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PAPITO
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De repente a geração de energia de hidroelétrica e termoelétrica não aparecem mais por aqui.
O Operador Nacional do Sistema - ONS parou de divulgar a geração hidreletrica/térmica desde outubro de 2019. Só tem atualizado as gerações eólica/solar, que estão crescendo muito na matriz energética brasileira.
 

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NE BATE RECORDE DE PRODUÇÃO DE ENERGIA EÓLICA EM AGOSTO
NE BATE RECORDE DE PRODUÇÃO DE ENERGIA EÓLICA EM AGOSTO

O Nordeste bateu novo recorde de produção de energia eólica no mês de agosto. De acordo com informações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a energia produzida na região seria suficiente para atender 93,8% da demanda do Nordeste durante 30 dias. Os fortes ventos de agosto foram suficientes para atender quase toda a demanda energética da região, e ventos da Bahia mostraram força mais uma vez. O estado ocupa a vice-liderança na geração de energia eólica do país.
Nos primeiros meses deste ano, a Bahia gerou 31% de toda a energia eólica do país e assumiu a liderança do segmento de energias renováveis, ultrapassando o Rio Grande do Norte na geração de energia eólica. De acordo com o G1, informações do ONS apontam que a Bahia e o Rio Grande do Norte estão sempre disputando o topo e a diferença de produção entre elas é mínima. Em toda a Bahia são 171 parques eólicos em operação e mais de 1.300 aerogeradores instalados.

 

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PAPITO
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Estados arrecadam menos R$ 16 bilhões no 1º semestre de 2020
Apenas 6 Estados tiveram aumento
Ceará com queda mais acentuada
Baque pior que das crises de 2008 e 2015
Ao todo, foram R$ 16,4 bilhões a menos que entraram nos cofres públicos estaduais. Apenas 6 Estados tiveram saldo positivo

Os Estados brasileiros registraram queda na arrecadação no 1º semestre de 2020, ao se comparar com o mesmo período de 2019. Ao todo, foram R$ 16,4 bilhões a menos que entraram nos cofres públicos estaduais. Apenas 6 Estados tiveram saldo positivo.
O levantamento feito pela Folha de S. Paulo e divulgado nesta 2ª feira (3.ago.2020) mostra que, em impostos, taxas e contribuições, os Estados arrecadaram R$ 251 bilhões de janeiro a junho de 2020. No mesmo período de 2019, o valor foi de R$ 267,6 bilhões, em valores corrigidos pela inflação. Uma queda geral de 6%.

O Ceará foi o Estado com queda mais acentuada: 16,5%. Depois, seguem Rio Grande do Norte (15,1%), Paraná (10,5%), Rio de Janeiro (8,7%), Pernambuco (7,2%) e São Paulo e Minas Gerais, ambos com 6,8%. Na contramão, Mato Grosso teve alta de 15,2% e Amapá de 9%. Também registraram alta Tocantins (3,9%), Amapá (2,2%), Mato Grosso do Sul (1,5%) e Pará (0,4%).
Especialistas ouvidos pela Folha explicaram que o baque é pior do que o registrado nas crises de 2008 e 2015. Ao se comprar os primeiros semestres de 2014 e 1015, por exemplo, a queda foi de R$ 14,6 bilhões, em valores atuais. Juliana Damasceno, pesquisadora do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) explicou que “os Estados seguem sofrendo bastante com a dinâmica de suas receitas próprias, dado que o isolamento social afetou diretamente a arrecadação de ICMS, principal tributo estadual“.

A queda na arrecadação se somou a problemas financeiros que Estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul já enfrentavam antes da crise causada pelo novo coronavírus. O Rio Grande do Sul não vai mais conseguir atingir a meta de terminar 2020 sem déficit. “Ainda assim, foi importante ter entrado na crise com as despesas congeladas. Caso contrário, nossa situação seria muito pior”, disse o secretário estadual da Fazenda, Marco Aurélio Cardoso.
São Paulo, Estado com maior arrecadação própria do Brasil, teve perda de R$ 6,6 bilhões. O governo estadual estima que São Paulo deve fechar 2020 com uma queda de receita de R$ 18 bilhões (10% ao se comparar com 2019). Henrique Meirelles, secretário da Fazenda de São Paulo, analisou que, ainda assim, a situação do Estado não é tão preocupante. “Ao contrário de outros Estados que enfrentam uma situação mais difícil, vamos fechar o ano com caixa equilibrado“, disse. Isso por conta da rolagem da dívida estadual e do valor que São Paulo vai receber do pacote de auxílio aos Estados.
A medida de ajuda aos Estados foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 27 de maio. O pacote de socorro suspende as dívidas dos entes federativos com a União e bancos públicos. Em troca, os servidores públicos ficarão sem reajustes até dezembro de 2021. Os Estados e municípios também renunciaram a ações judiciais contra a União.
Porém, ainda que alivia as contas estaduais, o benefício não cobre mais que 40% da perda da arrecadação, segundo dados da Secretaria da Fazenda de São Paulo..

VARIAÇÃO EM % NA ARRECADAÇÃO DO 1º SEMESTRE DE 2020 FRENTE AO MESMO PERÍODO DE 2019:
  • São Paulo: -6,8%
  • Rio de Janeiro: -8,7%
  • Minas Gerais: -6,8%
  • Espírito Santo: -6,30%
  • Bahia: -5,8%
  • Sergipe: -14,3%
  • Alagoas: -1,8%
  • Pernambuco: -7,2%
  • Paraíba: -4,7%
  • Rio Grande do Norte: -15,1%
  • Ceará: -16,5%
  • Piauí: -2%
  • Maranhão: -5,4%
  • Pará: +0,4%
  • Tocantins: +3,9%
  • Amazonas: +2,2%
  • Roraima: -6%
  • Rondônia: -2,1%
  • Acre: -5,5%
  • Amapá: +9%
  • Mato Grosso: +15,2%
  • Mato Grosso do Sul: +1,5%
  • Goiás: -6,8%
  • Distrito Federal: -0,7%
  • Paraná: -10,5%
  • Santa Catarina: -6,10%
  • Rio Grande do Sul: -5,7%
 

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Que baque para os Estados...
 

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Banco do Nordeste desembolsa R$ 18,6 bi no semestre
No FNE Emergencial, foram liberados R$ 788,9 milhões, distribuídos em 10.377 operações de crédito

Foto: divulgação BNB

Foto: divulgação BNB

O Banco do Nordeste fechou o primeiro semestre de 2020 com um desembolso de R$ 18,36 bilhões, realizando 2,4 milhões de operações de crédito. No FNE Emergencial, foram aplicados R$ 788,9 milhões. Essa linha de crédito foi criada para enfrentar os efeitos econômicos da pandemia de Covid-19.
Nesta modalidade, o tomador paga juros 2,5% ao ano. Empreendedores individuais (MEIs), cooperativas e empresas de diferentes portes localizadas em municípios em situação de emergência contrataram 10.377 operações no FNE Emergencial.
Segundo o presidente do BNB, Romildo Rolim, o banco encerrou o primeiro semestre de 2020 com lucro líquido acumulado de R$ 332,5 milhões.”Quando se considera o lucro líquido recorrente, esse resultado se eleva para R$ 538,7 milhões, representando incremento de R$ 54,2 milhões em relação ao mesmo período do ano passado, que alcançou R$ 484,6 milhões”, acrescentou.

 
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