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Municípios da Bahia com licenciamentos entre 10 e 29 mil.

Valença...................27.851
Candeias.................27.503
Senhor do Bonfim...26.493
Itaberaba.................24.485
C. do Coité..............24.370
Bom J. da Lapa.......23.920
Dias D'ávila.............23.559
Itamaraju.................22.239
Itapetinga................20.835
Seabra....................20.434
Santo Estevão........18.801
Livramento de N.S..18.409
Caetité....................18.151
Ipirá.........................17.821
Campo Formoso.....17.226
Ribeira do Pombal...16.901
Catu.........................16.810
Ipiaú.........................15.191
Capim Grosso..........15.153
Euclides da Cunha...14.472
Jaguaquara..............14.257
Poções.....................14.064
Casa Nova...............14.129
Santa M. da Vitoria...13.981
Macaúbas.................12.925
Amargosa.................12.137
Conc. do Jacuípe......12.106
Mata de S. João........11.544
Tucano.......................11.402
Santo Amaro..............11.201
Pojuca........................11.000
Gandu........................10.620
Riachão do Jacuípe...10.497
Rio Real.....................10.358
Ibotirama....................10.422
 

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FÓRUM QUER EXPANDIR AGRICULTURA FAMILIAR NE


FÓRUM QUER EXPANDIR AGRICULTURA FAMILIAR NE
admin 18 Agosto, 2020
O Fórum dos Gestores e Gestoras da Agricultura Familiar do Nordeste lança, nesta quarta-feira (19), o Programa de Alimentos Saudáveis do Nordeste (PAS/NE) e o Sistema de Informação Regional da Agricultura Familiar (SIRAF/NE), duas ações que visam fortalecer o cooperativismo e o associativismo da agricultura familiar. O evento, com a participação de governadores dos estados do Nordeste, terá transmissão ao vivo no canal Fórum dos Gestores e Gestoras da Agricultura Familiar do Nordeste, no Youtube, às 16h.

O PAS/NE é uma estratégia do Fórum com o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, com a finalidade de fortalecer e expandir a agricultura familiar, construída em diálogo com os movimentos sociais e a sociedade civil organizada. A implantação do programa está ocorrendo de forma progressiva, a partir das diferentes possibilidades dos governos estaduais, mas cada avanço é compartilhado no ambiente do Fórum, permitindo que sejam replicados, de forma colaborativa.

Já o SIRAF/NE é um portal regional que sistematizará a oferta dos produtos da agricultura familiar existentes na região Nordeste. Além de facilitar o acesso e qualificar as informações de mercado, agilizando os processos de compras governamentais e abrindo novos canais de comercialização com o setor privado, contribuirá com o fortalecimento das cooperativas e associações da agricultura familiar, que serão responsáveis pela alimentação da base de dados, dando visibilidade à diversidade dos seus produtos e ao volume de sua produção.

O evento também terá a participação dos secretários estaduais responsáveis por essas políticas, a exemplo do secretário de Desenvolvimento Rural da Bahia, Josias Gomes, de técnicos e dirigentes dos governos estaduais, lideranças e assessores dos movimentos sociais e organismos internacionais.

 

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Na Suíça Sertaneja
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Municípios da Bahia com licenciamentos entre 10 e 29 mil.

Valença...................27.851
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Pojuca........................11.000
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Riachão do Jacuípe...10.497
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Meio baixa essa quantidade de automóveis em Bonfim. Achava que tivesse pelo menos uns trinta e pouco mil.
 

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EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO DE PERNAMBUCO​
1900​
1.178.150​
1920​
2.154.835​
1940​
2.681.032​
1950​
3.395.099​
1960​
4.095.379​
1970​
5.160.640​
1980​
6.141.993​
1991​
7.127.855​
2000​
7.918.344​
2010​
8.796.448​
2018​
9.496.294​
2019​
9.557.071​
2020​
9.617.072​
2021​
9.675.249​
2025​
10.074.704​
2030​
10.394.268​
2035​
10.793.723​
2040​
11.193.178​
2045​
11.592.633​
2050​
11.992.088​
2055​
12.391.543​
2060​
12.790.998​

IBGE​
Minha nossa senhora! Vamos nos tornar uma civilização de idosos antes de estarmos desenvolvidos. Será o caos! Quem vai sustentar tanto velho? Corram para as colinas!!
 

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Eu acho que o Corona foi feito pra isso, pra exterminar a carga excessiva de aposentados dos países. 😂😂
 

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IBGE: consumo de adoçantes, aves e sanduíches foram os que mais cresceram no Nordeste
Considerando os 101 produtos investigados, o percentual de pessoas que consumiram carne bovina foi o que mais caiu

Foto: Reprodução/TV Fronteira

Foto: Reprodução/TV Fronteira

Um levantamento divulgado nesta sexta-feira (21) pelo IBGE revelou que nos últimos dez anos os quatro alimentos mais populares do Nordeste se mantiveram os mesmos.
O café, consumido por 80,5% da população de 10 anos ou mais de idade na região; o arroz, consumido por 80,0%; o feijão, por 57,3%; e o pão de sal, por 44,2%.
Contudo, de 2008 a 2018, todos eles perderam participação no consumo da população nordestina. Dentre os líderes na região, o pão de sal teve a maior queda. Em 2008-2009, era consumido por 55,0% das pessoas no Nordeste, indo a 44,2% em 2017-2018, um recuo de 10,8 pontos percentuais. Foi a segunda maior perda de participação dentre todos os 101 alimentos investigados na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE.
O feijão veio em seguida, com a terceira maior redução entre todos os alimentos, caindo de uma frequência de consumo de 67,1% para 57,3% da população do Nordeste (-9,8 pontos percentuais), entre 2008 e 2018. Já o café teve queda de 3 pontos percentuais (de 83,5% para 80,5%), e o arroz teve uma leve variação negativa no consumo, de 80,3% para 80,0% da população nordestina, entre 2008 e 2018.
Considerando todos os 101 alimentos investigados, o percentual de pessoas que consumiram carne bovina foi o que mais caiu entre os moradores do Nordeste.
Em 2008-2009, 44,4% da população da região havia ingerido carne bovina no período de pesquisa da POF. Dez anos depois, o percentual havia recuado para 33,5% (-10,9 ponto percentuais). Essa mudança fez a carne passar de 5º para 8º alimento com maior número de consumidores no Nordeste, entre 2008 e 2018.
No outro extremo, os alimentos que viram seu número de consumidores crescer mais na região foram, respectivamente, os adoçantes, as aves e os sanduíches.
Em 2008-2009, os adoçantes praticamente não eram consumidos no Nordeste. Arredondando, 0,0% da população de 10 anos ou mais de idade na região havia ingerido o produto no período de coleta da POF. Em 2017-2018, esse número de consumidores cresceu e chegou a significativos 8,2% da população, a segunda maior percentagem entre as regiões, perdendo apenas para o Sudeste, onde 1 em cada 10 pessoas (10,2%) consumiu adoçantes em 2017-2018.
Assim, entre 2008 e 2018, no Nordeste, os adoçantes passaram da última colocação entre os 101 alimentos investigados pelo IBGE para a 25ªa.
O percentual de pessoas que consumiram aves também aumentou de forma significativa no Nordeste, de 29,7% em 2008-2009 para 37,4% em 2017-2018, maior percentual entre as cinco grandes regiões brasileiras. Nesse intervalo de tempo, as aves passaram de 8º para 6º alimento mais popular entre os nordestinos.
Os sanduíches aparecem em terceiro lugar entre os alimentos que mais ganharam consumidores no Nordeste. Em 2007-2008 eram consumidos por 4,4% das pessoas de 10 anos ou mais de idade na região (34ª posição entre os 101 alimentos pesquisados). Dez anos depois já eram consumidos por 1 em cada 10 nordestinos (11,2% da população), ficando como 18º alimento mais popular.
Comparando o perfil alimentar, o consumo de milho e preparações à base de milho foi mais citado pela população nordestina (por 25,8% das pessoas de 10 anos ou mais) do que no resto do país, onde variou entre 6,2% e 8,6%. O mesmo foi observado para o feijão verde/de corda, cujo consumo foi mais frequente no Nordeste, relatado por 13,5% da população, do que nas demais regiões, onde chegou a um máximo de 2,3% (no Norte).
Considerando a quantidade de alimento consumida por cada pessoa de 10 anos ou mais de idade, ou o consumo diário per capita, o café (151,9 litros/dia) e o arroz (138,0 gramas/dia) também lideravam no Nordeste, em 2017-2018. Os sucos vinham em terceiro lugar (136,9 l/dia per capita), seguidos pelo feijão (125,9 g/dia) e as aves (58,7 g/dia per capita, em média).
Já os alimentos que menos pessoas consumiram no Nordeste, em 2017-2018, foram o vinho, o chuchu e a couve. Cada um foi consumido por apenas 0,2% da população de 10 anos ou mais de idade na região, durante o período de coleta da POF.
Em relação a 2008-2009, nenhum deles mostrou diferença significativa em termos de frequência de consumo: naquele ano, 0,3% da população do Nordeste havia ingerido chuchu e couve e 0,1% havia bebido vinho.
O chuchu e a couve foram também os alimentos consumidos em menor quantidade por pessoa, no Nordeste, com um per capita de 0,1 g/dia, cada um, em 2017-2018.

 

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Nordeste puxa alta e Brasil tem aumento no número de homicídios no primeiro semestre
Nordeste puxa alta e Brasil tem aumento no número de homicídios no primeiro semestre

Foto: Bruno Fontes / TV Globo
Nem a quarentena imposta em diversas cidades do país impediu o crescimento do número de assassinatos registrados no Brasil de janeiro a junho deste ano. Houve um crescimento de 6%, se comparado ao mesmo período do ano passado, segundo os dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal, analisados pelo Monitor da Violência.


A ferramenta, criada pelo G1, analisa a evolução dos números de crimes violentos mês a mês, em uma parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Neste ano, essa análise mostrou que foram registradas 22.680 mortes violentas contra 21.357 no primeiro semestre de 2019, 1.323 ocorrências a mais.

A publicação destaca que essa alta de mortes interrompe a tendência de queda que vinha sendo registrada nos últimos anos, já que em 2018 e 2019 se registrou baixa nos índices de assassinatos. No ano passado, por exemplo, a queda chegou a ser de 19% e a situação no Nordeste, que puxava essa queda, se inverteu. Em 2020, só a região registrou aumento de 22,4% no número de mortes violentas, elevando o crescimento nos dados gerais do país. Entre os cinco estados que tiveram alta acima de 15%, quatro são nordestinos: Alagoas, Paraíba, Maranhão e Ceará, esse último com aumento de 102,3%, mais que o dobro do que registrou no ano anterior. Na contramão, as regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste registraram queda na comparação com os dados de 2019.

 

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PESQUISA DO IBGE MOSTRA QUE CAFÉ, ARROZ E FEIJÃO SÃO OS ALIMENTOS MAIS POPULARES NO NORDESTE
PESQUISA DO IBGE MOSTRA QUE CAFÉ, ARROZ E FEIJÃO SÃO OS ALIMENTOS MAIS POPULARES NO NORDESTE
admin 21 Agosto, 2020

Em 2008 e 2018, os quatro alimentos mais populares no Nordeste se mantiveram os mesmos: café, consumido por 80,5% da população de 10 anos ou mais de idade na região; arroz, consumido por 80,0%; feijão, por 57,3%; e pão de sal, por 44,2%. Nesses dez anos, porém, todos eles perderam participação no consumo da população nordestina.
Dentre os líderes na região, o pão de sal teve a maior queda. Em 2008-2009, era consumido por 55,0% das pessoas no Nordeste, indo a 44,2% em 2017-2018, um recuo de 10,8 pontos percentuais. Foi a segunda maior perda de participação dentre todos os 101 alimentos investigados na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE.
O feijão veio em seguida, com a terceira maior redução entre todos os alimentos, caindo de uma frequência de consumo de 67,1% para 57,3% da população do Nordeste (-9,8 pontos percentuais), entre 2008 e 2018. Já o café teve queda de 3 pontos percentuais (de 83,5% para 80,5%), e o arroz teve uma leve variação negativa no consumo, de 80,3% para 80,0% da população nordestina, entre 2008 e 2018.
Considerando todos os 101 alimentos investigados, o percentual de pessoas que consumiram carne bovina foi o que mais caiu entre os moradores do Nordeste. Em 2008-2009, 44,4% da população da região havia ingerido carne bovina no período de pesquisa da POF. Dez anos depois, o percentual havia recuado para 33,5% (-10,9 ponto percentuais). Essa mudança fez a carne passar de 5o para 8o alimento com maior número de consumidores no Nordeste, entre 2008 e 2018.
No outro extremo, os alimentos que viram seu número de consumidores crescer mais na região foram, respectivamente, os adoçantes, as aves e os sanduíches. Em 2008-2009, os adoçantes praticamente não eram consumidos no Nordeste. Arredondando, 0,0% da população de 10 anos ou mais de idade na região havia ingerido o produto no período de coleta da POF. Em 2017-2018, esse número de consumidores cresceu e chegou a significativos 8,2% da população, a segunda maior percentagem entre as regiões, perdendo apenas para o Sudeste, onde 1 em cada 10 pessoas (10,2%) consumiu adoçantes em 2017-2018.
Assim, entre 2008 e 2018, no Nordeste, os adoçantes passaram da última colocação entre os 101 alimentos investigados pelo IBGE para a 25a. O percentual de pessoas que consumiram aves também aumentou de forma significativa no Nordeste, de 29,7% em 2008-2009 para 37,4% em 2017-2018, maior percentual entre as cinco grandes regiões brasileiras. Nesse intervalo de tempo, as aves passaram de 8o para 6o alimento mais popular entre os nordestinos.
Os sanduíches aparecem em terceiro lugar entre os alimentos que mais ganharam consumidores no Nordeste. Em 2007-2008 eram consumidos por 4,4% das pessoas de 10 anos ou mais de idade na região (34a posição entre os 101 alimentos pesquisados). Dez anos depois já eram consumidos por 1 em cada 10 nordestinos (11,2% da população), ficando como 18o alimento mais popular.
Comparando o perfil alimentar, o consumo de milho e preparações à base de milho foi mais citado pela população nordestina (por 25,8% das pessoas de 10 anos ou mais) do que no resto do país, onde variou entre 6,2% e 8,6%. O mesmo foi observado para o feijão verde/de corda, cujo consumo foi mais frequente no Nordeste, relatado por 13,5% da população, do que nas demais regiões, onde chegou a um máximo de 2,3% (no Norte).
Considerando a quantidade de alimento consumida por cada pessoa de 10 anos ou mais de idade, ou o consumo diário per capita, o café (151,9 litros/dia) e o arroz (138,0 gramas/dia) também lideravam no Nordeste, em 2017-2018. Os sucos vinham em terceiro lugar (136,9 l/dia per capita), seguidos pelo feijão (125,9 g/dia) e as aves (58,7 g/dia per capita, em média).
Já os alimentos que menos pessoas consumiram no Nordeste, em 2017-2018, foram o vinho, o chuchu e a couve. Cada um foi consumido por apenas 0,2% da população de 10 anos ou mais de idade na região, durante o período de coleta da POF. Em relação a 2008-2009, nenhum deles mostrou diferença significativa em termos de frequência de consumo: naquele ano, 0,3% da população do Nordeste havia ingerido chuchu e couve e 0,1% havia bebido vinho. O chuchu e a couve foram também os alimentos consumidos em menor quantidade por pessoa, no Nordeste, com um per capita de 0,1 g/dia, cada um, em 2017-2018.

 

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E foram divulgados hoje pelo IBGE, a estimativa mais recente da população dos estados e municípios brasileiros.
E o Censo agora, só para depois de 2023, alegando-se falta de verbas para isso.
Segue a lista dos números das maiores cidades do intetior nordestino:

  • Feira de Santana: 619.609;
  • Campina Grande: 411.807;
  • Caruaru: 365.278;
  • Petrolina: 354.317;
  • Vitória da Conquista: 341.128;
  • Mossoró: 300.618;
  • Juazeiro do Norte: 276.264;
  • Imperatriz: 259.337;
  • Arapiraca: 233.047;
  • Sobral: 210.711.
 
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