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matéria vencida, mas ainda válida...


Estação de trem do bairro Bernardo Monteiro
FOTO: GOOGLE EARTH/DIVULGAÇÃO
Estação de trem do bairro Bernardo Monteiro

TRANSPORTE

Do Eldorado ao Bernardo Monteiro

Projeto pode ampliar trajeto do metrô em contagem

Na próxima semana, a Prefeitura de contagem deverá encaminhar ao Governo Federal o projeto "Transporte sobre trilhos", que visa contemplar os usuários do metrô em Contagem com a ampliação da linha. O objetivo é utilizar a linha férrea que existe entre o bairro Eldorado e Bernardo Monteiro, que fica próximo ao Barreiro. Isso, além de economizar cerca de 40 % do custo total com o transporte, segundo o coordenador de transporte público da Transcon, Geraldo Antônio de Paulo, ainda poderia trazer mais conforto e agilidade aos moradores da região central da cidade. Deverão ser três novas estações. Mas para que o projeto seja viável, a prefeita Marília Campos levará à Brasília a proposta, para receber sugestões e críticas quanto ao projeto. Segundo ela, para estender a linha metroviária, novos recursos deverão ser investidos. De acordo com o superintendente da Transcon, Hermiton Quirino, o valor estimado para a implantação do sistema é de cerca de R$ 300 milhões. A previsão é de atender 26.300 passageiros com a construção do novo trecho diariamente. Segundo a prefeita, o estudo feito para a implantação com o sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (vlt) foi positivo. "Solicitamos um estudo para apurar a possibilidade de investir no transporte sobre trilhos em Contagem e a conclusão foi favorável. Podemos ter 13km de acesso por VLT dentro da cidade a partir da estação Eldorado", afirma. A intenção é desafogar o trânsito da cidade e ampliar o acesso da população ao metrô. No entanto, a prefeita lembra que ainda não é confiável dizer sobre datas e início de obras. Ela garante que o estudo foi apenas um passo e que agora querem captar recursos, para executar o projeto. A expectativa é que, no futuro, o novo sistema venha promover a integração entre Contagem e os centros urbanos em sua redondeza. "Hoje, a cidade é ilhada por rodovias. O sistema vai integrar o centro do Eldorado com a região industrial. Dessa forma, o usuário que gasta de 45 a 50 minutos para chegar ao Barreiro, saindo do centro de Contagem, vai levar metade do tempo para fazer o mesmo percurso", pontua Geraldo. Para a prefeita Marília Campos, o bom aproveitamento da linha férrea poderia estimular o uso do transporte coletivo. "O sistema viário que dá acesso a capital, demandado pela região metropolitana, é insuficiente. Não adianta apenas duplicar as vias, temos que melhorar o transporte coletivo, para que os motoristas possam optar. Atualmente, a lentidão do trânsito, o desconforto nos veículos e o custo do transporte, levam os motoristas a relutar em deixar seus carros na garagem, pois não veem outra saída", pontua.



http://www.otempo.com.br/otempocont...ontagem&busca=vlt+contagem&busca=vlt+contagem

16 a 18/06/2009 OTEMPO CONTAGEM

----------------------------------- outra publicação do mesmo editor -------------

Transporte.Estudo atesta viabilidade de implantação de veículo sobre trilhos entre Eldorado e Bernardo Monteiro

Contagem aposta no uso de "bondes" nas estradas de ferro
Trecho de 13 km interligado ao metrô contaria com três estações

Giselle Araujo Flaviane Paixão
Um transporte ainda pouco explorado no país começa a ganhar forma na Grande Belo Horizonte. A Prefeitura de contagem concluiu um estudo de viabilidade técnica para a implantação de Veículos Leves sobre Trilhos (vlts), aproveitando linhas férreas já existentes na cidade. O trajeto, de 13 km, faria a interligação da estação do metrô Eldorado com o bairro Bernardo Monteiro. O custo da obra, orçada em R$ 300 milhões, é 40% mais barato do que a ampliação do trem de superfície no mesmo local. O VLT é uma espécie de bonde moderno alimentado por eletricidade. A velocidade pode chegar a 70 km/h. No caso de Contagem, há uma expectativa de atender 26,3 mil pessoas diariamente.

"A intenção é melhorar as condições do transporte público, desafogar o trânsito e ampliar o acesso da população ao metrô", explica o coordenador de transporte público da Transcon, Geraldo Antônio de Paula. O estudo prevê três estações (veja arte). Como o trecho da ferrovia em questão ainda é usado por trens de carga, a prefeitura teria que negociar com a empresa responsável pela linha horários de utilização, como, por exemplo, manter o VLT de dia e os trens de carga de madrugada. A prefeita Marília Campos informou que, na próxima semana, enviará o estudo a Brasília, onde buscará recursos do governo federal. "Se vai ser do PAC, ou não, não posso responder, mas o presidente Lula já colocou publicamente que os próximos investimentos serão para a mobilidade urbana.

Vou entregar esse projeto, que será uma solução viável para a região metropolitana", afirmou a prefeita. Ainda de acordo com Marília Campos, a intenção é que a proposta seja adotada por outras cidades da região metropolitana com estrutura ferroviária. "Hoje o metrô só atende Belo Horizonte. A única estação fora da capital é a Eldorado. Para ser metropolitano, tem que haver expansão. Temos que ousar", diz a prefeita. Ela acredita que o sistema possa representar a solução para o caos no transporte urbano, embora experiências com VLTs em outras cidades, como Campinas (SP) e Rio de Janeiro, tenham entrado em colapso em pouco tempo de funcionamento.

"O estudo demonstrou que o projeto é viável. Os órgãos técnicos vão avaliar os pontos positivos e negativos e, é claro, teremos críticas e sugestões para adequar o sistema à nossa realidade", disse Marília Campos. A expectativa é que, no futuro, o sistema seja ampliado até o Barreiro, partindo também da estação Eldorado do metrô, aproveitando linhas férreas ociosas. "Contagem é ilhada por rodovias. O sistema vai integrar o município com a região da Cidade Industrial. Dessa forma, o usuário, que gasta de 45 a 50 minutos para chegar ao Barreiro saindo do centro de Contagem, vai levar metade do tempo", pontuou Geraldo de Paula.


"Seria excelente ter uma opção de transporte mais rápido e mais barato. Acredito que o trânsito também ficaria menos congestionado"

José Lindemberg
Militar da reserva

"A ideia é boa, principalmente para desafogar o trânsito. Se o sistema for eficiente e mais em conta, muita gente pode abrir mão do carro e deixar de pegar ônibus lotado"

Jacqueline Raspante
tabeliã



Solução

Sistema é bem avaliado por pesquisador
O modelo de transporte coletivo pretendido por contagem foi bem avaliado pelo pesquisador da Fundação Dom Cabral Paulo Tarso de Resende. Segundo ele, a ideia é mais barata que o metrô e menos poluente por funcionar com eletricidade. Dados da Prefeitura de Contagem mostram que o quilômetro quadrado do metrô custa R$ 62 milhões, enquanto o vlt sairia por R$ 48 milhões.

“Em momentos de contenção de despesas, como o que vivemos, acho a solução viável. É uma saída inteligente e interessante. O sistema de Veículos Leves sobre Trilhos é usado em muitas cidades modernas do mundo, como, por exemplo, na Alemanha”, comparou o pesquisador. Ainda conforme Resende, nenhum município brasileiro utiliza a tecnologia atualmente. O VLT tem uma configuração urbana parecida com a dos antigos bondes, mas com velocidade bem maior. (FP)
Publicado em: 11/06/2009 OTEMPO
http://www.otempo.com.br/otempo/not...ontagem&busca=vlt+contagem&busca=vlt+contagem
 

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Discussion Starter · #4 ·
Não seria viável estender o metrô de BH até Contagem?
pergunta pra dilma russef...

há uns dois anos o governo do estado propôs uma PPP para terminar o metrô de BH (inclui esta parte que querem por VLT) e a dona dilma só engavetou...

Detalhe: a prefeita de contagem é do PT (...).
 

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pergunta pra dilma russef...

há uns dois anos o governo do estado propôs uma PPP para terminar o metrô de BH (inclui esta parte que querem por VLT) e a dona dilma só engavetou...

Detalhe: a prefeita de contagem é do PT (...).
Minas Gerais ainda não tem dinheiro nem estrutura administrativa, financeira, política e técnica para para participar das obras do metrô BH.

O governo federal tentou estadualizar o metrô BH (e as demais linhas da CBTU), mas desistiu em virtude das dificuldades dos estados em arcar com a gestão dos sistemas ferroviários. Dos sistemas da CBTU estadualizados, só São Paulo teve condições de mantê-lo (ainda que longe das condições ideais). O Rio de Janeiro privatizou o seu sistema por falta de verbas, Salvador e Fortaleza não investiram adequadamente no sistemas de trens que ainda continuam semi sucateados, Teresina quer devolver a ferrovia à CBTU. O pior é o fato de que até hoje nenhum governo federal deu atenção necessária à CBTU, no que tange à parte financeira.
 

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Discussion Starter · #6 ·
Minas Gerais ainda não tem dinheiro nem estrutura administrativa, financeira, política e técnica para para participar das obras do metrô BH.
Tanto é que o estado quer criar uma PPP.

se o governo federal, teoricamente, não quer estadualizar o serviço, e o governo do estado, não tem capacidade para operá-lo, conforme sua avaliação:

PORQUE O GOVERNO FEDERAL NÃO "ATA, NEM DESATA" A PPP?

PPP não é privatização, é concessão por um período, em troca de investimentos privados (neste periodo a empresa recebe além das passagens, um subsídio do estado, se necessário...)

(http://www.ppp.mg.gov.br/)

o governo do estado acabou de fazer uma PPP de penitenciária, e o custo por preso, vai ser pouco maior do que é mantido pelo estado, poderia ser até menor, se a lei não limitasse a concessão por 30 anos (na verdade é 27, devido ao período de construção)... além disso o estado vai pagar por preso, ao contrário das penitenciárias estatais, que se tem de manter a estrutura, lotada ou não...

[as penitênciárias federais construidas recentemente, tem capacidade média de 200 presos, algumas delas não tem 10 presos, mas mantem estrutura para 200: haja imposto...]

e bom lembrar, que depois do periodo de concessão, o equipamento volta para o estado, que pode renovar a concessão, assumir a PPP ou fazer nova concorrência para conceder...
 

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Tanto é que o estado quer criar uma PPP.

se o governo federal, teoricamente, não quer estadualizar o serviço, e o governo do estado, não tem capacidade para operá-lo, conforme sua avaliação:

PORQUE O GOVERNO FEDERAL NÃO "ATA, NEM DESATA" A PPP?
Não é minha avaliação mas sim da CBTU.
Sobre a PPP:a União ainda tem esperanças remotas de Minas Gerais começar a se comportar como um dos estados mais avançados da federação e demonstrar capacidade (por que só uma PPP não é atestado de capacidade, mas sim de incompetência)técnica e financeira num projeto seguro de gestão do metrô BH.
 

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Discussion Starter · #10 ·
Contagem apresenta alternativa para o transporte público
Cidade da Grande BH entrega à Companhia Brasileira de Trens Urbanos proposta de ramais de veículos leves sobre trilhos, opção para 154 mil pessoas, três vezes mais barata que o metrô

Ernesto Braga - Estado de Minas

Se a possibilidade de liberação de R$ 3 bilhões do Ministério das Cidades para a construção das linhas 2 (Barreiro/Calafate) e 3 (Pampulha/Região Hospitalar) do metrô é considerada remota pelo prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), outra opção para o transporte na Grande BH pode ter surgido na quarta-feira. Em reunião na capital, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), entregou ao presidente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Elionaldo Maurício Guimarães Moraes, um projeto de viabilidadade da criação de dois ramais do sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), partindo do Bairro Bernardo Monteiro para a estação do metrô do Eldorado e para a Região do Barreiro, na capital. O investimento seria de aproximadamente R$ 530 milhões. “Quem decide sobre a liberação de recursos é a União. Mas, entre dois projetos, o economicamente mais viável pode ter prioridade”, afirmou o presidente da CBTU.

De acordo com o projeto de viabilidade, cada quilômetro de VLT custa R$ 33 milhões, enquanto se gasta R$ 99 milhões por um quilômetro de metrô. O ramal do Bernardo Monteiro até o Eldorado terá 4,8 quilômetros de extensão, enquanto o que vai ligar o bairro de Contagem ao Barreiro terá 11,1 quilômetros. Os dois vão atender 154 mil passageiros por dia. Outra vantagem é que poderiam ser utilizados os trilhos da Rede Ferroviária Federal. “Neste caso, o transporte de passageiros seria feito durante o dia e o de cargas, de madrugada”, explicou Marília Campos.

O presidente da CBTU explicou que, ao contrário do metrô, que necessita de uma rede elétrica para se locomover, os veículos leves sobre trilhos são movidos a biodiesel e têm tecnologia 100% nacional. “É muito semelhante ao metrô e tem o mesmo propósito de transportar passageiros, porém, com investimentos muito menores.”

A prefeita de Betim, Maria do Carmo Lara, também esteve na reunião de ontem e disse que o município prepara um estudo de viabilidade de um ramal de VLT do Eldorado ao Bairro Jardim Teresópolis, com 13 quilômetros de extensão. A previsão é de que o projeto seja encaminhado à CBTU em outubro. “Vai beneficiar Betim e 12 municípios vizinhos”, afirmou a prefeita.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sess...=2&id_noticia=125797/em_noticia_interna.shtml
 

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Minas Gerais ainda não tem dinheiro nem estrutura administrativa, financeira, política e técnica para para participar das obras do metrô BH.
Você só fala isso pois nunca leu os relatórios de finanças do Governo de Minas Gerais. Foram mais de 4 bilhões em investimentos no ano de 2008, isso é uma grana imensa que o estado tem disponível para investir, inferior somente a São Paulo e muito superior aos outros estados, inclusive estados que investem em seus Metrôs. Em resumo, dinheiro há de sobra, só falta darem prioridade para o transporte.
 

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Você só fala isso pois nunca leu os relatórios de finanças do Governo de Minas Gerais. Foram mais de 4 bilhões em investimentos no ano de 2008, isso é uma grana imensa que o estado tem disponível para investir, inferior somente a São Paulo e muito superior aos outros estados, inclusive estados que investem em seus Metrôs. Em resumo, dinheiro há de sobra, só falta darem prioridade para o transporte.
Minas Gerais possui a maior malha rodoviária do país. E manter essa malha custa muito dinheiro. Logo o governo mineiro não tem muita opção, ou investe na manutenção de suas vias ou investe 25% dos seus investimentos na operação, ampliação e manutenção do metrô de Belo Horizonte.

Você está interpretando apenas os números. Governar um estado é uma tarefa maior que a de apenas ler relatórios financeiros.
 

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VLT pode ser financiado por estrangeiros

25/02/2010 - O Tempo - MG


A Agência Francesa de Desenvolvimento e a Agência de Fomento Andina, da Venezuela, têm interesse em financiar a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Contagem, na região metropolitana da capital. A informação é da prefeita da cidade, Marília Campos (PT), que se reuniu ontem (24) com representantes do conselho deliberativo da Agência Metropolitana de Desenvolvimento para discutir a expansão do VLT entre os bairros Eldorado (Contagem) e Jardim das Alterosas (Betim).

A agência francesa se dispôs a financiar a implantação do VLT. Para conseguirmos os recursos, precisamos fazer os projetos, pois o estudo de viabilidade já temos. Por isso, precisamos que o governo do Estado pense no VLT de forma metropolitana, disse Marília.

A Agência Metropolitana se comprometeu a marcar uma nova reunião para discutir melhor o assunto.


Fonte: http://www.revistaferroviaria.com.b...a=9874&DtDataINI=&DtDataFIN=&TxBusca=&pagina=
 

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VLT pode ser financiado por estrangeiros

25/02/2010 - O Tempo - MG


A Agência Francesa de Desenvolvimento e a Agência de Fomento Andina, da Venezuela, têm interesse em financiar a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Contagem, na região metropolitana da capital. A informação é da prefeita da cidade, Marília Campos (PT), que se reuniu ontem (24) com representantes do conselho deliberativo da Agência Metropolitana de Desenvolvimento para discutir a expansão do VLT entre os bairros Eldorado (Contagem) e Jardim das Alterosas (Betim).

A agência francesa se dispôs a financiar a implantação do VLT. Para conseguirmos os recursos, precisamos fazer os projetos, pois o estudo de viabilidade já temos. Por isso, precisamos que o governo do Estado pense no VLT de forma metropolitana, disse Marília.

A Agência Metropolitana se comprometeu a marcar uma nova reunião para discutir melhor o assunto.


Fonte: http://www.revistaferroviaria.com.b...a=9874&DtDataINI=&DtDataFIN=&TxBusca=&pagina=
Seria perfeito! Contagem e Betim precisam urgentemente de uma estrutura dessas, mais que BH. Quero ver se sai... acho meio difícil, mas quem sabe!?
 
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