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Discussion Starter · #1 ·
Este é a Thread para falar de novos investimentos (não residenciais, nem de espaços comerciais) na AMP.

Arouca, Espinho. Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, S. João da Madeira, Trofa, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia são, pois, os municípios constitutivos da Grande Área Metropolitana do Porto.

É nesta área que se concentra cerca de metade da riqueza criada na Região Norte, com um nível de PIB per capita superior à média nacional, mas que tem convergindo para a média nacional ao longo dos últimos anos (ou seja, a sub-região não tem convergindo nem para a média UE 15 nem para a UE 25).


Declínio dos últimos anos na superioridade económica
Trata-se de um território que, de acordo com o recente estudo sobre “Competitividade Territorial e Coesão Económica e Social” coordenado pelo Prof. Augusto Mateus, tem vindo ao longo da última década a registar algum declínio no conjunto da Região, perdendo parte da superioridade que detinha em termos de produtividade, utilização de recursos humanos, atractividade, iniciativa empresarial e índice de competitividade global. Esta trajectória regressiva em termos relativos não põe no entanto em causa o estatuto de sub-região globalmente avançada que a Área Metropolitana do Porto ainda detém (terceiro lugar no ranking do índice de competitividade entre as 30 NUTS III portuguesas) nem o forte potencial em recursos humanos e tecnológicos e em infra-estruturas de comunicação que lhe criam uma base de sustentação efectiva para um desenvolvimento baseado na inovação e na economia do conhecimento.
Indústria bastante desenvolvida e consolidada
A análise da estrutura produtiva da região do Porto permite observar a existência de uma base industrial bastante significativa, consolidada e dinâmica, caracterizada pela existência de um conjunto de zonas de “mono especialização”, direccionadas para a produção de bens de consumo final. Não obstante a dinâmica industrial instalada, estas áreas de “mono especialização” produtiva estabelecem entre si, e com a cidade do Porto, relações de cooperação e de prestação de serviço relativamente fracas, condicionando, por esta via, a criação de sinergias e valor acrescentado produtivo para a região.
Vocação de centro no sistema económico nacional
Este padrão confere à Área Metropolitana do Porto uma vocação específica, em termos nacionais, que é a de estar no centro de um sistema económico predominantemente constituído por actividades transaccionáveis e fortemente internacionalizadas. Ganham assim relevo, actual ou potencial, as actividades terciárias associadas à internacionalização e à competitividade.
Os graves problemas da Região Norte
As estatísticas são cruéis para a Região do Norte, seja na economia, na educação, no emprego, ou no rendimento per capita dos seus habitantes. O empobrecimento da região nos últimos anos é alarmante. Sabe-se que, somente em 2002 e 2003, o PIB regional teve uma quebra acentuada, registando um crescimento negativo de 2 pontos, sendo de admitir que essa tendência tenha continuado nos anos seguintes. A crise económica e social decorrente do ciclo económico mas sobretudo da profunda reestruturação e reconversão da actividade económica regional tem vindo a fazer aumentar continuamente a taxa de desemprego e a colocar a Região Norte na cauda de alguns indicadores nacionais. Em termos mais estruturais, a população desempregada da AMP cresceu, entre 1991 e 2001, acima da média nacional e da Área Metropolitana de Lisboa (AML)
Taxa de Cobertura
Fonte: INE, 2003

Quadro 2 - Comércio Internacional. Taxa de Cobertura

Portugal
64,5
Norte
113,0
AMP
81,0

Fonte: INE, Estatísticas do Comércio Internacional, 2004
Fuga do centro
Na década de 90 continuou a assistir-se à dinâmica de recomposição do espaço metropolitano, marcada pela forte tendência de descentralização populacional a favor dos concelhos periféricos. A cidade do Porto registou uma perda de quase 40 mil habitantes, enquanto que a Área Metropolitana, no seu conjunto, apresentou um acréscimo de 93 mil residentes. Como resultado desta dinâmica demográfica, caracterizada por fluxos migratórios no sentido centro-periferia, muito protagonizados por segmentos etários jovens, o envelhecimento da população residente no Porto tem sido acentuado, em particular, nas freguesias mais centrais.
Pontos fortes da AMP
No entanto, há factores competitivos da AMP que importa realçar. Na década de referência, a AMP intensificou o crescimento demográfico à semelhança do que registara em décadas anteriores, a população é uma população jovem, face à realidade nacional e da AML, embora revele nas últimas décadas um maior envelhecimento e uma maior participação feminina. Entre 1991 e 2001 a qualificação académica da população da AMP aumentou, sendo superior à média nacional. A qualificação da mão de obra disponível na AMP tem vindo também a aumentar, particularmente nas mulheres, em ritmo superior ao da própria Área Metropolitana de Lisboa.

INVESTIGAÇÃO
No caso da Área Metropolitana do Porto, existem algumas estruturas universitárias com prestígio internacional na área da Investigação, bem como algumas empresas com um nível organizativo e uma competitividade de médias empresas europeias, nalguns casos dispondo até já de estruturas próprias de I&D. Parecem estar criadas condições para o aproveitamento de oportunidades que possibilite a conjugação de esforços no sentido de uma presença inovadora no contexto internacional.

INVESTIGAÇÃO DE PRESTIGIO E EMPRESAS FORTES
As áreas da Saúde, com prestigiadas estruturas de Investigação, como o IBMC e o IPATIMUP, e empresas fortemente investidoras em I&D, como a Bial. O sector Alimentar, com o empenho da Escola Superior de Biotecnologia, e fortes empresas, como a Unicer, a RAR e a Lactogal. As engenharias emergentes, com apreciáveis estruturas de I&D, como o INEGI e o INESC, e empresas apostadas no desenvolvimento a nível internacional, como a EFACEC, a Salvador Caetano e a Siemens, as ciências e a economia ligada ao mar, com o laboratório associado CIMAR e uma indústria emergente no sector náutico, são bons exemplos de áreas onde se podem constituir importantes "clusters" intensivos em tecnologia e mesmo inovadores a nível internacional.

IMPORTANTES UNIVERSIDADES JOVENS NA PERIFERIA
Mas também nas Universidades mais jovens, como a do Minho e a de Aveiro, se podem encontrar talentosos grupos de investigadores, constituindo suportes importantes na esfera da AMP. Mesmo nas áreas industriais mais tradicionais, como o Calçado, os Têxteis-Vestuário e o Mobiliário, também se encontram empresas com dimensão e, sobretudo, capacidade inovadora. Ainda nestas áreas se podem constituir importantes "clusters" intensivos em tecnologia e mesmo inovadores.

O TURISMO CRESCENTE
O crescimento substancial da actividade turística consiste num dos fenómenos económicos e sociais mais marcantes do último século, com um crescimento médio superior ao da economia mundial, o qual se prevê continue a ser mantido. Em Portugal, o turismo representa um contributo significativo para a criação de riqueza e de emprego. Em 2004, Portugal ocupava a 19ª posição na hierarquia dos destinos turísticos, com uma quota de mercado das chegadas de 1,5%. Para além do valor económico associado directamente à actividade, ao nível metropolitano o turismo deve também ser entendido como um veículo de marketing territorial de promoção da competitividade. Neste sentido, o território da AMP, no contexto das 11 metrópoles ibéricas, ocupa apenas a 7ª posição em termos de capacidade de alojamento em hotéis de 4 e 5 estrelas.
Ecologia vs Economia
O estado ambiental do Porto é hoje claramente diferenciado, consoante as componentes do ambiente urbano consideradas. No que diz respeito à infra-estruturação básica, a evolução registada foi claramente favorável. Melhoraram significativamente os níveis de atendimento referentes ao abastecimento de água, drenagem e tratamento de águas residuais, bem como a recolha e o tratamento dos resíduos sólidos urbanos.

A BACIA LEITEIRA DO ENTRE-DOURO-E-MINHO
A zona norte da AMP, basicamente constituída pelos concelhos de Póvoa de Varzim, Vila de Conde, Santo Tirso, Trofa, Maia e Matosinhos, mantém a par com o significativo crescimento urbano uma intensa actividade agrícola integrada na bacia leiteira do Entre Douro e Minho e também de significativa importância hortícola.

AGRICULTURA VS SILVICULTURA
Persistem assim na AMP duas actividades económicas – a agricultura e a silvicultura – com viabilidade económica e determinantes da gestão da respectiva paisagem. Cerca de 20 % do total de área da AMP tem um uso agrícola enquanto que 35% é ocupada por floresta. Os melhores solos agrícolas encontram-se a Norte, os povoamentos florestais predominam a Leste, em terrenos declivosos e sobre formações geológicas antigas.

O AMBIENTE
A AMP, contrariamente à Área Metropolitana de Lisboa, não possui nenhuma área constante da Rede Nacional de Áreas Protegidas, o que de forma nenhuma lhe retira valia sob o ponto de vista conservacionista. No entanto, conta com cinco sítios inscritos na lista da Rede Natura 2000: a Barrinha de Esmoriz, as Serras de Santa Justa, Pias e Castiçal, bem como três zonas da Serra da Freita. A estrutura ecológica da região metropolitana não pode ser alheia ao suporte que os recursos naturais, nomeadamente água e solo, desempenham quer na gestão sustentável do território, quer no dinamismo das actividades económicas. Antes pelo contrário, deverá potenciá-los, optimizando a coexistência de usos multifuncionais e assumindo-se como um papel de natureza estratégica para o desenvolvimento. A AMP apresenta espaços naturais onde a riqueza faunística e florística contribuem significativamente para a valorização do seu património natural, constituindo algumas áreas modelos para a sensibilização e a educação ambiental do público em geral.

PERIGOS PARA O AMBIENTE NA AMP
O crescimento desordenado dos perímetros urbanos, o aumento da rede viária e o incumprimento das normas de tratamento dos esgotos industriais têm constituído, entre outros, os maiores perigos para a degradação destas áreas, pelo que a implementação de um código de valores ambientais ligado ao ordenamento do território, constituirá um elemento chave do futuro da AMP.

AGRICULTURA É MODERNA E IMPORTANTE NA ECONOMIA METROPOLITANA
Ao contrário do que se possa pensar, a agricultura e as agro-indústrias têm continuado a representar um dos maiores e mais modernos suportes da actividade produtiva da AMP. Ao longo dos últimos quinze anos, operou-se uma verdadeira revolução silenciosa no sector. Em 1993, mais de 30.000 agricultores entregavam na AGROS cerca de 350 milhões de litros de leite, passando o sector por dificuldades acentuadas. Mesmo confrontado com a entrada em Portugal de uma das maiores multinacionais dos lacticínios, foi possível vencer as dificuldades com uma acentuada modernização da produção, redução do número de produtores, recurso à inovação através de uma forte ligação às universidades, permitindo assim que em 2005 menos de 2.900 agricultores tenham entregue na AGROS mais de 555 milhões de litros de leite, representando um volume de negócios de 200 milhões de Euros. A Lactogal, estrutura empresarial do sector, com sede no Porto, facturou em 2005 684 milhões de Euros, obtendo resultados líquidos positivos sempre muito elevados, sendo assim a maior empresa ibérica do sector, que proporciona emprego directo a mais de 2.000 pessoas. As novas exigências ambientais para o licenciamento da actividade impostas pela União Europeia pressupõem o reforço do envolvimento da AMP nesta questão ambiental tão particular.

A FLORESTA METROPOLITANA
A vegetação natural de índole florestal, que outrora teria dominado, de forma quase absoluta, a paisagem da AMP, encontra-se actualmente confinada às margens de alguns cursos de água, a espaços pontuais em áreas topograficamente acidentadas e a pequenos espaços marginais entre os campos agrícolas e as matas de produção. Nestas bolsas representativas, destacam-se: os carvalhais mesotróficos, pontualmente representados nas encostas de alguns rios; os carvalhais oligotróficos, dispersos pela AMP; os bosques palustres, dispersos pelas principais áreas agrícolas e as galerias ripícolas, de que destacam as dos Rios Este, Ave, Ferreira e Inha. A alteração dramática da composição florestal na AMP, acabou por ter consequências negativas na paisagem as quais, associadas às formas de exploração, conduziram à degradação do património lenhoso, criando condições para ciclos cada vez mais apertados de fogo – regeneração – fogo, que para além dos efeitos negativos mais imediatos, permitem uma alteração gradual do coberto florestal por proliferação de invasoras lenhosas, das quais a mimosa é o exemplo mais visível. Na AMP, regista-se o maior número de ocorrências de fogos florestais do país, sendo que em geral a dimensão das áreas ardidas é reduzida. Sobressaem, no entanto, incêndios de grandes dimensões, de que foram exemplos Melres em 1995, Santa Justa em 2003 e Arouca em 2005.
E, pronto seguem noticias...
 

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Discussion Starter · #5 ·
Sheffield pode ser exemplo a seguir - O Primeiro de Janeiro


A Área Metropolitana do Porto poderá seguir o exemplo da cidade inglesa de Sheffield, caso as autoridades nacionais e regionais decidam apoiar a criação do pólo de competitividade (“cluster”) de indústrias criativas que será proposto hoje.

Os resultados do estudo sobre o desenvolvimento de um “cluster” de indústrias criativas na região Norte vão ser apresentados na Fundação de Serralves, no Porto, pelo consórcio que redigiu o documento, constituído pelas empresas Horwath Parsus Portugal, Opium, Gestluz e Tom Fleming Creative Consultancy. O estudo foi encomendado pela Fundação de Serralves, em parceria com a Casa da Música, Junta Metropolitana do Porto e Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa do Porto, na sequência de um convite feito pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN). A directora-geral da Fundação de Serralves, Odete Patrício, disse que se trata de “um estudo macroeconómico” que visou saber se o Norte tem alguma potencialidade para vir a constituir um “cluster” de indústrias criativas. “Tom Fleming, na primeira conferência que proferiu no Porto, em Dezembro, deu o exemplo de Sheffield, que era uma cidade em que dominava a indústria do aço e que, depois da deslocalização desta indústria, teve de encontrar um novo paradigma de desenvolvimento”, disse Odete Patrício.

O especialista em estudos e trabalhos sobre indústrias criativas, que hoje fará uma síntese do estudo feito para o Norte de Portugal, realçou na conferência de Dezembro que foi também nas indústrias criativas que Sheffield decidiu apostar, “conseguindo baixar o desemprego e criar novo emprego”. Situada no “epicentro” do Reino Unido, Sheffield beneficia da proximidade de importantes centros urbanos com actividade cultural, como Manchester, Nottingham e Leeds. Odete Patrício destacou a qualidade dos autores do estudo sobre o Norte, salientando que o trabalho foi “muito centrado no terreno”, com a audição dos “actores locais”, nomeadamente instituições culturais, produtores, companhias de teatro, empresas de design e de conteúdos para audiovisuais, e universidades com cursos relacionados com as indústrias criativas.

“Pode-se criar aqui uma nova linha económica, de trabalho, a par das que já existem no Norte, no têxtil, na moda e na saúde”, salientou, recordando que, simultaneamente, a Fundação de Serralves lançou uma incubadora de indústrias criativas.
sobre isto já todos sabiamos, agora é mesmo começar a fazer!
 

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Discussion Starter · #6 ·
Estrátégia empresarial da Lankhorst convence políticos poveiros - Rádio Onda Viva


Macedo Vieira e restante vereação no executivo municipal reuniram-se hoje com a administração da Royal Lankhorst Euronete, grupo luso/holandês que adquiriu a totalidade da empresa ‘Quintas & Quintas’, em Barreiros.

O convite partiu da adminstraçã, com quem a comitiva esteve reunida mais de uma hora, seguindo-se uma vista às instalações, que foram renovadas, e o pessoal aumentado. Entraram mais de 80 trabalhadores nos últimos 6 meses, totalizando agora 264.

Macedo Viera sublinhou a aposta forte feita nos últimos tempos na unidade industrial especializada em cordas de amarração de plataformas petrolíferas. A crise do tempo “Quintas&Quintas” está para trás, até porque a Royal Lankhorst Euronete, constatou Macedo Viera, tem ambições forte e pretende ficar na Póvoa. A franca expansão da empresa, que em 2010 pretende atingir uma facturação de 30 milhões de euros, agradou ao autarca.

E de Barreiros a fábrica poderá passar para o Parque Industrial de Laúndos, graças à revisão do PDM que está em curso. A ideia é apelativa para José Luís Gramaxo, presidente do ‘Royal Lankhorst Euronete Group’ que deu conta de um futuro aumento do quadro de pessoal.

Por estas e por outras, o vereador do PS João Sousa Lima também aplaudiu a mudança radical operada na antiga “Quintas&Quintas”.
 

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Eu gostaria ver números actuais do desemprego e de trabalho não qualificado para emitir uma opinião. Não é com "projectos que vão ser..." que vamos lá.
 

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I Love You... Soraia
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É com "projectos que vão ser", que níveis de desemprego baixam sim senhor... absolutamente.

Assim em números toscos só para exemplo.

1000 desempregados na área da hotelaria. Abrem-se 20 hotéis, que albergam uma capacidade para 800 trabalhadores. Dos 1000 desempregados passarão a ser só 200. Logo, os "projectos que vão ser", é PRECISAMENTE aquilo que potencia a queda do desemprego. E quantos mais projectos forem, mais eficaz se torna nesse sentido. Tão eficaz que em certas áreas, pode simplesmente irradicar o desemprego totalmente. É preciso é obra, empreendedorismo e trabalho! A cada fábrica que abre, a cada prédio empresarial que é erguido, a cada hotel que é construído, etc, mais os postos de trabalho aumentam. Achar o contrário é pura estupidez.
 

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É com "projectos que vão ser", que níveis de desemprego baixam sim senhor... absolutamente.

Assim em números toscos só para exemplo.

1000 desempregados na área da hotelaria. Abrem-se 20 hotéis, que albergam uma capacidade para 800 trabalhadores. Dos 1000 desempregados passarão a ser só 200. Logo, os "projectos que vão ser", é PRECISAMENTE aquilo que potencia a queda do desemprego. E quantos mais projectos forem, mais eficaz se torna nesse sentido. Tão eficaz que em certas áreas, pode simplesmente irradicar o desemprego totalmente. É preciso é obra, empreendedorismo e trabalho! A cada fábrica que abre, a cada prédio empresarial que é erguido, a cada hotel que é construído, etc, mais os postos de trabalho aumentam. Achar o contrário é pura estupidez.
Isso é pura damagogia... Não podes abrir hotéis, fábricas, erguer prédios, etc. só para diminuir o desemprego... isto é tudo muito giro agora (especialmente com eleições à porta). E daqui a uns anos quando os hoteis fecharem, as fábricas falirem, os prédios estarem vazios, etc. é que são elas... Houve um erro no tempo do Guterres que foi dar apoios para construir tudo e mais alguma coisa, desde que daí resultassem empregos. E depois foi o que se viu... as coisas têm de ser muito bem planeadas e não é construindo hóteis e colocando lá analfabetos que nem o 9º ano têm a trabalhar que vamos lá... 1º aposta-se na qualificação, depois aí é que se dão apoios à construção e abertura de empresas... desde que estas empreguem maioritariamente pessoas qualificadas. Não é com trolhas e empregados de limpeza a ganharem 600 euros por mes que a economia se desenvolve...
 

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I Love You... Soraia
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^^ LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL essa primeira frase eh de rir!

quem eh que disse que estas coisas se estão a fazer para reduzir o desemprego? :rofl:

As coisas estão a fazer-se porque há mercado para tal (Razão)...........
........E aumentarão a oferta de emprego (consequência)! ;)

"é pura demagogia, fazerem as coisas para diminuir o emprego e depois as coisas fecham"... Essa está boa :lol:

Se a realidade fosse essa, abrir-se-ia TUDO e mais alguma coisa, e o desemprego pura e simplesmente nem existia. e éramos todos felizes. Mas a realidade não é assim, e por isso só se constroem coisas quando há mercado para tal :p E com base nesse facto, aquilo que agora se constrói, tem mercado para tal.
 

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I Love You... Soraia
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acontece. o cenário em portugal está mau, com a entrada dos novos paises de leste na UE, e da força emergente do mercado chinês.

Problemas de encerramento de PME's é algo unânime a toda a Europa. Não estou minimamente a tentar "desculpar" nada, mas é um facto. É pena, mas é verdade, e o Porto está no pacote.

Mas que é certo que começa a surgir muita oferta de emprego em vários ramos, lá isso é :) O que convenhamos, é motivo para festejar, já que temos um trunfo que poderá (e irá) a médio prazo atenuar no Porto, a crise de desemprego que fustiga toda a Europa ocidental.
 

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a revolta da francesinha
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Descobri um dado muitíssimo preocupante no site da CCDRN....

o Grande Porto... que é mais pequeno que a amp, e até é a parte mais rica, fora S. João da Madeira estava com um PIB per capita a 99,6 % da média Nacional....

até me doeu ler tal coisa.... em 2000 estávamos a 106%.... mas mostra que o grande porto não é assim um pólo tão rico falando per capita....
 

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Qual é a novidade?
E já agora, qdo é q começam a aparecer empregos qualificados na região? Eu só vejo shoppings e outros q tais... A continuar assim n vai demorar a acabar a classe média no Porto.
 

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a revolta da francesinha
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só mostra que o porto não é um dos locais para poupar dinheiro, como lisboa, mas sim para o gastar.... para chegarmos à média europeia, e antes dessa à média nacional....
 
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