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O Prof Godin
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Elvas é uma cidade raiana portuguesa do Distrito de Portalegre, na região do Alentejo e na sub-região do Alto Alentejo, com 16 640 habitantes. O total do seu atual perímetro urbano tem cerca de 18 000 habitantes.

É sede de um município com 631,29 km² de área[3] e 23 078 habitantes (2011),[4][5] subdividido em 7 freguesias.[6]

O município é limitado a norte pelo município de Arronches, a nordeste por Campo Maior, a sudeste pelo município de Olivença, disputado por Portugal a Espanha, a leste pelo município espanhol de Badajoz, a sul pelo Alandroal e por Vila Viçosa e a oeste por Borba e por Monforte.

Apesar de Portalegre ser a capital de distrito, é Elvas a maior cidade do Distrito de Portalegre.[7]

Às portas de Espanha, distando apenas 8 km (em linha recta) da cidade de Badajoz, Elvas foi a mais importante praça-forte da fronteira portuguesa, a cidade mais fortificada da Europa, tendo sido por isso cognominada "Rainha da Fronteira".

A 16 de Setembro de 2013, Elvas e Badajoz assinaram um protocolo de união e converteram-se na Eurocidade Elvas-Badajoz, com o objectivo de atrair mais investimento e desenvolvimento às duas urbes. Outro dos objetivos desta união passa pelo trabalho conjunto a nível cultural, económico e turístico. As duas cidades formam uma cidade com 210 487 habitantes (2014).[8][9][10]

Elvas alberga o maior conjunto de fortificações abaluartadas do mundo[11], as muralhas de Elvas, as quais em conjunto com o centro histórico da cidade são Património Mundial da Humanidade, título atribuído pela UNESCO a 30 de junho de 2012.[12][13]

Em 2007, segundo um estudo realizado pelo jornal Expresso relativamente à qualidade de vida das cidades portuguesas, Elvas foi classificada como a 12.ª melhor cidade de Portugal e a 2.ª melhor do Alentejo, apenas atrás de Évora.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Elvas





Elvas








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Whatever
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algumas parecem mesmo do século passado!:D apesar de algo adormecida tb antevejo um futuro próspero para Elvas, estou plenamente convicto que a hora do Alentejo está a chegar.:yes:
 

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Αλέξανδρ&#
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é a maior cidade do pais dentro de uma fortaleza, fantastica...
 

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Fantástico foi aquele que um dia se lembrou de fazer a Fortaleza para nos defender dos Mouros e dos vizinhos barbaros que um dia iriam ter o nome de espanhoís.
 

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e q levaram uma valente malha aquando do cerco à cidade... se n me fallha a memório! mas vou já ver ao google todos os factos desses tempos pós 1640
 

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Cerco de Elvas (1644)
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Um exército espanhol, sob o comando do marquês de Torrecusa, atravessou o Guadiana, com 12000 homens de infantaria, 2600 de cavalaria, 20 peças de artilharia e 2 morteiros, marchando no sentido de Campo Maior. Mandou fazer um reconhecimento à praça de Olivença, mas desistiu de a atacar, por considerá-la de pouco interesse. O exército espanhol chegou a Elvas estabelecendo o cerco. O marquês de Alegrete reforça a guarnição e consegue vencer os ataques dos espanhóis que acabaram por retirar oito dias depois.




A Batalha das Linhas de Elvas, foi travada em 14 de Janeiro de 1659, em Elvas, entre Espanha e Portugal.



[editar] História

Em 1658 um exército espanhol, comandado por D. Luís de Haro, acampava na fronteira do Caia, com 14 000 homens de infantaria, 5 000 de cavalaria, artilharia, munições, etc. Alguns dias decorreram em preparativos dos castelhanos para o cerco de Elvas, e nas diligências dos portugueses para defenderem a cidade. D. Luís de Haro distribuiu as suas tropas ao longo de entrincheiramentos, dando ordens para que fosse exercida apertada vigilância a fim de impedir que Elvas recebesse mantimentos ou qualquer outra espécie de auxílio vindo do exterior, de tal modo que só a chegada de um verdadeiro exército poderia evitar mais cedo ou mais tarde, a capitulação da praça. A rainha D. Luísa resolveu chamar D. António Luís de Meneses, conde de Cantanhede, para lhe entregar o comando geral das tropas portuguesas no Alentejo, e transferir para o mesmo teatro de operações D. Sancho Manuel, que foi assumir as funções de mestre-de-campo-general. Os espanhóis instalados nas duas colinas mais próximas começaram a bombardear a cidade de Elvas, causando pânico e grandes baixas na população. Mas o maior perigo era a peste que causava cerca de 300 mortes por dia.

Mediante tal situação, o conde de Cantanhede, D. António Luís de Meneses reuniu em Estremoz um exército de socorro. Apesar de grandes dificuldades, que o obrigaram a organizar recrutamentos em Viseu e na ilha da Madeira, e reunir as guarnições de Borba, Juromenha, Campo Maior, Vila Viçosa, Monforte e Arronches, o conde de Cantanhede conseguiu formar um exército de oito mil infantes, dois mil e novecentos cavaleiros e sete canhões. Tendo ficado acordado, entre o conde de Cantanhede e D. sancho Manuel, que o ataque às linhas de Elvas se faria pelo sítio conhecido por Murtais, o exército português saiu de Estremoz e marchou sobre a praça cercada.

Os portugueses ocuparam as colinas da Assomada, de onde se avistava a cidade de Elvas e as linhas inimigas, estas num majestoso arraial. No dia 14 de janeiro, cerca das oito horas da manhã, os portugueses desencadearam o ataque, como estava previsto pelo sítio dos Murtais. Manteve-se a vitória indecisa durante algum tempo, pois ao ataque correspondia uma vigorosa defesa do lado espanhol, mas a certa altura as tropas do conde de Cantanhede conseguiram romper irresistivelmente as linhas dos castelhanos, que começaram por ceder terreno e não tardaram a debandar.

As perdas sofridas pelos espanhóis nas linhas de Elvas foram enormes. Dos dezoito mil homens comandados por D. Luís de Haro, apenas cerca de cinco mil infantes e trezentos cavaleiros conseguiram alcançar Badajoz.
 

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fantástica foto com a muralha árabe e a muralha moderna. Eu lembro-me de estar lá há mts anos quando moraba em Badajoz e gustar mt da cidade, só incomodaba um pouco a visao das antenas da tv acima das telheiras na cidade velha, más a cidade é fantástica eo acueducto tenho-lo grabado na minha memória desde entao.
 

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Αλέξανδρ&#
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sim as antenas ficam um pouco feiotas, a uns anos lembro-me de ler algo sobre a hipoteses de por cabo para tirar as antenas da cidadela mas acho k ficou em aguas de bacalhau, enfim...
 

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O Prof Godin
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Mais Umas Fotos

Como ninguém posta nada tenho de ser eu a fazer a festa











Esta é um mimo



Esta é um mono











Esta praça é de uma rara beleza







 

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O Prof Godin
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Já que estamos numa de aquedutos - Aqueduto da Amoreira










































:) :) :) :cheers:
 

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O Prof Godin
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Refes e Bibliografia

Aqueduto da Amoreira

IPA
Monumento

Nº IPA
PT041207030008

Designação
Aqueduto da Amoreira

Localização
Portalegre, Elvas, Assunção

Acesso
EN. 4

Protecção
MN, Dec. 16-06-1910, DG 136 de 23 Junho 1910, ZEP, DG 210 de 05 Setembro 1956

Enquadramento
Urbano e rural. Destacado na planície, atravessa os vales de São Francisco e do Rossio,encontrando-se a nascente na Fonte da Amoreira na Serra do Bispo e terminando na Fonte da Misericórdia. Em frente do aqueduto fica o Jardim Municipal (v. 1207030042)

Descrição
Lança-se num total de 833 arcos que nalguns pontos se sobrepoem em 4 registos, de volta perfeita, com ombreiras diminuindo em função da altura, as arcadas apoiam-se em pilares quadrangulares, fortalecidos por contrafortes semi-circulares de diferentes alturas. Desde a nascente até às muralhas atinge o comprimento de 7.054 m., estendendo-se ainda por 450 m. até à fonte da Misericórdia. Tem 1.367 m. de galerias subterraneas e 4.049 m. ao nível do terreno, atingindo a altura máxima de 31 m.

Descrição Complementar
Não definido

Utilização Inicial
Equipamento: aqueduto

Utilização Actual
Equipemento: aqueduto

Propriedade
Pública: municipal

Afectação
Sem afectação

Época Construção
Séc. 15 / 17

Arquitecto | Construtor | Autor
Francisco de Arruda, Afonso Àlvares, Diogo Marques, Pero Vaz Pereira.

Cronologia
1498 - a única fonte de abastecimento de água potável à Vila era então o Poço de Alcalá, junto da Porta do Bispo; dado o poço ter começado a a perder água e dada a dificuldade de abastecimento a partir das nascentes que circundavam a vila, devido ao desnível existente entre a povoação e os terrenos, nas Cortes deste ano, D. Manuel autoriza um imposto, o Real de Água, para concerto do poço; a iniciativa porém não alcançou os resultados pretendidos surgindo então a ideia de ir buscar a água à Amoreira, a c. de 8km; 1529 - início construção do aqueduto segundo traça de Francisco de Arruda; 1622, 23 Junho - inauguração do Aqueduto e da Fonte da Misericórdia; 1872 - 1890 - sofre importantes obras de conservação e restauro, nomeadamente o acrescento de 462 arcos.

Tipologia
Arquitectura Civil Pública. Aqueduto.

Características Particulares
Trata-se, a par do Aqueduto das Águas Livres de um dos mais importantes aquedutos do país.

Dados Técnicos
Estrutura autoportante

Materiais
Alvenaria de pedra argamassada e tijolo maciço (Arcos)

Bibliografia
ALMADA, Vitorino de, Elementos para um Dicionário de Geographia e História Portuguesa - concelho d'Elvas, vol I, Elvas, 1888; KEIL, Luís, Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Portalegre, vol. I, Lisboa, 1940; ALMEIDA, António José Ferreira de, Tesouros Artísticos de Portugal, Lisboa, 1980; DENTINHO, Maria do Céu Ponce, Elvas Monografia, Elvas, 1989, p.88-90.


Intervenção Realizada
1964 - apeamento e reassentamento de silhares de cantaria, demolição de alvenarias, execução de isolamento no arco em ruínas, rebocos; 1971 - reconstrução de arcos, reconstrução de rebocos, execução de lintel em betão armado, refecho de juntas; 1973 - limpeza e reconstrução de rebocos; 1979 - construção de alvenaria hidráulica para construção de pilar, refecho de fendas, reconstrução de rebocos, refecho de fendas, arranque de ervas e arbustos; 1987 - arranque de ervas e reconstrução de rebocos; 1988 - arranque de formações vegetais, levantamento de laje de cobertura, limpeza de canal, reconstrução de laje de cobertura e refecho de fendas; 1989 - levantamento e reposição da laje de cobertura e remoção cuidadosa do "corroio" no interior, revestimento da caleira, colocação de tubos de drenagem no canal desactivado, assentamento do lajedo de pedra de xisto; 1992 / 1993 - recuperação dos canais adutores e arcos; 1994 - levantamento da laje (canal inferior e canal único), limpeza do corroio, revestimento da superfície da caleira, fornecimento e assentamento de laje de xisto e colocação de protecção; 1995 - remoção de laje de cobertura (canal inferior e canal único) limpeza com remoção de entulhos e "corroio" do interior dos canais, colocação de tubos para drenagem no canal inferior, colocação de guarda de protecção e porta no canal inferior, revestimento em argamassa da caleira pertencente ao canal único, revestimento das coberturas de ambos os canais em laje de xisto e recuperação do passeio e canal laterais.

Observações

Autor e Data
Rosário Gordalina 1991 / Maria Fernandes 1996

Actualização
1996
 

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O Prof Godin
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Convento de Santa Clara



E mais umas aéreas
















O Castelo e as Fortificações vão para o thread dos Castelos…:cheers:
 
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