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Fisipe MBO will move it up value chain
João Dotti, João Castro Pereira and José Miguel Contreiras have finalised an MBO (management buyout) of Fisipe (listed, synthetic fibres), part of José de Mello Group industrial holding– CUF. The deal involves a €10 million capital injection by the parent company to help reduce its €26 million liabilities. CUF sold Fisipe because it says the company is no longer a “strategic aspect of its business operations”. Other shareholders include Celestino Vieira de Freitas (10%) Mitsubishi of Japan and free float shares. João Dotti said Fisipe was viable if it moved away from producing standard fibres “where there is huge worldwide competition particularly from China. Fisipe must become a speciality and technical fibre manufacturer.” He said special fibres which today comprise some 20% of company production, will be boosted to 50% of turnover.
 

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Monday, 24th: EU: Portugal, Greece, Italy most in debt
Portugal, Greece and Italy had the biggest budget deficits of the euro-zone last year, the European Union statistical agency announced today. Portugals deficit ballooned to 6 percent of gross domestic product in 2005 from 2.9 percent in 2002. Italys deficit rose to 4.1 percent from 3.4 percent. On average, the deficit in the euro-zone declined to 2.4 percent in 2005, down from 2.8 percent the previous year.
 

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Portugal lidera o défice da EU. Primeiro posto destacado. :eek:nno:
 

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e para sustentar muita gente que tá na mama.
 

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PORTUGAL ENFERMO / PELOS VICIOS, E ABUSOS DE AMBOS OS SEXOS

Portugal, Portugal ! Eu te lastimo !
E bem que velho sou ainda me animo
A mostrar-te os defeitos, e os excessos
Dos costumes, que tens já tão avessos
Dos costumes, que tinhas algum dia,
Quando mais reflexão na gente havia.
Tu de estranhas Nações foste envejado;
Hoje faz compaixão teu pobre estado:
Cada vez te vão mais enfraquecendo,
Todo o brilho, que tinhas, vas perdendo:
Paraiso do mundo te chamavão;
As mais Nações com tigo se animavão;
Ellas porém ficarão sãs, e fortes;
E tu todo o instante exposto aos córtes
Da usura, da ambição, da falcidade,
Do egoismo, da fuga, da impiedade:
Males, que aos que bem pensão cauzão tédio,
A que apenas descubro hum só remedio,
Que outro melhor não ha, a que se apelle,
E muita gente chora a falta d’Elle*…
……………………………………………


............................

Ao "analisar" o discurso abrilesco do Presidente da República repetem "n" vezes a muleta da "esquerda" e da "direita" e nem sequer se apercebem de que o fazem para enunciar uma perplexidade, - o Presidente da "direita" fez um discurso de "esquerda" -, que talvez justificasse outro tipo de análise. Só que esta é simples e permite simplificar. O problema é que os factos são mais teimosos do que as palavras. Assim vai a nossa economia, gerida por quem se diz que sabe!
 

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Empresas Portugal / China

O secretário de Estado que esteve na semana passada na China disse que há cerca de seis empresas chinesas em Portugal. A Embaixada diz que são duas. E que serão 24 as portuguesas na China. O ICEP, em Lisboa, só conhece 15. Mas há mais. Veja quais são

Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado do Comércio, revelou esta semana que existem 24 empresas portuguesas a investirem na China e que, chinesas, são «cerca de seis» as que estão em Portugal. Os números, contudo, não são confirmados pelas duas entidades que, relativamente a cada país, podem divulgar a informação.
Assim, contactada pelo PONTO FINAL, a Embaixada chinesa, através da assessoria comercial, disse que são duas as empresas chinesas com investimento em Portugal. Se as «cerca de seis» seriam uma surpresa, por contrariarem tudo o que se sabe sobre o movimento empresarial chinês em Portugal, as duas citadas pela Embaixada confirmam o que sabia até então: uma é a Huawei e outra a ZTE. De comum, o facto de serem empresas de tecnologia e, mais especificamente, de telecomunicações.
A Huawei, líder chinesa da área das telecomunicações, está a trabalhar com a Optimus (terceira rede de telemóveis) na criação de uma nova rede de alta velocidade (a que chamam geração 3,5) e também com a Novis, do mesmo grupo empresarial, a Sonae. Ainda muito recentemente a Huawei anunciou, através de um vice-presidente que se deslocou a Lisboa, um reforço da presença em Portugal, através da contratação de mais quadros. A Huawei tem escritórios em Lisboa.
Já a ZTE, segundo maior fabricante de equipamentos de telecomunicações, assinou no início do ano passado um acordo com a Portugal Telecom (ambas a colaborar em Timor-Leste). A ZTE obriga-se, com este acordo, a colaborar com a PT Inovação na exportação de equipamento português para a China e a PT irá abrir as portas dos países africanos onde tem mercado à empresa chinesa.
E, confirmado pela Embaixada em Lisboa, não há mais empresas chinesas em Portugal (mesmo a ZTE não se poderá considerar um caso puro de investimento…).

24 ou 15?

Depois de ter lido as declarações de Fernando Serrasqueiro, o PONTO FINAL contactou o ICEP, a entidade que em Portugal superintende o investimento externo nacional. A lista fornecida, quase de imediato, mostra 15 empresas. Mas também diz que foi realizada em Novembro do ano passado.
Das duas uma, portanto: ou nos últimos cinco meses mais nove empresas portuguesas avançaram para a China, tendo o secretário de Estado recebido essa informação da estrutura portuguesa na China (que, dessa forma, não actualizou a lista que existe em Portugal) ou serão «cerca de 15» as empresas portuguesas com investimento na China. Num segundo contacto junto do ICEP foi pedida uma clarificação, mas a informação que veio confirma que a lista divulgada é a que existe, se houver outra ainda não chegou.
De acordo com informações do PONTO FINAL, o mais certo é a lista divulgada estar incompleta, podendo a indicação dada pelo secretário de Estado ser mais correcta.
Fernando Serrasqueiro terminou no sábado a sua segunda deslocação à China em poucos meses – em Setembro do ano passado tinha estado neste país, com uma comitiva de empresários portugueses, tendo participado num encontro do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial. Sete meses depois voltou, mais uma vez – segundo se pode ler na Lusa – acompanhado de empresários, mas com um objectivo bem mais definido: o secretário de Estado esteve em duas cidades da província de Shandong, nomeadamente em Weifang, onde a empresa portuguesa Edeluc tem um espaço que pretende alojar empresários portugueses (a High Tech Development Zone), que Fernando Serrasqueiro visitou. Em Lijin, a outra cidade de Shandong que recebeu a visita do governante português, visitou a empresa criada na China pelas Caves Arcos do Rei, para comercialização do vinho português exportado.

As 15 empresas portuguesas na China


Eis a lista das 15 empresas portuguesas, de acordo com a informação do ICEP (a Novembro do ano passado):

Banco Espírito Santo (escritório em Xangai)
Banco Comercial Português (escritório em Cantão)
Banco Nacional Ultramarino (balcão de Zhuhai)
SPI (consultora de negócios; escritório em Pequim)
EDP (joint venture em Zhuhai, designada SHIPEC; consultoria)
Luso China SA (joint venture em Pudong, Xangai, para comercialização de produtos de cortiça; a empresa chama-se Shanghai Pujiede Co)
AM&M (sociedade de capital português para fabricar tapetes «de Arraiolos», em Wei Hai, Shandong)
Rede DS Distribuição e Serviços (sociedade de capital português para fabricar vestuário em Tongling, na província de Anhui)
EFACEC (a joint venture em LiaoYang, Liaoning, para produção de equipamento eléctrico)
ISQ (Joint venture para prestação de serviços na área da investigação e tecnologia, na cidade de Cantão; a empresa chama-se Innovation Engineering Centre)
Vinocor (joint venture para fabricar derivados de cortiça em Shandong)
Altitude (escritório em Pequim para venda de software)
Amorim (escritório em Pequim para comercialização de produtos de cortiça)
Modelo Continente (escritório de representação em Guangzhou para compras)
Caves Arcos do Rei (joint venture em Shandong para comercialização de vinhos)

Os leitores mais atentos do PONTO FINAL, ou com paciência para uma busca na página on line, perceberão que esta lista está incompleta: só neste jornal foram anunciados investimentos de empresas como a Market Acess (consultoria), a própria EDELUC (que promoveu a deslocação do secretário de Estado, também na área da consultoria de negócios), ou empresas de software como a Tekever anunciaram ter invstimentos na China.
Uma nota apenas: os casos da Luso China Sa, AM&M, Rede DS e Modelo Continente são uma novidade em termos de comunicação social.

IN PONTO FINAL MACAU
 

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Em casa aonde não há pão, todos mandam e ninguem tem razão...
 

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O ICEP dá mostras do seu real valor!
 

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Psicóticos barricados

Sérgio Figueiredo

The Economist chamou-lhe o último reduto dos corruptos. Por cá, os brandos costumes obrigam a maior ponderação. Mas o facto é que o nacionalismo económico acabou por se transformar numa coutada mal frequentada de cínicos e insolentes. Ou, simplesmente, de incompetentes.
Vejamos esta impressiva prosa sobre a fusão mais mediática em curso no sector das auto-estradas: «É óbvio que a operação tem a virtude de responder a uma decisão puramente empresarial, com critérios de mercado lógicos, conduzida para obter sinergias e fortalecer o negócio da nova companhia».

A nova companhia é a que resultar da fusão entre a espanhola Abertis e a italiana Autostrade, um gigante presente em 16 países e uma capitalização bolsista de 25 mil milhões. Enfim, um novo líder mundial, controlado por espanhóis, o que leva naturalmente o seu maior jornal económico a entusiasmar-se.

«É também impecável, na óptica da necessária consolidação sectorial transfronteiriça na Europa, para ganhar capacidade competitiva numa economia cada vez mais exigente e globalizada», escrevia ontem em editorial o diário «Expansion».

E está coberto de razão, ao denunciar a «ingerência política» do Governo de Prodi, que quer impedir a fusão com «o pretexto absurdo» do nacionalismo económico que «está corroendo as estruturas competitivas da União Europeia».

Têm razão os espanhóis. Como tiveram razão os italianos, por Chirac bloquear a entrada da Enel no sector eléctrico francês. Como razão têm os alemães, que pretendem fazer o mesmo em Espanha, com a OPA lançada sobre a Endesa.

Ou seja, têm todos razão, porque a todos falta vergonha na cara. A começar pelos nossos colegas da imprensa económica do país vizinho, que têm sido cúmplices activos de uma das mais exarcebadas e planeadas práticas de nacionalismo económico em toda a Europa.

Já estávamos habituados ao cinismo: todos são europeístas na hora de comprar. E, tão flagrantes e frequentes passaram a ser as contradições, que até passou a ser tolerada esta prática de hipocrisia institucionalizada.

Os nacionalistas abusaram dessa tolerância e passaram a dar lições de patriotismo àqueles que recusavam qualquer forma de proteccionismo. Mas agora ultrapassaram todos os limites, com esta revolta pífia contra quem não deixa o mercado de funcionar.

Interesse nacional à segunda, espírito europeu à terça? É demasiado grosseiro para ser rebatido. A Espanha quer a empresa que controla a rede de auto-estradas de Mussolini. A mesma Espanha que se sente violentada pelo facto de alemães estarem a tomar a empresa criada por Franco para o sistema eléctrico nacional.

Que dizer se um ex-presidente da Comissão Europeia evoca os centros de decisão nacionais? Se Romano Prodi não é europeísta, quem é europeísta na União? Os italianos reagem com paixão e, diante do bloqueio francês nas eléctricas, um dos seus ministros declarou «a Europa está morta». Não está, só por uma razão: em matéria de mercado único nunca chegou a nascer. Mas que está esquizofrénica, disso ninguém tem dúvidas.

fonte
 

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Hour(s) ago: European Union finances new dam in southern Portugal
The European Union (EU) is set to finance the conclusion of construction of the Odelouca dam in the Algarve region, estimated to cost around 40 million euros, Portuguese financial daily Jornal de Negocios reported. Financing had been blocked since 2003 due to a complaint made by an environmental organization, but the European Commission is expected to accept the compensation measures put forward by the Portuguese government, according to the paper.
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Discussion Starter · #20 ·
Também li isso hoje!:eek:kay:
 
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