápida que pode atravessar tudo).
 

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Esta descoberta ampliou o número de ambientes plausíveis para albergar vida extraterrestre. :)
Espero que avancem os projectos para os super-telescópios capazes de fotografar os planetas habitáveis em órbita das estrelas mais próximas. :cheers:
 
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