SkyscraperCity banner

41 - 60 of 9544 Posts

·
Registered
Joined
·
4,694 Posts
Alterei o título do thread pra deixar mais claro que é pra tratar sobre notícias do Coronavirus.
Senão poderiam começar a achar que era um thread sobre saúde e postar notícias sobre dengue, etc o que não é o caso.

Quando essa crise passar, aí analisamos se o thread será fechado ou renomeado.
Ou não né :hide:

 

·
Registered
Joined
·
3,417 Posts
 

·
Marquês do Seridó
Joined
·
11,974 Posts
Falaram por aqui sobre guerra biológica e china testando sua capacidade de simulação.

Vi outra teoria por aí.

E se interesses da indústria farmacêutica usaram esse vírus com alto poder de contágio e mas baixa letalidade para vender remédios e/ou suprimentos médicos usado no tratamento dos 90 e tantos por cento que sobrevivem? Para quem vende tratamento, não interessa morte rápida nem alta letalidade, interessa muita gente comprando o tratamento.

Wuhan ser a sede de um laboratório biológico de biossegurança e virologia como há pouquíssimos no mundo n pode ser coincidencia. Especialmente, um para onde foi roubado este mesmo vírus, de outro laboratório no Canadá.

No caso, poderia ter saído de lá acidentalmente ou propositadamente. Ou poderia ter sido colocado em Wuhan por pessoas de outros locais, já que o Laboratório funcionaria como bode expiatório para despistar (além do mercado com sopa de morcego kkk).

Faz mais sentido que a teoria da China simplesmente ter "clicado no botão de desastres do SimCity" pra ver no que dava. E definitivamente esse vírus ter saído do Laboratório (ou trazido por alguém para usar o laboratório como bode expiatório) faz muito mais sentido do que ter saído de sopa de morcego.
 

·
Registered
Joined
·
3,417 Posts
Não sei quanto a vocês, mas já recebi algumas mensagens via WhatsApp referente a essa epidemia... Num vídeo apareciam várias pessoas caídas e outras que desmaiavam do nada. Hoje mesmo recebi um áudio falando que as mortes já estão nos milhares e que os governos estão escondendo a informação... Essas teorias de conspiração ganham forças nessas epidemias. :eek:hno:
Presuma sempre comunistas.
 

·
Moderator
Joined
·
26,368 Posts
Duro que não tem como verificar a procedencia desses videos. Ou melhor dizendo, o contexto deles.
Pode muito bem ser algum tipo de protesto que aconteceu faz tempo, e que alguem simplesmente está repassando agora falando que é atual e por causa do virus.

Recebi também o video de pessoas caidas no chão, dizendo que eram todas vitimas do coronavirus, mas que nao dá pra saber se é mesmo.. pode muito bem ser um compilado de pessoas que passaram mal na China a qualquer tempo, de desmaio por calor a crise epileptica, mas que o autor do video poe lá que é tudo por causa do virus.
 

·
to gulag!
Joined
·
20,814 Posts
Discussion Starter #47
Falaram por aqui sobre guerra biológica e china testando sua capacidade de simulação.

Vi outra teoria por aí.

E se interesses da indústria farmacêutica usaram esse vírus com alto poder de contágio e mas baixa letalidade para vender remédios e/ou suprimentos médicos usado no tratamento dos 90 e tantos por cento que sobrevivem? Para quem vende tratamento, não interessa morte rápida nem alta letalidade, interessa muita gente comprando o tratamento.

Wuhan ser a sede de um laboratório biológico de biossegurança e virologia como há pouquíssimos no mundo n pode ser coincidencia. Especialmente, um para onde foi roubado este mesmo vírus, de outro laboratório no Canadá.

No caso, poderia ter saído de lá acidentalmente ou propositadamente. Ou poderia ter sido colocado em Wuhan por pessoas de outros locais, já que o Laboratório funcionaria como bode expiatório para despistar (além do mercado com sopa de morcego kkk).

Faz mais sentido que a teoria da China simplesmente ter "clicado no botão de desastres do SimCity" pra ver no que dava. E definitivamente esse vírus ter saído do Laboratório (ou trazido por alguém para usar o laboratório como bode expiatório) faz muito mais sentido do que ter saído de sopa de morcego.
Só faltou colocar um 'capitalismo malvadão' no final/inicio dessa teoria rs


nossa, será que o vírus pode ser o estopim pro regime chines cair?
O mesmo regime que esconde um massacre recente e repetiria o mesmo facil facil novamente? nah.
 

·
Registered
Joined
·
3,417 Posts

·
Pernambuco no coração
Joined
·
2,632 Posts

·
Registered
Joined
·
4,431 Posts
Acredito que essa mortalidade que estão falando é a mortalidade das pessoas infectadas e sintomáticas. Provavelmente muita gente foi infectada e não desenvolveu a doença. Falar na possibilidade de toda polulação mundial pegar a doença e ter 200 milhões de mortos não deve ser real.
O governo já está se preparando, sou médico e amanhã vou ter uma capacitação sobre a doença.
 

·
Registered
Joined
·
1,620 Posts
Não sei quanto a vocês, mas já recebi algumas mensagens via WhatsApp referente a essa epidemia... Num vídeo apareciam várias pessoas caídas e outras que desmaiavam do nada. Hoje mesmo recebi um áudio falando que as mortes já estão nos milhares e que os governos estão escondendo a informação... Essas teorias de conspiração ganham forças nessas epidemias. :eek:hno:
Não é bom confiar em vídeo de whats, mas também não é bom confiar nos dados chineses... até uma semana atrás estavam prendendo jornalistas que sequer mencionassem a epidemia. Qual é a letalidade desse vírus? Só vamos saber quando a epidemia atingir países democráticos e vermos os números deles.
 

·
Registered
Joined
·
8,384 Posts
E vamos de recessão


Toyota suspende atividades na China após surto de coronavírus
Atualmente a japonesa possui três fábricas no país: Guangzhou, Tianjin e Sichuan

Equipe Focus
[email protected]


A crise de saúde na China, causada pelo coronavírus, fez com que a Toyota suspendesse as atividades na fábrica do país asiático até 9 de fevereiro. Um porta-voz da empresa comunicou que será tomada uma nova decisão após a data.

Atualmente a japonesa possui três fábricas no país: Guangzhou, Tianjin e Sichuan. Outras companhias internacionais, como LG, HSBC, Vale e Facebook já comunicaram medidas restritivas a seus funcionários.

https://www.focus.jor.br/toyota-suspende-atividades-na-china-apos-surto-de-coronavirus/
 

·
on the road
Joined
·
30,732 Posts
18 casos suspeitos foram descartados aqui no Brasil desde o início do surto, o que me faz pensar como o povo fica gripado ao viajar longas distâncias de avião.
Na maioria dos casos nem é gripe. É só vias aéreas congestionadas pelo ar seco e rarefeito (atltitude equivalente 2300-2500m na maioria das aeronaves) e cheio de partículas do avião.
 

·
-*-*-*-
Joined
·
23,484 Posts
We Should Deescalate the War on the Coronavirus
Fear, finger-pointing, and militaristic action against the virus are unproductive. We may be better off adjusting to a new normal of periodic outbreaks.




The immediate reaction to the emergence of a novel coronavirus (2019-nCoV) in Wuhan, China, has focussed on its challenges to the biomedical sciences. But the new infection is at least as big a challenge to the social sciences. If we continue to neglect this, there is a serious danger that we end up with mistaken national and international policies that do more harm than good.

Almost thirty years ago, Philip Strong, the founder of the sociological study of epidemic infectious diseases, observed that any new infection prompted three epidemics: of fear, then moralization, then action. Strong was writing in the context of HIV/AIDS, but based his model on studies that went back to 14th century Europe’s Black Death. Whenever new infections emerged, the first response was invariably fear that they’d become an existential threat to humanity. We are all going to die. The second response was to see the outbreak as a verdict on human failings; Divine Judgement has gradually been replaced by political miscalculation. The third response was to engage in action, however pointless, intended to “do something” about the threat.

The responses to the coronavirus devoutly follow this pattern. At this stage, some eight weeks into the outbreak, there is still a good deal of uncertainty: A clear picture of the risks may not be available for another couple of weeks, when the virus’ incubation period and mode of transmission are better understood. However, it is already reasonably apparent that the virus is a relatively mild infection for most, potentially serious in a small proportion of cases, and fatal in a few cases, particularly where the victim is already in poor health. Beyond the global fear, we are also seeing Strong’s second and third epidemics. International conservation and animal welfare organizations are using the outbreak to moralize about the traditional Chinese practice of eating a wider range of animal species than people of European heritage consider acceptable. Although wildlife markets are seen as a likely point for viruses to cross from animal to human hosts, as in Wuhan, they are a long-established part of Chinese food culture.

The outbreak is also the basis of a critique of the authoritarian nature of the Chinese state. Some of the online videos making implausible claims about infections and death rates are clearly being produced by political opponents to further their own agendas.

Then there are the demands for action—any action to show that something is being done. The border health checks that have been introduced around the globe have at best a 20 percent chance of detecting an infected person. Face masks make little difference to the chances of picking up the infection in ordinary social interaction; the virus is so small that it goes through the fabric or round the edges.

As countless media outlets have characterized it, governments around the world have declared “war” on the coronavirus. China “battles the outbreak” (Al-Jazeera) of a “killer virus” (Daily Mail) “raging across” (CNBC) the country. The language of combat justifies measures of state security. Wuhan is in “lockdown” (BBC) as the authorities undertake the “screening from hell” (Foreign Policy) to “target” cases. The intrusive measures originally introduced to deter terrorism are supplemented by authoritarian interventions aimed at biosecurity, like compulsory temperature screening or internment in quarantine facilities. Within China, President Xi Jinping is concerned that the Party flag should "fly high at the frontline of the battleground" (China Daily).

Although it is still early for a definitive view, the challenge to governments and international organizations may not be the militaristic one of fighting a war against the virus but in helping people to adjust to a “new normal.” Perhaps they should spend more time communicating that the coronavirus may be just another virus, broadly comparable in risk to a bad seasonal influenza or, at worst the 1918 influenza pandemic, that will circulate in human populations for a number of years. Eventually, there will be a vaccine and reasonably effective therapies. This is not good news but it is news that we should be able to live with. People are being spooked by the novelty rather than the severity of the infection.

As sociologists, we can help to understand this. As Strong pointed out, new infectious diseases disrupt our sense of order, trust, and stability. In fact, of course, they are out there all the time. Viruses do not distinguish between animals and humans. A random mutation that allows a virus to cross the species barrier, if it successfully adapts, simply enlarges the pool of potential hosts. Once established, further mutations are likely to stabilize the accommodation, generally in the direction of reducing the damage to the host. Natural selection works against mutations that kill the host before they can be passed on. These processes have been going on for as long as humans, animals, and viruses have coexisted and co-evolved. We are simply noticing them more quickly, although increasing interactions between humans and wildlife, a result of pressures on habitats, are creating new opportunities for viruses to move between species. Such exchanges are, however, no different in principle from the risks of large-scale pig farming: Intensive biosecurity is as much to prevent the pigs acquiring viruses from humans as to protect humans from porcine viruses.

Humans deal very badly with the idea of chance and contingency. We lead increasingly ordered and regimented lives. We take stability for granted, assuming one day will be much the same as the next. Some natural events are common enough to have management plans that rapidly reimpose order on chaos: Hurricanes, tornadoes, floods, and blizzards may not be wholly predictable but occur frequently enough that we’ve developed largely predictable relief responses. New infectious diseases come out of the blue, each with its own idiosyncrasies that militate against detailed advance planning. Public health agencies take down a playbook from the last event and try to improvise around it. They are, though, constantly battling against the three societal epidemics and the expectations that nature can be boxed and controlled.

In the 1970s the cultural critic Ivan Illich identified medical hubris as a key problem for modern societies. Believing that nature could be bent to our will, we had forgotten how to live with nature, and that disease, disability, and death were part of the human condition. This does not mean we have to accept these challenges passively or that we should not seek to manage them - but we also have to understand that they are to some degree unavoidable. Newly emerging infections—HIV, Ebola, SARS, MERS, Zika, coronavirus—remind us of the limits of biomedical science. We have brought some under human control but others continue to coexist with us, much as they have for millennia.

The problem with the coronavirus is that we are not yet absolutely sure whether it is more like SARS, highly contagious and lethal, or like seasonal influenza, contagious and unpleasant but rarely fatal. Right now it appears to be closer to influenza (which is from a different family of viruses). If this continues to be the case, then we must question whether waging a full-scale war on the disease is really the best thing to be doing. Military language encourages the illusion that we can bring evolution under human control: Wars are to be won. The risks of death or serious illness from the coronavirus currently seem to be broadly comparable to those that we accept every year as a result of influenza. It’s not desirable if you are in a vulnerable population group, but it’s better than total disruption of your usual healthcare in search of an unachievable victory. Would it be less damaging to social and economic life to accept that most people are quite likely to become mildly infected by the coronavirus, and that this will, in itself, reduce the possibilities for transmission as more people develop antibodies, and that biomedical science will eventually develop vaccines and therapies, much as happened with HIV?


https://www.wired.com/story/opinion-we-should-deescalate-the-war-on-the-coronavirus/
 
41 - 60 of 9544 Posts
Top