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Morro do Querosene
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Ah, uma última impressão que já ia me esquecendo, é engraçado passar por esses eixos de integração da RMC prontos e funcionais e ver que agora, é justamente Curitiba a pedra no sapato de quem se desloca por eles. Quem sai de Colombo pelas novas avenidas o faz rapidamente mas empaca nas obras eternas da linha verde, que ano após ano, seguem num caos sem fim. E eu até entendo tudo o que já falaram sobre isso, o empréstimo curto, a desvalorização cambial, os problemas com as empreiteiras, etc, etc, eu só não entendo a incapacidade de sucessivas administrações em resolver o que há anos tem sido seu principal problema.

Sobram declarações demagógicas de um dinossauro político especializado em jardinagem e pintura de viaduto, mas a conclusão das obras que a cidade precisa, nem por sonho. É incompetência e cinismo demais para um político só, discursando na frente dos buracos que ele mesmo abriu há mais de 4 anos, e depois vem dizer não deixou "nada inacabado"...



Trincheira na Fagundes Varela, início setembro/2016

“Não deixei nada inacabado”, diz Greca sobre obras da gestão encerrada em 2020
Em dezembro, último mês do mandato anterior, a Gazeta do Povo listou a situação das principais obras anunciadas pela prefeitura entre 2017 e 2020. Entre as obras que tiveram que mudar as datas de conclusão por problemas técnicos estão a trincheira da Rua Mário Tourinho, o alargamento da canaleta da Avenida República Argentina para que o Ligeirão Norte/Sul chegasse aos terminais do Capão Raso e Pinheirinho, e o Terminal do Tatuquara. Confira a situação dessas obras:
Leia mais em: "Não deixei nada inacabado", diz Greca sobre obras da gestão que acabou em 2020

Rafael Greca diz que vai terminar a Linha Verde “se o Brasil funcionar”
“Se tiver aço, se não chover tanto, se o Brasil funcionar, se o custo Brasil não explodir, vou terminar a Linha Verde”, respondeu Greca ao ser questionado em entrevista pela Gazeta do Povo se vai ser o prefeito que finalmente vai entregar a via que liga as regiões Norte e Sul da capital.

“Tudo tem condicionantes, porque um homem é sempre o homem e suas circunstâncias. Quis Deus me colocar nessa parte fria do planeta, num momento de grande infelicidade e de profunda imobilidade e incompetência. Mas estou fazendo o que posso para ser mais forte que as dificuldades”, concluiu Greca sobre a Linha Verde, referindo-se às condições econômicas do país, que enfrenta em 2021 o segundo ano pandemia de coronavírus.

Leia mais em: Rafael Greca diz que vai terminar a Linha Verde "se o Brasil funcionar"

Por "profunda incompetência", ele obviamente está falando de si mesmo. Precisamos avisar esse senhor que há outras obras pelo Brasil sujeitas a intempéries, que usam ferro, aço e cimento e que avançam normalmente.
 

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Ah, uma última impressão que já ia me esquecendo, é engraçado passar por esses eixos de integração da RMC prontos e funcionais e ver que agora, é justamente Curitiba a pedra no sapato de quem se desloca por eles. Quem sai de Colombo pelas novas avenidas o faz rapidamente mas empaca nas obras eternas da linha verde, que ano após ano, seguem num caos sem fim. E eu até entendo tudo o que já falaram sobre isso, o empréstimo curto, a desvalorização cambial, os problemas com as empreiteiras, etc, etc, eu só não entendo a incapacidade de sucessivas administrações em resolver o que há anos tem sido seu principal problema.

Sobram declarações demagógicas de um dinossauro político especializado em jardinagem e pintura de viaduto, mas a conclusão das obras que a cidade precisa, nem por sonho. É incompetência e cinismo demais para um político só, discursando na frente dos buracos que ele mesmo abriu há mais de 4 anos, e depois vem dizer não deixou "nada inacabado"...



Trincheira na Fagundes Varela, início setembro/2016

“Não deixei nada inacabado”, diz Greca sobre obras da gestão encerrada em 2020
Em dezembro, último mês do mandato anterior, a Gazeta do Povo listou a situação das principais obras anunciadas pela prefeitura entre 2017 e 2020. Entre as obras que tiveram que mudar as datas de conclusão por problemas técnicos estão a trincheira da Rua Mário Tourinho, o alargamento da canaleta da Avenida República Argentina para que o Ligeirão Norte/Sul chegasse aos terminais do Capão Raso e Pinheirinho, e o Terminal do Tatuquara. Confira a situação dessas obras:
Leia mais em: "Não deixei nada inacabado", diz Greca sobre obras da gestão que acabou em 2020

Rafael Greca diz que vai terminar a Linha Verde “se o Brasil funcionar”
“Se tiver aço, se não chover tanto, se o Brasil funcionar, se o custo Brasil não explodir, vou terminar a Linha Verde”, respondeu Greca ao ser questionado em entrevista pela Gazeta do Povo se vai ser o prefeito que finalmente vai entregar a via que liga as regiões Norte e Sul da capital.

“Tudo tem condicionantes, porque um homem é sempre o homem e suas circunstâncias. Quis Deus me colocar nessa parte fria do planeta, num momento de grande infelicidade e de profunda imobilidade e incompetência. Mas estou fazendo o que posso para ser mais forte que as dificuldades”, concluiu Greca sobre a Linha Verde, referindo-se às condições econômicas do país, que enfrenta em 2021 o segundo ano pandemia de coronavírus.

Leia mais em: Rafael Greca diz que vai terminar a Linha Verde "se o Brasil funcionar"

Por "profunda incompetência", ele obviamente está falando de si mesmo. Precisamos avisar esse senhor que há outras obras pelo Brasil sujeitas a intempéries, que usam ferro, aço e cimento e que avançam normalmente.
kkkkkkkk, o Greca eh muito melhor no falar de forma digamos,
poética, do que no agir.... Deveria ser empossado no cargo eterno de
jardineiro mor da cidade.
Fico imaginando o super Ministro Tarcísio Freitas falando o mesmo
para o Bolsonaro. Quanto tempo será que ele durava no cargo ?????
 

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O mandato anterior do Greca foi regular pelo excelente ajuste fiscal e pela volta dos cuidados de zelador para com a cidade.

As últimas gestões foram tão ruins, e os candidatos dessa eleição tão fracos, que essa gestão apenas regular foi o suficiente para garantir a eleição em primeiro turno com 60% do eleitorado. Minha opção foi de votar no candidato do Novo pois gostaria muito que houvesse um segundo turno, para a vitória do Greca ser um pouco mais suada.

Que nos apareçam melhores opções para as próximas eleições, do contrário vamos seguir estagnados no tempo e comemorando migalhas e zeladoria.
 

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Discussion Starter #21,464
[email protected] provavelmente vai ver meu post e falar: Ah! lá vem ele defender o Greca! hahaha

Mas nesse caso não tem muito o que defender mesmo... se defende o que é certo e se critica o errado.
Na manutenção não tem o que falar.. a cidade está muito bem cuidada.. asfalto lisinho está se tornando o padrão das principais ruas e avenidas, sinalização ao menos aqui no bairro onde moro está impecável.. tudo recem pintado, placas trocadas.. o mesmo vale pros canteiros sempre com flores novas.

Já nessa parte de obras estruturais realmente é cansativo acompanhar.
Dá pra se pensar que a máquina pública de Curitiba é boa no que tem de melhor nela.. que é tudo que é repetitivo, de manutenção, que não tenha que sair de um script.
Já quando chega na parte ruim do poder público, que sao as grandes obras.. aí a coisa empaca. Não tem criatividade nem flexibilidade. É aquela receitinha de licitação simples, acompanhamento falho, comunica atraso, entra na Justiça, anula licitação... tudo lento.. tudo burocrático.
As obras na cidade realmente demoram muito mais do que deveriam.

Falta ousadia, gente com a cabeça renovada.. parceria com a iniciativa privada, concessão de parques ou outros bens públicos, operações urbanas, novas ideias no transporte público, tecnologia.
 

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Temos que agradecer muito por aquele viaduto estaiado ter saído. Conseguiram passar por cima da burocracia e da opinião popular que queria mais um viaduto de concretão, e tá lá! Bonito, bem cuidado, pessoas tiram foto lá, tem corrida que passa pela ponte, etc. Apesar de atrasos, foi executado em 2 anos se não me engano, rápido pro padrão Curitiba.
 

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Discussion Starter #21,466
Bem lembrado.. Fruet só não cancelou a obra porque não teria mais tempo pra refazer o projeto, senão teria cortado o projeto. Ou se saisse algo ia ser um viaduto estilo esse do Capanema.. que agora tao ai tendo que inventar restaurante popular pra nao deixar degradar embaixo.

E a crítica era que dava pra economizar fazendo o simples... como se o dinheiro economizado fosse realmente fazer diferença pra populaçao.. ia acabar sendo só uma migalha a mais nos milhoes que se gasta pra bancar esse funcionalismo todo mensalmente.
Ao menos o viaduto a gente enxerga pra onde foi o dinheiro
 

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Bem lembrado.. Fruet só não cancelou a obra porque não teria mais tempo pra refazer o projeto, senão teria cortado o projeto. Ou se saisse algo ia ser um viaduto estilo esse do Capanema.. que agora tao ai tendo que inventar restaurante popular pra nao deixar degradar embaixo.

E a crítica era que dava pra economizar fazendo o simples... como se o dinheiro economizado fosse realmente fazer diferença pra populaçao.. ia acabar sendo só uma migalha a mais nos milhoes que se gasta pra bancar esse funcionalismo todo mensalmente.
Ao menos o viaduto a gente enxerga pra onde foi o dinheiro
Exatamente... muita gente por aí acha ponte estaiada bonita nos EUA, na Alemanha... mas aqui é desperdício de dinheiro... bora meter o concretão, deixar escuro e úmido e atrair moradores de rua 🙄

Quando na verdade é bem isso que você disse, dinheiro para funcionalismo escoa que nem cachoeira, é muito tempo perdido com estudos, licitações mal feitas, consultas... trabalho, trabalho e retrabalho para o projeto se arrastar e chegar num ponto que cai na mão de outro governante, ou o projeto fica defasado, ou a opinião pública fica contrária e pronto, cancelam tudo e todo o tempo e recurso gasto foi pro lixo, não se aproveitou nada, mas os responsáveis foram todos pagos certinho com dinheiro dos impostos.
 

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Volvo reabre empregos extintos na pandemia
Agronegócio impulsiona vendas de caminhões pesados

Quando a pandemia começou, muitas empresas tiveram que interromper a produção. A falta de perspectivas sobre a retomada levou muitas a demitir. A Volvo abriu um programa de demissões voluntárias para o qual obteve 300 adesões. Mas o cenário mudou completamente no terceiro trimestre, com aumento da demanda por caminhões pesados, que vinha principalmente do agronegócio. A empresa precisou não só repor as vagas fechadas como abrir 100 postos a mais.

Com 3,8 mil funcionários, a fábrica instalada em Curitiba tem hoje mais trabalhadores do que tinha antes da pandemia. De outubro a janeiro, 400 postos foram criados. Com os dois turnos de produção operando a plena capacidade, as projeções para o ano são otimistas.

A direção da montadora prevê, para este ano, crescimento de 40% nas vendas de caminhões pesados e semipesados, as duas categorias em que atua. Esses segmentos, juntos, representam mais de 75% do mercado brasileiro de caminhões. Em 2020, as vendas de semipesados recuaram 0,5% e a de pesados, 14,4%. A retração do mercado total de caminhões no país foi de 12,7%.

 

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Ah, uma última impressão que já ia me esquecendo, é engraçado passar por esses eixos de integração da RMC prontos e funcionais e ver que agora, é justamente Curitiba a pedra no sapato de quem se desloca por eles. Quem sai de Colombo pelas novas avenidas o faz rapidamente mas empaca nas obras eternas da linha verde, que ano após ano, seguem num caos sem fim. E eu até entendo tudo o que já falaram sobre isso, o empréstimo curto, a desvalorização cambial, os problemas com as empreiteiras, etc, etc, eu só não entendo a incapacidade de sucessivas administrações em resolver o que há anos tem sido seu principal problema.

Sobram declarações demagógicas de um dinossauro político especializado em jardinagem e pintura de viaduto, mas a conclusão das obras que a cidade precisa, nem por sonho. É incompetência e cinismo demais para um político só, discursando na frente dos buracos que ele mesmo abriu há mais de 4 anos, e depois vem dizer não deixou "nada inacabado"...



Trincheira na Fagundes Varela, início setembro/2016

“Não deixei nada inacabado”, diz Greca sobre obras da gestão encerrada em 2020
Em dezembro, último mês do mandato anterior, a Gazeta do Povo listou a situação das principais obras anunciadas pela prefeitura entre 2017 e 2020. Entre as obras que tiveram que mudar as datas de conclusão por problemas técnicos estão a trincheira da Rua Mário Tourinho, o alargamento da canaleta da Avenida República Argentina para que o Ligeirão Norte/Sul chegasse aos terminais do Capão Raso e Pinheirinho, e o Terminal do Tatuquara. Confira a situação dessas obras:
Leia mais em: "Não deixei nada inacabado", diz Greca sobre obras da gestão que acabou em 2020

Rafael Greca diz que vai terminar a Linha Verde “se o Brasil funcionar”
“Se tiver aço, se não chover tanto, se o Brasil funcionar, se o custo Brasil não explodir, vou terminar a Linha Verde”, respondeu Greca ao ser questionado em entrevista pela Gazeta do Povo se vai ser o prefeito que finalmente vai entregar a via que liga as regiões Norte e Sul da capital.

“Tudo tem condicionantes, porque um homem é sempre o homem e suas circunstâncias. Quis Deus me colocar nessa parte fria do planeta, num momento de grande infelicidade e de profunda imobilidade e incompetência. Mas estou fazendo o que posso para ser mais forte que as dificuldades”, concluiu Greca sobre a Linha Verde, referindo-se às condições econômicas do país, que enfrenta em 2021 o segundo ano pandemia de coronavírus.

Leia mais em: Rafael Greca diz que vai terminar a Linha Verde "se o Brasil funcionar"

Por "profunda incompetência", ele obviamente está falando de si mesmo. Precisamos avisar esse senhor que há outras obras pelo Brasil sujeitas a intempéries, que usam ferro, aço e cimento e que avançam normalmente.

É um transtorno passar naquele trecho norte da Linha Verde. Cada vez que eu passo por ali tem um desvio diferente, tudo mal feito, sem sinalização, cheio de ziguezague e as faixas se afunilando do nada. Enfim, além da obra demorar uma eternidade para ficar pronta, também não se esforçam para deixar a via minimamente transitável durante as obras.

Meu pai quase bateu o carro nesse trecho aqui: Google Maps

Ele vinha pela linha verde e uma anta vinha por aquela marginal e simplesmente não parou.
 

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Morro do Querosene
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É um transtorno passar naquele trecho norte da Linha Verde. Cada vez que eu passo por ali tem um desvio diferente, tudo mal feito, sem sinalização, cheio de ziguezague e as faixas se afunilando do nada. Enfim, além da obra demorar uma eternidade para ficar pronta, também não se esforçam para deixar a via minimamente transitável durante as obras.

Meu pai quase bateu o carro nesse trecho aqui: Google Maps

Ele vinha pela linha verde e uma anta vinha por aquela marginal e simplesmente não parou.
Esse é um dos trechos mais perigosos em ambas as direções de fluxo, é o trecho de ligação entre o Bairro Alto e o Bacacheri/Jardim Social pela Gustavo Rattman e Fagundes Varela, eu sempre "passo apuro" por ali.

O que me entristece nisso tudo é pensar que é mais do que má sorte (ou ainda, burocracia exagerada, problemas com licitações e lentidão da justiça) - é pior, é um problema de competência já que se compararmos a outras cidades com obras públicas, não há obras de ampliação de capacidade que levam 15 anos. O que há de errado com as obras na nossa cidade?

Me entristece também ver dinheiro público jogado fora em projetos que de tão mal feitos não funcionaram e não se sabe quando ou como vão funcionar, como é o caso do trecho no link a seguir, que agora está lá, cheio de manilhas impedindo o tráfego. Quem foi o infeliz que fez essas besteiras no lugar de fazer projetos de engenharia de tráfego? No primeiro dia de funcionamento, o resultado foi que o transito deu um nó e tiveram que abortar tudo. Ligeirão anunciado não sei quantas vezes, nem sinal.

shorturl.at/sxVXY

Eu só acho que a população não pode aceitar calmamente que está dentro do "normal e esperado" porque mesmo em se tratando de obras publicas, isso tudo excede os limites do tolerável, as pessoas precisam começar a cobrar as autoridades de forma mais contundente, como está acontecendo agora com a Sanepar. Na estiagem sem fim da Sanepar, finalmente está caindo a ficha da populacão e qualquer matéria (paga) no sentido de desfiar o rosário de desculpas da empresa está sendo rejeitada.

O mesmo precisa acontecer com a linha verde, é preciso que a população entenda que mesmo num país como o nosso isso tudo não é normal, e comece a cobrar enfaticamente por soluções - porque ninguém aguenta mais viver sob constante risco de acidentes, congestionamentos e transtornos, como é o caso do seu pai e de outros tantos.
 

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Discussion Starter #21,475
Por falar em skyline.. uma que está com um skyline de respeito é São José dos Pinhais.
Estava em uma empresa hjoje que fica ali no Rebouças, perto da Westphalen antes de ela começar a descer sentido Parolin/Linha Verde .. e a vista para São José dos Pinhais era impressionante.
Muitos prédios.. condizente com uma cidade de 300 mil habitantes.

Uma pena nao ter conseguido tirar uma foto.. quem sabe alguem com drone nao faça algumas fotos legais da cidade vista dali. fica a dica hahah
 

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Será que dessa vez o autódromo será desativado mesmo ?

"O autódromo vai dar lugar a um condomínio de alto padrão, uma mistura de residências e serviços. Com isso teremos mais obras. Como contrapartida, neste caso, os investidores desse empreendimento vão financiar e o governo do estado vai executar o projeto de ligação da Avenida Iraí com a Avenida Maurício Fruet, em Curitiba, além da ligação da Rua 24 de Maio com a Rua Rio Amazonas, que vai para Curitiba, no bairro Acropóle. Essas duas obras terão transposição da linha férrea com viadutos. Então, para a cidade, é bom vir empreendimentos como esse, que atraem investimentos."

 

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Já fui defensor do AIC. Mas do jeito que está cada vez mais dificil ter um carro entusiasta, melhor que a área se torne útil para algo de grande valia.
Os E-sports devem abraçar com o tempo boa parcela do público, assim como eu.
 

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Lapa: Cooperativa Bom Jesus chega perto do bilhão em faturamento

A cooperativa Bom Jesus, sediada na cidade da Lapa, cresceu 29,7% no ano passado e chegou ao faturamento recorde de R$ 988 milhões. O resultado foi positivo com pouco mais de R$ 40 milhões, com sobras [lucro] ao produtor de R$ 14 milhões, os melhores números na história da cooperativa. Outro ponto de destaque no ano foi o recebimento recorde de soja, com mais de 5,6 milhões de sacas.
A cooperativa investiu mais de R$ 70 milhões na região com destaque a nova unidade de recepção de cereais em Palmeira (adquirida da FTG); a construção de nova unidade recepção de cereais em Mafra, sendo a primeira unidade da Bom Jesus no planalto norte catarinense; ampliação da unidade do Capão Bonito, na Lapa; ampliação da unidade de Rebouças; além de aportes na sede e Boqueirão.
Para este ano, a Bom Jesus projeta a inauguração da nova unidade em Mafra, a abertura do TRR (Transportador-Revendedor-Retalhista) e um projeto de intercooperação na região.
FONTE: www.amanha.com.br
 

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Por falar em skyline.. uma que está com um skyline de respeito é São José dos Pinhais.
Estava em uma empresa hjoje que fica ali no Rebouças, perto da Westphalen antes de ela começar a descer sentido Parolin/Linha Verde .. e a vista para São José dos Pinhais era impressionante.
Muitos prédios.. condizente com uma cidade de 300 mil habitantes.

Uma pena nao ter conseguido tirar uma foto.. quem sabe alguem com drone nao faça algumas fotos legais da cidade vista dali. fica a dica hahah
No topo da subida da Brigadeiro Franco, no Parolin, também tem uma vista bacana do skyline de São José dos Pinhais com a serra do mar ao fundo. Pena que a região não é muito convidativa pra descer do carro e fotografar...
 

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george
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“Viaduto do Orleans não é necessidade premente”, diz Greca sobre 1ª obra da gestão passada


Considerada prioridade no mandado que acabou em 2020, a obra de revitalização do Viaduto do Orleans agora "não é uma obra premente" para o prefeito reeleito de Curitiba Rafael Greca (DEM). A reforma da estrutura sobre a BR-277, que liga os bairros Campo Comprido e Orleans ao São Braz e Santa Felicidade, é um acordo entre o município e o governo do estado. Foi a primeira grande obra anunciada por Greca logo ao assumir a prefeitura em 2017, mas ainda sequer saiu do papel.

“O viaduto do Orleans não é obra minha. Era uma coisa feita em conjunto com o governo do estado para atender uma reivindicação do vereador Mauro Ignácio e não é uma necessidade premente da cidade”, afirmou o prefeito em entrevista à Gazeta do Povo.

“Eu, inclusive, tenho ido lá no fim de tarde e não está precisando fazer uma rotatória aérea para o Mauro Ignácio chegar mais cedo em casa ou para o Ratinho Jr chegar mais cedo em casa, porque o governador mora para aquela banda também”, continua Greca, citando o parlamentar de seu partido que encabeça o pedido da obra e o governador do estado. Hoje, nos horários de pico, o Viaduto do Orleans chega a receber até 3 mil veículos.

A revitalização pretende transformar o área em uma rotatória gigante sem semáforos, melhorando o trânsito entre os bairros dos dois lados da BR-277, além de facilitar o acesso à própria rodovia.

Para isso, duas novas transposições serão construídas no acesso de ambas as pistas da estrada, exigindo a revitalização viária dos cruzamentos da Rua Professor João Falarz e da Avenida Vereador Toaldo Túlio com a BR-277. Com o trânsito desviado para as novas transposições, a estrutura do atual viaduto vai virar uma travessia de pedestres e ciclistas, com possibilidade até de receber feiras livres.

“Vamos fazer o viaduto na proporção em que o governo do estado pague os projetos, porque é uma área ligada à BR-277, que diz respeito à engenharia econômico-financeira dos pedágios no Paraná”, explica Greca.

Na campanha eleitoral de 2016 e nos primeiros anos do mandato passado, Greca tratou a revitalização do viaduto como prioridade. Em vídeo ao lado do vereador Mauro Ignácio durante a campanha de 2016, Greca afirma que, se fosse eleito, iria fazer a obra logo no começo do mandato em 2017. “Claro que vamos fazer [a obra]. Já no começo da gestão vamos resolver esse gargalo de trânsito e unir Santa Felicidade e São Braz ao Orleans e Campo Comprido e à cidade. Curitiba é uma só e precisa de um vereador da tua qualidade”, disse o então candidato Greca no vídeo antes de abraçar Mauro Ignácio.

Já como prefeito, em agosto de 2017 Greca voltou a ressaltar em sua conta no Facebook a importância da obra. “O novo viaduto é um sonho antigo da população em resolver o problema de comunicação entre os dois lados da rodovia”, postou o prefeito. O que foi reforçado um ano depois em outro post de julho de 2018. “Essa obra é mais uma promessa de campanha que começo a cumprir para atender ao antigo sonho da população em solucionar o gargalo de tráfego que existe na região”, afirmou o prefeito à época.

"Obra não é para mim", diz vereador
O vereador Mauro Ignácio (DEM), que é apoiador da administração Greca na Câmara, afirma que há oito anos solicita a obra no viaduto, desde a gestão de Gustavo Fruet (PDT) na prefeitura. “Não é uma reivindicação minha. É da população. Curitiba passa pelo Viaduto do Orleans, que é uma estrutura antiga, de mais de 50 anos, que não comporta o trânsito atual”, alega Mauro Ignácio.

“Essa obra não é porque eu e o governador Ratinho Jr moramos na região. Aquela região está crescendo muito, inclusive com projeto de um hospital na antiga fábrica do Café Damasco e com possibilidade de a rodoviária ir para aquela área. Por isso o ideal seria se antecipar e preparar o viaduto para isso também”, reforça o vereador.

Mês passado, Mauro Ignácio cobrou publicamente do prefeito o início da obra também pelo Facebook. “Reitero formalmente ao prefeito Rafael Greca pedido de prioridade e celeridade nessa tramitação”, postou o vereador em 6 de janeiro após encontro com o governador. No que foi rebatido por Greca. “Um projeto de engenharia obedece prazos de cálculo estrutural. Não é questão de formalidade política. Não depende de mim. Já fiz o que deveria ser feito”, respondeu o prefeito nos comentários do próprio post do vereador.

Também em janeiro, ao pedir novamente prioridade na reforma do viaduto, o vereador recebeu ofício do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), responsável por elaborar o projeto da obra, dizendo:
"Esclarecemos que essa é uma das prioritárias da prefeitura municipal de Curitiba".

Quando a obra começa?
Ao anunciar a revitalização em 2017, Greca chegou a dizer que a revitalização do viaduto começaria já em 2018. "Obra para 2018 porque o mundo real é mais lento que o Facebook", postou Greca em julho de 2017. Porém, questões burocráticas em relação à participação do estado adiaram os planos. Nesse período, inclusive, houve troca de governador, com Cida Borghetti passando o cargo a Ratinho Jr.

Somente em agosto de 2020, três anos após o anúncio da obra, o acordo entre prefeitura e governo do estado foi assinado. Pelo convênio, o governo vai bancar maior parte do R$ 1,2 milhão do projeto executivo do Viaduto do Orleans.

O projeto é de responsabilidade da prefeitura, através do Ippuc, mas ainda não foi licitado. O Ippuc já enviou ao governo do estado os estudos geométricos e termos de referência para elaboração do projeto. Por sua vez, o governo tem que repassar essas informações às concessionárias de pedágio que atuam naquele trecho da BR-277. Só quando receber a resposta dessas informações é que o Ippuc poderá elaborar o edital do projeto.

O prazo inicial para conclusão do projeto executivo dentro do convênio era de 18 meses, mas foi prorrogado para 24 meses. Dessa forma, a previsão é de que fique pronto em agosto de 2022. Somente com o projeto pronto será feita nova licitação para contratação da empreiteira que vai executar de fato a obra. O custo total da revitalização do Viaduto do Orleans é de R$ 30 milhões.



Se ainda está na etapa do estado mandar pra concessionária (que não deveria precisar, não é a concessionária que vai fazer, mais 10 meses e a Rodonorte nem estará mais administrando a rodovia), pra ela responder o governo do estado, pro governo responder a prefeitura e liberar o 1,2 milhão, pra então ELABORAREM O EDITAL da licitação do PROJETO... quantos meses pra montal um edital? mais os prazos da licitação?

Essa previsão de projeto pronto em agosto do ano que vem já tá errada. Entendi os 18 meses como sendo pra fazer o projeto, quando já tiver licitado, definido quem vai fazer o projeto.

Depois tem que fazer o edital da licitação da execução, prazos da licitação etc

Desse jeito não tem obra disso aí na gestão que tá começando agora.
 
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