SkyscraperCity banner

21481 - 21500 of 21522 Posts

·
Registered
Joined
·
18,210 Posts
Esse greca é um fanfarrão
To entrando no team [email protected]

minha tia de 90 anos ficou duas horas e meia na fila do barigui pra ser vacinada. Incompetência total. Isso que, como disse o squibb, nao tem quase ng nessa faixa etaria. Calcule qdo chegar nos 65
 

·
Registered
Joined
·
474 Posts
Veja como será o novo Museu de História Natural, integrado ao Jardim Botânico



Curitiba vai ter mais um cartão postal integrado ao já mundialmente conhecido Jardim Botânico. O novo Museu de História Natural da capital paranaense tem estudo preliminar pronto e a licitação para o projeto executivo deve sair em cerca de 45 dias.

O primeiro conceito do Museu é fruto da parceria entre os arquitetos Fernando Canalli e Guilherme Klock, ambos funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. “Esse encontro de gerações está sendo muito rico para nós dois. O Guilherme já estava familiarizado com o tema. Museus de História Natural foi o assunto do TCC dele”, afirma Canalli.

O novo Museu terá cerca de 60.000 metros quadrados e a ideia dos arquitetos é integrá-lo à paisagem natural do local. Para esse efeito, boa parte da construção será coberta por vegetação. Do prédio, que será construído em concreto pré-moldado, será possível ver o pôr-do-sol e o bosque do Jardim Botânico. Segundo Canalli, “a natureza é quem se encarrega de fazer o esforço estético. É como se o museu repousasse no meio do bosque”. Os arquitetos contam que o trabalho de observação foi fundamental para a elaboração do conceito do Museu. “Todo projeto precisa atender a três pilares fundamentais da arquitetura: técnica, plástica e função. Nenhum pode prescindir do outro,” ressaltou.

A escolha do concreto pré-moldado foi feita justamente para atender ao pilar da técnica, já que o material é eficiente no controle de luz e temperatura. Por causa da necessidade do acervo desse controle, o prédio será construído no subsolo, onde os pesquisadores vão poder manipular o acervo com mais liberdade. Outra novidade é que o trabalho dos pesquisadores, fundamentais para a manutenção e enriquecimento do acervo do Museu, agora estará visível ao público. “O acervo de um museu de história natural é muito dinâmico e a pesquisa aparente vai aproximar o público dos pesquisadores, que hoje fogem da visão das pessoas. Os pesquisadores do museu sempre estiveram incógnitos,” explica Guilherme Klock.

A concepção do projeto começou ainda em 2017 e os estudos preliminares foram apresentados para os pesquisadores da Universidade Federal do Paraná em janeiro de 2020. Na época o reitor da Universidade Federal do Paraná, Ricardo Fonseca, classificou o projeto como “um presente para a cidade e para a universidade”. A UFPR é parceira do Museu de História Natural. O Museu vai continuar sendo um Centro de Educação Ambiental importante para Curitiba.

A entrada do Novo Museu será ao lado do Bosque e estará visível para quem passar pela Linha Verde. Canalli explica que o Jardim Botânico passará a ter duas frentes. “O Museu vai funcionar como um gatilho agregador e que vai ativar o tecido urbano daquela região”, finalizou.

Até que a obra saia do papel, a área destinada ao museu está sendo utilizada, desde o último dia 3, como estacionamento regulamentado - obrigatório uso do EstaR - com vagas para 225 veículos de passeio e 7 ônibus de turismo. Após um período de adaptação, nesta semana começou a cobrança pelo uso das vagas por até duas horas.







Leia mais em: Como será o museu de História Natural do Jardim Botânico de Curitiba
Via Gazeta do Povo
 

·
Registered
Joined
·
20 Posts
Veja como será o novo Museu de História Natural, integrado ao Jardim Botânico



Curitiba vai ter mais um cartão postal integrado ao já mundialmente conhecido Jardim Botânico. O novo Museu de História Natural da capital paranaense tem estudo preliminar pronto e a licitação para o projeto executivo deve sair em cerca de 45 dias.

O primeiro conceito do Museu é fruto da parceria entre os arquitetos Fernando Canalli e Guilherme Klock, ambos funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. “Esse encontro de gerações está sendo muito rico para nós dois. O Guilherme já estava familiarizado com o tema. Museus de História Natural foi o assunto do TCC dele”, afirma Canalli.

O novo Museu terá cerca de 60.000 metros quadrados e a ideia dos arquitetos é integrá-lo à paisagem natural do local. Para esse efeito, boa parte da construção será coberta por vegetação. Do prédio, que será construído em concreto pré-moldado, será possível ver o pôr-do-sol e o bosque do Jardim Botânico. Segundo Canalli, “a natureza é quem se encarrega de fazer o esforço estético. É como se o museu repousasse no meio do bosque”. Os arquitetos contam que o trabalho de observação foi fundamental para a elaboração do conceito do Museu. “Todo projeto precisa atender a três pilares fundamentais da arquitetura: técnica, plástica e função. Nenhum pode prescindir do outro,” ressaltou.

A escolha do concreto pré-moldado foi feita justamente para atender ao pilar da técnica, já que o material é eficiente no controle de luz e temperatura. Por causa da necessidade do acervo desse controle, o prédio será construído no subsolo, onde os pesquisadores vão poder manipular o acervo com mais liberdade. Outra novidade é que o trabalho dos pesquisadores, fundamentais para a manutenção e enriquecimento do acervo do Museu, agora estará visível ao público. “O acervo de um museu de história natural é muito dinâmico e a pesquisa aparente vai aproximar o público dos pesquisadores, que hoje fogem da visão das pessoas. Os pesquisadores do museu sempre estiveram incógnitos,” explica Guilherme Klock.

A concepção do projeto começou ainda em 2017 e os estudos preliminares foram apresentados para os pesquisadores da Universidade Federal do Paraná em janeiro de 2020. Na época o reitor da Universidade Federal do Paraná, Ricardo Fonseca, classificou o projeto como “um presente para a cidade e para a universidade”. A UFPR é parceira do Museu de História Natural. O Museu vai continuar sendo um Centro de Educação Ambiental importante para Curitiba.

A entrada do Novo Museu será ao lado do Bosque e estará visível para quem passar pela Linha Verde. Canalli explica que o Jardim Botânico passará a ter duas frentes. “O Museu vai funcionar como um gatilho agregador e que vai ativar o tecido urbano daquela região”, finalizou.

Até que a obra saia do papel, a área destinada ao museu está sendo utilizada, desde o último dia 3, como estacionamento regulamentado - obrigatório uso do EstaR - com vagas para 225 veículos de passeio e 7 ônibus de turismo. Após um período de adaptação, nesta semana começou a cobrança pelo uso das vagas por até duas horas.







Leia mais em: Como será o museu de História Natural do Jardim Botânico de Curitiba
Via Gazeta do Povo
Projetos deste porte devem ser feitos com concurso aberto de arquitetura. E uma banca de arquitetos e especialistas locais. So assim Curitiba vai voltar a ser vanguarda nessa área. Enquanto continuarmos tendo projetos feitos por “protegidos” de políticos continuaremos construindo mais do mesmo. Com estética e conceitos la dos anos 90. Ou pior. Cópias de outros projetos.

Academia de ciências da California. Renzo Piano
1095549
 

·
Registered
Joined
·
18,210 Posts
2 anos de atraso pra entregar uma trincheira. Isso é surreal.
Engraçado que a rodonorte fez em viaduto em pirai do sul em 10 meses, iniciando no meio da pandemia e entregando bem antes do prazo.

Prefeitura só sabe dar desculpa esfarrapada
 

·
Registered
Joined
·
1,153 Posts
Engraçado que a rodonorte fez em viaduto em pirai do sul em 10 meses, iniciando no meio da pandemia e entregando bem antes do prazo.

Prefeitura só sabe dar desculpa esfarrapada
Em todos os decretos (nacional, estadual e estadual) a construção civil esteve classificada como "atividade essencial". Desde o primeiro dia da pandemia.
 

·
Registered
Joined
·
1,153 Posts
Esse greca é um fanfarrão
To entrando no team [email protected]
Estou cada vez mais no team [email protected]

Não quero ser repetitivo, mas: Greca foi muito bom para o que a cidade precisava no quadriênio 2017-2020. Fez o ajuste fiscal para acertar as contas que o Ducci/Fruet arrebentaram, retomou o capricho na cidade para apagar a porquice do Fruet na gestão urbana e fez diversas pequenas obras que foram importantes.

Agora, para um projeto de futuro, de obras estruturantes e corajosos, está se mostrando um grande fracasso.
 

·
Registered
Joined
·
18,210 Posts
essa história do viaduto da toaldo tulio pra mim foi a gota d'água. pior que se analisarmos a trajetória política do greca, esse tipo de comportamento dele foi bem frequente.
qdo nao é prefeito é: se tá difícil deixa que eu faço, é o gordinho simpático que ama tudo e todos. qdo não consegue fazer algo, fica terceirizando a responsabilidade, botando a culpa nos outros, dizendo que tal coisa é só pra beneficiar fulano, fazendo acusações levianas.

o que o ratinho morar em santa felicidade tem q ver com isso? de certo só o ratinho mora praqueles lados. aí ele foi lá no cruzamento, em plena pandemia, sem aulas, e através deste estudo muito aprofundado, concluiu que a obra não é necessária. pelamordedeus.
 

·
Registered
Joined
·
8,089 Posts
Quem puder votar em Curitiba e nas outras brasileiras, Gramado e Camboriú eu agradeço.

Thread Cone Sul
 
  • Like
Reactions: MadeinPG

·
Registered
Joined
·
2,312 Posts
Isso é uma palhaçada descomunal !!!!
Brasileiro novamente sendo feito de trouxa....
Tomara que entrem com centenas de processos coletivos e ganhem !!!
Mas claro né, quem paga a conta não é a meio falida e desorganizada UFPR, nem os cabeças de melancia que estavam “no comando” do processo seletivo.
A Toba, quando chegar, vai ser rateada por nós, os otarios contribuintes.
 

·
Registered
Joined
·
325 Posts
Casa que é símbolo da arquitetura moderna no litoral paranaense é revitalizada

| Foto: Divulgação

Um projeto singular, uma vista deslumbrante e o desafio de revitalizar um dos imóveis listados entre os ícones da arquitetura moderna no litoral do Paraná. A partir dessas premissas, a arquiteta Elaine Zanon e a designer de interiores Claudia Machado, da Arquitetare, atenderam ao pedido do atual proprietário da casa Guido Weber, também conhecida como Casa da Pedra, localizada em Caiobá, visando a ampliação do número de dormitórios e a maior acessibilidade do imóvel.

“É uma família com três filhos, além dos netos. Então, o pedido foi de uma suíte para o casal, outra para cada um dos filhos e um quarto para os netos [o que fez com que a planta ganhasse mais dois dormitórios quando comparada à original]. O acesso social à casa, que antes era feito por dentro da garagem, agora se dá por uma nova escada escultural em concreto armado autoportante. Também foi instalado um elevador todo em vidro, para que se aproveite a vista do mar”, conta Elaine.

Tal vista, aliás, é privilegiada, considerando o local único em que a casa foi construída: sobre as pedras da ponta da praia, no Morro do Boi, entre a Praia Mansa e o centro de Caiobá.


Casa ganhou um elevador e uma piscina com lateral em vidro, valorizando a vista para o mar.| Eduardo Macarios

A construção data de 1965, com projeto assinado pelo escritório Forte Gandolfi, dos arquitetos Luiz Forte Netto e José Maria Gandolfi que, à época e ainda hoje, figuram entre os grandes nomes da arquitetura paranaense e brasileira. Modernos, com forte influência do brutalismo paulista, uma vez que ambos são formados pela Universidade Mackenzie e migraram de São Paulo para Curitiba nos anos 1960, eles projetaram a residência em concreto e a assentaram sobre grandes pilares incrustados nas rochas, que sustentam dois pórticos que, por sua vez, suspendem a laje da cobertura.


A grande varanda voltada para o mar, que recebeu guarda-corpo em vidro, proporciona momentos de lazer para a família e seus convidados.| Eduardo Macarios

“O sistema construtivo da casa é superousado até para os dias de hoje. Quando fomos chamadas para fazer esse projeto tivemos um cuidado grande de preservação do projeto original, que é um ícone da arquitetura modernista paranaense, mesmo o cliente nos dando carta branca. A madeira, o branco e o vidro foram importantes para valorizar a presença da vista, o mar. Então, não colocamos nenhum detalhe que pudesse competir com essa visão que se tem do mar a partir do interior da casa”, ressalta a arquiteta.


O branco da arquitetura se repete no interior, proporcionando conforto sem interferir na vista.| Eduardo Macarios

Assim, as grandes esquadrias foram trocadas por modelos que permitem a total abertura das janelas, transformando a área social integrada em uma grande varanda para o mar. Os poucos acréscimos ao projeto original decorrem dos avanços em relação à legislação e também do desejo de proporcionar ainda mais conforto e lazer à família e seus convidados nos períodos em que frequentam a residência.

Entram aí, por exemplo, o guarda-corpo instalado na fachada voltada para o mar. ”Para manter a 'limpeza' da arquitetura, trabalhamos toda a extensão da casa com parapeitos de vidro extra clear, que tem 100% visibilidade e não reflete a luz”, conta Elaine. A varanda ganhou, ainda, uma piscina com lateral em vidro, que permite a quem se banha ver o mar até de dentro d'água.

Arquitetura minimalista
A ampliação do número de quartos não aumentou a área da residência, de cerca de 395 m², mas demandou o remanejamento de algumas paredes internas. “Isso foi feito por meio dos painéis ripados, que já eram um detalhe da casa e foram refeitos”, lembra Elaine. Mantendo a mesma linguagem, externamente os dormitórios também ganharam brises em madeira, como forma de garantir mais privacidade aos ambientes.


No interior, o estilo minimalista traz móveis em tons neutros, como a poltrona Mole, assinada por Sergio Rodrigues, da década de 1960.| Eduardo Macarios

O projeto luminotécnico foi atualizado com a utilização de perfis de LED, mais eficientes energeticamente. Já o de interiores, em estilo minimalista, destaca o branco da arquitetura, com pontos de cor apenas nas obras de arte, em especial as do artista paranaense Carlos Eduardo Zimmermann, e traz móveis em tons neutros, pensados para proporcionar conforto a quem desfruta da residência sem que interfiram na vista. Entre eles, o destaque fica para a poltrona Mole, assinada por Sergio Rodrigues, também na década de 1960.

“É uma poltrona que conversa com a arquitetura da casa. A proposta da Casa da Pedra é que ela permaneça como um dos grandes cartões-postais do nosso litoral e traga toda essa valorização da arquitetura modernista, tão importante na história da arquitetura paranaense”, finaliza Elaine.

Leia mais em: Casa símbolo da arquitetura moderna no litoral paranaense é revitalizada
Copyright © 2021, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.
 

·
Registered
Morro do Querosene
Joined
·
16,370 Posts
Gente, as ruas do entorno do mercado municipal viraram um depósito de desabrigados ou cracudos, não sei qual é a daquele povo. Cheiro muito forte de dejetos e um aspecto de "San Francisco" naquela parte de Curitiba, não é possível que continue se permitindo esse comportamento, há um limite entre o respeito aos direitos daquelas pessoas e ao direito dos demais, principalmente os que moram nas imediações.
 

·
Registered
Joined
·
325 Posts
Ainda sobre o litoral, achei esse vídeo de Caiobá de semana passada. Créditos a Cesar Moacir Alves no Youtube














-
Pra ficar mais organizado separei os prints com as obras. Alguns endereços não batem, deixei como estava escrito nos sites das construtoras:

Pontamar | Golpar Construtora
Avenida Atlântica, 64 - Caiobá



Infinity | Golpar Construtora
Avenida Atlântica, 133 - Caiobá





??? | Golpar Construtora
Esquina da Avenida Atlântica com a Rua Andirá - Caiobá


Ilhas Cayman | HJ Construtora
Esquina da Avenida Atlântica com a Rua Cambará - Caiobá

 
21481 - 21500 of 21522 Posts
Top