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Belém - Pará
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Desenvolvimento e investimento industrial no estado do Pará.

Bem vindo ao Estado do Pará, o Estado que reune as melhores condições para atração de investimento no norte do Brasil.

Existem muitas razões para escolher o Pará. Entre elas estão: localização privilegiada em relação aos principais mercados globais; Infraestrutura para implantação de diversos empreendimentos e acesso multimodal.

O Estado Busca constantemente modernizar e tornar eficiente a gestão pública. Busca também qualificar a força de trabalho para atender a demanda de investimentos crescente nos próximos anos. O Estado receberá R$ 130 bilhões em investimentos até 2016.

Apresenta oportunidades em diversos setores entre estes se destacam: mineração, agronegócio, pecuária, pesca, biodiversidade, gemas e jóias, turismo, além de contar com um ambiente multicultural, povo hospitaleiro, rica gastronomia e natureza exuberante.

Possui clima equatorial amazônico agradável que favorece o desenvolvimento de diversas atividades produtivas, agricultura e pecuária.


O Estado do Pará é o segundo maior estado brasileiro em extensão territorial. Com suas riquezas naturais e seu imenso potencial hídrico alavanca a economia e o desenvolvimento do Brasil.

Área: 1,24 milhão de km2 (14,6% do território brasileiro)

População: 7.688.593 habitantes (dados Censo 2011)

Expectativa de Vida: 72 anos

Idioma: Português

PIB: R$ 88 bilhões em 2011

Estimativa da taxa de crescimento médio do PIB: De 2013-2016 é de 5%

O Comércio Exterior Paraense caracteriza-se como o 6º maior exportador do Brasil e o 2º maior saldo da Balança Comercial (2012);

Exportações: USD 14.795.448.748

Principais Destinos: China, Japão e Estados Unidos,

Importações: USD 1.370.432.626

Principais Fornecedores: Estados Unidos, Argentina e China.

EVOLUÇÃO DO PIB



EXPORTAÇÕES PARAENSES (2012)




LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGICA

Logística e Infraestrutura

O Estado do Pará, situado ao norte do Brasil na região da Amazônica, tem localização geográfica estratégica devido a sua proximidade com os mercados do Caribe, dos Estados Unidos e da Europa que podem ser facilmente acessados via marítima. O Estado com uma população de aproximadamente sete milhões e quinhentos mil pessoas, oferece mão de obra qualificada em vários setores da economia por meio de formação especializada em instituições de ensino superior e profissionalizante.

Com 144 municípios, o Pará possui riquezas naturais, grande potencial energético e investe fortemente no desenvolvimento industrial.



Mapa Logístico do estado do Pará




Com a ampliação do Canal do Panamá programada para o primeiro semestre de 2015 (Proporcionará a navegação de navios Cap Size em sua costa), o Estado terá a real possibilidade de se consolidar como a melhor rota comercial do Brasil junto ao principal mercado consumidor do mundo, a Ásia, como traduz a planilha abaixo:



RODOVIAS

O Estado possui uma extensa e estratégica malha rodoviária que liga a Amazônia ao restante do Brasil. Dentre as principais vias, destacamos:



HIDROVIAS - MAIS DE 20 MIL QUILÔMETROS DE RIOS NAVEGÁVEIS.

Este é o modal com maior potencial na região. No Estado do Pará é possível desenvolver a navegação interna por cinco hidrovias:

Hidrovia Tocantins – Navegável 10 meses por ano, porém com o derrocamento do Pedral do Lourenço proporcionará a plena navegabilidade num calado de três metros durante todo o ano para o devido e seguro transporte de passageiros e, sobretudo, de commodities minerais (Minério de Ferro) e agrícolas (Soja) e da produção industrial dos estados do Pará, Maranhão, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Bahia;

Teles Pires Tapajós – Esta potencializa o transporte de commodities em grãos e da produção industrial do Centro Oeste, com capacidade para escoar entre 10 e 15 milhões de toneladas de grãos pelos portos do Pará.

Capim Guamá – Potencializa o transporte de commodities e da produção industrial do Centro Oeste Paraense. O Governo do Estado do Pará, levando em consideração o valor estratégico da hidrovia Capim Guamá, tem desenvolvido programas voltados à ampliação da área agricultável, melhoria da infra-estrutura de armazenamento e de apoio à produção, bem como o aumento da oferta de insumos, serviços e mão-de-obra. Hoje, ainda com as jazidas minerais determinando o perfil econômico da hidrovia, observa-se a formação de relevantes pólos agropecuários, especialmente na região de Paragominas e Ulianópolis, capazes de ampliar sensivelmente os benefícios sócio-econômicos gerados pela hidrovia Capim Guamá.

Hidrovia do Xingu – A hidrovia do rio Xingu é considerada de fundamental importância para o desenvolvimento da região do Xingu, assim como para o incremento do comércio do estado do Pará, pois serve como via de escoamento de grande quantidade de combustível e carga geral (77 Mil Toneladas/Ano) que abastece as regiões adjacentes e populações ribeirinhas. A extensão total do rio Xingu é de cerca de 1.815 Km. No entanto, o trecho navegável restringe-se ao baixo Xingu que abrange o trecho compreendido entre sua foz e Belo Monte (Km 298).

FERROVIAS

Ferrovia Carajás

A Estrada de Ferro Carajás - EFC possui tem 892 km de extensão ligando os municípios de Parauapebas e Marabá no Pará e municípios de Açailândia, Santa Inês e São Luis no Maranhão. Voltada para o transporte de passageiros e ao atendimento dos projetos minerais da Empresa Vale na região do Carajás com destino ao porto de Itaqui, no Maranhão. A ferrovia passa por obra de expansão que consiste na duplicação de 625 km junto à linha principal e na modernização do sistema de sinalização ferroviária, telecomunicações e energia da EFC.

Norte Sul

Numa extensão de 457 km (Barcarena-PA a Açailandia-MA) voltada principalmente para o transporte de minério de ferro e outros metais e com licitação prevista para 2014, a ferrovia norte sul proporcionará uma redução significativa nos custos operacionais além de consolidar uma nova alternativa logística para a exportação das commodities e da produção industrial brasileira e da importação de máquinas, equipamentos e produtos acabados do exterior.



PORTOS E PRINCIPAIS PROJETOS PORTUÁRIOS



DISTRITOS INDUSTRIAIS - MAIS DE 33 MILHÕES DE M² DE ÁREA INDUSTRIAL



O Estado proporciona incentivos infraestruturais, físicos e sociais a projetos industriais de interesse econômico e social, neste sentido, destacamos:

Com investimentos significativos do Governo para criação e revitalização dos polos industriais nos municípios de Ananindeua, Icoaraci, Barcarena, Santarém e Marabá o Estado fomenta ainda mais seu crescimento industrial.

O Estado do Pará, com mais de 33 milhões de m² de área industrial, proporciona um ambiente empresarial e social que promove o desenvolvimento sustentável, amplia a industrialização, melhora a infraestrutura industrial, cria um ambiente de inovação, desenvolve a competitividade, incentiva a cultura de gestão ambiental (reutilização de resíduos) e a utilização da biotecnologia industrial e melhora os indicadores econômicos e sociais.

POTENCIAL HIDRELÉTRICO

A grande quantidade de rios e relevo com desníveis acentuados fazem do Pará o detentor do maior potencial hidrelétrico do país. Sexto maior produtor de energia elétrica do Brasil, o potencial hidrelétrico paraense está estimado em 50 gigawatts (um quinto do potencial nacional).

Através dos projetos de Belo Monte, Santa Isabel, Marabá e Tapajós, além de ampliação de Tucuruí, o Pará é considerado o Estado brasileiro com maior potencial hidrelétrico.

A hidrelétrica de Tucuruí, localizada a cerca de 300 km do sul de Belém, no rio Tocantins, serve de infraestrutura básica para a instalação de complexos industriais de mineração e outros, e ao mesmo tempo possibilitará a implantação de Projetos agropecuários e agroindustriais no Estado.

A hidrelétrica de Belo Monte é considerada estratégica e necessária, por garantir e manter o crescimento econômico e social previsto para os próximos anos.

A energia média produzida pela Usina Belo Monte terá capacidade para atender a 18 milhões de residências (60 milhões de pessoas), ou o correspondente a todo o consumo residencial de eletricidade na Argentina.

Com um potencial hidrelétrico de quase 50 gigawatts, em apenas dez anos, o Pará será considerado a segunda maior potencia instalada.

UNIVERSIDADES

As Universidades do Pará tem como compromisso promover a educação profissional e tecnológica em todos os níveis e modalidades por meio do ensino, pesquisa e extensão, para o desenvolvimento regional sustentável, valorizando a diversidade e a integração de informações.

Dessa forma, articulam ações que contribuem para o desenvolvimento e modernização do Estado, as quais, certamente, aceleram o ritmo de desenvolvimento social e econômico, formando cidadãos capazes de transformar a realidade social, tornando-se centro de excelência na produção acadêmica, científica, tecnológica e cultural, e na produção de conhecimento de valor para a sociedade.

As diversas universidades e os centros de treinamento do Estado proporcionam uma força de trabalho com qualificação diversificada.

Dentre as instituições de ensino superior o Pará possui 37 universidades, 154 escolas técnicas, 209 cursos de graduação e 14.883 formandos por ano.

O Pará se destaca como o Estado que mais concede bolsas de pós-graduação na região Norte do Brasil.

Abaixo está as principais universidades que oferecem mestrado, doutorado, Mestrado Profissional, Pós-doutorado e professor visitante do Programa Nacional Sênior (PVNS).





O SENAI PARÁ

O SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - é uma instituição de direito privado, mantido e administrado pela indústria. Presente em todos os Estados do Brasil, com atuação em rede, envolvendo 754 Centros de Educação Profissional em parceria com empresas, Centros de Educação Profissional, Centros Tecnológicos, Centros de Treinamento, Unidades Móveis e Kits de Ações Móveis.

No Pará, ao longo de cinco décadas, o SENAI contribui de forma decisiva para a formação profissional, inovação e transferência de tecnologia a fim de atender às demandas das atividades industriais. Atua através de suas 15 Unidades fixas, instaladas em regiões-polo, que são responsáveis pelo atendimento aos municípios localizados em sua área de abrangência e 6 Unidades Móveis climatizados e adequados para a realização das aulas.

Para responder aos grandes desafios do Estado, uma vasta lista de mais de 240 cursos é oferecida, nas seguintes áreas: alimentos, calçados, construção civil, joalheria, metal-mecânica, mineração, soldagem, automação industrial, confecções, eletroeletrônica, madeira e mobiliário, manutenção industrial, refrigeração e telecomunicações.

Maiores Informações: www.senaipa.org.br



SEBRAE PARÁ

O Sebrae Pará fomenta a competitividade e o desenvolvimento sustentável do empreendedorismo das micro e pequenas empresas dos municípios paraenses. São mais de 38 mil empresas paraenses gerando emprego e renda no setor de comércio, 11,5 mil no setor de serviços e 8,7 mil no setor da indústria.

O Sebrae Pará tem 11 escritórios regionais distribuídos no Estado, que executam o atendimento aos municípios em que estão instalados e localidades próximas. Além de disponibilizar 15 Postos de Atendimento Sebrae em regiões estratégicas do Pará: Região Metropolitana de Belém, Região Capim, Região Carajás, Região Araguaia e Região Baixo Amazonas.



Investimentos Previstos

O Pará é o Estado do norte do Brasil que mais receberá investimentos nos próximos anos. Tem potencial em diversas áreas.

O Estado busca alavancar o desenvolvimento, agregar valor a produção paraense, gerar emprego e renda. Os principais investimentos acontecem nas seguintes áreas: energia, mineração, logística, infraestrutura, turismo, ciência, tecnologia e inovação.

O gráfico abaixo demonstra os investimentos que serão realizados no estado:

Grande Belém





CARAJÁS





TAPAJÓS





INVESTIMENTOS PREVISTOS 2012-2016



INVEST PARÁ: Conheça o estado do Pará

 

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Expansão do cacau garante novos investimentos no Pará

O aumento da produção, apoio à industria, promoção da qualidade do cacau e divulgação do chocolate paraense são algumas das áreas prioritárias para financiamento do Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura do Pará, em 2015. O tema foi discutido nesta terça-feira, 24, na Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), durante a primeira reunião ordinária do conselho gestor do Funcacau neste ano. A capacitação de técnicos e produtores é um dos caminhos para garantir a qualidade da produção de cacau e de chocolate fino. A produção artesanal de bombons, ovos de páscoa e outros doces de chocolate é um dos focos do programa de melhoria da qualidade do produto. A Sedap está cadastrando as doceiras de vários municípios para que participem de uma oficina de qualificação, onde a gordura hidrogenada usada hoje na receita dos bombons seja substituída por cacau vegetal.

Segundo dados da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), entre 2013 e 2014 houve um crescimento de 8% da área plantada e 5% da área colhida de cacau. A produtividade cresceu 9,7% e a produção quase 15%, passando de 83.310 toneladas para 95.790 toneladas. A cacauicultura se expande para diversas regiões do Estado e atrai investidores como as indústrias Cargil, que vai implantar uma fábrica de chocolate em Castanhal, e a Harald, que pretende instalar uma unidade de beneficiamento de cacau em Altamira. Em Tomé-Açu já está pronto o projeto da fábrica de chocolate dos japoneses da Cooperativa Agrícola Mista (Camta). Na Região Metropolitana de Belém, 200 produtores de cinco municípios são atendidos pelo projeto de expansão da lavoura do cacau e já participaram de 20 cursos de capacitação promovidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). A maioria é de Santa Bárbara do Pará, onde já funciona uma fábrica de chocolate, a Amazônia Cacau. Nessa região, 530 mil sementes de cacau foram distribuídas pela Sedap/Ceplac, sendo que 330 mil já estão prontas para o plantio neste ano.
 

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Centro de Convenções de Marabá já tem 95% das obras concluídas









Em breve a população de Marabá, na região sudeste do estado, vai poder comemorar a realização de um anseio antigo. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) já concluiu 95% dos trabalhos naquele que será o maior e mais moderno Centro de Convenções da região e o segundo maior do estado. Com capacidade para realizar dezenas de eventos simultaneamente e atender a mais de 15 mil pessoas, quando concluído o Centro de Convenções de Marabá vai funcionar como um novo atrativo econômico pra região, com o chamado turismo de eventos.

Segundo a empresa Quadra Engenharia Ltda, construtora responsável pela obra, este será o segundo maior centro paraense criado para receber eventos de todos os portes, ficando atrás somente do Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, localizado em Belém. No momento, cerca de 75 operários trabalham nos serviços de acabamento, como instalações elétricas e hidráulicas, sistema de climatização, pintura, pisos e outros serviços na área interna. “Como sempre acontece nessa época do ano, tivemos que desacelerar um pouco o ritmo por causa do período de chuvas. Mas estamos trabalhando para entregar a obra até julho,” explicou o engenheiro da Sedop, Arnaldo Dopazo.
 

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Belém - Pará
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Investidores planejam ferrovia e porto de R$ 16 bi no Pará



São Paulo - Investidores estrangeiros planejam a construção de uma ferrovia de 1,2 mil quilômetros no Pará e de um grande porto no nordeste do Estado para escoar minerais e produtos agrícolas, em uma obra de 16 bilhões de reais, disseram nesta segunda-feira o governo estadual e a empresa responsável pelo projeto. A ferrovia estadual, que deverá ser uma concessão privada, seguiria um traçado paralelo ao trecho norte nunca finalizado da Ferrovia Norte-Sul, de concessão federal.

A futura estrada de ferro, já batizada de Fepasa, deverá ligar áreas de extração de minerais e de produção agrícola a um porto a ser construído no município de Colares, ao norte de Belém, passando pelo porto de Vila do Conde, em Barcarena.

Os investimentos privados previstos para a ferrovia são de 8 bilhões de reais, mais 6 bilhões para o porto e outros 2 bilhões para a construção de um condomínio industrial próximo ao porto.

"Tem já investidores chineses interessados, alemães, porque está todo mundo atrás de infraestrutura", disse à Reuters Renato Pavan, diretor da Pavan Engenharia, responsável pelos estudos e contato com investidores.

A região de Colares foi escolhida porque tem calado natural profundo, permitindo a atracação de navios de grande porte que atualmente não conseguem acessar terminais em Santos (SP) e Paranaguá (PR), por exemplo.
 

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jango boy
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Nossa vocês saõ rápidos mesmos.
 

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Todas as atenções voltadas para o Norte

De olho na diferença entre as capacidades de produção de grãos no Centro-Norte e de embarque nos portos do Pará, o governo decidiu investir para diminuir o descompasso nesse que é considerado um dos principais corredores logísticos do chamado "Arco Norte". Enquanto o Tribunal de Contas da União (TCU) não libera os editais para licitação de novos terminais portuários no Estado - que ampliarão a capacidade de embarque -, Brasília corre por outra ponta. A aprovação da nova poligonal do porto de Vila do Conde (PA), no fim de janeiro, reduziu a área do porto público, o que na visão do mercado deve impulsionar a instalação de terminais privados, os chamados TUPs. Por serem feitos em área particular, os TUPs dispensam licitação, podendo, portanto, sair do papel mais rapidamente que os arrendamentos públicos.

Mas o corredor logístico do "Arco Norte" que teria condições de atender mais rapidamente esse escoamento depende de mais porto. A capacidade de embarque conhecida hoje das estações de transbordo em Miritituba/Santarenzinho é de 27 milhões de toneladas/ano ante uma oferta de movimentação de 18 milhões de toneladas nos portos do Pará, mostra estudo da consultoria Datamar Consulting. A conta não inclui os novos terminais para movimentação de soja que serão arrendados assim que o TCU destravar os editais. Dos 20 terminais portuários a serem arrendados no Pará, cinco serão destinados à movimentação de granel de origem vegetal e terão oferta de movimentação combinada para 20,1 milhões de toneladas/ano. Será um em Santarém, um em Vila do Conde e três em Outeiro.
 

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S11D: eficiência no uso da água desde a implantação



Um dos projetos mais revolucionários da história da mineração, o S11D também traz inovações na gestão e no uso dos recursos hídricos. Planejado para minimizar o impacto ambiental, o novo projeto da Vale, localizado em Canaã dos Carajás, no Pará, vai utilizar a umidade natural do minério para seu processamento, eliminando a captação de água para o processo, o que permite a alocação da água para usos mais nobres.

Para alcançar estes níveis, o projeto utiliza tecnologias e procedimentos que possibilitam economia de água em todas as fases do processo, inclusive na implantação. Um exemplo é a água empregada na lavagem das betoneiras usadas nas obras, que é encaminhada para um tanque decantação. Lá, depois de separada dos sólidos agregados, ela serve para molhar as vias por onde passam os veículos, diminuindo a quantidade de poeira, no processo conhecido como umectação, muito frequente e necessário nos períodos de estiagem.
 

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Discussion Starter · #9 ·
Governo finaliza projeto executivo do Centro de Convenções de Santarém

O Governo do Estado está finalizando o projeto executivo do Centro de Convenções que será construído no município de Santarém, no oeste do Pará. A obra está orçada em mais de R$ 32 milhões. “Os recursos já estão garantidos. Nós estávamos aguardando a definição da prefeitura sobre o local onde será construída a obra. A área já foi garantida e os recursos do investimento também”, informou Adenauer Góes, secretário de Estado de Turismo, durante uma de suas visitas a Santarém.

Com a conclusão do projeto executivo, a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) acredita que a parte física do Centro comece a ser executada a partir do início do segundo semestre. “A área é próxima ao aeroporto de Santarém e às margens do Rio Tapajós, próximo ao aeroporto. Agora vamos partir para o projeto executivo e assim que estiver pronto iniciar as obras do Centro. A equação financeira é de R$ 32,3 milhões, já garantidos pelo governador Simão Jatene”, explica o secretário. O prefeito de Santarém, Alexandre Von, informou que o terreno escolhido para a obra está às margens do Rio Tapajós, próximo ao aeroporto, com entrada pela rodovia Fernando Guilhon. Ao fundo está o Lago e praia do Juá, uma das paisagens mais bonitas do município
 

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Discussion Starter · #10 ·
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AMPLIAÇÃO DA CARGILL EM SANTARÉM

Após a conclusão da obra, prevista para o segundo semestre do ano que vem, a área construída em terra passará dos atuais 34,5 mil m² para 54,5 mil m². Sobre o rio, atingirá 47,1 mil m², contra os atuais 20 mil m² de área construída.

Com a ampliação, a Cargill estima mais que dobrar a sua capacidade atual de exportação de grãos pelo terminal de Santarém, passando de 2 milhões de t por ano para 5 milhões de t anuais. O terminal também aumenta sua capacidade de armazenamento de 60 mil t para 114 mil toneladas de grãos.


Obras em andamento
 

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Belém - Pará
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Indústria aposta na agricultura familiar no Pará

Em Barcarena, a Alumínio Brasileiro S/A (Albras), através de parcerias com instituições como o Sebrae, a Emater e a Embrapa, desenvolve há 14 anos o Programa de Agricultura Familiar Mecanizada (Pafam), que ajuda agricultores familiares das comunidades do Guajaraúna, Cruzeiro e Arienga Estrada a trocar as queimadas pela sustentabilidade e a qualidade de vida no campo.

Só em 2014, o programa beneficiou 68 ha de área e atendeu cerca de 40 famílias, que puderam ver sua renda média mensal aumentar para o valor de R$ 723,14, quase um salário mínimo, a partir de praticas de cultivo de maior qualidade sem agredir o meio ambiente.

“Desde o início tínhamos a preocupação de fixar esse agricultor no campo, pois quando o Pafam começou a funcionar, o cenário que tínhamos na região era de uma agricultura nômade, que utilizava várias extensões de terra para cultivar usando as queimadas, por isso, o programa procurou ir além da mecanização dando também o lado da qualificação", explicou Deivison Pinheiro, engenheiro Agrônomo do Pafam.

As famílias, além de receber apoio técnico e máquinas com tecnologia adequada que eliminam a prática da queimada, também recebem do Pafam cursos de qualificação em diversas áreas como utilização correta do solo, diversificação de lavoura, administração do próprio negócio e empreendedorismo.

Joelson Lira, da comunidade Arienga Estrada, acredita que o programa também ajuda a agregar valor aos produtos. “O Pafam está presente desde a origem, do preparo da terra, a venda do produto. Além da produção de alimentos in natura, o Pafam nos orienta dar valor agregado a este produto, com a produção de bolos, doces, polpas, e faz com que essas culturas não sejam apenas para a subsistência e sim para a geração de renda de toda a comunidade envolvida nessa produção.”, afirma o agricultor.
 

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jango boy
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http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/bombril-se-prepara-para-abrir-sua-quarta-fabrica-no-pais

São Paulo – A Bombril planeja construir uma nova fábrica no país e escolheu a região Norte para abrigar a unidade.

Segundo Marcos Scaldelai, presidente da companhia, a planta deve entrar em operação em 2017 e receber investimentos estimados em 75 milhões de reais.

“Estamos buscando apoio do governo local para viabilizar a construção dessa nova unidade. Trata-se de uma planta que precisa ser autossustentável”, afirmou o executivo em entrevista à EXAME.com.

A decisão de construir uma fábrica no Norte do país está ligada, entre outras razões, à demanda local. Hoje, a região é abastecida pela unidade que a Bombril tem em Pernambuco e responde por 6 a 7% do faturamento total da companhia.

“Embora existam planos de expansão da unidade no Nordeste, atualmente, a fábrica na região está trabalhando aos sábados e domingos e isso acaba aumentando também os nossos custos”, afirmou Scaldelai.

De acordo com o executivo, o custo logístico também tem pesado na decisão de se ter mais uma unidade em operação.

A nova fábrica da Bombril deve ser instalada na cidade de Castanhal, no Pará. Além da planta de Abreu e Lima, Pernambuco, a companhia tem uma unidade em São Bernardo do Campo, São Paulo, e outra em Sete Lagoas, Minas Gerais.
 
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Discussion Starter · #14 ·
Rumo ao norte, com regras do Pará

Todos os dados, inclusive de custos, início da obra e empregos, são ainda estimativas iniciais apresentadas pela Pavan Engenharia ao Governo do Estado, em reunião realizada no início deste ano.

No encontro, os idealizadores apresentaram ao governador Simão Jatene, manifestação de interesse em realizar estudos detalhados sobre o projeto, permitindo então que se editasse decreto do Poder Executivo para que a Sedeme disciplinasse o Pedido de Manifestação de Interesse (PMI). O titular da Sedeme, Adnan Demachki, esclarece que, conforme publicado no Diário Oficial, a autorização para os estudos não gera qualquer direito de preferência para a empresa na outorga da concessão da ferrovia, que poderá ser disputada em licitação pública.
Para Adnan Demachki, o governo do Estado, ao conceder autorização para os estudos detalhados – algo que é necessário legalmente e expresso após manifestação de interesse – mostra disposição em garantir a viabilidade do projeto, que desataria o nó logístico que tem impedido a chegada de uma série de investimentos para o Estado.

“O traçado da ferrovia, por exemplo, seria todo dentro do território paraense e isto então permite que seja uma ferrovia estadual, onde o Governo do Estado é o poder concedente e responsável pela regulação e fiscalização. Todos os investimentos, caso prosperem os estudos, seriam privados, inclusive o pagamento para o Estado do ônus da concessão. Ou seja, o Estado tem muito o que ganhar com parcerias deste tipo e vamos agora aguardar os estudos”, explica Adnan Demachki, titular da Sedeme.
 

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jango boy
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http://www.castanhal.pa.gov.br/

Está tudo certo para a multinacional Cargill se instalar em Castanhal. Após várias reuniões entre o prefeito Paulo Titan, o secretário municipal de Indústria e Comércio e Serviços, Antônio Maria Barbosa, e os representantes da indústria de alimentos Cargill o acordo foi definitivamente fechado. A empresa de grande porte tem um prazo de 3 anos para montar sua estrutura na cidade e começar a funcionar.
A Cargill irá se instalar no Distrito Industrial de Castanhal e atua no mercado nacional como a principal fornecedora de cacau. É uma das maiores indústrias de alimentos do Brasil e existe no país desde 1965, cuja sede é em São Paulo. A empresa está presente em 16 Estados brasileiros e possui escritórios em 156 municípios. Em 2012, a Cargill alcançou receita bruta de R$ 25,6 bilhões.
 

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Secretário de Desenvolvimento Econômico, Adnan Demachki autoriza empresa paulista a aprofundar estudos para viabilizar a ferrovia estadual no Pará

O estado do Pará tem uma das maiores reservas minerais de todo o mundo, bem como terras férteis sustentáveis para o plantio de soja, milho, e outros produtos do agronegócio, com excelente clima, sol, agua e uma localização estratégica sendo o estado brasileiro mais próximo da Europa, Asia e Costa Leste dos Estados Unidos, porém sem uma logística adequada.

A implantação de uma ferrovia com traçado captando os minérios e os produtos do agronegócio, tornará o Pará uma das regiões mais competitivas em todo o mundo, pela proximidade de um Porto de águas profundas, atualmente Vila do Conde e futuramente o novo porto de Colares. Esses fatores atuam de forma a atrair grandes indústrias e atividades econômicas se locarem no Condominio Industrial portuário que integra o Projeto.



A Ferrovia estadual diferentemente do projeto federal, ao invés de atender apenas uma pequena parte do território paraense, se estende pelo estado todo, desde Santana do Araguaia, Redenção, Xinguara, Marabá, Rondon, Nova Ipixuna, Ulianópolis, Paragominas, Barcarena e Colares. Quando a ferrovia paraense estiver pronta, ela poderá se ligar a ferrovia Norte Sul (como acontece do Paraná onde a ferrovia estadual se liga com a federal).

A ferrovia estadual será uma concessão a iniciativa privada, responsável por todos os investimentos na implantação e operação da ferrovia. Caberá ao governo estadual a fiscalização e regulação da atividade ferroviária.

Os recursos aplicados nos projetos, tem um enorme impacto favorável na área social, e da sustentabilidade, com geração de emprego, aumento da renda, permitindo aos empresários e governo implantar a Gestão territorial de forma a impedir o impacto negativo social, como ocorreu em vários projeto implantados sem essa preocupação.

 

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Discussion Starter · #17 ·
http://www.castanhal.pa.gov.br/

Está tudo certo para a multinacional Cargill se instalar em Castanhal. Após várias reuniões entre o prefeito Paulo Titan, o secretário municipal de Indústria e Comércio e Serviços, Antônio Maria Barbosa, e os representantes da indústria de alimentos Cargill o acordo foi definitivamente fechado. A empresa de grande porte tem um prazo de 3 anos para montar sua estrutura na cidade e começar a funcionar.
A Cargill irá se instalar no Distrito Industrial de Castanhal e atua no mercado nacional como a principal fornecedora de cacau. É uma das maiores indústrias de alimentos do Brasil e existe no país desde 1965, cuja sede é em São Paulo. A empresa está presente em 16 Estados brasileiros e possui escritórios em 156 municípios. Em 2012, a Cargill alcançou receita bruta de R$ 25,6 bilhões.
Não sabia que Castanhal já possuia Distrito Industrial.
 

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jango boy
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http://www.castanhal.pa.gov.br/

A Prefeitura de Castanhal não está medindo esforços para atrair novas empresas, sejam elas comércios, prestadoras de serviços ou indústrias. Após a conquistar a multinacional Cargil e a indústria Bombril, dessa vez a nova perspectiva é de conseguir instalar na cidade o Grupo Incefra, maior fabricante de revestimento cerâmico do país.
Essa será a primeira unidade do Grupo na região Norte, que já tem fábricas na região Sudeste e Nordeste. A expectativa de criação de empregos com a instalação da fábrica na cidade é de até 350 empregos diretos. A fábrica que poderá ser construída em Castanhal será de grande porte. Na 1ª fase de funcionamento,espera-se uma produção de 750mil m² de piso e revestimento por mês e na 2ªfase, uma produção de 1,5 milhão de m² mês.
 

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Política de incentivos fiscais do Estado beneficia empresas e impulsiona o desenvolvimento



A comissão de políticas de incentivos da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet) promoveu esta semana a primeira reunião de 2015, com a participação de representantes de todas as novas secretarias ligadas ao setor produtivo, para analisar a pauta das empresas das empresas beneficiadas com a política fiscal e financeira do Estado, adotada para apoiar a realização de investimentos no Pará, fomentando a implantação de novos projetos e a ampliação ou diversificação dos empreendimentos já existentes.

Cargill, Concrem Wood, Estaleiro Amazônia, Esco Supply Carajás, Sertanorte, Maqmóveis, Brasil Tropical e B&B Fosfato Mineração foram as oito novas empresas que receberam a concessão de benefícios fiscais do governo para expandir seus negócios, contribuindo, dessa forma, para o crescimento econômico do Estado. Outras duas empresas, Alubar e Floraplac, já contempladas, tiveram seus projetos alterados para receberem mais incentivos.

Em 2014, a atuação da Secretaria Operacional da Comissão das Políticas de Incentivos, ligada à Sedeme, acompanhou e monitorou todos os 138 empreendimentos produtivos que recebem incentivos fiscais do Estado. Com a intervenção do órgão, o número de empresas incentivadas passou de 125 para 138, os empregos diretos de 26.900 para 31 mil; a massa salarial criada a partir dessas empresas incentivadas passou de R$ 320,5 milhões para R$ 553,2 milhões; o valor das compras feitas localmente de R$ 1.398 milhões para R$ 1.797 milhões, e o valor do faturamento de R$ 4.917 milhões para R$ 6.628 milhões.

Com base nesses números a estimativa de arrecadação de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), a partir do consumo dos salários e das compras locais, saltou de R$ 542,6 milhões para R$ 713,6 milhões no período, um ganho líquido que o Estado não teria se não houvesse a concessão dos incentivos. De 2011 a 2014, o número de municípios contemplados por projetos incentivados passou de 40 para 47, e o número de novos projetos aprovados no período para 42.
 
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